Conhecendo Deus 3

Palavras diárias de Deus Trecho 83

Deus usa palavras para criar todas as coisas

Gênesis 1:3-5 Disse Deus: haja luz. E houve luz. Viu Deus que a luz era boa; e fez separação entre a luz e as trevas. E Deus chamou à luz dia, e às trevas noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro.

Gênesis 1:6-7 E disse Deus: haja um firmamento no meio das águas, e haja separação entre águas e águas. Fez, pois, Deus o firmamento, e separou as águas que estavam debaixo do firmamento das que estavam por cima do firmamento. E assim foi.

Gênesis 1:9-11 E disse Deus: Ajuntem-se num só lugar as águas que estão debaixo do céu, e apareça o elemento seco. E assim foi. Chamou Deus ao elemento seco terra, e ao ajuntamento das águas mares. E viu Deus que isso era bom. E disse Deus: Produza a terra relva, ervas que dêem semente, e árvores frutíferas que, segundo as suas espécies, dêem fruto que tenha em si a sua semente, sobre a terra. E assim foi.

Gênesis 1:14-15 E disse Deus: haja luminares no firmamento do céu, para fazerem separação entre o dia e a noite; sejam eles para sinais e para estações, e para dias e anos; e sirvam de luminares no firmamento do céu, para alumiar a terra. E assim foi.

Gênesis 1:20-21 E disse Deus: Produzam as águas cardumes de seres viventes; e voem as aves acima da terra no firmamento do céu. Criou, pois, Deus os monstros marinhos, e todos os seres viventes que se arrastavam, os quais as águas produziram abundantemente segundo as suas espécies; e toda ave que voa, segundo a sua espécie. E viu Deus que isso era bom.

Gênesis 1:24-25 E disse Deus: Produza a terra seres viventes segundo as suas espécies: animais domésticos, répteis, e animais selvagens segundo as suas espécies. E assim foi. Deus, pois, fez os animais selvagens segundo as suas espécies, e os animais domésticos segundo as suas espécies, e todos os répteis da terra segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom.

No primeiro dia, o dia e noite da humanidade nascem e se mantêm firmes graças à autoridade de Deus

Vejamos a primeira passagem: “Disse Deus: haja luz. E houve luz. Viu Deus que a luz era boa; e fez separação entre a luz e as trevas. E Deus chamou à luz dia, e às trevas noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro” (Gênesis 1:3-5). Essa passagem descreve o primeiro ato de Deus no início da criação, e o primeiro dia que Deus passou em que houve uma tarde e uma manhã. Mas foi um dia extraordinário: Deus começou a preparar a luz para todas as coisas e, além disso, separou a luz das trevas. Nesse dia, Deus começou a falar e Suas palavras e autoridade existiram lado a lado. Sua autoridade começou a se manifestar entre todas as coisas e Seu poder se espalhou entre todas as coisas como resultado de Suas palavras. Desse dia em diante, todas as coisas foram formadas e se mantiveram firmes devido às palavras de Deus, à autoridade de Deus e ao poder de Deus, e começaram a funcionar graças às palavras de Deus, à autoridade de Deus e ao poder de Deus. Quando Deus disse as palavras “haja luz”, houve luz. Deus não iniciou nenhum empreendimento; a luz surgira como resultado de Suas palavras. Essa foi a luz a que Deus chamou dia, e da qual o homem ainda depende hoje para sua existência. Por ordem de Deus, sua substância e valor nunca mudaram e ela nunca desapareceu. Sua existência manifesta a autoridade e poder de Deus, e proclama a existência do Criador, e confirma repetidamente a identidade e status do Criador. Não é intangível ou ilusória, mas uma luz real que pode ser vista pelo homem. Daquele tempo em diante, nesse mundo vazio em que “a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo”, foi produzida a primeira coisa material. Essa coisa veio das palavras da boca de Deus e surgiu no primeiro ato da criação de todas as coisas devido à autoridade e às declarações de Deus. Logo depois, Deus ordenou que a luz e as trevas se separassem… Tudo mudou e foi completado devido às palavras de Deus… Deus chamou à essa luz “Dia” e às trevas Ele chamou “Noite”. A partir de então, a primeira tarde e a primeira manhã foram produzidas no mundo que Deus pretendia criar, e Deus disse que esse era o primeiro dia. Esse dia foi o primeiro dia da criação de todas as coisas do Criador, e foi o começo da criação de todas as coisas, e foi a primeira vez em que a autoridade e o poder do Criador se manifestaram nesse mundo que Ele havia criado.

Através dessas palavras, o homem é capaz de contemplar a autoridade de Deus, e a autoridade das palavras de Deus, e o poder de Deus. Porque somente Deus possui tal poder, e, portanto, somente Deus tem tal autoridade, e porque Deus possui tal autoridade, e, portanto, somente Deus tem tal poder. Poderia algum homem ou objeto possuir tal autoridade e poder? Há uma resposta no coração de vocês? Além de Deus, algum ser criado ou não criado possui tal autoridade? Vocês já viram um exemplo de tal coisa em qualquer outro livro ou publicação? Há algum registro de que alguém tenha criado os céus e a terra e todas as coisas? Isso não aparece em nenhum outro livro ou registro; essas são, naturalmente, as únicas palavras oficiais e poderosas sobre a magnífica criação de Deus do mundo, que estão registradas na Bíblia, e essas palavras falam pela autoridade única de Deus e a identidade única de Deus. Pode-se dizer que tais autoridade e poder simbolizam a identidade única de Deus? Pode-se dizer que Deus e somente Deus os possui? Sem dúvida alguma, somente o Próprio Deus possui tais autoridade e poder! Essas autoridade e poder não podem ser possuídos ou substituídos por nenhum ser criado ou não criado! Essa é uma das características do Próprio Deus único? Vocês já a testemunharam? Essas palavras permitem clara e rapidamente que as pessoas entendam o fato de que Deus possui autoridade única e poder único, e Ele possui identidade e status supremos. A partir da comunicação acima, vocês podem dizer que o Deus em quem vocês creem é o Próprio Deus único?

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 84

No segundo dia, a autoridade de Deus arranja as águas e cria o firmamento, e surge um espaço para a sobrevivência humana mais básica

“E disse Deus: haja um firmamento no meio das águas, e haja separação entre águas e águas. Fez, pois, Deus o firmamento, e separou as águas que estavam debaixo do firmamento das que estavam por cima do firmamento. E assim foi” (Gênesis 1:6-7). Que mudanças ocorreram depois que Deus disse: “Haja um firmamento no meio das águas, e haja separação entre águas e águas”? Nas Escrituras está escrito: “Fez, pois, Deus o firmamento, e separou as águas que estavam debaixo do firmamento das que estavam por cima do firmamento”. Qual foi o resultado depois que Deus havia falado e feito isso? A resposta está na última parte da passagem: “E assim foi”.

Essas duas frases curtas registram um evento magnífico e descrevem uma cena maravilhosa — o formidável empreendimento em que Deus governou as águas e criou um espaço no qual o homem poderia existir…

Nessa imagem, as águas e o firmamento surgem diante dos olhos de Deus em um instante, e são divididos pela autoridade das palavras de Deus, e separados em um acima e outro abaixo, conforme a maneira determinada por Deus. Isso significa dizer que o firmamento criado por Deus não só cobriu as águas abaixo, mas também sustentou as águas acima… O homem não pode deixar de olhar estupefato e exclamar admirado diante do esplendor da cena em que o Criador transferiu as águas, e comandou as águas, e criou o firmamento pela força de Sua autoridade. Por meio das palavras de Deus, e do poder de Deus, e da autoridade de Deus, Deus realizou outro grande feito. Não é esse o poder da autoridade do Criador? Usemos as Escrituras para explicar os feitos de Deus: Deus proferiu Suas palavras e graças a essas palavras de Deus houve um firmamento no meio das águas. Ao mesmo tempo, ocorreu uma enorme mudança nesse espaço devido a essas palavras de Deus, e não foi uma mudança no sentido comum, mas uma espécie de substituição em que nada se tornou algo. Nasceu dos pensamentos do Criador e se tornou algo do nada devido às palavras proferidas pelo Criador, e, além disso, dali em diante passaria a existir e se manter firme, por causa do Criador, e passaria a se alterar, mudar e se renovar de acordo com os pensamentos do Criador. Essa passagem descreve o segundo ato do Criador em Sua criação do mundo inteiro. Foi outra expressão da autoridade e poder do Criador, e foi outro empreendimento pioneiro do Criador. Esse dia foi o segundo dia que o Criador passou desde a fundação do mundo e foi outro dia maravilhoso para Ele: Ele andou em meio à luz, Ele trouxe o firmamento, Ele arranjou e governou as águas, e Seus feitos, Sua autoridade e Seu poder foram usados para operar no novo dia…

Havia firmamento no meio das águas antes de Deus proferir Suas palavras? É claro que não! E quanto a depois de Deus dizer: “Haja um firmamento no meio das águas”? As coisas pretendidas por Deus apareceram; houve firmamento no meio das águas e as águas se separaram porque Deus disse: “Haja separação entre águas e águas”. Dessa forma, após as palavras de Deus, dois novos objetos, duas coisas recém-nascidas apareceram entre todas as coisas devido à autoridade e poder de Deus. E como vocês se sentem sobre a aparição dessas duas coisas novas? Vocês sentem a grandeza do poder do Criador? Vocês sentem a força única e extraordinária do Criador? A grandeza de tal força e poder deve-se à autoridade de Deus e essa autoridade é uma representação do Próprio Deus e uma característica única do Próprio Deus.

Essa passagem lhes deu mais um sentido profundo da singularidade de Deus? Mas isso está longe de ser suficiente; a autoridade e poder do Criador vão muito além disso. Sua singularidade não se deve meramente ao fato de Ele possuir uma essência diferente à de qualquer criatura, mas também porque Sua autoridade e poder são extraordinários, ilimitados, superlativos a todos e estão acima de tudo, e, além disso, porque Sua autoridade e o que Ele tem e é podem criar vida e produzir milagres, e podem criar cada minuto e segundo espetacular e extraordinário, e, ao mesmo tempo, Ele é capaz de governar a vida que cria e deter soberania sobre os milagres e cada minuto e segundo que Ele cria.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 85

No terceiro dia, as palavras de Deus dão origem à terra e aos mares, e a autoridade de Deus faz o mundo se encher de vida

A primeira frase de Gênesis 1:9-11: “E disse Deus: Ajuntem-se num só lugar as águas que estão debaixo do céu, e apareça o elemento seco”. Que mudanças ocorreram depois que Deus disse simplesmente: “Ajuntem-se num só lugar as águas que estão debaixo do céu, e apareça o elemento seco”? E o que havia nesse espaço além da luz e do firmamento? Nas Escrituras está escrito: “Chamou Deus ao elemento seco terra, e ao ajuntamento das águas mares. E viu Deus que isso era bom”. Ou seja, agora havia terra e mares nesse espaço, e a terra e os mares foram separados. O aparecimento dessas coisas novas se seguiu ao comando da boca de Deus, “e assim foi”. As Escrituras descrevem Deus Se ocupando enquanto fazia isso? Descrevem-No fazendo esforço físico? Então, como tudo isso foi feito por Deus? Como Deus fez com que essas coisas novas fossem produzidas? É evidente que Deus usou palavras para realizar tudo isso, para criar a totalidade disso.

[…]

Vamos prosseguir até a frase final dessa passagem: “E disse Deus: Produza a terra relva, ervas que dêem semente, e árvores frutíferas que, segundo as suas espécies, dêem fruto que tenha em si a sua semente, sobre a terra. E assim foi”. Enquanto Deus falava, todas essas coisas passaram a existir seguindo os pensamentos de Deus, e num instante várias formas de vida pequenas e delicadas esticaram a cabeça sem firmeza para fora do solo e, antes mesmo de sacudirem os torrões de terra de seus corpos, começaram a saudar umas às outras animadamente, balançando a cabeça e sorrindo para o mundo. Agradeceram ao Criador pela vida que Ele lhes concedera e anunciaram ao mundo que eram parte de todas as coisas e que cada uma delas dedicaria a vida a revelar a autoridade do Criador. Quando as palavras de Deus foram ditas, a terra se tornou luxuriante e verde, vários tipos de ervas que poderiam ser desfrutadas pelo homem brotaram e romperam o solo, e as montanhas e planícies se tornaram densamente povoadas por árvores e florestas… Esse mundo estéril, em que antes não havia o mínimo vestígio de vida, foi rapidamente coberto por uma profusão de relvas, ervas e árvores e transbordou com vegetação… A fragrância da relva e o aroma do solo se espalharam pelo ar e uma variedade de plantas começou a respirar acompanhando a circulação do ar e iniciou o processo de crescimento. Ao mesmo tempo, graças às palavras de Deus e seguindo os pensamentos de Deus, todas as plantas iniciaram o ciclo de vida perpétuo em que crescem, florescem, dão frutos e se multiplicam. Começaram a seguir estritamente os seus respectivos cursos de vida e começaram a desempenhar seus respectivos papéis entre todas as coisas… Todas nasceram e viveram devido às palavras do Criador. Recebiam provisão e nutrição constantes do Criador e sempre sobreviviam tenazmente em todos os cantos da terra a fim de mostrar a autoridade e o poder do Criador e mostravam sempre a força vital que lhes foi concedido pelo Criador…

A vida do Criador é extraordinária, Seus pensamentos são extraordinários e Sua autoridade é extraordinária, e, portanto, quando Suas palavras foram proferidas, o resultado final foi “e assim foi”. Deus obviamente não precisa trabalhar com as mãos quando age; Ele simplesmente usa Seus pensamentos para comandar e Suas palavras para ordenar, e assim as coisas são alcançadas. Nesse dia, Deus juntou as águas em um lugar e deixou a terra seca aparecer, após o qual Deus fez brotar a relva da terra, e lá cresceram as plantas dando sementes e árvores dando frutos, e Deus as classificou de acordo suas espécies, e fez com que cada uma tivesse em si sua própria semente. Tudo isso foi realizado de acordo com os pensamentos de Deus e os comandos das palavras de Deus, e cada uma apareceu, uma após a outra, nesse novo mundo.

Quando ainda estava por começar Sua obra, Deus já tinha uma imagem do que pretendia alcançar em Sua mente, e quando Deus começou a alcançar essas coisas, que foi também quando Deus abriu a boca para falar do conteúdo dessa imagem, começaram a ocorrer mudanças em todas as coisas graças à autoridade e poder de Deus. Independentemente de como Deus fez isso, ou exerceu Sua autoridade, tudo foi alcançado passo a passo de acordo com o plano de Deus e devido às palavras de Deus, e passo a passo ocorreram mudanças entre céu e terra graças às palavras e autoridade de Deus. Todas essas mudanças e ocorrências revelaram a autoridade do Criador e a extraordinariedade e grandeza do poder da vida do Criador. Seus pensamentos não são meras ideias ou uma imagem vazia, mas uma autoridade que possui vitalidade e energia extraordinária, e são o poder para fazer com que todas as coisas mudem, revivam, se renovem e pereçam. E por causa disso, todas as coisas funcionam devido aos Seus pensamentos e, ao mesmo tempo, são alcançadas devido às palavras de Sua boca…

Antes de todas as coisas aparecerem, nos pensamentos de Deus, muito tempo antes, um plano completo fora formado e muito tempo antes um novo mundo fora realizado. Embora no terceiro dia tenham surgido diversos tipos de plantas na terra, Deus não tinha razão para deter as etapas de Sua criação desse mundo; Ele pretendia continuar a proferir Suas palavras, continuar a alcançar a criação de cada coisa nova. Ele falava, dava Seus comandos, e exercia Sua autoridade e mostrava Seu poder, e Ele preparou tudo o que planejara para preparar para todas as coisas e a humanidade que Ele pretendia criar…

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 86

No quarto dia, as estações, dias e anos da humanidade passam a existir à medida que Deus exerce Sua autoridade novamente

O Criador usou Suas palavras para realizar Seu plano e dessa forma Ele passou os três primeiros dias de Seu plano. Durante esses três dias, Deus não foi visto Se ocupando ou Se esgotando; pelo contrário, Ele passou maravilhosamente bem os três primeiros dias de Seu plano e alcançou a grande tarefa da transformação radical do mundo. Um mundo totalmente novo surgiu diante de Seus olhos e, parte por parte, a bela imagem que estivera selada em Seus pensamentos foi finalmente revelada nas palavras de Deus. A aparição de cada coisa nova era como o nascimento de um bebê e o Criador sentia prazer na imagem que estivera antes em Seus pensamentos, mas que agora fora trazida à vida. Nesse momento, Seu coração ganhou uma leve satisfação, mas Seu plano havia apenas começado. Num piscar de olhos, chegara um novo dia — e qual foi a página seguinte do plano do Criador? O que Ele disse? E como Ele exerceu Sua autoridade? E, ao mesmo tempo, que coisas novas surgiram nesse novo mundo? Seguindo a orientação do Criador, nosso olhar recai sobre o quarto dia da criação de todas as coisas por Deus, um dia que foi mais um novo começo. É evidente que, para o Criador, foi sem dúvida outro dia maravilhoso e outro dia da maior importância para a humanidade atual. Foi, naturalmente, um dia de valor inestimável. Como foi maravilhoso, como foi tão importante e como foi de um valor inestimável? Vamos primeiro ouvir as palavras proferidas pelo Criador…

“E disse Deus: haja luminares no firmamento do céu, para fazerem separação entre o dia e a noite; sejam eles para sinais e para estações, e para dias e anos; e sirvam de luminares no firmamento do céu, para alumiar a terra. E assim foi” (Gênesis 1:14-15). Esse foi mais um exercício da autoridade de Deus que foi revelado por criaturas após Sua criação de terra seca e das plantas sobre ela. Para Deus, esse ato foi tão fácil quanto o que Ele já havia feito, porque Deus tem tal poder; Deus é tão fiel quanto Sua palavra, e Sua palavra será realizada. Deus ordenou que surgissem luminares no céu e esses luminares não só brilharam no céu e sobre a terra, mas também serviram como sinais para dia e noite, para estações, dias e anos. Dessa maneira, conforme Deus proferia Suas palavras, cada ato que Deus desejava alcançar era cumprido de acordo com o significado de Deus e da maneira determinada por Deus.

Os luminares no céu são matéria no céu capaz de irradiar luz; podem iluminar o céu e podem iluminar a terra e os mares. Giram de acordo com o ritmo e a frequência comandados por Deus e iluminam diferentes períodos de tempo sobre a terra, e assim os ciclos de revolução dos luminares fazem com que dia e noite sejam produzidos no leste e oeste da terra e não são somente sinais para marcar noite e dia, mas através desses ciclos diferentes marcam também as festas e os vários dias especiais da humanidade. São o complemento e acompanhamento perfeitos das quatro estações — primavera, verão, outono e inverno — criadas por Deus, ao lado das quais os luminares funcionam harmoniosamente como marcos regulares e precisos para as fases da lua, dias e anos da humanidade. Embora a humanidade só tenha começado a compreender e observar a separação de fases da lua, dias e anos causada pelos luminares criados por Deus após o surgimento da agricultura, a verdade é que as fases da lua, dias e anos que o homem entende hoje começaram a ser produzidos há muito tempo, no quarto dia da criação de todas as coisas por Deus, e também os ciclos sucessivos da primavera, verão, outono e inverno vivenciados pelo homem começaram há muito tempo, no quarto dia da criação de todas as coisas por Deus. Os luminares criados por Deus permitiram ao homem distinguir a noite do dia de maneira regular, precisa e clara e contar os dias e acompanhar claramente as fases da lua e os anos. (O dia da lua cheia marcava a conclusão de um mês, e a partir disso o homem sabia que a iluminação dos luminares começava um novo ciclo; o dia da meia lua marcava a conclusão de metade de um mês, que indicava ao homem o começo de uma nova fase da lua, do qual podia inferir quantos dias e noites havia em uma fase da lua, quantas fases da lua havia em uma estação e quantas estações havia em um ano, e tudo era regularmente exposto.) E, portanto, o homem podia acompanhar facilmente as fases da lua, dias e anos marcados pelas revoluções dos luminares. Desse momento em diante, a humanidade e todas as coisas viveram inconscientemente entre a alternância ordenada de noite e dia e as alternâncias das estações produzidas pelas revoluções dos luminares. Essa foi a importância da criação dos luminares pelo Criador no quarto dia. Do mesmo modo, os objetivos e a importância dessa ação do Criador permaneciam inseparáveis de Sua autoridade e poder. E, portanto, os luminares feitos por Deus e o valor que logo trariam ao homem foram outro golpe de mestre no exercício da autoridade do Criador.

Nesse novo mundo, em que a humanidade ainda estava para aparecer, o Criador havia preparado tarde e manhã, o firmamento, terra e mares, relva, ervas e várias espécies de árvores, e luminares, estações, dias e anos para a nova vida que logo iria criar. A autoridade e o poder do Criador estavam expressos em cada coisa nova que Ele criou, e Suas palavras e realizações ocorreram simultaneamente, sem a menor discrepância e sem o menor intervalo. A aparição e o nascimento de todas essas coisas novas eram prova da autoridade e poder do Criador: Ele é tão fiel quanto Sua palavra e Sua palavra será sempre realizada, e aquilo que é realizado dura para sempre. Esse fato nunca mudou: assim foi no passado, assim é hoje e assim será por toda a eternidade. Quando vocês olham novamente essas palavras das Escrituras, elas lhes parecem renovadas? Vocês viram novos conteúdos e fizeram novas descobertas? Isso é porque os atos do Criador tocaram o coração de vocês e orientaram o direcionamento do seu conhecimento da autoridade e poder Dele, e abriram a porta para sua compreensão do Criador, e os atos e autoridade Dele concederam vida a essas palavras. E, portanto, nessas palavras o homem viu uma expressão real e nítida da autoridade do Criador, e testemunhou de verdade a supremacia do Criador, e contemplou a extraordinariedade da autoridade e poder do Criador.

A autoridade e poder do Criador produzem um milagre após outro e Ele atrai a atenção do homem, e o homem não pode deixar de olhar extasiado as ações surpreendentes nascidas do exercício de Sua autoridade. Seu poder fenomenal produz um deleite após outro e o homem fica deslumbrado e radiante, e exclama admirado, fica atônito e vibra; além disso, o homem fica visivelmente comovido e nele são produzidos respeito, reverência e afeição. A autoridade e os atos do Criador têm um grande impacto sobre o espírito do homem, e purificam o espírito do homem e, além disso, saciam o espírito do homem. Cada um de Seus pensamentos, cada um de Seus pronunciamentos e cada revelação de Sua autoridade é uma obra-prima entre todas as coisas, e é uma grande tarefa, digna da compreensão e conhecimento profundos da humanidade criada.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 87

No quinto dia, formas de vida variadas e diversas exibem a autoridade do Criador de maneiras diferentes

As Escrituras dizem: “E disse Deus: Produzam as águas cardumes de seres viventes; e voem as aves acima da terra no firmamento do céu. Criou, pois, Deus os monstros marinhos, e todos os seres viventes que se arrastavam, os quais as águas produziram abundantemente segundo as suas espécies; e toda ave que voa, segundo a sua espécie. E viu Deus que isso era bom” (Gênesis 1:20-21). As Escrituras nos dizem claramente que, nesse dia, Deus fez as criaturas nas águas e as aves do ar, o que significa dizer que Ele criou os vários peixes e aves e os classificou de acordo com suas espécies. Assim, a terra, os céus e as águas foram enriquecidos com a criação de Deus…

Quando as palavras de Deus foram proferidas, novas formas de vida, cada uma diferente da outra, surgiram instantaneamente em meio às palavras do Criador. Vieram ao mundo disputando espaço, pulando, brincando alegremente… Peixes de todos os formatos e tamanhos nadavam pela água, crustáceos de todo tipo surgiam das areias, criaturas escamadas, sem casca e sem coluna cresciam apressadamente em diferentes formas, grandes ou pequenas, compridas ou curtas. Vários tipos de algas marinhas começaram também a crescer rapidamente, balançando ao movimento da vida aquática variada, ondulando, incitando as águas estagnadas, como a lhes dizer: “Mexa-se! Traga seus amigos! Pois você nunca mais estará só!” A partir do momento em que as várias criaturas viventes criadas por Deus surgiram na água, cada vida nova trouxe vitalidade a águas que haviam permanecido tanto tempo inativas, inaugurando uma nova era… Dali em diante um se aninhou ao outro, e um fez companhia ao outro, e não mantiveram nenhuma distância entre si. A água existia para as criaturas em seu meio, nutrindo cada forma de vida dentro de seu abraço, e toda a vida existia em função da água, graças à sua nutrição. Cada um conferia vida ao outro e, ao mesmo tempo, da mesma forma, cada um dava testemunho igualmente da miraculosidade e grandeza da criação do Criador, e do poder insuperável da autoridade do Criador…

Assim como já não havia mais silêncio no mar, também os céus começaram a se encher de vida. Uma por uma, aves grandes e pequenas voaram do solo ao céu. Ao contrário das criaturas marinhas, tinham asas e penas cobrindo suas figuras esbeltas e graciosas. Agitaram as asas, exibindo orgulhosa e soberbamente as belas capas plumadas e as funções e habilidades especiais a elas concedidas pelo Criador. Voaram livremente e se deslocaram habilmente entre o céu e a terra, sobre pastagens e florestas… Eram as queridinhas do ar, eram as queridinhas de todas as coisas. Logo viriam a ser o elo entre céu e terra, portando mensagens para todas as coisas… Cantaram, cortaram o ar alegremente, trouxeram aplausos, riso e vitalidade a esse mundo outrora vazio… Usaram seu canto claro e melodioso, usaram as palavras dentro de seus corações para louvar o Criador pela vida que lhes foi concedida. Dançaram alegremente para mostrar a perfeição e a miraculosidade da criação do Criador, e dedicariam suas vidas inteiras a dar testemunho da autoridade do Criador através da vida especial que Ele lhes concedera…

Independentemente de estar na água ou de ser dos céus, pelo comando do Criador essa multiplicidade de seres viventes veio a existir nas diferentes configurações da vida, e pelo comando do Criador eles se agruparam de acordo com suas respectivas espécies — e essa lei, essa regra, não podia ser alterada por nenhuma criatura. Nunca ousaram ir além dos limites estabelecidos para eles pelo Criador, nem eram capazes disso. Conforme ordenado pelo Criador, viveram e se multiplicaram e aderiram estritamente ao curso de vida e às leis estabelecidas para eles pelo Criador, e conscientemente obedeceram aos Seus mandamentos não pronunciados e aos decretos e preceitos celestiais que Ele lhes deu, até os dias de hoje. Eles conversavam com o Criador de uma maneira especial, própria, e passaram a apreciar o significado do Criador e obedeceram a Seus mandamentos. Nenhum jamais transgrediu a autoridade do Criador, e Sua soberania e comando sobre eles foram exercidos dentro de Seus pensamentos; nenhuma palavra foi proferida, mas a autoridade que era única do Criador controlava em silêncio todas as coisas que não possuíam capacidade de linguagem e que diferiam da humanidade. O exercício de Sua autoridade dessa maneira especial obrigou o homem a ganhar um novo conhecimento e a fazer uma nova interpretação, da autoridade única do Criador. Aqui, devo dizer a vocês que nesse novo dia, o exercício da autoridade do Criador demonstrou mais uma vez a singularidade do Criador.

Em seguida, vamos dar uma olhada na última frase dessa passagem das Escrituras: “E viu Deus que isso era bom”. O que vocês acham que isso significa? As emoções de Deus estão contidas nessas palavras. Deus observou todas as coisas que Ele criara ganhar vida e permanecer firmes devido a Suas palavras e gradativamente começar a mudar. Nesse momento, Deus estava satisfeito com as várias coisas que Ele fizera com Suas palavras e com os vários atos que alcançara? A resposta é “E viu Deus que isso era bom”. O que vocês veem aqui? O que representa “E viu Deus que isso era bom”? O que simboliza? Significa que Deus teve o poder e a sabedoria para realizar o que Ele planejara e prescrevera, para realizar os objetivos que havia Se proposto a realizar. Ao completar cada tarefa, Deus sentiu arrependimento? A resposta ainda é “E viu Deus que isso era bom”. Ou seja, não só não sentiu arrependimento, como ficou satisfeito. O que significa que Ele não sentiu arrependimento? Significa que o plano de Deus é perfeito, que Seu poder e sabedoria são perfeitos, e que é somente através de Sua autoridade que tal perfeição pode ser realizada. Quando o homem realiza uma tarefa, ele pode, assim como Deus, ver que é bom? Tudo o que o homem realiza pode atingir a perfeição? O homem pode completar algo de uma vez e por toda a eternidade? Assim como o homem diz que “nada é perfeito, apenas melhor”, nada que o homem faça pode atingir a perfeição. Quando Deus viu que tudo o que Ele fizera e realizara era bom, tudo o que foi feito por Deus foi estabelecido por Suas palavras, o que significa dizer que quando “E viu Deus que isso era bom”, tudo o que Ele fizera assumiu uma forma permanente, foi classificado de acordo com a espécie e recebeu posição, propósito e função fixos, de uma vez e por toda a eternidade. Além disso, seu papel entre todas as coisas e a trajetória que devem cumprir durante a gestão de todas as coisas por Deus já haviam sido ordenadas por Deus e eram imutáveis. Essa foi a lei celestial dada pelo Criador a todas as coisas.

“E viu Deus que isso era bom”, essas palavras simples e subestimadas, tantas vezes ignoradas, são as palavras da lei celestial e do decreto celestial dados a todas as criaturas por Deus. São outra personificação da autoridade do Criador, mais prática e mais profunda. Por meio de Suas palavras, o Criador foi capaz não só de ganhar tudo o que havia Se proposto a ganhar, e alcançar tudo o que havia Se proposto a alcançar, mas também de controlar em Suas mãos tudo o que havia criado e governar todas as coisas que havia feito sob Sua autoridade, e, além disso, era tudo sistemático e regular. Todas as coisas também proliferavam, existiam e pereciam por meio de Sua palavra e, além disso, por meio de Sua autoridade elas existiam em meio à lei que Ele havia estabelecido, e nenhuma estava isenta! Essa lei começou no exato momento em que “E viu Deus que isso era bom” e existirá, continuará e funcionará para servir ao plano de gestão de Deus até o dia em que for revogada pelo Criador! A autoridade única do Criador se manifestou não só em Sua capacidade de criar todas as coisas e comandar a existência de todas as coisas, mas também em Sua capacidade de governar e deter soberania sobre todas as coisas, e conferir vida e vitalidade a todas as coisas, e, além disso, em Sua capacidade de causar, de uma vez e por toda a eternidade, o surgimento e existência no mundo de todas as coisas que Ele criara em Seu plano com uma forma perfeita, e uma estrutura de vida perfeita, e uma função perfeita. Também se manifestou no modo em que os pensamentos do Criador não estavam sujeitos a quaisquer restrições, não tinham limites de tempo, espaço ou geografia. Assim como Sua autoridade, a identidade única do Criador permanecerá inalterada de eternidade a eternidade. Sua autoridade será sempre uma representação e um símbolo de Sua identidade única, e Sua autoridade existirá para sempre lado a lado com Sua identidade!

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 88

No sexto dia, o Criador fala e cada espécie de criatura vivente em Sua mente faz sua aparição, uma após a outra

Imperceptivelmente, a obra do Criador de fazer todas as coisas havia continuado por cinco dias, após o qual o Criador imediatamente saudou o sexto dia de Sua criação de todas as coisas. Esse dia foi outro novo começo e outro dia extraordinário. Qual era, então, o plano do Criador na véspera desse novo dia? Que novas criaturas Ele produziria, Ele criaria? Ouça, essa é a voz do Criador…

“E disse Deus: Produza a terra seres viventes segundo as suas espécies: animais domésticos, répteis, e animais selvagens segundo as suas espécies. E assim foi. Deus, pois, fez os animais selvagens segundo as suas espécies, e os animais domésticos segundo as suas espécies, e todos os répteis da terra segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom” (Gênesis 1:24-25). Que criaturas viventes isso inclui? As Escrituras dizem: animais domésticos e répteis e animais selvagens segundo as suas espécies. Ou seja, nesse dia não havia apenas todos os tipos de criaturas viventes sobre a terra, mas estavam todas classificadas segundo suas espécies e, igualmente, “E viu Deus que isso era bom”.

Como nos cinco dias anteriores, no mesmo tom, no sexto dia o Criador ordenou o nascimento das criaturas viventes que Ele desejava, e que elas aparecessem na terra, cada uma segundo sua espécie. Quando o Criador exerce Sua autoridade, nenhuma de Suas palavras é falada em vão, e assim, no sexto dia, cada criatura vivente que Ele planejara criar apareceu na hora marcada. Como o Criador disse “Produza a terra seres viventes segundo as suas espécies”, a terra foi imediatamente preenchida com vida, e sobre a terra surgiu subitamente o fôlego de todos os tipos de criaturas viventes… Nos prados verdes selvagens, vacas robustas, balançando suas caudas de um lado para o outro, surgiram uma após a outra, ovelhas baliram e se reuniram em rebanhos e cavalos começaram a galopar, relinchando… Num instante, as vastas extensões de prados silenciosos explodiram com vida… O surgimento desses vários rebanhos sobre o prado tranquilo era uma bela visão e trouxe uma vitalidade sem limites… Seriam os companheiros dos prados e os senhores dos prados, um dependente do outro; também viriam a ser os guardiões e zeladores dessas terras, que seriam seu habitat permanente e lhes forneceriam tudo de que precisavam, uma fonte de eterna alimentação para sua existência…

No mesmo dia em que apareceram esses vários rebanhos, pela palavra do Criador, surgiu também uma infinidade de insetos, um após o outro. Mesmo sendo os menores dos seres viventes entre todas as criaturas, sua força vital ainda era a criação milagrosa do Criador, e não chegaram tarde demais… Alguns batiam as asinhas, enquanto outros se arrastavam lentamente; alguns pulavam e quicavam, outros cambaleavam; alguns se lançavam adiante, enquanto outros recuavam rapidamente; alguns se moviam de lado, outros saltavam alto e baixo… Todos se ocuparam em encontrar um lar para si: alguns abriram caminho pela grama, alguns começaram a cavar buracos no chão, alguns voaram para as árvores, escondidos nas florestas… Apesar do tamanho diminuto, não estavam dispostos a suportar o tormento de um estômago vazio, e depois de achar um lar, se apressaram em buscar comida para se alimentar. Alguns subiram na grama para comer as lâminas tenras, alguns apanharam bocados de terra e com eles alimentaram seus estômagos, comendo com muito gosto e prazer (para eles, até mesmo terra é um deleite saboroso); alguns se esconderam nas florestas, mas não pararam para descansar, pois a seiva de folhas verde-escuras e brilhantes fornecia uma refeição suculenta… Mesmo depois de saciados, os insetos não cessaram suas atividades; apesar de sua dimensão reduzida, possuíam energia formidável e exuberância ilimitada, e, portanto, de todas as criaturas, são as mais ativas e as diligentes. Nunca tinham preguiça e nunca se davam ao luxo de descansar. Uma vez saciados, ainda assim se punham a trabalhar em prol do futuro, ocupando-se e correndo de um lado a outro para o amanhã de cada um, para sua sobrevivência… Zumbiam suavemente baladas de várias melodias e ritmos para se estimular e incentivar. Traziam alegria também à relva, às árvores e a cada centímetro de solo, tornando único cada dia e cada ano… Com suas próprias linguagens e por seus próprios meios, transmitiam informações a todos os seres viventes da terra. E usando sua própria trajetória de vida especial, marcavam todas as coisas, sobre as quais deixavam traços… Tinham intimidade com o solo, a relva e as florestas e traziam vigor e vitalidade ao solo, a relva e as florestas, e traziam as exortações e saudações do Criador a todas as coisas viventes…

O Criador correu o olhar sobre todas as coisas que criara, e nesse momento Seus olhos se fixaram nas florestas e montanhas, Sua mente girando. À medida que Suas palavras eram proferidas, nas florestas densas e nas montanhas surgiram espécies de criaturas diferentes de todas as anteriores: eram os animais selvagens mencionados pela boca de Deus. Surgindo com grande atraso, balançavam as cabeças e agitavam as caudas, cada um com seu próprio rosto único. Alguns eram peludos, alguns tinham couraças, alguns tinham presas expostas, alguns arreganhavam os dentes, alguns tinham pescoço longo, alguns tinham cauda curta, alguns tinham olhos arregalados, alguns tinham olhar tímido, alguns se curvavam para pastar, alguns tinham sangue nos beiços, alguns saltavam sobre duas patas, alguns andavam sobre quatro cascos, alguns observavam ao longe do alto de árvores, alguns ficavam à espreita nas florestas, alguns procuravam cavernas para descansar, alguns corriam e saltitavam nas planícies, alguns rondavam as florestas… alguns rugiam, alguns uivavam, alguns latiam, alguns gritavam… alguns eram sopranos, alguns eram barítonos, alguns emitiam sons graves, alguns emitiam sons claros e melodiosos… alguns eram sombrios, alguns eram formosos, alguns eram nojentos, alguns eram adoráveis, alguns eram assustadores, alguns eram encantadoramente ingênuos… Um por um eles surgiram. Desfilavam empavonados, com espírito livre, indolentemente indiferentes à presença dos outros, nem ao menos se entreolhando… Levando cada um a vida particular concedida a eles pelo Criador, com selvageria e brutalidade próprias, surgiram nas florestas e nas montanhas. Desdenhavam de tudo, completamente imperiosos — quem os fez os verdadeiros senhores das montanhas e florestas? A partir do momento em que sua aparição foi ordenada pelo Criador, eles “se apossaram” das florestas e “se apossaram” das montanhas, pois o Criador já havia delimitado suas fronteiras e determinado o alcance de sua existência. Somente eles eram os verdadeiros senhores das montanhas e florestas, e é por isso que eles eram tão selvagens e tão desdenhosos. Foram chamados de “animais selvagens” simplesmente porque, entre todas as criaturas, eram os únicos verdadeiramente selvagens, brutos e indomáveis. Não podiam ser domados, portanto não podiam ser criados e não podiam viver em harmonia com a humanidade nem trabalhar para a humanidade. Porque não podiam ser criados, não podiam trabalhar para a humanidade, tinham de viver distantes da humanidade e não podiam ser abordados pelo homem. Por sua vez, foi porque viviam distantes da humanidade e não podiam ser abordados pelo homem, que foram capazes de cumprir o dever que lhes foi confiado pelo Criador: zelar pelas montanhas e florestas. Sua selvageria protegia as montanhas e guardava as florestas, e era a melhor proteção e garantia de sua existência e propagação. Ao mesmo tempo, sua selvageria preservou e garantiu o equilíbrio entre todas as coisas. Sua chegada trouxe apoio e suporte às montanhas e florestas; sua chegada injetou vigor e vitalidade ilimitados nas montanhas e florestas silenciosas e vazias. Desse momento em diante, as montanhas e as florestas se tornaram seu habitat permanente, e eles nunca perderiam seu lar, pois as montanhas e as florestas surgiram e existiam para eles, e os animais selvagens cumpririam seu dever e fariam todo o possível para protegê-las. Da mesma forma, os animais selvagens obedeceriam estritamente às exortações do Criador para manter seu território e seguir usando sua natureza animal para preservar o equilíbrio de todas as coisas estabelecidas pelo Criador, e revelar a autoridade e poder do Criador!

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 89

Sob a autoridade do Criador, todas as coisas são perfeitas

Todas as coisas criadas por Deus, incluindo aquelas que podiam se mover e aquelas que não podiam, como aves e peixes, como árvores e flores, e incluindo os rebanhos, insetos e animais selvagens feitos no sexto dia — todas eram boas com Deus, e, além disso, aos olhos de Deus, todas essas coisas, de acordo com Seu plano, haviam atingido o ápice da perfeição e alcançado os padrões que Deus almejava alcançar. Passo a passo, o Criador realizou a obra que pretendia realizar de acordo com Seu plano. Uma após a outra, as coisas que Ele pretendia criar apareceram, e a aparição de cada uma delas era um reflexo da autoridade do Criador, e uma cristalização de Sua autoridade, e devido a essas cristalizações, nenhuma criatura podia deixar de ser grata pela graça do Criador e a provisão do Criador. À medida que os feitos milagrosos de Deus se manifestavam, esse mundo se expandia, parte por parte, com todas as coisas criadas por Deus, e mudava de caos e trevas para claridade e brilho, de silêncio mortal para vivacidade e vitalidade ilimitadas. Entre todas as coisas da criação, das grandes às pequenas, das pequenas às microscópicas, não havia nenhuma que não tivesse sido criada pela autoridade e poder do Criador, e havia na existência de cada criatura uma necessidade e um valor únicos e inerentes. Independentemente de suas diferenças de forma e estrutura, tiveram necessariamente de ser feitas pelo Criador para existirem sob a autoridade do Criador. Às vezes as pessoas veem um inseto que é muito feio, e dizem: “Esse inseto é tão horrível, é impossível que algo tão feio tenha sido feito por Deus — Ele nunca criaria algo tão feio”. Que visão tola! O que deveriam dizer é: “Embora esse inseto seja tão feio, foi feito por Deus e por isso deve ter um propósito único”. Em Seus pensamentos, Deus pretendia dar todo tipo de aparência e todo tipo de função e uso às várias coisas viventes que Ele criou, e, portanto, nenhuma das coisas que Deus fez foi criada a partir do mesmo molde. Do exterior à composição interna, dos hábitos de vida ao local que ocupam — cada uma é diferente. As vacas têm a aparência de vacas, os burros têm a aparência de burros, os cervos têm a aparência de cervos e os elefantes têm a aparência de elefantes. Você pode dizer qual é o mais atraente e qual o mais feio? Você pode dizer qual é o mais útil e a existência de qual é menos necessária? Algumas pessoas gostam da aparência dos elefantes, mas ninguém usa elefantes para plantar lavouras; algumas pessoas gostam da aparência dos leões e tigres, pois são as criaturas mais imponentes de todas, mas você pode tê-los como animais de estimação? Em suma, quando se trata de todas as coisas, o homem deve se render à autoridade do Criador, ou seja, se render à ordem determinada pelo Criador para todas as coisas; essa é a atitude mais sábia. Somente uma atitude de buscar as intenções originais do Criador e obedecer a elas é a verdadeira aceitação e certeza da autoridade do Criador. É bom para Deus, então que motivos tem o homem para achar defeitos?

Assim, todas as coisas sob a autoridade do Criador interpretarão uma nova sinfonia para a soberania do Criador, iniciarão um prelúdio brilhante para Sua obra do novo dia, e nesse momento o Criador abrirá também uma nova página na obra de Sua gestão! Segundo a lei dos brotos da primavera, o amadurecimento do verão, a colheita do outono e o armazenamento do inverno determinada pelo Criador, todas as coisas ecoarão com o plano de gestão do Criador e saudarão seu próprio novo dia, novo começo e nova trajetória de vida, e logo irão se reproduzir em infinita sucessão para saudar cada dia sob a soberania da autoridade do Criador…

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 90

Nenhum dos seres criados e não criados pode substituir a identidade do Criador

Desde quando Ele começou a criação de todas as coisas, o poder de Deus começou a ser expresso e começou a ser revelado, pois Deus usou palavras para criar todas as coisas. Independentemente da forma como Ele as criou, independentemente do motivo pelo qual Ele as criou, todas as coisas vieram a existir e permaneceram firmes e existiram devido às palavras de Deus, e essa é a autoridade única do Criador. Antes do surgimento da humanidade no mundo, o Criador usou Seu poder e autoridade para criar todas as coisas para a humanidade, e empregou Seus métodos únicos para preparar um ambiente de vida adequado para a humanidade. Tudo o que Ele fez foi em preparação para a humanidade, que logo receberia Seu sopro. Isso significa dizer que antes de humanidade ser criada, a autoridade de Deus foi revelada em todas as criaturas diferentes da humanidade, em coisas tão grandes como os céus, os luminares, os mares e a terra, e naquelas tão pequenas como animais e aves, bem como em todos os tipos de insetos e microrganismos, incluindo várias bactérias invisíveis a olho nu. Cada uma delas recebeu vida pelas palavras do Criador, e cada uma delas proliferou devido às palavras do Criador, e cada uma delas viveu sob a soberania do Criador devido às palavras do Criador. Embora elas não tenham recebido o sopro do Criador, ainda assim revelaram a vida e vitalidade concedidas a elas pelo Criador através de suas diferentes formas e estruturas; embora não tenham recebido a capacidade de fala concedida à humanidade pelo Criador, cada uma delas recebeu uma maneira de expressar sua vida que lhe foi concedida pelo Criador e que diferia da linguagem do homem. A autoridade do Criador não só confere vitalidade de vida a objetos materiais aparentemente estáticos, de modo que eles nunca desaparecerão, mas, além disso, confere o instinto de se reproduzir e multiplicar a todo ser vivente, de modo que eles nunca desaparecerão, e de modo que, geração após geração, passarão adiante as leis e princípios de sobrevivência que lhes foram concedidos pelo Criador. A maneira pela qual o Criador exerce Sua autoridade não adere estritamente a uma perspectiva macro ou micro, e nem está limitada a qualquer forma; Ele é capaz de comandar as operações do universo e deter soberania sobre a vida e a morte de todas as coisas e, além disso, é capaz de manobrar todas as coisas para que elas O sirvam; Ele pode gerenciar todo o funcionamento das montanhas, rios e lagos, e governar todas as coisas dentro deles, e, além disso, é capaz de prover o que é necessário para todas as coisas. Essa é a manifestação da autoridade única do Criador entre todas as coisas além da humanidade. Tal manifestação não é somente para uma existência, e nunca cessará ou descansará, e não poderá ser alterada ou danificada por qualquer pessoa ou coisa, tampouco poderá ser acrescida ou reduzida por qualquer pessoa ou coisa — pois ninguém pode substituir a identidade do Criador, e, portanto, a autoridade do Criador não pode ser substituída por nenhum ser criado, e não pode ser alcançada por nenhum ser não criado. Tomemos os mensageiros e anjos de Deus como exemplo. Eles não possuem o poder de Deus, muito menos possuem a autoridade do Criador, e a razão pela qual eles não têm o poder e a autoridade de Deus é que não possuem a substância do Criador. Os seres não criados, como os mensageiros e anjos de Deus, embora possam fazer algumas coisas em nome de Deus, não podem representar Deus. Embora possuam certo poder que o homem não possui, não possuem a autoridade de Deus, não possuem a autoridade de Deus para criar todas as coisas, e comandar todas as coisas, e deter soberania sobre todas as coisas. E, portanto, a singularidade de Deus não pode ser substituída por nenhum ser não criado e, da mesma maneira, a autoridade e o poder de Deus não podem ser substituídos por nenhum ser não criado. Você leu na Bíblia sobre algum mensageiro de Deus que tenha criado todas as coisas? E por que Deus não enviou nenhum de Seus mensageiros ou anjos para criar todas as coisas? Porque eles não possuíam a autoridade de Deus, e assim não possuíam a capacidade de exercer a autoridade de Deus. Assim como todas as criaturas, estão todos sob a soberania do Criador e sob a autoridade do Criador, e, portanto, o Criador é igualmente o Deus deles, e é também o Soberano deles. Entre todos eles — sejam nobres ou humildes, muito ou pouco poderosos — não há um que possa superar a autoridade do Criador, e, portanto, entre eles não há um que possa substituir a identidade do Criador. Nunca serão chamados de Deus e nunca poderão se tornar o Criador. Essas são verdades e fatos imutáveis!

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 91

Deus usa Suas palavras para estabelecer um pacto com o homem

Gênesis 9:11-13 Sim, estabeleço o Meu pacto convosco; não será mais destruída toda a carne pelas águas do dilúvio; e não haverá mais dilúvio, para destruir a terra. E disse Deus: Este é o sinal do pacto que firmo entre Mim e vós e todo ser vivente que está convosco, por gerações perpétuas: O Meu arco tenho posto nas nuvens, e ele será por sinal de haver um pacto entre Mim e a terra.

Depois que Ele faz todas as coisas, a autoridade do Criador é confirmada e revelada mais uma vez no pacto do arco-íris

A autoridade do Criador é constantemente revelada e exercida entre todas as criaturas, e Ele não só governa o destino de todas as coisas, mas também governa a humanidade, a criatura especial que Ele criou com Suas próprias mãos, e que possui uma estrutura de vida diferente e existe em uma forma de vida diferente. Depois de fazer todas as coisas, o Criador não cessou de expressar Sua autoridade e poder; para Ele, a autoridade pela qual Ele detinha soberania sobre todas as coisas e o destino de toda a humanidade só começou formalmente quando a humanidade verdadeiramente nasceu de Sua mão. Ele planejou gerenciar a humanidade e governar a humanidade, Ele planejou salvar a humanidade, planejou verdadeiramente ganhar a humanidade, ganhar uma humanidade que pudesse governar todas as coisas, e Ele planejou fazer tal humanidade viver sob Sua autoridade, e conhecer Sua autoridade, e obedecer a Sua autoridade. Assim, Deus começou a expressar oficialmente Sua autoridade entre os homens usando Suas palavras e começou a usar Sua autoridade para realizar Suas palavras. Evidentemente, a autoridade de Deus foi revelada em todos os lugares durante esse processo; Eu apenas escolhi alguns exemplos específicos e bastante conhecidos, a partir dos quais vocês possam entender e conhecer a singularidade de Deus, e entender e conhecer a autoridade única de Deus.

Há uma semelhança entre a passagem em Gênesis 9:11-13 e as passagens acima referentes ao registro da criação do mundo de Deus, mas há também uma diferença. Qual é a semelhança? A semelhança está no uso de palavras por parte de Deus para fazer o que Ele planejou, e a diferença é que essa passagem é o diálogo de Deus com o homem, no qual Ele estabeleceu um pacto com o homem e disse ao homem o que estava contido no pacto. Esse exercício da autoridade de Deus foi realizado durante Seu diálogo com o homem, o que significa dizer que antes da criação da humanidade, as palavras de Deus eram instruções e ordens, que foram dadas às criaturas que Ele planejou criar. Mas agora havia alguém para ouvir as palavras de Deus, e, portanto, Suas palavras eram tanto um diálogo com o homem quanto uma exortação e uma advertência ao homem, e, além disso, eram mandamentos dados a todas as coisas sob Sua autoridade.

Que ação de Deus está registrada nessa passagem? Ela registra o pacto que Deus estabeleceu com o homem após Sua destruição do mundo com um dilúvio, ela diz ao homem que Deus não causará tal destruição no mundo novamente, e que, para esse fim, Deus criou um sinal — e qual era esse sinal? Nas Escrituras está dito que “O Meu arco tenho posto nas nuvens, e ele será por sinal de haver um pacto entre Mim e a terra”. Essas são as palavras originais ditas pelo Criador para a humanidade. Quando Ele disse essas palavras, um arco-íris surgiu diante dos olhos do homem, onde permanece até hoje. Todo mundo já viu um arco-íris assim, e quando você o vê, sabe como ele surge? A ciência é incapaz de prová-lo, ou de localizar sua fonte, ou de identificar seu paradeiro. Isso é porque o arco-íris é um sinal do pacto estabelecido entre o Criador e o homem; não requer base científica, não foi feito pelo homem, nem é o homem capaz de alterá-lo. É uma continuação da autoridade do Criador depois que Ele disse Suas palavras. O Criador usou Seu próprio método particular para cumprir Seu pacto com o homem e Sua promessa, e, portanto, Seu uso do arco-íris como sinal do pacto que Ele tinha estabelecido é um decreto e uma lei celestiais que permanecerão para sempre inalterados, seja em relação ao Criador ou à humanidade criada. No entanto, é preciso dizer que essa lei imutável é outra manifestação verdadeira da autoridade do Criador após Sua criação de todas as coisas, e é preciso dizer que a autoridade e o poder do Criador são ilimitados; Seu uso do arco-íris como sinal é uma continuação e extensão da autoridade do Criador. Esse foi outro ato realizado por Deus usando Suas palavras, e foi um sinal do pacto que Deus havia estabelecido com o homem usando palavras. Ele contou ao homem o que Ele resolveu criar, e de que maneira isso seria cumprido e alcançado, e dessa forma a questão foi cumprida de acordo com as palavras da boca de Deus. Somente Deus possui tal poder, e hoje, vários milhares de anos depois que Ele disse essas palavras, o homem ainda pode ver o arco-íris mencionado pela boca de Deus. Devido a essas palavras proferidas por Deus, essa coisa permaneceu inalterada e imutável até hoje. Ninguém pode remover esse arco-íris, ninguém pode mudar suas leis e ele existe apenas pelas palavras de Deus. Essa é precisamente a autoridade de Deus. “Deus é tão fiel quanto a Sua palavra e Sua palavra será realizada, e o que é realizado dura para sempre.” Tais palavras estão claramente manifestadas aqui, e isso é um sinal e característica claros da autoridade e poder de Deus. Tal sinal ou característica não é possuído por nenhum dos seres criados ou visto neles, tampouco é visto em nenhum dos seres não criados. Pertence apenas ao Deus único e distingue a identidade e substância possuídas exclusivamente pelo Criador daquelas possuídas pelas criaturas. Ao mesmo tempo, é também um sinal e característica que, com exceção do Próprio Deus, nunca poderão ser superados por nenhum ser criado ou não criado.

O estabelecimento do pacto de Deus com o homem foi um ato de grande importância e um que Ele planejou usar para comunicar um fato ao homem e dizer ao homem a Sua vontade, e para esse fim Ele empregou um método único, usando um sinal especial para estabelecer um pacto com o homem, um sinal que era uma promessa do pacto que Ele havia estabelecido com o homem. Portanto, o estabelecimento desse pacto foi um grande evento? E quão grande foi? É exatamente isso o que há de tão especial no pacto: não é um pacto estabelecido entre um homem e outro, ou um grupo e outro, ou um país e outro, mas um pacto estabelecido entre o Criador e toda a humanidade, e permanecerá válido até o dia em que o Criador abolir todas as coisas. O executor desse pacto é o Criador e seu mantenedor é também o Criador. Em suma, o pacto do arco-íris estabelecido com a humanidade foi totalmente cumprido e realizado de acordo com o diálogo entre o Criador e a humanidade e assim permanece até hoje. O que mais as criaturas podem fazer além de se submeter à autoridade do Criador e obedecê-la, crer nela, apreciá-la, testemunhá-la e louvá-la? Pois ninguém além do Deus único possui o poder de estabelecer tal pacto. A recorrente aparição do arco-íris anuncia ao homem o pacto entre o Criador e a humanidade e chama sua atenção para Ele. Nas contínuas aparições do pacto entre o Criador e a humanidade, o que é demonstrado para a humanidade não é um arco-íris ou o pacto em si, mas a autoridade imutável do Criador. A recorrente aparição do arco-íris demonstra os feitos tremendos e milagrosos do Criador em lugares ocultos, e, ao mesmo tempo, é um reflexo vital da autoridade do Criador que nunca desaparecerá e nunca mudará. Isso não é uma exposição de outro aspecto da autoridade única do Criador?

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 92

As bênçãos de Deus

Gênesis 17:4-6 Quanto a Mim, eis que o Meu pacto é contigo, e serás pai de muitas nações; não mais serás chamado Abrão, mas Abraão será o teu nome; pois por pai de muitas nações te hei posto; far-te-ei frutificar sobremaneira, e de ti farei nações, e reis sairão de ti.

Gênesis 18:18-19 Abraão certamente virá a ser uma grande e poderosa nação, e por meio dele serão benditas todas as nações da terra. Porque Eu o tenho escolhido, a fim de que ele ordene a seus filhos e a sua casa depois dele, para que guardem o caminho de Jeová, para praticarem retidão e justiça; a fim de que Jeová faça vir sobre Abraão o que a respeito dele tem falado.

Gênesis 22:16-18 E disse: Por Mim Mesmo jurei, diz Jeová, porquanto fizeste isto, e não Me negaste teu filho, o teu único filho, que deveras te abençoarei, e grandemente multiplicarei a tua descendência, como as estrelas do céu e como a areia que está na praia do mar; e a tua descendência possuirá a porta dos seus inimigos; e em tua descendência serão benditas todas as nações da terra; porquanto obedeceste à Minha voz.

Jó 42:12 E assim abençoou Jeová o último estado de Jó, mais do que o primeiro; pois Jó chegou a ter catorze mil ovelhas, seis mil camelos, mil juntas de bois e mil jumentas.

A maneira e as características únicas das declarações do Criador são um símbolo da identidade e autoridade únicas do Criador

Muitos desejam buscar e obter as bênçãos de Deus, mas nem todos podem obter essas bênçãos, pois Deus tem Seus próprios princípios e abençoa o homem à Sua Própria maneira. As promessas que Deus faz ao homem e a quantidade de graça que Ele concede ao homem são atribuídos com base nos pensamentos e ações do homem. E então, o que é revelado por meio das bênçãos de Deus? O que as pessoas podem ver nelas? Nesse momento, deixemos de lado a discussão sobre que tipo de pessoas Deus abençoa ou os princípios da bênção de Deus ao homem. Em vez disso, olhemos a bênção de Deus ao homem com o objetivo de conhecer a autoridade de Deus, a partir da perspectiva de conhecer a autoridade de Deus.

As quatro passagens das Escrituras acima são todos registros sobre a bênção de Deus ao homem. Elas dão uma descrição detalhada dos destinatários das bênçãos de Deus, como Abraão e Jó, bem como das razões pelas quais Deus concedeu Suas bênçãos e do que estava contido nessas bênçãos. O tom e a maneira das declarações de Deus, e a perspectiva e posição a partir das quais Ele falou, permitem que as pessoas percebam que Aquele que concede as bênçãos e o destinatário de tais bênçãos têm identidade, status e substância distintamente diferentes. O tom e a maneira dessas declarações e a posição da qual foram proferidas são unicamente de Deus, que possui a identidade do Criador. Ele tem autoridade e poder, bem como honra do Criador, e majestade que não tolera dúvidas de homem algum.

Vejamos primeiro Gênesis 17:4-6: “Quanto a Mim, eis que o Meu pacto é contigo, e serás pai de muitas nações; não mais serás chamado Abrão, mas Abraão será o teu nome; pois por pai de muitas nações te hei posto; far-te-ei frutificar sobremaneira, e de ti farei nações, e reis sairão de ti”. Essas palavras descrevem o pacto que Deus estabeleceu com Abraão, bem como a bênção de Deus a Abraão: Deus faria de Abraão o pai de nações, o faria frutificar sobremaneira, e faria nações dele, e dele sairiam reis. Você vê a autoridade de Deus nessas palavras? E como você vê tal autoridade? Qual aspecto da substância da autoridade de Deus você vê? A partir de uma leitura atenta dessas palavras, não é difícil descobrir que a autoridade e identidade de Deus são claramente reveladas no fraseado das declarações de Deus. Por exemplo, quando Deus diz “o Meu pacto é contigo, e serás […] te hei posto […] far-te-ei […]”, expressões como “serás” e “farei”, cujo fraseado contém a afirmação da identidade e autoridade de Deus, são, em um aspecto, uma indicação da fidelidade do Criador; em outro aspecto, são palavras especiais usadas por Deus, que possui a identidade do Criador — além de fazer parte do vocabulário convencional. Se alguém diz que espera que outra pessoa frutifique sobremaneira, que nações sejam feitas dela e que reis saiam dela, então isso é, sem dúvida, uma espécie de desejo, e não é uma promessa ou uma bênção. E, portanto, as pessoas não ousam dizer “eu o farei assim ou assado, você será assim ou assado […]”, pois elas sabem que não possuem tal poder; não compete a elas, e mesmo se dissessem tais coisas, suas palavras seriam vazias e sem sentido, movidas por desejo e ambição. Alguém ousa falar em um tom tão grandioso quando sente que não pode realizar seus desejos? Todos desejam bem aos seus descendentes e esperam que eles se sobressaiam e tenham muito sucesso. “Que grande fortuna seria se um deles se tornasse imperador! Se algum fosse governador, isso também seria bom — basta que seja alguém importante!” Esses são desejos comuns a todos, mas as pessoas só podem desejar bênçãos aos seus descendentes e não podem cumprir nenhuma de suas promessas ou fazer com que se realizem. Em seu coração, todos sabem claramente que não possuem o poder de realizar tais coisas, pois não têm controle sobre todas as coisas que lhe dizem respeito, então como poderiam comandar o destino dos outros? Por outro lado, a razão pela qual Deus pode dizer palavras como essas é porque Deus possui tal autoridade e é capaz de alcançar e realizar todas as promessas que Ele faz ao homem, e de fazer todas as bênçãos que Ele concede ao homem virar realidade. O homem foi criado por Deus e, para Deus, fazer alguém frutificar sobremaneira seria brincadeira de criança; tornar os descendentes de alguém prósperos exigiria apenas uma palavra Dele. Ele nunca teria que Se esforçar demais para realizar tal coisa, ou pensar muito, ou Se preocupar; esse é o próprio poder de Deus, a própria autoridade de Deus.

Depois de ler que “Abraão certamente virá a ser uma grande e poderosa nação, e por meio dele serão benditas todas as nações da terra” em Gênesis 18:18, vocês podem sentir a autoridade de Deus? Vocês podem perceber a extraordinariedade do Criador? Vocês podem perceber a supremacia do Criador? As palavras de Deus são certas. Deus não diz tais palavras devido à Sua confiança na realização delas, ou como representação dessa confiança; ao contrário, são uma prova da autoridade das declarações de Deus e são um mandamento que cumpre as palavras de Deus. Há duas expressões às quais vocês devem prestar atenção aqui. Quando Deus diz: “Abraão certamente virá a ser uma grande e poderosa nação, e por meio dele serão benditas todas as nações da terra”, há algum elemento de ambiguidade nessas palavras? Há algum elemento de preocupação? Há algum elemento de medo? Devido às palavras “certamente” e “serão” nas declarações de Deus, esses elementos, que são característicos do homem e frequentemente exibidos nele, nunca tiveram relação alguma com o Criador. Ninguém ousaria usar tais palavras ao desejar bem aos outros, ninguém ousaria abençoar outro com uma grande e poderosa nação com tanta certeza, ou prometer que todas as nações da terra serão benditas por meio dele. Quanto mais certas as palavras de Deus, mais elas provam algo — e o que elas provam? Elas provam que Deus tem tal autoridade, que Sua autoridade pode realizar essas coisas e que a realização delas é inevitável. Deus tinha certeza em Seu coração, sem a menor hesitação, sobre tudo com o qual Ele abençoou Abraão. Além disso, tudo isso seria realizado de acordo com Suas palavras, e nenhuma força seria capaz de alterar, obstruir, prejudicar ou perturbar seu cumprimento. Independentemente do que acontecesse, nada poderia anular ou influenciar o cumprimento e a realização das palavras de Deus. Esse é o verdadeiro poder das palavras proferidas pela boca do Criador, e a autoridade do Criador que não tolera a negação do homem! Tendo lido essas palavras, você ainda sente dúvida? Essas palavras foram proferidas pela boca de Deus, e há poder, majestade e autoridade nas palavras de Deus. Tal poder e autoridade, e a inevitabilidade da realização do fato, não podem ser alcançadas por nenhum ser criado ou não criado, nem superadas por nenhum ser criado ou não criado. Somente o Criador pode conversar com a humanidade com tal tom e entonação, e os fatos provaram que Suas promessas não são palavras vazias ou ostentações vãs, mas são a expressão da autoridade única que não pode ser superada por nenhuma pessoa, coisa ou objeto.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 93

Gênesis 17:4-6 Quanto a Mim, eis que o Meu pacto é contigo, e serás pai de muitas nações; não mais serás chamado Abrão, mas Abraão será o teu nome; pois por pai de muitas nações te hei posto; far-te-ei frutificar sobremaneira, e de ti farei nações, e reis sairão de ti.

Gênesis 18:18-19 Abraão certamente virá a ser uma grande e poderosa nação, e por meio dele serão benditas todas as nações da terra. Porque Eu o tenho escolhido, a fim de que ele ordene a seus filhos e a sua casa depois dele, para que guardem o caminho de Jeová, para praticarem retidão e justiça; a fim de que Jeová faça vir sobre Abraão o que a respeito dele tem falado.

Gênesis 22:16-18 E disse: Por Mim Mesmo jurei, diz Jeová, porquanto fizeste isto, e não Me negaste teu filho, o teu único filho, que deveras te abençoarei, e grandemente multiplicarei a tua descendência, como as estrelas do céu e como a areia que está na praia do mar; e a tua descendência possuirá a porta dos seus inimigos; e em tua descendência serão benditas todas as nações da terra; porquanto obedeceste à Minha voz.

Jó 42:12 E assim abençoou Jeová o último estado de Jó, mais do que o primeiro; pois Jó chegou a ter catorze mil ovelhas, seis mil camelos, mil juntas de bois e mil jumentas.

Qual é a diferença entre as palavras ditas por Deus e as palavras ditas pelo homem? Quando você lê essas palavras ditas por Deus, você sente o poder das palavras de Deus e a autoridade de Deus. Como você se sente ao ouvir as pessoas dizendo essas palavras? Você as acha extremamente arrogantes e convencidas, querendo se exibir? Pois elas não têm esse poder, elas não possuem tal autoridade, e, portanto, são totalmente incapazes de alcançar tais coisas. O fato de terem tanta certeza sobre suas promessas apenas comprova a negligência de seus comentários. Se alguém dissesse essas palavras, seria sem dúvida uma pessoa arrogante e excessivamente confiante, e provaria ser um exemplo clássico do caráter do arcanjo. Essas palavras vieram da boca de Deus; você percebe algum elemento de arrogância aqui? Você sente que as palavras de Deus são apenas uma piada? As palavras de Deus são autoridade, as palavras de Deus são fato, e antes de as palavras serem proferidas de Sua boca, ou seja, quando Ele toma a decisão de fazer alguma coisa, essa coisa já foi realizada. Pode-se dizer que tudo o que Deus disse a Abraão foi um pacto que Deus estabeleceu com Abraão e uma promessa feita por Deus a Abraão. Essa promessa foi um fato estabelecido, bem como um fato consumado, e esses fatos foram gradativamente cumpridos nos pensamentos de Deus de acordo com o plano de Deus. Portanto, o fato de Deus dizer tais palavras não significa que Ele tenha um caráter arrogante, pois Deus é capaz de realizar tais coisas. Ele tem tal poder e autoridade, e é plenamente capaz de realizar esses atos, e a realização deles está inteiramente ao alcance de Sua capacidade. Quando palavras como essas são proferidas da boca de Deus, são uma revelação e expressão do verdadeiro caráter de Deus, uma revelação e manifestação perfeitas da substância e autoridade de Deus, e não há nada que seja mais apropriado e adequado como prova da identidade do Criador. A maneira, tom e fraseado de tais declarações são precisamente a marca da identidade do Criador, e correspondem perfeitamente à expressão da própria identidade de Deus, e nelas não há pretensão ou impureza; são, completa e absolutamente, a demonstração perfeita da substância e autoridade do Criador. Quanto às criaturas, elas não possuem nem essa autoridade nem essa substância, muito menos possuem o poder dado por Deus. Se o homem demonstrasse tal comportamento, isso certamente seria a manifestação violenta de seu caráter corrupto, provocada pela influência intrusiva da arrogância e ambição desenfreada do homem e pela exposição das intenções maliciosas de ninguém menos do que o diabo, Satanás, que deseja enganar as pessoas e incitá-las a trair a Deus. E como Deus considera aquilo que é revelado por tal linguagem? Deus diria que você deseja tomar o lugar Dele e que você deseja imitá-Lo e substituí-Lo. Quando você imita o tom das declarações de Deus, sua intenção é tomar o lugar de Deus no coração das pessoas, apropriar-se da humanidade que pertence legitimamente a Deus. Isso é Satanás, pura e simplesmente; essas são as ações dos descendentes do arcanjo, intoleráveis ao céu! Entre vocês, há alguém que alguma vez tenha imitado Deus de algum modo, dizendo certas palavras com a intenção de iludir e ludibriar as pessoas e fazê-las achar que as palavras e ações dessa pessoa tivessem a autoridade e poder de Deus, que a substância e identidade dessa pessoa fossem únicas, e que até o tom das palavras dessa pessoa fosse semelhante ao de Deus? Vocês já fizeram algo assim? Vocês já imitaram o tom de Deus em sua fala, com gestos que pretensamente representam o caráter de Deus, com os supostos poder e autoridade? A maioria de vocês age frequentemente, ou planeja agir, dessa maneira? Agora, quando vocês veem, percebem e conhecem verdadeiramente a autoridade do Criador, e relembram o que vocês faziam e revelavam de si mesmos, vocês se sentem mal? Vocês reconhecem sua ignobilidade e descaramento? Tendo dissecado o caráter e substância de tais pessoas, pode-se dizer que elas são a prole maldita do inferno? Pode-se dizer que todos que fazem tais coisas estão humilhando a si mesmos? Vocês reconhecem a seriedade da natureza disso? E quão sério é, exatamente? A intenção das pessoas que agem dessa maneira é imitar Deus. Elas querem ser Deus e fazer os outros adorá-las como Deus. Querem abolir o lugar de Deus no coração das pessoas e se livrar do Deus que opera entre os homens, a fim de alcançar o objetivo de controlar as pessoas, e devorar as pessoas, e tomar posse delas. Todos têm tais desejos e ambições subconscientes, e todos vivem em tal substância satânica corrupta e vivem em tal natureza satânica na qual estão em inimizade contra Deus, e traem Deus, e desejam se tornar Deus. Após Minha comunicação sobre o tema da autoridade de Deus, vocês ainda desejam ou almejam se passar por Deus ou imitar Deus? E vocês ainda desejam ser Deus? Vocês ainda desejam se tornar Deus? A autoridade de Deus não pode ser imitada pelo homem, e a identidade e status de Deus não podem ser simulados pelo homem. Embora você seja capaz de imitar o tom no qual Deus fala, você não pode imitar a substância de Deus. Embora você seja capaz de ocupar o lugar de Deus e imitar Deus, você nunca será capaz de fazer aquilo que Deus pretende fazer, e nunca será capaz de governar e comandar todas as coisas. Aos olhos de Deus, você será sempre uma criatura pequena, e independentemente de quão boas sejam suas habilidades e competências, independentemente de quantos dons você tenha, você está inteiramente sob o domínio do Criador. Embora você seja capaz de dizer algumas palavras ousadas, isso não pode mostrar que você tem a substância do Criador nem representar que você possui a autoridade do Criador. A autoridade e poder de Deus são a substância do Próprio Deus. Não foram aprendidos ou acrescentados de fora, mas são a substância inerente do Próprio Deus. Portanto, a relação entre o Criador e as criaturas nunca poderá ser alterada. Como uma das criaturas, o homem deve guardar sua própria posição, e se comportar conscienciosamente, e proteger obedientemente aquilo que lhe é confiado pelo Criador. E o homem não deve agir indevidamente, nem fazer coisas além de sua capacidade nem fazer coisas que são abomináveis para Deus. O homem não deve tentar ser grande, nem excepcional, nem acima dos outros, nem querer se tornar Deus. É isso que as pessoas não devem desejar ser. Querer se tornar grande ou excepcional é absurdo. Querer se tornar Deus é ainda mais vergonhoso; é repugnante e desprezível. O que é louvável, e o que as criaturas devem valorizar acima de tudo, é se tornar uma criatura verdadeira; esse é o único objetivo que todas as pessoas devem perseguir.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 94

A autoridade do Criador não é limitada por tempo, espaço, nem geografia e a autoridade do Criador é inestimável

Vejamos Gênesis 22:17-18. Esta é outra passagem dita por Deus Jeová, na qual Ele disse a Abraão: “Que deveras te abençoarei, e grandemente multiplicarei a tua descendência, como as estrelas do céu e como a areia que está na praia do mar; e a tua descendência possuirá a porta dos seus inimigos; e em tua descendência serão benditas todas as nações da terra; porquanto obedeceste à Minha voz”. Deus Jeová abençoou Abraão várias vezes, dizendo que sua descendência iria se multiplicar — e se multiplicar em que medida? Na medida mencionada nas Escrituras: “como as estrelas do céu e como a areia que está na praia do mar”. Isso significa dizer que Deus desejava conceder a Abraão uma descendência tão numerosa quanto as estrelas do céu, e tão abundante quanto a areia na praia do mar. Deus falou usando imagens, e a partir dessas imagem não é difícil ver que Deus não iria simplesmente conceder um, dois ou até milhares de descendentes a Abraão, mas um número incontável, o suficiente para que se tornassem uma multidão de nações, pois Deus prometeu a Abraão que ele seria o pai de muitas nações. E esse número foi decidido pelo homem ou foi decidido por Deus? O homem pode controlar quantos descendentes ele tem? Compete a ele fazer isso? Nem ao menos compete ao homem controlar se ele tem ou não vários descendentes, quanto mais tantos quanto “como as estrelas do céu e como a areia que está na praia do mar”. Quem não deseja que seus descendentes sejam tão numerosos quanto as estrelas? Infelizmente, as coisas nem sempre acontecem do jeito que você quer. Independentemente de quão hábil ou capaz seja o homem, não compete a ele; ninguém pode fugir do que é ordenado por Deus. O quanto Ele lhe concede, é o quanto você terá: se Deus lhe dá pouco, então você nunca terá muito, e se Deus lhe dá muito, não adianta você se ressentir do quanto tem. Não é esse o caso? Tudo compete a Deus, não ao homem! O homem é governado por Deus e ninguém está isento!

Quando Deus disse: “multiplicarei a tua descendência”, esse foi um pacto que Deus estabeleceu com Abraão, e assim como o pacto do arco-íris, seria cumprido por toda a eternidade e foi também uma promessa feita por Deus a Abraão. Só Deus é qualificado e capaz de fazer essa promessa se tornar realidade. Independentemente de o homem acreditar nisso ou não, independentemente de o homem aceitar isso ou não, e independentemente de como o homem vê isso, e de como ele considera isso, tudo isso será cumprido à risca, de acordo com as palavras proferidas por Deus. As palavras de Deus não serão alteradas por mudanças na vontade ou concepções do homem, e não serão alteradas por causa de mudanças em nenhuma pessoa, coisa ou objeto. Todas as coisas podem desaparecer, mas as palavras de Deus permanecerão para sempre. Pelo contrário, o dia em que todas as coisas desaparecerem é exatamente o dia em que as palavras de Deus terão sido totalmente cumpridas, pois Ele é o Criador, e Ele possui a autoridade do Criador, e o poder do Criador, e Ele controla todas as coisas e toda força vital; Ele é capaz de fazer com que algo surja do nada, ou algo se torne nada, e Ele controla a transformação de todas as coisas de vivo a morto, e, portanto, para Deus, nada poderia ser mais simples do que multiplicar a descendência de alguém. Isso soa fantástico para o homem, como um conto de fadas, mas para Deus, aquilo que Ele decide fazer, e promete fazer, não é fantástico ou um conto de fadas. Em vez disso é um fato que Deus já viu e que certamente será realizado. Vocês percebem isso? Os fatos provam que os descendentes de Abraão foram numerosos? E quão numerosos? Tão numerosos quanto “as estrelas do céu e como a areia que está na praia do mar” mencionados por Deus? Eles se espalharam por todas as nações e regiões, por todos os lugares do mundo? E o que realizou esse fato? Foi realizado pela autoridade das palavras de Deus? Por várias centenas ou milhares de anos depois que as palavras de Deus foram proferidas, as palavras de Deus continuaram a ser cumpridas, e constantemente se tornavam fatos; esse é o poder das palavras de Deus e prova da autoridade de Deus. Quando Deus criou todas as coisas no princípio, Deus disse que haja luz, e houve luz. Isso aconteceu muito rapidamente, foi cumprido em um breve espaço de tempo e não houve atraso em sua realização e cumprimento; os efeitos das palavras de Deus foram imediatos. Ambos foram uma demonstração da autoridade de Deus, mas quando Deus abençoou Abraão, Ele permitiu que o homem visse um outro lado da substância da autoridade de Deus, e permitiu ao homem ver a inestimabilidade da autoridade do Criador, e além disso, permitiu que o homem visse um lado mais verdadeiro, mais primoroso gracioso da autoridade do Criador.

Uma vez que as palavras de Deus são proferidas, a autoridade de Deus assume o comando dessa obra, e o fato prometido pela boca de Deus começa gradativamente a se tornar realidade. Entre todas as coisas, mudanças começam a ocorrer em tudo como consequência disso, assim como, na chegada da primavera, a relva fica verde, as flores florescem, os brotos germinam nas árvores, os pássaros começam a cantar, os gansos retornam e os campos se enchem de pessoas… Com a chegada da primavera, todas as coisas são rejuvenescidas, e esse é o ato milagroso do Criador. Quando Deus realiza Suas promessas, todas as coisas no céu e na terra se renovam e mudam de acordo com os pensamentos de Deus — e nenhuma é isenta. Quando um compromisso ou promessa é proferido da boca de Deus, todas as coisas servem ao seu cumprimento, e são manejadas para o seu cumprimento, e todas as criaturas são orquestradas e arranjadas sob o domínio do Criador, e desempenham seu respectivo papel, e cumprem sua respectiva função. Essa é a manifestação da autoridade do Criador. O que você vê nisso? Como você conhece a autoridade de Deus? Há um alcance para a autoridade de Deus? Há um limite de tempo? Pode-se dizer que ela é de determinada altura ou determinado comprimento? Pode-se dizer ela tem determinado tamanho ou força? Pode ser medida pelas dimensões do homem? A autoridade de Deus não oscila, não vem e vai, e não há ninguém que possa medir precisamente quão grande é Sua autoridade. Independentemente de quanto tempo passa, quando Deus abençoa uma pessoa, essa bênção permanecerá, e sua permanência dará testemunho da inestimável autoridade de Deus, e permitirá à humanidade contemplar o reaparecimento da inextinguível força vital do Criador, repetidamente. Cada exposição de Sua autoridade é a perfeita demonstração das palavras de Sua boca, e é demonstrada a todas as coisas e à humanidade. Além disso, tudo realizado por Sua autoridade é extraordinário, incomparável e totalmente perfeito. Pode-se dizer que Seus pensamentos, Suas palavras, Sua autoridade e toda a obra que Ele realiza são um quadro incomparavelmente belo, e, para as criaturas, a linguagem da humanidade é incapaz de articular sua importância e valor. Quando Deus faz uma promessa a uma pessoa, seja onde ela mora ou o que ela faz, sua experiência antes ou depois de receber a promessa, ou quão grandes foram as convulsões em seu ambiente de vida — tudo isso é tão familiar para Deus como a palma de Sua mão. Não importa quanto tempo decorreu depois que as palavras de Deus foram proferidas, para Ele é como se elas tivessem acabado de ser pronunciadas. Isso significa dizer que Deus tem o poder, e tem tamanha autoridade, que Ele é capaz de acompanhar, controlar e realizar todas as promessas que faz à humanidade, e, independentemente de qual seja a promessa, independentemente de quanto tempo leve para ser totalmente cumprida, e, além disso, independentemente de quão amplo seja o escopo de sua realização — por exemplo, em termos de tempo, geografia, raça e assim por diante — essa promessa será cumprida e realizada, e, além disso, seu cumprimento e realização não exigirão o menor esforço Dele. E o que isso prova? Que a extensão da autoridade e poder de Deus é suficiente para controlar todo o universo e toda a humanidade. Deus fez a luz, mas isso não significa que Deus gerencia apenas a luz, ou que Ele apenas gerencia a água porque criou a água, e que tudo o mais não tem relação com Deus. Isso não é um equívoco? Embora a bênção de Deus a Abraão tenha gradativamente se apagado da memória do homem após várias centenas de anos, para Deus essa promessa ainda permaneceu a mesma. Ainda estava em processo de realização e nunca havia cessado. O homem nunca soube ou ouviu como Deus exerceu Sua autoridade, como todas as coisas foram orquestradas e arranjadas, e quantas histórias maravilhosas ocorreram entre todas as coisas da criação de Deus durante esse tempo, mas cada parte maravilhosa da exibição da autoridade de Deus e a revelação de Suas ações foi passada adiante e exaltada entre todas as coisas, todas as coisas apareceram e falaram das ações milagrosas do Criador, e cada história muitas vezes repetida da soberania do Criador sobre todas as coisas será proclamada por todas as coisas para todo o sempre. A autoridade pela qual Deus governa todas as coisas, e o poder de Deus, mostram a todas as coisas que Deus está presente em todo lugar e a todo momento. Quando você tiver testemunhado a ubiquidade da autoridade e poder de Deus, verá que Deus está presente em todo lugar e a todo momento. A autoridade e poder de Deus não são limitados por tempo, geografia, espaço, nem nenhuma pessoa, matéria nem coisa. A extensão da autoridade e poder de Deus excede a imaginação do homem; é insondável ao homem, inimaginável para o homem e nunca será completamente conhecida pelo homem.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 95

Algumas pessoas gostam de inferir e imaginar, mas até onde a imaginação do homem pode alcançar? Pode ir além deste mundo? O homem é capaz de inferir e imaginar a autenticidade e precisão da autoridade de Deus? A inferência e imaginação do homem podem permitir que ele obtenha um conhecimento da autoridade de Deus? Podem fazer o homem verdadeiramente perceber a autoridade de Deus e se submeter a ela? Os fatos provam que a inferência e imaginação do homem são apenas um produto do intelecto do homem e em nada ajudam ou beneficiam o conhecimento do homem sobre a autoridade de Deus. Após lerem ficções científicas, alguns são capazes de imaginar a lua e a aparência das estrelas. No entanto, isso não significa que o homem tenha alguma compreensão da autoridade de Deus. A imaginação do homem é apenas isso: imaginação. Dos fatos dessas coisas, isto é, de seu vínculo com a autoridade de Deus, ele não tem a mínima compreensão. E daí que você foi já à lua? Isso mostra que você tem uma compreensão multidimensional da autoridade de Deus? Isso mostra que você é capaz de imaginar a extensão da autoridade e poder de Deus? Já que a inferência e imaginação do homem são incapazes de permitir que ele conheça a autoridade de Deus, o que o homem deve fazer? A opção mais sábia seria não inferir ou imaginar, ou seja, o homem nunca deve confiar na imaginação e depender da inferência quando se trata de conhecer a autoridade de Deus. O que Eu estou querendo dizer a vocês aqui? O conhecimento da autoridade de Deus, do poder de Deus, da própria identidade de Deus e da substância de Deus não pode ser alcançado confiando na sua imaginação. Já que você não pode confiar na imaginação para conhecer a autoridade de Deus, então de que maneira você pode alcançar um verdadeiro conhecimento da autoridade de Deus? Comendo e bebendo as palavras de Deus, tendo comunhão e vivenciando as palavras de Deus, você gradativamente terá uma experiência e verificação da autoridade de Deus e, desse modo, você irá gradativamente ganhar uma compreensão e conhecimento progressivo dessa autoridade. Essa é a única maneira de alcançar o conhecimento da autoridade de Deus; não há atalhos. Pedir que vocês não imaginem não é o mesmo que fazê-los esperar passivamente a destruição ou impedi-los de fazer alguma coisa. Não usar seu cérebro para pensar e imaginar significa não usar lógica para inferir, não usar conhecimento para analisar, não usar a ciência como base, mas, ao invés disso, reconhecer, verificar e confirmar que o Deus em que você crê tem autoridade, confirmando que Ele tem soberania sobre seu destino e que o poder Dele prova a todo momento que Ele é o Próprio Deus verdadeiro, por meio das palavras de Deus, por meio da verdade, por meio de tudo que você encontra na vida. Essa é a única maneira de qualquer pessoa obter uma compreensão de Deus. Alguns dizem que desejam encontrar uma maneira simples de atingir esse objetivo, mas vocês conseguem pensar qual seria essa maneira? Eu digo a você, não há necessidade de pensar: não há outras maneiras! A única maneira é saber e verificar, conscienciosamente e com firmeza, o que Deus tem e é através de cada palavra que Ele expressa e de tudo o que Ele faz. Essa é a única maneira de conhecer a Deus. Pois o que Deus tem e é, e tudo de Deus, não é oco e vazio — mas real.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 96

O fato do controle e domínio do Criador sobre todas as coisas e seres viventes fala da verdadeira existência da autoridade do Criador

A bênção de Jeová a Jó está registrada no Livro de Jó. O que Deus concedeu a Jó? “E assim abençoou Jeová o último estado de Jó, mais do que o primeiro; pois Jó chegou a ter catorze mil ovelhas, seis mil camelos, mil juntas de bois e mil jumentas” (Jó 42:12). Da perspectiva do homem, quais foram essas coisas dadas a Jó? Eram bens do homem? Com esses bens, Jó teria sido muito rico naquele tempo? E como ele adquiriu esses bens? O que gerou sua riqueza? Não é preciso dizer que foi graças à bênção de Deus que Jó veio a possuí-los. Como Jó encarava esses bens e como ele considerava as bênçãos de Deus não é algo que vamos abordar aqui. Quando se trata das bênçãos de Deus, todas as pessoas almejam, dia e noite, serem abençoadas por Deus, mas o homem não tem controle sobre quantos bens ele pode ganhar durante sua vida, ou se ele pode receber bênçãos de Deus — e isso é um fato indiscutível! Deus tem autoridade e tem poder para conceder quaisquer bens ao homem, para permitir que o homem obtenha qualquer bênção; no entanto, há um princípio para as bênçãos de Deus. Que tipo de pessoas Deus abençoa? As pessoas de quem Ele gosta, claro! Abraão e Jó foram ambos abençoados por Deus, mas as bênçãos que receberam não foram as mesmas. Deus abençoou Abraão com descendentes tão numerosos quanto a areia e as estrelas. Quando Deus abençoou Abraão, Ele fez com que os descendentes de um homem, uma nação, se tornassem poderosos e prósperos. Nisso, a autoridade de Deus governou a humanidade, que respirou o sopro de Deus entre todas as coisas e seres viventes. Sob a soberania da autoridade de Deus, essa humanidade proliferou e existiu no ritmo, e dentro do escopo, decidido por Deus. Especificamente, a viabilidade, o ritmo de expansão e a expectativa de vida dessa nação eram todos parte dos arranjos de Deus, e o princípio de tudo isso foi totalmente baseado na promessa que Deus fez a Abraão. Isso significa dizer que, independentemente das circunstâncias, as promessas de Deus prosseguiriam sem obstáculos e seriam realizadas sob a providência da autoridade de Deus. Na promessa que Deus fez a Abraão, independentemente das convulsões do mundo, independentemente da era, independentemente das catástrofes suportadas pela humanidade, os descendentes de Abraão não enfrentariam o risco de extermínio, e a nação deles não morreria. A bênção de Deus a Jó, no entanto, o tornou extremamente rico. O que Deus lhe deu foi um conjunto de criaturas vivas, que respiravam, cujas particularidades — seu número, ritmo de propagação, taxas de sobrevivência, quantidade de gordura e assim por diante — também eram controladas por Deus. Embora esses seres vivos não possuíssem capacidade para falar, também faziam parte dos arranjos do Criador, e o princípio dos arranjos de Deus estava de acordo com a bênção que Deus prometeu a Jó. Nas bênçãos que Deus deu a Abraão e Jó, embora as coisas prometidas fossem diferentes, a autoridade com a qual o Criador governava todas as coisas e os seres viventes era a mesma. Cada detalhe da autoridade e poder de Deus é expresso em Suas diferentes promessas e bênçãos a Abraão e Jó, e mais uma vez mostra à humanidade que a autoridade de Deus está muito além da imaginação do homem. Esses detalhes dizem à humanidade mais uma vez que, se ela deseja conhecer a autoridade de Deus, isso só pode ser alcançado através das palavras de Deus e através da vivência da obra de Deus.

A autoridade da soberania de Deus sobre todas as coisas permite ao homem perceber um fato: a autoridade de Deus não está apenas personificada nas palavras “E Deus disse: Haja luz, e houve luz, e Haja firmamento, e houve firmamento, e Haja terra e houve terra”, mas, além disso, em como Ele fez a luz persistir, impediu que o firmamento desaparecesse e manteve a terra para sempre separada da água, bem como nos detalhes de como Ele governou e gerenciou as criaturas: luz, firmamento e terra. O que mais vocês veem nas bênçãos de Deus à humanidade? Evidentemente, depois que Deus abençoou Abraão e Jó, os passos de Deus não cessaram, pois Ele havia apenas começado a exercer Sua autoridade, e Ele pretendia tornar realidade cada uma de Suas palavras, e fazer cada um dos detalhes dos quais Ele falou se realizar, e, portanto, nos anos seguintes, Ele continuou fazendo tudo o que planejou. Porque Deus tem autoridade, talvez pareça ao homem que Deus apenas fala, e não precisa levantar um dedo para que todas as substâncias e coisas sejam realizadas. Pensar assim é um tanto ridículo! Se você assume uma visão meramente unilateral do estabelecimento do pacto de Deus com o homem usando palavras, e da realização de tudo por Deus usando palavras, e você é incapaz de ver os vários sinais e fatos de que a autoridade de Deus detém domínio sobre a existência de todas as coisas, então sua compreensão da autoridade de Deus é extremamente vazia e ridícula! Se o homem imagina que Deus é assim, então é preciso reconhecer que o conhecimento do homem sobre Deus está numa condição desesperadora e chegou a um beco sem saída, pois o Deus que o homem imagina é apenas uma máquina que emite ordens e não o Deus que possui autoridade. O que você viu por meio dos exemplos de Abraão e Jó? Você viu o lado real da autoridade e poder de Deus? Depois que Deus abençoou Abraão e Jó, Deus não ficou onde estava, nem pôs Seus mensageiros para trabalhar enquanto esperava para ver qual seria o resultado. Pelo contrário, assim que Deus proferiu Suas palavras, sob a orientação da autoridade de Deus, todas as coisas começaram a se conformar à obra que Deus planejou fazer, e foram preparadas as pessoas, coisas e objetos que Deus exigiu. Isso significa dizer que tão logo as palavras foram proferidas da boca de Deus, a autoridade de Deus começou a ser exercida por toda a extensão da terra, e Ele estabeleceu um percurso a fim de realizar e cumprir as promessas que fez a Abraão e Jó, ao mesmo tempo em que fazia todos os planos e preparativos apropriados para tudo o que era necessário para cada passo e cada etapa principal que Ele planejava realizar. Durante esse tempo, Deus não só manobrou Seus mensageiros, mas também todas as coisas que haviam sido criadas por Ele. Ou seja, o âmbito no qual a autoridade de Deus foi exercida incluía não somente os mensageiros, mas, além disso, todas as coisas, que foram manobradas para se conformar à obra que Ele planejou realizar; essas foram as maneiras específicas em que a autoridade de Deus foi exercida. Em suas imaginações, alguns de vocês podem ter a seguinte compreensão da autoridade de Deus: Deus tem autoridade e Deus tem poder, e, portanto, Deus só precisa permanecer no terceiro céu, ou só precisa permanecer em um lugar fixo, e não precisa fazer nenhuma tarefa específica, e a obra integral de Deus é completada dentro dos Seus pensamentos. Alguns podem também acreditar que embora Deus tenha abençoado Abraão, Deus não precisou fazer nada e bastou a Ele meramente proferir Suas palavras. Isso é o que realmente aconteceu? Obviamente que não! Embora Deus possua autoridade e poder, Sua autoridade é verdadeira e real, não vazia. A autenticidade e realidade da autoridade e poder de Deus são gradativamente reveladas e incorporadas em Sua criação de todas as coisas, e controle sobre todas as coisas, e no processo pelo qual Ele lidera e gerencia a humanidade. Cada método, cada perspectiva e cada detalhe da soberania de Deus sobre a humanidade e todas as coisas, e toda a obra que Ele realizou, bem como Sua compreensão de todas as coisas — todos provam literalmente que a autoridade e poder de Deus não são palavras vazias. Sua autoridade e poder são mostrados e revelados constantemente e em todas as coisas. Essas manifestações e revelações falam da existência real da autoridade de Deus, pois Ele está usando Sua autoridade e poder para continuar Sua obra, e para comandar todas as coisas, e para governar todas as coisas a todo momento, e Seu poder e autoridade não podem ser substituídos pelos anjos ou mensageiros de Deus. Deus decidiu quais bênçãos concederia a Abraão e Jó — isso competia a Deus. Embora os mensageiros de Deus tenham visitado Abraão e Jó pessoalmente, eles agiram de acordo com os mandamentos de Deus e sob a autoridade de Deus, e estavam também sob a soberania de Deus. Embora o homem veja os mensageiros de Deus visitar Abraão, e não testemunhe pessoalmente Deus Jeová fazer nenhuma das coisas registradas na Bíblia, na verdade o Único que realmente exerce poder e autoridade é o Próprio Deus, e isso não tolera dúvidas de nenhum homem! Embora você tenha visto que os anjos e os mensageiros possuem grande poder, e realizaram milagres, ou fizeram algumas coisas comissionadas por Deus, suas ações são apenas para completar a comissão de Deus, e não são de modo algum uma demonstração da autoridade de Deus — pois nenhum homem ou objeto tem ou possui a autoridade do Criador para criar todas as coisas e governar todas as coisas. E, portanto, nenhum homem ou objeto pode exercer ou revelar a autoridade do Criador.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 97

A autoridade do Criador é imutável e não pode ser ofendida

1. Deus usa palavras para criar todas as coisas

Gênesis 1:3-5 Disse Deus: haja luz. E houve luz. Viu Deus que a luz era boa; e fez separação entre a luz e as trevas. E Deus chamou à luz dia, e às trevas noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro.

Gênesis 1:6-7 E disse Deus: haja um firmamento no meio das águas, e haja separação entre águas e águas. Fez, pois, Deus o firmamento, e separou as águas que estavam debaixo do firmamento das que estavam por cima do firmamento. E assim foi.

Gênesis 1:9-11 E disse Deus: Ajuntem-se num só lugar as águas que estão debaixo do céu, e apareça o elemento seco. E assim foi. Chamou Deus ao elemento seco terra, e ao ajuntamento das águas mares. E viu Deus que isso era bom. E disse Deus: Produza a terra relva, ervas que dêem semente, e árvores frutíferas que, segundo as suas espécies, dêem fruto que tenha em si a sua semente, sobre a terra. E assim foi.

Gênesis 1:14-15 E disse Deus: haja luminares no firmamento do céu, para fazerem separação entre o dia e a noite; sejam eles para sinais e para estações, e para dias e anos; e sirvam de luminares no firmamento do céu, para alumiar a terra. E assim foi.

Gênesis 1:20-21 E disse Deus: Produzam as águas cardumes de seres viventes; e voem as aves acima da terra no firmamento do céu. Criou, pois, Deus os monstros marinhos, e todos os seres viventes que se arrastavam, os quais as águas produziram abundantemente segundo as suas espécies; e toda ave que voa, segundo a sua espécie. E viu Deus que isso era bom.

Gênesis 1:24-25 E disse Deus: Produza a terra seres viventes segundo as suas espécies: animais domésticos, répteis, e animais selvagens segundo as suas espécies. E assim foi. Deus, pois, fez os animais selvagens segundo as suas espécies, e os animais domésticos segundo as suas espécies, e todos os répteis da terra segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom.

2. Deus usa Suas palavras para estabelecer um pacto com o homem

Gênesis 9:11-13 Sim, estabeleço o Meu pacto convosco; não será mais destruída toda a carne pelas águas do dilúvio; e não haverá mais dilúvio, para destruir a terra. E disse Deus: Este é o sinal do pacto que firmo entre Mim e vós e todo ser vivente que está convosco, por gerações perpétuas: O Meu arco tenho posto nas nuvens, e ele será por sinal de haver um pacto entre Mim e a terra.

3. As bênçãos de Deus

Gênesis 17:4-6 Quanto a Mim, eis que o Meu pacto é contigo, e serás pai de muitas nações; não mais serás chamado Abrão, mas Abraão será o teu nome; pois por pai de muitas nações te hei posto; far-te-ei frutificar sobremaneira, e de ti farei nações, e reis sairão de ti.

Gênesis 18:18-19 Abraão certamente virá a ser uma grande e poderosa nação, e por meio dele serão benditas todas as nações da terra. Porque Eu o tenho escolhido, a fim de que ele ordene a seus filhos e a sua casa depois dele, para que guardem o caminho de Jeová, para praticarem retidão e justiça; a fim de que Jeová faça vir sobre Abraão o que a respeito dele tem falado.

Gênesis 22:16-18 E disse: Por Mim Mesmo jurei, diz Jeová, porquanto fizeste isto, e não Me negaste teu filho, o teu único filho, que deveras te abençoarei, e grandemente multiplicarei a tua descendência, como as estrelas do céu e como a areia que está na praia do mar; e a tua descendência possuirá a porta dos seus inimigos; e em tua descendência serão benditas todas as nações da terra; porquanto obedeceste à Minha voz.

Jó 42:12 E assim abençoou Jeová o último estado de Jó, mais do que o primeiro; pois Jó chegou a ter catorze mil ovelhas, seis mil camelos, mil juntas de bois e mil jumentas.

O que vocês viram nessas três partes das Escrituras? Vocês viram que há um princípio pelo qual Deus exerce Sua autoridade? Por exemplo, Deus usou um arco-íris para estabelecer um pacto com o homem, no qual Ele colocou um arco-íris nas nuvens para dizer ao homem que Ele nunca mais usaria um dilúvio para destruir o mundo. O arco-íris que as pessoas veem hoje ainda é o mesmo que foi mencionado pela boca de Deus? Sua natureza e significado mudaram? Sem dúvida que não. Deus usou Sua autoridade para realizar essa ação, e o pacto que Ele estabeleceu com o homem continua até hoje, e quando esse pacto será alterado é algo que compete a Deus, naturalmente. Depois que Deus disse “Meu arco tenho posto nas nuvens”, Deus sempre respeitou esse pacto, até hoje. O que você vê nisso? Embora Deus possua autoridade e poder, Ele é extremamente rigoroso e tem princípios em Suas ações e permanece fiel à Sua palavra. Seu rigor e os princípios de Suas ações mostram que o Criador não pode ser ofendido e que a autoridade do Criador é insuperável. Embora Ele possua autoridade suprema e todas as coisas estejam sob Seu domínio, e embora Ele tenha o poder de governar todas as coisas, Deus nunca prejudicou ou desestabilizou Seu próprio plano, e cada vez que Ele exerce Sua autoridade, isso é feito estritamente de acordo com Seus próprios princípios, e segue precisamente o que foi proferido por Sua boca, e segue os passos e os objetivos de Seu plano. É desnecessário dizer que todas as coisas governadas por Deus também obedecem aos princípios pelos quais a autoridade de Deus é exercida, e nenhum homem ou coisa está isento dos arranjos de Sua autoridade, nem pode alterar os princípios pelos quais Sua autoridade é exercida. Aos olhos de Deus, aqueles que são abençoados recebem a prosperidade criada por Sua autoridade, e aqueles que são amaldiçoados recebem seu castigo devido à autoridade de Deus. Sob a soberania da autoridade de Deus, nenhum homem ou coisa está isento do exercício de Sua autoridade, nem pode alterar os princípios pelos quais Sua autoridade é exercida. A autoridade do Criador não é alterada por mudanças em fator algum, e, do mesmo modo, os princípios pelos quais Sua autoridade é exercida não se alteram por razão alguma. O céu e a terra podem ser acometidos por grandes convulsões, mas a autoridade do Criador não mudará; todas as coisas podem sumir, mas a autoridade do Criador nunca desaparecerá. Essa é a substância da autoridade do Criador que é imutável e não pode ser ofendida, e essa é a própria singularidade do Criador!

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 98

A ordem de Deus a Satanás

Jó 2:6 Disse, pois, Jeová a Satanás: Eis que ele está no teu poder; somente poupa-lhe a vida.

Satanás nunca ousou transgredir a autoridade do Criador, e por isso todas as coisas vivem em ordem

Essa é uma passagem do Livro de Jó e “ele” nessas palavras refere-se a Jó. Embora curta, essa frase esclarece várias questões. Ela descreve um diálogo específico entre Deus e Satanás no mundo espiritual e nos diz que o objeto das palavras de Deus era Satanás. Também registra o que foi especificamente dito por Deus. As palavras de Deus foram um comando e uma ordem a Satanás. Os detalhes específicos dessa ordem dizem respeito a poupar a vida de Jó e até onde Deus tolerava o tratamento de Jó por Satanás — Satanás tinha de poupar a vida de Jó. A primeira coisa que aprendemos com essa frase é que essas foram palavras ditas por Deus a Satanás. De acordo com o texto original do Livro de Jó, ele nos diz o contexto de tais palavras: Satanás queria acusar Jó, e, portanto, tinha de obter o consentimento de Deus antes que pudesse tentá-lo. Ao concordar com o pedido de Satanás para tentar Jó, Deus apresentou a seguinte condição a Satanás: “Jó está no teu poder; somente poupa-lhe a vida”. Qual é a natureza dessas palavras? Elas são claramente um comando, uma ordem. Tendo entendido a natureza dessas palavras, você deve, naturalmente, entender que Aquele que deu tal ordem foi Deus, e que aquele que recebeu a ordem e obedeceu a ela foi Satanás. É desnecessário dizer que, nessa ordem, a relação entre Deus e Satanás é evidente para qualquer um que leia essas palavras. Naturalmente, essa é também a relação entre Deus e Satanás no mundo espiritual, e a diferença entre a identidade e status de Deus e de Satanás, fornecida nos registros dos diálogos entre Deus e Satanás nas Escrituras, e, até hoje, é o exemplo específico e registro textual no qual o homem pode aprender sobre a distinção entre a identidade e status de Deus e de Satanás. Nesse momento, devo dizer que o registro dessas palavras é um documento importante no conhecimento da humanidade sobre a identidade e status de Deus, e fornece informações importantes para o conhecimento da humanidade de Deus. Através desse diálogo entre o Criador e Satanás no mundo espiritual, o homem é capaz de entender mais um aspecto específico na autoridade do Criador. Essas palavras são mais um testemunho da autoridade única do Criador.

Externamente, Deus Jeová está Se envolvendo num diálogo com Satanás. Sua substância é que a atitude com a qual Deus Jeová fala e a posição da qual Ele fala são superiores em relação a Satanás. Ou seja, Deus Jeová está ordenando Satanás num tom de comando e está dizendo a Satanás o que ele deve e não deve fazer, que Jó já está no poder dele e que ele tem liberdade para tratar Jó da maneira que quiser — mas não pode tirar a vida de Jó. O subtexto é que embora Jó tenha sido colocado nas mãos de Satanás, sua vida não foi entregue a Satanás; ninguém pode tirar a vida de Jó das mãos de Deus a menos que seja permitido por Deus. A atitude de Deus está claramente expressa nessa ordem a Satanás, e essa ordem também manifesta e revela a posição da qual Deus Jeová conversa com Satanás. Nisso, Deus Jeová não só possui o status do Deus que criou a luz e o ar e todas as coisas e seres viventes, do Deus que tem soberania sobre todas as coisas e seres viventes, mas também do Deus que comanda a humanidade e comanda Hades, o Deus que controla a vida e a morte de todas as coisas vivas. No mundo espiritual, quem além de Deus ousaria dar tal ordem a Satanás? E por que Deus deu Sua ordem a Satanás pessoalmente? Porque a vida do homem, incluindo a de Jó, é controlada por Deus. Deus não permitiu que Satanás fizesse mal a Jó ou tirasse a sua vida, ou seja, pouco antes de Deus permitir que Satanás tentasse Jó, Deus ainda Se lembrou de especificamente dar tal ordem e mais uma vez ordenou a Satanás que não tirasse a vida de Jó. Satanás nunca ousou transgredir a autoridade de Deus e, além disso, sempre ouviu atentamente as ordens e comandos específicos de Deus e obedeceu a eles, nunca ousando desafiá-los e, claro, nunca ousando alterar livremente nenhuma ordem de Deus. Tais são os limites que Deus estabeleceu para Satanás, e, portanto, Satanás nunca ousou ultrapassar esses limites. Isso não é o poder da autoridade de Deus? Isso não é um testemunho da autoridade de Deus? De como se comportar em relação a Deus e como considerar Deus, Satanás tem uma compreensão muito mais clara do que a humanidade, e, portanto, no mundo espiritual, Satanás enxerga claramente o status e autoridade de Deus e tem profunda consideração pelo poder da autoridade de Deus e os princípios por trás do exercício de Sua autoridade. Ele não ousa em absoluto ignorá-los, nem ousa violá-los de forma alguma, ou fazer coisa alguma que transgrida a autoridade de Deus, e não ousa desafiar a ira de Deus de forma alguma. Embora tenha uma natureza maligna e arrogante, Satanás nunca ousou ultrapassar os limites estabelecidos por Deus. Durante milhões de anos, ele tem respeitado estritamente esses limites, tem obedecido a todos os comandos e ordens que Deus lhe deu e nunca ousou pisar além da marca. Embora seja malicioso, Satanás é muito mais sábio do que a humanidade corrupta; ele conhece a identidade do Criador e conhece seus próprios limites. Pelas ações “submissas” de Satanás pode-se ver que a autoridade e poder de Deus são éditos celestiais que não podem ser transgredidos por Satanás, e é precisamente devido à singularidade e autoridade de Deus que todas as coisas mudam e se propagam de maneira ordenada, que a humanidade pode viver e se multiplicar de acordo com o percurso estabelecido por Deus, sem que nenhuma pessoa ou objeto seja capaz de perturbar essa ordem, e nenhuma pessoa ou objeto seja capaz de mudar essa lei — pois todos vêm das mãos do Criador e da ordem e autoridade do Criador.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 99

A identidade especial de Satanás tem feito com que muitas pessoas demonstrem um forte interesse em suas manifestações de vários aspectos. Há até mesmo muitas pessoas tolas que acreditam que, assim como Deus, Satanás também possui autoridade, pois Satanás é capaz de mostrar milagres e é capaz de fazer coisas que são impossíveis para a humanidade. Portanto, além de adorar a Deus, a humanidade também reserva um lugar para Satanás em seu coração, e até adora a Satanás como Deus. Essas pessoas são ao mesmo tempo lamentáveis e detestáveis. São lamentáveis devido à sua ignorância e detestáveis devido à sua heresia e essência inerentemente maligna. Neste momento, sinto que é necessário informá-los sobre o que é autoridade, o que simboliza e o que representa. Em termos gerais, o Próprio Deus é autoridade, Sua autoridade simboliza a supremacia e substância de Deus, e a autoridade do Próprio Deus representa o status e identidade de Deus. Sendo assim, Satanás ousa dizer que ele próprio é Deus? Satanás ousa dizer que criou todas as coisas e detém soberania sobre todas as coisas? É claro que não! Pois ele é incapaz de criar todas as coisas; até hoje, nunca fez nada criado por Deus e nunca criou nada que tenha vida. Por não ter a autoridade de Deus, nunca poderá ter o status e identidade de Deus, e isso é determinado por sua substância. Ele tem o mesmo poder que Deus? É claro que não! Como chamamos os atos de Satanás e os milagres exibidos por Satanás? Isso é poder? Pode ser chamado de autoridade? É claro que não! Satanás comanda a corrente do mal e perturba, prejudica e interrompe todos os aspectos da obra de Deus. Nos últimos milhares de anos, além de corromper e maltratar a humanidade, e iludir o homem e atraí-lo à depravação e à rejeição de Deus, para que o homem caminhe em direção ao vale da sombra da morte, Satanás fez algo que mereça ser minimamente celebrado, elogiado ou valorizado pelo homem? Se Satanás possuísse autoridade e poder, a humanidade teria sido corrompida por ele? Se Satanás possuísse autoridade e poder, a humanidade teria sido prejudicada por ele? Se Satanás possuísse poder e autoridade, a humanidade teria renunciado a Deus e se voltado para a morte? Já que Satanás não tem autoridade ou poder, o que devemos concluir sobre a substância de tudo o que ele faz? Há aqueles que definem tudo o que Satanás faz como mera trapaça, mas creio que tal definição não é tão apropriada. Os atos malignos de sua corrupção da humanidade são mera trapaça? A força maligna com a qual Satanás maltratou Jó e seu desejo feroz de maltratá-lo e devorá-lo não poderiam ser alcançados por meio de mera trapaça. Recapitulando, num instante, os rebanhos e manadas de Jó, espalhados por toda parte em montanhas e colinas, sumiram; num instante, a grande riqueza de Jó desapareceu. Isso poderia ter sido alcançado por mera trapaça? A natureza de tudo o que Satanás faz tem correspondência e correlação com termos negativos tais como prejudicar, interromper, destruir, lesar, mal, malícia e trevas, e, portanto, a ocorrência de tudo que é injusto e maligno está inextricavelmente ligada aos atos de Satanás, e é inseparável da substância maligna de Satanás. Independentemente de quão “poderoso” Satanás seja, independentemente de quão audacioso e ambicioso seja, independentemente de quão grande seja sua capacidade de causar danos, independentemente de quão abrangentes sejam as técnicas com as quais corrompe e seduz o homem, independentemente de quão inteligente são as truques e artimanhas com os quais intimida o homem, independentemente de quão mutável seja a forma em que existe, ele nunca foi capaz de criar uma única coisa vivente, nunca foi capaz de estabelecer leis ou regras para a existência de todas as coisas, e nunca foi capaz de governar e controlar nenhum objeto, seja animado ou inanimado. Dentro do cosmo e do firmamento, não há uma única pessoa ou objeto que tenha nascido dele ou que exista devido a ele; não há uma única pessoa ou objeto que seja governado por ele ou controlado por ele. Pelo contrário, ele não só tem de viver sob o domínio de Deus, como, além disso, deve obedecer a todas as ordens e comandos de Deus. Sem a permissão de Deus, é difícil para Satanás tocar até mesmo uma gota de água ou grão de areia na terra; sem a permissão de Deus, Satanás nem ao menos é livre para mover as formigas sobre terra — quanto mais a humanidade, que foi criada por Deus. Aos olhos de Deus, Satanás é inferior aos lírios na montanha, às aves que voam no ar, aos peixes no mar e às larvas na terra. Seu papel entre todas as coisas é servir a todas as coisas, e trabalhar para a humanidade, e servir à obra de Deus e ao Seu plano de gestão. Independentemente de quão maliciosa seja sua natureza e quão maligna seja sua substância, a única coisa que pode fazer é cumprir obedientemente a sua função: servir a Deus e ser um contraponto a Deus. Tais são a essência e posição de Satanás. Sua substância é alheia à vida, alheia a poder, alheia a autoridade; é um mero brinquedo nas mãos de Deus, apenas uma máquina a serviço de Deus!

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 100

A autoridade em si pode ser explicada como o poder de Deus. Em primeiro lugar, pode-se dizer com certeza que tanto a autoridade quanto o poder são positivos. Eles não têm vínculo com nada negativo e não estão relacionados com nenhum ser criado ou não criado. O poder de Deus é capaz de criar coisas de qualquer forma que tenham vida e vitalidade, e isso é determinado pela vida de Deus. Deus é vida, portanto, Ele é a fonte de todos os seres vivos. Além disso, a autoridade de Deus pode fazer com que todos os seres vivos obedeçam a cada palavra de Deus, ou seja, que venham a existir de acordo com as palavras da boca de Deus, e vivam e se reproduzam pelo comando de Deus, segundo o qual Deus governa e comanda todos os seres vivos, e nunca haverá nenhum desvio, para todo o sempre. Nenhuma pessoa ou objeto tem essas coisas; somente o Criador possui e carrega tal poder, e, portanto, é chamado de autoridade. Essa é a singularidade do Criador. Como tal, independentemente de ser a palavra “autoridade” em si ou a substância dessa autoridade, cada uma delas somente pode ser associada ao Criador, porque é um símbolo da identidade e substância únicas do Criador, e representa a identidade e status do Criador; além do Criador, nenhuma pessoa ou objeto pode ser associado à palavra “autoridade”. Essa é uma interpretação da autoridade única do Criador.

Embora Satanás tenha contemplado Jó com cobiça nos olhos, sem a permissão de Deus, ele não ousou tocar um só fio de cabelo de Jó. Embora seja inerentemente maligno e cruel, depois que Deus lhe deu a ordem, Satanás não teve escolha a não ser obedecer ao comando de Deus. E, portanto, embora Satanás tenha ficado tão frenético quanto um lobo entre ovelhas ao se deparar com Jó, não ousou esquecer os limites estabelecidos para ele por Deus, não ousou violar as ordens de Deus, e em tudo o que fez, Satanás não ousou se desviar dos princípios e limites das palavras de Deus — isso não é um fato? A partir disso, pode-se ver que Satanás não ousa contrariar nenhuma das palavras de Deus Jeová. Para Satanás, cada palavra da boca de Deus é uma ordem e uma lei celestiais, e uma expressão da autoridade de Deus — pois por trás de cada palavra de Deus está implícita a punição de Deus àqueles que violam as ordens de Deus, e àqueles que desobedecem as leis celestiais e se opõem a elas. Satanás sabe claramente que se violar as ordens de Deus, então deve aceitar as consequências de transgredir a autoridade de Deus e se opor às leis celestiais. E quais são exatamente essas consequências? É desnecessário dizer que são, evidentemente, sua punição por Deus. As ações de Satanás em relação a Jó foram meramente um microcosmo de sua corrupção do homem, e quando Satanás estava realizando essas ações, os limites que Deus estabeleceu e as ordens que Ele deu a Satanás foram meramente um microcosmo dos princípios por trás de tudo o que ele faz. Além disso, o papel e posição de Satanás nessa questão foram meramente um microcosmo de seu papel e posição na obra da gestão de Deus, e a completa obediência de Satanás a Deus em sua tentação de Jó foi meramente um microcosmo de como Satanás não ousou fazer a menor oposição a Deus na obra da gestão de Deus. Que aviso esses microcosmos dão a vocês? Entre todas as coisas, incluindo Satanás, não há nenhuma pessoa ou coisa que possa transgredir as leis e éditos celestiais estabelecidos pelo Criador, e nenhuma pessoa ou coisa que ouse violar essas leis e éditos celestiais, pois nenhuma pessoa ou objeto pode alterar ou escapar da punição que o Criador inflige àqueles que os desobedecem. Somente o Criador pode estabelecer leis e éditos celestiais, somente o Criador tem o poder de colocá-los em vigor, e somente o poder do Criador não pode ser transgredido por nenhuma pessoa nem coisa. Essa é a autoridade única do Criador, essa autoridade é suprema entre todas as coisas, e, portanto, é impossível dizer que “Deus é o maior e Satanás é o número dois”. Com exceção do Criador que possui autoridade única, não há outro Deus!

Vocês têm agora um novo conhecimento da autoridade de Deus? Primeiramente, há diferença entre a autoridade de Deus mencionada há pouco e o poder do homem? E qual é a diferença? Algumas pessoas dizem que não há comparação entre os dois. Isso é correto! Embora as pessoas digam que não há comparação entre os dois, nos pensamentos e noções do homem, o poder do homem é frequentemente confundido com a autoridade, e os dois são frequentemente comparados lado a lado. O que está havendo aqui? As pessoas não estão cometendo o erro de substituir inadvertidamente um pelo outro? Não há relação entre eles e não há comparação entre eles, mesmo assim as pessoas não conseguem deixar de compará-los. Como isso deve ser resolvido? Se você realmente deseja encontrar uma solução, a única maneira é entender e conhecer a autoridade única de Deus. Depois de compreender e conhecer a autoridade do Criador, você não mencionará o poder do homem e a autoridade de Deus na mesma frase.

A que se refere o poder do homem? Em termos simples, é uma capacidade ou habilidade que permite que o caráter corrupto, os desejos e as ambições do homem sejam ampliados ou realizados tanto quanto possível. Isso conta como autoridade? Independentemente de quão infladas ou lucrativas sejam as ambições e desejos do homem, não se pode dizer que essa pessoa possua autoridade; no máximo, tal inflação e sucesso são apenas uma demonstração da bufonaria de Satanás entre os homens, no máximo é uma farsa em que Satanás age como seu próprio ancestral a fim de cumprir sua ambição de ser Deus.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 101

O que a autoridade de Deus simboliza? Simboliza a identidade do Próprio Deus? Simboliza o poder do Próprio Deus? Simboliza o status único do Próprio Deus? Entre todas as coisas, em que você viu a autoridade de Deus? Como você a viu? Em termos das quatro estações vivenciadas pelo homem, alguém pode mudar a lei da sucessão de primavera, verão, outono e inverno? Na primavera, as árvores brotam e florescem; no verão, ficam cobertas de folhas; no outono, dão frutos, e, no inverno, as folhas caem. Alguém é capaz de alterar essa lei? Ela reflete um aspecto da autoridade de Deus? Deus disse: “Haja luz” e houve luz. Essa luz ainda existe? Ela existe devido a quê? Ela existe devido às palavras de Deus, é claro, e devido à autoridade de Deus. O ar criado por Deus ainda existe? O ar que o homem respira vem de Deus? Alguém pode tirar as coisas que vêm de Deus? Alguém pode alterar a substância e função delas? Alguém é capaz de perturbar a noite e o dia designados por Deus, e a lei de noite e dia ordenada por Deus? Satanás pode fazer uma coisa dessas? Mesmo que você não durma à noite e troque a noite pelo dia, ainda assim é noite; você pode mudar sua rotina diária, mas é incapaz de mudar a lei da sucessão de noite e dia — e esse fato não pode ser alterado por pessoa alguma, não é mesmo? Alguém é capaz de fazer um leão arar a terra como um boi? Alguém é capaz de transformar um elefante em um burro? Alguém é capaz de fazer uma galinha voar pelo ar feito uma águia? Alguém é capaz de fazer um lobo pastar como uma ovelha? (Não.) Alguém é capaz de fazer os peixes na água viverem em terra firme? Isso não pode ser feito pelos humanos. E por que não? Porque Deus ordenou que os peixes vivessem na água, e, portanto, eles vivem na água. Em terra, eles não seriam capazes de sobreviver e morreriam; eles são incapazes de transgredir os limites do comando de Deus. Todas as coisas têm uma lei e um limite à sua existência, e cada uma tem seus próprios instintos. Eles são determinados pelo Criador e não podem ser alterados ou superados por nenhum homem. Por exemplo, o leão sempre viverá na natureza, distante das comunidades do homem, e nunca poderia ser tão dócil e fiel quanto o boi que vive com o homem e trabalha para ele. Embora elefantes e burros sejam ambos animais, e ambos tenham quatro patas, e sejam criaturas que respiram ar, são espécies diferentes, pois foram divididos em espécies diferentes por Deus, cada um tem seus próprios instintos, e, portanto, eles nunca serão intercambiáveis. Embora a galinha tenha duas pernas e asas como uma águia, nunca será capaz de voar no ar; no máximo, pode voar apenas até uma árvore — e isso é determinado por seu instinto. É desnecessário dizer que tudo isso é devido aos comandos da autoridade de Deus.

No desenvolvimento atual da humanidade, pode-se dizer que a ciência da humanidade está florescendo, e as realizações da exploração científica do homem podem ser descritas como impressionantes. A habilidade do homem, deve-se reconhecer, está se desenvolvendo cada vez mais, mas há um avanço científico que a humanidade tem sido incapaz de fazer: a humanidade fez aviões, porta-aviões e a bomba atômica, a humanidade foi ao espaço, caminhou na lua, inventou a Internet e viveu o estilo de vida de alta tecnologia, mas a humanidade é incapaz de criar uma coisa viva que respire. Os instintos de todas as criaturas vivas e as leis pelas quais elas vivem, e o ciclo de vida e morte de todos os tipos de coisas vivas — tudo isso é impossível e incontrolável pela ciência da humanidade. Nesse momento, é preciso dizer que não importa quais grandes conquistas são alcançadas pela ciência do homem, ela não pode ser comparada a nenhum dos pensamentos do Criador, e é incapaz de discernir a miraculosidade da criação do Criador, e o poder de Sua autoridade. Há tantos oceanos sobre a terra, mas eles nunca transgrediram seus limites e vieram a terra por conta própria, e isso é porque Deus estabeleceu limites para cada um deles; ficaram onde Ele ordenou que ficassem e, sem a permissão de Deus, não podem se movimentar livremente. Sem a permissão de Deus, não podem invadir uns aos outros e só podem se mover quando Deus assim o disser, e aonde vão e permanecem é determinado pela autoridade de Deus.

Falando claramente, “a autoridade de Deus” significa que compete a Deus. Deus tem o direito de decidir como fazer algo, e isso é feito da maneira que Ele deseja. A lei de todas as coisas compete a Deus e não ao homem; tampouco pode ser alterada pelo homem. Não pode ser movida pela vontade do homem, mas, ao invés disso, é mudada pelos pensamentos de Deus, e pela sabedoria de Deus, e pelas ordens de Deus, e esse é um fato inegável a qualquer homem. Os céus e a terra e todas as coisas, o universo, o céu estrelado, as quatro estações do ano, aquilo que é visível e invisível ao homem — todos eles existem, funcionam e mudam, sem o menor erro, sob a autoridade de Deus, segundo as ordens de Deus, segundo os mandamentos de Deus e segundo as leis do princípio da criação. Nenhuma pessoa ou objeto pode mudar suas leis ou mudar o curso inerente pelo qual eles funcionam; eles passaram a existir devido à autoridade de Deus e perecem devido à autoridade de Deus. Essa é a própria autoridade de Deus. Agora que isso foi dito, você pode sentir que a autoridade de Deus é um símbolo da identidade e status de Deus? A autoridade de Deus pode ser possuída por algum ser criado ou não criado? Pode ser imitada, simulada ou substituída por alguma pessoa, coisa ou objeto?

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 102

A identidade do Criador é única, e você não deve seguir à ideia de politeísmo

Embora as habilidades e capacidades de Satanás sejam maiores do que as do homem, embora ele possa fazer coisas que são inatingíveis pelo homem, independentemente de você invejar o que Satanás faz ou aspirar a isso, independentemente de você odiar isso ou ficar revoltado com isso, independentemente de você ser ou não capaz de ver isso, e independentemente de quanto Satanás pode realizar, ou de quantas pessoas ele pode enganar para que o adorem e idolatrem, e independentemente de como você o defina, não é possível a você dizer que ele tem a autoridade e poder de Deus. Você deve saber que Deus é Deus, há apenas um Deus, e, além disso, você deve saber que somente Deus tem autoridade, e tem o poder de controlar e governar todas as coisas. Só porque Satanás tem a capacidade de enganar as pessoas, e pode simular Deus, pode imitar os sinais e milagres feitos por Deus, e fez coisas semelhantes às de Deus, você erroneamente acredita que Deus não é único, que existem vários deuses, que eles meramente têm habilidades maiores ou menores, e que há diferenças na extensão do poder que eles exercem. Você classifica a grandeza deles pela ordem da chegada deles, e de acordo com a idade deles, e você erroneamente acredita que existem outras divindades além de Deus, e pensa que o poder e autoridade de Deus não são únicos. Se você tem tais ideias, se você não reconhece a singularidade de Deus, não acredita que somente Deus possui autoridade, e se você seguir somente ao politeísmo, então Eu digo que você é a escória das criaturas, você é a própria personificação de Satanás, e você é uma pessoa totalmente do mal! Vocês entendem o que Eu estou tentando ensinar a vocês ao dizer essas palavras? Independentemente da hora, do local ou de sua experiência, você não deve confundir Deus com nenhuma outra pessoa, coisa ou objeto. Independentemente de quanto você sente que a autoridade de Deus e a substância do Próprio Deus são incognoscíveis e inacessíveis, independentemente de quanto os atos e palavras de Satanás coincidam com sua noção e imaginação, independentemente de quão satisfatórios eles sejam para você, não seja tolo, não confunda esses conceitos, não negue a existência de Deus, não negue a identidade e status de Deus, não empurre Deus para fora da porta e traga Satanás para dentro para substituir o Deus dentro de seu coração e ser seu Deus. Não tenho dúvidas de que vocês são capazes de imaginar as consequências de fazer tal coisa!

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 103

Embora a humanidade tenha sido corrompida, ela ainda vive sob a soberania da autoridade do Criador

Satanás vem corrompendo a humanidade há milhares de anos. Gerou um mal incalculável, enganou uma geração após outra e cometeu crimes hediondos no mundo. Abusou do homem, enganou o homem, aliciou o homem para se opor a Deus e cometeu atos malignos que confundiram e prejudicaram o plano de gestão de Deus inúmeras vezes. No entanto, sob a autoridade de Deus, todas as coisas e criaturas vivas continuam a obedecer às regras e leis estabelecidas por Deus. Em comparação com a autoridade de Deus, a natureza maligna e a insolência de Satanás são totalmente horrendas, repugnantes e desprezíveis, e totalmente pequenas e vulneráveis. Embora Satanás caminhe em meio a todas as coisas criadas por Deus, não é capaz de efetivar a mínima mudança nas pessoas, coisas e objetos comandados por Deus. Vários milhares de anos se passaram e a humanidade ainda desfruta a luz e o ar concedidos por Deus, ainda respira a respiração exalada pelo Próprio Deus, ainda aprecia as flores, pássaros, peixes e insetos criados por Deus e desfruta todas as coisas fornecidas por Deus; o dia e a noite seguem se revezando continuamente; as quatro estações se alternam como de costume; os gansos que voam no céu partem neste inverno e seguem retornando na primavera seguinte; os peixes na água nunca deixam os rios e lagos — seu lar; as cigarras na terra cantam a plenos pulmões em dias de verão; os grilos na relva trilam suavemente ao ritmo do vento no outono; os gansos se juntam em revoadas enquanto as águias permanecem solitárias; as alcateias de leões se sustentam pela caça; os alces não se afastam do capim e das flores… Todo tipo de criatura em meio a todas as coisas parte e retorna e depois parte novamente, um milhão de mudanças ocorrendo num piscar de olhos — mas o que não muda são seus instintos e as leis da sobrevivência. Vivem pela provisão e nutrição de Deus e ninguém pode mudar seus instintos nem prejudicar suas regras de sobrevivência. Apesar de ter sido corrompida e enganada por Satanás, a humanidade, que vive em meio a todas as coisas, ainda não pode renunciar à água feita por Deus, ao ar feito por Deus e a todas as coisas feitas por Deus, e o homem ainda vive e se multiplica nesse espaço criado por Deus. Os instintos da humanidade não mudaram. O homem ainda depende de seus olhos para ver, de seus ouvidos para ouvir, de seu cérebro para pensar, de seu coração para entender, de suas pernas e pés para andar, de suas mãos para trabalhar e assim por diante; todos os instintos que Deus concedeu ao homem para que ele pudesse aceitar a provisão de Deus permanecem inalterados, as faculdades através das quais o homem colabora com Deus não mudaram, a faculdade humana de realizar o dever de um ser criado não mudou, as necessidades espirituais da humanidade não mudaram, o desejo da humanidade de encontrar suas origens não mudou, o anseio da humanidade de ser salva pelo Criador não mudou. Tais são as circunstâncias atuais da humanidade, que vive sob a autoridade de Deus e tem suportado a destruição sangrenta provocada por Satanás. Embora a humanidade tenha sido submetida à opressão de Satanás e não seja mais os Adão e Eva do início da criação, mas, ao contrário, esteja repleta de coisas que são antagônicas a Deus, tais como conhecimento, imaginação, noções e assim por diante, e repleta do caráter satânico corrupto, aos olhos de Deus a humanidade ainda é a mesma humanidade que Ele criou. A humanidade ainda é governada e orquestrada por Deus e ainda vive no caminho estabelecido por Deus, e, assim, aos olhos de Deus, a humanidade, que foi corrompida por Satanás, está apenas coberta de sujeira, com o estômago roncando, com as reações um tanto lentas, com uma memória não tão boa quanto antes e um pouco mais velha — mas todas as funções e instintos do homem estão completamente intactos. Essa é a humanidade que Deus pretende salvar. Basta a essa humanidade ouvir o chamado do Criador e a voz do Criador para se levantar e rapidamente localizar a origem dessa voz. Basta a essa humanidade ver a figura do Criador para se tornar indiferente a todo o resto e renunciar a tudo a fim de se dedicar a Deus, e até mesmo dar sua vida por Ele. Quando o coração da humanidade compreender as palavras sinceras do Criador, a humanidade rejeitará Satanás e ficará ao lado do Criador; quando a humanidade tiver lavado completamente a sujeira de seu corpo e recebido mais uma vez a provisão e nutrição do Criador, a memória da humanidade será restaurada e nesse momento a humanidade terá verdadeiramente retornado ao domínio do Criador.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 104

Gênesis 19:1-11 À tarde chegaram os dois anjos a Sodoma. Ló estava sentado à porta de Sodoma e, vendo-os, levantou-se para os receber; prostrou-se com o rosto em terra, e disse: Eis agora, meus senhores, entrai, peço-vos em casa de vosso servo, e passai nela a noite, e lavai os pés; de madrugada vos levantareis e ireis vosso caminho. Responderam eles: Não; antes na praça passaremos a noite. Entretanto, Ló insistiu muito com eles, pelo que foram com ele e entraram em sua casa; e ele lhes deu um banquete, assando-lhes pães ázimos, e eles comeram. Mas antes que se deitassem, cercaram a casa os homens da cidade, isto é, os homens de Sodoma, tanto os moços como os velhos, sim, todo o povo de todos os lados; e, chamando a Ló, perguntaram-lhe: Onde estão os homens que entraram esta noite em tua casa? Traze-os cá fora a nós, para que os conheçamos. Então Ló saiu-lhes à porta, fechando-a atrás de si, e disse: Meus irmãos, rogo-vos que não procedais tão perversamente; eis aqui, tenho duas filhas que ainda não conheceram varão; eu vo-las trarei para fora, e lhes fareis como bem vos parecer: somente nada façais a estes homens, porquanto entraram debaixo da sombra do meu telhado. Eles, porém, disseram: Sai daí. Disseram mais: Esse indivíduo, como estrangeiro veio aqui habitar, e quer se arvorar em juiz! Agora te faremos mais mal a ti do que a eles. E arremessaram-se sobre o homem, isto é, sobre Ló, e aproximavam-se para arrombar a porta. Aqueles homens, porém, estendendo as mãos, fizeram Ló entrar para dentro da casa, e fecharam a porta; e feriram de cegueira os que estavam do lado de fora, tanto pequenos como grandes, de maneira que cansaram de procurar a porta.

Gênesis 19:24-25 Então Jeová, da Sua parte, fez chover do céu enxofre e fogo sobre Sodoma e Gomorra. E subverteu aquelas cidades e toda a planície, e todos os moradores das cidades, e o que nascia da terra.

Com base nessas passagens, não é difícil ver que a iniquidade e a corrupção de Sodoma já haviam atingido um grau detestável tanto para o homem quanto para Deus e que, aos olhos de Deus, portanto, a cidade merecia ser destruída. Mas o que houve dentro da cidade antes que ela fosse destruída? Que inspiração as pessoas podem tirar desses eventos? O que a atitude de Deus em relação a esses eventos mostra às pessoas sobre o Seu caráter? A fim de entender toda a história, leiamos cuidadosamente o que está registrado nas Escrituras…

A corrupção de Sodoma: enfurecedora para o homem, encolerizadora para Deus

Naquela noite, Ló recebeu dois mensageiros de Deus e preparou um banquete para eles. Após comerem, antes que eles tivessem se deitado, as pessoas de toda a cidade cercaram a residência de Ló e o chamaram. As Escrituras registram que eles disseram: “Onde estão os homens que entraram esta noite em tua casa? Traze-os cá fora a nós, para que os conheçamos”. Quem disse essas palavras? A quem elas foram ditas? Essas foram as palavras das pessoas de Sodoma, gritadas do lado de fora da residência de Ló e a ele dirigidas. Como se sente ao ouvir palavras assim? Você fica furioso? Essas palavras lhe são repugnantes? Você fica fervendo de raiva? Essas palavras não cheiram a Satanás? Por meio delas, você consegue perceber o mal e as trevas daquela cidade? Você consegue perceber a crueldade e a barbaridade do comportamento daquelas pessoas por meio das palavras delas? Você consegue perceber a profundidade da corrupção por meio do comportamento delas? Pelo conteúdo da fala delas, não é difícil ver que sua natureza iníqua e caráter selvagem haviam atingido um nível além do seu próprio controle. Com exceção de Ló, cada uma das pessoas daquela cidade não era diferente de Satanás; a mera visão de outra pessoa fazia aquelas pessoas quererem prejudicá-las e devorá-las… Essas coisas não só dão a alguém a percepção da natureza medonha e aterrorizante da cidade, bem como a aura de morte ao redor dela; elas também dão a alguém uma percepção de sua iniquidade e caráter sangrento.

Quando ele se viu cara a cara com uma gangue de arruaceiros desumanos, pessoas que estavam cheias de ambição devoradora de almas, como Ló reagiu? Segundo as Escrituras: “Rogo-vos que não procedais tão perversamente; eis aqui, tenho duas filhas que ainda não conheceram varão; eu vo-las trarei para fora, e lhes fareis como bem vos parecer: somente nada façais a estes homens, porquanto entraram debaixo da sombra do meu telhado”. Ló quis dizer o seguinte com suas palavras: ele estava disposto a entregar suas duas filhas a fim de proteger os mensageiros. Pela lógica, tais pessoas deveriam ter concordado com as condições de Ló e deixado os dois mensageiros em paz; afinal, os mensageiros eram completamente estranhos a eles, pessoas que nada tinham a ver com eles; aqueles dois mensageiros nunca haviam prejudicado os seus interesses. Entretanto, motivados pela sua natureza iníqua, eles não desistiram. Ao contrário, eles só intensificaram seus esforços. Aqui, outra de suas interações pode, sem dúvida, dar mais visão da verdadeira natureza perversa dessas pessoas; ao mesmo tempo, também permite que se saiba e compreenda a razão por que Deus desejou destruir a cidade.

Então o que eles falam em seguida? Como diz a Bíblia: “Sai daí. Disseram mais: Esse indivíduo, como estrangeiro veio aqui habitar, e quer se arvorar em juiz! Agora te faremos mais mal a ti do que a eles. E arremessaram-se sobre o homem, isto é, sobre Ló, e aproximavam-se para arrombar a porta”. Por que eles queriam derrubar a porta? A razão é que eles estavam ansiosos por causar danos àqueles dois mensageiros. O que aqueles mensageiros estavam fazendo em Sodoma? O propósito deles ao irem para lá era salvar Ló e sua família; contudo, erroneamente, as pessoas da cidade pensaram que eles haviam vindo para assumir cargos oficiais. Sem perguntar a intenção deles, foi mera conjectura o que fez a cidade querer lesar brutalmente aqueles dois mensageiros; desejaram lesar duas pessoas que não tinham absolutamente nada a ver com eles. Fica claro que as pessoas dessa cidade haviam perdido completamente a sua humanidade e razão. O grau de sua insanidade e selvageria já não era diferente da natureza cruel de Satanás de lesar e devorar os homens.

Quando eles exigiram essas pessoas de Ló, o que Ló fez? Com base no texto, sabemos que Ló não os entregou. Ló conhecia aqueles dois mensageiros de Deus? Claro que não! Mas por que ele pôde salvar aquelas duas pessoas? Ele sabia o que tinham vindo fazer? Embora desconhecesse a razão da vinda deles, Ló sabia que eles eram servos de Deus e assim, os recebeu. O fato de ele poder chamar esses servos de Deus de senhores mostra que Ló costumava ser seguidor de Deus, diferentemente dos outros dentro de Sodoma. Assim, quando os mensageiros de Deus vieram a ele, ele arriscou sua própria vida para receber aqueles dois servos; além do mais, ele também ofereceu suas duas filhas em troca, a fim de proteger esses dois servos. Essa é a obra de justiça de Ló; e é também uma expressão tangível da natureza e da substância de Ló, além de ser também a razão pela qual Deus enviou Seus servos para salvar Ló. Ao ser confrontado com o perigo, Ló protegeu aqueles dois servos sem se importar com mais nada; ele até tentou negociar suas duas filhas em troca da segurança dos servos. Além de Ló, havia mais alguém dentro da cidade que poderia ter feito algo assim? Como provam os fatos — não! Então, nem é preciso dizer que todos em Sodoma, exceto Ló, eram um alvo de destruição, bem como um alvo que merecia a destruição.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único II’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 105

Gênesis 19:1-11 À tarde chegaram os dois anjos a Sodoma. Ló estava sentado à porta de Sodoma e, vendo-os, levantou-se para os receber; prostrou-se com o rosto em terra, e disse: Eis agora, meus senhores, entrai, peço-vos em casa de vosso servo, e passai nela a noite, e lavai os pés; de madrugada vos levantareis e ireis vosso caminho. Responderam eles: Não; antes na praça passaremos a noite. Entretanto, Ló insistiu muito com eles, pelo que foram com ele e entraram em sua casa; e ele lhes deu um banquete, assando-lhes pães ázimos, e eles comeram. Mas antes que se deitassem, cercaram a casa os homens da cidade, isto é, os homens de Sodoma, tanto os moços como os velhos, sim, todo o povo de todos os lados; e, chamando a Ló, perguntaram-lhe: Onde estão os homens que entraram esta noite em tua casa? Traze-os cá fora a nós, para que os conheçamos. Então Ló saiu-lhes à porta, fechando-a atrás de si, e disse: Meus irmãos, rogo-vos que não procedais tão perversamente; eis aqui, tenho duas filhas que ainda não conheceram varão; eu vo-las trarei para fora, e lhes fareis como bem vos parecer: somente nada façais a estes homens, porquanto entraram debaixo da sombra do meu telhado. Eles, porém, disseram: Sai daí. Disseram mais: Esse indivíduo, como estrangeiro veio aqui habitar, e quer se arvorar em juiz! Agora te faremos mais mal a ti do que a eles. E arremessaram-se sobre o homem, isto é, sobre Ló, e aproximavam-se para arrombar a porta. Aqueles homens, porém, estendendo as mãos, fizeram Ló entrar para dentro da casa, e fecharam a porta; e feriram de cegueira os que estavam do lado de fora, tanto pequenos como grandes, de maneira que cansaram de procurar a porta.

Gênesis 19:24-25 Então Jeová, da Sua parte, fez chover do céu enxofre e fogo sobre Sodoma e Gomorra. E subverteu aquelas cidades e toda a planície, e todos os moradores das cidades, e o que nascia da terra.

Sodoma é devastada por ofender a ira de Deus

Quando as pessoas de Sodoma viram aqueles dois servos, elas não perguntaram a razão da vinda deles e ninguém perguntou se eles haviam vindo para propagar a vontade de Deus. Ao contrário, elas formaram uma multidão e, sem esperar por uma explicação, foram capturar os dois servos como cães selvagens ou lobos ferozes. Deus viu essas coisas acontecerem? O que Deus estava pensando em Seu coração quanto a esse tipo de comportamento humano, esse tipo de coisa? Deus decidiu destruir a cidade; Ele não hesitaria nem esperaria, tampouco continuaria a mostrar paciência. Seu dia havia chegado, então Ele iniciou a obra que Ele desejava fazer. Assim, Gênesis 19:24-25 diz: “Então Jeová, da Sua parte, fez chover do céu enxofre e fogo sobre Sodoma e Gomorra. E subverteu aquelas cidades e toda a planície, e todos os moradores das cidades, e o que nascia da terra”. Esses dois versículos contam às pessoas o método pelo qual Deus destruiu a cidade e também contam às pessoas o que Deus destruiu. Primeiro, a Bíblia relata que Deus queimou a cidade com fogo e que a extensão do fogo foi suficiente para destruir todas as pessoas e aquilo que crescia no solo. Ou seja, o fogo que caiu do céu não só destruiu a cidade, como também destruiu todas as pessoas e seres viventes dentro dela, tudo sem deixar um único traço para trás. Depois que a cidade foi destruída, a terra ficou vazia de seres vivos. Não havia mais vida, nem sinais de vida. A cidade havia se tornado um descampado, um lugar vazio preenchido de silêncio mortal. Não mais haveria obras más contra Deus naquele lugar; não mais haveria matança nem sangue derramado.

Por que Deus quis queimar a cidade tão completamente? O que vocês podem ver aqui? Deus suportaria assistir à humanidade e à natureza, Suas próprias criações, serem destruídas daquela forma? Se você pode discernir a ira de Deus Jeová a partir do fogo que foi lançado do céu, então não é difícil ver o nível de Sua raiva a partir do alvo de Sua destruição, bem como a partir do grau a que a cidade foi destruída. Quando Deus desprezar uma cidade, Ele trará a Sua punição sobre ela. Quando Deus estiver desgostoso com uma cidade, Ele emitirá repetidos avisos informando as pessoas sobre Sua ira. Porém, quando Deus decidir destruir, pôr fim a uma cidade — isto é, quando Sua ira e majestade forem ofendidas — Ele não mais expedirá punições ou avisos. Em vez disso, Ele a destruirá diretamente. Ele a fará desaparecer completamente. Esse é o caráter justo de Deus.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único II’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 106

Gênesis 19:1-11 À tarde chegaram os dois anjos a Sodoma. Ló estava sentado à porta de Sodoma e, vendo-os, levantou-se para os receber; prostrou-se com o rosto em terra, e disse: Eis agora, meus senhores, entrai, peço-vos em casa de vosso servo, e passai nela a noite, e lavai os pés; de madrugada vos levantareis e ireis vosso caminho. Responderam eles: Não; antes na praça passaremos a noite. Entretanto, Ló insistiu muito com eles, pelo que foram com ele e entraram em sua casa; e ele lhes deu um banquete, assando-lhes pães ázimos, e eles comeram. Mas antes que se deitassem, cercaram a casa os homens da cidade, isto é, os homens de Sodoma, tanto os moços como os velhos, sim, todo o povo de todos os lados; e, chamando a Ló, perguntaram-lhe: Onde estão os homens que entraram esta noite em tua casa? Traze-os cá fora a nós, para que os conheçamos. Então Ló saiu-lhes à porta, fechando-a atrás de si, e disse: Meus irmãos, rogo-vos que não procedais tão perversamente; eis aqui, tenho duas filhas que ainda não conheceram varão; eu vo-las trarei para fora, e lhes fareis como bem vos parecer: somente nada façais a estes homens, porquanto entraram debaixo da sombra do meu telhado. Eles, porém, disseram: Sai daí. Disseram mais: Esse indivíduo, como estrangeiro veio aqui habitar, e quer se arvorar em juiz! Agora te faremos mais mal a ti do que a eles. E arremessaram-se sobre o homem, isto é, sobre Ló, e aproximavam-se para arrombar a porta. Aqueles homens, porém, estendendo as mãos, fizeram Ló entrar para dentro da casa, e fecharam a porta; e feriram de cegueira os que estavam do lado de fora, tanto pequenos como grandes, de maneira que cansaram de procurar a porta.

Gênesis 19:24-25 Então Jeová, da Sua parte, fez chover do céu enxofre e fogo sobre Sodoma e Gomorra. E subverteu aquelas cidades e toda a planície, e todos os moradores das cidades, e o que nascia da terra.

Depois da repetida resistência e hostilidade de Sodoma a Ele, Deus a erradica por completo

De uma perspectiva humana, Sodoma era uma cidade que poderia satisfazer plenamente o desejo do homem e a maldade do homem. Sedutora e fascinante, com música e dança noite após noite, sua prosperidade levava os homens ao fascínio e à loucura. Seu mal corroía os corações das pessoas e as enfeitiçava até a degeneração. Aquela era uma cidade onde espíritos imundos e espíritos malignos corriam soltos; que transbordava de pecado e homicídio e era impregnada com um cheiro de sangue e podridão. Era uma cidade que fazia com que as pessoas tivessem calafrios, da qual alguém recuaria. Ninguém nessa cidade — nem homem nem mulher, nem jovem nem velho — buscava o verdadeiro caminho; ninguém ansiava pela luz nem anelava abandonar o pecado. Eles viviam sob o controle, a corrupção e o engano de Satanás. Eles haviam perdido sua humanidade; haviam perdido o sentido e haviam perdido o objetivo original da existência do homem. Eles cometiam incontáveis maus feitos de resistência contra Deus, recusavam a Sua orientação e se opunham à Sua vontade. Eram as suas obras perversas que levavam essas pessoas, a cidade e todo ser vivo dentro dela, passo a passo, a descer pela senda da destruição.

Embora essas duas passagens não registrem os detalhes que descrevem o grau da corrupção das pessoas de Sodoma, registrando, em vez disso, a conduta delas em relação aos dois servos de Deus após a chegada destes últimos à cidade, uma simples verdade pode revelar o grau a que as pessoas de Sodoma eram corruptas, más e resistentes a Deus. Com isso, a verdadeira face e a substância das pessoas da cidade também são expostas. Elas não só não aceitaram os avisos de Deus, como também não temeram a Sua punição. Ao contrário, elas desprezaram a ira de Deus. Elas resistiram cegamente a Deus. Independentemente do que Ele fizesse ou de como Ele o fizesse, a natureza cruel delas só se intensificava e elas se opunham repetidamente a Deus. As pessoas de Sodoma eram hostis em relação à existência de Deus, à Sua vinda, à Sua punição e, ainda mais, a Seus avisos. Elas não viam nada mais que valesse a pena à sua volta. Elas devoravam e faziam mal a todas as pessoas que pudessem ser devoradas e lesadas, e elas trataram os servos de Deus da mesma forma. Em relação à totalidade das obras más cometidas pelas pessoas de Sodoma, lesar os servos de Deus foi apenas a ponta do icebergue e a natureza perversa delas que isso revelou na verdade equivalia a pouco mais do que uma gota num vasto oceano. Assim, Deus escolheu destruí-las com fogo. Deus não usou um dilúvio, nem furacão, terremoto, tsunami ou qualquer outro método para destruir a cidade. O que o uso que Deus fez do fogo para destruir a cidade significou? Significou a destruição total da cidade; significou que a cidade desapareceu por completo da terra e da existência. Aqui, “destruição” não se refere somente ao desaparecimento da forma e da estrutura ou da aparência exterior da cidade; também significa que as almas das pessoas dentro da cidade deixaram de existir, tendo sido inteiramente erradicadas. Basicamente, todas as pessoas, eventos e coisas associadas à cidade foram destruídas. Não haveria uma outra vida ou reencarnação para eles; Deus os havia erradicado da humanidade, Sua criação, de uma vez por todas. O “uso do fogo” significava uma interrupção do pecado e queria dizer um fim para o pecado; esse pecado cessaria de existir e de se espalhar. Significava que o mal de Satanás havia perdido o seu solo nutritivo, bem como o cemitério que garantia a ele um lugar para ficar e morar. Na guerra entre Deus e Satanás, o uso do fogo por Deus é a insígnia de Sua vitória com a qual Satanás é marcado. A destruição de Sodoma é um grande passo em falso na ambição satânica de se opor a Deus corrompendo e devorando os homens e é, da mesma maneira, um sinal humilhante de uma época do desenvolvimento humano em que o homem rejeitou a orientação de Deus e se entregou à depravação. Além disso, é um registro de uma verdadeira revelação do caráter justo de Deus.

Quando o fogo que Deus enviou do céu tivesse reduzido Sodoma a nada além de cinzas, isso significava que a cidade chamada “Sodoma” cessaria de existir, assim como tudo o que havia dentro da própria cidade. Ela foi destruída pela raiva de Deus; ela desapareceu sob a ira e a majestade de Deus. Por causa do caráter justo de Deus, Sodoma recebeu sua justa punição; por causa do caráter justo de Deus, ela recebeu seu justo fim. O fim da existência de Sodoma deu-se por causa de seu mal e também por causa do desejo de Deus de nunca mais olhar para aquela cidade e nem para qualquer pessoa que houvesse morado nela ou qualquer vida que tivesse crescido dentro dela. O “desejo de nunca mais olhar para a cidade” que Deus teve é a Sua ira, bem como a Sua majestade. Deus queimou a cidade porque a iniquidade e o pecado dela fizeram com que Ele sentisse raiva, repugnância e aversão por ela e desejasse nunca mais vê-la, nem a qualquer das pessoas e seres vivos dentro dela. Uma vez terminado de queimar, deixando apenas cinzas para trás, a cidade havia verdadeiramente cessado de existir aos olhos de Deus; até as Suas memórias dela sumiram, foram apagadas. Isso significa que o fogo enviado do céu não só destruiu a cidade inteira de Sodoma e as pessoas cheias de iniquidade de dentro dela, nem só destruiu todas as coisas de dentro dela que haviam sido manchadas pelo pecado; ainda mais do que isso, aquele fogo destruiu as memórias da maldade e da resistência humanas contra Deus. Esse foi o propósito de Deus ao destruir a cidade pelo fogo.

Uma humanidade havia se tornado corrupta ao extremo. Eles não sabiam quem Deus era nem de onde haviam vindo. Se você mencionasse Deus, essas pessoas agrediriam, difamariam e blasfemariam. Até quando os servos de Deus haviam vindo para propagar o Seu aviso, essas pessoas corruptas não só não mostraram nenhum sinal de arrependimento e não abandonaram sua conduta perversa, mas, ao contrário, elas lesaram audaciosamente os servos de Deus. O que elas expressaram e revelaram foi a sua natureza e sua substância de hostilidade extrema em relação a Deus. Podemos ver que a resistência dessas pessoas corruptas contra Deus era mais do que uma revelação de seu caráter corrupto, assim como era mais do que um caso de difamação e zombaria resultante de falta de entendimento da verdade. Nem estupidez nem ignorância causaram sua conduta perversa; não foi porque essas pessoas tivessem sido enganadas e certamente não foi porque elas haviam sido induzidas a erro. A conduta delas havia atingido o nível de antagonismo, oposição e alvoroço flagrantemente descarados contra Deus. Sem dúvida, esse tipo de comportamento humano enfureceria a Deus e enfureceria o Seu caráter — um caráter que não deve ser ofendido. Assim, Deus liberou direta e abertamente a Sua ira e a Sua majestade; essa é uma verdadeira revelação de Seu caráter justo. Frente a uma cidade transbordante de pecado, Deus desejou destruí-la da maneira mais rápida possível; Ele desejou erradicar as pessoas de dentro dela e a totalidade de seus pecados da forma mais completa, para fazer as pessoas dessa cidade cessarem de existir e para impedir que o pecado de dentro desse local se multiplicasse. A maneira mais rápida e mais completa de fazê-lo era queimando-a com fogo. A atitude de Deus em relação às pessoas de Sodoma não foi de abandono ou desconsideração, mas Ele usou a Sua ira, majestade e autoridade para punir, abater e destruir completamente essas pessoas. Sua atitude em relação a elas não foi somente de destruição física, mas também de destruição da alma, uma erradicação eterna. Essa é a verdadeira implicação do desejo de Deus de que elas “cessassem de existir”.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único II’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 107

Embora a ira de Deus seja oculta e desconhecida ao homem, ela não tolera ofensa

O tratamento de Deus de toda a humanidade tola e ignorante se baseia principalmente na misericórdia e na tolerância. Sua ira, por outro lado, está encoberta na vasta maior parte do tempo e das coisas; ela é desconhecida ao homem. Como consequência, é difícil para o homem ver Deus mostrar a Sua ira e também é difícil entender a Sua ira. Assim sendo, o homem menospreza a ira de Deus. Quando o homem enfrentar a obra e o passo finais de Deus de tolerar e perdoar ao homem — isto é, quando a última ocorrência divina de misericórdia e Seu aviso final os alcançarem — se eles ainda usarem os mesmos métodos para se opor a Deus e não fizerem nenhum esforço para se arrepender, corrigir seus caminhos ou aceitar a Sua misericórdia, Deus não mais conferirá a Sua tolerância e paciência a eles. Ao contrário, é nesse momento que Deus retirará a Sua misericórdia. Depois disso, Ele só enviará a Sua ira. Ele pode expressar a Sua ira de diferentes maneiras, assim como Ele pode usar diferentes métodos para punir e destruir pessoas.

O uso do fogo por Deus para destruir a cidade de Sodoma é o Seu método mais rápido de aniquilar completamente uma humanidade ou coisa. Queimar as pessoas de Sodoma destruiu mais do que seus corpos físicos; destruiu a totalidade de seus espíritos, suas almas e seus corpos, assegurando que as pessoas dentro dessa cidade cessariam de existir tanto no mundo material quanto no mundo invisível ao homem. Essa é uma maneira pela qual Deus revela e expressa a Sua ira. Esse modo de revelação e expressão é um aspecto da substância da ira de Deus, assim como também é, naturalmente, uma revelação da substância do caráter justo de Deus. Quando envia a Sua ira, Deus cessa de revelar qualquer misericórdia ou benignidade e também não mostra mais nada de Sua tolerância ou paciência; não há pessoa, coisa ou razão que possa persuadi-Lo a continuar a ser paciente, a oferecer a Sua misericórdia novamente, a conceder a Sua tolerância uma vez mais. Em lugar dessas coisas, sem hesitar nem por um momento, Deus enviará a Sua ira e majestade e fará o que deseja, e Ele realizará essas coisas de uma maneira rápida e simples de acordo com os Seus próprios desejos. Essa é a maneira pela qual Deus envia a Sua ira e majestade, as quais o homem não pode ofender, e é também uma expressão de um aspecto de Seu caráter justo. Quando as pessoas testemunham Deus mostrando preocupação e amor em relação ao homem, elas são incapazes de detectar a Sua ira, ver a Sua majestade ou sentir a Sua intolerância à ofensa. Essas coisas sempre levaram as pessoas a crer que o caráter justo de Deus é unicamente de misericórdia, tolerância e amor. Entretanto, quando se vê Deus destruir uma cidade ou detestar uma humanidade, a Sua ira na destruição do homem e a Sua majestade permitem que as pessoas vislumbrem o outro lado de Seu caráter justo. Essa é a intolerância de Deus à ofensa. O caráter de Deus que não tolera ofensa transcende a imaginação de qualquer ser criado e dentre os seres não criados, ninguém é capaz de interferir nele ou afetá-lo; até mais do que isso, ele não pode ser representado ou imitado. Assim, esse aspecto do caráter de Deus é aquele que a humanidade mais deve conhecer. Somente o Próprio Deus tem esse tipo de caráter e somente o Próprio Deus é possuído por esse tipo de caráter. Deus é possuído por tal tipo de caráter justo porque Ele detesta a maldade, as trevas, a rebelião e os atos malignos de Satanás — corrompendo e devorando a humanidade — porque Ele detesta todos os atos pecaminosos em oposição a Ele e por causa de Sua substância santa e imaculada. É por causa disso que Ele não suportará que qualquer dos seres criados ou não criados se oponha a Ele ou O conteste abertamente. Até um indivíduo a quem Ele alguma vez tenha demonstrado misericórdia ou escolhido precisará apenas provocar o Seu caráter e transgredir o Seu princípio de paciência e tolerância, e Ele liberará e revelará o Seu caráter justo sem a menor ponta de misericórdia ou hesitação — um caráter que não tolera ofensa.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único II’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 108

A ira de Deus é uma salvaguarda para todas as forças justas e para todas as coisas positivas

A intolerância de Deus à ofensa é a Sua substância exclusiva; a ira de Deus é o Seu caráter exclusivo; a majestade de Deus é Sua substância exclusiva. O princípio por trás da raiva de Deus demonstra a identidade e o status que somente Ele possui. Nem é preciso mencionar que também é um símbolo da substância do Próprio Deus único. O caráter de Deus é a Sua própria substância inerente. Ele não muda absolutamente nada com a passagem do tempo, nem muda quando o local muda. Seu caráter inerente é a Sua substância intrínseca. Independentemente da pessoa sobre quem Ele realiza a Sua obra, a Sua substância não muda e nem o Seu caráter justo. Quando alguém enraivece a Deus, aquilo que Ele envia é o Seu caráter inerente; nesse momento o princípio por trás de Sua raiva não muda, nem a Sua identidade e status únicos. Ele não fica irado por causa de uma mudança em Sua substância nem porque o Seu caráter produziu elementos diferentes, mas porque a oposição do homem contra Ele ofende o Seu caráter. A flagrante provocação a Deus por parte do homem é um grave desafio à própria identidade e status de Deus. Na visão de Deus, ao desafiá-Lo, o homem O está contestando e testando a Sua raiva. Quando o homem se opuser a Deus, quando o homem O contestar, quando o homem testar continuamente a raiva de Deus — que também é quando o pecado corre desenfreado — a ira de Deus naturalmente se revelará e se apresentará. Portanto, a expressão de Deus de Sua ira simboliza que todas as forças do mal cessarão de existir; simboliza que todas as forças hostis serão destruídas. Essa é a singularidade do caráter justo de Deus e é a singularidade da ira de Deus. Quando a dignidade e a santidade de Deus forem desafiadas, quando as forças justas forem obstruídas e não forem vistas pelo homem, Deus enviará a Sua ira. Por causa da substância de Deus, todas aquelas forças na terra que O contestam, que se opõem a Ele e contendem com Ele são más, corruptas e injustas; elas vêm de Satanás e a ele pertencem. Porque Deus é justo, de luz e impecavelmente santo, todas as coisas más, corruptas e pertencentes a Satanás desaparecerão com a liberação da ira de Deus.

Embora o derramar da ira de Deus seja um aspecto da expressão de Seu caráter justo, a raiva de Deus de forma alguma é indiscriminada quanto a seu alvo nem sem princípio. Ao contrário, Deus não é em absoluto rápido em Se irar nem revela precipitadamente a Sua ira e a Sua majestade. Ademais, a ira de Deus é bastante controlada e medida; não é de nenhuma forma comparável à maneira como o homem irrompe em fúria ou libera a sua raiva. Muitas conversas entre o homem e Deus estão registradas na Bíblia. As palavras de alguns desses indivíduos eram frívolas, ignorantes e infantis, mas Deus não os derrubou, nem os condenou. Em particular, durante a provação de Jó, como Deus Jeová tratou os três amigos de Jó e os outros após ouvir as palavras que eles disseram a Jó? Ele os condenou? Ele teve uma explosão de raiva deles? Ele não fez nada disso! Antes, Ele disse para Jó rogar por eles, orar por eles; Deus, por outro lado, não considerou suas faltas como ofensa. Esses exemplos todos representam a principal atitude com que Deus trata a humanidade corrupta e ignorante. Portanto, a liberação da ira de Deus não é de forma alguma uma expressão ou o desabafar de Seu estado de espírito. A ira de Deus não é uma erupção completa de raiva como o homem a entende. Deus libera Sua ira não porque é incapaz de controlar Seu próprio estado de espírito nem porque Sua raiva tenha atingido seu ponto de ebulição e deva ser extravasada. Ao contrário, Sua ira é uma demonstração de Seu caráter justo e uma expressão genuína de Seu caráter justo; é uma revelação simbólica de Sua substância santa. Deus é ira, não tolera ofensa — o que não quer dizer que a raiva de Deus não distinga entre causas ou não tenha princípios; é a humanidade corrupta que tem uma patente exclusiva sobre ataques de fúria aleatórios e sem princípios que não distinguem entre causas. Uma vez que um homem tenha status, ele frequentemente achará difícil controlar seu estado de espírito e, assim, ele apreciará aproveitar as ocasiões para expressar sua insatisfação e extravasar suas emoções; ele frequentemente irromperá em fúria por nenhuma razão aparente, a fim de revelar sua habilidade e permitir que os outros saibam que seu status e identidade são diferentes daqueles das pessoas comuns. Evidentemente, as pessoas corruptas sem qualquer status também perderão frequentemente o controle. A raiva delas é muitas vezes causada por dano a seus benefícios individuais. A fim de proteger o seu próprio status e dignidade, a humanidade corrupta frequentemente extravasará suas emoções e revelará sua natureza arrogante. O homem irromperá em ira e extravasará suas emoções a fim de defender a existência do pecado, e essas ações são as maneiras pelas quais o homem expressa sua insatisfação; elas transbordam de impurezas, de esquemas e intrigas, da corrupção e da maldade do homem e, mais do que qualquer outra coisa, elas transbordam das ambições e desejos selvagens do homem. Quando a justiça contestar a perversidade, o homem não irromperá em ira para defender a existência da justiça; ao contrário, quando as forças da justiça são ameaçadas, perseguidas e atacadas, a atitude do homem é de ignorar, se esquivar ou recuar. Entretanto, ao enfrentar as forças do mal, a atitude do homem é a de solicitude e de obsequiosidade. Portanto, o extravasamento do homem é um escape para as forças do mal, uma expressão da desenfreada e imparável má conduta do homem carnal. Quando Deus enviar a Sua ira, contudo, todas as forças do mal serão detidas; todos os pecados de lesar o homem serão detidos; todas as forças hostis que obstruem a obra de Deus se tornarão aparentes, serão separadas e amaldiçoadas; todos os cúmplices de Satanás que se opõem a Deus serão punidos, erradicados. No lugar deles, a obra de Deus prosseguirá livre de quaisquer obstáculos; o plano de gerenciamento de Deus continuará a se desenvolver passo a passo de acordo com o cronograma; o povo escolhido de Deus será libertado da interferência e do engano de Satanás; aqueles que seguem a Deus desfrutarão da liderança e do suprimento de Deus entre ambientes tranquilos e pacíficos. A ira de Deus é uma salvaguarda, impedindo que todas as forças do mal se multipliquem e corram desenfreadas e é também uma salvaguarda que protege a existência e a propagação de todas as coisas justas e positivas e as guarda eternamente da supressão e da subversão.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único II’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 109

Vocês podem ver a substância da ira de Deus em Sua destruição de Sodoma? Há alguma coisa misturada em Sua raiva? A raiva de Deus é pura? Usando a terminologia de um homem, a ira de Deus é inadulterada? Há algum ardil por trás de Sua ira? Há alguma conspiração? Há quaisquer segredos indizíveis? Posso dizer a vocês severa e solenemente: não há nenhuma parte da ira de Deus que possa levar alguém a duvidar. Sua raiva é pura, inadulterada e não esconde nenhuma outra intenção ou objetivo. A razão de Sua raiva é pura, inocente e acima de crítica. Ela é uma revelação e uma demonstração natural de Sua substância santa; é algo que ninguém da criação possui. Essa é uma parte do caráter justo único de Deus e também é uma diferença impressionante entre as substâncias respectivas do Criador e de Sua criação.

Independentemente de alguém ficar bravo à vista de outros ou por trás de suas costas, todos têm uma intenção e um propósito diferente. Talvez estejam construindo o seu prestígio ou talvez estejam defendendo seus próprios interesses, mantendo sua imagem ou o respeito. Alguns exercitam o comedimento em sua raiva, enquanto outros são mais impetuosos e irrompem em fúria sempre que desejam, sem um pingo de comedimento. Em resumo, a raiva do homem deriva de seu caráter corrupto. Independentemente de seu propósito, ela provém da carne e da natureza; nada tem a ver com justiça ou injustiça porque nada na natureza e na substância do homem corresponde à verdade. Assim, a índole da humanidade corrupta e a ira de Deus não devem ser mencionadas no mesmo fôlego. Sem exceção, o comportamento de um homem corrompido por Satanás começa com o desejo de salvaguardar corrupção e está baseado na corrupção; assim, a raiva do homem não pode ser mencionada no mesmo fôlego que a ira de Deus, não importando o quanto isso possa parecer adequado na teoria. Quando Deus envia a Sua raiva, as forças do mal são impedidas, as coisas más são destruídas, enquanto as coisas justas e positivas desfrutam do cuidado e da proteção de Deus, podendo prosseguir. Deus envia a Sua ira porque coisas injustas, negativas e más obstruem, perturbam ou destroem a atividade normal e o desenvolvimento das coisas justas e positivas. O objetivo da raiva de Deus não é salvaguardar Seu próprio status e identidade, mas salvaguardar a existência das coisas justas, positivas, belas e boas, salvaguardar as leis e a ordem da sobrevivência humana normal. Essa é a causa básica da ira divina. A raiva de Deus é uma revelação muito apropriada, natural e verdadeira de Seu caráter. Não há intenções por trás de Sua raiva, nem há engano ou conspiração; ou até mais do que isso, Sua raiva não contém nada do desejo, astúcia, malícia, violência, maldade, nem de qualquer outra coisa que toda a humanidade corrupta compartilhe. Antes de Deus enviar a Sua raiva, Ele já percebeu a substância de toda a questão de forma bastante clara e completa, e Ele já formulou definições e conclusões precisas e claras. Assim, o objetivo de Deus em tudo que Ele faz é cristalino, assim como a Sua atitude. Ele não é confuso; Ele não é cego; Ele não é impulsivo; Ele não é descuidado; sobretudo, Ele não é sem princípios. Esse é o aspecto prático da ira de Deus e é por causa desse aspecto prático da ira de Deus que a humanidade obteve sua existência normal. Sem a ira de Deus, a humanidade desceria a condições anormais de vida; todas as coisas justas, belas e boas seriam destruídas e cessariam de existir. Sem a ira de Deus, as leis e as regras de existência para os seres criados seriam violadas ou até completamente subvertidas. Desde a criação do homem, Deus tem usado continuamente o Seu caráter justo para salvaguardar e suster a existência normal da humanidade. Como o Seu caráter justo contém ira e majestade, todas as pessoas, coisas e objetos maus, e todas as coisas que perturbam e prejudicam a existência normal da humanidade são punidas, controladas e destruídas por causa de Sua ira. Ao longo dos últimos milênios, Deus usou continuamente o Seu caráter justo para abater e destruir todos os tipos de espíritos imundos e malignos que se opõem a Ele e agem como cúmplices e lacaios de Satanás na obra de Deus de gerenciamento da humanidade. Então, a obra divina de salvação do homem sempre avançou de acordo com o Seu plano. Ou seja, por causa da existência da ira de Deus, a causa mais justa entre os homens jamais foi destruída.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único II’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 110

Embora Satanás pareça humano, justo e virtuoso, ele é cruel e maligno em substância

Satanás ganha a sua fama por enganar o público. Ele muitas vezes se estabelece como vanguarda e modelo de justiça. Sob pretexto de salvaguardar a justiça, ele lesa o homem, devora sua alma e usa toda sorte de meios para entorpecer, enganar e incitar o homem. Seu objetivo é fazer o homem aprovar e seguir a sua conduta maligna, fazer o homem se unir a ele em oposição à autoridade e à soberania de Deus. Entretanto, quando se cresce em sabedoria quanto a seus esquemas, conspiração e características vis, e não se deseja continuar a ser espezinhado e enganado por ele ou continuar a trabalhar como escravo para ele ou ser punido e destruído junto com ele, Satanás muda suas características anteriormente santas e arranca a sua máscara de falsidade para revelar sua verdadeira cara má, cruel, feia e selvagem. Não há nada que ele amaria mais do que exterminar todos aqueles que se recusam a segui-lo e aqueles que se opõem a suas forças malignas. Nesse ponto, Satanás não pode mais assumir uma aparência confiável, cordial; ao contrário, suas verdadeiras características feias e diabólicas sob pele de cordeiro são reveladas. Uma vez que os esquemas de Satanás forem trazidos à luz, uma vez que suas verdadeiras características forem expostas, ele irromperá em fúria e exporá a sua barbaridade; seu desejo de lesar e devorar as pessoas só se intensificará. Isso ocorre porque ele é enfurecido pelo despertar do homem; ele desenvolve um forte revanchismo em relação ao homem pela sua aspiração a ansiar por liberdade e luz e por liberar-se de sua prisão. Sua raiva tem o propósito de defender sua maldade e também é uma verdadeira revelação de sua natureza selvagem.

Em toda situação, o comportamento de Satanás expõe a sua natureza maligna. Dentre todos os atos malignos que Satanás realizou sobre o homem — desde seus primeiros esforços para iludir o homem a que o siga, até a sua exploração do homem, em que ele arrasta o homem para as suas obras más e o revanchismo de Satanás em relação ao homem após suas verdadeiras caraterísticas terem sido expostas e o homem tê-lo reconhecido e abandonado — nenhum deixa de expor a substância maligna de Satanás; nenhum deixa de provar o fato de que Satanás não tem relação alguma com as coisas positivas; nenhum deixa de provar que Satanás é a fonte de todas as coisas más. Cada uma de suas ações salvaguarda a sua maldade, mantém a continuidade de seus atos malignos, vai contra as coisas justas e positivas, arruína as leis e a ordem da existência normal da humanidade. Elas são hostis a Deus e são aquelas que a ira de Deus destruirá. Embora Satanás tenha sua própria raiva, a raiva dele é um meio de extravasar sua natureza maligna. A razão pela qual Satanás é exasperado e furioso é a seguinte: seus indizíveis esquemas foram expostos; não é fácil sair impune de suas conspirações; sua ambição selvagem e desejo de substituir a Deus e agir como Deus foram atacados e bloqueados; seu objetivo de controlar toda a humanidade agora deu em nada e nunca pode ser alcançado. É a repetida convocação divina de Sua ira que impediu que as conspirações de Satanás se concretizassem e interrompeu a propagação e o desenfreamento da malignidade de Satanás; portanto, Satanás tanto odeia quanto teme a ira de Deus. Cada aplicação da ira de Deus não só desmascara a verdadeira aparência vil de Satanás, como também expõe à luz os seus desejos malignos. Ao mesmo tempo, as razões da raiva satânica contra a humanidade são completamente expostas. A erupção da raiva de Satanás é uma verdadeira revelação de sua natureza maligna, uma exposição de seus esquemas. Evidentemente, cada vez que Satanás é enfurecido, isso anuncia a destruição das coisas más; isso anuncia a proteção e a continuação das coisas positivas e anuncia a natureza da ira de Deus — aquela que não pode ser ofendida!

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único II’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 111

Não se deve confiar na experiência e na imaginação para conhecer o caráter justo de Deus

Quando você se encontrar face ao julgamento e do castigo de Deus, você dirá que a palavra de Deus é adulterada? Você dirá que há uma fábula por trás da raiva de Deus e que a Sua raiva é adulterada? Você difamará a Deus, dizendo que o Seu caráter não é necessariamente de todo justo? Ao lidar com cada um dos atos de Deus, você deve primeiro estar certo de que o caráter justo de Deus é isento de quaisquer outros elementos, que ele é santo e irrepreensível; esses atos incluem o abatimento, a punição e a destruição da humanidade por Deus. Sem exceção, cada um dos atos de Deus é feito em estrito acordo com o Seu caráter inerente e o Seu plano — isso não inclui conhecimento, tradição e filosofia humanos — e cada um dos atos de Deus é uma expressão de Seu caráter e substância, sem relação com qualquer coisa que pertença à humanidade corrupta. Na noção do homem, somente o amor, a misericórdia e a tolerância de Deus para com a humanidade são infalíveis, puros e santos. No entanto, ninguém sabe que a raiva de Deus e a Sua ira são igualmente inadulteradas; além disso, ninguém contemplou perguntas como por que Deus não tolera ofensa ou por que a Sua raiva é tão grande. Ao contrário, alguns confundem a ira de Deus com a índole da humanidade corrupta; eles entendem a raiva de Deus como raiva da humanidade corrupta; eles até presumem, erroneamente, que a raiva de Deus seja igual à revelação natural do caráter corrupto da humanidade. Eles acreditam erroneamente que a emissão da ira de Deus é tal qual a raiva da humanidade corrupta, que surge do desagrado; eles até acreditam que a emissão da ira de Deus seja uma expressão do Seu humor. Depois desta comunicação, espero que todos vocês não tenham mais quaisquer concepções errôneas, imaginações ou suposições quanto ao caráter justo de Deus e espero que, depois de ouvirem Minhas palavras, possam ter no coração de vocês um verdadeiro reconhecimento da ira do caráter justo de Deus, que vocês possam deixar de lado quaisquer entendimentos errôneos que tinham sobre a ira de Deus, que vocês possam mudar suas próprias convicções e visões errôneas da substância da ira de Deus. Além disso, espero que vocês possam ter uma definição exata do caráter de Deus em seu coração, que vocês não mais tenham dúvidas quanto ao caráter justo de Deus, que vocês não imponham qualquer raciocínio ou imaginação humanos ao verdadeiro caráter de Deus. O caráter justo de Deus é a própria substância verdadeira de Deus. Não é algo moldado ou escrito pelo homem. Seu caráter justo é Seu caráter justo e não tem nenhuma relação ou conexão com nada da criação. O Próprio Deus é o Próprio Deus. Ele nunca Se tornará parte da criação e, mesmo que Ele Se torne um membro dentre os seres criados, Seu caráter e substância inerentes não mudarão. Portanto, conhecer a Deus não é conhecer um objeto; não é dissecar algo, nem é entender uma pessoa. Se o homem usar seu conceito ou método de conhecer um objeto ou entender uma pessoa para conhecer a Deus, então você nunca será capaz de obter o conhecimento de Deus. Conhecer a Deus não depende de experiência ou imaginação, portanto, você nunca deve impor sua experiência ou imaginação a Deus. Não importa quão ricas a sua experiência e a sua imaginação possam ser, elas ainda são limitadas; além do mais, a sua imaginação não corresponde aos fatos, corresponde ainda menos à verdade e é incompatível com o verdadeiro caráter e substância de Deus. Você nunca obterá êxito se confiar em sua imaginação para entender a substância de Deus. A única senda é, então: aceitar todas as coisas que provêm de Deus, depois gradualmente experimentá-las e entendê-las. Haverá um dia em que Deus irá iluminar você para realmente entendê-Lo e conhecê-Lo por causa de sua cooperação e por causa de sua fome e sede da verdade.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único II’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 112

O aviso de Deus Jeová alcança os ninivitas

Prossigamos para a segunda passagem, o terceiro capítulo do Livro de Jonas: “E começou Jonas a entrar pela cidade, fazendo a jornada dum dia, e clamava, dizendo: Ainda quarenta dias, e Nínive será subvertida”. Essas são as palavras que Deus transmitiu diretamente para Jonas dizer aos ninivitas. Elas também são, naturalmente, as palavras que Jeová desejava dizer aos ninivitas. Essas palavras dizem às pessoas que Deus começou a abominar e a odiar as pessoas da cidade porque a maldade delas havia chegado aos olhos de Deus, então Ele desejava destruir essa cidade. No entanto, antes que Deus destruísse a cidade, Ele faria um anúncio aos ninivitas e, simultaneamente, lhes daria uma oportunidade de se arrependerem de sua maldade e de começarem de novo. Essa oportunidade duraria quarenta dias. Em outras palavras, se as pessoas da cidade não se arrependessem, não admitissem seus pecados, nem se prostrassem diante de Deus Jeová dentro de quarenta dias, Deus destruiria a cidade assim como fez com Sodoma. Isso era o que Deus Jeová desejava dizer às pessoas de Nínive. Evidentemente, essa não era uma declaração simples. Ela não só transmitia a raiva de Deus Jeová, ela também transmitia a Sua atitude em relação aos ninivitas; ao mesmo tempo, essa simples declaração também servia como aviso solene às pessoas residentes na cidade. Esse aviso lhes dizia que seus atos malignos haviam rendido a elas o ódio de Deus Jeová e lhes dizia que os atos malignos delas logo as poria à beira de sua própria aniquilação; portanto, a vida de todos em Nínive estava em iminente perigo.

O contraste absoluto entre a reação de Nínive e a de Sodoma ao aviso de Deus Jeová

O que significa ser derrubado? Em termos coloquiais, significa desaparecer. Mas de que forma? Quem poderia fazer uma cidade toda ser derrubada? É impossível ao homem realizar tal ato, é claro. Aquelas pessoas não eram tolas; tão logo ouviram essa proclamação, elas captaram a ideia. Elas sabiam que a proclamação havia vindo de Deus; elas sabiam que Deus ia realizar a Sua obra; elas sabiam que a maldade delas havia enfurecido Deus Jeová e trazido a Sua raiva sobre elas, de forma que logo elas seriam destruídas juntamente com a cidade delas. Como as pessoas da cidade se comportaram depois de ouvir o aviso de Deus Jeová? A Bíblia descreve em detalhes específicos como essas pessoas reagiram, desde o rei até o homem comum. Conforme registram as Escrituras: “E os homens de Nínive creram em Deus; e proclamaram um jejum, e vestiram-se de saco, desde o maior deles até o menor. A notícia chegou também ao rei de Nínive; e ele se levantou do seu trono e, despindo-se do seu manto e cobrindo-se de saco, sentou-se sobre cinzas. E fez uma proclamação, e a publicou em Nínive, por decreto do rei e dos seus nobres, dizendo: Não provem coisa alguma nem homens, nem animais, nem bois, nem ovelhas; não comam, nem bebam água; mas sejam cobertos de saco, tanto os homens como os animais, e clamem fortemente a Deus; e convertam-se, cada um do seu mau caminho, e da violência que há nas suas mãos […]”.

Após ouvirem a proclamação de Deus Jeová, as pessoas de Nínive mostraram uma atitude completamente oposta à das pessoas de Sodoma — as pessoas de Sodoma se opuseram abertamente a Deus, avançando de maldade em maldade, mas após ouvirem essas palavras, os ninivitas não ignoraram o assunto, nem resistiram; ao contrário, creram em Deus e declararam um jejum. A que “creram” se refere aqui? A própria palavra sugere fé e submissão. Se usarmos o comportamento real dos ninivitas para explicar essa palavra, ela significa que eles creram que Deus poderia e faria conforme Ele disse, e que eles estavam dispostos a se arrepender. As pessoas de Nínive sentiram medo face ao iminente desastre? Foi a fé delas que lhes colocou temor no coração. Bem, o que podemos usar para provar a fé e o temor dos ninivitas? É como a Bíblia diz: “e proclamaram um jejum, e vestiram-se de saco, desde o maior deles até o menor”. Ou seja, os ninivitas creram verdadeiramente, e dessa fé veio o temor, que então os levou a jejuar e a vestir-se com pano de saco. Foi assim que mostraram o começo de seu arrependimento. Em absoluto contraste com as pessoas de Sodoma, os ninivitas não só não se opuseram a Deus, eles também mostraram claramente o seu arrependimento por meio de seu comportamento e ações. Isso, é claro, não só se aplicou às pessoas comuns de Nínive; seu rei não foi exceção.

O arrependimento do rei de Nínive é elogiado por Deus Jeová

Ao ouvir essa notícia, o rei de Nínive levantou-se de seu trono, despiu o manto, vestiu-se com pano de saco e sentou-se em cinzas. Então ele proclamou que ninguém na cidade seria permitido degustar nada e que nenhum rebanho, cordeiro e boi pastaria ou beberia água. Homem e rebanhos igualmente deveriam vestir-se com pano de saco; as pessoas suplicariam sinceramente a Deus. O rei também proclamou que cada um deles se afastaria de seus caminhos maus e abandonaria a violência em suas mãos. A julgar por essa série de atos, o rei de Nínive demonstrou seu arrependimento sincero. A série de ações que ele tomou — levantando-se de seu trono, descartando seu manto de rei, vestindo-se com pano de saco e sentando-se em cinzas — diz às pessoas que o rei de Nínive pôs de lado seu status real e vestiu-se com pano de saco juntamente com as pessoas comuns. Ou seja, o rei de Nínive não ocupou seu posto real para manter seu mau caminho ou a violência em suas mãos após ouvir o anúncio de Deus Jeová; ao contrário, ele pôs de lado a autoridade que tinha e se arrependeu diante de Deus Jeová. Nesse momento, o rei de Nínive não estava se arrependendo como rei; ele havia se colocado diante de Deus para confessar e se arrepender de seus pecados como um súdito comum de Deus. Além disso, ele também falou para toda a cidade confessar e se arrepender de seus pecados perante Deus Jeová da mesma maneira que ele; adicionalmente, ele tinha um plano específico de como fazer isso, conforme visto nas Escrituras: “Não provem coisa alguma nem homens, nem animais, nem bois, nem ovelhas; não comam, nem bebam água; […] e clamem fortemente a Deus; e convertam-se, cada um do seu mau caminho, e da violência que há nas suas mãos”. Como governador da cidade, o rei de Nínive possuía status e poder supremos e podia fazer tudo o que desejasse. Quando deparado com o anúncio de Deus Jeová, ele poderia ter ignorado o assunto ou simplesmente se arrependido e confessado seus pecados sozinho; quanto a se as pessoas da cidade escolhessem se arrepender ou não, ele poderia ter ignorado completamente o assunto. Contudo, o rei de Nínive de forma alguma o fez. Ele não só se levantou de seu trono, vestiu pano de saco e cinzas, confessou e se arrependeu de seus pecados diante de Deus Jeová, ele também ordenou que todas as pessoas e rebanhos dentro da cidade fizessem o mesmo. Ele até ordenou às pessoas: “clamarão fortemente a Deus”. Por meio dessa série de ações, o rei de Nínive realizou de fato aquilo que um governador deveria realizar; sua série de ações é algo que era difícil para qualquer rei da história humana cumprir e também algo que ninguém cumpriu. Essas ações podem ser chamadas de empreendimento sem precedente na história humana; elas são dignas de ser tanto comemoradas quanto imitadas pela humanidade. Desde o surgimento do homem, todo rei havia levado seus súditos a resistir e a se opor a Deus. Ninguém jamais havia levado seus súditos a suplicar a Deus a fim de buscar redenção para sua maldade, receber o perdão de Deus Jeová e evitar a punição iminente. O rei de Nínive, porém, foi capaz de levar seus súditos a se voltarem para Deus, a deixarem seus respectivos maus caminhos e a abandonarem a violência em suas mãos. Além disso, ele também foi capaz de colocar de lado o seu trono e, em contrapartida, Deus Jeová voltou atrás, Se arrependeu e retirou a Sua ira, permitindo que as pessoas da cidade sobrevivessem e guardando-as da destruição. As ações do rei só podem ser chamadas de milagre raro na história humana; elas podem até ser chamadas de modelo de uma humanidade corrupta confessando e se arrependendo de seus pecados diante de Deus.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único II’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 113

Jonas 3 Pela segunda vez veio a palavra de Jeová a Jonas, dizendo: Levanta-te, e vai à grande cidade de Nínive, e lhe proclama a mensagem que Eu te ordeno. Levantou-se, pois, Jonas, e foi a Nínive, segundo a palavra de Jeová. Ora, Nínive era uma grande cidade, de três dias de jornada. E começou Jonas a entrar pela cidade, fazendo a jornada dum dia, e clamava, dizendo: Ainda quarenta dias, e Nínive será subvertida. E os homens de Nínive creram em Deus; e proclamaram um jejum, e vestiram-se de saco, desde o maior deles até o menor. A notícia chegou também ao rei de Nínive; e ele se levantou do seu trono e, despindo-se do seu manto e cobrindo-se de saco, sentou-se sobre cinzas. E fez uma proclamação, e a publicou em Nínive, por decreto do rei e dos seus nobres, dizendo: Não provem coisa alguma nem homens, nem animais, nem bois, nem ovelhas; não comam, nem bebam água; mas sejam cobertos de saco, tanto os homens como os animais, e clamem fortemente a Deus; e convertam-se, cada um do seu mau caminho, e da violência que há nas suas mãos. Quem sabe se Se voltará Deus, e Se arrependerá, e Se apartará do furor da Sua ira, de sorte que não pereçamos? Viu Deus o que fizeram, como se converteram do seu mau caminho, e Deus Se arrependeu do mal que tinha dito lhes faria, e não o fez.

Deus vê o arrependimento sincero nas profundezas do coração dos ninivitas

Após ouvir a declaração de Deus, o rei de Nínive e seus súditos realizaram uma série de atos. Qual é a natureza do comportamento e das ações deles? Em outras palavras, qual é a essência de toda a conduta deles? Por que eles fizeram o que fizeram? Aos olhos de Deus eles haviam se arrependido sinceramente, não apenas porque haviam suplicado com sinceridade a Deus e confessado seus pecados diante Dele, mas também porque eles haviam abandonado sua má conduta. Eles agiram assim porque, após ouvirem as palavras de Deus, ficaram incrivelmente atemorizados e creram que Ele faria conforme o que dissera. Ao jejuarem, vestirem-se de panos de saco e sentarem-se em cinzas, eles queriam expressar a disposição deles para reformarem seus caminhos e se absterem do mal, orarem para Deus Jeová restringir Sua ira, suplicarem para Deus Jeová revogar Sua decisão bem como a catástrofe prestes a cair sobre eles. Pelo exame de todo o comportamento deles, podemos ver que eles já entenderam que seus atos malignos anteriores eram detestáveis para Deus Jeová e que eles entenderam a razão por que Ele logo os destruiria. Por essas razões, eles todos desejaram se arrepender completamente, desviar de seus caminhos maus e abandonar a violência em suas mãos. Em outras palavras, uma vez que se tornaram cientes da declaração de Deus Jeová, cada um deles sentiu temor no coração; eles não mais continuaram sua má conduta, nem continuaram a cometer aqueles atos odiados por Deus Jeová. Adicionalmente, eles suplicaram para Deus Jeová perdoar seus pecados passados e não os tratar conforme suas ações passadas. Eles estavam dispostos a nunca mais se envolver em maldade e a agir de acordo com as instruções de Deus Jeová, se ao menos eles nunca mais enfurecessem Deus Jeová. O arrependimento deles era sincero e completo. Ele vinha das profundezas do coração deles e não era fingido, nem temporário.

Uma vez que as pessoas de Nínive, desde o rei supremo até os seus súditos, souberam que Deus Jeová estava bravo com elas, cada uma das ações delas, todo o comportamento delas, bem como cada uma das decisões e escolhas delas foram claras e simples à vista de Deus. O coração de Deus mudou de acordo com o comportamento delas. Qual era o estado de espírito de Deus naquele exato momento? A Bíblia pode responder essa pergunta para você. Como está registrado nas Escrituras: “Viu Deus o que fizeram, como se converteram do seu mau caminho, e Deus Se arrependeu do mal que tinha dito lhes faria, e não o fez”. Embora Deus tenha mudado de ideia, não havia nada de complexo em relação a Seu estado de espírito. Ele simplesmente passou de expressar Sua raiva a acalmar Sua raiva e depois decidiu não trazer catástrofe sobre a cidade de Nínive. A razão pela qual a decisão de Deus — poupar os ninivitas da catástrofe — foi tão rápida é que Deus observou o coração de cada pessoa de Nínive. Ele viu o que eles tinham nas profundezas de seu coração: sua confissão sincera e arrependimento por seus pecados, sua sincera crença Nele, seu profundo senso de como seus atos malignos haviam enfurecido o Seu caráter e o temor resultante da punição iminente de Deus Jeová. Ao mesmo tempo, Deus Jeová também ouviu as orações das profundezas de seu coração suplicando a Ele para cessar a Sua raiva contra eles para que eles pudessem evitar essa catástrofe. Quando Deus observou todos esses fatos, pouco a pouco a Sua raiva desapareceu. Independentemente de quão grande a Sua raiva havia sido anteriormente, quando Ele viu o arrependimento sincero nas profundezas do coração dessas pessoas, o Seu coração foi tocado por isso e então Ele não pôde suportar trazer a catástrofe sobre eles e Ele cessou de ficar com raiva deles. Antes, Ele continuou a estender Sua misericórdia e tolerância para com eles e continuou a guiá-los e a supri-los.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único II’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 114

Jonas 3 Pela segunda vez veio a palavra de Jeová a Jonas, dizendo: Levanta-te, e vai à grande cidade de Nínive, e lhe proclama a mensagem que Eu te ordeno. Levantou-se, pois, Jonas, e foi a Nínive, segundo a palavra de Jeová. Ora, Nínive era uma grande cidade, de três dias de jornada. E começou Jonas a entrar pela cidade, fazendo a jornada dum dia, e clamava, dizendo: Ainda quarenta dias, e Nínive será subvertida. E os homens de Nínive creram em Deus; e proclamaram um jejum, e vestiram-se de saco, desde o maior deles até o menor. A notícia chegou também ao rei de Nínive; e ele se levantou do seu trono e, despindo-se do seu manto e cobrindo-se de saco, sentou-se sobre cinzas. E fez uma proclamação, e a publicou em Nínive, por decreto do rei e dos seus nobres, dizendo: Não provem coisa alguma nem homens, nem animais, nem bois, nem ovelhas; não comam, nem bebam água; mas sejam cobertos de saco, tanto os homens como os animais, e clamem fortemente a Deus; e convertam-se, cada um do seu mau caminho, e da violência que há nas suas mãos. Quem sabe se Se voltará Deus, e Se arrependerá, e Se apartará do furor da Sua ira, de sorte que não pereçamos? Viu Deus o que fizeram, como se converteram do seu mau caminho, e Deus Se arrependeu do mal que tinha dito lhes faria, e não o fez.

Se sua crença em Deus for verdadeira, você receberá o cuidado Dele com frequência

A mudança de intenções de Deus em relação às pessoas de Nínive não envolveu nenhuma hesitação ou ambiguidade. Antes, foi uma transformação de pura raiva para pura tolerância. Essa é uma verdadeira revelação da substância de Deus. Deus nunca é irresoluto nem hesitante em Suas ações; os princípios e propósitos por trás de Suas ações são todos claros e transparentes, puros e perfeitos, absolutamente sem ardis ou esquemas neles entremeados. Em outras palavras, a substância de Deus não contém trevas nem mal. Deus ficou com raiva dos ninivitas porque seus atos malignos haviam atingido os Seus olhos; naquela época a Sua raiva provinha de Sua substância. Contudo, quando a raiva de Deus desapareceu e Ele conferiu Sua tolerância ao povo de Nínive mais uma vez, tudo o que Ele revelou ainda era a Sua própria substância. Essa mudança toda foi devida a uma mudança de atitude do homem em relação a Deus. Durante todo esse período de tempo, o caráter inofendível de Deus não mudou; a substância tolerante de Deus não mudou; a substância amorosa e misericordiosa de Deus não mudou. Quando as pessoas cometerem atos perversos e ofenderem a Deus, Ele trará a Sua raiva sobre elas. Quando as pessoas se arrependerem verdadeiramente, o coração de Deus mudará e a Sua raiva cessará. Quando as pessoas continuarem teimosamente a se opor a Deus, a Sua raiva será incessante; a Sua ira as oprimirá pouco a pouco até que sejam destruídas. Essa é a substância do caráter de Deus. Independentemente de Deus estar expressando ira ou misericórdia ou benignidade, a conduta, o comportamento e a atitude do homem para com Deus nas profundezas de seu coração ditam aquilo que é expresso por meio da revelação do caráter de Deus. Se Deus sujeita continuamente alguém à Sua ira, o coração dessa pessoa sem dúvida se opõe a Deus. Como nunca se arrependeu verdadeiramente, não baixou sua cabeça perante Deus nem possuiu crença verdadeira em Deus, ela nunca obteve a misericórdia e a tolerância de Deus. Se alguém com frequência recebe o cuidado de Deus e com frequência obtém a Sua misericórdia e tolerância, então essa pessoa sem dúvida tem crença verdadeira em Deus em seu coração e seu coração não se opõe a Deus. Ela com frequência se arrepende verdadeiramente perante Deus; portanto, mesmo se a disciplina de Deus com frequência cair sobre essa pessoa, a Sua ira não cairá.

Esse breve relato permite que as pessoas vejam o coração de Deus, vejam a realidade de Sua substância, vejam que a raiva de Deus e a mudança de Seu coração não são sem causa. Apesar do absoluto contraste que Deus demonstrou quando Ele estava com raiva e quando Ele mudou Seu coração, que faz com que as pessoas creiam que uma grande lacuna ou um grande contraste pareça existir entre estes dois aspectos da substância de Deus — a Sua raiva e a Sua tolerância — a atitude de Deus em relação ao arrependimento dos ninivitas mais uma vez permite que as pessoas vejam outro lado do verdadeiro caráter de Deus. A mudança de coração de Deus realmente permite que a humanidade veja mais uma vez a verdade da misericórdia e da benignidade de Deus e veja a verdadeira revelação da substância de Deus. Só o que a humanidade tem a fazer é reconhecer que a misericórdia e a benignidade de Deus não são mitos nem invencionices. Acontece que o sentimento de Deus naquele momento era verdadeiro; a mudança de coração de Deus era verdadeira; Deus de fato concedeu Sua misericórdia e tolerância à humanidade mais uma vez.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único II’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 115

Jonas 3 Pela segunda vez veio a palavra de Jeová a Jonas, dizendo: Levanta-te, e vai à grande cidade de Nínive, e lhe proclama a mensagem que Eu te ordeno. Levantou-se, pois, Jonas, e foi a Nínive, segundo a palavra de Jeová. Ora, Nínive era uma grande cidade, de três dias de jornada. E começou Jonas a entrar pela cidade, fazendo a jornada dum dia, e clamava, dizendo: Ainda quarenta dias, e Nínive será subvertida. E os homens de Nínive creram em Deus; e proclamaram um jejum, e vestiram-se de saco, desde o maior deles até o menor. A notícia chegou também ao rei de Nínive; e ele se levantou do seu trono e, despindo-se do seu manto e cobrindo-se de saco, sentou-se sobre cinzas. E fez uma proclamação, e a publicou em Nínive, por decreto do rei e dos seus nobres, dizendo: Não provem coisa alguma nem homens, nem animais, nem bois, nem ovelhas; não comam, nem bebam água; mas sejam cobertos de saco, tanto os homens como os animais, e clamem fortemente a Deus; e convertam-se, cada um do seu mau caminho, e da violência que há nas suas mãos. Quem sabe se Se voltará Deus, e Se arrependerá, e Se apartará do furor da Sua ira, de sorte que não pereçamos? Viu Deus o que fizeram, como se converteram do seu mau caminho, e Deus Se arrependeu do mal que tinha dito lhes faria, e não o fez.

O verdadeiro arrependimento no coração dos ninivitas ganha para eles a misericórdia de Deus e muda o seu próprio fim

Houve alguma contradição entre a mudança de coração de Deus e a Sua ira? É claro que não! Acontece que a tolerância de Deus naquela época específica tinha a sua razão. Que razão essa poderia ser? É aquela dada na Bíblia: “Cada um se converteu do seu mau caminho” e “abandonou a violência em suas mãos”.

Esse “mau caminho” não se refere a um punhado de atos malignos, mas à origem maligna por trás do comportamento das pessoas. “Converter-se do seu mau caminho” significa que aqueles em questão nunca mais cometerão essas ações. Em outras palavras, eles nunca se comportarão dessa forma maligna novamente; o método, a fonte, o propósito, o intento e o princípio de suas ações todos mudaram; eles nunca mais usarão aqueles métodos e princípios para trazer prazer e felicidade a seu coração. O “abandonar” em “abandonar a violência em suas mãos” significa largar ou deixar de lado, romper completamente com o passado e nunca voltar atrás. Quando as pessoas de Nínive abandonaram a violência em suas mãos, isso provou, bem como representou, o seu verdadeiro arrependimento. Deus observa o exterior das pessoas, bem como o coração delas. Quando Deus observou o verdadeiro arrependimento no coração dos ninivitas sem questionar e também observou que eles haviam deixado seus caminhos maus e abandonado a violência em suas mãos, Ele mudou o Seu coração. Ou seja, a conduta, o comportamento e várias maneiras de fazer as coisas daquelas pessoas, bem como a verdadeira confissão e arrependimento de pecados no coração delas, fizeram Deus mudar o Seu coração, mudar as Suas intenções, retirar a Sua decisão e não as punir nem as destruir. Assim, as pessoas de Nínive alcançaram um fim diferente. Elas redimiram suas próprias vidas e ao mesmo tempo ganharam a misericórdia e a tolerância de Deus, momento em que Deus também retirou a Sua ira.

A misericórdia e a tolerância de Deus não são raras — o verdadeiro arrependimento do homem, sim

Independentemente do quão bravo Deus havia ficado com os ninivitas, tão logo eles declararam um jejum e usaram panos de saco e cinzas, o Seu coração gradualmente amoleceu e Ele começou a mudar Seu coração. Quando Ele lhes proclamou que destruiria a cidade deles — o momento anterior à confissão e ao arrependimento de pecados por parte deles — Deus ainda estava bravo com eles. Uma vez que eles tinham passado por uma série de atos de arrependimento, a raiva de Deus pelas pessoas de Nínive gradualmente se transformou em misericórdia e tolerância a eles. Não há nada de contraditório na revelação coincidente desses dois aspectos do caráter de Deus no mesmo evento. Como se deve entender e conhecer essa falta de contradição? Deus expressou e revelou essas substâncias completamente opostas de forma sucessiva, enquanto o povo de Nínive se arrependia, permitindo que as pessoas vissem a realidade e a inofendibilidade da substância divina. Deus usou a Sua atitude para dizer às pessoas o seguinte: não é que Deus não tolere as pessoas, nem que Ele não lhes queira mostrar misericórdia; é que elas raramente se arrependem de forma verdadeira perante Deus e é raro que as pessoas se afastem verdadeiramente de seus caminhos maus e abandonem a violência em suas mãos. Em outras palavras, quando Deus fica bravo com o homem, Ele espera que o homem seja capaz de se arrepender verdadeiramente e Ele espera ver o verdadeiro arrependimento do homem, em cujo caso Ele irá então continuar liberalmente a conceder Sua misericórdia e tolerância ao homem. Ou seja, a má conduta do homem incorre na ira de Deus, enquanto a misericórdia e a tolerância são concedidas àqueles que ouvem a Deus e se arrependem verdadeiramente perante Ele, àqueles que conseguem se afastar de seus caminhos maus e abandonar a violência em suas mãos. A atitude de Deus foi muito claramente revelada em Seu tratamento dos ninivitas: a misericórdia e a tolerância de Deus não são de forma alguma difíceis de se obter; Ele requer arrependimento verdadeiro de uma pessoa. Contanto que as pessoas se afastem de seus maus caminhos e abandonem a violência em suas mãos, Deus mudará o Seu coração e mudará a Sua atitude em relação a elas.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único II’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 116

O caráter justo do Criador é real e vívido

Quando Deus mudou o Seu coração pelas pessoas de Nínive, a Sua misericórdia e tolerância eram uma fachada? É claro que não! Então, o que a transformação entre esses dois aspectos do caráter de Deus durante a mesma questão permite que você veja? O caráter de Deus é um conjunto completo; não é absolutamente dividido. Independentemente de Ele estar expressando raiva ou misericórdia e tolerância para com as pessoas, essas são todas expressões de Seu caráter justo. O caráter de Deus é real e vívido. Ele muda os Seus pensamentos e atitudes de acordo com o desenvolvimento das coisas. A transformação de Sua atitude para com os ninivitas diz à humanidade que Ele tem Seus próprios pensamentos e ideias; Ele não é um robô ou imagem de barro, mas o Próprio Deus vivo. Ele podia ficar bravo com as pessoas de Nínive, assim como Ele podia perdoar o passado delas de acordo com suas atitudes; Ele podia decidir trazer infortúnio aos ninivitas e Ele podia mudar a Sua decisão por causa do arrependimento deles. As pessoas preferem aplicar regras mecanicamente e usar tais regras para delimitar e definir Deus, assim como preferem usar fórmulas para conhecer o caráter de Deus. Portanto, de acordo com o domínio do pensamento humano, Deus não pensa nem tem quaisquer ideias substantivas. Na realidade, os pensamentos de Deus estão constantemente se transformando de acordo com as mudanças nas coisas e nos ambientes; enquanto esses pensamentos estiverem se transformando, diferentes aspectos da substância de Deus serão revelados. Durante esse processo de transformação, no momento em que Deus muda o Seu coração, Ele revela à humanidade a verdade da existência de Sua vida e Ele revela que o Seu caráter justo é real e vívido. Além disso, Deus usa Suas próprias revelações verdadeiras para provar à humanidade a verdade da existência de Sua ira, de Sua misericórdia, de Sua benignidade e de Sua tolerância. Sua substância será revelada a qualquer momento e em qualquer lugar de acordo com o desenvolvimento das coisas. Ele possui a ira de um leão e a misericórdia e a tolerância de uma mãe. O Seu caráter justo não pode ser questionado, violado, mudado ou distorcido por ninguém. Dentre todas as questões e todas as coisas, o caráter justo de Deus, isto é, a ira de Deus e a misericórdia de Deus, pode ser revelado a qualquer momento e em qualquer lugar. Ele expressa vividamente esses aspectos em cada canto da natureza e os exerce vividamente a todo momento. O caráter justo de Deus não é limitado por tempo ou espaço, ou, em outras palavras, o caráter justo de Deus não é mecanicamente expresso ou revelado conforme ditado pelos limites de tempo ou espaço. Antes, o caráter justo de Deus é livremente expresso e revelado a qualquer momento e em qualquer lugar. Ao ver Deus mudar o Seu coração e cessar de expressar a Sua ira e Se abster de destruir a cidade de Nínive, você pode dizer que Deus é apenas misericordioso e amoroso? Você pode dizer que a ira de Deus consiste em palavras vazias? Quando Deus expressa ira feroz e retrai a Sua misericórdia, você pode dizer que Ele não sente nenhum amor verdadeiro para com a humanidade? Deus expressa ira feroz em resposta aos atos malignos das pessoas; Sua ira não é falha. O coração de Deus é movido pelo arrependimento das pessoas e é esse arrependimento que então muda o Seu coração. O fato de Ele ser movido, a Sua mudança de coração, bem como a Sua misericórdia e tolerância para com o homem são totalmente sem falhas; são limpos, puros, imaculados e inadulterados. A tolerância de Deus é puramente tolerância; Sua misericórdia é puramente misericórdia. O Seu caráter revelará ira, bem como misericórdia e tolerância, de acordo com o arrependimento do homem e sua conduta diferente. Não importa o que Ele revela e expressa, é tudo puro; é tudo direto; Sua substância é distinta daquela de qualquer outra coisa na criação. Os princípios de ações que Deus expressa, Seus pensamentos e ideias ou qualquer decisão específica, bem como qualquer ação simples, são isentos de quaisquer falhas ou máculas. Como Deus decide e como Ele age, assim Ele faz completos os Seus empreendimentos. Esses tipos de resultados são precisos e irrepreensíveis porque sua fonte é impecável e imaculada. A ira de Deus é impecável. Semelhantemente, a misericórdia e a tolerância de Deus, que não são possuídas por nenhuma criação, são santas e impecáveis, e elas podem resistir a deliberação e experiência.

Depois de entenderem a história de Nínive, vocês veem o outro lado da substância do caráter justo de Deus? Vocês veem o outro lado do caráter justo único de Deus? Alguém dentre a humanidade possui esse tipo de caráter? Alguém possui esse tipo de ira como a de Deus? Alguém possui misericórdia e tolerância como as de Deus? Quem dentre a criação pode reunir tanta ira e decidir destruir ou trazer desastre sobre a humanidade? E quem é qualificado para conceder misericórdia para tolerar e perdoar ao homem e, assim, mudar a decisão de alguém de destruir o homem? O Criador expressa o Seu caráter justo por meio de Seus próprios métodos e princípios singulares; Ele não está sujeito ao controle ou às restrições de quaisquer pessoas, eventos ou coisas. Com o Seu caráter singular, ninguém é capaz de mudar Seus pensamentos e ideias, nem é capaz de persuadi-Lo e mudar qualquer de Suas decisões. A totalidade do comportamento e dos pensamentos da criação existe sob o julgamento de Seu caráter justo. Ninguém pode controlar se Ele exerce ira ou misericórdia; somente a substância do Criador — ou, em outras palavras, o caráter justo do Criador — pode decidir isso. Essa é a natureza única do caráter justo do Criador!

Uma vez que tenhamos analisado e entendido a transformação da atitude de Deus em relação ao povo de Nínive, vocês são capazes de usar a palavra “único” para descrever a misericórdia encontrada no caráter justo de Deus? Anteriormente dissemos que a ira de Deus é um aspecto da substância de Seu caráter justo único. Agora definirei dois aspectos, a ira de Deus e a misericórdia de Deus, como Seu caráter justo. O caráter justo de Deus é santo; é inofendível bem como inquestionável; é algo que não é possuído por ninguém dentre os seres criados ou não criados. É tanto singular quanto exclusivo a Deus. Isso quer dizer que a ira de Deus é santa e inofendível; da mesma maneira, o outro aspecto do caráter justo de Deus — a misericórdia de Deus — é santa e não pode ser ofendida. Ninguém dos seres criados ou não criados pode substituir ou representar Deus em Suas ações e ninguém pode substitui-Lo ou representá-Lo na destruição de Sodoma ou na salvação de Nínive. Essa é a verdadeira expressão do caráter justo único de Deus.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único II’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 117

Os sentimentos sinceros do Criador para com a humanidade

As pessoas muitas vezes dizem que conhecer a Deus não é algo fácil. Eu, porém, digo que conhecer a Deus não é de forma alguma difícil, pois Deus frequentemente permite que o homem testemunhe as Suas obras. Deus nunca interrompeu o Seu diálogo com a humanidade; Ele nunca Se escondeu do homem, nem Se ocultou. Seus pensamentos, Suas ideias, Suas palavras e Suas obras são todas reveladas à humanidade. Portanto, desde que o homem deseje conhecer a Deus, ele pode vir a entendê-Lo e a conhecê-Lo por meio de todos os tipos de meios e métodos. A razão por que o homem pensa cegamente que Deus o evitou intencionalmente, que Deus Se escondeu intencionalmente da humanidade, que Deus não tem intenção de permitir que o homem O entenda e O conheça, é que ele não sabe quem Deus é, nem deseja entender Deus; ainda mais, ele não está interessado nos pensamentos, palavras ou feitos do Criador… Falando francamente, se uma pessoa só usar o seu tempo ocioso para focar e entender as palavras ou feitos do Criador e prestar um pouco de atenção aos pensamentos e à voz de Seu coração, não será difícil para ela perceber que os pensamentos, palavras e feitos do Criador são visíveis e transparentes. Da mesma forma, pouco esforço será necessário para perceber que o Criador está entre os homens o tempo inteiro, que Ele está sempre em conversação com o homem e com toda a criação, e que Ele está realizando feitos novos todos os dias. A Sua substância e caráter são expressos em Seu diálogo com o homem; Seus pensamentos e ideias são completamente revelados em Seus feitos; Ele acompanha e observa a humanidade o tempo todo. Ele fala calmamente à humanidade e a toda a criação com Suas palavras silenciosas: Eu estou no céu e Eu estou entre a Minha criação. Eu estou vigiando; Eu estou esperando; Eu estou a seu lado… As Suas mãos são quentes e fortes; os Seus passos são leves; a Sua voz é doce e graciosa; Sua figura passa e Se volve, abraçando toda a humanidade; Seu semblante é belo e suave. Ele nunca partiu nem desapareceu. Dia e noite, Ele é a companhia constante da humanidade, para nunca sair de perto dela. Seu cuidado devotado e afeição especial pela humanidade, bem como a Sua verdadeira preocupação e amor pelo homem, foram mostrados pouco a pouco quando Ele salvou a cidade de Nínive. Em especial, a interação entre Deus Jeová e Jonas expôs mais a piedade do Criador pela humanidade que Ele Próprio criou. Por meio dessas palavras, você pode obter um entendimento profundo dos sinceros sentimentos de Deus pela humanidade…

O que se segue está registrado no Livro de Jonas 4:10-11: “Disse, pois, Jeová: Tens compaixão da aboboreira, na qual não trabalhaste, nem a fizeste crescer; que numa noite nasceu, e numa noite pereceu. E não hei de Eu ter compaixão da grande cidade de Nínive em que há mais de cento e vinte mil pessoas que não sabem discernir entre a sua mão direita e a esquerda, e também muito gado?” Essas são as reais palavras de Deus Jeová, uma conversa entre Ele e Jonas. Embora seja breve, essa interação transborda de cuidado do Criador pela humanidade e de Sua relutância em desistir dela. Essas palavras expressam a verdadeira atitude e os verdadeiros sentimentos que Deus tem dentro de Seu coração por Sua criação e, com essas claras palavras, que semelhantes a tais são raramente ouvidas pelo homem, Deus afirma Suas verdadeiras intenções para a humanidade. Essa interação representa uma atitude que Deus tomou em relação às pessoas de Nínive — mas que tipo de atitude é essa? É a atitude que Ele tomou em relação às pessoas de Nínive antes e depois do arrependimento delas. Deus trata a humanidade da mesma maneira. Nessas palavras, pode-se encontrar Seus pensamentos, bem como o Seu caráter.

Que pensamentos de Deus são revelados nessas palavras? Uma leitura cuidadosa imediatamente revela que Ele usa a palavra “compaixão”; o uso dessa palavra mostra a verdadeira atitude de Deus em relação à humanidade.

A nível do sentido literal, as pessoas podem interpretar a palavra “compaixão” de diferentes maneiras: primeiro, amar e proteger, sentir ternura em relação a algo; segundo, amar afetuosamente; por fim, tanto relutar em feri-lo quanto ser incapaz de suportar fazê-lo. Em resumo, implica terna afeição e amor, bem como relutância em desistir de alguém ou de algo; significa misericórdia e tolerância de Deus em relação ao homem. Embora Deus utilizou uma palavra comumente falada entre os homens, o uso dessa palavra expõe a voz do coração de Deus e a Sua atitude em relação à humanidade.

Embora a cidade de Nínive fosse repleta de pessoas tão corruptas, más e violentas quanto aquelas de Sodoma, o arrependimento delas fez Deus mudar Seu coração e decidir não destruí-las. Porque a reação delas às palavras e instruções de Deus demonstraram uma atitude em total contraste à dos cidadãos de Sodoma e por causa da submissão honesta delas a Deus e do arrependimento honesto delas por seus pecados, bem como pelo comportamento verdadeiro e sincero delas em todos os aspectos, Deus mais uma vez demonstrou Sua piedade sincera e concedeu-a a elas. A recompensa de Deus e Sua piedade pela humanidade são impossíveis para qualquer pessoa duplicar; nenhuma pessoa pode possuir a misericórdia ou a tolerância de Deus, nem os Seus sentimentos sinceros em relação à humanidade. Há alguém a quem você considere um grande homem ou uma grande mulher, ou até um super-homem, que, de um ponto alto, falando como um grande homem ou uma grande mulher ou sobre um ponto supremo, faria esse tipo de declaração à humanidade ou à criação? Quem dentre os seres humanos pode conhecer as condições de vida da humanidade como a palma de suas mãos? Quem pode arcar com o fardo e a responsabilidade pela existência humana? Quem é qualificado para proclamar a destruição de uma cidade? E quem é qualificado para perdoar uma cidade? Quem pode dizer que aprecia a sua própria criação? Somente o Criador! Somente o Criador tem piedade dessa humanidade. Somente o Criador mostra a essa humanidade ternura e afeição. Somente o Criador tem uma afeição verdadeira, inquebrantável, por essa humanidade. Semelhantemente, apenas o Criador pode conceder misericórdia a essa humanidade e apreciar toda a Sua criação. Seu coração salta e sofre a cada uma das ações do homem: Ele fica bravo, angustiado e sofre com o mal e a corrupção do homem; Ele fica satisfeito, alegre, clemente e exultante com o arrependimento e a crença do homem; cada um dos Seus pensamentos e ideias existe para a humanidade e gira em torno dela; o que Ele é e tem se expressa inteiramente por causa da humanidade; a totalidade de Suas emoções está interligada à existência da humanidade. Por causa da humanidade, Ele viaja e Se apressa; Ele silenciosamente emana cada partícula de Sua vida; Ele dedica cada minuto e segundo de Sua vida… Ele nunca soube como Se apiedar de Sua própria vida, mas Ele sempre Se apiedou e apreciou a humanidade que Ele Próprio criou… Ele dá tudo o que tem para essa humanidade… Ele concede a Sua misericórdia e tolerância incondicionalmente e sem expectativa de recompensa. Ele faz isso somente para que a humanidade possa continuar a sobreviver diante de Seus olhos, recebendo a Sua provisão de vida. Ele faz isso somente para que a humanidade possa um dia se submeter diante Dele e reconhecer que Ele é Aquele que nutre a existência do homem e fornece a vida de toda a criação.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único II’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 118

Jonas 4 Mas isso desagradou extremamente a Jonas, e ele ficou irado. E orou a Jeová, e disse: Ah! Jeová! não foi isso o que eu disse, estando ainda na minha terra? Por isso é que me apressei a fugir para Társis, pois eu sabia que és Deus compassivo e misericordioso, longânimo e grande em benignidade, e que Te arrependes do mal. Agora, ó Jeová, tira-me a vida, pois melhor me é morrer do que viver. Respondeu Jeová: É razoável essa tua ira? Então Jonas saiu da cidade, e sentou-se ao oriente dela; e ali fez para si uma barraca, e se sentou debaixo dela, à sombra, até ver o que aconteceria à cidade. E fez Deus Jeová nascer uma aboboreira, e fê-la crescer por cima de Jonas, para que lhe fizesse sombra sobre a cabeça, a fim de o livrar do seu enfado; de modo que Jonas se alegrou em extremo por causa da aboboreira. Mas Deus enviou um bicho, no dia seguinte ao subir da alva, o qual feriu a aboboreira, de sorte que esta se secou. E aconteceu que, aparecendo o sol, Deus mandou um vento calmoso oriental; e o sol bateu na cabeça de Jonas, de maneira que ele desmaiou, e desejou com toda a sua alma morrer, dizendo: Melhor me é morrer do que viver. Então perguntou Deus a Jonas: É razoável essa tua ira por causa da aboboreira? Respondeu ele: É justo que eu me enfade a ponto de desejar a morte. Disse, pois, Jeová: Tens compaixão da aboboreira, na qual não trabalhaste, nem a fizeste crescer; que numa noite nasceu, e numa noite pereceu. E não hei de Eu ter compaixão da grande cidade de Nínive em que há mais de cento e vinte mil pessoas que não sabem discernir entre a sua mão direita e a esquerda, e também muito gado?

O Criador expressa os Seus verdadeiros sentimentos pela humanidade

Essa conversa entre Deus Jeová e Jonas é sem dúvida uma expressão dos verdadeiros sentimentos do Criador pela humanidade. Por um lado, ela informa às pessoas sobre o entendimento do Criador a respeito de toda a criação sob Seu comando; como Deus Jeová disse: “E não hei de Eu ter compaixão da grande cidade de Nínive em que há mais de cento e vinte mil pessoas que não sabem discernir entre a sua mão direita e a esquerda, e também muito gado?” Em outras palavras, o entendimento de Deus sobre Nínive estava longe de ser superficial. Ele não só sabia o número de seres vivos dentro da cidade (inclusive as pessoas e os rebanhos), Ele também sabia quantos não conseguiam discernir entre a mão direita e a esquerda — isto é, quantas crianças e jovens estavam presentes. Isso é prova concreta do excelente entendimento de Deus sobre a humanidade. Por outro lado, essa conversa informa às pessoas sobre a atitude do Criador para com a humanidade, ou seja, o peso da humanidade no coração do Criador. É simplesmente como Deus Jeová disse: “Tens compaixão da aboboreira, na qual não trabalhaste, nem a fizeste crescer; que numa noite nasceu, e numa noite pereceu. E não hei de Eu ter compaixão da grande cidade de Nínive […]?”. Essas são as palavras de Deus Jeová de culpa para Jonas, no entanto, elas são todas verdadeiras.

Embora Jonas estivesse incumbido de proclamar as palavras de Deus Jeová às pessoas de Nínive, ele não entendeu as intenções de Deus Jeová, nem entendeu as Suas preocupações e expectativas para com as pessoas da cidade. Com essa repreensão, Deus quis dizer a ele que a humanidade era produto de Suas próprias mãos e Deus havia empenhado árduo esforço para cada uma das pessoas; toda pessoa levava consigo as esperanças de Deus; toda pessoa desfrutava do suprimento de vida de Deus; para cada pessoa, Deus havia pago um árduo custo. Essa repreensão também mostrou a Jonas que Deus apreciava a humanidade, a obra de Suas próprias mãos, tanto quanto o próprio Jonas apreciava a cabaceira. Deus de forma alguma os abandonaria facilmente antes do último momento possível; além do mais, havia tantas crianças e rebanhos inocentes dentro da cidade. Ao lidar com aqueles jovens e ignorantes produtos da criação de Deus, os quais não podiam nem mesmo distinguir entre a mão direita e a mão esquerda, Deus foi ainda mais incapaz de encerrar suas vidas e determinar seu desfecho de maneira tão apressada. Deus esperava vê-las crescer; Ele esperava que elas não andassem nas mesmas sendas que seus anciãos, que elas não tivessem que ouvir o aviso de Deus Jeová novamente e que elas dessem testemunho do passado de Nínive. Deus esperava ainda mais ver Nínive após ter se arrependido, ver o futuro de Nínive depois de seu arrependimento e, acima de tudo, ver Nínive viver debaixo da misericórdia de Deus novamente. Portanto, aos olhos de Deus, aqueles objetos de criação que não podiam distinguir entre a mão direita e a mão esquerda eram o futuro de Nínive. Eles assumiriam o passado desprezível de Nínive, assim como assumiriam o importante dever de testemunhar o passado o futuro de Nínive sob a orientação de Deus Jeová. Nessa declaração de Seus verdadeiros sentimentos, Deus Jeová apresentou a misericórdia do Criador para com a humanidade em sua totalidade. A declaração mostrou à humanidade que “a misericórdia do Criador” não é uma frase vazia, nem uma promessa falsa; a misericórdia tem princípios, métodos e objetivos concretos. Ele é verdadeiro e real e não usa falsidade ou disfarce e, dessa mesma maneira, a Sua misericórdia é concedida à humanidade incessantemente em todo tempo e era. Contudo, até o dia de hoje, a interação do Criador com Jonas é a declaração verbal única e exclusiva de Deus da razão pela qual Ele mostra misericórdia à humanidade, de como Ele mostra misericórdia à humanidade, de quão tolerante Ele é em relação à humanidade e de Seus verdadeiros sentimentos pela humanidade. A conversa sucinta de Deus Jeová expressa Seus pensamentos completos sobre a humanidade; é uma expressão verdadeira da atitude de Seu coração em relação à humanidade e é também prova concreta de Sua outorga de abundante misericórdia à humanidade. Sua misericórdia não é outorgada somente às gerações mais idosas da humanidade; ela também é concedida aos membros mais jovens da humanidade, assim como sempre foi, de uma geração à próxima. Embora a ira de Deus muitas vezes desça sobre certos cantos e certas eras da humanidade, a misericórdia de Deus nunca cessou. Com a Sua misericórdia, Ele orienta e conduz uma geração de Sua criação após a outra, supre e nutre uma geração de criação após a outra, porque os Seus verdadeiros sentimentos em relação à humanidade nunca mudarão. Assim como Deus Jeová disse: “E não hei de Eu ter compaixão […]?”. Ele sempre apreciou a Sua própria criação. Esta é a misericórdia do caráter justo do Criador e também é a pura singularidade do Criador!

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único II’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 119

Cinco tipos de pessoas

Classificarei os seguidores de Deus em várias categorias, de acordo com o seu entendimento de Deus e seu entendimento e experiência com o Seu caráter justo, para que vocês possam saber a que estágio pertencem atualmente e também qual é a estatura atual de vocês. Em termos de seu conhecimento de Deus e de seu entendimento de Seu caráter justo, os diferentes estágios e estaturas que as pessoas ocupam geralmente podem ser separados em cinco tipos. Esse tópico é fundamentado com base no conhecimento do Deus único e Seu caráter justo; portanto, ao lerem o conteúdo a seguir, vocês devem tentar cuidadosamente descobrir exatamente quanto entendimento e conhecimento têm a respeito da singularidade de Deus e de Seu caráter justo, e depois usar isso para julgar a que estágio vocês realmente pertencem, quão grande a estatura de vocês realmente é e que tipo de pessoa vocês realmente são.

Tipo um: estágio da criança envolta em panos

O que é uma criança envolta em faixas? Uma criança envolta em faixas é uma criança que acabou de vir ao mundo, um recém-nascido. É quando as pessoas estão em seu menor tamanho e mais imaturas.

Essencialmente, as pessoas nesse estágio não possuem nenhuma percepção ou consciência das questões da crença em Deus. Elas são desnorteadas e ignorantes em relação a tudo. Essas pessoas podem ter crido em Deus por um longo tempo ou por um tempo nada longo, mas seu estado desnorteado e ignorante e sua real estatura as coloca no estágio de criança envolta em faixas. A definição precisa das condições de uma criança envolta em faixas é a seguinte: não importa por quanto tempo esse tipo de pessoa creu em Deus, ela sempre será atrapalhada, confusa e simplória; ela não sabe por que crê em Deus, nem sabe quem Deus é ou quem é Deus. Embora siga a Deus, não há definição exata de Deus em seu coração e ela não pode determinar se aquele a quem ela segue é Deus, e menos ainda se ela realmente deve crer em Deus e segui-Lo. Essas são as verdadeiras condições desse tipo de pessoa. Os pensamentos dessas pessoas são obscurecidos e, falando de forma simples, sua crença é uma crença de confusão. Elas sempre existem em um estado de desnorteamento e vaziez; atrapalhamento, confusão e simploriedade resumem seu estado. Elas nunca viram nem sentiram a existência de Deus e, portanto, falar com elas sobre conhecer a Deus é de tanta utilidade quanto fazê-las ler um livro escrito em hieróglifos; elas nem o entenderão nem o aceitarão. Para elas, conhecer a Deus é o mesmo que ouvir um conto fantástico. Embora seu pensamento possa ser obscurecido, elas na verdade acreditam firmemente que conhecer a Deus é um total desperdício de tempo e de esforço. Este é o primeiro tipo de pessoa: uma criança envolta em faixas.

Tipo dois: estágio da criança que mama

Comparado à criança envolta em faixas, esse tipo de pessoa fez algum progresso. Lamentavelmente, elas ainda não têm entendimento algum de Deus. Elas ainda carecem de um entendimento e de uma percepção claros sobre Deus, e elas não são muito claras quanto ao porquê devem crer em Deus, mas em seu coração, elas têm seu próprio propósito e ideias claras. Elas não se preocupam se é certo ou não crer em Deus. O objetivo e o propósito que elas buscam por meio da crença em Deus é desfrutar de Sua graça, ter alegria e paz, ter uma vida confortável, ter o cuidado e a proteção de Deus e viver sob as bênçãos de Deus. Elas não estão preocupadas com o grau a que conhecem a Deus; elas não têm impulso de buscar um entendimento de Deus, nem estão preocupadas com o que Deus está fazendo ou com o que Ele deseja fazer. Elas só buscam cegamente desfrutar de Sua graça e obter mais de Suas bênçãos; elas buscam receber cem vezes mais na presente era e vida eterna na era por vir. Seus pensamentos, gastos e devoção, bem como seu sofrimento, tudo compartilha o mesmo objetivo: obter a graça e as bênçãos de Deus. Elas não se preocupam com mais nada. Esse tipo de pessoa tem certeza apenas de que Deus pode mantê-las a salvo e conceder-lhes a Sua graça. Pode-se dizer que elas não estão interessadas e não são muito claras quanto a por que Deus deseja salvar o homem ou quanto ao resultado que Deus deseja obter com as Suas palavras e obra. Elas nunca fizeram esforço para conhecer a substância e o caráter justo de Deus, nem podem reunir interesse em fazê-lo. Elas não têm vontade de prestar atenção a essas coisas, nem desejam conhecê-las. Elas não desejam perguntar sobre a obra de Deus, sobre as exigências de Deus ao homem, a vontade de Deus ou qualquer outra coisa relacionada a Deus; nem poderiam se dar ao trabalho de perguntar sobre essas coisas. Isso ocorre porque elas acreditam que essas questões não estão relacionadas com o seu desfrute da graça de Deus; elas só estão preocupadas com um Deus que possa conceder graça e esteja relacionado com os interesses pessoais delas. Elas não têm interesse algum em qualquer outra coisa, então elas não podem entrar na realidade da verdade, independentemente de quantos anos tenham crido em Deus. Sem ninguém que as regue ou as alimente com frequência, fica difícil para elas continuar a prosseguir na senda da crença em Deus. Se não podem desfrutar da alegria e da paz que tinham, nem desfrutar da graça de Deus, elas ficam muito propensas a desistir. Este é o segundo tipo de pessoa: a pessoa que existe no estágio da criança que mama.

Tipo três: estágio da criança desmamada, ou estágio da criança pequena

Esse grupo de pessoas possui alguma clareza de consciência. Essas pessoas têm consciência de que desfrutar da graça de Deus não significa que elas próprias possuam experiência verdadeira; elas têm consciência de que se elas nunca se fatigam de buscar alegria e paz, de buscar graça, ou se elas são capazes de dar testemunho ao compartilharem suas experiências de desfrutar da graça de Deus ou ao enaltecerem a Deus pelas bênçãos que Ele lhes concedeu, essas coisas não significam que elas possuam vida, nem significam que elas possuam a realidade da verdade. A começar de sua consciência, elas param de acalentar esperanças selvagens de que elas só serão acompanhadas pela graça de Deus; antes, ao desfrutarem da graça de Deus, elas simultaneamente desejam fazer algo para Deus; elas ficam dispostas a realizar seu dever, a resistir a um pouco de dificuldade e fatiga, a ter algum grau de cooperação com Deus. No entanto, porque a sua busca em sua fé em Deus é adulterada demais, porque as intenções e desejos individuais que elas abrigam são fortes demais, porque o caráter delas é selvagemente arrogante demais, é muito difícil para elas satisfazer o desejo de Deus ou ser leais a Deus; portanto, elas frequentemente não conseguem realizar seus desejos individuais ou honrar suas promessas a Deus. Elas muitas vezes se encontram em estados contraditórios: desejam muito satisfazer a Deus ao máximo grau possível, porém, usam todo o poder delas para se opor a Ele; elas muitas vezes fazem votos a Deus, mas rapidamente se esquivam de sua promessa. Com frequência ainda maior elas se encontram em outros estados contraditórios: elas creem sinceramente em Deus, mas negam a Ele e a tudo o que Dele provém; elas esperam ansiosamente que Deus as esclarecerá, as guiará, as suprirá e as ajudará, mas ainda buscam sua própria solução. Elas desejam entender e conhecer a Deus, mas não estão dispostas a se aproximar Dele. Em vez disso, elas sempre evitam Deus; seu coração está fechado para Ele. Embora tenham um entendimento superficial e experiência do significado literal das palavras de Deus e da verdade, e um conceito superficial de Deus e da verdade, elas subconscientemente ainda não podem confirmar ou determinar se Deus é a verdade; elas não podem confirmar se Deus é verdadeiramente justo; nem podem determinar a realidade do caráter e da substância de Deus, muito menos a Sua real existência. Sua fé em Deus sempre contém dúvidas e equívocos e também contém imaginações e noções. Ao desfrutarem da graça de Deus, elas também experimentam ou praticam relutantemente uma parte daquilo que acreditam ser possíveis verdades, a fim de enriquecerem sua fé, aumentarem sua experiência na fé em Deus, verificarem seu entendimento da fé em Deus, satisfazerem sua vaidade de andar na senda da vida que elas mesmas estabeleceram e realizando uma causa justa da humanidade. Ao mesmo tempo, elas também fazem essas coisas a fim de satisfazerem a seu próprio desejo de ganhar bênçãos, a fim de fazerem uma aposta para que possam ostentar maiores bênçãos da humanidade, a fim de realizarem a ambiciosa aspiração e desejo permanente de não descansarem até que tenham obtido Deus. Essas pessoas raramente são capazes de obter o esclarecimento de Deus, pois o desejo e a intenção delas de ganhar bênçãos são importantes demais para elas. Elas não têm vontade de e não podem suportar desistir disso. Elas temem que sem o desejo de ganhar bênçãos, sem a ambição há muito acalentada de não desistir até que tenham obtido Deus, elas perderão a motivação de crer em Deus. Portanto, elas não querem enfrentar a realidade. Elas não querem encarar as palavras de Deus ou a obra de Deus. Elas não querem fazer frente ao caráter ou à substância de Deus, muito menos trazer à tona o assunto do conhecimento de Deus. Isso ocorre porque uma vez que Deus, Sua substância e Seu caráter justo substituam suas imaginações, seus sonhos irão por água abaixo; sua assim-chamada fé pura e os “méritos” acumulados ao longo dos anos de trabalho meticuloso desaparecerão e darão em nada; o “território” que elas haviam conquistado com seu suor e sangue, com o passar dos anos, estará à beira do colapso. Isso significará que os muitos anos de trabalho árduo e esforço delas foram fúteis, que elas devem começar novamente do zero. Essa é a dor mais difícil para elas suportarem em seu coração e é o resultado que elas menos querem ver; portanto, elas estão sempre trancadas nesse tipo de impasse, recusando-se a dar meia volta. Este é o terceiro tipo de pessoa: a pessoa que existe no estágio da criança desmamada.

Os três tipos de pessoas descritos acima — em outras palavras, as pessoas que existem nesses três estágios — não possuem qualquer crença verdadeira na identidade e no status de Deus ou em Seu caráter justo, nem têm qualquer reconhecimento ou confirmação clara e definida dessas coisas. Sendo assim, é muito difícil para esses três tipos de pessoas entrar na realidade da verdade e também é difícil para elas receber a misericórdia, o esclarecimento ou a iluminação de Deus porque a maneira como creem em Deus e a sua atitude equivocada em relação a Deus tornam impossível a Ele realizar obra dentro de seu coração. Suas dúvidas, conceitos errôneos e imaginações em relação a Deus excederam a sua crença e conhecimento de Deus. Esses são três tipos de pessoas que correm um grande risco, e elas são três estágios muito perigosos. Quando alguém mantém uma atitude de dúvida em relação a Deus, à substância de Deus, à identidade de Deus, à questão de Deus ser ou não a verdade e à realidade de Sua existência, e não se consegue estar seguro dessas coisas, como se pode aceitar tudo o que provém de Deus? Como alguém pode aceitar o fato de Deus ser a verdade, o caminho e a vida? Como alguém pode aceitar o castigo e o julgamento de Deus? Como alguém pode aceitar a salvação de Deus? Como esse tipo de pessoa pode obter a orientação e o suprimento verdadeiros de Deus? Aqueles que estão nesses três estágios podem se opor a Deus, emitir juízo sobre Deus, blasfemar ou trair a Deus a qualquer momento. Eles podem abandonar o verdadeiro caminho e deixar Deus a qualquer momento. Pode-se dizer que as pessoas desses três estágios existem em um período crítico, pois elas não entraram na trilha certa da crença em Deus.

Tipo quatro: estágio da criança em amadurecimento, ou infância

Depois que alguém foi desmamado — isto é, após ter desfrutado de uma ampla medida de graça, começa-se a explorar o que significa crer em Deus, a desejar entender diferentes questões, como por que o homem vive, como o homem deve viver e por que Deus realiza a Sua obra no homem. Quando esses pensamentos incertos e padrões de pensamento confusos emergem dentro deles e existem dentro deles, eles continuamente recebem a rega e também são capazes de cumprir o seu dever. Durante esse período, eles não têm mais nenhuma dúvida quanto à verdade da existência de Deus e eles têm uma compreensão precisa do que significa crer em Deus. Com base nisso, eles têm um conhecimento gradual de Deus e gradualmente obtêm algumas respostas a seus pensamentos incertos e padrões de pensamento confusos quanto ao caráter e a substância de Deus. Em termos de suas mudanças de caráter, bem como seu conhecimento de Deus, as pessoas nesse estágio começam a caminhar na trilha certa e entram em um período de transição. É nesse estágio que as pessoas começam a ter vida. Indicações claras de possuir vida são a resolução gradual das várias questões que as pessoas têm no coração relacionadas ao conhecimento de Deus — mal-entendidos, imaginações, noções e definições vagas de Deus — que elas não só acreditam de fato e conhecem a realidade da existência de Deus, entretanto elas também vêm a possuir uma definição precisa de Deus e têm o lugar certo para Deus em seu coração, de que seguir verdadeiramente a Deus substitui a sua fé vaga. Durante esse estágio, as pessoas gradualmente vêm a conhecer seus mal-entendidos em relação a Deus e a sua busca e maneiras de crer equivocadas. Elas começam a desejar a verdade, a desejar experimentar o julgamento, o castigo e a disciplina de Deus, a desejar uma mudança em seu caráter. Elas gradualmente abandonam todos os tipos de noções e imaginações de Deus durante esse estágio; ao mesmo tempo, mudam e corrigem o seu conhecimento incorreto de Deus e obtêm algum conhecimento básico correto de Deus. Embora uma parte do conhecimento possuído pelas pessoas nesse estágio não seja muito específico ou preciso, elas no mínimo começam gradualmente a abandonar suas noções, conhecimento equivocado e mal-entendidos de Deus; elas não mantêm mais suas próprias noções e imaginações em relação a Deus. Elas começam a aprender como abandonar — a abandonar coisas encontradas entre suas próprias noções, provenientes do conhecimento e de Satanás; elas começam a se dispor a se submeter a coisas corretas e positivas, até mesmo a coisas que vêm das palavras de Deus e estão em conformidade com a verdade. Elas também começam a tentar experimentar as palavras de Deus, a conhecer pessoalmente e a praticar as Suas palavras, a aceitar as Suas palavras como princípios de suas ações e como base para a mudança de seu caráter. Durante esse período, as pessoas aceitam inconscientemente o julgamento e o castigo de Deus, aceitam inconscientemente as palavras de Deus como sua vida. Enquanto aceitam o julgamento e o castigo de Deus e aceitam as palavras de Deus, elas se tornam cada vez mais conscientes e capazes de perceber que o Deus em quem elas acreditam em seu coração realmente existe. Nas palavras de Deus, nas suas experiências e nas suas vidas, elas sentem cada vez mais que Deus sempre presidiu o destino do homem, conduziu o homem e supriu o homem. Por meio de sua associação com Deus, elas gradualmente confirmam a existência de Deus. Portanto, antes que o percebam, subconscientemente, elas já aprovaram e creram firmemente na obra de Deus e aprovaram as palavras de Deus. Uma vez que as pessoas aprovem as palavras de Deus e aprovem a obra de Deus, elas se negam incessantemente, negam suas próprias noções, negam seu próprio conhecimento, negam as suas próprias imaginações e, ao mesmo tempo, também buscam incessantemente o que a verdade é e qual é a vontade de Deus. O conhecimento das pessoas sobre Deus é bastante superficial durante esse período de desenvolvimento — elas nem são capazes de elaborar claramente esse conhecimento usando palavras e nem conseguem elaborá-lo de forma específica — e elas só têm um entendimento perceptivo; no entanto, quando justapostas aos três estágios anteriores, as vidas imaturas das pessoas desse período já receberam a rega e o suprimento das palavras de Deus e já começaram a brotar. É como uma semente enterrada no solo; depois de obter umidade e nutrientes, ela romperá o solo; o seu brotar representa o nascimento de uma nova vida. Esse nascimento de uma nova vida permite que se vislumbrem as indicações de vida. Com vida, as pessoas assim crescerão. Então, com base nesses fundamentos — gradualmente abrindo seu caminho para a trilha certa da crença em Deus, abandonando suas próprias noções, obtendo a orientação de Deus — a vida das pessoas inevitavelmente crescerá passo a passo. Com base em que esse crescimento é medido? Ele é medido de acordo com a experiência delas com as palavras de Deus e com o verdadeiro entendimento delas sobre o caráter justo de Deus. Embora achem muito difícil usar suas próprias palavras para descrever precisamente seu conhecimento de Deus e Sua substância durante esse período de crescimento, esse grupo de pessoas não está mais subjetivamente disposto a buscar prazer por meio do desfrute da graça de Deus, nem a buscar seu propósito por trás da crença em Deus, que é obter a Sua graça. Em vez disso, elas estão dispostas a buscar viver pela palavra de Deus, a se tornar objeto da salvação de Deus. Adicionalmente, elas possuem a confiança e estão prontas para aceitar o julgamento e o castigo de Deus. Essa é a marca de uma pessoa no estágio de crescimento.

Embora as pessoas nesse estágio tenham algum conhecimento do caráter justo de Deus, esse conhecimento é muito nebuloso e indistinto. Embora não possam elaborar isso claramente, elas sentem que já ganharam algo internamente, pois obtiveram alguma medida de conhecimento e entendimento do caráter justo de Deus por meio do castigo e do julgamento de Deus; entretanto, tudo é bastante superficial e ainda está num estágio elementar. Esse grupo de pessoas tem um ponto de vista concreto com o qual tratam a graça de Deus. Esse ponto de vista é expresso nas mudanças dos objetivos que elas buscam e na maneira pela qual elas os buscam. Elas já viram — nas palavras e na obra de Deus, em todos os Seus tipos de exigências ao homem e em Suas revelações do homem — que se elas ainda não buscam a verdade, se elas ainda não buscam entrar na realidade, se elas ainda não procuram satisfazer e conhecer a Deus ao experimentarem as Suas palavras, elas perderão o significado de crer em Deus. Elas veem que, não importa o quanto desfrutem da graça de Deus, não podem mudar o seu caráter, satisfazer a Deus nem conhecer a Deus, e que se as pessoas viverem continuamente rodeadas pela graça de Deus, elas nunca atingirão o crescimento, obterão vida ou serão capazes de receber salvação. Em resumo, se alguém não puder experimentar verdadeiramente as palavras de Deus e for incapaz de conhecer a Deus por meio de Suas palavras, permanecerá eternamente no estágio de uma criança e nunca dará um único passo adiante no crescimento de sua vida. Se você existir para sempre no estágio de uma criança, se você nunca entrar na realidade da palavra de Deus, se você nunca tiver a palavra de Deus como sua vida, se você nunca possuir crença e conhecimento verdadeiros de Deus, há alguma possibilidade de Deus o tornar completo? Então, qualquer um que entre na realidade da palavra de Deus, qualquer um que aceite a palavra de Deus como sua vida, qualquer um que comece a aceitar o castigo e o julgamento de Deus, qualquer um cujo caráter corrupto comece a mudar e qualquer um que tenha um coração que anseie pela verdade, que tenha desejo de conhecer a Deus, que tenha desejo de aceitar a salvação de Deus — esses são aqueles que verdadeiramente possuem vida. Esse é verdadeiramente o quarto tipo de pessoa, aquele da criança em amadurecimento, a pessoa no estágio da infância.

Tipo cinco: estágio da vida madura, ou estágio adulto

Depois de experimentar o estágio da infância em que se começa a andar, o estágio de crescimento repleto de repetidas reviravoltas, a vida das pessoas já foi estabilizada, seu ritmo adiante não cessa mais e ninguém pode obstruí-la. Embora a senda à frente ainda seja acidentada e irregular, elas não são mais fracas ou medrosas; elas não mais se atrapalham nem perdem o rumo. Sua fundação está profundamente enraizada na experiência real da palavra de Deus. O coração delas foi atraído pela dignidade e pela grandeza de Deus. Elas desejam seguir os passos de Deus, conhecer a substância de Deus, conhecer a Deus em Sua totalidade.

As pessoas nesse estágio já sabem claramente em quem creem, sabem claramente por que devem crer em Deus e sabem o significado de suas próprias respectivas vidas; elas também sabem claramente que tudo o que Deus expressa é a verdade. Em seus muitos anos de experiência, elas percebem que, sem o julgamento e o castigo de Deus, nunca se poderá satisfazer ou conhecer a Deus, nem se poderá jamais chegar verdadeiramente diante de Deus. Dentro do respectivo coração dessas pessoas há um forte desejo de serem provadas por Deus, a fim de verem o caráter justo de Deus ao serem provadas, de alcançarem um amor mais puro e, ao mesmo tempo, poderem entender e conhecer a Deus mais verdadeiramente. Aqueles que pertencem a esse estágio já se despediram completamente do estágio infantil, o estágio de desfrutar da graça de Deus e de comer pão e ser preenchido. Elas não colocam mais esperanças extravagantes em fazer Deus tolerá-las e mostrar misericórdia a elas; em vez disso, elas confiam em receber e esperam pelo castigo e julgamento incessantes de Deus, de modo a se separarem de seu caráter corrupto e satisfazerem a Deus. Seu conhecimento de Deus, suas buscas ou objetivos finais de suas buscas: essas coisas são todas muito claras em seu coração. Portanto, as pessoas no estágio adulto já se despediram completamente do estágio da fé vaga, do estágio em que elas contam com a graça para a salvação, do estágio da vida imatura que não pode suportar provações, do estágio da imprecisão, do estágio da atrapalhação, do estágio de muitas vezes não ter senda a tomar, do período instável de se alternar entre calor e frio súbitos e do estágio em que se segue a Deus com os olhos cobertos. Esse tipo de pessoa frequentemente recebe esclarecimento e iluminação de Deus e frequentemente se envolve em verdadeira associação e comunicação com Deus. Pode-se dizer que as pessoas que vivem nesse estágio já compreenderam parte da vontade de Deus; elas são capazes de encontrar os princípios da verdade em tudo o que fazem; elas sabem como satisfazer ao desejo de Deus. Além disso, elas também encontraram a senda para o conhecimento de Deus e começaram a testemunhar de seu conhecimento de Deus. Durante o processo de crescimento gradual, elas têm um entendimento e um conhecimento graduais da vontade de Deus, da vontade de Deus ao criar a humanidade, da vontade de Deus ao gerenciar a humanidade; ademais, elas gradualmente também têm um entendimento e conhecimento do caráter justo de Deus em termos de substância. Nenhuma noção ou imaginação humana pode substituir esse conhecimento. Embora não se possa dizer que no quinto estágio a vida de uma pessoa esteja completamente madura, nem chamar essa pessoa de justa ou completa, esse tipo de pessoa já deu um passo em direção ao estágio da maturidade na vida; essa pessoa já é capaz de chegar diante de Deus, de ficar face a face com a palavra de Deus e face a face com Deus. Porque esse tipo de pessoa experimentou tanto da palavra de Deus, experimentou inúmeras provações e experimentou inúmeras ocorrências de disciplina, julgamento e castigo de Deus, a submissão delas a Deus não é relativa, mas absoluta. Seu conhecimento de Deus se transformou de subconsciente em conhecimento claro e preciso, de superficial em profundo, de desfocado e impreciso em meticuloso e tangível, e elas mudaram de extenuante atrapalhação e busca passiva em conhecimento sem esforço e testemunho proativo. Pode-se dizer que as pessoas desse estágio possuíram a realidade da verdade da palavra de Deus, que elas entraram numa senda para a perfeição como a de Pedro. Esse é o quinto tipo de pessoa, aquele que vive em um estado de ser maduro — o estágio adulto.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único II’ em “A Palavra manifesta em carne”

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