Quando eu tinha dezoito anos

01 de Agosto de 2020

Deus Todo-Poderoso diz: “Talvez vocês se lembrem destas palavras: ‘Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós cada vez mais abundantemente um eterno peso de glória’. No passado, vocês todos ouviram essa frase, ainda que ninguém tenha entendido o sentido real das palavras. Hoje, vocês conhecem bem o verdadeiro significado que elas encerram. Essas palavras são o que Deus realizará nos últimos dias. E serão realizadas sobre aqueles cruelmente afligidos pelo grande dragão vermelho na terra onde ele repousa. O grande dragão vermelho é perseguidor e inimigo de Deus; assim, nessa terra, aqueles que creem em Deus estão sujeitos a humilhação e perseguição. É por isso que essas palavras se tornarão realidade no seu grupo de pessoas… É muito difícil para Deus realizar a Sua obra na terra do grande dragão vermelho, mas é através de tal dificuldade que Ele realiza uma etapa da Sua obra para manifestar Sua sabedoria e Seus feitos maravilhosos. Deus aproveita essa oportunidade para completar esse grupo de pessoas” (“A Palavra manifesta em carne”). Essa passagem das palavras de Deus Essa passagem das palavras de Deus me lembra de quando fui perseguida pelo PC Chinês há alguns anos.

Ao entardecer certo dia em abril de 2017, estava me reunindo com duas outras irmãs. Quando de repente mais de doze à paisana entraram à força. Antes que eu tivesse tempo de reagir, vários deles nos seguraram, nos mandando ficar quietas, enquanto os outros vasculhavam o lugar de cima a baixo. Rapidamente eles viraram a casa de cabeça para baixo. Fiquei aterrorizada com a cena. Meu coração disparou, e orei a Deus várias vezes: “Ó Deus! Estou tão assustada, e não sei o que vão fazer conosco. Por favor, dá-me fé e forças para que eu seja uma testemunha”. Pensei nestas palavras de Deus depois de minha oração: “Você deve saber que todas as coisas no ambiente que o cerca existem por permissão Minha, Eu arranjo tudo isso. Veja claramente e satisfaça ao Meu coração no ambiente que Eu dei a você. Não tema, Deus Todo-Poderoso das hostes certamente estará com você. Ele os defende e Ele é o escudo de vocês” (“A Palavra manifesta em carne”). As palavras de Deus fortaleceram minha fé e minha coragem. Eu sabia que Deus me apoiaria, a despeito do que fosse acontecer, e desde que eu sinceramente confiasse em Deus e olhasse para Ele, Ele estaria comigo. Esse pensamento acalmou meu medo e nervosismo.

Foi então que uma policial me bateu várias vezes com crueldade, depois apertou meu queixo e tirou uma foto de mim. Eles nos revistaram e apreenderam todo nosso dinheiro e objetos de valor. Depois, eles nos levaram para a Secretária Municipal de Segurança Pública para nos interrogar separadamente. A policial que tirou minha foto gritou para mim: “O que você faz na igreja? Quem é o líder da igreja? Desembucha!” Como não respondi, ela furiosamente apertou meu queixo com a mão esquerda e o puxou para cima. Aquilo doeu tanto que me forçou a ficar na ponta dos pés. Aí ela levantou a mão direita como se fosse bater em mim e ameaçou: “Seja boazinha e fale, senão temos outros meios de lidar com você!” Vê-la assim tão raivosa me deixou um pouco amedrontada. Eu não sabia como ela me atormentaria em seguida, então clamei a Deus com urgência. Naquele momento, estas palavras de Deus Todo-Poderoso me vieram à mente: “A fé é como uma ponte de um tronco só de árvore, os que se grudam abjetamente à vida terão dificuldade para cruzá-la, mas os que estão prontos a se sacrificar podem atravessá-la sem preocupação. Se o homem tem pensamentos tímidos e temerosos, ele está sendo enganado por Satanás. Ele teme que nós cruzemos a ponte da fé para entrar em Deus” (“A Palavra manifesta em carne”). Percebi que meus pensamentos tímidos e temerosos eram um truque de Satanás, e que a polícia queria torturar minha carne para me fazer trair a Deus para que eu não suportasse a dor e entregasse meus irmãos e irmãs. Eu não podia cair nas armadilhas de Satanás. Decidi que, por mais que a polícia me torturasse, eu jamais me tornaria um Judas. Eu sabia que minha vida e morte estavam nas mãos de Deus e que não podiam fazer nada comigo sem que Deus permitisse. Assim que percebi essas coisas, fiquei bem mais calma. Depois, por mais que ela apertasse meu queixo e berrasse uma pergunta depois da outra, eu não disse nada. Outro policial a chamou, e finalmente tive um pouco de alívio.

Por volta das 3 horas da manhã do dia seguinte, fui levada para o Casa Municipal de Detenção. Assim que fui colocada na cela, uma policial mandou que os outros prisioneiros me despissem. Depois, ela mandou que eu colocasse as mãos na cabeça, virasse e fizesse agachamentos na frente de todos. Tive que fazer isso até que ela ficasse satisfeita, enquanto os prisioneiros ficavam de pé zombando de mim. Eu estava muito aborrecida e indignada, e, por dentro, eu gritava: “Por que está me humilhando assim?” Se não fosse por experiência própria, eu dificilmente acreditaria que essa “polícia do povo” fosse capaz de fazer algo tão desprezível! Então, a policial disse aos prisioneiros: “Ela crê em Deus Todo-Poderoso, por isso é alvo da repressão dura do governo. Quero que ensinem as regras para ela direitinho”. A partir daquele momento, os prisioneiros passaram a me perseguir e xingar por qualquer coisa. Me obrigaram a fazer todo o trabalho sujo e cansativo, como lavar louças, varrer e esfregar o chão. Depois de algum tempo, meus pés doíam e eu ficava exausta, mas se quando descansava por um segundo ou diminuía o ritmo, gritavam comigo. O que era pior, sempre que quebravam uma regra da prisão, me culpavam. Não havia como apelar para a razão.

Ser perseguida e abusada verbalmente pelos outros prisioneiros o tempo todo me fez sentir infeliz e fraca. Eu não tinha ideia de como tudo terminaria, e muitas noites eu me encolhia debaixo dos cobertores e chorava baixinho. Orei muito a Deus naqueles dias. Quando estava no meu limite, pensei nestas palavras de Deus: “Hoje, todos terão provações amargas para enfrentar. Sem tais provações, o coração amoroso que vocês têm por Mim não se tornará mais forte e vocês não terão um amor verdadeiro por Mim. Mesmo se essas provações consistirem simplesmente de circunstâncias menores, todos devem passar por elas; só a dificuldade das provações é que variará de uma pessoa para outra. As circunstâncias são uma bênção Minha” (“A Palavra manifesta em carne”). Compreendi que Deus tinha permitido que eu ficasse naquela situação. Era para aperfeiçoar minha fé e meu amor por Deus, para que eu não O traísse em um ambiente tão árduo e conseguisse ser testemunha e humilhar Satanás. Me lembrei de quando tudo estava em paz e eu transbordava de fé, mas agora que eu sofria dor e humilhação, tinha ficado fraca e negativa. Percebi quão inadequada era minha fé em Deus. Eu era muito frágil, como uma flor de estufa que não tolera nem um pouco de vento e chuva. Ao me submeter àquelas adversidades, Deus estava aperfeiçoando minha fé, e isso foi benéfico para minha vida. Tive que ser testemunha e satisfazer a Deus.

Uma semana depois, a polícia me interrogou de novo, e um dos oficiais disse, cheio de lisonjas: “Se você for boazinha e nos contar tudo sobre sua igreja, vamos fazer tudo para facilitar sua saída. Você é tão jovem; deveria estar lá fora aproveitando sua juventude. Não vale a pena ficar aqui sofrendo”. Outro oficial disse: “Seus colegas e amigos estão lá fora realizando os sonhos deles, e você está trancada aqui porque acredita em Deus. O que eles vão pensar se ficarem sabendo?” Ao ouvi-los dizer aquilo, pensei no quanto eu era jovem para estar na cadeia e imaginei se meus amigos e familiares ririam de mim se soubessem. Quanto mais eu pensava naquilo, mais confusa ficava, e aí percebi que eu não estava no estado correto. Então, no mesmo instante, clamei a Deus: “Ó Deus, a polícia continua a me perturbar. Não quero trair-Te e ser um Judas. Por favor, me protege; por favor, me guia…” Então, pensei nesta passagem das palavras de Deus: “Em todos os momentos, Meu povo deve estar alerta aos ardilosos esquemas de Satanás… o que impedirá que vocês caiam na armadilha de Satanás, quando então será tarde demais para arrependimentos” (“A Palavra manifesta em carne”). As palavras de Deus foram oportunas ao me lembrar de que a polícia estava sendo falsa ao falar sobre meu futuro. Na verdade, eles só queriam me enganar para que eu traísse a Deus e entregasse meus irmãos e irmãs. Eles eram mesmo muito sinistros. Com esse pensamento, eu disse, resoluta: “Sou uma pessoa de fé na senda correta da vida. Não importa o que digam, não vou trair a Deus”. Isso os deixou atordoados. A tática deles tinha falhado, e seu lado cruel veio à tona imediatamente. Um deles me disse, de modo ameaçador: “Parece que você tem bastante coragem para alguém tão jovem. Estou avisando, podemos encontrar uma desculpa esfarrapada para condenar você a 8 ou 10 anos, ou até mesmo 15. Você está com 18 anos agora; então vai passar a juventude toda na prisão!” Eu pensei: “Não importa quantos anos eu pegue, vou confiar em Deus e ser testemunha. Não vou me curvar a Satanás”.

Pensei que, como tinham usado tanto o método da bajulação quanto o da ameaça, não iriam mais me interrogar. Nunca imaginei que tentariam algo ainda mais sinistro. Certo dia, no final de maio, eles me levaram para uma sala de interrogatório e disseram: “Perguntamos na escola de seu irmãozinho e descobrimos que ele está indo muito bem. Se nos disser o que sabe, poderá voltar para casa e ficar com sua família. Não tem saudades de seu irmão?” Fiquei aflita ao ouvir aquilo. Meu irmão e eu sempre fomos próximos desde pequenos, mas como vivi fugindo durante anos para evitar ser presa pelo PC Chinês, não conseguia vê-lo. Eu não tinha ideia de como ele estava. Eles também me disseram que meu pai tinha gravado um vídeo havia alguns dias, e colocaram um celular na minha frente e mostraram o vídeo. Vi meu pai sentado ali inerte, com as roupas amarrotadas e parecendo muito mais velho. Ele disse, olhando para a câmera: “Xiaoyi, venha para casa. Todos estamos com saudades”. Os policiais passaram o vídeo várias vezes. Ao ver meu pai no vídeo, não consegui parar de chorar. Um dos oficiais disse, com brandura: “Mesmo que não pense em si mesma, você deveria pensar em sua família! Se está determinada a crer em Deus, além de você ser presa, sua família também será afetada. Mesmo que seu irmão passe nas provas para a faculdade, nenhuma escola vai aceitá-lo, e ele não vai conseguir encontrar um bom emprego. Até os filhos deles vão sofrer. Acho que você deveria pensar nisso com cuidado”. Era muito perturbador ouvir aquilo. Orei incessantemente a Deus: “Ó Deus! Estou muito confusa emocionalmente e me sinto fraca. Por favor, protege meu coração para que eu não siga as afeições da carne e possa dar testemunho”. Pensei nestas palavras de Deus depois de minha oração: “Você deve carregar a Minha coragem dentro de si e deve ter princípios quando enfrentar parentes que não creem. Mas, por Minha causa, também não deve se render a qualquer força das trevas. Confie na Minha sabedoria para trilhar o caminho perfeito; não permita que as conspirações de Satanás se consolidem” (“A Palavra manifesta em carne”). Aos poucos, as palavras de Deus me acalmaram. Satanás sabia que eu tinha sentimentos fortes e não conseguiria abandonar meu pai e meu irmão, por isso ele usou minhas emoções e o futuro de minha família para me ameaçar e me fazer trair a Deus e ser um Judas. A polícia foi tão insidiosa! Se eu seguisse Satanás e traísse a Deus, mesmo que eu fosse solta e pudesse ficar com minha família, eu lamentaria pelo resto da vida. Então pensei em como tudo está nas mãos de Deus, e que o futuro de meu irmão seria regido e arranjado por Deus. Aqueles demônios do PC Chinês não teriam a palavra final. Depois orei em silêncio a Deus. Confiei minha família aos cuidados Dele e fiquei determinada a me submeter aos arranjos de Deus. Eu respondi: “Não tenho nada a dizer!” O policial reagiu esmurrando a mesa com raiva, e gritou: “Se vai ser assim tão teimosa, não nos culpe se esquecermos os nossos modos! Não pense que não temos nenhuma outra carta na manga. Apenas com base no que descobrimos quando você foi presa, podemos prender seus pais e condená-los a 3 ou 5 anos, e então veremos como seu irmão vai se sair sozinho!” Ouvir isso me deixou furiosa. Além de usar táticas para me atormentar e me fazer trair a Deus e entregar meus irmãos e irmãs, o PC Chinês até tentou me coagir, ameaçando o futuro e o bem-estar da minha família. Na China, quando alguém acredita em Deus, toda a sua família é perseguida pelo PC Chinês. Desprezei aquele bando de demônios e decidi que não cairia nos seus truques. Então respondi, taxativa: “Creio que tudo está nas mãos de Deus. Vocês jamais vão me fazer trair a Deus!” O policial esmurrou a mesa de novo com raiva, virou as costas e saiu furioso.

Certa manhã no final de maio, uma policial feminina veio e me tirou da cadeia. Achei aquilo muito estranho. A polícia então me levou para a delegacia local. Enquanto eu procurava entender o que estava acontecendo, vi meu pai e meu avô olhando para mim enquanto os policiais ficaram de lado, me observando. Percebi que não me deixariam ir tão facilmente, mas não sabia que tática estavam tentando. Foi então que o delegado me disse: “Assine esta carta de fiança e deixaremos você ir para casa ficar com sua família”. Ao ler o documento, vi que nele estava escrito: “Prometo não crer mais em Deus nem ter contato com nenhum membro da Igreja de Deus Todo-Poderoso. Não farei nada em benefício da igreja, e não tirarei nenhum documento para viajar ao exterior nos próximos três anos. Devo também me apresentar à polícia assim que for chamada no período de um ano da fiança”. O PC Chinês estava tentando me forçar a trair a Deus e romper todos os laços com a igreja. Fiquei com muita raiva e me recusei a assinar o documento. Ao ver o quanto eu estava determinada, um policial me ameaçou, dizendo: “Se não assinar isto, você vai ser condenada à prisão por um bom tempo!” Meu pai e meu avô ficaram bem abalados com minha decisão e me incitaram a assinar. Eles disseram que tinham pago uma quantia e se esforçado para conseguir que eu fosse libertada sob fiança e que eu poderia ir para casa se apenas assinasse aquela carta. Eles não compreendiam que assinar a carta significava que eu estaria negando e traindo a Deus diante de Satanás e perdendo meu testemunho. Comecei a chorar por causa de toda a pressão da polícia e da minha família. Eu estava agitada. Pensei: “Se eu não assinar, quem sabe quanto tempo vou ficar presa. Mas se eu assinar, estarei traindo a Deus!” Rapidamente orei em meu coração, e estas palavras de Deus me ocorreram: “Eu espero que todas as pessoas possam dar um testemunho forte e ressonante de Mim diante do grande dragão vermelho, que elas possam se oferecer a Mim uma última vez e cumprir as Minhas exigências uma última ocasião. Vocês podem verdadeiramente fazer isso?” (“A Palavra manifesta em carne”). Fiquei envergonhada diante da exigência de Deus. Eu ainda estava pensando em minha própria carne e em meu futuro em vez de satisfazer a Deus. Também percebi que minha família pedir que eu assinasse a carta negando minha fé era um dos truques do PC Chinês. Minha fé era certa e adequada, e eu estava na senda correta na vida. Eu não podia desistir do caminho certo e trair a Deus só por causa das ameaças do PC Chinês e da pressão da minha família. Eu jamais assinaria aquela carta. E, assim, eu disse resoluta: “Vocês nunca vão me fazer desistir de minha fé. Desistam dessa ideia!” Os policiais ficaram furiosos, mas estavam de mãos atadas. No final, eles disseram que eu teria uma fiança de um ano, e que, se me pegassem praticando minha fé, eles me prenderiam e garantiriam que eu pegasse uma sentença pesada.

Fui para casa, mas o PC Chinês não tinha de fato me deixado livre. Um dia, no final de junho de 2017, os policiais levaram um advogado à minha casa para tentar fazer uma lavagem cerebral em mim. Ele disse que liberdade de religião na China era apenas uma encenação para estrangeiros, e que, na China, tínhamos que ouvir o Partido Comunista. Disse também que “quando o Partido diz: ‘Pule’, perguntamos: ‘A que altura?’, e se o Partido nos proíbe de ter fé, não podemos ter fé. Caso contrário, você recebe o que merece”. Fiquei furiosa. O PC Chinês tenta qualquer truque para nos fazer desistir de nossa fé. Os cristãos não têm mesmo vez na China! Pensei numa passagem das palavras de Deus. Deus Todo-Poderoso diz: “Liberdade religiosa? Direitos e interesses legítimos dos cidadãos? São todos truques para encobrir o pecado!… Por que erguer um obstáculo assim tão impenetrável para a obra de Deus? Por que usar diversos truques para enganar o povo de Deus? Onde estão a verdadeira liberdade e os direitos e interesses legítimos? Onde está a justiça? Onde está o conforto? Onde está o calor? Por que usar esquemas ardilosos para enganar o povo de Deus? Por que usar força para suprimir a vinda de Deus? Por que não permitir que Deus circule livremente pela terra que Ele criou? Por que perseguir Deus até que Ele não tenha mais onde descansar a Sua cabeça? Onde está o calor entre os homens?”(A Palavra manifesta em carne) Essas palavras de Deus me ajudaram a ver claramente a essência maligna no governo do PC Chinês. O PC Chinês é um demônio de Satanás que odeia a verdade e se opõe a Deus. Quanto mais me perseguiam com ferocidade, mais eu queria renunciar a eles e seguir a Deus até o fim! A polícia foi à minha casa várias vezes depois daquilo para fazer uma lavagem cerebral em mim, e fez com que os líderes do vilarejo me mandassem repetidamente desistir da minha fé. Também fez com que minha família me mandasse escrever uma declaração de arrependimento e trair a Deus. Com a orientação das palavras de Deus, consegui vencer todos os ataques e tentações do PC Chinês e dar testemunho.

Apesar de sofrer um pouco fisicamente devido à prisão e perseguição do PC Chinês, desenvolvi o discernimento que me permitiu ver a essência maligna do PC Chinês e seu rosto demoníaco de oposição a Deus. Renunciei a isso e o rejeitei do fundo do coração. Por meio da perseguição e das adversidades, as palavras de Deus me ajudaram a vencer os truques de Satanás, e foram as palavras de Deus que me deram fé e forças para superar as fraquezas da carne e ser testemunha. Vivenciei pessoalmente a autoridade e o poder das palavras de Deus, Graças a Deus!

Quando ocorre um desastre, como nós, cristãos, devemos enfrentá-lo? Fique à vontade para nos contatar via WhatsApp, podemos explorar e encontrar caminhos juntos.
Entre em contato conosco pelo Messenger
Entre em contato conosco pelo Whatsapp

Conteúdo relacionado

Deus é a força da minha vida

Por Xiaohe, Província de Henan No que parece ser um piscar de olhos, eu segui Deus Todo-Poderoso por quatorze anos. Durante esses anos,...

Escapando das garras da morte

Deus Todo-Poderoso diz: “Deus nunca está ausente do coração do homem e vive em todos os momentos entre os homens. Ele tem sido a força...