Desastres causados pela arrogância

13 de Junho de 2022

Por Xia Xin, Espanha

Em agosto de 2018, assumi a responsabilidade por uma igreja de recém-convertidos. Ela tinha sido estabelecida havia pouco tempo, por isso nem todos os deveres tinham sido atribuídos e os projetos progrediam lentamente. Orei e confiei em Deus e trabalhei com minha parceira para encontrar candidatos bons e designar os irmãos de acordo com seu calibre e pontos fortes. O trabalho da igreja entrou no ritmo rapidamente. Eu achava que eu era perceptiva e possuía certo calibre e competência. Certa vez, uma líder de equipe me desse que o irmão Xiao era preguiçoso e passivo em seu dever e que iria dispensá-lo. Eu não concordei. Eu tivera contanto com ele e tinha algum entendimento dele. Ele era trabalhador e tinha humanidade boa, mas carecia de experiência mais profunda. Perguntei-me se ele estava passando por dificuldades que impactavam seu dever. Sugeri à líder de equipe que ela devia descobrir o que estava acontecendo com ele antes de dispensá-lo. Mais tarde, ela descobriu que ele tinha machucado o punho e estava tendo dificuldades de usar o computador, por isso seu progresso em seu dever era lento. Mas ele não contou a ninguém, por isso os outros acharam que ele não era trabalhador. Quando seu punho melhorou, ele foi muito bem em seu dever. Depois disso, achei ainda mais que entendia as pessoas muito bem. A partir de então, quando escolhíamos pessoas, eu insistia em minha opinião quando a opinião dos irmãos divergia da minha. Eu achava que eles careciam de discernimento e não tinham percepção das pessoas. Ao longo do tempo, comecei a ficar mais ousada com alguns arranjos.

Mais tarde, assumi o trabalho da equipe de vídeo da igreja. Uma vez, quando queríamos produzir um vídeo, faltava-nos mão de obra e precisávamos de mais pessoas na equipe. Os padrões para os efeitos especiais desse projeto eram altos e eram desafiadores. Decidi que precisávamos de alguém altamente treinado, com habilidades técnicas, para que as coisas corressem bem. Gastei vários dias procurando alguém que cumpria essa exigência, mas não consegui encontrar um bom candidato. Alguns irmãos estavam dispostos a desenvolver essas habilidades, mas quando vi que careciam de educação superior e não possuíam conhecimento profissional, eu os descartei. Havia alguns que eu considerava aptos, mas, por alguma razão, eles não podiam assumir aquele dever na época. Então, por acaso, descobri que o irmão Wu tinha estudado animação digital e tinha uma gama ampla de experiência profissional. Ele não devia ter problemas com efeitos especiais, portanto, eu pediria que ele assumisse esse dever. Mas uma irmã me alertou que eu devia dar uma olhada em algumas avaliações dele. Ela disse que, no passado, alguns tinham dito que ele tinha humanidade pobre e era astuto, que eu devia ser cautelosa ao designá-lo para esse dever. Ela me aconselhou a buscar. Eu disse que eu faria isso, mas pensei que, mesmo que ele fosse um pouco astuto e tivesse humanidade pobre, ele era muito bem treinado e habilidoso, portanto, ele poderia orientar os outros em questões técnicas. Ele deveria ser capaz de assumir isso sem problemas. Mais tarde, li as avaliações dos irmãos sobre o irmão Wu e vi que eles diziam que ele tinha humanidade pobre, que ele havia sido muito duro com os outros quando cumpria dever de anfitrião e eles se sentiram constrangidos. Ao lê-las, pensei que eu já tivera contato com ele algumas vezes e que ele pareceu ser uma boa pessoa, não como eles tinham descrito. Havia algum contexto específico para aquilo que diziam? Em todo caso, achei que estava tudo certo com ele. Ele tinha muita experiência de trabalho, e seria difícil encontrar outro talento igual a ele. Designá-lo não deveria ser nenhum problema. Então não pensei mais nas sugestões dos outros e não me informei mais sobre aquelas avaliações do irmão Wu. Arranjei o dever de produção de vídeo para ele.

Fiquei muito surpresa quando, menos de um mês depois, Ouvi que ele não autorrefletia quando enfrentava problemas e era muito mesquinho, que ele espalhava noções e semeava discórdia. Eu não tinha esperado isso. Eu poderia ter errado? Fui verificar a situação antes de me preocupar demais e descobri que tudo que diziam era correto. Um dos efeitos especiais que tinham feito tinha tantos problemas que precisou ser refeito e quando todos estava discutindo como resolver as dificuldades, o irmão Wu disse que não precisava ser refeito, que os líderes eram exigentes demais, que buscavam pelo em ovo. Alguns irmãos também se sentiram insatisfeitos com os líderes quando ouviram isso. E mais, quando o irmão Wu viu alguns problemas nos deveres de outros, ele não procurou uma solução para eles, mas chamou o líder de equipe de incompetente e começou a excluí-lo, incitando problemas entre membros e líder da equipe. O líder de equipe caiu em negatividade e se sentiu constrangido. Um irmão desenvolveu um preconceito contra o líder de equipe por causa disso e então ficou obcecado com ele e outros líderes. E uma vez o irmão Wu fez algumas sugestões no trabalho. O líder de equipe as contemplou, mas as considerou inadequadas e não as adotou. Então ele ficou insatisfeito com o líder de equipe e começou a usar sua comunhão nas reuniões para dizer que tinha visto problemas em nosso trabalho que ele não ousava mencionar, temendo que seria dispensado se ele os mencionasse, levando outros a pensar que as pessoas seriam oprimidas se fizessem sugestões. Agia como se se importasse com a vontade de Deus e como se o líder de equipe estivesse o oprimindo e impedindo de cumprir bem o seu dever. Sua conduta mostrou que ele era não só mesquinho, mas que agia como se fosse o guardião da justiça e se importasse com a vontade de Deus. Alegando defender os interesses da casa de Deus, ele estava espalhando negatividade e semeando discórdia entre os outros, voltando-os contra os líderes para que eles pensassem que eles eram o problema e que poderiam ser oprimidos se não tivessem cuidado. Isso fez com que as pessoas duvidassem que a verdade governa na igreja, que todos brigassem sobre o que era certo e errado e julgassem e não confiassem nos líderes. Seu comportamento já tinha perturbado o trabalho da igreja. E durante o tempo em que o irmão Wu orientara o trabalho técnico, ele não havia sido muito útil. Tudo que sugeria era teórico sem aplicação prática. Pude ver seus problemas, mas ainda não estava pronta para admitir meu erro. Eu queria conversar com ele e apontar seus problemas e, se ele os visse, talvez ele conseguiria aceitar a verdade e ter uma humanidade razoável, e isso significaria que minha opinião não tinha sido tão errada. Então apontei seus problemas para ele. Ele não só não autorrefletiu como disse que eu estava reprimindo vozes diferentes, que estava o oprimindo. Àquela altura, vi que ele não só tinha humanidade pobre e não aceitava a verdade, mas que era astuto e que seu jeito de falar era contrário à verdade. Ver isso foi como um tapa no rosto para mim. A casa de Deus ressaltou tantas vezes que jamais devemos designar pessoas de humanidade pobre a deveres importantes, mas eu tinha agido até contra um princípio tão básico. Cometi um erro fundamental ao selecionar pessoas, o que interrompeu a vida de igreja. Quanto mais pensava sobre isso, pior me sentia, e mais tarde dispensei o irmão Wu com base nos princípios.

Depois disso, comecei a refletir sobre as razões do meu fracasso. Li isto nas palavras de Deus: “Falsos líderes são de calibre baixo, têm olhos e coração cegos e não entendem os princípios da verdade, o que, por si só, é um problema muito grave. Eles têm outro problema ainda mais sério, que é que, quando entenderam e dominaram umas letras e palavras de doutrina e conseguem gritar uns chavões, eles acham que têm a realidade da verdade. Não importa o trabalho que façam e quem decidam escolher para usar, eles não buscam nem deliberam e não comungam com os outros, muito menos estudam detalhadamente os arranjos de trabalho e os princípios da casa de Deus. São bastante confiantes, acreditando que o que fazem é certo, que o que pensam é o que deve ser feito e que tudo em que acreditam é certo e correto e que tudo está de acordo com os princípios. Além disso, acreditam, equivocada e frequentemente, que, tendo trabalhado por muitos anos, eles têm experiência suficiente de servir como líder na casa de Deus para saber como funciona e se desenvolve o trabalho da casa de Deus e que tudo isso está dentro do seu coração. Eles avaliam o trabalho da casa de Deus e fazem o trabalho da casa de Deus com base em sua experiência, imaginações, noções e regras, o que faz com que o trabalho da casa de Deus durante o seu mandato seja uma confusão, um caos, sem qualquer ordem” (“Identificando falsos líderes (5)”). Falsos líderes não só têm olhos e coração cegos, são incapazes de ver a essência das pessoas e de entender os princípios, mas, pior ainda, eles não buscam a verdade. Confiam em sua experiência e noções para fazer o trabalho da igreja, o que transforma tudo num caos total. Meu comportamento ao nomear o irmão Wu para aquela posição — eu não busquei os princípios para usar pessoas na casa de Deus, mas segui minha própria opinião, achando que ele tinha muita experiência, de modo que seria perfeito para a produção de vídeos. Quando os outros me alertaram que ele tinha humanidade pobre e que eu devia ser cautelosa e me aconselharam a buscar, eu ignorei isso totalmente. Achei que era perceptiva e sabia discernir e que não houvera problemas sérios em minhas nomeações no passado, portanto, escolher o irmão Wu não seria problema. Usei essa experiência minha como capital pessoal e não busquei os princípios da verdade nem aceitei as sugestões com humildade e não busquei nem investiguei para entender que tipo de pessoa o irmão Wu era, se sua má conduta era apenas a manifestação de corrupção momentânea ou se sua essência era maligna. Se fosse corrupção temporária ou se houvesse algum contexto para isso e ele tivesse mudado desde então, ele poderia ser usado. Se fosse uma conduta consistente e ele tivesse humanidade pobre e fosse um malfeitor, então não poderíamos usá-lo. Esse tipo de pessoa só prejudicará o trabalho da casa de Deus. Mas eu nem investiguei para entender as coisas. Fiz um julgamento cego com base em minha experiência e imaginação. A realidade me mostrou que eu era uma falsa líder, de olhos e coração cegos. Eu não entendia a verdade nem os princípios e, pior ainda, eu confiei em mim mesma e não aceitei as sugestões dos outros. Tendo um pouco de experiência e algum entendimento de doutrinas literais, achava que eu conhecia os princípios e conseguia fazer o trabalho da igreja, mas nomeei a pessoa errada, o que atrasou nosso progresso e perturbou a vida de igreja. Eu estava agindo como ajudante de Satanás, sabotando o trabalho da igreja.

Mais tarde, lembrei-me de algo que Deus disse: “Se, em seu coração, você realmente entender a verdade, você saberá como praticar a verdade e obedecer a Deus e naturalmente embarcará na senda de buscar a verdade. Se a senda que você trilha for a correta e estiver alinhada com a vontade de Deus, então a obra do Espírito Santo não o abandonará — caso em que haverá uma chance cada vez menor de você trair a Deus. Sem a verdade, é fácil praticar o mal, e você o praticará a despeito de si mesmo. Por exemplo, se você tem um caráter arrogante e presunçoso, então ser ordenado a abster-se de se opor a Deus não faz diferença nenhuma, você não pode impedir, está fora de seu controle. Não faria isso de propósito; você o faria sob o domínio de sua natureza arrogante e vaidosa. Sua arrogância e vaidade fariam com que você desprezasse a Deus e O visse como um ser sem importância; fariam você se exaltar, e se colocasse sempre na vitrine; levariam você a desprezar os outros, não deixariam ninguém em seu coração além de você mesmo; fariam você se achar superior a outras pessoas e a Deus e, no fim, levariam você a se sentar no lugar de Deus e a exigir que as pessoas se submetessem a você, venerando seus pensamentos, ideias e noções como a verdade. Veja quanto mal é feito pelas pessoas sob o domínio da natureza arrogante e vaidosa delas!” (‘Somente buscando a verdade pode-se alcançar uma mudança no caráter’ em “As declarações de Cristo dos últimos dias”). As palavras de Deus me mostraram que eu não tinha buscado os princípios da verdade em meu dever, porque eu era arrogante demais e não tinha reverência por Deus. Eu era controlada por minha natureza arrogante e acreditava demais em mim mesma. Sempre achei que eu era experiente e perceptiva, por isso não levei a sério os alertas dos outros. Insisti em fazer o que eu queria fazer. Como resultado, nomeei a pessoa errada, e o trabalho da igreja foi impedido. Tratei minha própria opinião e experiência como a verdade, pensando que o que eu gostava era o que Deus gostava e que o que eu pensava ser apto devia ser apto também aos olhos de Deus. Até confundi minhas opiniões com as opiniões de Deus. Isso não só revelou desprezo pela verdade, mas era blasfêmia contra Deus. Eu vivia em arrogância e engrandecia a mim mesma, fazendo as coisas do meu jeito enquanto alegava cumprir meu dever. Isso era, em essência, opor-se a Deus. Eu sabia que devia me arrepender ou acabaria ofendendo a Deus e seria eliminada. Eu também sabia que Deus tinha me elevado a uma posição de liderança e que Sua vontade era que eu me concentrasse em buscar a verdade nesse dever para que eu seguisse os princípios em minhas ações. Cada decisão de trabalho impactaria os interesses da casa de Deus, então, se não buscasse a verdade, mas só agisse a partir da arrogância e autoconfiança, sendo arbitrária e ditatorial, eu poderia fazer algo a qualquer momento que interromperia o trabalho da igreja. No fim, prejudicaria os interesses da igreja e os irmãos e irmãs. Então orei a Deus e resolvi em silêncio não cumprir mais o meu dever a partir da arrogância, mas buscar a verdade e agir de acordo com os princípios.

Em minha reflexão depois disso, percebi outra coisa que levou ao meu fracasso. Eu era falaciosa em minhas opiniões sobre pessoas e coisas. Li isto nas palavras de Deus: “Os falsos líderes costumam exalar um ponto de vista: eles acreditam que todos aqueles que têm conhecimento e posição na sociedade e todos aqueles que foram funcionários públicos são pessoas de talento que a casa de Deus deve cultivar e usar. Um falso líder coloca essas pessoas num pedestal e até as trata como se fossem seus amigos ou parentes; ele as apresenta para os outros, dizendo coisas como ‘ela era editora de jornal no mundo exterior’, ‘ele era figurinista’, ‘ela trabalhava no Ministério de Segurança Pública’, ‘ele trabalhava com negócios, e a família dele é rica’, ‘ela estudou sociologia’, ou ‘ele estudou administração de empresas’. Os falsos líderes dão grande valor a essas pessoas. Diga-Me, os falsos líderes são pessoas de calibre? Não são pessoas falsamente espirituais que não conseguem ver as coisas com clareza? Eles acreditam que, quando pessoas como as descritas acima vêm para a casa de Deus, elas devem ser usadas em posições importantes. Acham que são pessoas de talento, por isso, quando um falso líder as vê, ele age como se fosse o lacaio delas, acena e faz reverência, bajulador e servil. Com efeito e invisivelmente, onde um falso líder está no comando, essas pessoas se comportam como se fossem mais importantes do que realmente são e reinam como reis. Diga-Me, pode-se permitir que essas pessoas reinem como reis na casa de Deus? Isso não está alinhado com os princípios! Onde se diz, nas palavras de Deus, ou em qual princípio da Sua casa se estipula que aqueles que são promovidos e usados em posições importantes na casa de Deus devem ser escolhidos da elite da sociedade? As palavras de Deus dizem isso? (Não.) Quantos critérios existem nas exigências de Deus para as pessoas? Há dois, principalmente: o primeiro é se a pessoa é de boa humanidade; o outro é a atitude com que a pessoa trata a verdade e se ela ama a verdade. Esses são os dois critérios” (“Identificando falsos líderes (5)”). “Todos os falsos líderes são pessoas que acreditam em Deus há anos e ouvem sermões com frequência, então por que eles não conseguem identificar os descrentes? Essa é mais uma prova de que os falsos líderes são de calibre muito pobre, que são incapazes de receber a verdade, e que a verdade é desperdiçada neles. Eles são cegos de olhos e coração, não conseguem discernir os outros. Como poderiam estar aptos a ser líderes ou obreiros na igreja? Eles acreditam que as pessoas cheias de lábia são pessoas de talento; quando veem alguém que sabe cantar e dançar, pensam que é uma pessoa de talento; quando veem uma pessoa de óculos que frequentou a faculdade, pensam que é uma pessoa de talento; quando vê uma pessoa de status na sociedade, que é rica e sabe fazer negócios e se envolve em práticas enganosas, que faz algum tipo de trabalho importante na sociedade, o falso líder pensa que esta também é uma pessoa de talento na casa de Deus. Eles não olham para a qualidade da humanidade dessas pessoas ou se a crença delas em Deus tem fundamento, e olham menos ainda para a atitude com que essas pessoas tratam a verdade e Deus. Olham apenas para a posição social e a formação das pessoas. Ao que parece, é isso que os falsos líderes apreciam numa pessoa. Isso não é muito presunçoso da parte deles? Eles são verdadeiramente muito cegos!” (“Identificando falsos líderes (5)”). As palavras de Deus expõem falsos líderes como cegos e tolos e ruins em nomear outros. Eles só olham para a educação mundana, para status e habilidades profissionais, achando que ter conhecimento e cultura e ser altamente habilidoso significa ser talentoso na casa de Deus. Eles não olham para sua humanidade, se eles aceitam a verdade nem em que medida entendem a verdade. Essa era minha perspectiva quando estava procurando alguém para os efeitos especiais, achando que educação superior e habilidades significariam que ele conseguiria cumprir bem aquele dever. O tempo todo só me concentrei na educação e nas habilidades técnicas dos irmãos. Quando vi a formação do irmão Wu e toda a sua experiência, achei que ele seria útil para os outros na equipe de vídeos e conseguiria dar conta das tarefas técnicas complexas. Não considerei a humanidade dele nem como ele tinha se comportado em seu dever no passado. Assim, não só o trabalho sofreu enquanto estava lá, mas ele foi mesquinho e gerou conflito entre os líderes e membros da equipe. Isso perturbou muito a vida e o trabalho da igreja. Percebi como era absurda minha perspectiva sobre as coisas. A casa de Deus respeita e cultiva talentos, mas é diferente de lá fora, no mundo. Não se trata do tipo de diploma que alguém tem, mas de sua humanidade, se ele ama e busca a verdade. Vi que alguns irmãos se davam bem em várias áreas lá fora na sociedade, mas alguns deles tinha humanidade pobre e não amavam a verdade. Não buscavam os princípios da verdade em seu dever nem aceitavam a verdade, mas faziam o que queriam, agiam a partir da corrupção. Não cumpriam bem o seu dever e também perturbavam muito o trabalho da igreja. As perdas superavam os ganhos com eles, e eles acabaram sendo eliminados. Aqueles que permanecem e cumprem um dever têm não só habilidades profissionais, mas sobretudo humanidade boa. Alguns também amam e aceitam a verdade e são práticos em seu dever. Aplicam suas habilidades profissionais em seu dever, e alguns podem não ser os melhores dos melhores, mas seu coração está no lugar certo e eles se esforçam em seu dever. Ganham o esclarecimento e a orientação de Deus e melhoram em seu trabalho. Eles não só melhoram suas habilidades profissionais, mas seguem mais os princípios.

Mais tarde, li isto nas palavras de Deus: “Não importa se você está cumprindo seu dever, interagindo com os outros ou lidando com alguma coisa específica que está acontecendo com você, você deve ter uma atitude de busca e obediência. Com esse tipo de atitude, pode-se dizer que você tem algo de um coração de reverência por Deus e é capaz de buscar e obedecer à verdade. Essa é a senda de temer a Deus e de evitar o mal. Se você carecer de uma atitude de busca e obediência e, em vez disso, for teimosamente antagônico e se agarrar a si mesmo, rejeitando e desdenhando a verdade, então cometerá naturalmente muita maldade. Você não será capaz de evitar! […] Não é fácil cumprir bem o seu dever, satisfazer a Deus e alcançar temor de Deus e evitar o mal em sua fé. Mas vocês acabaram de ser informados sobre um princípio de prática: se você tiver uma atitude de busca e obediência quando algo acontece com você, isso o protegerá. O objetivo último não é que você seja protegido. Levado É levá-lo a entender a verdade, a ser capaz de entrar na realidade da verdade e de alcançar a salvação de Deus; esse é o objetivo último. Se tiver essa atitude em tudo que experimentar, você não achará mais que cumprir seu dever e satisfazer a vontade de Deus são palavras vazias e clichês; isso deixará de ser tão oneroso. Em vez disso, antes que você perceba, você virá a entender um bom tanto de verdades. Se continuar experimentando assim, você terá a garantia de colher recompensas” (A comunhão de Deus). As palavras de Deus apontaram uma senda para mim. Não importa o que eu enfrente, devo manter submissão e reverência por Deus e buscar os princípios da verdade. É o único jeito de ganhar a orientação de Deus e cumprir bem o meu dever. Caso contrário, é provável que eu aja a partir da arrogância e perturbe o trabalho. Depois disso, minha parceira e eu encontramos alguns outros que assumiram a produção de vídeos com base nos princípios de selecionar pessoas. Eles não tinham o conhecimento teórico do irmão Wu, mas tinham uma atitude melhor e se esforçaram para aprender com os pés no chão. Quando encontravam problemas, eles se reuniam para buscar e comungar. Quando alguém revelava corrupção que impactava seu progresso, eles conseguiam refletir sobre si mesmos e aprender uma lição com isso. Depois de um tempo de todos trabalharem juntos, houve conquistas no trabalho de vídeo com resultados cada vez melhores. Foi uma surpresa agradável para mim. Experimentei que cumprir um dever na casa de Deus não tem a ver com habilidades técnicas nem calibre, o mais importante é que seja a pessoa certa, que ela seja pragmática, busque a verdade e tenha reverência por Deus. É o único jeito de ganhar a orientação do Espírito Santo e de alcançar alguma coisa num dever. Também vi que buscar a verdade e agir com base nos princípios é o único jeito de se conformar à vontade de Deus. Graças a Deus!

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