Depois que minhas esperanças de que meu filho cuidasse de mim na velhice foram frustradas
Por Wang Yan, ChinaDesde que consigo me lembrar, eu sempre ouvia os mais velhos falarem sobre a sorte que tal pessoa tinha, pois seus...
Damos as boas-vindas a todos os buscadores que anseiam pela aparição de Deus!
Em 2001, eu aceitei a obra de Deus Todo-Poderoso dos últimos dias. Em 2020, fui diagnosticada com AVC isquêmico e uma doença cardíaca. Naquela época, eu precisava urgentemente de dinheiro para o tratamento médico e, por coincidência, meu filho me mandou 5.000 yuans. Eu pensei: “Meu filho é a pessoa com quem sempre posso contar. Quando eu ficar velha, é dele que vou depender”. Em 2022, meu filho se casou e comprou uma casa e um carro por conta própria. Mais tarde, minha nora gastou mais de mil yuans em um anel de ouro para mim, e me disse: “Não vamos pedir nada de você, mas, quando tivermos filhos, seria ótimo se você pudesse ajudar a cuidar deles”. Quando vi como meu filho e minha nora eram bons para mim, pensei: “Ele é meu único filho homem. Tenho que me dar bem com ele e com a minha nora, pois, quando eu ficar velha, terei que contar com eles para cuidar de mim. Minha saúde tem piorado a cada ano. Se eu os ajudar a cuidar dos meus netos enquanto ainda consigo, eles vão cuidar de mim quando eu envelhecer”. Depois de pensar nisso, concordei: “Certo. Quando vocês tiverem filhos, vou cuidar deles para vocês”. Mais tarde, por causa dos riscos à minha segurança, não tive escolha a não ser sair de casa para desempenhar meu dever na igreja, a fim de evitar ser presa pelo Partido Comunista Chinês.
Um dia, em abril de 2024, soube que minha nora estava grávida, e minha família me pediu para voltar e cuidar dela. Voltei às pressas, no entanto, assim que cheguei em casa, os funcionários do vilarejo vieram verificar meu registro de residência. Pensando no fato de que o PC Chinês tem minha foto e tem me procurado todos esses anos, não ousei ficar em casa e saí rapidamente. Depois que voltei à igreja, fiquei muito triste e pensei: “Meu filho trabalha em outra cidade e não tem tempo para cuidar da minha nora. Se eu, como sogra, não cuidar dela, o que sua família vai pensar de mim? Eu nem sei como minha nora está agora”. Depois de pensar nisso, passei a me sentir sempre em dívida com eles. Por causa da angústia em meu coração, meu AVC irrompeu de novo. Fiquei ainda mais preocupada, pensando: “Estou ficando cada vez mais velha, e minha saúde está cada vez pior. Não vou precisar que meu filho e minha nora cuidem de mim no futuro? Não cuidei da minha nora quando ela mais precisou de mim. Se um dia eu estiver velha e doente e tiver que voltar para eles, será que eles ainda vão me aceitar e cuidar de mim na velhice?”. Sempre que eu pensava nisso, meu estado piorava. Os dias se passaram, e logo chegou a hora de a criança nascer. Mas eu ainda não podia voltar para cuidar da minha nora, e não pude deixar de suspirar. Naquela época, eu estava desempenhando o dever de regar recém-chegados. Embora eu desempenhasse esse dever todos os dias, meu coração estava sempre perturbado com esse assunto, e eu não acompanhava o trabalho nem resolvia os problemas dos recém-chegados em tempo hábil. Como resultado, os problemas de alguns recém-chegados não eram resolvidos prontamente, e eles viviam negativos e fracos. Quando vi que não tinha cumprido bem meus deveres, não pensei em como resolver e reverter a situação. Em vez disso, até pensei: “Se não houver resultados, que seja. Se eu for dispensada, talvez possa voltar para meu filho e ajudá-lo a cuidar da criança”. Como eu vivia em um estado incorreto, eu desempenhava meu dever sem a liderança do Espírito Santo, o que me deixou negativa e infeliz. Então orei a Deus: “Querido Deus, o tempo todo tenho vontade de ir para casa cuidar da minha nora e do meu neto. Tenho medo de que, se eu não voltar agora, ninguém vai cuidar de mim quando eu envelhecer. Sei que é errado viver nesse estado. Que Tu me esclareças e me guies para que eu entenda a verdade e conheça meus próprios problemas”. Depois de orar, lembrei-me das palavras de Deus: “Por que os filhos são obedientes aos pais? Por que os pais se importam profundamente com seus filhos? A que visa a intenção das pessoas? Tudo isso não visa a cumprir seus próprios planos e desejos egoístas? Elas realmente pretendem agir em prol do plano de gerenciamento de Deus? Estão realmente agindo em prol da obra de Deus? Sua intenção é cumprir o dever de um ser criado?” (A Palavra, vol. 1: A aparição e a obra de Deus, “Deus e o homem entrarão em descanso juntos”). Deus expõe que, entre as pessoas, não existe amor nem cuidado real; todas abrigam suas próprias intenções, buscando ganho pessoal. Eu era exatamente como Deus havia exposto: vivia pensando na gravidez da minha nora, não porque quisesse sinceramente cuidar dela, mas por causa das minhas próprias intenções. Sentia que minha saúde vinha piorando nos últimos anos e eu ainda teria que contar com meu filho para cuidar de mim na velhice. Por isso, queria ajudá-los a cuidar do meu neto enquanto eu ainda podia, para que, em troca, ele cuidasse de mim na minha velhice. Mas, quando não pude voltar por causa do meu dever e dos riscos à minha segurança, meu coração se encheu de agonia, e eu não tinha mais nenhum senso de fardo pelo meu dever. Vi que eu só considerava os interesses da minha carne.
Mais tarde, busquei a verdade para resolver meus problemas. Li as palavras de Deus: “Quando as pessoas são incapazes de perceber claramente, entender, aceitar ou submeter-se aos ambientes que Deus orquestra e à Sua soberania, quando as pessoas enfrentam várias dificuldades na vida diária ou quando essas dificuldades excedem o que as pessoas normais conseguem suportar, elas inconscientemente sentem todo tipo de preocupação, ansiedade e até angústia. Elas não sabem como será amanhã, ou depois de amanhã, ou como será seu futuro, e por isso sentem-se angustiadas, ansiosas e preocupadas com toda espécie de coisas. Qual é o contexto que faz surgir essas emoções negativas? É que elas não acreditam na soberania de Deus — isto é, são incapazes de perceber bem e acreditar na soberania de Deus e não têm fé genuína em Deus no coração. Mesmo quando veem os fatos da soberania de Deus com os próprios olhos, não a entendem nem acreditam nela. Elas não acreditam que Deus detém a soberania sobre seu destino, não acreditam que toda a sua vida está nas mãos de Deus, e assim surge em seu coração a desconfiança em relação à soberania e aos arranjos de Deus, e então surgem reclamações, e elas são incapazes de submeter-se” (A Palavra, vol. 6: Sobre a busca da verdade, “Como buscar a verdade (3)”). O que Deus expôs era exatamente o meu estado. Quando comecei a crer em Deus e estava saudável, eu conseguia me concentrar em meus deveres, mas, à medida que fui envelhecendo, meus problemas de saúde pioraram aos poucos. Tive um AVC isquêmico, e meu coração não estava bem. Sem perceber, comecei a viver angustiada e ansiosa, preocupada com o que faria se minha saúde piorasse e não houvesse ninguém para cuidar de mim. Quando meu filho e minha nora precisaram de mim, não voltei para cuidar deles, então será que eles ainda cuidariam de mim quando eu envelhecesse e precisasse de cuidados? Quando pensei nisso, comecei a mergulhar em emoções negativas, perdi meu senso de fardo no dever e até não me dispus a desempenhar meu dever na igreja. Só queria voltar para cuidar da minha nora. Embora dissesse com frequência que tudo está nas mãos de Deus, quando as coisas aconteciam comigo, eu perdia a fé em Sua soberania e só queria contar com os outros. Vi que eu não tinha fé nenhuma em Deus. Pensando bem agora, de que adiantava me preocupar com essas coisas? Deus já tinha arranjado como seria minha vida futura, e eu só precisava me submeter à Sua soberania e aos Seus arranjos e experienciar as coisas naturalmente.
Mais tarde, li uma passagem das palavras de Deus e algumas das preocupações, no meu coração, foram abrandadas. Deus diz: “Os pais já ganharam muita alegria e compreensão de seus filhos no processo de criá-los, o que é grande conforto e ganho para eles. Quanto a se seus filhos serão filiais, se você poderá depender deles para algo e o que você pode obter deles, essas coisas dependem de se o seu destino é viver juntos, e isso depende da preordenação de Deus. Por outro lado, o tipo de ambiente em que seus filhos vivem, suas condições de vida, se eles terão condições de cuidar de você, se eles estão financeiramente bem e se eles podem prover-lhe prazer e ajuda material, isso também depende da preordenação de Deus. Além disso, como pai ou mãe, se você pode desfrutar de coisas materiais, dinheiro ou do conforto emocional que seus filhos lhe dão, isso também depende da preordenação de Deus. Não é assim? (Sim.) Essas não são coisas que as pessoas podem pedir segundo sua própria vontade. Veja bem, alguns pais não gostam de seus filhos, e os pais não estão dispostos a viver com eles, mas Deus preordenou que os filhos vivessem com seus pais, de modo que não são capazes de estar muito longe dos pais ou de sair de seu lado. Estão presos aos pais por toda a vida — os pais, mesmo se tentassem, não conseguiriam afastá-los. Alguns filhos, por outro lado, têm pais que estão dispostos a viver com eles; eles são inseparáveis, sempre sentem falta uns dos outros depois que se separam, mas, por várias razões, como ir para o exterior para trabalhar ou viver em outro lugar depois que se casam, eles são separados dos pais por uma grande distância. Não é fácil encontrar-se nem mesmo uma vez, e eles têm de arranjar o momento certo até para falar por telefone ou vídeo; por causa do fuso horário ou outras inconveniências, eles não conseguem falar com os pais com frequência. Essas circunstâncias especiais não estão todas relacionadas à preordenação de Deus? (Sim.) Isso não é algo que possa ser decidido pelos desejos subjetivos nem dos pais nem do filho; acima de tudo, isso depende da preordenação de Deus” (A Palavra, vol. 6: Sobre a busca da verdade, “Como buscar a verdade (19)”). Com as palavras de Deus, entendi que todos os pais esperam ser cuidados pelos filhos quando envelhecerem. Mas, na verdade, isso não é algo que as pessoas possam buscar por si mesmas; antes, isso é determinado pela soberania e pela ordenação de Deus. Lembrei-me de uma irmã idosa que eu conheci. Depois que os filhos dela formaram suas próprias famílias, ela continuou a desempenhar seu dever na igreja e não tinha tempo para ajudar a cuidar dos netos. Mas quando estava na casa dos 60 anos, sua filha tomou a iniciativa de cuidar dela, o que lhe permitiu continuar desempenhando seus deveres na casa da filha. Em outro caso, conheci uma mulher que trabalhava para ajudar a sustentar a família do filho e ainda a cuidar dos netos, mas, no final, foi expulsa pela nora. Também me lembrei de quando, em 2020, eu estava doente e precisava muito de dinheiro. Embora eu não tivesse dito nada ao meu filho, ele acabou me dando 5.000 yuans. Isso tudo não foi resultado da soberania e dos arranjos de Deus? Quando entendi isso, fiquei muito envergonhada. Creio em Deus há tantos anos, e comi e bebi tantas das palavras de Deus, mas assim que adoeci, fui revelada. Eu não confiava em Deus, tentava pensar em saídas por conta própria e vivia querendo correr para o meu filho em busca de apoio. De que maneira eu era uma crente em Deus? Depois de ler as palavras de Deus, entendi que, se Ele preordenou que os filhos de uma pessoa não cuidarão dela na velhice, então, não importa o quanto ela se esforce para manter o relacionamento com eles, tudo será em vão. Se Deus preordenou que os meus filhos cuidarão de mim, então Ele arranjará as coisas para mim quando chegar a hora. Se um dia eu não pudesse mais desempenhar meu dever por causa da minha saúde, então eu experienciaria isso me submetendo às Suas orquestrações e aos Seus arranjos. Eu acreditava que havia lições a serem aprendidas e verdades a serem ganhas. Depois disso, parei de me preocupar por não poder cuidar da minha nora, e consegui aquietar meu coração e desempenhar meu dever.
Mais tarde, li que Deus expõe como Satanás usa a cultura tradicional para corromper as pessoas, e ganhei algum discernimento das visões erradas que eu tinha dentro de mim. Deus Todo-Poderoso diz: “Analisando a cultura chinesa tradicional, é especialmente o povo chinês que ressalta a piedade filial. Desde a antiguidade até o presente, isso sempre foi discutido e considerado como parte da humanidade das pessoas e como padrão para avaliar se alguém é bom ou mau. É claro que, na sociedade, formou-se uma atmosfera geral e uma opinião pública. Se os filhos não são filiais, eles são desprezados e rejeitados e condenados, e seus pais sentem vergonha, e os filhos se sentem incapazes de suportar essa mancha em sua reputação. Sob a influência de vários fatores, os pais também são profundamente envenenados por esse pensamento tradicional e exigem, sem pensar ou discernir, que seus filhos sejam filiais. Por que os pais criam filhos? Não é porque eles vão cuidar de você na velhice e lhe darão uma despedida adequada quando você falecer, mas para cumprir uma responsabilidade e uma obrigação que Deus lhe deu. Um aspecto é que criar filhos é um instinto humano, outro é que isso é uma responsabilidade humana. Você teve filhos devido ao instinto e à responsabilidade, não para se preparar para a velhice e receber cuidados quando estiver velho. Esse ponto de vista não é correto? (É, sim.) Pessoas que não têm filhos necessariamente ficam infelizes na velhice? Não necessariamente, certo? As pessoas sem filhos ainda conseguem alcançar uma idade avançada, e algumas são até saudáveis, aproveitam seus últimos anos e morrem em paz. É certo que as pessoas que têm filhos podem aproveitar seus últimos anos com saúde e felicidade? (Não necessariamente.) Portanto, a saúde, a felicidade, a situação de vida, a qualidade de vida e o status físico dos pais na idade avançada na verdade não têm nenhuma relação direta com seus filhos serem ou não filiais, mas sim com a preordenação de Deus e com o ambiente de vida que Ele estabelece para eles. Os filhos não são obrigados a assumir a responsabilidade pela situação de vida dos pais nos últimos anos” (A Palavra, vol. 6: Sobre a busca da verdade, “Como buscar a verdade (19)”). Depois de ler as palavras de Deus, entendi que o propósito de criar os filhos não é para que eles cuidem de você na velhice, e que cada um tem sua própria missão e suas próprias responsabilidades. No entanto, depois que fui corrompida por Satanás, aceitei os pensamentos e as opiniões que ele incutiu em mim, como “tenha com quem contar na velhice”, “tenha quem cuide de você na velhice” e “crie filhos para que cuidem de você na velhice”. Eu acreditava que não era bom não termos filhos para cuidar de nós na velhice. Quando envelheci e desenvolvi vários problemas de saúde, eu só queria manter um bom relacionamento com meu filho e minha nora para que eles cuidassem de mim no futuro. Quando não pude voltar para cuidar da minha nora grávida por causa dos riscos, nem sequer tive vontade de desempenhar meu dever, por isso os problemas dos recém-chegados não foram resolvidos, e a entrada deles na vida foi atrasada. Mas, em vez de me arrepender, eu ainda esperava ser reatribuída em meu dever, para poder ir para casa e cuidar da minha nora. Pensei em como eu acreditava em Deus havia tantos anos e tinha desfrutado tanto de Sua provisão da verdade. Não só deixei de desempenhar meu dever adequadamente para retribuir a Deus, mas fui até capaz de desistir do meu dever para agradar meu filho e minha nora. Quando as coisas me sobrevieram, tudo em que pensei foi na minha própria saída. Não mostrei a menor devoção para com o meu dever. De que maneira eu tinha alguma humanidade? Percebi que visões como “tenha com quem contar na velhice”, “tenha quem cuide de você na velhice” e “crie filhos para que cuidem de você na velhice” são truques que Satanás usa para controlar as pessoas. Viver segundo essas visões me levou a não acreditar na soberania de Deus, a me rebelar e não me submeter a Ele, e a não ter nenhum senso de fardo pelo meu dever. Quase perdi a oportunidade de desempenhar meu dever. Se eu continuasse apegada a essas visões, perderia minha chance de salvação, e realmente me arruinaria. Então, pensei nas minhas experiências com doença nos últimos anos. Em 2018, eu não conseguia esticar os braços por causa da espondilose cervical que me comprimia os nervos. A irmã que me hospedou comprou para mim alguns remédios, e mais tarde finalmente consegui esticar os braços de novo. Além disso, tive um AVC isquêmico em 2020, e os médicos disseram que minha doença era difícil de tratar. Inesperadamente, uma irmã mais velha me deu quatro caixas de remédio para AVC isquêmico. Depois de tomar o remédio, minha saúde foi melhorando aos poucos. Nenhuma dessas doenças dos últimos anos foi meu filho que ajudou a curar. Foi Deus que, vez após vez, estabeleceu pessoas, eventos e coisas para que minhas doenças pudessem ser curadas. Estou viva até hoje por causa da proteção Dele! Eu tinha que abandonar as falácias de Satanás, como “tenha com quem contar na velhice” e “tenha de quem depender na velhice”, e confiar-me a Deus, usando o tempo que me resta para desempenhar meu dever adequadamente para satisfazê-Lo.
Depois, li outra passagem das palavras de Deus, que mudou minha visão de sempre querer contar com meu filho para cuidar de mim na velhice. Deus diz: “Os pais não deveriam exigir que os filhos sejam filiais e cuidem deles e os sustentem nos últimos anos — isso não é necessário. De um lado, é uma atitude que os pais deveriam ter em relação aos filhos e, de outro, é a dignidade que os pais deveriam ter. É claro que existe também um aspecto mais importante: é o princípio ao qual os seres criados que são pais deveriam obedecer no trato com seus filhos. Se seus filhos são filiais e estão dispostos a cuidar de você, você não precisa recusá-los; se não estão dispostos a fazer isso, você não precisa resmungar nem gemer o dia todo, sentindo-se incomodado ou ressentido no coração nem guardar rancores contra seus filhos. Você deveria assumir a responsabilidade e suportar o fardo por sua vida e por sua sobrevivência na medida do possível e não deveria passar isso para os outros, sobretudo para seus filhos. Você deveria enfrentar uma vida sem a companhia nem a ajuda de seus filhos ao seu lado de forma proativa e correta e, mesmo que esteja separado de seus filhos, ainda assim você deveria poder enfrentar sozinho tudo que a vida lhe traz. É claro que, se você precisa de ajuda essencial de seus filhos, você pode pedir-lhes, mas isso não deveria se basear no pensamento e no ponto de vista equivocado de que os filhos precisam ser filiais aos pais ou que você conta com eles para cuidar de você na idade avançada. Ao contrário, ambos deveriam fazer essas coisas pelos pais ou pelos filhos sob a perspectiva de cumprir suas responsabilidades. Dessa forma, a relação entre pais e filhos pode ser tratada de forma racional. É claro que, se ambos os lados forem racionais, derem espaço um ao outro e respeitarem um ao outro, no fim, eles certamente serão capazes de conviver melhor e de forma harmoniosa, de apreciar esse afeto familiar e apreciar seu cuidado, sua preocupação e sua solicitude um pelo outro. É claro que fazer essas coisas com base em respeito e compreensão mútuos está relativamente alinhado com humanidade e é relativamente apropriado” (A Palavra, vol. 6: Sobre a busca da verdade, “Como buscar a verdade (19)”). Deus diz: “Os pais não deveriam exigir que os filhos sejam filiais e cuidem deles e os sustentem nos últimos anos — isso não é necessário. De um lado, é uma atitude que os pais deveriam ter em relação aos filhos e, de outro, é a dignidade que os pais deveriam ter”. Essas palavras me comoveram muito. Deus nos disse claramente que o relacionamento entre pais e filhos deve se basear no cuidado e na compreensão mútuos, e não deve envolver nenhuma troca. Cada um tem sua própria missão, e, como pais, não devemos pedir que nossos filhos nos sustentem e cuidem de nós. Os idosos também devem viver com dignidade e não pensar sempre em contar com o cuidado dos filhos. Embora eu tenha criado meu filho, ele agora é adulto e independente, e não tem mais muito a ver comigo. Cada um tem sua própria senda na vida e deve enfrentar o que acontece na vida de forma independente. No entanto, eu sempre quis que meu filho cuidasse de mim na velhice e não ousei experienciar a vida que Deus arranjou para mim por conta própria. De que maneira eu vivia com alguma dignidade? Ao comer e beber as palavras de Deus, minha perspectiva mudou um pouco, e me senti muito mais liberta.
Um dia, recebi uma carta de casa. Dizia que a minha nora já tinha dado à luz e me pedia para voltar e cuidar dela. Senti-me um pouco abalada e pensei: “Agora estou tão ocupada com meu dever! Se eu realmente for para casa, não sei quanto tempo levarei para voltar para cá. Isso vai atrasar o trabalho da igreja. Além disso, o PC Chinês tem tentado me prender constantemente. Voltar provavelmente envolverá riscos. Mas e se eu não voltar e meu filho e minha nora cortarem relações comigo? Ainda tenho que contar com eles para cuidar de mim na velhice. Se não tiver mesmo outro jeito, vou ter que voltar”. Quando pensei nisso, percebi que ainda queria contar com meu filho na velhice e busquei a verdade em relação ao meu problema. Li as palavras de Deus: “Deus não paga meramente um preço por cada pessoa nas décadas desde seu nascimento até o presente. Na visão de Deus, você veio a este mundo inúmeras vezes e reencarnou incontáveis vezes. Quem está no controle disso? Deus está no controle disso. Você não tem como saber essas coisas. […] Quanto esforço Deus despende por uma única pessoa! Algumas pessoas dizem: ‘Tenho sessenta anos de idade. Durante sessenta anos, Deus tem me guardado, protegido e guiado. Se, quando estiver velho, eu não puder desempenhar um dever e não puder fazer nada — Deus ainda Se importará comigo?’. Não é uma coisa tola de se dizer? Deus não apenas guarda e protege uma pessoa e tem soberania sobre seu destino em uma vida só. Se fosse apenas uma única vida, o tempo de uma só vida, isso não demonstraria que Deus é onipotente e tem soberania sobre todas as coisas. Ao despender esforço e pagar um preço por alguém, Deus não só está arranjando o que ele fará nesta vida, Ele está arranjando para ele inúmeras vidas. Deus assume responsabilidade plena por toda alma que reencarna. Ele trabalha com Seu coração, pagando o preço de Sua vida, guiando cada pessoa e arranjando cada vida dela. Considerando que Deus despende tamanho esforço e paga tamanho preço para o bem do homem e que Ele concede ao homem todas essas verdades e esta vida, se, nestes últimos dias, as pessoas não desempenharem o dever dos seres criados e não retornarem para diante do Criador — se, não importam quantas vidas e gerações elas tenham vivido, elas acabarem falhando em cumprir seus deveres e em satisfazer as exigências de Deus — a dívida delas para com Deus não seria grande demais? Elas não seriam indignas de todos os preços que Deus pagou? Elas seriam tão carentes de consciência que não mereceriam ser chamadas de pessoas, pois sua dívida para com Deus seria grande demais. […] A graça, o amor e a misericórdia que Deus demonstra ao homem não são apenas um tipo de atitude — são também um fato. Que fato é esse? É que Deus coloca Suas palavras dentro de você, esclarecendo-o, permitindo que você veja o que é amável Nele e como, exatamente, é este mundo, dando-lhe grande clareza mental e permitindo que você entenda Suas palavras e a verdade. Dessa maneira, sem saber, você ganha a verdade. Deus opera tanto em você de uma forma muito real, capacitando-o a ganhar a verdade. Quando você ganha a verdade, quando você ganha a coisa mais preciosa, que é a vida eterna, as intenções de Deus são satisfeitas. Quando Deus vê que as pessoas estão buscando a verdade e estão dispostas a cooperar com Ele, Ele fica feliz e contente. Então Ele tem certa atitude, e enquanto Ele tem essa atitude, Ele age, aprova e abençoa o homem. Ele diz: ‘Eu o recompensarei. Estas são as bênçãos que você merece’. E então você ganhará a verdade e a vida. Quando você tiver conhecimento do Criador e tiver ganhado Seu apreço, você ainda sentirá um vazio no coração? Não sentirá. Você se sentirá realizado e terá um senso de deleite. Não é isso viver uma vida de valor? Essa é a vida mais valiosa e significativa” (A Palavra, vol. 3: Os discursos de Cristo dos últimos dias, “Pagar o preço para ganhar a verdade é muito significativo”). Depois de ler as palavras de Deus, fiquei profundamente comovida. Deus tem soberania sobre e controla a sina de toda a humanidade, e somente Ele é meu apoio. Pensei em como, em todos os anos em que sigo a Deus e desempenho meu dever, Ele sempre me guiou e protegeu, e eu vi muitos dos atos de Deus. Com Ele ao meu lado, com o que eu ainda estava preocupada? Se, neste momento crucial da obra de Deus, eu continuasse a viver para minha família e para a carne, deixasse de desempenhar meu dever a fim de manter meu relacionamento com meu filho, e, por fim, perdesse a minha chance de salvação, isso seria uma verdadeira tolice! Só quero devotar tudo que posso para cumprir meu dever pelo resto da minha vida. Mesmo que o meu filho não cuide de mim na velhice, não preciso me preocupar. Vou apenas experienciar isso contando com Deus. Agora, tenho desempenhado meus deveres todos os dias e me sinto extremamente relaxada e liberta.
Depois dessa experiência, minha percepção mais profunda é que Deus é meu verdadeiro apoio. Somente Ele pode expressar a verdade, apontar-nos a senda correta na vida e nos levar a viver uma vida significativa. Graças a Deus Todo-Poderoso!
Tendo lido até aqui, você é uma pessoa abençoada. A salvação de Deus dos últimos dias virá até você.
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