Pratique a verdade mesmo quando ela ofende

08 de Março de 2022

Por April, Filipinas

Em maio de 2020, aceitei a obra de Deus Todo-Poderoso nos últimos dias. Eu lia a palavra de Deus com frequência, participava ativamente da vida de igreja e cumpria os deveres que podia. Mais tarde, fui escolhida como líder de igreja. Uma vez nossa igreja precisou treinar com urgência dois diáconos evangelísticos. Eu tinha uma lista de todas as pessoas qualificadas e achava que o calibre do irmão Kevin era bom, ele não estava ocupado demais no trabalho e comungava ativamente nas reuniões e entendia os princípios de espalhar o evangelho, portanto, parecia ser a pessoa certa para o trabalho. Havia também a irmã Janelle, que era ativa em seus deveres e produzia resultados. Em comparação aos outros, esses dois pareciam ser a escolha certa, e meu líder concordou com minhas ideias. Então nomeei os dois como diáconos evangelísticos. Depois de um tempo, eles entenderam as responsabilidades de um diácono evangelístico e se familiarizaram com elas, então permiti que começassem a cumprir seus deveres independentemente e investi toda a minha energia no trabalho de rega. Depois de algumas semanas, descobri que alguns que tinham acabado de aceitar o evangelho abandonaram o grupo de reunião e que alguns que espalhavam o evangelho tinham dificuldades que não sabiam resolver. Quando vi esses problemas no trabalho evangelístico, eu me perguntei: “Os diáconos evangelísticos estão fazendo trabalho prático?” Fui investigar alguns dos detalhes do trabalho e descobri que os diáconos evangelísticos só arranjavam as coisas, mas não faziam o trabalho pessoalmente. Nas reuniões, não resolviam problemas práticos, só encorajavam os outros irmãos a cumprirem seu dever. Depois de saber disso, fiquei muito decepcionada. Como diáconos, não era negligente não resolverem problemas práticos? Eu soube também que o irmão Kevin não estava trabalhando bem e às vezes ia jogar e que a irmã Janelle tinha se tornado preguiçosa e irresponsável em seus deveres nesse tempo. Eu queria comungar com eles e apontar os problemas em seu dever, mas, visto que nos dávamos tão bem, eu não queria estragar nosso relacionamento. Eu esperava que meus irmãos me vissem como uma pessoa boa, compreensiva e atenciosa. Se eu apontasse seus problemas diretamente, isso poderia arruinar a minha reputação. O que os dois diáconos pensariam de mim? Diriam que eu não via seus esforços, só suas deficiências, e que eu carecia de um coração amoroso? E se eu apontasse seus problemas e eles não conseguissem aceitar e se tornassem passivos, meus irmãos pensariam que eu era incapaz de trabalhar como líder? Que eu era uma líder ruim? Se meu líder investigasse isso, ele poderia lidar comigo. Com isso em mente, não apontei os problemas deles. Às vezes, eu pensava que, já que eu era responsável pelo trabalho da igreja, era responsabilidade minha apontar seus problemas para que pudessem refletir. Ainda assim, eu não conseguia dizer. Em vez disso, eu lhes enviei algumas palavras de Deus de encorajamento e conforto e conversei mansamente com eles sobre como cumprir bem o seu dever e cooperar em harmonia com os outros. Não apontei os problemas em seus deveres. Depois, me senti muito culpada. Senti que eu era desonesta e enganosa.

Certa noite, não consegui dormir Quando refleti sobre como a ineficiência do trabalho evangelístico tinha diretamente a ver comigo. Vi que os dois diáconos evangelísticos estavam sendo irresponsáveis em seus deveres, não estavam resolvendo os problemas dos irmãos que pregavam o evangelho, o que colocava os irmãos sob muita pressão E levava alguns recém-convertidos a abandonarem o grupo de reunião, mas eu não apontei seus problemas. Me senti tão culpada em meu coração que não soube o que fazer, então orei a Deus: “Deus, sinto-me culpada por não ser capaz de liderar bem os irmãos. Deus, por favor, esclarece-me e guia-me na resolução desse problema”. Depois de orar, assisti a um vídeo de testemunho, que continha algumas palavras de Deus, que me inspiraram muito. As palavras de Deus dizem: “Consciência e razão deveriam ser os componentes da humanidade de uma pessoa. Ambos são os mais fundamentais e importantes. Que tipo de pessoa é essa que não possui consciência e não tem a razão da humanidade normal? Em termos gerais, é uma pessoa à qual falta humanidade, uma pessoa de humanidade extremamente pobre. Entrando em maiores detalhes: quais manifestações de humanidade perdida essa pessoa exibe? Tente analisar quais características são encontradas em tais pessoas e quais manifestações específicas elas apresentam. (Elas são egoístas e más.) Pessoas egoístas e más são superficiais em suas ações e se mantêm afastadas de tudo que não lhes diz respeito diretamente. Elas não consideram os interesses da casa de Deus, nem mostram consideração pela vontade de Deus. Não assumem nenhum fardo de dar testemunho de Deus nem de cumprir seus deveres e elas não têm senso de responsabilidade. […] Existem pessoas que não assumem nenhuma responsabilidade, não importa o dever que estão cumprindo. Elas não relatam problemas que descobrem aos seus superiores, também. Quando veem pessoas que se intrometem e perturbam, fazem vista grossa. Quando veem pessoas perversas cometendo o mal, não tentam impedir. Não consideram nem minimamente os interesses da casa de Deus nem o que é seu dever e responsabilidade. Quando cumprem seu dever, pessoas desse tipo não fazem nenhum trabalho real; são bajuladores que anseiam por conforto; falam e agem apenas para o bem da própria vaidade, reputação, status e interesses e certamente dedicarão seu tempo e esforço a qualquer coisa que os beneficie” (‘Dê seu real coração a Deus e você poderá obter a verdade’ em “As declarações de Cristo dos últimos dias”). Li as palavras de Deus duas vezes e fiquei muito triste. Eu pensava que tinha uma humanidade boa, que estava ajudando meus irmãos com paciência e que me importava com os diáconos evangelísticos. Quando agia, eu sempre considerava os sentimentos dos outros e não queria magoá-los. Eu achava que isso era considerar a vontade de Deus e que eu era uma pessoa boa. Mas quando vi os dois diáconos sendo irresponsáveis com o trabalho da igreja, eu não apontei seus problemas para fazê-los perceber que eles estavam sendo irresponsáveis em seus deveres. Em vez disso, eu os mimei, pois temia que apontar seus problemas destruiria nosso relacionamento. Também temia que meu líder me repreenderia se os deixasse negativos e que meus irmãos me vissem negativamente, então decidi proteger meu relacionamento com eles e meu status e imagem e só enviei palavras de Deus de conforto e encorajamento para comungar com eles. Como resultado, eles não reconheceram seus problemas e não se arrependeram nem mudaram a tempo. Para o bem da minha imagem e dos meus interesses, não considerei o trabalho da igreja. Isso não era considerar a vontade de Deus, e eu não era uma pessoa boa. Na verdade, pessoas com humanidade boa são pessoas honestas, são capazes de praticar a verdade e de proteger os interesses da casa de Deus, ousam comungar e expor problemas com os outros para ajudá-los a mudar e tratam seus irmãos com um coração sincero. E eu? Quando vi os problemas com os diáconos, eu não disse nada e preferi permitir que os interesses da casa de deus sofressem para proteger meus interesses. Minha humanidade era ruim!

Mais tarde, li uma passagem das palavras de Deus e ganhei algum entendimento próprio. Deus Todo-Poderoso diz: “Alguns líderes de igreja, ao verem seus irmãos ou irmãs cumprindo seus deveres de forma descuidada e superficial, não os repreendem, embora devessem. Quando eles veem algo que é claramente prejudicial aos interesses da casa de Deus, fazem vista grossa e não investigam para não causarem a menor ofensa a outros. O real propósito e objetivo deles é não mostrar consideração pelas fraquezas alheias — eles sabem muito bem o que pretendem: ‘Se eu continuar assim e não causar ofensa a ninguém, pensarão que sou um bom líder. Terão uma opinião boa e elevada de mim. Eles me darão reconhecimento e gostarão de mim’. Não importa quanto dano seja feito aos interesses da casa de Deus e não importa quão grandemente o povo escolhido de Deus seja entravado em sua entrada na vida ou quão grandemente a vida da sua igreja seja perturbada, tais pessoas persistem em sua filosofia satânica e não causam ofensa a ninguém. Nunca há um senso de autocensura no coração delas; no máximo, elas podem fazer menção casual a alguma questão de passagem, e colocar fim nisso. Elas não comunicam a verdade nem apontam a essência dos problemas dos outros e muito menos dissecam os estados das pessoas. Elas não conduzem as pessoas a entrarem na realidade da verdade e nunca comunicam qual é a vontade de Deus, nem os erros que as pessoas frequentemente cometem, nem os tipos de caráter corrupto que as pessoas revelam. Elas não resolvem problemas práticos como esses; em vez disso, são sempre complacentes com as fraquezas e a negatividade dos outros e até com seu descuido e superficialidade. Elas consistentemente deixam as ações e comportamentos dessas pessoas passarem sem ser rotulados pelo que são e, precisamente porque elas fazem isso, a maioria das pessoas vem a pensar: ‘Nosso líder é como uma mãe para nós. Ele tem até mais compreensão de nossas fraquezas do que Deus. Nossa estatura pode ser pequena demais para estar à altura das exigências de Deus, mas precisamos apenas satisfazer as exigências do nosso líder; ao seguir nosso líder, estamos seguindo a Deus. Se chegar um dia em que o Alto substitua nosso líder, levantaremos a nossa voz; para manter nosso líder e impedir que ele seja substituído pelo Alto, negociaremos com o Alto e os forçaremos a concordar com as nossas exigências. É assim que faremos o certo pelo nosso líder’. Quando as pessoas têm tais pensamentos no coração, quando têm um relacionamento de dependência com o líder, e, em seu coração, sentem dependência, admiração, respeito e veneração em relação ao seu líder, e é quase como se esse líder tivesse assumido o lugar de Deus em seu coração, e se o líder está disposto a manter esse relacionamento, se o líder obtém dele um sentimento de prazer no coração e acredita que os escolhidos de Deus devem tratá-lo assim, então não há diferença alguma entre ele e Paulo, e ele já embarcou na senda dos anticristos. […] Os anticristos não fazem trabalho real, não comunicam a verdade nem resolvem problemas, não guiam as pessoas a comer e beber as palavras de Deus e a entrar na realidade da verdade. Eles trabalham apenas por status e renome, eles se preocupam apenas em se estabelecer, em proteger o lugar que ocupam no coração das pessoas, e em fazer com que todos os adorem, venerem e os sigam; dessa forma, eles terão alcançado seus objetivos. É assim que os anticristos tentam conquistar as pessoas e controlar os escolhidos de Deus. Essa forma de trabalhar não é maligna, não é abominável? É abominável!” (‘Eles tentam conquistar as pessoas’ em “Expondo os anticristos”). Depois de ler essa passagem das palavras de Deus, fui tomada de vergonha. A palavra de Deus revelava meu estado com precisão. Vi claramente que os dois diáconos não faziam trabalho real e que o problema era sério, eu deveria ter usado as palavras de Deus para julgar e revelar os caracteres corruptos das pessoas para comungar para que eles pudessem conhecer seus problemas e mudar sua atitude em relação ao seu dever. Isso os teria impedido de afetar o trabalho da igreja. Mas a fim de manter meu relacionamento com eles e passar uma boa impressão, eu não expus a essência de seus problemas, só usei as palavras consoladoras de Deus para encorajá-los. Achava que, ao fazer isso, eles pensariam que eu era uma boa líder e teriam uma opinião positiva sobre mim, me aprovariam e gostariam de mim. Eu era tão egoísta e desprezível! Por não apontar e expor os problemas dos dois diáconos a tempo, os recém-convertidos não puderam resolver suas noções a tempo, e outros que tinham acabado de aceitar o evangelho abandonaram o grupo de reunião. Percebi que tudo isso era culpa minha. O dever de um líder é supervisionar e acompanhar o trabalho dos diáconos da igreja e os líderes de equipe e resolver problemas a tempo. Devemos conhecer a situação dos nossos irmãos, e quando alguém faz algo que viola os princípios ou afeta o trabalho da igreja, devemos comungar e ajudá-los com amor. Se nossa comunhão não mudar nada, devemos podá-los, lidar com eles ou demiti-los. Esse é o único jeito de proteger o trabalho da casa de Deus. Mas como líder de igreja, eu não era só irresponsável, eu agia como serva de Satanás e perturbava o trabalho da casa de Deus. Era vergonhoso! Ver as coisas dando nisso era humilhante e triste. Esses problemas ocorriam porque eu não agia como um líder deveria agir. Se eu tivesse comungado e exposto seus problemas, eu não teria causado tamanha perda ao trabalho da igreja, eu era uma falsa líder que não fazia trabalho real. Eu não ajudava meus irmãos a entenderam a verdade e não conseguia trazê-los para diante de Deus. Eu sempre queria que eles me aprovassem e me defendia, para que eles tivessem uma boa imagem minha e eu tivesse status no coração deles. Eu estava trilhando a sendo do anticristo de resistir a Deus. Sem o julgamento da palavra de Deus, não sei que mal eu poderia ter cometido. Quando percebi isso, eu me arrependi de minhas ações, então orei a Deus com sinceridade: “Deus, eu não percebi que meu egoísmo causaria tanto dano ao trabalho da igreja e colocaria em perigo a vida dos meus irmãos. Não sou digna de uma comissão tão importante. Deus, quero me arrepender. Espero trazer de volta os irmãos que acabaram de aceitar o evangelho. Por favor, guia-me a refletir sobre mim mesma para que eu não volte a cometer os mesmos erros”. Depois de orar, meu estado melhorou um pouco, mas ainda me sentia muito culpada. Eu me sentia uma pecadora, como se tudo que fazia representasse Satanás, que pessoas como eu não podiam ser salvas, que não havia esperança para mim.

Na época, uma irmã me enviou algumas das palavras de Deus pelo grupo de bate-papo. A palavra de Deus diz: “Pode-se dizer que as suas muitas experiências de fracasso, de fraqueza e seus momentos de negatividade são todas provações de Deus. Isso acontece porque tudo vem de Deus, e todas as coisas e eventos estão em Suas mãos. Se você falha ou se é fraco e tropeça, tudo depende de Deus e está dentro de Seu alcance. Da perspectiva de Deus, isso é uma provação para você e, se você não conseguir reconhecer isso, ela se tornará uma tentação. Existem dois tipos de estado que as pessoas deveriam reconhecer: um procede do Espírito Santo e a provável fonte do outro é Satanás. Um é um estado no qual o Espírito Santo ilumina você e permite que você conheça a si mesmo, deteste-se e sinta remorso de si e seja capaz de ter um amor genuíno por Deus, direcionando seu coração para satisfazê-Lo. O outro é um estado no qual você conhece a si mesmo, mas você é negativo e fraco. Poder-se-ia dizer que esse estado é refinamento de Deus e também é tentação de Satanás. Se reconhecer que isso é a salvação de Deus para você e sentir que agora você está profundamente em dívida para com Ele, e se, de agora em diante, você tentar retribuir a Ele e não mais cair em tamanha depravação; se dedicar esforços a comer e beber as palavras Dele, e se sempre se considerar em falta, com um coração que anseia, então esta é uma provação de Deus. Depois que o sofrimento houver terminado e você estiver novamente indo em frente, Deus ainda o conduzirá, iluminará, esclarecerá e nutrirá. Mas se você não reconhecer isso e você for negativo, simplesmente entregando-se ao desespero, se pensar dessa maneira, então a tentação de Satanás terá vindo sobre você” (‘Aqueles que hão de ser aperfeiçoados devem passar pelo refinamento’ em “A Palavra manifesta em carne”). Depois de ler essa passagem das palavras de Deus, me senti consolada e também tive a confiança de ir adiante. Antes, quando li as palavras duras de Deus, nas quais Deus revelava minha corrupção, aquilo foi doloroso e desagradável, e eu me senti como se tivesse sido condenada e não houvesse esperança de ser salva, então fiquei fraca e negativa. Mas quando li essa passagem das palavras de Deus, entendi a vontade de Deus. Se as pessoas não defendem os interesses da casa de Deus em seus deveres e são expostas e tratadas, é normal que se sintam fracas e negativas. Mas se eu conseguia buscar a verdade no meu fracasso e refletir sobre mim mesma, essa era a minha chance de aprender uma lição. Se ficasse negativa, me retraísse ou desistisse de mim mesma, eu estaria caindo no truque de Satanás e cedendo à tentação. Vi que por trás do julgamento de Deus e de Sua revelação dos caracteres corruptos das pessoas estava o amor de Deus. Deus quer que conheçamos a nós mesmos, aprendamos dos nossos fracassos e não sejamos controlados por caracteres satânicos. É uma coisa boa, uma oportunidade de crescer. Quando percebi isso, não me senti mais negativa nem entendi Deus errado. Eu devia cumprir o meu dever de acordo com a palavra e os princípios de Deus. Não devia continuar seguindo minhas emoções carnais e proteger meu status e reputação.

Mais tarde, li algumas das palavras de Deus: “Vocês devem saber que Deus gosta de pessoas honestas. Deus tem a essência da fidelidade, então Sua palavra é sempre digna de confiança; além disso, Suas ações são irrepreensíveis e inquestionáveis. É por isso que Deus gosta daqueles que são absolutamente honestos com Ele. Ser honesto significa entregar seu coração a Deus, ser genuíno com Ele em todas as coisas, ser aberto com Ele em todas as coisas, nunca esconder os fatos, nunca tentar enganar quem está acima e abaixo de você e não fazer as coisas apenas para conseguir o favor de Deus. Resumindo, ser honesto é ser puro em suas ações e palavras e não enganar nem a Deus nem aos homens” (‘Três admoestações’ em “A Palavra manifesta em carne”). “Não faça as coisas sempre pelo seu próprio bem, nem considere constantemente os interesses próprios; não pense em seu status, orgulho ou reputação e não considere os interesses do homem. Primeiro, você precisa pensar nos interesses da casa de Deus e fazer deles a sua primeira prioridade. Você deve ser atencioso para com a vontade de Deus e começar por contemplar se você tem sido impuro ou não no cumprimento de seu dever, se você tem sido leal, cumpriu suas responsabilidades, e deu tudo de si, e também se você pensou de todo o coração ou não sobre seu dever e a obra da casa de Deus. Você deve considerar essas coisas” (‘Dê seu real coração a Deus e você poderá obter a verdade’ em “As declarações de Cristo dos últimos dias”). Essas palavras de Deus me ajudaram. A partir da palavra de Deus, entendi que Deus odeia os enganosos, mas ama os honestos. Pessoas honestas protegem os interesses da casa de Deus e a entrada na vida dos seus irmãos. Quando pessoas honestas são líderes, o trabalho da igreja nunca se atrasa. Eu devia colocar os interesses da casa de Deus em primeiro lugar e encarar os problemas dos dois diáconos com honestidade. Devia comungar e expor suas ações para que percebessem a seriedade dos seus problemas, se arrependessem e voltassem a agir com responsabilidade. Se não mudassem depois da minha comunhão, eu deveria demiti-los para proteger o trabalho da igreja.

Mais tarde, encontrei algumas das palavras de Deus e comunguei primeiro com o irmão Kevin, para dizer-lhe que essas tendências sociais eram tentações de Satanás e que ele devia renunciar às suas inclinações carnais. Então comunguei com a irmã Janelle e apontei sua falta de fardo em seus deveres e a instruí a considerar a vontade de Deus. Para a minha surpresa, depois da minha comunhão, ambos se mostraram dispostos a mudar sua atitude em relação ao seu dever e a corrigir seu comportamento. Mais tarde, o irmão Kevin também fez algumas mudanças, para que, quando fosse tentado de novo, ele pudesse renunciar à sua carne, enquanto a irmã Janelle foi capaz de ser mais proativa em seu dever. Quando vi esse resultado, eu me culpei por não apontar seus problemas antes. Vi também que as pessoas que aceitam a verdade não ficam negativas quando são expostas e aconselhadas. São capazes de conhecer a si mesmas a partir disso, a se arrepender e a cooperar melhor com Deus. Fiquei feliz por ter tido essa experiência. Experimentar o julgamento e a revelação da palavra de Deus me deu algum entendimento da minha própria corrupção. Também experimentei que as palavras expressadas por Deus Todo-Poderoso são a verdade e que elas podem mudar e salvar as pessoas. Graças a Deus Todo-Poderoso!

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