Depois de ser substituída

10 de Outubro de 2020

Deus Todo-Poderoso diz: “Deus opera em cada pessoa, e não importa qual seja Seu método, de que tipo de pessoas, coisas ou problemas Ele faça uso para fazer serviço, ou que tipo de tom Suas palavras tenham, Ele só tem um objetivo final: salvar você. Antes de salvar você, Ele precisa transformá-lo, então como você poderia não sofrer um pouco? Você vai ter que sofrer. Esse sofrimento pode envolver muitas coisas. Às vezes, Deus levanta as pessoas, as questões e as coisas ao seu redor de modo que você possa vir a se conhecer, ou então você pode ser diretamente lidado, podado e exposto. Assim como alguém em uma mesa de cirurgiavocê precisa passar por um pouco de dor para um bom desfecho” (‘A fim de alcançar a verdade, você deve aprender com as pessoas, questões e coisas ao seu redor’ em “Registros das falas de Cristo”). “Ter falhado e caído muitas vezes não é uma coisa ruim; tampouco o é ser exposto. Se você foi tratado, podado ou exposto, você deve sempre se lembrar disto: ser exposto não significa que você está sendo condenado. Ser exposto é algo bom; é a sua melhor oportunidade de conhecer a si mesmo. Isso pode fazer com que a sua experiência de vida mude de marcha. Sem isso, você não possuirá a oportunidade, a condição e nem o contexto para ser capaz de alcançar um entendimento da verdade de sua corrupção. Se você puder vir a conhecer as coisas dentro de você, todos aqueles aspectos escondidos profundamente dentro de você, que são duros de reconhecer e difíceis de desenterrar, então isso será uma coisa boa. Tornar-se capaz de verdadeiramente conhecer a si mesmo é a melhor oportunidade de você corrigir seus rumos e se tornar uma pessoa nova; é a melhor oportunidade de você obter uma vida nova. Quando conhecer a si mesmo de verdade, você será capaz de ver que, quando a verdade se torna sua vida, ela é realmente uma coisa preciosa, e você terá sede da verdade e entrará na realidade. Isso é uma coisa tão maravilhosa! Se você conseguir aproveitar essa oportunidade e refletir honestamente sobre si mesmo e ganhar um conhecimento genuíno de si mesmo sempre que você cair ou falhar, então, em meio à negatividade e fraqueza, você será capaz de se levantar de novo. Uma vez que você tiver ultrapassado esse limiar, você será capaz de tomar um grande passo à frente e entrar na realidade da verdade” (‘A fim de alcançar a verdade, você deve aprender com as pessoas, questões e coisas ao seu redor’ em “Registros das falas de Cristo”). Através das palavras de Deus, posso ver que, não importa como Deus opere em alguém, seja pelo julgamento e refinamento, seja podando ou lidando com ele, seja o substituindo em seu dever, tudo é feito para que ele reflita e conheça a si mesmo para que seu caráter mude.

Quando eu era crente havia apenas alguns meses, a comunhão dada pela irmã Zhao, uma líder, foi bem esclarecedora e boa para solucionar problemas práticos. Eu a admirava muito e pensava: “Vai ser incrível quando eu chegar ao ponto de ser como a irmã Zhao, solucionando os problemas dos irmãos e irmãs por meio da comunhão sobre a verdade!” Por um tempo, sempre que ouvia que alguém tinha sido eleito líder ou diácono eu ficava toda animada, ansiando pelo dia em que estaria no lugar dele. Depois, comecei a comer, beber e ponderar sobre as palavras de Deus, e escrevi um diário devocional. Participei com entusiasmo de todas as obras da igreja.

Dois anos depois, fui eleita líder da igreja. A irmã Liu e eu dividíamos a responsabilidade pelo trabalho da igreja. Sempre que eu via um problema na igreja, ou os irmãos e irmãs encontravam dificuldades em seus deveres, eu procurava a irmã Liu para conversar e buscar a verdade para solucionar o problema. Depois de alguns meses, comecei a ver resultados reais no trabalho da igreja, e meu líder pediu que eu compartilhasse nas reuniões com coobreiros o que eu estava aprendendo. Fiquei muito satisfeita ao ver como o líder me valorizava, e como os irmãos e irmãs me admiravam. Sem perceber, comecei a me exibir nas reuniões. Eu estava sempre comunicando sobre como eu tinha regado e apoiado os irmãos e irmãs, como tinha solucionado os problemas, como tinha sofrido em meu dever, o preço que havia pago e como o trabalho da igreja tinha sido um sucesso, passo a passo. Isso fez com que alguns irmãos e irmãs me admirassem; e quando enfrentavam problemas, eles não se concentravam em orar e buscar a verdade, mas, em vez disso, vinham diretamente a mim. Senti cada vez mais que eu era uma líder nata. Concluí que o sucesso no trabalho da igreja se devia principalmente a meu trabalho árduo, e assim comecei a menosprezar um pouco a irmã Liu e a não dar ouvidos às sugestões dela. A palavra final no trabalho da igreja era sempre minha. Quando vi que a irmã Liu se sentia um pouco restringida por mim, não refleti sobre mim mesma e até me gabei numa reunião: “Apesar de a irmã Liu e eu sermos ambas responsáveis pelo trabalho da igreja, ela tem a tendência de ser negativa e passiva em seu dever. Então, sou eu que tenho de me preocupar com isso e pagar o preço. Estou muito preocupada com a irmã Liu. Se continuar assim, temo que o trabalho da igreja venha a sofrer”. Os irmãos e irmãs disseram que eu era responsável e suportava o fardo em meu dever. Fiquei muito feliz ao ouvir isso, e eu me deliciava com seu apoio e admiração.

Alguns dias mais tarde, uma irmã percebeu meu problema e me advertiu: “Irmã, percebi que recentemente você não tem comunicado muito sobre suas experiências práticas, como o tipo de corrupção ou rebeldia que você revela diante de um problema, como reflete sobre si mesma e se conhece, ou como busca a verdade para resolver as coisas e como você muda no final. Eu raramente ouço você falando sobre essas coisas. Geralmente, você fala sobre como resolve os problemas de outras pessoas e como sofre, o que apenas faz com que as pessoas a admirem e adulem. Você não está na senda correta. Não desperdice tempo, reflita sobre si mesma!” Mas não dei atenção a nada do que ela disse. Pensei: “Toda a minha comunicação é sobre minha experiência pessoal real. Os irmãos e irmãs me aprovam porque posso resolver problemas com a verdade. Como você pode dizer que eles me adulam e que não estou na senda correta? Você disse isso só porque tem inveja de mim, não é?” Naquela época, eu estava embriagada com nome e status, e meu coração estava insensível e duro. Com o tempo me senti cada vez mais sombria, e passei a não compreender nem resolver o estado dos outros ou as dificuldades em seus deveres. Acabei sendo dispensada de meu dever como líder por não ser capaz de realizar um trabalho prático.

Depois de tudo, me senti sem forças e não queria encarar a realidade. Me tornei tão negativa que nem queria ir às reuniões. Tive muita vergonha de encarar os irmãos e irmãs. Antes, era eu quem liderava as reuniões e comunicava com os outros, mas, agora, eu estava do lado que recebia. Fiquei preocupada com a maneira como seria vista. E quanto mais pensava naquilo, mais me sentia aborrecida e angustiada. Não conseguia me concentrar nas reuniões e às vezes eu até cochilava. Eu estava realmente fraca e negativa, e me senti abandonada por Deus. Tive que chorar e me ajoelhar diante de Deus em oração: “Ó Deus! Estou sofrendo muito. Não quero viver esse tipo de situação. Deus, imploro por Sua orientação e salvação. Desejo refletir e conhecer a mim mesma sinceramente”.

Depois de orar, assisti a um vídeo com uma leitura das palavras de Deus. Deus Todo-Poderoso diz: “Em sua busca, vocês têm muitas noções pessoais, esperanças e futuros. A obra atual tem a finalidade de lidar com seu anseio por status e seus desejos extravagantes. As esperanças, o status, e as noções são todas representações clássicas do caráter satânico… Agora vocês são seguidores e ganharam algum entendimento sobre este estágio da obra. Contudo, vocês ainda não deixaram de lado seu desejo de status. Quando seu status é elevado, vocês buscam bem, mas quando é baixo, vocês não buscam mais. As bênçãos de status estão sempre em sua mente. Por que é que a maioria das pessoas não consegue se retirar da negatividade? A resposta não é invariavelmente por causa de prospectos desanimadores?… Quanto mais você buscar dessa forma, menos você colherá. Quanto maior o desejo de status de uma pessoa, mais seriamente ela terá de ser tratada, e mais ela terá de se submeter a grande refinamento. Tais pessoas são inúteis! Elas precisam ser lidadas e julgadas de modo apropriado a fim de abrir mão dessas coisas completamente. Se vocês buscarem esse caminho até o fim, vocês nada colherão. Aqueles que não buscam vida não podem ser transformados e aqueles que não têm sede da verdade não podem ganhar a verdade. Você não se concentra em buscar uma transformação pessoal e entrada, mas se concentra, em vez disso, em desejos e coisas extravagantes que restringem seu amor por Deus e o impedem de chegar perto Dele. Essas coisas podem transformar você? Elas podem trazê-lo para o reino?” (‘Por que você é relutante em ser um contraste?’ em “A Palavra manifesta em carne”).

As palavras de Deus revelaram totalmente meus motivos e ideias sobre buscar status em minha fé. Lembrei-me de quando eu tinha acabado de me converter. Eu realmente admirava os líderes e ansiava pelo dia em que poderia ser uma líder e ser admirada. Quando me tornei líder, fazia meu dever desde a manhã até a noite, feliz por fazê-lo, por mais cansativo que fosse. Quando me sentia valorizada pelo líder e admirada pelos irmãos e irmãs, ficava ainda mais motivada. Nas reuniões, eu estava sempre me exibindo, me vangloriando do tanto que trabalhava e de quanto sofria, e até denegri a irmã Liu e promovi a mim mesma para que as pessoas me adulassem. Depois que fui substituída como líder e não tinha nenhum status, caí imediatamente num poço de negatividade do qual não conseguia sair. Confrontada com os fatos, vi que não estava buscando a verdade ou fazendo meu dever em minha fé, mas estava buscando status. Quando tinha status, eu tinha motivação, mas sem isso, caí no negativismo. Até cheguei a me descartar como caso sem esperança. Vi quão sério era meu desejo por status. Como aquele tipo de busca resultaria em ganhar a verdade e a salvação de Deus? Eu me achava muito boa, achava que compreendia alguma verdade e era qualificada para ser líder. Nunca imaginei que me tornaria tão negativa após ser substituída. Foi aí que percebi que eu não tinha a realidade da verdade nem qualquer estatura. Eu só falava com as pessoas com palavras e doutrinas vazias. Na verdade, eu não me conhecia — não tinha percepção de mim mesma. Se não tivesse sido dispensada de meu dever, eu ainda não teria refletido sobre mim nem me conhecido, mas ainda estaria buscando status, ainda estaria na senda de resistir a Deus. Isso apenas atrapalharia o trabalho da casa de Deus e ameaçaria a entrada na vida de meus irmãos e irmãs. Acabei percebendo que ser substituída como líder foi um julgamento justo de Deus e que Ele estava me protegendo. Deus estava lidando com meu desejo de status, fazendo com que eu visse que estava na senda errada para que me arrependesse diante Dele. Perceber isso me fez sentir liberta.

Depois, li mais das palavras de Deus que expõem a busca das pessoas por nome e status, e algumas passagens realmente me marcaram. “Algumas pessoas particularmente idolatram Paulo. Elas gostam de sair, dar palestras e trabalhar, gostam de se reunir e falar; gostam de que as pessoas as ouçam, venerando-as e cercando-as. Elas gostam de ter status na mente dos outros e apreciam quando os outros valorizam a imagem delas. Vamos analisar sua natureza a partir desses comportamentos: qual é natureza delas? Se elas realmente se comportam assim, então é o suficiente para mostrar que são arrogantes e convencidas. Elas não adoram a Deus nem um pouco; elas buscam um status mais elevado e desejam ter autoridade sobre os outros, possuí-los e ter status na mente deles. Essa é uma imagem clássica de Satanás. Os aspectos de sua natureza que se sobressaem são a arrogância e a presunção, uma relutância em adorar a Deus e um desejo de ser adorado pelos outros. Tais comportamentos podem lhe dar uma visão muito clara da natureza delas” (‘Como conhecer a natureza do homem’ em “Registros das falas de Cristo”). “Algumas podem usar sua posição para repetidamente testificar sobre si mesmas, se engrandecerem e competirem com Deus por pessoas e status. Elas usam vários métodos e medidas para fazer as pessoas adorá-las, constantemente tentando conquistá-las e controlá-las. Alguns até intencionalmente induzem as pessoas a pensar que são Deus, para que possam ser tratadas como Deus. Nunca diriam às pessoas que foram corrompidas, que também são corruptas e arrogantes e que não as adorem, e que não importa o quão bem fazem, de qualquer maneira, tudo isso se deve à exaltação de Deus e ao que deveriam estar fazendo. Por que elas não dizem essas coisas? Porque elas têm muito medo de perder seu lugar no coração das pessoas. É por isso que tais pessoas nunca exaltam a Deus e nunca dão testemunho de Deus” (‘A obra de Deus, o caráter de Deus e o Próprio Deus I’ em “A Palavra manifesta em carne”).

As palavras de Deus me revelaram que as pessoas sempre buscam nome e status e não exaltam nem dão testemunho a Deus. Em vez disso, estão sempre se exibindo e fazendo com que os outros as bajulem e cerquem por causa de seus caracteres satânicos, o que é amaldiçoado e punido por Deus. Paulo não foi um exemplo perfeito disso? Ele adorava ter status e autoridade e realmente se concentrava em sua posição e prestígio. Em suas epístolas, ele frequentemente dava testemunho de quanto trabalho realizou, de quanto sofreu pelo Senhor, e disse que não era menor que os outros apóstolos. Seu trabalho árduo e o preço que pagou não eram para buscar a verdade ou fazer o dever de um ser criado, mas para satisfazer suas ambições selvagens, ser adorado pelos outros e, por fim, ser recompensado e coroado. É por isso que o caráter de vida dele não mudou após tantos anos de trabalho árduo, e acabou perdendo a razão devido a sua arrogância, testificando que, para ele, viver era ser Cristo. Ele tinha o sonho impossível de tomar o lugar do Senhor Jesus para que as pessoas o seguissem e imitassem. Ele ofendeu seriamente o caráter de Deus. Paulo tinha uma natureza satânica que era incrivelmente arrogante e orgulhosa. Tudo o que fazia era para saciar suas ambições selvagens, e isso era contrário a Deus. Ele estava na senda de um anticristo em oposição a Deus, que foi condenado e amaldiçoado por Deus. E quanto a mim, quando concluía um pouco de meu dever, eu dizia que agradecia a Deus por Sua orientação, mas, em meu coração, pegava todo o crédito para mim. Eu estava descaradamente roubando a glória de Deus, me exibindo a todo momento, me gabando sobre o quanto eu estava sempre correndo e o quanto sofria, e quantos problemas solucionava para que os outros me adulassem. Quando vi que a irmã Liu tinha se tornado negativa e fraca, eu a ajudei e apoiei superficialmente, mas, em meu coração, eu a julguei e desdenhei. Até mesmo a denegri nas reuniões e me promovi, querendo que os irmãos e irmãs me admirassem e me ouvissem. Uma irmã percebeu meu problema e me advertiu por amor, mas fui teimosa e rejeitei seu conselho. Até pensei que ela estivesse me diminuindo, que tivesse inveja de mim. Vi quão incrivelmente irracional eu tinha me tornado. Não estava focada em meu dever de comunicar a verdade para exaltar e dar testemunho a Deus, mas, em vez disso, me exibi e protegi meu status a todo momento para ser admirada. Vi quão arrogante e convencida eu era por natureza. Eu estava vivendo uma natureza totalmente satânica, e, como Paulo, estava trilhando a senda do anticristo de resistência a Deus. Eu sabia que, se não me arrependesse, seria condenada e eliminada por Deus. Esse pensamento me amedrontava. Me apressei a vir para diante de Deus em oração, disposta a buscar a verdade e me arrepender a Deus. Depois disso, comi e bebi mais as palavras de Deus e refleti e aprendi sobre mim mesma. Examinei os motivos e intenções por trás de minhas ações. Quando enfrentava problemas, eu me concentrava em praticar as palavras de Deus, e meu estado melhorou gradualmente.

Um mês mais tarde, um líder arranjou para que eu assumisse deveres de anfitriã, mas no começo não fiquei muito feliz. Quando eu era líder, outras pessoas me hospedavam, mas agora era eu que tinha que hospedar os outros. Que diferença! Mas aí pensei: “Será que ainda estou buscando nome e status? Hospedar irmãos e irmãs pode não parecer algo especial, mas é meu dever, é minha responsabilidade e obrigação. Eu não deveria fazer minhas próprias escolhas e exigências, mas me submeter aos arranjos e regras de Deus”. Então, concordei. Dois dias mais tarde, o líder trouxe duas irmãs para minha casa. Vi imediatamente que já tinha cumprido meu dever com aquelas irmãs. Meu rosto ficou vermelho imediatamente e me senti incrivelmente desconcertada, como se fosse inferior a elas. Nós nos cumprimentamos e fui para a cozinha preparar algo para comermos. Enquanto cozinhava, eu me lembrei de quando estava cumprindo meu dever com aquelas irmãs. Eu liderava reuniões e me comunicava com elas. Nunca imaginei que elas seriam líderes agora, e eu estaria em casa cumprindo o dever de anfitriã. Eu me senti muito incomodada. Então percebi que estava me concentrando em nome e status novamente, e me apressei a orar e clamar a Deus, e em seguida me lembrei desta passagem de Suas palavras: “Como uma das criaturas, o homem deve guardar sua própria posição, e se comportar conscienciosamente, e proteger obedientemente aquilo que lhe é confiado pelo Criador. E o homem não deve agir indevidamente, nem fazer coisas além de sua capacidade nem fazer coisas que são abomináveis para Deus. O homem não deve tentar ser grande, nem excepcional, nem acima dos outros, nem querer se tornar Deus. É isso que as pessoas não devem desejar ser. Querer se tornar grande ou excepcional é absurdo. Querer se tornar Deus é ainda mais vergonhoso; é repugnante e desprezível. O que é louvável, e o que as criaturas devem valorizar acima de tudo, é se tornar uma criatura verdadeira; esse é o único objetivo que todas as pessoas devem perseguir” (‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”). Ao ponderar as palavras de Deus, compreendi que Deus não quer pessoas altivas e grandiosas, mas genuínos seres criados. Com ou sem status, é preciso apenas ser capaz de se submeter às regras e arranjos de Deus, ser uma pessoa honesta e realizar seu dever que cumpre a vontade de Deus. Deus me preordenou para ser pequena, e eu tinha que me submeter sem desejar ser grande, fazer bem meu trabalho pequeno e cumprir bem o meu dever. Lembrei de meu tempo como líder. Parecia haver glória nisso, mas eu não estava focada em buscar a verdade. Ao contrário, sempre buscava nome e status. Eu era complacente, me achava superior, tornando-me cada vez mais arrogante, vivendo um caráter satânico e enojando a Deus. E lá estava eu em meu dever de anfitriã, que não parecia grande coisa, mas sendo capaz de cumprir minha responsabilidade e dever, eu me senti muito mais em paz e tranquila. Ao ponderar, não mais senti que ser uma anfitriã me rebaixava. Fui capaz de me sujeitar do fundo do coração.

Depois de almoçarmos, nós três tivemos uma reunião. Eu me abri em comunhão a respeito do que aprendi sobre meu dever, e elas também comunicaram sobre suas experiências. Foi muito libertador para mim, e não me senti mais sujeita a nome e status. Essa foi minha experiência de ser líder e depois substituída. Graças a Deus!

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