O que ganhei com ser podada e tratada

22 de Outubro de 2022

Por Wenyan, Itália

Comecei a supervisionar o trabalho de vídeo em novembro de 2018. Eu era uma pilha de nervos todo dia por causa da carga de trabalho pesada. Ficava ocupada resolvendo todo tipo de problemas e acompanhando o trabalho dos outros. Eu não podia me deixar relaxar. Depois de algum tempo, a irmã Liu analisava nossos vídeos com frequência, e dizia que esses problemas foram todos devidos à nossa falta de esforço. Senti muita resistência ao ver essas mensagens dela. Já estávamos fazendo o nosso melhor para minimizar os erros, e conseguir tanto no trabalho já não era tão ruim. Ela não estava só prolongando o processo sendo minuciosa com coisas pequenas? Nunca levei a sério suas sugestões, pensando que ela estava criando caso por nada e atrasando nosso trabalho. Um dia, marquei um encontro com a irmã Liu para conversar. Integrei alguns princípios para comunicar que sua minuciosidade afetava o progresso do trabalho. Fiquei surpresa quando, logo após a comunhão, ela disse, num tom áspero: “Esse é um aspecto do princípio da questão. Mas deixe-me lembrá-la: não pense que os princípios são uma desculpa para comportamento desleixado e irresponsável em seu dever. Essas são duas coisas diferentes. Não as confunda”. Quando ouvi o que ela disse, embora não dissesse nada, eu estava farta por dentro. Pensei: “Você não quer dizer que sou desleixada e irresponsável no meu dever? Você está obviamente sendo minuciosa e retardando as coisas, mas você me critica! Qual é o grande problema com algumas questões pequenas? Elas não afetarão em nada a qualidade dos vídeos, e o que alcançamos já está muito bom. Você não sabe como nossa carga de trabalho é grande, mas fica procurando coisinhas e depois vem para mim assim. Você é tão arrogante!”. Depois disso, recusei-me a interagir com a irmã Liu. Se fosse um problema que ela apontava, eu expressava oposição, e era movida pelas emoções ao lidar com os problemas.

Depois disso, a cada quinze dias, em média, a irmã Liu preparava um resumo de feedback para nós sobre questões de trabalho. Certa vez, ela até compartilhou esse feedback com a líder. Quando ouvi isso, fiquei furiosa. Cometemos alguns erros, mas com uma carga de trabalho tão pesada todos os meses, não era normal haver pequenas coisas que não eram feitas direito? Era realmente necessário contar à líder? Você fica obcecada com coisinhas, seus padrões são muito altos. Você está tratando a nós, irmãos, como máquinas? Não podemos cometer nem um erro? Quanto mais eu pensava, mais irritada ficava. Quando a líder veio falar comigo, apontei o dedo diretamente para a irmã Liu, dizendo que ela era extremamente arrogante. Ela não era autoconsciente, mas só apontava nossos problemas. A líder viu que eu não tinha autoconsciência, e comunicou que eu precisava tratar a irmã Liu adequadamente. Ela me disse para refletir e aprender uma lição. Mas as palavras da líder foram ignoradas. Eu adiei a resolução dos problemas que a irmã Liu mencionou em seu feedback, e não me esforcei em pensar em como evitar problemas semelhantes no futuro. Você sabia, na época, que não estava num bom estado? Eu estava vagamente ciente, e busquei a Deus através da oração, pedindo a Ele que me guiasse a aprender minha lição e ganhar autoconsciência nesse assunto.

Certo dia, nos meus devocionais, li algumas palavras de Deus que me ajudaram a ter alguma consciência do meu estado. As palavras de Deus dizem: “Quando as pessoas falam sem parar sobre certo e errado, elas tentam esclarecer se cada coisinha é certa ou errada, elas não param até esclarecer a questão e todos entenderem quem estava certo e quem estava errado, estão fixadas em tais coisas, fixadas em coisas para as quais não há resposta: qual é o sentido de agir desse modo? No fim das contas, é correto falar sobre certo e errado? (Não.) Onde está o erro? Existe alguma conexão entre isso e praticar a verdade? (Não existe conexão.) Por que se diz que não existe conexão? Falar sobre certo e errado é não aderir aos princípios da verdade, é não discutir nem comungar os princípios da verdade; em vez disso, as pessoas sempre falam sobre quem está certo e quem está errado, quem estava correto e quem estava enganado, quem estava sendo sensato e quem não estava, quem tinha bom senso e quem não tinha, quem fazia mais sentido; é isso que elas examinam. Quando Deus testa as pessoas, elas sempre tentam discutir com Deus, sempre tentam encontrar uma razão ou outra. Deus discute tais coisas com você? Deus pergunta qual era o contexto? Deus investiga as razões e causas que você apontou? Ele não faz isso. Deus pergunta se você tinha uma atitude de obediência ou de resistência quando Ele testou você. Deus pergunta se você entendeu ou não a verdade, se você foi ou não obediente. Isso é tudo que Deus pergunta, nada mais. Deus não pergunta a você qual era a razão da sua falta de obediência, Ele não olha se você teve um bom motivo, de forma alguma Ele considera tais coisas. Deus só vê se você foi obediente ou não. Não importa qual era seu ambiente de vida nem qual era o contexto, Deus só escrutiniza se havia obediência no seu coração, se você teve uma atitude de obediência; Deus não debate o certo e o errado com você, Deus não se importa com as suas razões, Deus só quer saber se você foi verdadeiramente obediente, isso é tudo que Deus pergunta a você. O tipo de pessoa que não para de falar sobre certo e errado, que ama travar batalhas verbaisos princípios da verdade estão em seu coração? (Não.) Por que não? Alguma vez eles prestaram alguma atenção aos princípios da verdade? Alguma vez lutaram por eles? Alguma vez os buscaram? Eles nunca lhes deram nenhuma atenção nem lutaram por eles ou os buscaram, e eles estão totalmente ausentes de seu coração. Como resultado, eles só conseguem viver no meio do que é certo e errado, tudo que está em seu coração é certo e errado, correto e incorreto, pretextos, razões, justificativas, argumentos, e logo depois eles atacam, levantam acusações e condenam uns aos outros. O caráter dessas pessoas é que elas gostam de debater o certo e o errado, gostam de fazer acusações e condenar pessoas. Pessoas desse tipo não amam nem aceitam a verdade, são propensas a tentar discutir com Deus, até fazem afirmações sobre Deus e resistem a Deus. No fim, acabarão sendo punidas(A Palavra, vol. 5: As responsabilidades dos líderes e dos obreiros). Pela revelação de Deus, eu vi que pessoas que sempre falam sobre certo e errado em uma situação irão primeiro investigá-la minuciosamente: quem está certo, quem está errado, quem tem razão. Se puderem sair ganhando, elas começam a se defender, fixam o olhar nos outros, tornam-se desobedientes, opositoras e até mesmo atacam os outros sem buscar a verdade ou refletir sobre os próprios problemas. Elas não se submetem às situações que Deus estabelece para elas. Pensei em como eu estava agindo assim. Quando a irmã Liu apontou alguns problemas em nosso trabalho, eu sabia que esses problemas existiam, mas encontrei razões e desculpas para me justificar, pensando que nosso padrão de trabalho já estava bom considerando nossa carga de trabalho, e que pequenos problemas eram inevitáveis. Até tentei refutá-la com princípios para impedi-la de apontar problemas, achando suas expectativas altas demais, e que os problemas eram insignificantes e não importaria se não fossem resolvidos. Quando a irmã Liu me criticou por ser desleixada e irresponsável, não aceitei como se viesse de Deus, mas desenvolvi um preconceito contra ela e achei que ela estava sendo minuciosa. Quando ela falou severamente e suas palavras feriram meu orgulho, rotulei seu caráter como arrogante, e até a julguei na frente da líder, planejando fazer com que a líder ficasse do meu lado e a visse de uma forma ruim. Quando a líder me ajudou, eu me recusei a ouvir. Eu não aceitava as situações como dadas por Deus nem refletia sobre meus problemas. Em vez disso, dei justificativas, desculpas, e debati quem estava certo e quem estava errado. Tudo o que demonstrei foi ter cabeça quente, sem a menor atitude de obediência. Como eu poderia me chamar de crente? Eu estava agindo como uma descrente.

Depois, li outra passagem das palavras de Deus que me ajudou a entender melhor a vontade de Deus. As palavras de Deus dizem: “Fazer qualquer coisa envolve buscar a verdade e colocar a verdade em prática. E, contanto que algo envolva a verdade, envolve a humanidade das pessoas e sua atitude. Na maior parte do tempo, quando as pessoas fazem coisas sem princípios, isso se deve ao fato de não entenderem os princípios por trás delas. Mas, muitas vezes, as pessoas não só não entendem os princípios, como também não desejam entendê-los. Embora possam saber um pouco sobre eles, ainda assim elas não desejam cumprir bem a sua tarefa; nem esse padrão nem essa exigência estão no seu coração. Portanto, é muito difícil, para elas, fazer bem as coisas, é muito difícil, para elas, fazer as coisas de um jeito que esteja alinhado com a verdade e satisfaça a Deus. Se as pessoas são capazes de cumprir seu dever de modo aceitável depende daquilo que elas buscam e se elas amam coisas positivas. Se as pessoas não gostam de coisas positivas, não é fácil para elas aceitar a verdadeo que é muito preocupante; embora cumpram um dever, elas só estão prestando serviço. Não importa se você entende a verdade ou não, e se você é capaz de compreender os princípios ou não, se você cumpre seu dever com consciência, no mínimo, você alcançará resultados medianos. Só isso bastará. Se então você for capaz de buscar a verdade e fazer as coisas de acordo com os princípios da verdade, você será capaz de fazer totalmente o que Deus pede e satisfazer a vontade de Deus. O que Deus pede? (Que completemos o nosso dever com todo o nosso coração e com toda a nossa força.) Como devemos interpretar ‘com todo o nosso coração e com toda a nossa força’? Se as pessoas dedicam toda a sua mente ao cumprimento do seu dever, então estão investindo todo o seu coração. Se elas usam cada tiquinho da força que têm quando cumprem seu dever, elas estão investindo toda a sua força. É fácil dar todo o seu coração e toda a sua força? Não é fácil alcançar isso sem senso e consciência. Se as pessoas não têm coração, se carecem de intelecto e são incapazes de refletir, e se, quando confrontadas com um problema, elas não buscam a verdade e não têm meios nem recursos, elas podem dar todo o seu coração? Definitivamente não(A Palavra, vol. 3: As declarações de Cristo dos últimos dias, “O homem é o maior beneficiário do plano de gerenciamento de Deus”). Depois de refletir sobre as palavras de Deus, compreendi Sua vontade. Deus não exige que as pessoas alcancem a perfeição em seus deveres, mas Ele olha se elas tentaram o seu melhor, e se sua atitude é de tentar melhorar em seu dever. Deus examina o coração das pessoas. Refleti sobre minha atitude em relação ao meu dever em comparação com as palavras de Deus. Sempre senti que tinha uma carga de trabalho pesada, com muitas coisas a considerar e cuidar, e que era normal que surgissem pequenos problemas no trabalho. Às vezes, mesmo sabendo que esses problemas poderiam ser evitados, eu não queria me esforçar para melhorar as coisas, o que levou a que os problemas se prolongassem e não fossem resolvidos. Mas, na verdade, Deus não exige que eu nunca cometa um erro no meu dever. Ele apenas despreza minha atitude desleixada e irresponsável. A irmã Liu estava chamando minha atenção para um problema, apontando-o, ajudando-me a corrigi-lo em tempo hábil e a cumprir bem o meu dever. Quando percebi isso, meu estado melhorou um pouco. Depois disso, comunguei e sintetizei com os outros, e pensei em como mudar. Na vez seguinte que alguém apontou um problema, não fui tão resistente e superficial, mas resolvi com todos.

Também refleti sobre mim. Por que me opus tanto às sugestões da irmã Liu? Mais tarde, li outra passagem das palavras de Deus e ganhei alguma autoconsciência. As palavras de Deus dizem: “A atitude arquetípica dos anticristos para com o tratamento e a poda é recusar-se veementemente a aceitá-los ou admiti-los. Não importa quanto mal eles cometam, quanto dano causem ao trabalho da casa de Deus e à entrada na vida do povo escolhido de Deus, eles não sentem o menor remorso nem que devam alguma coisa. Sob esse ponto de vista, os anticristos têm humanidade? De forma alguma. Eles causam todo tipo de dano ao povo escolhido de Deus, trazem dano ao trabalho da igrejao povo escolhido de Deus vê isso com clareza, e pode ver a sucessão de atos malignos dos anticristos. E mesmo assim, os anticristos não aceitam nem reconhecem esse fato, teimosamente se recusam a admitir que estão errados ou que são responsáveis. Isso não é um indício de que estão fartos da verdade? Assim é a extensão em que os anticristos estão fartos da verdade. Não importa quanta perversidade cometam, eles se recusam a admiti-lo e permanecem inabaláveis até o fim. Isso prova que os anticristos nunca levam a sério o trabalho da casa de Deus nem aceitam a verdade. Eles não vieram a crer em Deus; são lacaios de Satanás, vêm perturbar e interromper o trabalho da casa de Deus. No coração dos anticristos há somente reputação e status. Eles acreditam que, se reconhecessem o seu erro, eles teriam que aceitar a responsabilidade, e então seu status e sua reputação seriam seriamente comprometidos. Como resultado, eles resistem com uma atitude de ‘negue até morrer’. Não importam que revelações ou análises as pessoas façam, eles fazem o máximo para negá-las. Seja sua negação deliberada ou não, em suma, em um aspecto, isso expõe a natureza e essência dos anticristos de estarem fartos da verdade e de a odiarem. Em outro aspecto, isso mostra o quanto os anticristos prezam seu status, reputação e interesses. Qual é, entretanto, sua atitude em relação ao trabalho e aos interesses da igreja? É uma atitude de desrespeito e de negação da responsabilidade. Eles carecem de qualquer consciência e razão. O fato de os anticristos se esquivarem das responsabilidades não demonstra esses problemas? Em um aspecto, esquivar-se da responsabilidade prova sua essência e natureza de estarem fartos da verdade e de a odiarem; em outro, mostra sua falta de consciência, razão e humanidade. Não importa quanto a entrada dos irmãos e irmãs na vida seja prejudicada por sua interferência e maldade, eles não sentem nenhuma autorrecriminação e jamais poderiam ser perturbados por isso. Que tipo de criatura é essa? Mesmo que admitissem parte de seu erro, isso contaria como se eles tivessem um pouco de consciência e razãomas os anticristos não têm nem mesmo esse pouquinho de humanidade. O que, então, vocês diriam que eles são? A essência dos anticristos é o diabo(A Palavra, vol. 4: Expondo os anticristos, “Item Nove: Eles só cumprem seu dever para se distinguir e alimentar seus próprios interesses e ambições; eles nunca levam em consideração os interesses da casa de Deus e até traem esses interesses em troca de glória pessoal (parte 3)”). Refleti depois de me comparar com as palavras de Deus. Obviamente fui desleixada no meu dever, e houve muitos descuidos e problemas, mas eu não sentia culpa nem remorso. Quando enfrentei a poda, o tratamento, e fui lembrada, eu não aceitei isso. Sempre encontrei razões para me justificar e o Eu não estava disposta a admitir meus próprios erros. Pensava que admitir erros me faria parecer mal, e prejudicaria minha reputação, status e imagem, fazendo com que os outros me desprezassem. Eu fui totalmente irracional, revelando um caráter de estar farta da verdade. Outros me deram sugestões para me ajudar a ver o que faltava em meu dever, para que eu pudesse corrigi-los em tempo hábil e cumprir melhor meu dever. Mas nunca aceitei isso de Deus, nem refleti sobre mim mesma. Então, a questão de ser desleixada no meu dever nunca foi resolvida, e nunca cumpri meu papel de supervisora, o que fez com que os outros fossem descuidados em seu dever e cometessem erros também. A essa altura, finalmente vi que não resolver esse caráter satânico de estar farta da verdade tornou difícil para mim aceitar a verdade e as sugestões dos outros. Se eu continuasse sem me arrepender nem resolver esse caráter corrupto, os problemas e fraquezas em meu dever cresceriam, e por fim eu faria o mal, me oporia a Deus e seria desprezada e expulsa por Ele. Perceber isso foi realmente perturbador para mim, e orei a Deus arrependida, disposta a praticar a verdade em meu dever de agora em diante, e não viver na corrupção.

Mais tarde, li outra passagem das palavras de Deus que me deu uma senda para resolver o caráter de estar farta da verdade. As palavras de Deus dizem: “Se, quando você não entende a verdade, alguém lhe faz uma sugestão e lhe diz como você deve agir de acordo com a verdade, a primeira coisa que você deveria fazer é aceitar e pedir que todos comunguem juntos, para ver se essa é a senda correta, se ela está de acordo com os princípios da verdade. Se você determinar que ela está de acordo com a verdade, pratique dessa forma; se determinar que não está, não pratique assim. É simples assim. Você deve buscar a verdade de muitas pessoas, ouvir o que todos têm a dizer e levar tudo a sério; não ignore nem despreze as pessoas. Isso faz parte do seu dever, portanto você deve tratá-lo com seriedade. Esse é o estado certo, a atitude certa. Quando tiver o estado certo, você não mais revelará um caráter de estar farto e de ser hostil à verdade; praticar desse jeito assume o lugar do seu caráter corrupto e é praticar a verdade. E qual é o efeito de praticar a verdade desse jeito? (Há a orientação do Espírito Santo.) Ter a orientação do Espírito Santo é um aspecto. Às vezes, a questão é muito simples e pode ser resolvida por meio do uso do seu intelecto; depois que as pessoas lhe dão sugestões e você entende, você corrige as coisas e simplesmente procede de acordo com os princípios. Para os seres humanos, isso pode parecer banal, mas, aos olhos de Deus, é coisa séria. Por que digo isso? Quando você pratica desse jeito, Deus vê que você é capaz de praticar a verdade, que você é alguém que ama a verdade, que não é alguém que está farto da verdade, e, ao mesmo tempo que Ele vê seu coração, Deus também vê seu caráter. Isso é coisa séria. E quando você cumpre um dever e faz as coisas diante de Deus, o que você vive e revela é a realidade da verdade que deve ser encontrada nas pessoas; diante de Deus, sua atitude, seus pensamentos e seu estado, em tudo que você faz, são de suma importância, são o que Deus escrutiniza(A Palavra, vol. 3: As declarações de Cristo dos últimos dias, “Só vivendo frequentemente diante de Deus pode-se ter um relacionamento normal com Ele”). As palavras de Deus apontaram uma senda de prática. Quando os irmãos me derem sugestões ou me analisarem, primeiro, eu deveria ter uma atitude de aceitação e obediência. Quando não souber como realizá-las, eu não deveria desprezá-las ou me opor, mas aceitá-las primeiro, então buscar a comunhão de alguém que entenda a verdade e, em seguida, colocá-las em prática assim que tiver um domínio adequado dos princípios. Isso é cumprir meu dever de acordo com a vontade de Deus. Entendi que quando os outros notam e apontam problemas ou deficiências no meu trabalho, quando me dão sugestões e lidam comigo, só estão sendo responsáveis pelo trabalho da casa de Deus, e não implicando ou tornando as coisas difíceis para mim. Eu deveria receber isso como vindo de Deus e ser obediente e receptiva, refletir sobre meus problemas, mudá-los e corrigi-los em tempo hábil. Só assim meu trabalho melhorará pouco a pouco, e evitarei que meu caráter corrupto interrompa o trabalho da igreja.

Um dia, a irmã Liu enviou uma mensagem apontando alguns problemas com nossos vídeos. Quando a vi, por um momento, não concordei. Eu já havia discutido e abordado essas questões com os outros. Por que trazê-las à tona de novo? Eu quis dizer algo em minha defesa, mas quando parei para pensar, se ela apontou, ainda deve haver descuidos ou deficiências no trabalho. Então, tomei a iniciativa de perguntar à irmã Liu sobre isso. Após obter uma compreensão profunda, finalmente percebi que só discuti essas questões com os irmãos, mas não acompanhei o trabalho deles em tempo hábil depois. Percebi também que não estava sendo proativa e responsável em relação ao meu trabalho, mas estava apenas esperando passivamente que os outros apontassem problemas antes de resolvê-los. Então, tomei a iniciativa de perguntar aos outros que problemas ainda existiam em nossos vídeos, e comunguei e os resolvi em tempo hábil. Após um tempo, ficou claro que havia cada vez menos problemas, e me senti em paz e aliviada em meu dever. Também senti em meu coração que somente sendo capaz de aceitar as sugestões dos outros, buscar a verdade e resolver meus problemas é que posso cumprir bem meu dever.

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