A crítica é necessária para se cumprir bem um dever

04 de Fevereiro de 2022

Por Xinlu, Estados Unidos

Um tempo atrás, recebi uma carta de uma irmã, na qual ela denunciava uma líder e duas diaconisas. Ela disse que a irmã Xin, uma líder, não fazia trabalho prático, mas só agia sem se envolver nas reuniões e não se importava com os estados ou dificuldades dos outros. Duas outras diaconisas também tinham alguns problemas. Lembrei que eu já tinha comungado com elas antes sobre os problemas mencionados e que tinha lidado com elas. Elas ganharam alguma consciência, e a irmã Xin tinha até chorado de arrependimento. Achei que poderia oferecer-lhes mais ajuda, que não precisaria demiti-las. Tinha certeza de que poderiam fazer trabalho prático. Além disso, vi que a carta da irmã foi assinada por alguns outros irmãos, mas eles não buscavam com zelo, e alguns estavam prestes a ser expulsos da igreja. Muitos dos problemas que eles relatavam tinham a ver com a conduta dessas três pessoas em seu dever. Parte da denúncia não era muito clara nem precisa. Passou-me pela mente que a autora da carta poderia ser muito arrogante. O que ela sabia? Denunciar uma líder e duas diaconisas de uma só vez por algumas coisas pequenas — se elas fossem demitidas, quem faria o trabalho da igreja? Ela estava protegendo ou tentando destruir o trabalho da igreja? Pensei: “Eu sou responsável pelo seu trabalho. Eu não deveria saber mais do que qualquer um se há um problema, se elas fazem trabalho prático? Elas, de fato, têm problemas, mas nenhum de nós foi aperfeiçoado, portanto, quem não comete erros? Se os denunciássemos e demitíssemos assim que surgisse um problema, isso seria um padrão alto demais para os líderes”. Quanto mais refletia sobre isso, mais acreditava que a autora da denúncia tinha um problema e não dei muita importância àquela carta. Eu pretendia falar sobre esses problemas com a líder e as diaconisas, lidar um pouco com elas, ajudá-las e só.

Dois ou três dias depois, a líder superior de repente mencionou aquela denúncia. Ao ver que eu não a tinha resolvido, instruiu-me a levá-la para a igreja para uma discussão aberta. Concordei verbalmente em fazê-lo, mas acabei não fazendo isso. Pensei que aquelas pessoas eram bastante capazes no trabalho. Se discutíssemos seus problemas abertamente com todos, isso seria apropriado? Todos abordariam esses problemas corretamente? E se achassem que elas tinham problemas demais e não aceitassem mais a sua liderança? Eu não deveria proteger o trabalho delas? Eu podia ajudá-las em privado, convencê-las a fazer uma mudança e então elas poderiam cumprir corretamente o seu dever. Deus sabia que eu estava sendo rebelde e rígida por não aceitar o que a líder exigia. Ela me procurou de novo e comungou em detalhe sobre meu caráter e noções equivocadas. Ela me fez uma pergunta: “A verdade domina na casa de Deus, e nós devemos ser justos com todos. Por que você protegeria líderes e diaconisas que têm problemas? Por que não ficar do lado de Deus? Formar um círculo fechado, protegendo-as — isso é a senda de um anticristo! Por que não seguir os princípios quando você tratar os outros? Você não acredita nos escolhidos de Deus? Você não acredita que a verdade governa na casa de Deus?”. Então, finalmente, ela ressaltou: “Você se recusa a expor falsos líderes, você os protege e não fica do lado da verdade”. Na época, não consegui aceitar isso totalmente. Eu ainda argumentava e discutia por dentro. Eu tinha sido oprimida por falsos líderes antes e tinha testemunhado pessoalmente os danos causados ao trabalho da igreja e aos seus membros sob o controle deles. E sua conduta realmente me enfureceu. Eu sempre demiti imediatamente as pessoas expostas como falsos líderes. Como eu podia proteger falsos líderes? Ela continuou dissecando a natureza das minhas ações, expondo-me como uma falsa líder que não pratica a verdade, mas emprega filosofias satânicas. Ela disse que eu protegia aquelas líderes como os funcionários do Partido Comunista que protegem uns aos outros, que, se eu tivesse poder, eu seria um anticristo. “Falsa líder” e “anticristo”: sempre que ela dizia essas palavras, eu me sentia péssima. Eu estava chateada e me senti injustiçada. Não consegui parar de chorar. Chorando, orei: “Ó Deus, Sei que a líder está expondo um problema real em mim, mas não consigo vê-lo. Por favor, esclarece-me e guia-me para que eu conheça a mim mesma e aprenda a lição necessária”.

Organizei uma reunião no dia seguinte para discutir e discernir abertamente a líder e as diaconisas denunciadas. Os irmãos não atacaram seus problemas como eu tinha imaginado, mas comungaram justa e objetivamente sobre os problemas denunciados, usando exemplos específicos para discutir como essas pessoas cumpriam seus deveres. Nossa discussão sobre a irmã Xin virou minha avaliação dela de ponta-cabeça. Muitos disseram que ela não fazia trabalho prático, que ela agia sem se envolver nas reuniões. Ela não resolvia problemas reais nem acompanhava o trabalho. Todos estavam com problemas em seu dever, e ela não se importava. Ela não comungava sobre a verdade quando fazia arranjos de trabalho ou mudava os deveres das pessoas, assim, eles tinham que resolver as dificuldades por conta própria ou ajudar uns aos outros. Ninguém sabia onde a líder estava. O comportamento da irmã Xin era uma decepção para os irmãos. Cada avaliação era uma queixa contra a indiferença e falta de trabalho prático da irmã Xin. Eram também uma acusação contra mim. As manifestações de todos geraram um sentimento em mim que não consigo descrever. Eu me sentia culpada e envergonhada, era como se tivesse levado um tapa na cara. A igreja sob minha responsabilidade tinha uma falsa líder que não fazia trabalho prático, sem que eu soubesse de nada. Eu estava tão segura de mim, pensando que ela buscava a verdade e fazia o trabalho de uma líder. Quando os problemas dela foram denunciados, eu não os investiguei nem tratei deles, em vez disso quis ajudá-la em privado. Em que eu era diferente da irmã Xin? Eu não estava considerando as necessidades dos outros nem resolvendo seus problemas e dificuldades. Eu era uma falsa líder numa posição de poder que não fazia trabalho real. Então os irmãos mencionaram os problemas das duas diaconisas, dizendo que a irmã Wang era emocional ao lidar com as coisas e carecia de princípios em seu dever. Também era arrogante e usava sua posição para restringir pessoas e até oprimir os outros. Ela era muito descarada e prejudicou muito os irmãos e os atrasava em seu dever. Não eram problemas pequenos como eu tinha pensado, coisas que pudessem ser resolvidas numa breve comunhão. Fiquei envergonhada ao ouvir o que todos compartilhavam. As maneiras em que agiram como falsas líderes, sem fazer trabalho real, foram expostas diante de mim, uma após a outra. Eu estava chocada. Elas estavam cheias de problemas, até a ponto de incitar a raiva dos outros, mas eu era totalmente indiferente. O que eu estava fazendo em meu dever? Isso não era uma falha séria da minha parte como líder? Então, finalmente me acalmei e orei e refleti sobre meu problema.

Mais tarde, li uma passagem das palavras de Deus. Deus Todo-Poderoso diz: “Falsos líderes não fazem trabalho real. Tampouco vão e inspecionam, supervisionam ou orientam as várias especializações de trabalho nem fazem visitas oportunas a grupos diferentes para descobrir o que está acontecendo, inspecionando como o trabalho está progredindo, quais problemas ainda existem, se o supervisor de equipe é capaz de fazer seu trabalho; como os irmãos e irmãs estão respondendo ao supervisor, o que pensam dele, se alguém está sendo impedido pelo líder de equipe ou supervisor; se uma pessoa que tem talento ou busca a verdade está sendo minada ou alienada pelos outros, se alguma das pessoas mais honestas está sendo intimidada; se pessoas que expuseram e denunciaram falsos líderes estão sendo oprimidas e controladas, ou se, quando as pessoas fazem sugestões corretas, essas sugestões são adotadas; e se o líder de equipe ou supervisor é uma pessoa perversa ou gosta de dificultar a vida das pessoas. Se os falsos líderes não fazem nenhuma dessas tarefas, eles devem ser substituídos. Digamos, por exemplo, que alguém relata a um falso líder que há um supervisor que frequentemente mina pessoas e as impede; os irmãos e irmãs têm uma opinião sobre ele, mas não ousam se manifestar; o supervisor inventa várias desculpas para se defender e justificar e nunca admite seus erros. Por que um supervisor desse tipo não foi prontamente substituído? Mas o falso líder diz: ‘Isso é um problema de entrada na vida das pessoas. Ele é arrogante demais — todos que têm um pouco de calibre são arrogantes. Não é nada sério, só preciso comungar com ele um pouco’. Durante a comunhão, o supervisor diz: ‘Eu admito que sou arrogante, admito que há momentos em que me preocupo com a minha vaidade, com meu status, mas as outras pessoas não são boas nessa área de trabalho, muitas vezes elas fazem sugestões inúteis, portanto existe uma razão pela qual eu não as ouço’. O falso líder é incapaz de entender a situação como um todo, não investiga quão bem o supervisor trabalha, muito menos investiga como são sua humanidade, caráter e busca. Tudo que ele faz é dizer despreocupadamente: ‘Isso foi relatado a mim, por isso estou de olho em você. Vou lhe dar uma chance’. Depois da conversa, o supervisor diz que quer se arrepender, mas quanto a se ele realmente se arrepende subsequentemente, ou apenas mente e engana, e continua trabalhando como antes, e quanto a como é o seu trabalho, o falso líder não dá atenção nem tenta descobrir. […] Ele não sabe identificar que o supervisor o estava enganando e bajulando. Ele não dá atenção ao que as pessoas abaixo dele relatam sobre o supervisor, não vai ver quão sério é o problema dessa pessoa, se o problema relatado pelas pessoas abaixo dele existe ou não, se é real ou não, se a pessoa deve ser substituída ou não; ele não considera esses problemas, só fica postergando as coisas. A reação do falso líder diante desses problemas é extremamente letárgica; ele age e se mexe com grande lentidão, fica prevaricando, fica dando outra chance às pessoas, como se essas chances que ele dá às pessoas fossem muito preciosas e importantes, como se pudessem mudar o destino delas. Não é possível para ele ver a natureza e a essência de alguém por meio daquilo que se manifesta neste, nem julgar que tipo de senda essa pessoa segue com base na natureza e na essência dela, nem ver se uma pessoa é ou não apta para ser supervisora com base na senda que ela trilha. Ele não consegue ver as coisas desse jeito. Ele só tem dois truques: chamar as pessoas para uma conversa e lhes dar outra chance. Isso conta como trabalhar? Os falsos líderes veem suas conversas com as pessoas, as coisas banais que dizem a elas, as palavras vazias e a doutrina como muito preciosas e importantes. Não estão cientes de que a obra de Deus não é mera conversa, mas também podar e lidar com as pessoas, expô-las, julgá-las, testá-las e refiná-las em casos sérios, castigá-las e discipliná-las; não é só uma abordagem. Por que, então, eles são tão seguros de si mesmos? Esse seu falar um pouco de doutrina e repetir uns bordões consegue convencer as pessoas e fazê-las mudar? Como podem ser tão ignorantes e ingênuos? Consertar a maneira errada de fazer as coisas e o comportamento corrupto de uma pessoa pode ser assim tão fácil? O problema dos caracteres corruptos das pessoas é tão fácil assim de resolver? Os falsos líderes são tão burros e superficiais! Deus não usa apenas um método para resolver o problema da corrupção das pessoas, mas muitos; Ele estabelece diferentes ambientes para desnudar as pessoas e aperfeiçoá-las. A maneira com que os falsos líderes trabalham é simples demais: eles chamam as pessoas para uma conversa, fazem um pouco de trabalho ideológico, dão um pequeno conselho às pessoas e acham que isso é fazer trabalho. Isso é superficial, não é? E qual problema se esconde por trás dessa superficialidade? A ingenuidade? Eles são extremamente ingênuos, extremamente ingênuos em sua visão das pessoas. Não existe coisa mais difícil de consertar do que os caracteres corruptos das pessoas. Como diz o ditado: ‘Um leopardo não pode mudar suas manchas’. Os falsos líderes não têm percepção alguma desses problemas. Quando se trata do tipo de supervisor na igreja que gosta de dificultar as coisas para as pessoas, que interrompe o trabalho da igreja, que sempre impede as pessoas, os falsos líderes nada fazem além de conversar; algumas palavras de poda e tratamento, e nada mais. Eles demoram a realocar ou substituir pessoas. Semelhantemente, a maneira dos falsos líderes de fazer as coisas também causa danos tremendos ao trabalho da igreja e, muitas vezes, impede esse trabalho de progredir normalmente, com sucesso e eficácia, e, muitas vezes, por causa da perturbação dos perversos, causa atrasos, danos e empecilhos — tudo isso são as consequências adversas causadas pelo modo incorreto com que os falsos líderes usam as pessoas. Por fora, esses falsos líderes não parecem estar cometendo o mal deliberadamente, como os anticristos, estabelecendo deliberadamente um reino próprio e seguindo o próprio caminho. Mas dentro do escopo de seu trabalho, os falsos líderes não são capazes de lidar rapidamente com os diversos problemas causados pelos supervisores, não são capazes de realocar e substituir prontamente supervisores que não estão à altura dos padrões, o que prejudica severamente o trabalho da igreja, e tudo isso é causado pela negligência dos falsos líderes” (‘Identificando falsos líderes (3)’ em “Registros das falas de Cristo dos últimos dias”). Ao ler isso, eu me senti como se as palavras de Deus estivessem me julgando e expondo pessoalmente. Quando recebi a denúncia sobre a líder e as diaconisas, eu fui impertinente a respeito dela. Não quis verificar as coisas nem cuidar disso de imediato. Pensei que, embora tivessem alguns problemas, elas conseguiam fazer trabalho real, e que eu poderia ajudá-las. Eu não tinha me mantido atualizada, e então fui muito confiante e permaneci fiel à minha opinião quando fizeram uma denúncia. Eu só confiei em meu próprio juízo e não dei atenção ao que os outros diziam. Até pensei que os autores da carta estavam exagerando e sendo injustos. Eu vi que eu não só não estava fazendo trabalho prático e sendo cega, mas que eu era ignorante e arrogante. Eu tinha comungado com a irmã Xin dois meses antes sobre não fazer trabalho prático, e ela tinha expressado arrependimento. Achei que tinha feito meu trabalho, que o problema estava resolvido. Na verdade, porém, segundo o que todos compartilhavam, pude ver que não ocorrera nenhuma mudança. Suas lágrimas tinham sido falsas, mas eu não tive discernimento. Eu quis demonstrar bondade e continuar oferecendo ajuda e chances. E então havia a irmã Wang — ela era consistentemente arrogante e temperamental, e, de vez em quando, alguém denunciava isso. Mas eu achava que era corrupção momentânea e não dei muita atenção. Às vezes, eu conversava com ela e achava que meu trabalho estava feito, que agora ela mudaria. Eu não discerni a essência dela com base nessas coisas nem busquei lidar com isso com base nos princípios. Eu carecia de verdade e não conseguia ver as coisas com clareza. Deus arranjou as coisas para que a denúncia dos irmãos me desse uma chance para ganhar discernimento, mas eu ignorei tudo isso, indiferente à obra de Deus e sem confiar nos outros. Teimosamente, acreditei em meus próprios olhos. Quando não lidei com isso corretamente, uma líder me ajudou, instruindo-me a investigar com os outros, para compensar o que me faltava. Mas eu não fiz isso, temendo um resultado negativo. Vi que eu era significativamente arrogante. A líder e as diaconisas vinham cumprindo seus deveres havia anos, mas não tinham mudado nada, nem mesmo após muita crítica e disciplina. Isso significava que elas não queriam aceitar a verdade. De que adiantariam mais comunhão e ajuda? Ingênua, acreditei que um pouco de comunhão resolveria tudo. Aparentemente, em meu coração, eu achava que minha ajuda e a comunhão que eu compartilhava fariam mais do que as próprias palavras de Deus, mais do que o julgamento, castigo e disciplina das palavras de Deus. Isso era incrivelmente insensato e arrogante da minha parte. É repugnante. Àquela altura, senti que, embora a denúncia tratasse dos problemas de outras pessoas, ela também estava expondo os meus problemas. Havia falsos líderes e obreiros bem na frente do meu nariz, mas eu não os vi nem lidei com a situação. Isso atrasou a entrada na vida dos irmãos e o trabalho da casa de Deus. Eu estava agindo exatamente igual ao tipo de falso líder que não faz trabalho prático e que Deus expõe. Aos poucos, comecei a descer do meu pedestal.

Com base em seu desempenho, determinamos que eram falsas líderes e obreiras que não faziam trabalho prático e as demitimos. Eu tinha lidado com a denúncia, mas essa experiência ficou gravada em meu coração. Ao refletir sobre como a líder tinha me repreendido, dizendo que eu estava protegendo aquelas pessoas, que eu não queria expor falsos líderes e obreiros, eu me senti tão péssima que nem consigo descrever. Realmente me odiei. Como pude fazer algo assim? Vim para diante de Deus em oração e busca mais uma vez, dizendo: “Deus, sou tão corrupta. Não sou capaz de cumprir meu dever como Tu exiges. Não consigo deixar de fazer coisas prejudiciais. Deus, quero refletir profundamente sobre mim mesma e resolver meus problemas usando a verdade, para que eu possa ser liberta da corrupção e cumprir bem o meu dever. Por favor, guia-me e ilumina-me”. Depois de orar, eu refleti sobre o que eu pensei quando recebi aquela carta e sobre minha atitude e perspectiva sobre ela. Lembrei-me de quão confiante, presunçosa e arrogante eu tinha sido. Eu julgava e decidia tudo como se eu tivesse uma bola de cristal, sem qualquer oração nem busca. Eu não tive nenhuma dúvida ao lidar com a questão e não segui as instruções da líder. Achava que estava agindo corretamente. Isso me deixou toda arrepiada. Como pude ser tão confiante, tão presunçosa?

Eu me lembrei de algumas passagens das palavras de Deus. Deus diz: “Se você realmente possui a verdade em seu interior, a senda que trilhar será naturalmente a correta. Sem a verdade, é fácil praticar o mal, e você o praticará a despeito de si mesmo. Por exemplo, se você tem um caráter arrogante e presunçoso, então ser ordenado a abster-se de se opor a Deus não faz diferença nenhuma, você não pode impedir, está fora de seu controle. Não faria isso de propósito; você o faria sob o domínio de sua natureza arrogante e vaidosa. Sua arrogância e vaidade fariam com que você desprezasse a Deus e O visse como um ser sem importância; fariam você se exaltar, colocar-se constantemente na vitrine e, finalmente, fariam você se sentar no lugar de Deus e dar testemunho de si mesmo. Você transformaria as próprias ideias, os próprios pensamentos e as próprias noções em verdades a serem adoradas. Veja quanto mal é feito pelas pessoas sob o domínio da natureza arrogante e vaidosa delas!” (‘Somente buscando a verdade pode-se alcançar uma mudança no caráter’ em “As declarações de Cristo dos últimos dias”). “As ideias humanas geralmente parecem boas e certas para as pessoas, parecem como se não violassem muito a verdade. As pessoas acham que fazer as coisas de tal maneira seria pôr a verdade em prática; acham que fazer as coisas dessa maneira seria submeter-se a Deus. Na verdade, elas não estão verdadeiramente buscando a Deus ou orando a Deus por isso, e elas não estão se esforçando para fazê-lo bem, em concordância com as exigências de Deus, a fim de satisfazer a Sua vontade. Elas não possuem esse estado verdadeiro, nem têm tal desejo. Esse é o maior engano que as pessoas cometem em sua prática. Você acredita em Deus, mas não mantém Deus em seu coração. Como isso não é pecado? Você não está se enganando? Que espécie de efeitos você pode colher se continuar acreditando desse modo? Além disso, como o significado de acreditar pode ser manifestado?” (‘Buscar a vontade de Deus é para o bem da prática da verdade’ em “As declarações de Cristo dos últimos dias”). Eu já conhecia bem essas passagens, mas, naquele momento, elas foram especialmente pungentes. Vi minha própria feiura claramente por meio do julgamento e da revelação das palavras de Deus. Os irmãos denunciaram a líder e as diaconisas, mas eu só demonstrei desprezo. Eu achava que as conhecia, que conhecia sua capacidade no trabalho, que os outros tinham uma perspectiva limitada, mas que eu via o quadro geral. Pensava que fazer as coisas do meu jeito seria o melhor para o nosso trabalho. A líder me instruiu a lidar com a denúncia com transparência, mas eu achava que lidar com ela abertamente levaria os outros a desenvolver um preconceito e prejudicaria o trabalho da igreja. Pensava que minha comunhão e ajuda nos bastidores seria a abordagem mais sábia. Mantive essa postura confiante durante todo o processo. Eu tinha certeza de que fazer as coisas do meu jeito era a melhor abordagem. Eu não orei nem busquei a vontade de Deus e nem reconheci que esse era um ambiente que Deus tinha estabelecido para me lembrar. Deus não tinha um lugar no meu coração. Eu pensava que entendia tudo e possuía a verdade, como se minhas opiniões representassem as opiniões de Deus. Eu não estava me colocando na posição de Deus, ignorando-O completamente? Eu estava numa posição de liderança havia poucos meses e não entendia muito da verdade. Era a primeira vez que lidava com uma carta de denúncia. Mesmo assim, eu confiava totalmente em meu próprio raciocínio e pontos de vista. Ignorei os princípios claros da igreja para avaliar falsos líderes e fiz meus próprios julgamentos com base em minha impressão delas e algum trabalho superficial. Tratei minhas imaginações pessoais como a verdade, fazendo-me de surda para as palavras de Deus. Eu não tinha Deus em meu coração — eu era arrogante sem medida. Pensava que conhecia bem aquelas pessoas, que, já que eu tinha comungado com elas e as ajudado, e que elas ganharam algum entendimento, poderíamos mantê-las no lugar. Mas seus problemas tinham sido dissecados e elas já os tinham visto antes, então, expô-las novamente significava que elas não tinham se arrependido nem mudado, que elas não aceitavam a verdade. Deus atacou minhas imaginações com os fatos. Eu nem sabia o que eram autoconhecimento, arrependimento e mudança verdadeiros. Eu achava que via as coisas corretamente, que via claramente. Pensar em minha arrogância é enojador e vergonhoso. Deus é o Senhor da criação, a personificação da verdade. Ele governa sobre tudo e vê nosso coração e mente, mas Ele não é nem um pouco arrogante. Ele é humilde e amável. Mas eu tinha sido tão corrompida por Satanás que nem tinha uma semelhança humana nem qualquer razão. Claramente, eu não sou nada, mas ainda assim sou arrogante. Eu agia como uma palhaça, vivia no meu caráter satânico. Sinceramente, senti nojo e desdém de mim mesma e também senti como Deus é santo. Havia muito tempo, Deus tinha visto todos os meus atos e pensamentos e usou aquela denúncia para revelar minha arrogância, para mostrar como eu era falha, como eu carecia de princípios e era incapaz de trabalhar. Eu me senti grata a Deus por Seu julgamento e castigo, que me ajudaram a conhecer a mim mesma. Se a líder não tivesse me repreendido, quem sabe o quanto eu teria me afastado do caminho ou quantas coisas mais eu teria feito contra os princípios, interrompendo o trabalho da igreja. Deus estava me dando uma chance para me arrepender e mudar, e isso era Sua graça especial. Decidi que eu aprenderia a renunciar e negar a mim mesma em meu dever, que viria para diante de Deus em busca e que trabalharia de acordo com os princípios.

Li uma passagem das palavras de Deus que me ajudou a entender as consequências de lidar com uma denúncia daquele jeito e alguns princípios para lidar com problemas. Deus diz: “Você é um líder. O que significa ser um líder? Significa orientar as pessoas no aprendizado de suas lições, para que realmente aprendam com as pessoas, os eventos e as coisas que surgem em seu dia a dia, para que realmente experimentem as palavras de Deus e realmente vejam as coisas e as pessoas pelo que realmente são. Uma vez que se encontra em você o calibre de um líder ou obreiro, uma vez que se encontra em você o calibre ou as condições pelas quais as pessoas são nutridas pela casa de Deus, você deve começar a assumir a liderança, a guiar os irmãos e irmãs ao aprender a identificar as várias pessoas, eventos e coisas em seu dia a dia pelo que realmente são, para que elas alcancem entendimento da verdade, saibam como reagir a diferentes tipos de pessoas que perturbam e interrompem o trabalho da igreja, saibam colocar a verdade em prática e ajam com princípios em relação a vários tipos de pessoas. Tudo isso é responsabilidade sua. […] O que é ainda mais importante é que, como líder ou obreiro, você deve ser grato a Deus por lhe dar tal oportunidade, capacitando-o a guiar os irmãos e irmãs ao lidar com tais pessoas, eventos e coisas juntos, ao entender como, quando essas pessoas, eventos e coisas surgem, eles devem identificá-los, quais lições devem aprender, quais noções, imaginações e pontos de vista equivocados eles tinham em relação a diferentes tipos de pessoas antes de essas coisas acontecerem, e, após experimentarem certas coisas, quais lições eles aprenderam, quais noções e pontos de vista equivocados foram corrigidos, alcançando um entendimento puro das palavras de Deus, vendo que só as palavras de Deus são a verdade, e como essas coisas são cumpridas. As lições que eles aprendem devem ser: ser mais capazes de aplicar as palavras de Deus em como eles se comportam em relação aos outros, e ser mais imparciais em como veem os outros, em vez de confiar em aparências externas e nas próprias imaginações. Eles verão pessoas e coisas através das palavras de Deus, usarão as palavras de Deus para avaliar a humanidade de uma pessoa e se ela é realmente alguém que busca a verdade; usarão as palavras de Deus como o padrão pelo qual avaliam tudo, em vez de confiar naquilo que veem, sentem, concebem ou imaginam. Somente depois que eles aprenderam essas lições o trabalho de um líder ou obreiro terá causado impacto e essa responsabilidade terá sido cumprida. Tendo você cumprido a sua responsabilidade, os irmãos e irmãs colherão esses benefícios. Se você passou por muita coisa, mas não é capaz de guiar os irmãos e irmãs ao aprender lições e não é capaz de identificar pessoas, eventos e coisas diferentes pelo que realmente são, então você é cego, entorpecido e insensato. Quando essas coisas aconteceram com você, você não só teve dificuldade de lidar com elas, foi incapaz de suportar esse trabalho, mas também afetou como os irmãos e irmãs experimentaram essas coisas. Se tudo que você faz é afetar como os irmãos e irmãs experimentam essas coisas, então o problema não é tão sério assim; mas se você não lidar com isso corretamente, se você falhar em seu dever, não dizer o que deve, não comungar uma palavra da verdade que deve ser comungada, não dizer nada que seja benéfico ou edificante para as pessoas; se, quando aparecem essas pessoas, eventos e coisas obstrutivos e desordeiros, muitas pessoas não forem somente incapazes de receber entendimento de Deus, não forem somente incapazes de reagir ativamente a essas coisas e de aprender lições com elas, e terem cada vez mais noções sobre Deus e se tornarem cada vez mais cautelosas em relação a Deus e cada vez mais apreensivas e desconfiadas em relação a Deus, então, nisso, você não falhou em cumprir sua responsabilidade como líder ou obreiro? Você não executou corretamente o trabalho da igreja, você não completou a comissão que Deus lhe confiou, você não cumpriu a responsabilidade de um líder ou obreiro, você não afastou os irmãos e irmãs do poder de Satanás; eles ainda vivem em caracteres corruptos, em meio às tentações de Satanás. Você não está prejudicando as pessoas? Quando se torna líder ou obreiro, você deve cumprir a responsabilidade que Deus lhe confiou, deve guiar os irmãos e irmãs para diante de Deus, capacitando-os a equipar-se com as palavras de Deus e com os princípios da verdade, com uma confiança em Deus cada vez maior. Se você não fez essas coisas — se, quando algo acontece com eles, os irmãos e irmãs ficam ainda mais cautelosos em relação a Deus e têm equívocos ainda maiores sobre Deus e seu relacionamento com Deus fica ainda mais tenso e contraditório —, você não facilitou o mal? Isso não é cometer o mal? Você não só falhou em ajudar os irmãos e irmãs a alcançar uma entrada positiva e a aprender uma lição, mas os afastou ainda mais de Deus. Isso é um problema sério? (Sim.)” (‘Identificando falsos líderes (20)’ em “Registros das falas de Cristo dos últimos dias”). As palavras de Deus acertaram meu coração em cheio, como se Ele estivesse me expondo e dissecando face a face. Cega, entorpecida, insensata — essa era eu. Líderes e diáconos exigem a supervisão de irmãos, então, quando alguém os denuncia, eu, como líder, deveria guiar os outros na busca para aprender uma lição e saber como tratá-los com base nos princípios. Mas qual foi minha atitude em relação à denúncia? Foi de desdém e passividade. Eu não tive nenhuma intenção de buscar a verdade. Eu só pensei em como eu a resolveria sem considerar a vontade de Deus, o que seria cumprir o meu dever de verdade. As palavras “Você é um líder”, “sua responsabilidade”, “prejudicando as pessoas” e “facilitou o mal” realmente me abalaram. Tive que me perguntar: o que eu fiz como uma líder? Eu não usei aquela denúncia para buscar a verdade com os outros, para ganhar discernimento e aprender uma lição e nem quis que os outros ficassem sabendo dela. Senti que elas tinham problemas demais para exibi-los publicamente. Ninguém as ouviria mais depois disso, como então poderiam fazer qualquer trabalho? Em retrospectiva, posso ver que minha perspectiva era simplesmente absurda. Que problemas de líderes não podem ser apresentados a todos para uma discussão aberta? Não importa se estão ocupando essa posição no presente ou se já foram demitidos, não importa os problemas que têm, se são aptos a continuar servindo como líder ou diácono, nós temos princípios para isso na casa de Deus. Contanto que comunguemos claramente sobre isso, os irmãos chegarão naturalmente a uma conclusão. O que eu ganharia em protegê-los? Eu não estava tentando encobrir problemas pessoais delas para que os outros não descobrissem? Na verdade, eu estava protegendo e afagando a líder e as diaconisas. Discutir abertamente aquela denúncia com todos compensaria minhas deficiências, e eu poderia aprender mais verdade e discernimento e entender os princípios para o meu dever. No início, eu não entendi por que eu devia fazer aquilo e não consegui aceitar. Eu não entendi aquela exigência da líder. Finalmente vi como esse tipo de prática era importante. É tão importante que todos nós entendamos a verdade e ganhemos discernimento. Refletindo sobre mim mesma, como uma líder, eu não tomei a iniciativa para acompanhar o trabalho dos líderes e diáconos nem descobri e lidei com os problemas quando os outros os denunciaram. E eu operava com base em minhas noções e arrogância, engavetando o problema. Isso não era apenas não fazer trabalho prático, na verdade, era proteger falsos líderes e obreiros. Os irmãos reuniram sua coragem para praticar a verdade e fazer aquela denúncia, mas eu a suprimi sem uma única palavra. Eles viram que sua denúncia sobre os problemas da líder e das diaconisas não deu em nada, que a líder e as diaconisas problemáticas podiam continuar praticando o mal, e não ousariam mais denunciar problemas no futuro. Certamente pensariam que nós, os supostos líderes, éramos iguais a funcionários, protegendo uns aos outros, e pensariam que a verdade não domina na casa de Deus. Eu estava oprimindo justiça, impedindo que as pessoas praticassem a verdade e defendessem o trabalho da igreja. Eu não estava liderando os outros para entrarem na verdade, encorajando-os a praticar a verdade nem trazendo-os para diante de Deus, mas estava oprimindo a justiça, abafando seu entusiasmo para praticar a verdade, deixando-os com medo de praticar a verdade ou de se levantar e expor problemas dos líderes. Isso os fez entender Deus e Sua casa de modo errado. Eu não estava afastando as pessoas de Deus, levando-as para uma senda maligna de abandonar a Deus? Quanto mais refletia sobre isso, mais sentia que eu estava sendo prejudicial e causando estragos. Como pude ser tão estúpida? Não era isso que um falso líder faria? Lembrando-me da crítica da minha líder, eu soube em meu coração que, ao me chamar de falsa líder, de anticristo, ela estava revelando minha natureza e essência, o meu caráter satânico. Eu era arrogante e carecia de princípios em meu dever. Eu estava protegendo falsos líderes e obreiros, atrasando a entrada na vida dos irmãos e prejudicando o trabalho da casa de Deus. Se a líder não tivesse me exposto a tempo, eu teria continuado suprimindo as denúncias de outros, protegendo líderes e diáconos que não faziam trabalho prático. O ambiente que Deus tinha arranjado para me expor daquele jeito era, na verdade, para me salvar. Era para purificar e mudar a corrupção dentro de mim. Se eu não tivesse sido tratada daquele jeito, eu não teria visto como era séria a minha arrogância. Se fizermos as coisas do nosso jeito, não buscarmos os princípios da verdade em nosso dever nem tivermos um coração reverente a Deus, é provável que tropecemos e caiamos. Quando percebi isso, dei graças sinceras pelo julgamento e revelação de Deus e fiz uma oração silenciosa, disposta a me arrepender, a renunciar a mim mesma para praticar a verdade e seguir os princípios em meu dever.

Pouco tempo depois, uma irmã na igreja compartilhou alguns problemas da irmã Xiao, uma líder. Ela fez coisas sem discutir com outros, sem princípios. Quando soube desse tipo de comportamento, eu pensei que eu tinha acabado de promovê-la como líder e que ela só tinha dois meses de prática, e, na época, ela era muito estimada por outros irmãos. Diziam que ela era séria em seu dever, e eu achava que ela ia bem em seu dever e fazia trabalho prático. O problema da irmã Xiao era um problema substancial? Ela precisava de mais tolerância, de mais ajuda? Achei difícil acreditar que a irmã Xiao seria exposta tão rapidamente como falsa líder. Então li uma passagem das palavras de Deus. Deus diz: “Em sua experiência de vida, toda e qualquer questão deve ser investigada. Todas as questões devem ser contempladas meticulosamente segundo a palavra de Deus e a verdade, de modo que você saiba como manuseá-las de uma maneira que seja inteiramente conforme à vontade de Deus. Então, as coisas que surgem da sua vontade própria podem ser abandonadas. Você saberá como fazer as coisas segundo a vontade de Deus e assim procederá e as fará; parecerá que tudo está seguindo seu curso natural e parecerá muitíssimo fácil. É assim que as pessoas que têm a verdade fazem as coisas. Você pode então realmente mostrar aos outros que seu caráter mudou, e eles verão que você certamente fez algumas boas ações, que você faz as coisas segundo um princípio e que faz tudo certo. Essa é uma pessoa que entende a verdade e que de fato tem uma semelhança humana. Sem dúvida, a palavra de Deus colheu resultados nas pessoas” (‘Somente buscando a verdade pode-se alcançar uma mudança no caráter’ em “As declarações de Cristo dos últimos dias”). As palavras de Deus são muito claras sobre os princípios de prática. Não devemos agir como queremos, mas buscar a verdade e ver as coisas de acordo com as palavras de Deus, gerenciar as coisas e resolver os problemas de acordo com os princípios. Isso é seguir a vontade de Deus. Eu tinha visto a avaliação da irmã Xiao e discutido seu dever com ela ocasionalmente, mas não tinha mantido muito contato com ela e não a conhecia bem. Já que alguém tinha feito uma denúncia, eu deveria levá-la a sério e ganhar um entendimento minucioso sobre isso, ganhar discernimento a partir das palavras de Deus e lidar com as coisas com base nos princípios. Eu não podia seguir cegamente o meu próprio juízo. Pedi que alguns irmãos que a conheciam bem escrevessem uma avaliação dela, e quando vi linha após linha explicando como a irmã não fazia trabalho prático, fiquei novamente envergonhada. Ela sempre tinha me passado a impressão de ser bastante prática, mas, na verdade, só mandava nas pessoas em seu dever. Ela não era pragmática nem lidava com os problemas práticos e somente relatava os próprios sucessos. Eu pensava que ela fazia trabalho prático, mas os fatos abriram meus olhos, e eu me senti como se tivesse sido enganada. Naquele momento, vi minha verdadeira essência. Eu não tinha a realidade da verdade nem qualquer discernimento de outros. Num piscar de olhos, aquela arrogância dentro de mim despareceu. Lembrei-me das palavras de Deus: “[…] a guiar os irmãos e irmãs ao aprender a identificar as várias pessoas, eventos e coisas em seu dia a dia pelo que realmente são, para que elas alcancem entendimento da verdade, saibam como reagir a diferentes tipos de pessoas que perturbam e interrompem o trabalho da igreja, saibam colocar a verdade em prática e ajam com princípios em relação a vários tipos de pessoas. Tudo isso é responsabilidade sua” (‘Identificando falsos líderes (20)’ em “Registros das falas de Cristo dos últimos dias”). Lembrei-me dos desfechos positivos da última vez em que tinha colocados isso em prática. Eu sabia que devemos buscar a verdade juntos quando os irmãos se deparam com um problema e aprender uma lição. Mais tarde, discutimos o comportamento da irmã Xiao numa reunião com toda a igreja, e todos concordaram, com base nas palavras de Deus, que ela era uma falsa líder que não fazia trabalho prático. Antes, alguns irmãos tinham pensado que ela era um tanto capaz, mas, por meio da comunhão, aprenderam a julgar a aptidão de alguém para servir como líder. Viram que parecer entusiasmado e ocupado não é o padrão para julgar um líder, mas, sim, se ele faz trabalho prático e consegue resolver os problemas da igreja. Também falamos sobre alguns de seus comportamentos reais e os associamos às palavras de Deus ao comungar sobre seu caráter, essência e a senda que ela trilhava. Além de desenvolver discernimento, isso serviu também como alerta a todos. Agir assim acalmou meu coração e me deu um entendimento mais profundo do tipo de trabalho que um líder deveria fazer para liderar e ajudar os irmãos de verdade.

Recentemente, os irmãos têm denunciado todos os tipos de problemas com os líderes. Alguns deles são pessoas que conheço um pouco, mas não ouso confiar em meu suposto entendimento para julgá-los arbitrariamente, ser tão insolente quanto antes para seguir meu próprio caminho com arrogância e teimosia. Agora, minha atitude é muito melhor e humilde. Não sou mais tão casual e confiante quando os problemas surgem, mas sou capaz de obter um entendimento prático e discuti-lo com outros e agir de acordo com as palavras de Deus e os princípios. Se não tivesse sido tratada pela líder e julgada pelas palavras de Deus, eu nunca teria visto minha própria arrogância e nunca teria negado a mim mesma. Eu não teria percebido a importância de buscar a verdade e de seguir princípios em tudo como uma líder. Ser tratada desse jeito tem me ajudado muito na minha vida. Graças a Deus!

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