Você não pode desempenhar bem o dever sem se esforçar para progredir

28 de Junho de 2026

Por Dena, Coreia do Sul

Meu dever na igreja era cultivar trabalhadores evangelísticos para darem testemunho. Quando comecei, eu orava com frequência quando enfrentava dificuldades e buscava com irmãos experientes. Eu também me equipava de forma prática com a verdade e assistia a filmes e vídeos do evangelho. Depois de um tempo, entendi alguns princípios para pregar o evangelho, e meu dever estava dando alguns resultados. Pensei comigo mesma: “Embora eu não seja a melhor da equipe, sou melhor do que a maioria. Se eu apenas continuar assim, já será bom o bastante”. Eu estava vivendo em um estado de autossatisfação e comodismo. A supervisora nos lembrava repetidas vezes para nos equiparmos mais com a verdade. Ela dizia que essa era a única maneira de resolver as noções das pessoas religiosas e que, se nos contentássemos com como as coisas estavam, não conseguiríamos alcançar bons resultados no dever. Por fora, eu concordava, mas, no meu coração, eu pensava: “Para obter bons resultados no dever, eu não só teria que me equipar com mais verdade, mas também encontrar materiais relevantes. Quanto às noções de pessoas religiosas que não consigo resolver, eu teria que perguntar aos outros, também. Eu teria que pagar um preço alto e despender muita energia mental! Já aprendi alguns princípios para pregar o evangelho e obtive alguns resultados no dever. Só manter as coisas assim deve bastar. É tão cansativo ficar me desdobrando todos os dias! Além disso, minha saúde nunca mais foi a mesma desde que adoeci durante a pandemia. E se eu me esgotar de exaustão?”. Pensando nisso, fiquei ainda mais relutante em despender energia mental para me equipar com a verdade. Certa vez, ao ver como estavam os trabalhadores evangelísticos, descobri que eles não haviam se comunicado para resolver as noções de um receptor potencial do evangelho. Como resultado, ele parou de participar das reuniões. Mais tarde, eu soube que foi porque os trabalhadores não sabiam como resolver as noções dele. Percebi que ainda havia muitas deficiências em como eles pregavam o evangelho, e que eles precisavam de mais reuniões e comunhão. Mas então pensei que eu também tinha deficiências nessa área. Para me comunicar com eles, eu precisaria perguntar a irmãos experientes, encontrar materiais e assistir a trechos relevantes de filmes. Isso tomaria tanto tempo e energia! Como seria exaustivo! Então, só encontrei um trecho relevante de filme, enviei aos trabalhadores evangelísticos, e disse a eles que resolvessem aquilo sozinhos. Eu sabia que isso teria resultados limitados, mas ainda assim adiei a resolução do problema. Mais tarde, vários outros receptores potenciais do evangelho se recusaram a entrar na Igreja por causa do mesmo tipo de noção. Durante uma reunião de resumo do trabalho, a supervisora me podou por desempenhar meu dever mecanicamente. Ela disse que eu me contentava com apenas me manter ocupada, e que eu não buscava alcançar resultados. Falando de forma clara, eu estava sendo perfunctória e não estava colocando o coração no dever. Ouvi-la dizer isso perfurou meu coração. Meu rosto ardeu de vergonha na mesma hora, e eu quis que a terra me engolisse. Mas eu sabia que era verdade que eu não dava tudo de mim no dever naqueles tempos, e que os resultados haviam, de fato, decaído. Eu tinha que aceitar isso, e refletir sobre mim e me conhecer. Lembrei-me de um hino das palavras de Deus que eu tinha ouvido alguns dias antes: “Mesmo que não goste de algum aspecto ou mesmo que sofra por causa disso, ou se isso desafia e oprime sua dignidade e seu orgulho, contanto que seja parte do que você deveria experienciar, algo que Deus orquestrou e arranjou para você, você deveria se submeter a isso e não pode fazer escolha alguma(A Palavra, vol. 6: Sobre a busca da verdade, “Como buscar a verdade (2)”). As pessoas, os eventos e as coisas que me sobrevêm a cada dia têm a permissão de Deus. Eu devo aceitá-los de Deus e aprender lições. Então, orei a Deus: “Deus, eu sei que essa poda não me sobreveio por acaso, mas não sei qual é a Tua intenção. Por favor, guia-me para que eu possa aprender a minha lição”.

Um dia, li uma passagem das palavras de Deus e passei a entender meu problema. Deus Todo-Poderoso diz: “Falsos líderes não fazem trabalho real, mas sabem agir como uma autoridade. Qual é a primeira coisa que fazem quando se tornam líderes? É comprar o favor das pessoas. Eles adotam a abordagem de ‘autoridades novas são sempre ávidas por impressionar’: primeiro fazem algumas coisas para bajular as pessoas e lidam com algumas coisas que melhoram o bem-estar diário de todos. Primeiro tentam causar uma boa impressão nas pessoas, para mostrar a todos que eles estão em sintonia com as massas, para que todos os elogiem e digam: ‘Este líder age como um pai em relação a nós!’. Então eles assumem oficialmente o comando. Eles acham que têm apoio popular e que sua posição está garantida; então eles começam a desfrutar dos benefícios do status, como se fosse o que lhes é devido. Seus lemas são: ‘a vida é só questão de comer e se vestir bem’, ‘a vida é curta, então desfrute enquanto pode’ e ‘hoje, beba o vinho de hoje e, amanhã, preocupe-se com o amanhã’. Eles aproveitam cada dia que passa, se divertem enquanto podem e não pensam no futuro, e consideram menos ainda quais responsabilidades um líder deve cumprir e quais deveres deve desempenhar. Pregam algumas palavras e doutrinas e fazem umas tarefas apenas por questão de rotina — não fazem nenhum trabalho real. Eles não descobrem problemas reais na igreja nem os resolvem completamente, qual, então, é o sentido de fazerem esse tipo de tarefas superficiais? Isso não é enganoso? Tarefas importantes podem ser confiadas a esse tipo de falso líder? Será que ele está alinhado com os princípios e as condições da casa de Deus para selecionar líderes e obreiros? (Não.) Essas pessoas não têm consciência nem razão, são desprovidas de qualquer senso de responsabilidade, e, no entanto, ainda desejam ocupar alguma posição oficial, ser um líder na igreja — por que são tão descaradas? Algumas pessoas que têm senso de responsabilidade, se são de calibre baixo, elas não podem ser líderes — sem falar das pessoas inúteis que não têm o menor senso de responsabilidade; elas são ainda menos qualificadas para serem líderes. Quão preguiçosos são esses falsos líderes glutões e indolentes? Mesmo quando descobrem um problema e estão cientes de que se trata de um problema, eles não o levam a sério e não lhe dão importância. Eles são tão irresponsáveis! Embora possam falar bem e pareçam ter um pouco de calibre, eles não conseguem resolver vários problemas no trabalho da igreja, fazendo com que o trabalho fique paralisado; os problemas se acumulam cada vez mais, mas esses líderes não se preocupam com eles e insistem em executar algumas tarefas superficiais como uma questão de rotina. E qual é o resultado final? Eles não transformam o trabalho da igreja numa confusão, não arruínam tudo? Não causam caos e uma falta de união na igreja? Esse é o resultado inevitável(A Palavra, vol. 5: As responsabilidades dos líderes e dos obreiros, “As responsabilidades dos líderes e dos obreiros (8)”). Deus expõe que, quando os falsos líderes acabam de ser eleitos, eles fazem um pouco de trabalho, pelas aparências, para ganhar a admiração das pessoas e ter o apoio delas. Assim que alcançam seu objetivo, eles começam a se refestelar no conforto carnal, sendo perfunctórios e apenas agindo sem se envolver no dever. Mesmo quando vão às reuniões, apenas falam algumas palavras e doutrinas, sem resolver nenhum problema real. Isso faz com que o trabalho da igreja caia em desordem e nenhum dos itens de trabalho dê resultados. Deus detesta particularmente os falsos líderes. Lembrei que, quando comecei nesse dever, eu estava disposta a sofrer e pagar um preço para ganhar a admiração de todos. Mas, depois de um tempo, quando o trabalho mostrou alguma melhora, eu já não queria fazer mais esforço mental nem suportar mais exaustão para me equipar com a verdade e resolver as dificuldades e os problemas que os irmãos encontravam ao pregar o evangelho. Em vez disso, eu fazia tudo que me poupava do esforço. Às vezes, apenas mandava um trecho de filme relevante para os trabalhadores evangelísticos e pedia que resolvessem por conta própria as noções dos receptores potenciais do evangelho. Eu era exatamente o tipo de falsa líder de que Deus fala, que só faz o trabalho por aparência. Eu estava vivendo segundo venenos satânicos como “a vida é só questão de comer e se vestir bem”, “hoje, beba o vinho de hoje e, amanhã, preocupe-se com o amanhã”, e “trate-se bem”. Eu acreditava que, na vida, as pessoas deveriam saber como se divertir, viver o hoje e ser felizes no momento. Eu achava que seria uma injustiça comigo mesma sofrer todos os dias, e que viver assim não valia a pena. Controlada por esses pensamentos e pontos de vista, fiquei decadente e degenerada, e muito propensa a autossatisfação e comodismo. Eu queria me aproveitar das minhas conquistas passadas, por menores que fossem, e não permitir que a minha carne sofresse nem um pouco. Lembrei-me da minha época de escola. No começo, eu estava disposta a pagar um certo preço para entrar em uma boa universidade. Mas, assim que as minhas notas melhoraram um pouco, eu me contentei. Não queria mais me esforçar nos estudos, então comecei a dormir até tarde e a não fazer a lição de casa com seriedade. No fim, não entrei nem em uma universidade comum. Depois que encontrei a Deus, eu continuava a mesma. Assim que meu dever dava algum resultado, eu parava de me esforçar para progredir. Eu sentia que as verdades princípios que eu entendia eram suficientes, e quando eu tinha tempo livre, não queria estudar mais. Quando os trabalhadores evangelísticos encontravam dificuldades e problemas que precisavam de resolução, eu apenas tentava resolver de qualquer jeito, e era perfunctória sempre que podia. Eu era tão preguiçosa e ardilosa; vivia sem nenhuma integridade ou dignidade. Eu não servia para nada! Agora, os resultados do meu dever estavam decaindo; isso era Deus escondendo Seu rosto de mim. Se eu não mudasse as coisas, acabaria sendo revelada e eliminada. Deus me exaltou permitindo que eu fizesse esse dever. Sua intenção era que eu me equipasse com mais verdade e trouxesse mais pessoas para diante Dele. Essa era uma chance para eu preparar boas ações no meu dever. Mas eu não sabia o que era bom para mim e só considerava a minha carne; não cumpria nem as minhas responsabilidades mais básicas. Eu estava vivendo de forma tão miserável! Deu vontade de me dar um tapa na cara. Então, orei a Deus: “Deus, eu fui tão profundamente corrompida por Satanás. Não quero mais viver segundo perspectivas satânicas. Por favor, guia-me para eu me rebelar contra a carne”.

Depois disso, procurei materiais relevantes e discuti com os trabalhadores evangelísticos como me comunicar passo a passo para resolver as dúvidas dos receptores potenciais do evangelho. No fim, suas noções foram resolvidas, e eles aceitaram a obra de Deus dos últimos dias. Cooperando dessa forma, senti paz e tranquilidade no coração. Senti que isso era verdadeiramente desempenhar meu dever. Não apenas os resultados do meu dever melhoraram, mas, o que é mais importante, ao realmente buscar a verdade para resolver essas questões, senti a liderança de Deus. Comecei a entender como me comunicar sobre noções que eu não sabia como resolver antes.

Mais tarde, li outra passagem das palavras de Deus, e obtive um entendimento mais claro sobre as consequências de não me esforçar para progredir no dever. Deus Todo-Poderoso diz: “Deus lhe deu calibre suficiente e condições superiores, permitindo que você veja algumas coisas com clareza e seja competente para esse trabalho. No entanto, você não tem a atitude correta para com o seu dever, você não tem sinceridade, muito menos devoção, e você não quer tentar o máximo que pode para fazê-lo bem. Isso decepciona muito a Deus. Portanto, se você for preguiçoso e sempre achar que o trabalho que lhe foi atribuído é problemático e não quiser fazê-lo, e se resmungar internamente: ‘Por que exigem que eu faça isso e não outra pessoa?’, então esse é um pensamento tolo. Quando um dever recai sobre você, não é um evento infeliz, é uma honra, e é exaltação de Deus. Você deveria aceitá-lo com alegria e desempenhar o dever que deve desempenhar; isso não vai esgotar você. Pelo contrário, se você desempenhar bem seu dever, entender a verdade e resolver os problemas, você sentirá paz e segurança em seu coração, e não terá desapontado a Deus. Diante de Deus, você terá fé e será capaz de conduzir-se de cabeça erguida. Se você não cumpriu seu dever e age sempre de modo perfunctório, isso é uma transgressão, e, mesmo que você não tenha causado nenhuma perda, essa transgressão deixará um remorso para o resto da vida em seu coração. Essa transgressão será como um abismo sem fundo; sempre que você pensar nela, sentirá dor e desconforto, uma agonia que perfura o coração. Você não só não terá paz nem alegria, mas, pelo contrário, a dor do remorso e do tormento o acompanhará por toda a sua vida e nunca poderá ser apagada. Isso não é um remorso eterno? E quanto à perspectiva de Deus? Deus usa as verdades princípios para caracterizar essa questão, portanto, a natureza disso é muito mais séria do que o que você sente. […] Algumas pessoas parecem ser submissas no desempenho dos deveres, fazendo tudo o que o alto arranja. Mas quando lhes perguntam: ‘Você desempenha seu dever perfunctoriamente? Você o desempenha de acordo com os princípios?’, elas não conseguem dar nenhuma resposta definitiva, dizendo apenas: ‘Faço o que o alto instrui e não ouso andar descontrolado cometendo malfeitos’. Quando lhes perguntam se cumpriram sua responsabilidade, dizem: ‘Bem, faço o que devo fazer’. Elas sempre têm esse tipo de atitude ao desempenhar seu dever, sem pressa e indiferentes. Embora nenhum problema óbvio tenha surgido, se medido de acordo com as verdades princípios, seu desempenho do dever é ineficiente e não está de acordo com o padrão. Mas elas não se importam. Elas continuam agindo da mesma maneira perfunctória que no passado, e ainda são igualmente passivas quando se trata de coisas que elas deveriam tomar a iniciativa de fazer — elas não mudaram nada. Elas não são desavergonhadamente teimosas? Elas sempre mantêm esta atitude: ‘Você pode ter milhares de planos brilhantes, mas eu tenho meu próprio conjunto de regras. Eu sou simplesmente assim. Vamos ver o que você pode fazer contra mim. Essa é minha atitude!’. Elas não fizeram nada imensamente traiçoeiro ou maligno, mas também fizeram poucas boas ações. Que senda você diria que estão trilhando? Esse tipo de atitude em relação à crença em Deus e a seu dever é bom? (Não.) No livro do Apocalipse, da Bíblia, Deus diz isto: ‘Assim, porque és morno, e não és quente nem frio, vomitar-te-ei da Minha boca’ (Apocalipse 3:16). Ser morno, nem frio nem quente — essa atitude é boa? (Não.) Esse tipo de pessoa também tem seu próprio conjunto de cálculos na mente: ‘Contanto que eu não cometa o mal nem interrompa o trabalho da igreja no desempenho do meu dever, não serei condenado. Se desempenhar bem meu dever for exaustivo demais e exigir sofrimento demais, eu não farei isso. Não vou me cansar, mas também não cometerei grandes erros. Dessa forma, não serei removido nem eliminado, e ainda sou muito melhor do que aqueles que não desempenham um dever. Portanto, permaneço morno, nem frio nem quente. O que quer que você peça que eu faça, eu o farei. Mas se não me mandar fazer algo, não intervirei. Dessa forma, não me cansarei e, além disso, as pessoas não conseguirão encontrar falhas em mim. Essa abordagem é ótima!’. Essa maneira de se conduzir é boa? (Não.) Você sabe que isso não é bom, então como sua prática deveria mudar? Se você nunca procurar seguir a senda da busca da verdade e ainda persistir em viver pelas filosofias de Satanás, então você está fadado a não ter esperança de alcançar a salvação(A Palavra, vol. 7: Sobre a busca da verdade, “Como buscar a verdade (11)”). Depois de ler as palavras de Deus, e especialmente as palavras: “Assim, porque és morno, e não és quente nem frio, vomitar-te-ei da Minha boca”, “então você está fadado a não ter esperança de alcançar a salvação”, meu coração doeu como se estivesse sendo picado por agulhas. Senti que o caráter de Deus é inofendível. Se não damos o nosso melhor ativamente no dever, e, em vez disso, sempre nos contemos e nos recusamos a fazer esforço quando um preço deve ser pago, e sempre consideramos a carne, não estamos sendo sinceros nem fazendo trabalho real. Isso só pode prejudicar o trabalho e nos deixar com transgressões diante de Deus. Isso é praticar o mal! Se eu não me arrepender, não há esperança de salvação. Pensar na minha atitude em relação ao dever durante aquele tempo deixou meu coração inquieto. Eu sempre tinha medo de sofrer e me cansar, então não focava me equipar com as verdades princípios. Eu apenas me aproveitava do que havia feito antes, satisfeita com quaisquer resultados que alcançava. Embora fosse fácil para a minha carne, os resultados do meu dever decaíram. Os trabalhadores evangelísticos que eu estava cultivando não fizeram progresso, e muitos receptores potenciais do evangelho não puderam vir para diante de Deus a tempo. O dano que causei ao trabalho é algo que nunca poderei compensar. Sempre que penso nisso, meu coração sofre. Mas essa transgressão já foi cometida e não pode ser desfeita. Eu costumava pensar que, desde que o meu dever desse alguns resultados e eu não estivesse causando nenhuma interrupção ou perturbação, eu poderia desempenhar meu dever sem exaurir minha carne e ainda ganhar bênçãos no final. Eu estava tentando obter uma recompensa grande por um preço baixo, pegando atalhos. Eu era tão escorregadia e enganosa — era uma das pessoas descaradamente teimosas de que Deus fala. Deus escrutina o fundo do coração humano. Quando as pessoas não dão tudo de si ou não são sinceras no dever, elas não estão preparando boas ações, mas sim acumulando a ira de Deus e praticando atos malignos. No fim, serão apenas detestadas e eliminadas por Deus. Fiquei aterrorizada ao pensar nisso, então corri orar: “Deus, tenho sido tão escorregadia e enganosa, e tão perfunctória no dever. Não quero continuar assim. Estou disposta a me arrepender. Por favor, guia-me para eu encontrar uma senda de prática”.

Mais tarde, durante meus devocionais espirituais, ouvi um hino das palavras de Deus, e passei a entender o valor e o sentido da vida humana.

Somente por meio do cumprimento de seu dever você pode viver o valor da vida humana

1  Qual é o valor da vida de uma pessoa? Em um aspecto, trata-se de cumprir o dever de um ser criado. Em outro aspecto, durante seu tempo de vida, você deve cumprir sua missão; isso é o mais importante. Não falaremos sobre concluir uma grande missão, dever ou responsabilidade, mas, no mínimo, você deveria realizar algo. Durante a vida de uma pessoa, depois de encontrar seu lugar, ela permanece firme em sua posição e a mantém, dedica todo o sangue do coração e toda a sua energia e faz bem e termina aquilo em que deveria trabalhar e concluir. Quando ela finalmente se coloca diante de Deus para prestar contas, sente-se relativamente satisfeita, sem acusações ou arrependimentos no coração. Sente-se consolada e acha que ganhou algo, que viveu uma vida valiosa.

2  Então, a fim de viver uma vida valiosa e por fim alcançar esse tipo de colheita, vale a pena uma pessoa sofrer um pouco fisicamente e pagar um pouco de preço, ainda que ela fique doente por causa da exaustão ou tenha uns problemas de saúde. Quando uma pessoa vem a este mundo, não é para o deleite da carne, nem para comer, beber e se divertir. Não se deve viver para essas coisas; esse não é o valor da vida humana, nem é a senda correta. O valor da vida humana e a senda correta a seguir estão em realizar algo valioso e concluir um ou vários itens valiosos de trabalho. Isso não pode ser chamado de carreira; é chamado de senda correta, e também é chamado de tarefa apropriada. Vale a pena para uma pessoa pagar qualquer preço a fim de completar algum trabalho de valor, viver uma vida significativa e valiosa e buscar e ganhar a verdade.

3  Se você deseja verdadeiramente buscar um entendimento da verdade, enveredar pela senda correta na vida, cumprir bem o seu dever e viver uma vida significativa e valiosa, então você não hesitará em dar toda a sua energia, pagar todos os preços e dar todo o seu tempo e a extensão de seus dias. Se você experienciar alguma doença durante esse período, isso não importará, ela não o esmagará. Isso não é muito superior a uma vida inteira de tranquilidade, liberdade e ociosidade, nutrindo o corpo físico a ponto de deixá-lo bem nutrido e saudável e alcançando por fim a longevidade? Qual dessas duas opções é uma vida valiosa? Qual delas pode trazer conforto e ausência de arrependimentos para as pessoas quando elas se depararem com a morte bem lá no final? Viver uma vida significativa significa que você terá ganhado a verdade; no seu coração, você será confortado e terá alegria.

A Palavra, vol. 6: Sobre a busca da verdade, “Como buscar a verdade (6)”

Depois de ouvir o hino, fiquei muito comovida. Entendi que, como um ser criado, somente cumprindo meu dever posso encontrar paz e tranquilidade verdadeiras no meu espírito. Essa é a única maneira significativa e valiosa de viver. Refestelar-se no conforto carnal parece bom na hora, mas, depois, é apenas algo vazio — é completamente sem sentido. Refleti sobre não colocar nenhuma energia mental no dever — eu tinha medo de sofrer e me cansar, e não me esforçava para resolver problemas. Mais tarde, eu sempre me sentia inquieta, minha consciência me acusava, e o Espírito Santo escondia Seu rosto de mim. Eu não conseguia sentir a presença de Deus, e meu espírito ficava envolto em escuridão e sofrimento. Deus me exaltou ao me dar esse dever. Eu deveria fazer tudo ao meu alcance para alcançar bons resultados. Pensei em Noé construindo a arca. Ele enfrentou muitas dificuldades e também teve que enfrentar a incompreensão de sua família, e o escárnio e a calúnia dos outros. Embora sua carne estivesse cansada e exausta, e ele se sentisse fraco no coração, quando pensava que essa era a comissão de Deus, ele sabia que tinha que perseverar, por mais que sofresse ou que fosse difícil, e por isso ele o fez com todo o coração e a força. No fim, ele concluiu a arca, cumprindo a comissão de Deus. Não posso me comparar a Noé, mas se eu pudesse fazer tudo ao meu alcance para trazer as ovelhas de Deus de volta à Sua casa para que pudessem receber Sua salvação, que coisa significativa isso seria!

Mais tarde, li outra passagem das palavras de Deus e encontrei uma senda de prática. Deus diz: “Se você realmente possui um calibre de certo grau, realmente tem um domínio das habilidades profissionais dentro do escopo de sua responsabilidade e não é estranho à sua profissão, então você só precisa obedecer a uma frase e você será capaz de ser leal no dever. Que frase? ‘Coloque o coração nisso.’ Se você colocar o coração nas coisas e colocar o coração nas pessoas, então você será capaz de ser leal e responsável no dever. É fácil praticar essa frase? Como você a coloca em prática? Não significa usar os ouvidos para ouvir nem a mente para pensar — significa usar o coração. Se uma pessoa realmente consegue usar o coração, então, quando os olhos virem alguém fazendo algo, agindo de alguma forma ou tendo algum tipo de reação a algo, ou quando os ouvidos ouvirem as opiniões de algumas pessoas ou discussões, ao usar o coração para ponderar e contemplar essas coisas, algumas ideias, opiniões e atitudes surgirão na mente. Essas ideias, opiniões e atitudes farão com que ela tenha um entendimento profundo, específico e correto da pessoa ou coisa e, ao mesmo tempo, gerará julgamentos e princípios apropriados e corretos. Só quando uma pessoa tem essas manifestações de usar o coração, isso significa que ela é leal ao dever(A Palavra, vol. 5: As responsabilidades dos líderes e dos obreiros, “As responsabilidades dos líderes e dos obreiros (7)”). Na verdade, Deus não exige muito do homem. O que Ele quer é o nosso coração sincero. Desde que as pessoas coloquem o coração nisso, elas podem descobrir os problemas que existem no dever; ao buscar e ponderar sobre esses problemas, elas podem encontrar maneiras de resolvê-los, e os resultados do trabalho vão melhorar naturalmente. Mas se não colocarem o coração nisso, as pessoas não notarão os problemas que estão bem debaixo do seu nariz. Mesmo de olhos abertos, não verão nada, e os resultados do dever só vão piorar. Colocar o coração no seu dever é tão fundamental! Lembrei que eu tinha muitas deficiências quando comecei esse dever. Mas eu orava com frequência, confiando minhas dificuldades a Deus e me voltando para Ele. Por meio da liderança de Deus, aos poucos entendi alguns princípios para desempenhar meu dever, e o trabalho começou a dar alguns resultados. Mas, quando me contentei com como as coisas estavam e fiquei perfunctória, e não resolvia os problemas que descobria, os resultados do meu dever ficaram decaindo. No fim, eu só podia ficar olhando enquanto um receptor potencial do evangelho após o outro se perdia. Vi que não colocar meu coração no meu dever realmente prejudica tanto os outros quanto a mim mesma!

A partir de então, comecei a anotar os problemas do meu trabalho um por um e me dediquei de coração a ponderar sobre eles. Se era uma questão relacionada à atitude de um trabalhador evangelístico em relação ao dever, eu encontrava palavras de Deus relevantes para comunicá-las com eles. Se envolvia resolver as noções de um receptor potencial do evangelho, eu encontrava materiais relevantes. Se havia algo que eu não entendia, eu perguntava aos irmãos, e depois me comunicava com os trabalhadores evangelísticos para discutir como abordar suas noções. Quando pratiquei dessa forma, senti muita tranquilidade no coração. Embora vivenciar essa poda tenha sido embaraçoso na época, isso me impulsionou a vir para diante de Deus e refletir sobre a minha atitude em relação ao dever. Ao comer e beber as palavras de Deus, obtive certo entendimento da raiz de eu me refestelar na carne, e aprendi que somente cumprindo seu dever você pode encontrar paz e alegria verdadeiras. Graças a Deus!

Tendo lido até aqui, você é uma pessoa abençoada. A salvação de Deus dos últimos dias virá até você.

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