A importância da atitude correta em seu dever

01 de Agosto de 2022

Por Ella, Filipinas

Em outubro de 2020, aceitei a obra de Deus Todo-Poderoso nos últimos dias. Comecei a participar das reuniões e a comungar meu entendimento da palavra de Deus, e dois meses depois, eu me tornei líder de um grupo de reuniões. Lembro-me de que, na primeira vez como anfitriã de uma reunião, eu estava animada e nervosa. Estava animada por cumprir meu dever na casa de Deus, mas temia que, se não fosse uma anfitriã boa, meus irmãos me menosprezariam. Achava que minha líder era uma anfitriã muito boa e que, se eu fizesse do jeito dela, eu seria uma anfitriã boa, e então minha líder me elogiaria e meus irmãos me admirariam. Assim, liderei a reunião imitando o método da minha líder. Quando fazia perguntas aos meus irmãos, eles conseguiam interagir comigo, e quando compartilhava meu entendimento, eles diziam “Amém” e concordavam. Depois da reunião, minha líder se mostrou surpresa e disse que eu era muito boa nisso. Fiquei feliz e orgulhosa quando ouvi o elogio da líder. Não demorou, e fui promovida a diaconisa de rega. Fiquei entusiasmada e pensei que a líder deveria achar que eu tinha calibre bom para me dar esse dever. No início, eu não soube como cumprir o dever, mas não quis decepcionar meus irmãos. Assim, em cada reunião, eu tentava encontrar os elementos centrais discutidos pela palavra de Deus. Assim, minha comunhão seria clara e abarcaria os pontos-chave, os outros pensariam que eu entendia bem a palavra de Deus e me admirariam. Mas depois, quando ouvi a comunhão dos outros, percebi que minha comunhão não era tão clara quanto a deles. Fiquei preocupada e pensei: “Agora os recém-convertidos não pensarão que comungo bem e sua atenção se voltará para os outros irmãos”. Temi que os recém-convertidos não me admirariam, por isso quebrei a cabeça para encontrar jeitos de comungar melhor. Mas não consegui me acalmar para contemplar a palavra de Deus. Quanto mais desejava comungar bem, pior minha comunhão se tornava. Temia: “O que meus irmãos pensarão de mim? Minha líder ficará decepcionada comigo? Por que minha comunhão não é tão clara quanto a dos outros? Por que eles comungam tão bem, por que eu não consigo?”. Na época, fiquei muito frustrada e quis trabalhar mais do que eles e ultrapassá-los.

Alguns meses depois, devido às necessidades do trabalho, fui enviada para pregar o evangelho. Quando cheguei no grupo, perguntei quem era o líder do grupo e o líder da igreja. Pensei que, contanto que me esforçasse, eu poderia ganhar a aprovação do líder da igreja e me tornar líder de grupo. Assim, mais irmãos me admirariam. Em minha pregação, eu orava e confiava em Deus quando havia coisas que eu não entendia. Depois de um tempo, obtive alguns resultados bons e isso me deixou muito feliz. Ao mesmo tempo, porém, também me senti culpada, pois sabia que tinha a atitude errada. Eu só queria ser admirada pelos outros, não cumprir bem o meu dever, mas Deus observa nosso coração e Ele certamente odiava minha busca. Vim para diante de Deus e orei, pedindo que Deus me guiasse a renunciar às minhas intenções erradas. Depois de orar, eu me senti um pouco melhor. No entanto, eu ainda buscava a admiração dos outros com frequência. Quando via os outros cumprirem bem os seus deveres, eu queria superá-los. Eu sabia que era errado pensar assim, mas não conseguia evitar. Não conseguia me acalmar para cumprir o meu dever. Meu estado foi piorando, e eu me tornei ineficiente em meu dever. Mais tarde, orei a Deus, pedindo que Ele me ajudasse e me guiasse a renunciar a essa intenção errada. Um dia vi uma passagem da palavra de Deus num vídeo testemunhal que me deu um pouco de autoconhecimento. Deus Todo-Poderoso diz: “Os anticristos sempre cumprem seu dever relutantemente a fim de obter bênçãos. Também investigam se serão capazes de se exibir e de ser admirados por meio do cumprimento de um dever, e se o Alto ou Deus saberão se eles cumprem esse dever. Tudo isso são coisas que eles consideram quando cumprem um dever. A primeira coisa que querem determinar é quais benefícios eles podem obter cumprindo um dever e se eles podem ser abençoados. Essa é a coisa mais importante para eles. Eles nunca pensam em como considerar a vontade de Deus e retribuir o amor de Deus, como pregar o evangelho e testificar de Deus para que as pessoas ganhem a felicidade e a salvação de Deus. Também nunca buscam entender a verdade, resolver seus caracteres corruptos e viver uma semelhança humana. Nunca consideram essas coisas. Eles só pensam em se podem ser abençoados e ganhar benefícios, em como se estabelecer na igreja e na multidão, em como ganhar status, em como fazer com que as pessoas os admirem e em como se destacar e se tornar o melhor. Eles não estão dispostos a ser seguidores comuns. Sempre querem ser o primeiro na igreja, ter a última palavra, tornar-se o líder e fazer com que todos os ouçam. Somente então podem ficar satisfeitos. Vocês podem ver que o coração dos anticristos está cheio dessas coisas. Eles se despendem genuinamente por Deus? Eles cumprem seus deveres genuinamente como seres criados? (Não.) O que, então, eles querem fazer? (Deter poder.) Isso é correto. Eles dizem: ‘No que diz respeito a mim, no mundo secular, quero me sobressair a todos os outros. Devo ser o primeiro em qualquer grupo. Eu me recuso a ser o segundo e jamais serei um seguidor. Quero ser líder e ter a última palavra em qualquer grupo de pessoas em que eu esteja. Se eu não tiver a última palavra, encontrarei um jeito de convencer todos vocês, de fazer com que todos vocês me admirem e com que me escolham como o líder. Assim que eu tiver status, eu terei a última palavra, todos me ouvirão, terão que fazer as coisas do meu jeito e deverão ficar sob o meu controle’. Não importa que dever os anticristos cumpram, eles tentarão colocar-se em posição de sênior e assumir o comando. Eles nunca poderiam tranquilamente ser seguidores comuns. E o que é que mais os excita? É estar na frente das pessoas dando ordens e repreendendo pessoas, obrigando-as a fazer o que eles dizem. Eles nunca pensam em como cumprir devidamente o seu dever — muito menos procuram, enquanto cumprem o seu dever, os princípios da verdade a fim de praticar a verdade e satisfazer a Deus. Em vez disso, quebram a cabeça à procura de formas de se distinguir, de fazer com que os líderes os estimem e os promovam, para que eles mesmos possam tornar-se líderes ou obreiros e possam liderar outras pessoas. É nisso que eles pensam e o que esperam o dia inteiro. Os anticristos não estão dispostos a ser liderados pelos outros, nem estão dispostos a ser seguidores comuns, muito menos a cumprir calmamente os seus deveres sem alarde. Quaisquer que sejam os seus deveres, se eles não puderem ocupar o centro do palco, se não puderem estar acima dos outros e do líder, eles não encontram propósito no cumprimento dos seus deveres e se tornam negativos e começam a ficar desleixados. Sem os elogios ou a admiração dos outros, o dever se torna ainda menos interessante para eles, e eles têm um desejo ainda menor de cumprir seus deveres. Mas se puderem ocupar o centro do palco no cumprimento dos seus deveres e ter a última palavra, eles se sentem fortificados e enfrentarão qualquer dificuldade. Eles sempre têm motivos pessoais no cumprimento dos seus deveres, e sempre querem estar acima dos outros, como meio de satisfazer a necessidade de superar os outros e satisfazer os seus desejos e ambições(A Palavra, vol. 4: Expondo os anticristos, “Eles só cumprem seu dever para se distinguir e alimentar seus próprios interesses e ambições; eles nunca levam em consideração os interesses da casa de Deus e até traem esses interesses em troca de glória pessoal (parte 7)”).

Depois de ler a palavra de Deus, fiquei com muito medo. Imediatamente, pensei em tudo que tinha feito. Era como se todos os meus pensamentos e ações tivessem sido trazidos à luz. A palavra de Deus revelou que, num dever, os anticristos nunca pensam em como buscar a verdade nem em como cumprir bem seu dever. Em vez disso, buscam posições altas em que podem liderar os outros. Nunca querem ver outros acima deles e eles trilham a senda de resistir a Deus. Lembrei-me de todas as minhas manifestações que eram iguais às dos anticristos: assim que comecei em meu dever, eu quis ser admirada e elogiada por todos, por isso imitei minha líder ao liderar reuniões. Depois de me tornar diaconisa de rega, contemplei a palavra de Deus para cada reunião, esperando transmitir os pontos-chave em minha comunhão para que todos dissessem que minha comunhão era boa e oferecia luz. No grupo evangelístico, não pensei em como cumprir meu dever para satisfazer a Deus. Em vez disso, perguntei quem eram o líder de grupo e o líder da igreja, esperando ser escolhida como líder de grupo por causa de meus esforços. Tentei de tudo para me expressar na frente dos meus irmãos e comparei minha eficácia em meu dever com eles. Quando vi outros cumprindo bem o seu dever, fiquei com inveja e incomodada e quis superá-los e ser a melhor. Por trás de tudo que fazia, só estavam status, reputação e a tentativa de satisfazer minha natureza competitiva. Como essa busca poderia não ser odiada por Deus? Um dever é uma comissão de Deus e é a nossa obrigação e responsabilidade, mas eu o tratei como minha carreira pessoal. Usei meu dever para buscar status e alcançar meu objetivo de ser admirada pelos outros. Como abrigar essas intenções em meu dever poderia estar alinhado com a vontade de Deus? Eu me odiei por ser tão corrupta. Eu não queria mais viver assim. Queria mudar.

Alguns dias depois, fui transferida para outro grupo evangelístico. Quando cheguei, eu só quis me concentrar no trabalho evangelístico e cumprir minhas responsabilidades. Percebi que os irmãos cumpriam seus deveres muito bem. Quando pregavam o evangelho, eles comunicavam a verdade da obra de Deus claramente e muitos alvos evangelísticos queriam buscar e investigar. Minha pregação era um tanto ineficaz e minha comunhão da verdade não era clara, e, pela primeira vez, me senti pequena. Aos poucos, deixei de ser tão arrogante. Não ousei mais me achar tanto e não quis buscar a adoração dos outros. No início, achei que tinha alcançado alguma mudança, mas quando vi meus irmãos receberem elogios por cumprirem bem o seu dever, minha corrupção voltou a se revelar. Pensei: “Também quero ser elogiada e admirada pelos meus irmãos”. Depois disso em meu dever, convidei freneticamente os alvos evangelísticos para ouvirem sermões, mas não tentei descobrir se realmente acreditavam em Deus nem se cumpriam as exigências para o evangelismo. Como resultado, convidei alguns incrédulos. Mas, na época, fiquei muito triste: “Cumpri meu dever de modo ineficaz. O que os meus irmãos pensarão de mim? Pensarão que sou pior?”. Naqueles dias, eu estava muito negativa e queria chorar durante as reuniões, mas sempre me lembrava de uma passagem da palavra de Deus. “Vocês não estão cientes de que estou falando sempre sobre as coisas sem medir palavras? Por que vocês continuam a ser obtusos, entorpecidos e estúpidos? Vocês devem se examinar mais, e, se houver alguma coisa que vocês não entendem, vocês devem vir para diante de Mim com mais frequência(A Palavra, vol. 1: A aparição e a obra de Deus, “Declarações de Cristo no princípio, Capítulo 63”). A palavra de Deus me lembrou: “Certo, devo refletir e examinar se eu tenho intenções incorretas em meu dever”. Por meio da reflexão, percebi que meu velho problema tinha retornado: eu quero ganhar a atenção e alta-estima das pessoas ao cumprir o meu dever. Quando percebi isso, fiquei agoniada. Por que meu desejo por status era tão forte, e minha corrupção, tão profunda? Pior ainda, eu era insensível a isso. Eu nem percebi que meu estado estava errado.

Quando discuti meu estado com uma irmã, ela me enviou uma passagem da palavra de Deus. Finalmente ganhei algum entendimento de mim mesma depois de lê-la. As palavras de Deus dizem: “Algumas pessoas particularmente idolatram Paulo. Elas gostam de sair, dar palestras e trabalhar, gostam de participar de reuniões e pregar e gostam quando as pessoas as ouvem, as veneram e giram em torno delas. Elas gostam de ter status na mente dos outros e apreciam quando os outros valorizam a imagem que apresentam. Vamos analisar sua natureza a partir desses comportamentos: qual é a natureza delas? Se elas realmente se comportam assim, então é o suficiente para mostrar que são arrogantes e convencidas. Elas não adoram a Deus nem um pouco; elas buscam um status mais elevado e desejam ter autoridade sobre os outros, possuí-los e ter status na mente deles. Essa é a imagem clássica de Satanás. Os aspectos de sua natureza que se sobressaem são a arrogância e a presunção, uma relutância em adorar a Deus e um desejo de ser adorado pelos outros. Tais comportamentos podem lhe dar uma visão muito clara da natureza delas(A Palavra, vol. 3: As declarações de Cristo dos últimos dias, “Como conhecer a natureza do homem”). Depois de ler a palavra de Deus, comecei a refletir sobre mim mesma. Deus diz que Paulo fez com que as pessoas o adorassem e girassem em torno dele, que ele gostava de ter status no coração dos outros e que os outros se concentrassem na imagem dele. Eu também queria que meus irmãos me admirassem e adorassem. Nas reuniões, eu queria comungar melhor do que os outros. Em meu dever, quando via que os outros trabalhavam melhor do que eu, emergia a minha natureza competitiva. Eu queria ser melhor do que eles e superar meus irmãos. Tudo que eu dizia era cheio de ambição e desejo, e meu caráter era arrogante demais. Minhas intenções e comportamentos eram iguais aos de Paulo. A natureza de Paulo era orgulhosa e arrogante. Ele não adorava a Deus, ele se exibia e sempre testificava de si mesmo, buscava a admiração e adoração dos outros e queria ter um lugar no coração das pessoas. Eu era igual. Não importava o dever que cumprisse, tudo que eu fazia era por status e fama, não para cumprir meu dever para satisfazer a Deus. Buscar como eu era resistir a Deus e era condenado por Deus. A busca por status não é só para ganhar status ou um título. O propósito é ter um lugar no coração das pessoas, fazer com que os outros o adorem e substituir Deus no coração dos outros. É como diz a palavra de Deus: “Essa é a imagem clássica de Satanás”. É muito assustador! Também me lembrei de que, a fim de buscar status e ser altamente estimado por outros, eu buscava o sucesso rápido no meu dever e pregava o evangelho sem princípios, o que trouxe alguns incrédulos para o grupo e desperdiçou o tempo e a energia dos obreiros evangelísticos. Se essas pessoas tivessem entrado na igreja, eles poderiam ter interrompido o trabalho da igreja, o que teria sido muito pior. A essência desse problema era séria! Se não me arrependesse e mudasse, Deus me detestaria, por isso não quis mais buscar status nem a alta estima dos outros.

Nas reuniões seguintes, ouvi com cuidado a comunhão dos meus irmãos e vi que todos se esforçavam para cumprir bem o seu dever. Havia uma irmã cuja experiência me comoveu. Ela comungou como ela confiou em Deus para superar dificuldades em seus deveres e como ela fazia o trabalho de espalhar o evangelho. Depois de ouvir isso, eu me perguntei: “Eu trato meu dever com seriedade? Estou praticando de acordo com a palavra de Deus? Todos os outros têm experiência prática e o testemunho de praticar a verdade em ambientes diferentes. Por que eu não tenho isso? Por que minha intenção não é cumprir bem o meu dever?”. Me senti muito culpada. Deus me deu a chance de cumprir um dever, mas eu não o levava a sério nem o cumpria bem. Em vez de trabalhar corretamente, eu buscava a admiração dos outros. Eu não merecia a exaltação e graça de Deus. Naquela época, eu refleti seriamente sobre mim mesma e também me lembrei da experiência de Pedro. Pedro nunca se exibia nem buscava ser admirado por outros. Ele se concentrava em buscar a verdade em tudo, refletindo sobre sua própria corrupção e mudando seu caráter de vida. Ele trilhava a senda bem-sucedida de crer em Deus. Eu também queria buscar mudança de caráter, então orei a Deus com frequência, pedindo que Ele me guiasse a conhecer a mim mesma. Sempre que queria ser admirada pelos outros no meu dever, eu renunciava às minhas intenções erradas, pois queria escapar do meu caráter corrupto e cumprir bem o meu dever.

Um dia, li uma passagem das palavras de Deus e encontrei uma senda de prática. As palavras de Deus dizem: “Se Deus o fez tolo, há significado em sua tolice; se Ele o fez inteligente, há significado em sua inteligência. Qualquer que seja a especialidade que Deus lhe dá, quaisquer que sejam seus pontos fortes, e não importa quão alto seja seu QI, tudo isso tem um propósito para Deus. Todas essas coisas foram preordenadas por Deus. O papel que você exerce na sua vida e o dever que você cumpre foram ordenados por Deus há muito tempo. Algumas pessoas veem que outros possuem uma destreza que elas não têm e ficam descontentes. Querem mudar as coisas aprendendo mais, vendo mais e sendo mais diligentes. Mas existe um limite para o que sua diligência pode alcançar, e elas não conseguem superá-los com dons e perícia. Não importa quanto você lute, é inútil. Deus ordenou o que você será, e não há nada que qualquer um possa fazer para mudar isso. Não importa em que você seja bom, é nisso que você deve se esforçar. Qualquer que seja o dever para o qual você é apto, esse é o dever que você deve cumprir. Não tente inserir-se à força em áreas fora do seu conjunto de habilidades e não inveje os outros. Todo mundo tem a sua função. Não pense que você consegue fazer tudo bem nem que você é mais perfeito do que os outros, sempre querendo substituir os outros e se exibir. Isso é um caráter corrupto. Há aqueles que acham que não conseguem fazer nada bem e que não têm habilidade alguma. Se esse for o caso, você deve simplesmente ser uma pessoa que ouve e obedece com os pés no chão. Faça o que pode e faça-o bem, com toda a sua força. Isso basta. Deus ficará satisfeito(A Palavra, vol. 3: As declarações de Cristo dos últimos dias, “Os princípios que devem guiar a conduta da pessoa”). As palavras de Deus me comoveram. Entendi que eu estava tão exausta e passava por tanto tormento porque não investia minha energia em cumprir o meu dever. Em vez disso, eu a usava para buscar status e reputação. Se o calibre de alguém é alto ou baixo, seus talentos, dons e habilidades, tudo é preordenado por Deus. Deus só quer que as pessoas façam o que podem dentro de suas habilidades. Ele não exige que nos destaquemos da multidão e sejamos superiores aos outros. Antes mesmo de nascer, Deus tinha arranjado tudo para mim. Deus preordenou meus talentos, calibre, dons, os deveres para os quais era apta e tudo mais. Eu devia me submeter à soberania e aos arranjos de Deus, ficar em meu lugar, fazer o meu melhor com os pés no chão e cumprir bem o meu dever. Depois de pensar bem, percebi que eu não tenho habilidades especiais, mas que só devo fazer o que diz a palavra de Deus: “Se esse for o caso, você deve simplesmente ser uma pessoa que ouve e obedece com os pés no chão. Faça o que pode e faça-o bem, com toda a sua força. Isso basta. Deus ficará satisfeito”. Agora, eu estava pronta para praticar de acordo com a palavra de Deus e desempenhar meu papel.

Uma vez, vi uma irmã cumprindo seu dever com muita eficiência. Fiquei invejosa e um pouco ciumenta. Pensei: “Como ela faz isso?”. Senti novamente o impulso de superá-la, mas percebi que estava expondo minha corrupção, então orei a Deus para renunciar a mim mesma. Depois de orar, pensei: “Todos nós temos papéis diferentes, assim como uma máquina tem partes diferentes, e cada parte tem uma função diferente. Ela tem os pontos fortes dela e alcança bons resultados em seu dever. Isso é bom. Não devo me comparar com ela, devo aprender com ela”. Depois disso, sempre que minha irmã compartilhava sua experiência e práticas em seu dever, eu ouvia com cuidado e fazia anotações. Também busquei a experiência dos outros no trabalho evangelístico. Durante as reuniões, eu também me acalmava e contemplava a palavra de Deus, comungava o que eu entendia da palavra de Deus e não buscava mais a admiração dos outros. Ao praticar assim, descobri que meu desejo por status e reputação diminuía. Eu não sentia mais tanta inveja e me senti muito mais relaxada e à vontade. O fato de eu ter esse conhecimento e prática agora é totalmente o resultado alcançado pela obra de Deus. Graças a Deus!

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