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Por Lu Yi, ChinaEm fevereiro de 2024, eu desempenhava um dever de texto na igreja. Aos poucos, captava alguns princípios e não encontrava...
Damos as boas-vindas a todos os buscadores que anseiam pela aparição de Deus!
Em outubro de 2004, minha esposa e eu aceitamos a obra de Deus Todo-Poderoso nos últimos dias, e nossas duas filhas nos acompanharam na crença em Deus. Eu estava particularmente feliz, pensando: “Toda a nossa família acredita em Deus. Se todos nós pudermos ser salvos e entrar no reino, que coisa maravilhosa será!”. Depois disso, minha esposa e eu desempenhamos nossos deveres. Minha esposa era mais entusiasmada do que eu, e sempre senti que ela buscava a verdade com mais empenho.
Em 2013, quando ela estava servindo como líder de grupo, Wang Jing, a líder da igreja, apontou, durante uma reunião, seus desvios e problemas no desempenho de seus deveres. Posteriormente, minha esposa se aferrou às revelações de corrupção de Wang Jing, fez julgamentos arbitrários e os espalhou, levando os irmãos a desenvolver preconceitos contra Wang Jing, isso fez com que muitas tarefas não fossem implementadas e perturbou gravemente a vida de igreja. A líder e o diácono se comunicaram com ela várias vezes, mas ela se mostrou desafiadora e insatisfeita, chegando a discutir e a ser sofismática, sem ter o menor conhecimento de si mesma. Como resultado, a igreja a dispensou de sua posição. Depois de ser dispensada, ela não mostrou nenhum sinal de arrependimento e continuou a encontrar falhas em Wang Jing, espalhando julgamentos e boatos por toda parte. Devido à sua constante interrupção e perturbação da vida da igreja, alguns irmãos a expuseram e a denunciaram. Mais tarde, após uma votação que foi aprovada por 80% dos membros da igreja, minha esposa foi caracterizada como uma pessoa maligna e expulsa. Na época, quando isso aconteceu, foi muito doloroso. Pensando em como ela havia deixado lar e carreira para trás para desempenhar seu dever desde que começara a acreditar em Deus, enfrentando todo tipo de dificuldade por tantos anos, agora que tinha sido expulsa, isso não significava que estava tudo acabado para ela? Não havia mais nenhuma esperança de salvação. No entanto, minha esposa não se importou nem um pouco e disse: “Eu acredito em Deus. De nada adianta eles terem me expulsado. Continuarei acreditando em Deus mesmo depois de ter sido expulsa”. Vendo que ela havia feito tanto mal e, mesmo assim, ainda não conhecia a si mesma, e que não estava convencida e se ressentia com a decisão da igreja, senti que a expulsão dela feita pela igreja não tinha sido, de maneira alguma, excessiva. Depois de sua expulsão, muitos irmãos que visitavam nossa casa se comunicavam com ela e pediam que ela refletisse e se reconhecesse, mas ela não aceitava isso de jeito nenhum e argumentava de forma irracional, afirmando que os líderes e obreiros estavam contra ela e por isso a haviam expulsado. Além disso, ela continuava a guardar ressentimento de Wang Jing.
Posteriormente, a casa de Deus exigiu que todas as igrejas revisassem os membros que já haviam sido removidos ou expulsos, para ver se havia algum que realmente tinha se arrependido e podia ser readmitido. Eu pensei: “Será que minha esposa se qualifica para a readmissão? Desde que foi expulsa, ela não refletiu nem ganhou conhecimento de suas ações, e continua a ter ideias preconcebidas contra Wang Jing, julgando-a pelas costas. Ela não mostra sinais de arrependimento, portanto, de acordo com os princípios, não deveria ser readmitida”. Mas então pensei: “Desde que foi expulsa, ela ainda lê as palavras de Deus de vez em quando e nos apoia no desempenho de nossos deveres, e também mantém este lar e cuida de minha mãe paralítica e acamada. Será que ela não poderia ter outra chance?”. Naquela ocasião, eu estava ajudando os líderes a organizar os materiais dos membros expulsos e removidos. Minha filha me perguntou se a mãe poderia ser readmitida na igreja, e minha esposa também estava sempre perguntando se ela poderia ser readmitida. Vendo que eu nunca dizia que ela poderia ser readmitida, minha esposa me acusou de ser insensível. Ao ouvir isso, me senti mal. Pensei: “‘uma vez que um homem e uma mulher se casam, seus laços amorosos são profundos’. Se eu não ajudar minha esposa a ser readmitida, minha consciência não descansará, e tanto minha esposa quanto minha filha reclamarão de mim”. Pensando nisso, falei com os líderes, dizendo: “Desde que foi expulsa, minha esposa continuou a acreditar em Deus de maneira resoluta. Ela poderia ser readmitida na igreja?”. Os líderes se comunicaram comigo, dizendo: “A igreja tem princípios para readmitir pessoas. Somente aqueles que continuaram a pregar o evangelho e demonstraram verdadeiro arrependimento depois de terem sido expulsos ou removidos podem ser readmitidos. Os readmitidos não devem, de forma alguma, causar perturbações na igreja novamente. Mensurando por esses princípios, embora sua esposa não tenha se oposto à sua fé e tenha demonstrado bom comportamento desde a expulsão, ela nunca refletiu ou reconheceu os atos malignos que cometeu e que perturbaram a vida de igreja, e continua irredutível e insatisfeita com a expulsão. Ela não é alguém que deve ser readmitida”. Ao ouvir a comunhão dos líderes, fiquei envergonhado. Eu sabia muito bem que, desde a expulsão de minha esposa, ela não havia, de maneira alguma, reconhecido suas ações malignas passadas, e até continuava ressentida com a líder que a expulsara, e nunca tinha refletido sobre si mesma para mudar as coisas, apesar de outras pessoas terem se comunicado com ela. Ela sempre argumentava de acordo com sua própria lógica distorcida. Depois de conviver com ela por tantos anos, eu entendia bem o tipo de pessoa que ela era. Ela era particularmente arrogante, convencida e insistentemente irrazoável. Desde que tínhamos nos casado, não importava o que acontecesse, ela nunca admitia que estava errada. Somente quando eu lhe dirigia palavras gentis é que ela se acalmava. Aquietei minha mente e refleti sobre mim mesmo, pensando: “Sei muito bem que minha esposa não atende às condições de readmissão, mas por que ainda a defendo e tomo seu partido?”.
Mais tarde, durante meus devocionais, li duas passagens das palavras de Deus. Deus Todo-Poderoso diz: “Algumas pessoas dão grande importância aos sentimentos e, independentemente do que lhes aconteça, elas agem com base em seus sentimentos; no coração, elas sabem muito bem que isso é errado, ainda assim são incapazes de ser objetivas, muito menos são capazes de agir de acordo com os princípios. Quando as pessoas são sempre constrangidas pelos sentimentos, elas são capazes de praticar a verdade? Isso é extremamente difícil! A incapacidade de muitas pessoas de praticar a verdade se resume aos sentimentos; elas consideram os sentimentos como especialmente importantes e colocam-nos em primeiro lugar. Elas são pessoas que amam a verdade? Certamente não. Qual é a essência dos sentimentos? É colocar os sentimentos carnais em primeiro lugar e deixar as verdades princípios de lado. As manifestações dos sentimentos podem ser descritas com várias palavras e frases: favoritismo, proteção sem princípios para os outros, manutenção de relacionamentos carnais e ausência de imparcialidade. É isso que são sentimentos” (A Palavra, vol. 3: Os discursos de Cristo dos últimos dias, “O que é a verdade realidade?”). “Que problemas estão relacionados aos sentimentos? O primeiro é como você avalia os membros de sua própria família e como você aborda as coisas que fazem. ‘As coisas que fazem’ incluem aqui naturalmente quando eles interrompem e perturbam o trabalho da igreja, quando julgam as pessoas pelas costas, quando se envolvem em algumas das práticas dos descrentes e assim por diante. Você consegue abordar essas coisas com imparcialidade? Quando é necessário que você escreva uma avaliação dos membros de sua família, você consegue fazê-la de forma objetiva e imparcial, deixando de lado seus sentimentos? Isso está relacionado à forma como você aborda os membros de sua família. Além disso, você abriga sentimentos em relação àqueles com quem você se dá bem ou que o ajudaram anteriormente? Você é capaz de ver as ações e a conduta deles de forma objetiva, imparcial e precisa? Se eles interromperem e perturbarem o trabalho da igreja, você será capaz de denunciá-los ou expô-los prontamente assim que souber disso? Além disso, você abriga sentimentos em relação àqueles que são relativamente próximos a você ou que compartilham interesses semelhantes aos seus? Você possui avaliação, definição e maneira de lidar com as ações e o comportamento deles que são imparciais e objetivas? Suponha que essas pessoas, com as quais você tem uma conexão sentimental, sejam tratadas pela igreja de acordo com os princípios e que o resultado disso não esteja de acordo com suas próprias noções — como você abordaria isso? Você seria capaz de obedecer?” (A Palavra, vol. 5: As responsabilidades dos líderes e dos obreiros, “As responsabilidades dos líderes e dos obreiros (2)”). As palavras de Deus expuseram com precisão a raiz do problema. Eu estava constrangido por meus sentimentos. Eu sabia muito bem que minha esposa havia interrompido e perturbado a vida da igreja e julgado a líder, e que ela nunca havia se arrependido de verdade, mesmo depois de ter sido expulsa, o que a tornava inapta para ser readmitida pela igreja. Mas como eu temia que minha esposa e minha filha me chamassem de insensível e tinha receio de que nosso casamento desmoronasse, fui contra os princípios para defendê-la. Aproveitei meu dever para falar em nome dela, na esperança de que fosse aceita de volta na igreja. Meus sentimentos eram fortes demais! A casa de Deus exigia que readmitíssemos aqueles que realmente tinham se arrependido depois de serem removidos ou expulsos. Isso era a tolerância e a misericórdia de Deus, dando às pessoas, na maior medida possível, a chance de se arrependerem. Se essas pessoas pudessem abominar suas ações e se arrepender delas, compensando suas transgressões por meio de ações reais, isso mostrava que elas não tinham perdido completamente a humanidade e a razão, e que, pelo menos, sua fé em Deus era genuína. No entanto, aqueles que não aceitavam a verdade de forma alguma e cometiam muitos atos malignos eram pessoas cuja natureza essência era ser avessa à verdade e odiar a verdade, e nunca se arrependeriam. Essas pessoas seriam eliminadas. Eu tinha ido contra os princípios, confiando em meus sentimentos, e queria readmitir uma pessoa maligna na igreja, permitindo que ela continuasse a perturbar a vida da igreja. Agindo dessa maneira, eu não estava perturbando o trabalho da igreja? Ao perceber isso, senti um profundo remorso e não quis mais viver de acordo com meus sentimentos.
Mais tarde, li as palavras de Deus: “Quais são os princípios com os quais se pede às pessoas que tratem os outros nas palavras de Deus? Ame o que Deus ama e odeie o que Deus odeia. Esse é o princípio ao qual as pessoas deveriam aderir. Deus ama aqueles que buscam a verdade e são capazes de seguir Sua vontade; essas são as pessoas que nós deveríamos amar também. Aquelas que não são capazes de seguir a vontade de Deus, que odeiam e se rebelam contra Deus — essas pessoas são detestadas por Deus, e nós também deveríamos detestá-las. Isso é o que Deus pede ao homem. […] Durante a Era da Graça, o Senhor Jesus disse: ‘Quem é Minha mãe? E quem são Meus irmãos?’, ‘Qualquer que seguir a vontade de Meu Pai que está nos céus, esse é Meu irmão, irmã e mãe’. Essas palavras já existiam lá na Era da Graça, e agora as palavras de Deus são ainda mais claras: ‘Ame o que Deus ama e odeie o que Deus odeia’. Essas palavras vão direto ao ponto, mas em geral as pessoas são incapazes de compreender seu significado verdadeiro. Se uma pessoa é alguém que nega a Deus e se opõe a Ele, é amaldiçoada por Deus, mas é um pai ou parente seu e, pelo que sabe, não parece ser uma pessoa maligna e ela o trata bem, talvez você se veja incapaz de odiar essa pessoa, e pode até permanecer em contato próximo com ela, sem mudar seu relacionamento. Ao ouvir que Deus odeia tais pessoas, você ficará chateado, não poderá ficar do lado de Deus e não conseguirá endurecer seu coração para rejeitá-las. Você sempre será constrangido por afetos e não poderá de fato cortar laços com elas. Qual é a razão disso? Isso acontece porque seus afetos são fortes demais, e eles o impedem de praticar a verdade. Essa pessoa é boa para você, por isso você não consegue odiá-la. Você só conseguiria odiá-la se ela o prejudicasse. Esse ódio estaria alinhado com as verdades princípios? Além disso, você ainda é restringido por noções tradicionais, pensa que a pessoa é seu pai, ou sua mãe, ou seu parente, e que, se a odiar, você será escarnecido pela sociedade e denunciado pela opinião pública, condenado como não filial, como não tendo consciência, e como não sendo humano. Você acha que sofreria condenação divina e seria punido. Mesmo se quiser odiá-la, sua consciência não lhe permitirá. De onde vem esse efeito da sua consciência? Vem de uma ideia que foi semeada em você desde sua infância, por meio da herança de sua família, da educação que você recebeu de seus pais e do condicionamento da cultura tradicional. Essa ideia está profundamente enraizada em seu coração e o leva a acreditar equivocadamente que a piedade filial é algo perfeitamente natural e justificado, e que algo herdado dos seus antepassados é sempre bom. Você aprendeu isso primeiro, e isso permanece dominante, criando um grande obstáculo e perturbando sua fé e a aceitação da verdade, deixando-o incapaz de pôr em prática as palavras de Deus e incapaz de praticar amar o que Deus ama e odiar o que Deus odeia” (A Palavra, vol. 3: Os discursos de Cristo dos últimos dias, “Só ao conhecer as próprias opiniões erradas pode-se realmente se transformar”). A partir das palavras de Deus, entendi que Deus exige que tratemos as pessoas com o princípio de amar o que Deus ama e odiar o que Deus odeia. Deveríamos tratar com amor aqueles que amam a verdade e defendem o trabalho da igreja, e deveríamos odiar e rejeitar as pessoas malignas que odeiam a verdade, resistem a Deus e perturbam a obra de Deus. Somente praticar dessa maneira se alinha com a intenção de Deus. No entanto, eu estava constrangido por meus sentimentos e era incapaz de amar o que Deus ama e odiar o que Deus odeia. Sabendo que minha esposa havia praticado o mal para perturbar a vida da igreja e que ela rejeitava categoricamente a verdade, e que sua essência era a de uma pessoa maligna que odiava a verdade, e que ela deveria ser expulsa e eliminada, eu tinha ido contra os princípios, tentando fazer com que ela fosse readmitida na igreja. Meus sentimentos eram fortes demais! Eu acreditava em ditados como “uma vez que um homem e uma mulher se casam, seus laços amorosos são profundos”, “a afinidade causa parcialidade” e “o homem não é inanimado; como pode não ter sentimentos?”. Vivendo de acordo com esses venenos satânicos, eu era incapaz de distinguir entre o bem e o mal, o certo e o errado. Em tudo, eu vivia de acordo com meus sentimentos, sem nenhum princípio. Ao ver minha esposa continuar a apoiar a mim e a nossas filhas no desempenho de nossos deveres, cumprir as tarefas domésticas e cuidar de minha mãe paralítica depois de ser expulsa, eu me sentia em dívida com ela. Se eu não lutasse por ela, temia que minhas filhas ficassem com raiva de mim e ressentidas comigo. Para manter meus laços emocionais carnais e minha imagem de bom marido e pai, fiquei do lado dela e a defendi, tentando fazer com que ela fosse readmitida, permitindo que ela continuasse a perturbar a vida da igreja e a entrada na vida dos irmãos. Isso foi um ato maligno e algo verdadeiramente sem consciência e humanidade. Deus nunca nos pede para mostrar consciência em relação a pessoas malignas, nem diz que rejeitar os parentes que são de Satanás é insensível ou desumano. Em vez disso, Ele exige que amemos o que Ele ama e odiemos o que Ele odeia. Ao perceber isso, senti minha mente muito mais clara, e disposição para agir de acordo com os princípios, não mais defendendo minha esposa ou agindo com base em meus sentimentos.
Depois de passar por essas experiências, achei que tinha ganhado alguma percepção da essência dos sentimentos. No entanto, depois, enfrentei a expulsão de minha filha mais velha. Em dezembro de 2020, eu estava desempenhando meus deveres longe de casa. Um dia, de repente recebi uma carta de casa, informando que minha filha mais velha, que havia sido revelada como uma pessoa maligna, fora expulsa da igreja por perturbar e interromper o trabalho da igreja e cometer vários atos malignos sem arrependimento. Naquele momento, fiquei em choque e muito magoado, e não pude deixar de me queixar: “Por que minha filha mais velha também foi expulsa? Na época, ela desistiu dos estudos para desempenhar seus deveres. Mesmo com vento e chuva, ela nunca atrasava seus deveres. Agora ela foi expulsa; isso não significa que não há esperança de salvação?”. Sempre que eu fechava os olhos, cenas do passado surgiam em minha mente. Antes, nossa família de quatro pessoas acreditava em Deus. Líamos com frequência as palavras de Deus, cantávamos hinos e comunicávamos a verdade juntos. Agora só restávamos eu e minha filha mais nova. Ao pensar nisso, senti uma dor profunda. Orei a Deus: “Ó, Deus! Minha filha mais velha foi expulsa. Sei que isso é Sua justiça. Mas não consigo entender isso; não consigo deixar de lado meus sentimentos. Que Tu me esclareças e guies para eu entender Tua intenção”. Nessa época, estávamos filmando a peça teatral “A batalha para expulsar uma pessoa maligna”. A protagonista, que estava negativa e sofrendo por causa da expulsão do seu pai, encontrava-se em um estado semelhante ao meu. Ao ver que ela confiava nas palavras de Deus para superar o constrangimento de seus sentimentos, fiquei profundamente comovido. Pensei: “Eu também tenho de confiar em Deus, praticar a verdade e permanecer firme em meu testemunho. Hoje, ao saber que minha filha foi expulsa, fiquei triste, mas acredito que Deus é justo. A decisão da igreja de remover ou expulsar alguém se baseia na essência dessa pessoa, e ninguém é injustiçado. Eu deveria me submeter e parar de reclamar de Deus e de resistir a Ele”.
Mais tarde, eu me acalmei e refleti sobre o comportamento constante de minha filha mais velha, e revisei sua notificação de expulsão, confirmando que ela era de fato uma pessoa maligna que havia cometido muitos atos malignos. Na superfície, ela parecia racional e não falava muito, mas quando seus interesses estavam em jogo, sua verdadeira face era revelada. Na época, quando minha esposa foi dispensada e isolada para reflexão, Wang Jing, a líder, conversou com minha filha sobre os atos malignos de minha esposa. Ela não apenas não deu ouvidos, como defendeu a mãe, dizendo: “Eu não vi esses comportamentos. Não acredito que minha mãe tenha perturbado a vida da igreja”. Não importava como a líder comunicasse, ela não aceitava e afirmava que a mãe havia sido reprimida e injustiçada pela líder, perturbando continuamente a vida da igreja. Por causa de seu comportamento, a igreja a dispensou. Desde então, ela guardou ressentimento em relação a Wang Jing. Mais tarde, externamente, ela pareceu melhorar e deixar isso de lado. Depois de algum tempo, foi eleita líder de igreja. Naquela época, Wang Jing foi transferida para o trabalho de texto, por não ter feito trabalho real, então minha filha se vingou de Wang Jing. Ela não só a dispensou de seu trabalho de texto, como também preparou materiais para que ela fosse expulsa da igreja. Na ocasião, eu disse a ela: “A limpeza da igreja tem de ser baseada em princípios. Se alguém é expulso injustamente, isso é praticar o mal; é uma transgressão grave. Wang Jing é apenas uma falsa líder, incapaz de fazer qualquer trabalho real, mas ela não é uma pessoa maligna e não atende aos critérios de expulsão”. Comuniquei-me com minha filha muitas vezes, mas ela não quis me ouvir, insistindo que Wang Jing era uma pessoa maligna e uma anticristo que merecia ser expulsa. Mais tarde, suas provas contra Wang Jing se mostraram insuficientes, e os líderes, obreiros e irmãos não aprovaram. Ela não desistiu e continuou coletando informações nos bastidores, determinada a expulsar Wang Jing da igreja. Ela não só queria expulsar Wang Jing, como também atormentou e reprimiu o marido e o filho de Wang Jing, desorientando e incitando os irmãos a rejeitar e ostracizar o marido de Wang Jing. Ela até ameaçou dispensá-lo, causando grande sofrimento e negatividade à família de Wang Jing. Durante a dispensa de minha filha mais velha, eu, como diácono da igreja, estava presente, e como não a defendi, ela ficou ressentida comigo. Mais tarde, ao redigir avaliações, ela me descreveu como alguém desumano, extremamente egoísta, insensível, como um animal de sangue frio, e me deu avaliações muito ruins.
Refletindo sobre o comportamento de minha filha, li uma passagem das palavras de Deus: “Quando os anticristos são podados, sua atitude não é de aceitação nem de obediência. Em vez disso, eles são resistentes e avessos a isso, o que gera ódio. Eles odeiam no fundo do coração todos que os podam, todos que revelam os esqueletos em seus armários e expõem suas circunstâncias reais. Até que ponto eles odeiam você? Eles rangem os dentes de ódio, desejam que você desapareça da vista deles e sentem que vocês dois não podem coexistir. Se os anticristos são assim com as pessoas, então eles podem aceitar as palavras de Deus que os expõem e condenam? Não, não podem. Quem quer que os exponha, eles o odiarão simplesmente por expô-los e por ser desfavorável a eles, e retaliarão. Eles desejam poder fazer com que a pessoa que os podou saia de sua vista. Não suportam ver essa pessoa indo bem. Se essa pessoa morresse ou sofresse um desastre, eles ficariam felizes; enquanto essa pessoa estiver viva e ainda estiver desempenhando seu dever na casa de Deus, e tudo continuar como de costume, eles sentirão sofrimento, inquietação e aborrecimento no coração. Quando não têm como retaliar, eles amaldiçoam secretamente a pessoa ou até oram para que Deus traga punição e retribuição sobre ela e para que Deus compense suas injustiças. Uma vez que os anticristos tenham gerado esse ódio, isso leva a uma série de ações. Essas ações incluem retaliação e maldições e, é claro, algumas outras ações, tais como incriminar, caluniar e condenar outras pessoas, que se originam do ódio. Se alguém os podar, eles prejudicarão essa pessoa pelas costas. Quando essa pessoa disser que algo está certo, eles dirão que está errado. Eles distorcerão todas as coisas positivas que a pessoa faz e as tornarão negativas, espalhando essas mentiras e causando perturbações pelas costas dela. Eles incitarão e atrairão outros que são ignorantes e não conseguem enxergar as coisas ou discernir por si mesmos, para que essas pessoas se juntem a eles e os apoiem. É claro que a pessoa que os poda não fez nada de ruim, mas ainda assim eles querem atribuir a essa pessoa alguns malfeitos, para que todos acreditem erroneamente que ela faz esse tipo de coisa e, então, fazem com que todos se unam para rejeitar essa pessoa. Os anticristos perturbam a vida de igreja dessa forma e perturbam as pessoas no desempenho de seus deveres. Qual é o objetivo deles? É dificultar a vida da pessoa que os poda e fazer com que todos a abandonem. Há também alguns anticristos que dizem: ‘Você me podou e dificultou minha vida, então não vou facilitar as coisas para você. Vou dar a você uma amostra do que é ser podado e abandonado. Como você me tratar, eu o tratarei. Se você não facilitar minha vida, não pense que você terá uma vida fácil tampouco!’” (A Palavra, vol. 4: Expondo os anticristos, “Item Nove: parte 8”). Pelas palavras de Deus, eu vi que os anticristos são especialmente cruéis e maliciosos, odiando particularmente aqueles que os expõem ou ofendem, e não desistem até que os tenham derrotado e arruinado. Comparando isso com o comportamento de minha filha mais velha, ganhei algum discernimento dela. Como ela perturbou a vida da igreja ao defender a mãe, ela foi dispensada, e guardou rancor da líder, Wang Jing, esperando uma oportunidade para se vingar. Depois de ganhar uma posição, ela deu seu melhor para usar seu poder para incriminar e atormentar Wang Jing e sua família. Não importava o quanto todos comunicassem a ela que Wang Jing não atendia aos critérios para ser removida ou expulsa, ela não ouvia ninguém, insistindo em expulsar Wang Jing da igreja. Vi que o caráter de minha filha era extremamente insidioso e malicioso, e que ela sempre protegia a pessoa maligna e retaliava quem discordava dela, recusando-se a parar até que tivesse destruído outras pessoas. Percebi que ela era um diabo e que, de fato, deveria ser expulsa. Se permanecesse na igreja, ela continuaria a perturbar e a interromper, tornando-se um flagelo para a igreja.
Mais tarde, li estas palavras de Deus: “Você ainda se mistura com esses demônios hoje e os trata com consciência e amor, mas isso não equivale a estender gentileza a Satanás? Você não está em conluio com demônios? Se as pessoas chegaram a esse ponto e ainda são incapazes de distinguir entre o bem e o mal e continuam cegamente a ser amorosas e misericordiosas sem nenhum desejo de buscar o coração de Deus ou de ser capazes, de alguma forma, de tomar o coração de Deus como se fosse delas, então seus desfechos serão ainda mais miseráveis. Qualquer um que não acredite no Deus na carne é um inimigo de Deus. Se pode tratar os inimigos de Deus com consciência e amor, você não é carente de um senso de retidão? Se você é compatível com aqueles que Eu odeio e aos quais Me oponho e ainda os trata com amor ou lhes demonstra sentimentos pessoais, você não é rebelde? Você não está resistindo intencionalmente a Deus? Tal pessoa realmente possui a verdade? Se as pessoas tratam os inimigos de Deus com consciência, os demônios com amor, e Satanás com misericórdia, elas não estão interrompendo intencionalmente a obra de Deus? Essas pessoas que só acreditam em Jesus e não acreditam em Deus encarnado durante os últimos dias, como também aquelas que afirmam verbalmente acreditar em Deus encarnado, mas praticam o mal, são todos anticristos, sem mencionar aquelas que nem acreditam em Deus. Todas essas pessoas serão objetos da destruição” (A Palavra, vol. 1: A aparição e a obra de Deus, “Deus e o homem entrarão em descanso juntos”). Na família de Deus, Cristo detém o poder, e a verdade reina. A igreja expulsou minha filha com base em sua essência, seguindo os princípios de expulsão. Mas quando isso aconteceu comigo, eu não busquei a intenção de Deus. Não consegui enxergar a essência diabólica da minha filha, por isso me solidarizei com ela e tive pena dela. Eu achava que ela acreditava em Deus desde a infância, e tinha desistido de seus estudos, suportado sofrimento e pagado um preço até agora; como ela poderia ser expulsa? Então reclamei de Deus no meu coração, argumentando com Ele. Não foi exatamente isso que Deus expôs como “estender gentileza a Satanás” e “estar em conluio com demônios”? Será que eu não estava me opondo e resistindo a Deus? Eu havia acreditado em Deus por muitos anos, comido e bebido muitas de Suas palavras, e com frequência dizia aos outros que “a remoção e a expulsão de alguém devem ser baseadas em princípios, não em sentimentos, mesmo que sejam seus próprios pais”; no entanto, quando minha esposa e minha filha foram expulsas e eu conscientemente quebrei as regras, querendo mantê-las na igreja por causa de sentimentos, eu não estava tolerando que pessoas malignas perturbassem o trabalho da igreja? Isso era estar do lado das pessoas malignas, resistindo a Deus! Ao perceber isso, senti um pouco de medo em meu coração, por isso orei a Deus, disposto a me arrepender para Ele e a me libertar do constrangimento dos sentimentos.
Então li estas palavras de Deus: “O desfecho de todos é determinado de acordo com a essência de seus atos e sempre é determinado de forma apropriada. Ninguém pode carregar os pecados do outro; muito menos pode receber punição no lugar do outro. Isso é absoluto. […] Os praticantes de atos justos são, no fim das contas, praticantes de atos justos, e malfeitores são, no fim das contas, malfeitores. Por fim, os praticantes de atos justos serão capazes de sobreviver, enquanto os malfeitores serão destruídos. Os santos são santos, não são imundos. Os imundos são imundos, e nenhuma parte deles é santa. As pessoas que serão destruídas são todas as malignas, e aquelas que sobreviverão são todas as justas — mesmo que os filhos das pessoas malignas sejam praticantes de ações justas e mesmo que os pais dos justos sejam praticantes de atos malignos. Não há, intrinsecamente, relação entre um marido crente e uma esposa não crente, assim como não há relação entre filhos crentes e pais não crentes; esses dois tipos de pessoas são incompatíveis. Antes de entrar no descanso, as pessoas têm afeto familiar carnal, mas quando entrarem no descanso, não haverá mais nenhum afeto familiar carnal do qual falar. Aqueles que desempenham seu dever são, inerentemente, inimigos daqueles que não o fazem; aqueles que amam a Deus e os que O odeiam estão intrinsecamente em oposição uns aos outros. Aqueles que entrarão no descanso e os que terão sido destruídos são dois tipos incompatíveis de seres criados. Os seres criados que desempenharem seus deveres poderão sobreviver, enquanto aqueles que não desempenharem seus deveres serão objetos da destruição; mais ainda, isso durará por toda a eternidade. […] Há relações carnais que existem entre as pessoas de hoje, como também vínculos de sangue, mas, no futuro, todos estes serão rompidos. Crentes e não crentes não são inerentemente compatíveis; antes, eles se opõem uns aos outros. Todos aqueles que estão no descanso serão pessoas que acreditam que existe um Deus e se submetem a Ele, enquanto aqueles que se rebelam contra Deus terão todos sido destruídos. As famílias não existirão mais na terra; como poderia haver pais e filhos ou relacionamentos conjugais? A própria incompatibilidade entre crença e descrença terá rompido totalmente essas relações carnais!” (A Palavra, vol. 1: A aparição e a obra de Deus, “Deus e o homem entrarão em descanso juntos”). Pelas palavras de Deus, entendi que Deus é justo e santo. Ele determina o desfecho das pessoas sem nenhum sentimento carnal, tratando todos de forma imparcial e justa. Deus não julga com base no quanto alguém parece ter renunciado ou se despendido, mas sim com base em sua essência e em suas ações, para decidir seu desfecho, e as pessoas malignas estão destinadas a ser eliminadas. Eu não entendia a justiça de Deus, por isso, quando soube que minha filha havia sido expulsa, não busquei a verdade nem considerei a sua natureza essência para ver que tipo de pessoa ela realmente era; em vez disso, vivi em meus sentimentos, sentindo por ela pena e compaixão. Agora eu via claramente que, embora minha filha pudesse desistir de seus estudos e desempenhar seus deveres, suportar o sofrimento e pagar um preço, todos os seus esforços eram para ganhar status e reputação. Quando ela perdeu sua posição e seus interesses foram afetados, sua natureza cruel foi totalmente exposta. Eu costumava pensar que toda a nossa família acreditava em Deus e que todos nós poderíamos ser salvos e entrar no reino dos céus, mas agora eu via que isso era minha própria noção e imaginação. Se alguém não ama a verdade ou até mesmo odeia a verdade, e seu caráter satânico não muda em nada, apesar de anos de crença em Deus, como ele pode ser salvo? Por meio da experiência de expulsão de minha filha e esposa, vi que, embora toda a nossa família inicialmente acreditasse em Deus, tivesse recebido a provisão das palavras de Deus e desempenhado os próprios deveres, depois de alguns anos, a essência de cada um e a senda que seguíamos foram aos poucos reveladas. Minha esposa e minha filha mais velha cometeram muitos atos malignos e foram reveladas como pessoas malignas; somos dois tipos incompatíveis de pessoa, e um não pode ajudar ou salvar o outro. Pensei nestas palavras de Deus: “No futuro, quando a humanidade entrar no âmbito lindo, não haverá mais nada dos relacionamentos entre marido e mulher, entre pai e filha ou entre mãe e filho, que as pessoas imaginam que encontrarão. Nesse tempo, cada humano será classificado de acordo com o tipo, e as famílias já terão sido destruídas. Tendo fracassado totalmente, Satanás nunca mais perturbará a humanidade, e então os humanos não terão mais caracteres corruptos satânicos. Aquelas pessoas rebeldes já terão sido destruídas, e só as pessoas que se submetem sobreviverão. Assim sendo, pouquíssimas famílias sobreviverão intactas, e então como os relacionamentos carnais podem continuar a existir?” (A Palavra, vol. 1: A aparição e a obra de Deus, “Deus e o homem entrarão em descanso juntos”). Eu não entendia a obra de Deus, e por causa de meus sentimentos, protegi minha esposa e minha filha, querendo manter nossos relacionamentos familiares carnais, quase cometendo atos de resistência contra Deus. Eu era tão tolo e cego! Pensei: “Não posso mais ser restringido por meus sentimentos. Preciso me libertar da escravidão dos sentimentos e me submeter a essa situação”. Gradativamente, meu estado melhorou e não senti mais tanta dor.
Depois de passar por tudo isso, passei a discernir melhor minha família. Abri mão de meus sentimentos em relação a ela do fundo do coração. Ao mesmo tempo, também vi claramente que viver de acordo com os sentimentos nos torna incapazes de distinguir entre o bem e o mal, o certo e o errado, e até mesmo capazes de fazer coisas que vão contra as verdades princípios, resistindo a Deus e nos rebelando contra Ele. Os sentimentos são de fato inimigos de Deus. Viver de acordo com os sentimentos torna impossível praticar a verdade. Também vi que minha estatura era muito pequena, meus sentimentos eram muito fortes, faltava-me a verdadeira submissão a Deus, e que eu precisava experimentar o julgamento e o castigo de Deus para transformar meu caráter corrupto.
Tendo lido até aqui, você é uma pessoa abençoada. A salvação de Deus dos últimos dias virá até você.
Por Lu Yi, ChinaEm fevereiro de 2024, eu desempenhava um dever de texto na igreja. Aos poucos, captava alguns princípios e não encontrava...
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