Como mudei meu jeito orgulhoso

27 de Setembro de 2022

No passado, eu sempre me via como uma pessoa muito inteligente. Achava que sempre conseguia fazer tudo sem a ajuda dos outros. Na escola e em casa, não importava o que as pessoas perguntassem, mesmo quando meus irmãos mais velhos não sabiam responder, eu sabia e os menosprezava por isso. Meus irmãos mais velhos diziam que eu era arrogante e que eu devia mudar e considerar os sentimentos dos outros, mas eu achava que diziam isso porque me invejavam, por isso, não me importava com suas acusações.

Em 2019, aceitei a obra de Deus Todo-Poderoso dos últimos dias. Logo comecei a regar recém-convertidos que tinham acabado de aceitar a obra de Deus. Das três irmãs que trabalhavam comigo na época, duas tinham aceitado a obra de Deus havia poucos meses. A outra era a irmã Jonna, que me ajudava no trabalho. Na época, escolhido como líder do grupo, o que, para mim, significava que eu era o melhor no gurpo. Trabalhamos juntos, e quando elas sugeriam um jeito diferente de fazer algo, eu discordava muitas vezes e dizia que devia ser feito como eu as instruíra. Por exemplo, sempre após as reuniões com os recém-convertidos, a irmã Jonna perguntava: “Devemos perguntar aos recém-convertidos se eles entenderam tudo?” Eu dizia: “Não é necessário. Eu já os perguntei durante a reunião, eles entendem, não precisamos perguntar de novo”. Quando a irmã Jonna dizia: “Quando comunga a verdade sobre a obra de Deus, você deveria ser mais específico. Isso ajudará possíveis convertidos a determinar rapidamente se a obra de Deus é real”. Sem pensar, eu respondi: “Eu já disse tudo. Não há necessidade de repetir isso”. Às vezes, a irmã Jonna pedia que eu me informasse sobre a situação dos recém-convertidos, mas eu não queria ir. Eu achava que, como líder do grupo, eu devia arranjar o que ela devia fazer e que ela não deveria me dizer o que eu devia fazer. Às vezes, a irmã Jonna perguntava se os recém-convertidos entendiam a comunhão das reuniões. Eu me irritava quando a via acompanhando meu trabalho. Ela não era a líder do grupo. Ela não tinha o direito de me mandar fazer isso ou aquilo. Na época, eu era muito arrogante. Eu não cooperava com a irmã Jonna nem com as outras duas irmãs. Normalmente, eu mesmo apoiava os recém-convertidos e não atribuía trabalho a elas. Achava que elas tinham acabado de aceitar a obra de Deus e não entendiam muitas verdades da visão e poderiam não fazê-lo bem. Quando dirigia reuniões com elas, eu sempre falava muito e não lhes dava tempo para comungar. Temia que elas não comungassem bem e que os recém-convertidos não entendessem. Na verdade, os recém-convertidos entendiam a comunhão das duas irmãs. É que eu as menosprezava, por isso não queria que comungassem. Uma vez, a fim de dar aos recém-convertidos um fundamento no caminho verdadeiro o quanto antes, eu quis comungar alguns aspectos adicionais da verdade, mas minhas irmãs disseram: “Você não pode fazer isso. Nossa reunião só dura uma hora e meia. Se você comungar demais, não haverá tempo e os recém-convertidos não entenderão”. “Podemos dividir a comunhão em várias reuniões”. Mas relutei em aceitar suas opiniões na época e tentei convencê-las e fazer com que me ouvissem. No fim, tiveram que concordar. Mais tarde, reguei mais de recém-convertidos. Quase todos estavam presentes na primeira reunião, mas, nas reuniões seguintes, cada vez mais recém-convertidos se ausentaram. No fim, só três dos mais de vinte participavam das reuniões regularmente. Isso nunca tinha acontecido comigo em todo o meu tempo de rega. Fiquei muito confuso e negativo na época. Então, um dia a líder perguntou sobre meu estado. e eu disse: “Não é bom. Nesse tempo, não tenho cumprido bem o meu dever. Sempre que comungo corretamente com os recém-convertidos, também pergunto se eles entendem, e eles sempre dizem que sim, mas não entendo por que eles não vêm às reuniões”. A líder me disse: “Você deve refletir sobre si mesmo. Você fez algo inapropriado que levou os recém-convertidos a desistirem das reuniões?”. A líder continuou: “Você perguntou às suas três irmãs parceiras se elas perceberam algo de errado em seu conteúdo ou métodos de rega?”. Eu disse: “Não, não acredito que possam me dar conselhos bons”. A líder disse: “Esse é o problema. Você deve pedir a opinião delas em vez de confiar em si mesmo”. O que a líder disse me pareceu correto. Nunca me ocorrera perguntar às minhas irmãs parceiras. Eu sempre achava que eu era melhor do que elas, por isso suas ideias me pareciam inúteis.

Então a líder me enviou uma passagem da palavra de Deus. “Quando estão cooperando com os outros para cumprir seus deveres, vocês são capazes de ser abertos a opiniões divergentes? Vocês conseguem permitir que os outros falem? (Eu consigo, um pouco. Antes, muitas vezes eu não ouvia as sugestões dos irmãos e insistia em fazer as coisas do meu jeito. Foi só depois, quando os fatos provaram que eu estava errado, que vi que a maioria das sugestões deles estavam corretas, que era o desfecho discutido por todos que, na verdade, era apropriado, que minhas opiniões eram erradas e carentes. Depois de experimentar isso, percebi como é importante a cooperação harmoniosa.) E o que isso nos mostra? Depois de experimentar isso, você recebeu algum benefício e entendeu a verdade? Vocês acham que alguém é perfeito? Não importa quão fortes as pessoas sejam ou quão capazes e talentosas, elas ainda assim não são perfeitas. As pessoas devem reconhecer isso; é fato. Essa é também a atitude que as pessoas devem ter para com seus méritos e pontos fortes ou falhas; essa é a racionalidade que as pessoas possuem. Com tal racionalidade, você pode lidar adequadamente com seus próprios pontos fortes e fraquezas, assim também com os de outros, e isso irá capacitá-lo a trabalhar junto a eles harmoniosamente. Se você entendeu esse aspecto da verdade e pode entrar nesse aspecto da realidade da verdade, então você pode se relacionar harmoniosamente com seus irmãos e irmãs, valendo-se dos pontos fortes uns dos outros para compensar quaisquer fraquezas que você tenha. Dessa forma, não importa que dever você esteja cumprindo ou o que esteja fazendo, você sempre ficará melhor no que faz e terá a bênção de Deus. Se você sempre pensa que é muito bom e que os outros são piores por comparação e se você sempre quer ter a última palavra, então isso será problemático. Isso é um problema de caráter. Tais pessoas não são arrogantes e presunçosas?(A Palavra, vol. 2: As declarações de Cristo dos últimos dias, “Parte 3”). As palavras de Deus apontavam meu problema. Deus diz: “Quando estão cooperando com os outros para cumprir seus deveres, vocês são capazes de ser abertos a opiniões divergentes? Vocês conseguem permitir que os outros falem?”. Quando analisei as perguntas de Deus, eu refleti sobre minha cooperação com minhas três irmãs nesse tempo. Eu me recusava a aceitar qualquer sugestão delas. Mesmo quando sua opinião era boa ou correta, eu sempre discordava, pois não queria que pensassem que elas eram melhores do que eu. Eu achava que eu era o melhor, eu era o único que podia dar bons conselhos. Eu era o líder do grupo, por isso, elas deveriam me obedecer e ouvir, não deveria ser eu que as ouvisse. As palavras de Deus dizem que todos têm deficiência e precisam da ajuda de outros, mas eu sempre me achava o melhor e superior aos outros. Isso não era húbris? Vi nas palavras de Deus que Deus odeia pessoas assim.

Mais tarde, li outra passagem da palavra de Deus. “Quando o trabalho precisa sempre ser refeito quando as pessoas cumprem seu dever, o maior problema não é a deficiência em conhecimento especializado nem a falta de experiência, mas seu excesso de hipocrisia e arrogância, o fato de não trabalharem em harmonia, mas decidirem e agirem sozinhas — com o resultado de fazerem uma bagunça no trabalho, e nada é alcançado, e todo o tempo e o esforço são desperdiçados. E o problema mais sério nisso são os caracteres corruptos das pessoas. Quando os caracteres corruptos das pessoas são sérios demais, elas deixam de ser pessoas boas, são pessoas perversas. Os caracteres das pessoas perversas são muito mais severos do que os caracteres corruptos comuns. Pessoas perversas são propensas a cometer atos perversos, são propensas a interferir e interromper o trabalho da igreja. Tudo do que as pessoas perversas são capazes quando cumprem um dever é fazer mal as coisas e estragar as coisas; seu serviço não vale a dor de cabeça. Algumas pessoas não são perversas, mas cumprem seu dever de acordo com seus caracteres corruptos — e elas também não são capazes de cumprir seu dever adequadamente. Em suma, caracteres corruptos são extremamente obstrutivos para que as pessoas cumpram seu dever adequadamente. O que vocês diriam: qual aspecto dos caracteres corruptos das pessoas tem o maior impacto sobre a eficácia com a qual cumprem seu dever? (Arrogância e hipocrisia.) E quais são as principais manifestações de arrogância e hipocrisia? Tomar decisões sozinho, fazer as coisas do seu jeito, não ouvir as sugestões dos outros, e sempre tentar ter a última palavra sobre as coisas. Mesmo que alguns bons irmãos e irmãs possam estar cooperando para cumprir um dever específico, cada um deles cuidando de sua própria tarefa, alguns líderes ou supervisores sempre querem ter a última palavra; não importa o que façam, nunca cooperam harmoniosamente com os outros e não se envolvem em comunhão, e precipitadamente fazem as coisas sem chegar a um consenso com os outros. Eles fazem com que todos ouçam apenas a eles, e é aqui que está o problema(A Palavra, vol. 2: As declarações de Cristo dos últimos dias, “O cumprimento adequado dos deveres exige cooperação harmoniosa”). Essas palavras de Deus me tocaram profundamente. Antes, eu não entendia por que eu não conseguia cumprir meu dever com eficiência. Foi só depois de ler a palavra de Deus que eu entendi que era porque meu caráter era arrogante demais e eu não conseguia cooperar com outros. Naquele tempo, quando trabalhava com as três irmãs, eu sempre tinha a última palavra. Sempre que discutíamos o conteúdo da comunhão nas reuniões, todos deveriam apresentar suas opiniões para então decidirmos qual seria o tema geral da reunião para garantir que a reunião fosse eficaz. Mas eu decidia sem pedir a opinião delas, pois achava que minha opinião era boa e que não precisava ouvir os outros. Quando todos objetavam, eu encontrava várias razões para refutá-los. Visto que eu era arrogante demais para aceitar o conselho de outros, eu não tinha a orientação nem a bênção de Deus e não era eficaz em meu dever. Dessa vez, meu fracasso me revelou.

Mais tarde, a líder me enviou duas passagens da palavra de Deus. Deus diz: “Se, em seu coração, você realmente entender a verdade, você saberá como praticar a verdade e obedecer a Deus e naturalmente embarcará na senda de buscar a verdade. Se a senda que você trilha for a correta e estiver alinhada com a vontade de Deus, então a obra do Espírito Santo não o abandonará — nesse caso você correrá menos risco de trair a Deus. Sem a verdade, é fácil praticar o mal, e você o praticará a despeito de si mesmo. Por exemplo, se você tem um caráter arrogante e presunçoso, então ser ordenado a abster-se de se opor a Deus não faz diferença nenhuma, você não pode impedir, está fora de seu controle. Não faria isso de propósito; você o faria sob o domínio de sua natureza arrogante e vaidosa. Sua arrogância e vaidade fariam com que você desprezasse a Deus e O visse como um ser sem importância; fariam você se exaltar, e se colocar sempre na vitrine; levariam você a desprezar os outros, não deixariam ninguém em seu coração além de você mesmo; roubariam o lugar de Deus em seu coração e, no fim, levariam você a se sentar no lugar de Deus e a exigir que as pessoas se submetessem a você e a fazer com que você venerasse seus próprios pensamentos, ideias e noções como a verdade. Tanto mal é feito pelas pessoas sob o domínio da natureza arrogante e vaidosa delas! Para resolver o problema de cometer o mal, elas precisam primeiramente resolver a sua natureza. Sem uma mudança no caráter, não seria possível trazer uma resolução fundamental para esse problema(A Palavra, vol. 3: As declarações de Cristo dos últimos dias, “Somente buscando a verdade pode-se alcançar uma mudança no caráter”). “Você deve lembrar: cumprir seu dever não é uma questão de executar seu próprio empreendimento ou seu próprio gerenciamento. Isso não é trabalho seu, é trabalho da igreja, e você só contribui com o que tem de forte. O que você faz na obra de gerenciamento de Deus nada mais é do que uma pequena parte da cooperação do homem. Seu papel é somente uma função inferior em algum canto, você tem uma responsabilidade inferior. Em seu coração, você deveria ter esse senso. E portanto, não importa quantas pessoas trabalhem numa tarefa, quando confrontadas com dificuldades, a primeira coisa que todos deveriam fazer é orar a Deus e comungar juntos, buscar a verdade, e então determinar quais são os princípios de prática. Quando fizerem isso, terão uma senda para praticar. Algumas pessoas estão sempre tentando se exibir, e quando recebem a responsabilidade por um trabalho, elas sempre querem ter a última palavra. Que tipo de comportamento é esse? Isso é ser sua própria lei. Elas planejam sozinhas o que fazem, sem informar os outros, e não discutem suas opiniões com ninguém; não as compartilham com ninguém nem as revelam, mas as mantêm escondidas no coração. Quando chega a hora de agir, elas sempre querem impressionar os outros com suas proezas brilhantes, fazer uma grande surpresa para todos, de modo que as tenham em alto conceito. Isso é cumprir um dever? Elas estão sempre tentando se exibir e têm status e renome, começarão a gerenciar uma operação própria. Tais pessoas não possuem ambições selvagens? Por que você não contaria a ninguém o que está fazendo? Visto que esse trabalho não é só seu, por que você agiria sem discuti-lo com ninguém e tomaria decisões sozinho? Por que agiria em segredo, operando numa caixa preta, para que ninguém ficasse sabendo disso? Por que sempre tentaria fazer com que as pessoas ouvissem apenas você? Claramente, você vê esse trabalho como seu trabalho pessoal. Você é o chefe, e todos os outros são funcionários — eles trabalham para você. Quando você sempre tem esse jeito de pensar, isso não é um problema? Aquilo que esse tipo de pessoa revela não é o próprio caráter de Satanás? Quando pessoas como essa cumprem um dever, cedo ou tarde elas serão expulsas(A Palavra, vol. 2: As declarações de Cristo dos últimos dias, “O cumprimento adequado dos deveres exige cooperação harmoniosa”). Só a palavra de Deus me fez perceber que arrogância tinha se tornado minha natureza e o que eu expunha naturalmente. Quando eu tinha status na casa de Deus, eu só queria usar essa oportunidade para me exibir, para mostrar que eu era melhor do que os outros e que era a melhor escolha como líder de grupo. Também queria provar às minhas parceiras que eu era melhor do que elas e não precisava de seus conselhos. Por causa da minha arrogância, eu sempre achava que sabia de tudo e que era inútil ouvir os outros. Tratava meus pensamentos como se fossem a verdade, forçava os outros a fazerem as coisas como eu queria, e não buscava a verdade nem confiava em Deus em meu dever. Em vez disso, confiava em minha experiência e em meu calibre mental para regar os recém-convertidos e obrigava os outros a me ouvirem e obedecerem. Isso não era igual ao arcanjo? O arcanjo era arrogante e não adorava a Deus. Ele queria estar em pé de igualdade com Deus e, no fim, ele e muitos anjos traíram a Deus. Eu vivia preso no meu caráter arrogante, não aceitava a verdade e forçava os outros a me ouvirem. Eu estava resistindo e traindo a Deus como o arcanjo. Também me lembrei de que, antes de crer em Deus, eu era uma pessoa muito arrogante. Eu menosprezava pessoas inferiores a mim, incluindo meus irmãos. Quando era criança, sempre que não recebia a melhor nota nas provas, meu pai me repreendia em voz alta: “Você deve ser o primeiro nas provas, ser melhor do que todos os outros!” Minha avó também me dizia: “Você deve se esforçar para ser o melhor para que seja respeitado”. Depois de ouvi-los dizer essas coisas, eu sempre tentava me destacar de todos os outros e me colocava em primeiro lugar para parecer mais forte do que os outros. Achava que, se ouvisse os outros, eu pareceria fraco, por isso não aceitava conselhos de outros. Só a palavra de Deus me fez perceber que essa opinião era errada. Eu sempre me colocava acima dos outros e me recusava a me submeter a qualquer um. Isso é um caráter satânico. Se não mudasse, eu não só não alcançaria bons resultados em meu dever, eu cometeria o mal e resistiria a Deus e, no fim, seria expulso e punido por Deus. A palavra de Deus também me mostrou que meu dever não é minha carreira pessoas nem é uma oportunidade para exibir minhas habilidades. É uma comissão que Deus me deu. Sempre que encontro dificuldades, devo trabalhar com os outros para resolvê-las e, antes de tomar uma decisão, devo buscar o conselho dos meus parceiros. Se eu tomo uma decisão sem considerar a opinião dos outros e atraso o trabalho da casa de Deus, cumprir meu dever é cometer o mal. Quando reconheci isso, eu quis mudar minha atitude em relação ao meu dever e cooperar em harmonia com os outros.

Mais tarde, durante meus devocionais, vi outra passagem da palavra de Deus. “O que vocês acham, é difícil cooperar com as outras pessoas? Na verdade, não é. Pode-se até dizer que é fácil. Mas por que as pessoas ainda acham que é difícil? Porque elas têm caracteres corruptos. Para aqueles que possuem humanidade, consciência e senso, cooperar com os outros é relativamente fácil, e é provável que eles sintam que isso é algo prazeroso. Visto que não é fácil para ninguém realizar coisas por conta própria, não importa o campo em que estejam envolvidos nem o que estejam fazendo, sempre é bom ter alguém que aponte as coisas e ofereça assistência — isso é muito mais fácil do que fazer por conta própria. Além disso, há limites para a capacidade do calibre das pessoas e aquilo que elas mesmas podem experimentar. Ninguém pode ser pau para toda obra; é impossível para uma pessoa saber tudo, aprender tudo, realizar tudo — é impossível, e todos devem possuir esse senso. Essa é a racionalidade que a humanidade normal deveria possuir. Assim, não importa o que você faça, seja aquilo importante ou não, sempre deve haver pessoas que ajudam você, para lhe dar dicas, conselho e assistência nas coisas. Dessa forma, você fará as coisas de modo mais correto, será mais difícil cometer erros, e será menos provável que você se desvie — o que é tudo para o bem(A Palavra, vol. 3: Expondo os anticristos, “Item Oito: Eles gostariam que os outros obedecessem apenas a eles, não à verdade nem a Deus (parte 1)”). Depois de contemplar as palavras de Deus, entendi que, só se cooperarmos com outros, podemos cumprir os nossos deveres e viver uma humanidade normal. Eu pensava que algumas das minhas parceiras só tinham aceitado a obra de Deus havia poucos meses e tinham apenas começado o trabalho de rega, por isso havia muitas coisas que elas não entendiam, mas eu acreditava em Deus havia três anos e tinha mais experiência do que elas, por isso nunca aceitava suas opiniões e sugestões. Só agora vejo que essa opinião era errada. Embora acreditasse em Deus por mais tempo e tivesse mais experiência, isso não significava que eu era melhor do que elas em tudo. Sem a cooperação dos meus irmãos, é impossível cumprir bem o meu dever. Às vezes, nas reuniões, eu entendia superficialmente alguma verdade e comungava mal, por isso precisava de uma parceira para comungar com mais clareza. Às vezes, os recém-convertidos não vinham às reuniões por causa de uma doença ou não podiam participar por causa do emprego, e eu não conseguia encontrar a palavra de Deus que se aplicava à sua situação, então também precisava das minhas parceiras. Na verdade, todos têm a chance de ser esclarecidos por Deus. Deus esclareceu e deu calibre não só para mim. Eu me achava demais e pensava que os outros eram idiotas. Isso era um erro e era tolo. O esclarecimento e a orientação de Deus não dependem de quanta experiência nós temos, depende de nossa capacidade de buscar e aceitar a verdade. E todos têm seus pontos fortes, como a irmã Jonna, que assumia um fardo em seu dever e fazia muitas sugestões boas. Eu devia ter cooperado com minha irmã e aprendido com seus pontos fortes para compensar minhas deficiências.

Mais tarde, tentei ouvir as opiniões dos meus irmãos no meu dever. No fim de cada reunião, quando minha irmã pedia que eu perguntasse a cada recém-convertido se ele tinha entendido tudo, eu fazia o que ela sugeria e não resistia mais como antes. E quando ela pedia que eu comungasse em maior detalhe com os recém-convertidos e me esforçasse para resolver seus problemas, eu também fazia isso. Às vezes, ela também me dava algumas ideias boas para a rega dos recém-convertidos, e eu as executava. Depois disso, mais recém-convertidos participavam das reuniões e isso me deixou muito feliz. Lembrei-me das palavras de Deus: “O Espírito Santo não somente opera em certos homens que são usados por Deus, mas ainda mais na igreja. Ele poderia operar em qualquer um. Ele pode operar em você no presente, e você experimentará essa obra. Durante o período seguinte, Ele pode operar em outra pessoa, e nesse caso você deve se apressar para segui-lo; quanto mais de perto você seguir a luz atual, mais sua vida poderá crescer. Não importa o tipo de pessoa, se o Espírito Santo opera nela, então você deve seguir. Assimile as experiências dela por meio das suas, e você receberá coisas ainda mais elevadas. Ao fazer isso, você avançará mais rápido. Essa é a senda da perfeição para o homem e o caminho pelo qual a vida cresce(A Palavra, vol. 1: A obra de Deus e conhecer a Deus, “Aqueles que obedecem a Deus com um coração sincero certamente serão ganhos por Deus”). As palavras de Deus me mostraram com clareza que não devo ser arrogante e insistir em meu jeito no meu dever e que devo cooperar com os outros. Isso é porque o Espírito Santo esclarece e ilumina todos. Não importa há quanto tempo uma pessoa crê em Deus ou se ela tem status, contanto que o que diz esteja alinhado com a verdade, devemos aceitar e obedecer. Se nos recusarmos a ouvir, não seremos abençoados por Deus no nosso dever. Essa experiência me mostrou a importância de cooperar em harmonia no meu dever.

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