596 Por que você é tão altivo?

1 Não pense que você entende tudo. Eu digo a você que tudo o que você tem visto e experimentado é insuficiente para que você entenda até mesmo uma milésima parte do Meu plano de gestão. Por isso, por que então você age com tanta soberba? A menor medida de talento e o mínimo conhecimento que você tenha são insuficientes para Jesus utilizá-los até mesmo por um segundo na Sua obra! Quanta experiência você tem de verdade? O que você tem visto e tudo o que você tem ouvido na sua vida, e o que você tem imaginado, são menos do que a obra que Eu faço em um momento! Seria melhor se você não tivesse procurado defeito e encontrado falta. Não importa o quão arrogante você possa ser, você é apenas uma criatura, que é menor do que uma formiga!

2 Tudo o que você tem na sua barriga é menos do que uma formiga carrega dentro dela! Não pense, só porque você ganhou alguma experiência e senioridade, que isso dá a você o direito de gesticular desenfreadamente e de vangloriar-se. A sua experiência e a sua senioridade não são produtos das palavras que Eu tenho declarado? Você crê que foram em troca pelo seu próprio labor e esforço? Hoje, você vê que Eu Me tornei carne, e só por causa disso você está cheio desses conceitos ricos e tem colhido inúmeras noções a partir deles. Se não fosse pela Minha encarnação, mesmo se possuísse talentos extraordinários, você não teria tantos conceitos; e não é deles que as suas noções vêm?

3 Se Jesus não tivesse Se tornado carne naquela primeira vez, você chegaria a saber da encarnação? Não é porque a primeira encarnação deu a você conhecimento que você tem o descaramento de tentar julgar a segunda encarnação? Por que, em vez de ser um seguidor obediente, você está sujeitando isso a estudo? Quando você entrou nesta corrente e veio diante do Deus encarnado, Ele permitiria que você fizesse um estudo disso? Está bem você estudar a história da sua própria família, mas se você tentar estudar a “história da família” de Deus, o Deus de hoje permitiria que você conduzisse tal estudo? Você não está cego? Você não traz desprezo sobre si mesmo?

Adaptado de ‘As duas encarnações completam o significado da encarnação’ em “A Palavra manifesta em carne”

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4. Por que Deus não usa o homem para fazer Sua obra de julgamento nos últimos dias; por que Ele deve encarnar e fazer isso Ele Próprio?

A obra de julgamento é a própria obra de Deus, portanto ela deve ser naturalmente realizada pelo Próprio Deus; não pode ser realizada pelo homem em Seu lugar. Como o julgamento é a conquista da raça humana por meio da verdade, é inquestionável que Deus ainda apareça como imagem encarnada para realizar essa obra entre os homens. Isto é, nos últimos dias, Cristo irá usar a verdade para ensinar os homens do mundo todo e revelar todas as verdades a eles. Essa é a obra de julgamento de Deus.

2. Qual são as consequências de se confiar no conhecimento teológico da Bíblia na fé de alguém?

Aqueles que só se importam com as palavras da Bíblia, que não estão preocupados com a verdade ou em buscar Minhas pegadas, estes estão contra Mim, pois Me limitam de acordo com a Bíblia e Me limitam à Bíblia; portanto, são blasfemos ao extremo para Comigo. Como tais pessoas poderiam vir a Mim? Elas não prestam atenção nas Minhas obras, nem na Minha vontade, nem na verdade; ao contrário, são obsessivas em relação às palavras, palavras que matam. Como tais pessoas poderiam ser compatíveis Comigo?

10. Por que é somente experimentando e se submetendo à obra de Deus encarnado que se pode alcançar um conhecimento de Deus?

Mas depois que Deus tornou-Se carne, Ele falou à humanidade da perspectiva da humanidade; Ele saiu e ultrapassou o escopo do reino espiritual. Ele podia expressar o Seu caráter divino, Sua vontade e Sua atitude, por meio de coisas que os humanos eram capazes de imaginar e coisas que eles viam e encontravam em sua vida, usando métodos que os humanos podiam aceitar, numa linguagem que eles conseguiam entender e um conhecimento que elas eram capazes de captar, para permitir à humanidade compreender e conhecer a Deus, compreender a Sua intenção e as normas que Ele exige, dentro do âmbito da capacidade delas, na medida em que elas eram capazes. Esse foi o método e o princípio da obra de Deus em meio à humanidade.

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