Não vou mais me sentir inferior por causa de minha fala desajeitada

23 de Abril de 2024

Por Kerry, Filipinas

Desde pequena, eu era relativamente introvertida e me expressava mal. Quando interagia com estranhos, não tinha muita coragem para falar, e quando estava com muitas pessoas, eu ficava muito nervosa. Eu sempre tinha medo de não me expressar com clareza e fazer papel de boba. Por causa disso, muitas vezes eu me sentia inferior aos outros. Em agosto de 2023, a igreja arranjou para que eu regasse os recém-convertidos. Esse dever exigia que eu me reunisse frequentemente com os recém-convertidos, e também tinha que me comunicar com outros regadores. Diante dessas situações, eu sempre ficava nervosa, e temia que, quando chegasse a minha vez de comunicar, eu não falaria claramente, e depois o que os irmãos e irmãs pensariam de mim?

Uma vez, Stacy, a irmã de quem eu era parceira, levou-me para reunir-me com os recém-convetidos. Havia umas 40 ou 50 pessoas. Quando vi aquela cena, foi impossível não ficar nervosa. Era gente demais. Como seria vergonhoso se eu me comunicasse mal em frente àquela multidão? Eles pensariam: “Se você é assim, nem sequer fala de forma compreensível, pode realmente regar-nos?” Eles não me olhariam com desprezo? Pensando nisso, eu não conseguia me acalmar, e meu coração ficou muito agitado. Especialmente quando vi que, quando Stacy comunicava, o pensamento dela era claro e o conteúdo era prático, tive muita inveja. Também fiquei muito perturbada, e receei que, com tanta gente lá, assim que ficasse nervosa, minha mente ficaria vazia e eu não conseguiria comunicar. Quão embaraçoso isso seria? O que os recém-convertidos pensariam de mim? Pensando nisso, decidi que não iria falar. Só iria desempenhar o papel de observadora! Assim, a reunião transcorreu toda sem que eu dissesse uma única palavra. Quando me juntava a outros regadores, também ficava assim. Ao ver que todos eles se expressavam relativamente bem, eu ficava com inveja. Achava que minha autoexpressão era insatisfatória e pouco apresentável ao público, ficava menos confiante ainda com minha forma de falar. Ficava muito deprimida e pensava, “Estamos todos cumprindo deveres de rega, como a diferença entre nós pode ser tão grande? Nunca falo nada; eles não vão pensar que não sei comunicar e que sou uma verdadeira decepção?” Eu estava um pouco negativa, e até pensava, “Quando foi arranjado que eu desempenharia os deveres de rega, isso não foi um erro? Para cumprir esse dever, é preciso comunicar a verdade e se expressar bem. Sou tão ineloquente que tenho medo de não conseguir cumprir esse dever”. Mas na época eu pensava que Deus é quem determina qual dever alguém cumpre e em qual estágio, e eu não queria ser indigna de Sua atenção. Mas eu teria que falar muitas vezes diante de muitas pessoas no futuro; o que deveria fazer? Naquela época, todos os dias eu vivia sofrendo, e não conseguia escapar desse estado de espírito.

Um dia, falei com uma irmã sobre meu estado, e ela me fez ler uma passagem das palavras de Deus: “Se você costuma ter um senso de acusação em sua vida, se seu coração não consegue encontrar descanso, se você está sem paz nem alegria e, muitas vezes, é acometido de preocupação e ansiedade sobre todos os tipos de coisas, o que isso demonstra? Apenas que você não pratica a verdade, não permanece firme em seu testemunho de Deus. Quando vive em meio ao caráter de Satanás, você fica propenso a falhar frequentemente na prática da verdade, a dar as costas para a verdade, a ser egoísta e vil; você só defende sua imagem, seu nome e status, e seus interesses. Sempre viver para si mesmo lhe traz grande dor. Você tem tantos desejos egoístas, complicações, grilhões, receios e vexames que não tem nem um pouco de paz, nem de alegria. Viver em prol da carne corrupta significa sofrer excessivamente. Aqueles que buscam a verdade são diferentes. Quanto mais eles entendem a verdade, mais livres e libertados se tornam; quanto mais eles praticam a verdade, mais paz e alegria têm. Quando obtiverem a verdade, eles viverão completamente na luz, desfrutarão das bênçãos de Deus e não sentirão nem um pouco de dor(A Palavra, vol. 3: As declarações de Cristo dos últimos dias, “A entrada na vida começa com o desempenho do dever”). As palavras de Deus expuseram o meu verdadeiro estado, e entendi por que eu estava sofrendo tanto durante aquele tempo. Era porque eu estava sempre vivendo em um estado de vaidade e orgulho e não praticava a verdade. Não importava se eu estivesse me reunindo com os recém-convertidos ou me comunicando com os regadores, eu não me atrevia a me expressar verdadeiramente, e sempre tinha medo de que os outros me desprezassem se eu comunicasse mal. Pensava muito e me preocupava com a minha própria vaidade e orgulho, e só pensava no meu orgulho e nos meus interesses. Eu só sentia uma angústia insuportável porque passava o dia inteiro vivendo dentro do meu caráter corrupto. Ao ler as palavras de Deus, ganhei algum entendimento do meu problema.

Alguns dias depois, a pessoa responsável disse que, dali em diante, nós nos revezaríamos para liderar a comunicação entre os regadores. Ao ouvir essas palavras, não pude deixar de ficar nervosa novamente, e pensei: “Agora, estou diante dos irmãos e irmãs que cumprem o mesmo dever que eu. Eles são onze no total. Minha comunhão das verdades relativas à visão já não é tão boa quanto a deles, e agora vou até ficar responsável pelas reuniões. Com a minha incapacidade de me expressar, se eu ficar nervosa na hora de comunicar, balbuciar e gaguejar, e meu pensamento não for claro, o que todos vão pensar de mim?” Pouco depois, era o dia de uma reunião e a pessoa responsável telefonou-me e pediu que eu participasse. Embora eu não estivesse liderando a reunião, por dentro eu ainda lutava. Tinha medo de que, se eu fosse lá e me pedissem para fazer a comunhão, eu não conseguiria dizer nada, e que isso seria a maior humilhação. Não tive coragem de participar. Por vários dias depois disso, senti como se tivesse uma pedra presa em meu coração e não conseguia respirar. Apesar de ter evitado aquele dia, será que conseguiria continuar evitando para sempre? Pensei que talvez não fosse realmente adequada para as tarefas de rega, mas quando pensava em desistir, eu me censurava e sentia que estava em dívida com Deus. Foi só quando li essas palavras de Deus que meu estado reverteu. As palavras de Deus dizem: “Algumas pessoas são introvertidas desde a infância, não gostam de falar e têm dificuldade para se socializar. Mesmo quando adultas, na faixa dos trinta ou quarenta anos, ainda não conseguem superar essa personalidade: não são adeptas do discurso ou da conversa, nem são boas na interação. Depois que se tornam líderes, esse traço de personalidade torna-se certa limitação e um obstáculo em seu trabalho, causando-lhes muitas vezes angústia e frustração, fazendo com que se sintam constrangidas. A introversão e a relutância em falar são manifestações da humanidade normal. Por serem manifestações da humanidade normal, são consideradas transgressões a Deus? Não, não são transgressões, e Deus as tratará corretamente. Independentemente dos seus problemas, deficiências ou falhas, nada disso é problema aos olhos de Deus. Deus observa como você pratica a verdade, busca a verdade, age de acordo com as verdades princípios e segue o caminho de Deus sob suas condições humanas normais existentes – é isso que Deus observa. Portanto, não deixe que as condições básicas, como calibre humano normal, habilidades, instintos, personalidade, hábitos, padrões de vida etc. restrinjam você. Evidentemente, também não invista sua energia e tempo na tentativa de superar essas condições básicas, nem tente mudá-las. […] Qualquer que tenha sido sua personalidade original, ela continua sendo sua personalidade. Não tente mudá-la com o objetivo de alcançar a salvação; essa é uma ideia humana falaciosa – sua personalidade é um fato objetivo que você não pode mudar. Em termos objetivos, o resultado que Deus quer alcançar em Sua obra não tem nada a ver com a sua personalidade. O fato de você poder alcançar a salvação também não está relacionado à sua personalidade. Além disso, o fato de você ser uma pessoa que pratica a verdade e tem a verdade realidade não tem nada a ver com sua personalidade. Portanto, não tente mudar sua personalidade porque está cumprindo certos deveres ou está encarregado de certas tarefas – essa é uma ideia equivocada. O que, então, você deve fazer? Independentemente de sua personalidade ou condições inerentes, você deve aderir e praticar as verdades princípios. Em última análise, Deus não avalia se você segue o caminho Dele ou se pode alcançar a salvação com base em sua personalidade. Deus não considera o calibre, as habilidades, os talentos, os dons ou as aptidões inerentes que você possui e também não avalia o quanto você restringiu seus instintos e necessidades físicas. Em vez disso, Deus observa se, ao seguir a Deus e cumprir seus deveres, você está praticando Suas palavras, se você tem a intenção e a aspiração de buscar a verdade e, por fim, se você conseguiu praticar a verdade e seguir o caminho de Deus. É isso que Deus observa. Você entende isso? (Sim, eu entendo.)” (A Palavra, vol. 6: Sobre a busca da verdade II, “Como buscar a verdade (3)”). Ao ler as palavras de Deus, fiquei muito emocionada e me senti um pouco aliviada. Entendi que Deus não queria mudar os instintos e as personalidades das pessoas, mas sim seus caracteres corruptos. Os defeitos de personalidade são manifestações da humanidade normal que Deus não condena. Sempre tive uma certa opinião; eu achava que era introvertida, que não sabia me expressar, e não era adequada para os deveres de rega. Sempre que encontrava pessoas extrovertidas que se expressavam bem, tinha a sensação de estar sendo constrangida, e sempre tinha medo do que as pessoas iriam pensar de mim se me expressasse mal. Sentia-me inferior e era tímida, sentindo-me ainda mais incapaz de cumprir esse dever. Acontece que essa era uma visão paranoica da minha parte. O fato de ser introvertida e de não me expressar bem não afetava o desempenho do meu dever. Pensando em quando desempenhei outras tarefas no passado, naquela época, eu tinha tentado diligentemente ponderar as palavras de Deus e, ao cumprir diligentemente meu dever, eu conseguia alcançar alguns resultados. Ao me reunir e comunicar, também ganhei algum esclarecimento e iluminação. Mesmo que eu não conseguisse me expressar tão bem quanto os outros, não significava que eu não conseguia expressar nada com clareza. Na verdade, o que Deus tinha me dado era suficiente. O principal motivo era que eu tinha sido constrangida pela vaidade e pelo orgulho, e temia que, se não comunicasse bem, faria papel de boba. Também sempre usava minha introversão e o fato de não falar bem como desculpa, e não pensava em como eu deveria resolver essas dificuldades no meu dever, e muito menos refletia sobre o meu caráter corrupto. Eu vivia dentro da minha vaidade e orgulho, incapaz de escapar. As palavras de Deus me fizeram entender que a minha maneira de resolver os problemas estava errada, e que eu não deveria me sentir sempre inferior e negativa por ser introvertida e não saber me expressar, porque a personalidade de alguém é determinada por Deus e não pode ser mudada, e isso não é um caráter corrupto. Tudo o que eu podia fazer era buscar a verdade, resolver meu caráter corrupto, e não mais ser constrangida pela vaidade e pelo orgulho. Dessa forma, eu ficaria relaxada e livre. Mais tarde, pratiquei de acordo com as palavras de Deus, e reconheci e enfrentei meus defeitos de personalidade. Nas áreas em que eu estava apta para a tarefa, fazia o meu melhor para agir, e naquelas em que não estava apta, trabalhava com as irmãs de quem era parceira e aprendia com elas para compensar meus pontos fracos. Deixei de me sentir inferior e triste por ser introvertida e não falar bem.

Mais tarde, quando falei sobre o meu estado com uma irmã, ela me fez ler uma passagem das palavras de Deus. Deus Todo-Poderoso diz: “O apreço que os anticristos têm por reputação e status vai além do das pessoas normais, e é algo de dentro de seu caráter e essência; não é um interesse temporário nem o efeito transitório de seu ambiente — é algo de dentro de sua vida, de seus ossos, e é, portanto, sua essência. Isso quer dizer que, em tudo que os anticristos fazem, sua primeira preocupação é com reputação e status, nada mais. Para os anticristos, reputação e status são sua vida e seu objetivo vitalício. Em tudo que faz, sua primeira consideração é: ‘O que acontecerá com meu status? E com a minha reputação? Fazer isso me dará uma boa reputação? Elevará meu status na mente das pessoas?’. Essa é a primeira coisa em que ele pensa, e é prova suficiente de que ele tem o caráter e a essência de um anticristo; se não fosse assim, ele não consideraria esses problemas. Pode-se dizer que, para os anticristos, reputação e status não são uma exigência adicional, muito menos algo extrínseco do qual eles podem abrir mão. São parte da natureza dos anticristos, estão em seus ossos, em seu sangue, são inatos para eles. Os anticristos não são indiferentes a se possuem reputação e status; essa não é sua atitude. Qual, então, é sua atitude? Reputação e status estão intimamente conectados a seu dia a dia, a seu estado diário, ao que aspiram diariamente. E assim, para os anticristos, status e reputação são sua vida. Não importa como vivam, não importa o ambiente em que vivam, não importa o trabalho que façam, não importa ao que aspirem, quais sejam seus objetivos, qual seja a direção de sua vida, tudo gira em torno de ter boa reputação e status elevado. E esse objetivo não muda; eles nunca conseguem deixar essas coisas de lado. Essa é a face verdadeira dos anticristos e sua essência(A Palavra, vol. 4: Expondo os anticristos, “Item Nove: parte 3”). Deus expôs que o que mais interessa aos anticristos é a sua reputação e o seu status. Para eles, a reputação e o status são ainda mais importantes do que a própria vida deles. Pensando bem, eu também tinha esse tipo de estado. Na realidade, quando me reunia com os recém-convertidos, tudo que eu tinha que fazer era ponderar atentamente as palavras de Deus e comunicar as partes que eu era capaz de entender. No entanto, eu não fazia isso. Quando via os recém-convertidos, eu não me concentrava em ponderar as palavras de Deus ou em como resolver os problemas dos recém-convertidos, mas sim em como comunicar de forma a deixar uma boa imagem de mim mesma no coração deles. Quando pensava no que os outros pensariam de mim se eu me expressasse e comunicasse mal, meu coração ficava apertado e não me atrevia a ir à comunhão. Era assim também quando me reunia e comunicava com os regadores. Quando via que todos eles se expressavam melhor do que eu, não pensava em aprender com eles e comunicar com eles para compensar as minhas fraquezas, mas pensava no que eles pensariam de mim quando eu me expressasse e comunicasse mal. Quando não dizia nada, também me preocupava com o que eles pensariam de mim. Como os grilhões da vaidade e do orgulho me constrangiam até certo ponto, eu não buscava a verdade rapidamente para resolver os problemas, em vez disso, temia que os outros percebessem como eu era. Preferia não cumprir esse dever a ser chamada de inútil. Assim, pelo menos, podia preservar o que me restava de dignidade. Vi que não importava se eu falasse ou ficasse em silêncio, e não importava com qual grupo de pessoas eu estivesse, onde quer que eu estivesse, eu só estava considerando minha própria vaidade e orgulho. A angústia, a negatividade e a inferioridade que senti hoje, foi tudo por causa da minha vaidade e orgulho. Tudo por causa de minha incapacidade de encarar as pessoas, e eu até quis desistir do meu dever porque não conseguia satisfazer meu orgulho. Pensei em como, quando eu era jovem, meus pais sempre me diziam que “as aparências não têm preço”. Sendo influenciada por esse tipo de veneno satânico, não importava com quem eu estava interagindo, eu queria sempre causar-lhes uma boa impressão, e se eu não conseguisse fazer com que eles me valorizassem, pelo menos não poderia deixar que me desprezassem. Era assim, quer eu estivesse com pessoas da escola, do trabalho ou do cumprimento do dever, e quando não conseguia satisfazer minha necessidade de reputação e status, era como se eu tivesse perdido minha vida. Vi que o que eu tinha revelado era o caráter dos anticristos. Ao reconhecer isso, também entendi que havia a consideração de Deus por trás de Sua determinação desse tipo de personalidade para mim. Eu li estas palavras de Deus: “Depois de serem corrompidas por Satanás, as pessoas possuem o caráter corrupto de Satanás como a essência de sua vida; isto é, elas vivem de acordo com seu caráter corrupto e suas vidas são governadas por esse caráter corrupto. Portanto, quando alguém possui um caráter corrupto e o combina com alto calibre, calibre extraordinário e habilidades gerais completas, perfeitas e maravilhosas, isso apenas amplifica seu caráter corrupto e leva à escalada desenfreada desse caráter corrupto, tornando-o incontrolável. Como resultado, elas se tornam mais arrogantes, intransigentes, enganosas e perversas. A dificuldade de aceitarem a verdade aumenta, e não há como resolver seu caráter corrupto(A Palavra, vol. 6: Sobre a busca da verdade II, “Como buscar a verdade (7)”). Ao ler as palavras de Deus, compreendi que se eu fosse articulada, muito boa em me expressar, e capaz de controlar facilmente todo o tipo de situações, sendo o centro das atenções e estimada pelos outros, então ficaria certamente satisfeita comigo mesma e delirante de alegria. Pelo fato de eu não ser hábil em me expressar, consigo depender de Deus e olhar para Ele nas dificuldades, e ver as minhas fraquezas e incompetências, minha insignificância e falta de eloquência, e, por isso, não me atrevo a ser tão arrogante. Eu estava muito obcecada por reputação e status, mas não era articulada e me expressava mal. Tinha defeitos tão grandes, mas me preocupava muito com o que os outros pensavam de mim. Se eu falasse bem, só me tornaria cada vez mais arrogante, e me acharia melhor do que todo mundo, como Satanás. Deus me protegeu imensamente ao não me dar a habilidade de falar bem!

Mais tarde, li mais das palavras de Deus: “Buscar a verdade é a questão mais importante, não importa de que perspectiva você a veja. Você pode evitar as falhas e os defeitos da humanidade, mas nunca poderá se esquivar da senda da busca da verdade. Independentemente de quão perfeita ou nobre sua humanidade possa ser, ou de você ter menos falhas e defeitos e possuir mais pontos fortes do que outras pessoas, isso não significa que você entende a verdade, nem pode substituir sua busca pela verdade. Pelo contrário, se você buscar a verdade, entender muito da verdade e tiver um entendimento adequadamente profundo e prático dela, isso compensará muitas deficiências e problemas em sua humanidade(A Palavra, vol. 6: Sobre a busca da verdade II, “Como buscar a verdade (3)”). “Se tudo em que você pensa durante as horas disponíveis de cada dia tiver a ver com como resolver seu caráter corrupto, como praticar a verdade e como entender as verdades princípios, você aprenderá a usar a verdade para resolver seus problemas de acordo com as palavras de Deus. Assim, você ganhará a capacidade de viver independentemente, você terá entrada na vida, você não enfrentará dificuldades maiores ao seguir a Deus, e, aos poucos, você entrará na verdade realidade. Se, em seu coração, você ainda está fixado em prestígio e status, se ainda se preocupa com se exibir e fazer com que os outros o admirem, você não é alguém que busca a verdade, e você está trilhando a senda errada. O que você busca não é a verdade, nem é a vida, mas as coisas que você ama: reputação, lucro e status — nesse caso, nada que você faça se relacionará à verdade, é tudo maldade e prestar serviço. Se, em seu coração, você amar a verdade e sempre se esforçar pela verdade, se você buscar mudança de caráter, se for capaz de alcançar obediência verdadeira a Deus, e se puder temer a Deus e evitar o mal, e se você for comedido em tudo que fizer, e for capaz de aceitar o escrutínio de Deus, seu estado continuará melhorando, e você será alguém que vive diante de Deus(A Palavra, vol. 3: As declarações de Cristo dos últimos dias, “Bom comportamento não significa que o caráter de alguém mudou”). Lendo as palavras de Deus, entendi que aqueles que não buscam a verdade, não importam quão bem eles se expressem, quão grande seja sua personalidade, quão bem eles falem, ou quantas pessoas os apreciem, eles não serão aprovados por Deus. Deus não olha para as deficiências das pessoas, mas, sim, se elas conseguem buscar a verdade, submeter-se a Ele e temê-Lo. Em meu desempenho do dever de regar os recém-convertidos, a intenção de Deus era que eu buscasse a verdade enquanto cumpria meu dever, que eu cumprisse minha responsabilidade independentemente de estar diante dos recém-convertidos ou dos regadores, e, ao mesmo tempo, que eu buscasse como deveria resolver as dificuldades e problemas dos recém-convertidos para que eles estabelecessem uma base no caminho verdadeiro e cumprissem o quanto antes seus deveres como seres criados. Mas quando eu estava diante dos recém-convertidos e dos regadores, o que eu pensava todos os dias era na minha própria vaidade e status. Isso era o oposto da senda que Deus fala que as pessoas que buscam e amam a verdade trilham. Assim, eu só me afastaria cada vez mais das exigências de Deus, e Ele acabaria me expulsando. Desde então, de acordo com o que as palavras de Deus diziam, comecei a me treinar conscientemente para colocar o coração no dever e em resolver meu próprio caráter corrupto, concentrando-me em buscar as verdades princípios e cumprir bem o meu dever. Depois disso, quando nos revezávamos no comando das reuniões, eu não escolhia mais me esquivar. Sabia que, ao liderar as reuniões, podia treinar e melhorar minha autoexpressão, compensar o que me faltava, e cumprir bem o meu dever, e então pedi a Deus que me desse fé e força. Não me concentraria no que os outros pensavam de mim; para mim, seria suficiente dar rédeas soltas ao que Deus me deu originalmente e ao que eu mesma posso alcançar. Quando chegou a minha vez de comunicar, comuniquei calmamente o que eu entendia, e também expressei algumas coisas para as quais não tinha me preparado; já não estava limitada pelo meu orgulho.

Ao experimentar isso, eu sabia que não era a falta de eloquência que me deixava deprimida e angustiada, mas sim minha busca por reputação e status. Não conseguir articular e se expressar mal são um defeito da humanidade, mas não uma doença mortal. Colocar o coração na busca da verdade e procurar as verdades princípios ao se deparar com problemas ou dificuldades no desempenho do dever; isso é o mais importante.

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