Um despertar após ser tratada

25 de Outubro de 2022

Por Liang Xin, China

No final de 2020, assumi responsabilidade pela rega dos recém-convertidos na igreja. No início, não eram muitos, então, sempre que surgia um problema, eu fazia o que podia para resolvê-los quando me procuravam. Quando não conseguia resolver algo, eu procurava a líder. Eu temia que, se os recém-convertidos não fossem regados bem, eles não permaneceriam fortes. Mais tarde, o número de novos membros foi aumentando cada vez mais, de modo que a líder designou duas irmãs para trabalhar comigo, e cada uma de nós recebeu alguns recém-convertidos para regar. Algumas vezes, uns recém-convertidos vieram conversar comigo sobre alguns problemas. Eu vi que eles estavam no escopo da responsabilidade das outras irmãs e pensei que o meu tempo era limitado, portanto, se eu os ajudasse, isso não impediria a rega dos recém-convertidos pelos quais eu era responsável? Já que aquelas irmãs eram responsáveis por eles, elas deveriam cuidar dos problemas deles. Não era problema meu. Por isso, não comunguei com esses recém-convertidos. Quando comungava, minha comunhão era superficial, eu agia sem me envolver. Alguns dias depois, eu soube que alguns deles não participaram de reuniões por uma semana inteira porque não foram postos num grupo, e alguns não participavam das reuniões porque suas noções não tinham sido resolvidas por meio de comunhão. Fiquei meio chateada ao ouvir isso. Entendi que foi porque eu tinha sido irresponsável e não tinha me importado com eles, mas eu não refleti sobre mim mesma nem tentei entender meu problema. Não demorou, e alguns recém-convertidos pelos quais as duas irmãs eram responsáveis desanimaram por causa de algumas dificuldades na vida, e pararam de vir às reuniões. Já que eu os conhecia um pouco melhor, a líder pediu que eu os ajudasse. Eu não queria. As outras irmãs eram responsáveis por eles agora, e se eu gastasse meu tempo apoiando-os, isso impactaria os resultados do meu trabalho. Quanto mais pensava nisso, mais eu sentia que sairia perdendo, e inventei desculpas para recusar. Eu disse que estava ocupada demais para assumir a rega de recém-convertidos adicionais.

Mais tarde, a líder verificou o nosso progresso no trabalho e nos perguntou por que alguns recém-convertidos não tinham sido adicionados aos grupos, e muitos deles não estavam participando das reuniões. Ela quis saber o motivo. Confiante, eu disse: “Eu conversei com as outras irmãs sobre isso, mas elas não lidaram com isso de modo oportuno”. A líder, então, me perguntou: “É responsabilidade delas e não tem nada a ver com você?”. Eu ainda estava justificando isso para mim mesma: eu não cometi nenhum erro — cuidei de todas as minhas responsabilidades e entreguei esses recém-convertidos às duas irmãs. Isso não estava no escopo das minhas responsabilidades. Fui totalmente sensata ao não dar atenção a eles. A líder me criticou por ser egoísta e só cuidar do meu trabalho no meu dever. Havia problemas com o trabalho das outras irmãs, mas eu não me importei quando percebi, o que levou muitos recém-convertidos a faltar às reuniões. Foi irresponsabilidade. Ela me fez interromper meu dever temporariamente para refletir sobre os meus problemas pessoais. Na hora, fiquei perplexa. Na hora, não consegui aceitar aquilo. Eu era realmente a única responsável pelo fato de alguns recém-convertidos faltarem às reuniões? As outras irmãs eram responsáveis por sua rega na época. Eu não devia ser responsabilizada por isso. Me senti péssima, sem um dever a cumprir, e não consegui conter as lágrimas. Por alguns dias, eu me senti péssima, como se uma faca tivesse sido enfiada no meu coração. Continuei orando, clamando a Deus, refletindo sobre mim mesma.

Na minha busca, li esta passagem das palavras de Deus: “A despeito do que você está pensando, você não está praticando a verdade, não tem lealdade e sempre envolve suas considerações pessoais, e você sempre tem seus pensamentos e ideias. Deus observa essas coisas, Deus sabevocê achava que Deus não sabe? Você é tão estúpido. E se você não se arrepender imediatamente, você perderá a obra de Deus. Por que você a perderá? Porque Deus examina o ser mais íntimo das pessoas. Ele vê, com clareza absoluta, todos os esquemas e truques que elas têm, e Ele sabe que seu coração está fechado para Ele, que elas não são de um só coração com Ele. Quais são as coisas que mais fecham o coração delas para Deus? Seus pensamentos, seus interesses e orgulho, e seus pequenos esquemas. Quando há coisas no coração das pessoas que as separam de Deus e elas estão constantemente preocupadas com essas coisas, sempre fazendo esquemas, isso é um problema. Se você tiver calibre baixo e pouca experiência, mas estiver disposto a buscar a verdade e sempre ser de um só coração com Deus, se você puder dar tudo de si para aquilo que Deus lhe confiou, sem recorrer a truques mesquinhos, Deus verá isso. Se o seu coração estiver sempre emparedado contra Deus, se você sempre cultivar esquemas mesquinhos, sempre viver em prol do próprio orgulho, de seus interesses, ficar sempre calculando essas coisas em seu coração, e for possuído por elas, Deus não ficará satisfeito com você, e Ele não esclarecerá, nem iluminará, nem reconhecerá você, e o seu coração ficará cada vez mais sombrio, o que significa que, quando você cumprir seu dever ou fizer qualquer coisa, você fará uma bagunça, e isso será praticamente inútil. Isso é porque você é tão egoísta e vil, e está sempre tramando pelo seu bem, e não é sincero em relação a Deus; é porque você ousa ser astuto, e tenta enganar a Deus, e não só não aceita a verdade, como é escorregadio no cumprimento do seu devero que não é despender-se verdadeiramente por Deus. Quando você não investe seu coração no cumprimento do seu dever, e só faz um esforço simbólico, usando isso como uma oportunidade de ganhar mais benefícios, de arranjar status e reputação para si mesmo, e se você não aceita nem obedece quando é podado e tratado, é muito provável que você ofenderá o caráter de Deus. Deus vê o ser mais íntimo do homem: se você não se arrepender, você estará em perigo e provavelmente será excluído por Deus, caso em que você nunca mais terá chance de receber a aprovação de Deus(A Palavra, vol. 3: As declarações de Cristo dos últimos dias, “O crucial na crença em Deus é colocar a verdade em prática”). As palavras de Deus revelaram o meu estado. No meu dever, eu era calculista com Deus, tramava pelos meus interesses pessoais. Eu ficava feliz quando trabalhava em algo que me beneficiava, caso contrário eu não dava atenção. Eu me concentrava muito nos recém-convertidos que eu regava, temendo que eles desistissem se eu não os regasse bem, mas não dava atenção àqueles pelos quais eu não era responsável. Achava que, já que tinham sido designados às outras irmãs, se eles não fossem regados bem e tivessem problemas, isso nada teria a ver comigo, por isso eu não precisava assumir responsabilidade por eles e os meus interesses não eram impactados. Então, quando os recém-convertidos me procuraram para falar sobre seus problemas, vendo que eles não eram responsabilidade minha, eu não quis comungar com eles. Quando eu os ajudava um pouco, eu só agia sem me envolver. A líder viu que eles estavam faltando às reuniões e pediu que eu os apoiasse, mas eu inventei desculpas para não fazer isso. Eu não estava pensando em como regar bem os recém-convertidos, para que criassem raízes no caminho verdadeiro o quanto antes. Eu só pensava nos meus interesses e não considerava a vontade de Deus. Eu era tão egoísta e vil! Eu delineei claramente os limites dos nossos trabalhos, das nossas responsabilidades. Achava que era perfeitamente sensato ignorar tudo que estivesse fora do escopo das minhas responsabilidades e que quaisquer problemas não tinham nada a ver comigo. Eu era igual a um incrédulo que trabalha para um chefe, como se eu fosse paga com base no trabalho que fazia. Eu só pensava em meus interesses e não queria me envolver com mais nada. Eu não estava disposta a fazer nenhum esforço extra. Como isso era cumprir o meu dever? Eu era apenas uma servidora. Essa atitude minha realmente enojava a Deus. Alguns recém-convertidos não conseguiam encontrar um grupo de reuniões e pareciam estar tão ansiosos, como criancinhas que estavam perdidas. Eles me procuraram, e eu deveria ter ajudado eles a encontrar um grupo e comungado com eles sobre seus problemas. Em vez disso, eu me ocupei com as minhas tarefas e os ignorei, então esses recém-convertidos não participaram de reuniões. Isso me deixou cheia de remorso e culpa, e senti que eu não tinha humanidade. Ser podada e tratada e ter meu dever suspenso foi a justiça de Deus.

Mais tarde, vi um vídeo testemunhal que citava uma passagem das palavras de Deus que me ajudou a entender a mim mesma. “Os anticristos não têm consciência, nem senso, nem humanidade. Eles não só carecem de vergonha, mas também têm outro distintivo: eles são notavelmente egoístas e vis. O senso literal de seu ‘egoísmo e vileza’ não é difícil de entender: eles são cegos em relação a tudo, menos a seus interesses pessoais. Qualquer coisa que diga respeito aos seus interesses recebe toda a sua atenção, eles sofrerão por isso, pagarão um preço, isso os absorverá, eles se dedicarão a isso. Eles se fingirão de cego em relação a qualquer coisa que não esteja relacionada a seus interesses e a ignorará; os outros podem fazer o que quiseremeles não se importam se alguém divide ou interrompe e, para eles, isso nada tem a ver com eles. Falando diplomaticamente, eles cuidam da própria vida. Mas é mais correto dizer que esse tipo de pessoa é vil, sórdido, desprezível; nós o definimos como ‘egoísta e vil’. […] Não importa o trabalho que faça, o tipo de pessoa que é um anticristo nunca pensa nos interesses da casa de Deus. Só considera se os seus interesses serão afetados, pensa apenas no pouquinho de trabalho à sua frente que o beneficia. Para ele, o trabalho principal da igreja é apenas algo que fazem em seu tempo livre. Não o leva nem um pouco a sério. Ele simplesmente faz um esforço superficial, só faz o que gosta de fazer, e só faz o trabalho de manter seu próprio poder e posição. Aos seus olhos, qualquer trabalho arranjado pela casa de Deus, o trabalho de espalhar o evangelho e a entrada na vida do povo escolhido de Deus não são importantes. Não importa quais dificuldades as outras pessoas tenham no trabalho delas, que problemas elas identificaram e relataram a eles, quão sinceras sejam suas palavras, os anticristos não dão atenção, não se envolvem, é como se nada tivesse a ver com eles. Eles são totalmente indiferentes em relação aos assuntos da igreja, não importa quão importantes esses assuntos sejam. Mesmo quando o problema está bem na frente deles, eles o tratam apenas com superficialidade. Somente quando são tratados diretamente pelo alto e ordenados a resolver um problema é que eles fazem um pouco de trabalho real, com má vontade, e entregam algo que o alto possa ver; logo depois, eles continuarão com os próprios assuntos. Em relação ao trabalho da igreja, em relação às coisas importantes do contexto mais amplo, eles são desinteressados e indiferentes. Até ignoram os problemas que descobrem, dão respostas superficiais ou usam suas palavras para dispensar você quando questionados sobre problemas, só tratam os problemas com grande relutância. Essa é a manifestação do egoísmo e da vileza, não é?(A Palavra, vol. 4: Expondo os anticristos, “Excurso Quatro: Resumindo a qualidade dos anticristos e a essência de seu caráter (parte 1)”). Essa passagem das palavras de Deus entrou diretamente no meu coração. Eu estava agindo igual a um anticristo, de modo tão egoísta e vil, eu só pensava nos meus interesses em tudo que fazia. Quando um recém-convertido não participava das reuniões, se isso impactava os meus resultados, não importava o preço que tinha que pagar, quanto tinha que trabalhar, eu ficava feliz em regar e apoiá-lo e nunca me cansava. Mas quando via recém-convertidos sob a responsabilidade das outras irmãs sem um grupo de reuniões, eu podia resolver isso com um esforço mínimo, mas não o fazia. Percebi que eu era profundamente corrompido por Satanás, e “cada um por si e o diabo pega quem fica por último”, “que cada um varra a própria casa” e “nunca mexa um dedo sem recompensa” eram venenos satânicos segundo os quais eu vivia. Eu era egoísta, vil e muito calculista. Esses recém-convertidos tinham acabado de aceitar a obra de Deus dos últimos dias e enfrentavam todos os tipos de tentações. Eles não tinham ninguém que os apoiava e não tinham reuniões para frequentar. Eles podiam ser levados por Satanás a qualquer momento. Regar bem os recém-convertidos é um trabalho importante para a casa de Deus. Não é fácil que alguém venha para diante de Deus. Não sabemos quanto Deus despende para salvar uma única pessoa. Alguém com consciência e humanidade se preocupa quando vê recém-convertidos que não participam de reuniões. Pensa em como apoiá-los juntamente com os outros, de um só coração e uma só mente, para que eles entendam a verdade e criem raízes no caminho verdadeiro o quanto antes. Mas eu colocava meus interesses acima de tudo e não me importava com os recém-convertidos que faltavam às reuniões. Eu não estava disposta a arrumar tempo para ajudá-los. Em que eu estava considerando a vontade de Deus? Eu fui criticada, mas ainda assim não conhecia a mim mesma e me esquivava das minhas responsabilidades. Então percebi que eu não tinha consciência, que eu era fria e cruel. Eu achava que era esperta administrando só a minha área de responsabilidade e garantindo meus resultados para que não fosse dispensada. Eu era tão absurda. Deus vê as intenções da pessoa em suas ações, se ela está se despendendo por Deus, se está defendendo o trabalho da igreja e pensando na vontade de Deus, e não só se importando com seus resultados superficiais. Se você sempre defende seus interesses em seu dever, mesmo que consiga sofrer e pagar um preço, se seu caráter corrupto não for mudado, você será revelado e excluído por Deus no final. Eu não entendia a vontade nem o caráter de Deus. Para me proteger, eu trapaceava e só me importava com meu trabalho, eu impedi e prejudiquei esses recém-convertidos. Meus pequenos cálculos e intenções vis não podiam escapar do escrutínio de Deus. No fim, eu não protegi a mim mesma, e fui exposta e dispensada. O caráter justo de Deus estava sobre mim — eu estava colhendo o que tinha semeado. Eu me enchi de remorso e odiei a mim mesma por ser tão egoísta. Orei a Deus: “Deus Todo-Poderoso, eu só penso nos meus interesses nas minhas ações, o que levou os recém-convertidos a faltar às reuniões. Eu não tenho humanidade nenhuma e mereço punição. Ser dispensada foi Tua justiça e, ainda mais, o Teu amor. Quero me arrepender diante de Ti e apoiar e ajudar esses recém-convertidos, para que eles possam ter uma vida de igreja o quanto antes”.

Depois disso, trabalhei com as duas irmãs para apoiar os recém-convertidos que estavam faltando às reuniões. Descobrimos que alguns deles estavam tendo dificuldades na vida, e nós os ajudamos comungando as palavras de Deus. Eles começaram a melhorar e quiseram participar da vida de igreja. Ajudados e apoiados pela comunhão, alguns outros recém-convertidos quiseram voltar para as reuniões. Eu fiquei muito feliz. Eu disse também às irmãs com as quais eu trabalhava que, sempre que um recém-convertido faltasse às reuniões ou se afastasse, elas deveriam me informar para que eu pudesse regá-los e apoiá-los. Colocar isso em prática me deu uma paz maior. Alguns dias depois, a líder disse que eu poderia ficar a cargo da rega dos recém-convertidos. Eu não consegui segurar as lágrimas quando soube disso. Eu tinha sido tão irresponsável com os irmãos, tão egoísta, mas a igreja me deu outra chance de assumir esse dever. Dei graças a Deus por Sua misericórdia!

Mais tarde, li isto nas palavras de Deus: “Quando você descobrir um problema, veja, primeiro, se consegue resolvê-lo sozinho. Se conseguir, assuma a coisa e leve-a a cabo. Termine-a; cumpra bem a sua responsabilidade, de tal modo que possa prestar contas dela diante de Deus. É isso que significa cumprir seu dever, agir e comportar-se com os pés firmes no chão. Se você não conseguir resolver o problema, relate-o a um líder e veja quem seria a pessoa certa para a tarefa. Primeiro você deve cumprir a sua responsabilidade. Fazendo isso, você se manterá no seu dever e ocupará a posição correta. Se, tendo encontrado um problema, você não o conseguir resolver, mas o relatar a um líder, você terá cumprido a sua primeira responsabilidade. Se você sentir que a questão é um dever que você deveria cumprir e que está à altura dela, você deveria então buscar a ajuda de seus irmãos. Comece comungando os princípios e determinando sua solução, então coopere em harmonia com eles para levar a coisa a cabo. Essa é a sua segunda responsabilidade. Se você conseguir assumir essas duas responsabilidades, você será satisfatório como um ser criado e você cumprirá bem o seu dever. O dever do homem nada mais é do que essas duas coisas. Se você conseguir assumir tudo que vê e consegue resolver e cumprir bem o seu dever, você estará alinhado com a vontade de Deus(A Palavra, vol. 4: Expondo os anticristos, “Item Quatro: Eles se exaltam e dão testemunho de si mesmos”). As palavras de Deus são muito claras. Na casa de Deus, embora cada um tenha um dever diferente e responsabilidades diferentes, os trabalhos são diferentes, mas só existe uma família. Algo pode não estar no escopo das suas responsabilidades, mas quando você vir um problema, faça o que deve fazer. Pense em como trabalhar com os irmãos para que o trabalho da igreja não seja impactado. Se não consegue resolver algo sozinho, coopere com outros irmãos ou informe um líder para defender o trabalho da igreja e cumprir o seu dever. Se você vê um problema, mas não faz nada e não se importa, você é só um funcionário, um servidor, não um membro da família de Deus. Quando percebi isso, orei a Deus no meu coração, disposta a cumprir meu dever de acordo com as exigências de Deus.

Uma vez, havia uma recém-convertida que tinha participado das reuniões antes, e então parou de vir — não sabíamos por quê. Não conseguíamos contatá-la. Então, uma noite, ela me enviou uma mensagem do nada, perguntando como eu estava. Pensei que entrar em contato com ela era tão difícil, por isso eu devia aproveitar a chance para conversar com ela, para ver se ela estava com algum problema. Mas então pensei que estava ocupada preparando o conteúdo para uma reunião e que o meu tempo era limitado. Se gastasse meu tempo apoiando ela, isso atrasaria o meu trabalho. Pensei em pedir que outra pessoa falasse com ela, afinal de contas, eu não era responsável por ela. Assim eu teria a paz para fazer o que precisava fazer. Pensando nisso, percebi que, se eu me esquivasse disso, eu estaria sendo egoísta e irresponsável de novo. A irmã tinha feito o esforço de entrar em contato comigo, portanto eu devia aproveitar a chance para ajudá-la e apoiá-la. Então fiz uma chamada de vídeo. Na nossa conversa, descobri que o marido dela se opunha às reuniões. Ela estava se sentindo constrangida, e o estado dela estava sendo impactado, por isso ela parou de ir às reuniões. Encontrei algumas palavras de Deus que tratavam do estado dela e comunguei com ela a vontade de Deus. Também a encorajei a confiar em Deus para passar pela situação. As palavras de Deus lhe devolveram o sorriso, e ela se mostrou confiante de que conseguiria passar por aquilo. Ela disse também que essas palavras de Deus eram justamente o que ela precisava e acabou expressando o desejo de voltar às reuniões. Quando ela disse isso, fiquei feliz, mas também repreendi a mim mesma. Eu me repreendi porque eu só tinha considerado os meus interesses. Eu quase tinha fugido à minha responsabilidade e ignorado ela. Eu estava feliz porque tinha feito o mínimo que devia fazer, compartilhando as palavras de Deus com ela. Foram as palavras de Deus que deram à irmã confiança e uma senda de prática para se livrar das restrições do marido. Finalmente eu tinha colocado a verdade em prática — e senti alguma paz interior. Depois disso, quando eu deparava com situações semelhantes, minha atitude era muito melhor. Parei de calcular meus ganhos e perdas e passei a dar tudo de mim quando era capaz. Ser tratado é uma boa chance de entrar na vida. Foi graças a ser tratada e a comer e beber as palavras de Deus que aprendi um pouco sobre mim mesma e comecei a cumprir minhas responsabilidades. Graças a Deus!

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