Uma semelhança humana pode ser alcançada resolvendo a arrogância

28 de Agosto de 2020

Em março de 2017, comecei a fazer trabalhos de design gráfico para a igreja, principalmente para pôsteres de filmes e miniaturas. No início, eu não sabia muito sobre a parte técnica, então vivia aprendendo os princípios e as habilidades técnicas. Eu pedia modestamente a ajuda dos irmãos e fazia questão de aceitar o conselho dos outros. Após um tempo, comecei a dominar as habilidades necessárias para o dever. Minhas miniaturas foram colocadas online e minha taxa de cliques era muito boa. Um pôster para um documentário foi muito elogiado pelos irmãos e irmãs. Outros me consultavam bastante sobre questões técnicas, então achei que eu tivesse algum talento na área do design gráfico. Eu me tornei arrogante sem perceber.

Mais tarde, quando estava projetando miniaturas, que eram mais fáceis do que os pôsteres, achei que eu fosse hábil o bastante para fazê-las rapidamente. Eu as criava com base nas habilidades técnicas que tinha sem pensar muito nem buscar os princípios. Como resultado, recebi comentários de irmãos e irmãs dizendo que a luz e a cor não combinavam com o tema. Não levei em conta nem aceitei a opinião deles, mas pensei: “Vocês não têm gosto? Isso é criatividade ousada. Já pensei em tudo isso e não acho que seja um problema. Vocês estão sugerindo por ignorância”. Insisti em minha posição e até me irritei. Recusei-se a fazer qualquer correção. Assim, algumas das minhas miniaturas foram recusadas por problemas relacionados às imagens. Depois, soube que uma irmã se sentia constrangida por mim e tinha medo de dar sugestões. Eu me senti um pouco mal ao ouvir isso, mas não refleti sobre mim mesma à luz do ocorrido.

Não demorou, e passei a trabalhar em outro pôster cinematográfico. O filme tratava de uma crente que era enganada e controlada por pastores e presbíteros e limitada por noções religiosas, e por isso não aceitava a nova obra de Deus. No fim, ela aceitou a obra de Deus Todo-Poderoso dos últimos dias após buscar a verdade e passou a viver na luz de Deus. Contemplei esse tema e pensei: “O pôster deveria mostrar a transição das trevas para a luz. Não há ideia melhor”. Passei uma eternidade procurando um pôster semelhante que pudesse usar como referência. Quando olhei para minha imagem final, eu a achei muito boa, que parecia um pôster de um sucesso de bilheteria. Parabenizei a mim mesma. Então, uma irmã viu o meu pôster e fez a seguinte sugestão: “Está muito escuro aqui. Não há detalhes e está opaco demais”. Outra irmã fez esta sugestão: “Ao todo, está escuro demais. Não está claro e parece um pouco sombrio. Esse filme dá testemunho de Deus, então a imagem não deveria ser tão escura”. Eu resisti bastante ao que diziam e pensei: “Eu acho que está ótimo. Você não sabe como aplicar sombreamento, mas está querendo me dizer como fazê-lo. Você não está sendo implicante?” Então eu disse: “Esse não é o sombreamento correto? Deve haver uma distinção entre claro e escuro. Além disso, é um pôster de filme, o ponto é justamente o sombreamento. É assim que outros pôsteres são feitos. Não há nada de errado nisso”. Então lhes mandei uma foto do pôster que eu tinha usado como referência. Para a minha surpresa, disseram que havia espaço escuro demais no meu pôster e que não era tão bom quanto o outro. Fiquei furiosa quando disseram isso e pensei: “Não esqueçam que sempre pedem minha ajuda para sombrear. Vocês não dominam nem o básico disso, mas estão me dizendo como devo fazê-lo. Estão tentando ensinar um peixe a nadar”. Para provar que eu estava certa, mandei minha imagem para outros irmãos e irmãs, mas eles também me disseram que estava escura demais. Tive que engolir seco e modificá-la. Ainda pensava que a minha ideia estava certa e de acordo com os princípios de sombreamento, então só fiz mudanças pequenas, e a imagem não foi aceita. Como resultado, fiquei um mês trabalhando numa imagem que deveria ter levado só uma semana. No fim, foi rejeitada por questões conceituais de design. Foi como um tapa na cara para mim. Fiquei muito desanimada e desalentada e não quis me abrir em comunhão com os outros. Eu estava num estado sombrio e doloroso. Então o líder de equipe me lembrou que nenhum de meus projetos recentes tinha sido bem-sucedido e que eu deveria refletir sobre mim mesma diante de Deus imediatamente. Sá então me coloquei diante de Deus em reflexão e encontrei algumas palavras relevantes de Deus.

Um dia, li o seguinte em meus devocionais: “Quando problemas lhe sobrevêm, você não deve ser farisaico, pensando: ‘Eu entendo os princípios, e a última palavra é minha. Vocês não são qualificados para falar. O que vocês sabem? Vocês não entendem; eu sim!’ Isso é ser farisaico. Ser farisaico é um caráter corrupto, satânico; não é algo dentro da humanidade normal”. “Você pode ser justificado e pode não haver falta alguma no que faz; você pode não ter cometido erro algum e pode ter um entendimento melhor de um aspecto técnico de uma questão do que outros, porém, uma vez que se comporte e pratique dessa forma, outros verão e dirão: ‘O caráter dessa pessoa não presta! Quando problemas lhe sobrevêm, ela não aceita nada que qualquer outra pessoa tenha a dizer, seja certo ou errado. É tudo resistência. Essa pessoa não aceita a verdade’. E se as pessoas dizem que você não aceita a verdade, o que Deus deve pensar? Deus é capaz de ver essas suas expressões? Deus pode ver todas elas de forma mais do que clara. Deus não só sonda o íntimo do coração do homem, mas também observa tudo o que você diz e faz a qualquer hora, em qualquer lugar. E, quando vê essas coisas, o que Ele faz? Ele diz: ‘Você está endurecido. Você é assim nos casos em que está certo e também é assim nos casos em que está errado. Em todos os casos, todas as suas revelações e expressões são de contrariedade e oposição. Você não aceita nada das ideias ou sugestões de outros. Tudo dentro de seu coração é contradição, confinamento e recusa. Você é muito difícil!” (‘Aqueles que não conseguem viver sempre diante de Deus são incrédulos’ em “Registros das falas de Cristo”). Deus enxerga mesmo nosso coração e mente. Isso expôs totalmente o meu estado. Eu estivera revelando o caráter satânico da arrogância. Quando meus pôsteres eram aprovados e elogiados por irmãos e irmãs, eu pensava que era por causa da minha própria habilidade e que ninguém mais estava à altura do meu conhecimento técnico e de design. Quando outras pessoas davam sugestões, eu me recusava a aceitá-las, achando que elas não entendiam. Mesmo quando várias pessoas davam a mesma sugestão, eu permanecia inflexível. Eu fingia aceitar o que diziam, mas na verdade, insistia em meu raciocínio. Eu só mudava o que me agradava e me recusava a mudar aquilo com que discordava. Inventei todo tipo de desculpa para discutir com as pessoas e até perdia o controle. Acabei oprimindo uma irmã desse jeito. Percebi que eu estava agindo além da razão. Era totalmente insensata! Eu era tão arrogante e hipócrita que não queria aceitar as sugestões de ninguém. Minha imagem teve que ser editada várias vezes, atrasando nosso trabalho, e, além disso, meu estado foi piorando cada vez mais. Sem encarar aqueles fracassos e contratempos, eu nunca teria vindo para diante de Deus para refletir e conhecer a mim mesma. Se eu não desse meia-volta, mas continuasse vivendo segundo meu caráter arrogante, os outros me rejeitariam e Deus sentiria repulsa por mim. Enchi-me de arrependimento e fiquei com um pouco de medo. Imediatamente, coloquei-me diante de Deus em oração, disposta a me arrepender.

Depois, eu me abri às irmãs na equipe sobre a corrupção que eu tinha revelado e lhes disse que estava disposta a aceitar sugestões e ser tratada. A partir de então, irmãos e irmãs me davam várias sugestões em meu dever e, no início, foi difícil aceitá-las. Mas quando eu me lembrava de meus fracassos recentes, eu orava e me deixava de lado. Pensava sobre o motivo de terem feito aquela sugestão, o que seria alcançado se eu a seguisse e onde estava o problema. Depois, eu o analisava com base em princípios. Com essa abordagem, foi mais fácil entender e aceitar as sugestões dos outros e minhas edições tiveram uma aceitação bem melhor. Também vi como era maravilhoso praticar a verdade. Mas meu caráter arrogante estava profundamente arraigado em mim, de modo que não consegui arrancá-lo com uma única experiência de fracasso.

Logo depois, voltei a afundar na arrogância. Uma vez, criei uma miniatura para os hinos da igreja. Pensei que, já que se tratava de irmãos e irmãs expressando louvor a Deus após experimentarem Sua obra, ela deveria transmitir uma sensação calorosa, bela e romântica. Refleti sobre alguma teoria de cores que eu tinha estudado, que dizia que o roxo representava essa sensação e tinha um significado digno e elegante. Achei que não poderia errar usando roxo como cor principal. Quando terminei, alguns irmãos e irmãs disseram que gostaram do meu raciocínio e que a cor era linda. Fiquei muito satisfeita comigo mesma e pensei: no fim das contas, tenho algum calibre e habilidade de design. Fiquei surpresa quando uma irmã iniciante em design me enviou uma sugestão, dizendo: “Os hinos da igreja são experiências e entendimentos reais de irmãos e irmãs. O uso da cor roxa é surreal demais e não combina com a atmosfera dos hinos. É um pouco cansativa para os olhos. Sugiro mudá-la. Li a sugestão dela, mas senti uma forte resistência interna. Pensei: “Já estudei tanto material de treinamento que diz que roxo transmite uma sensação calorosa. Além disso, existem muitos outros designs online que usam roxo desse jeito. Por que você diria que o roxo cansa os olhos? Sem contar que, você acabou de começar aqui e mal criou nada próprio, mas já está dando sugestões. Precisa conhecer os seus limites”. Mas não me senti bem refutando-a diretamente, assim, disse a ela que pediria a sugestão de outros irmãos e irmãs. Eu nunca pedi a opinião dos outros, e simplesmente ignorei a sugestão dela.

Alguns dias depois, outra irmã fez o mesmo comentário e disse que a cor que eu tinha usado era deprimente. Ela sugeriu que eu a mudasse. Naquele momento, a líder de equipe me lembrou a não ser teimosa e que eu deveria fazer mudanças para que fossem analisadas. Àquela altura, não ousei insistir em minha opinião, então tentei fazer algumas mudanças. Mas eu não estava disposta a abandonar o design roxo. Pensei: “Meu design com essa cor não pode ser tão ruim. Alguns outros gostaram, por que, então, devo mudá-la?” Mas tive dificuldades de fazer as mudanças quando pensei desse jeito. Após algumas tentativas, o resultado não era bom. Então uma falha apareceu na imagem, e gastei horas tentando consertá-la, mas não consegui. Fiquei frustrada e sem saber o que fazer e até quis desistir. Pensei em como tinha gastado um mês com aquela imagem, editando-a seis vezes, e os outros tinham dado tantas sugestões. Eu ainda não tinha terminado e estava atrasando nosso trabalho. Eu estava muito aborrecida. Lembrei-me de como tinha obstruído nosso trabalho antes por ser arrogante e não conseguir aceitar outras opiniões. Agora, eu estava sendo arrogante de novo e rejeitando as sugestões dos outros. Não era o mesmo problema de sempre? Rapidamente, coloquei-me diante de Deus, dizendo: “Ó, Deus, meu caráter arrogante é muito sério. Não consigo me submeter nessa situação. Por favor, ilumina-me e guia-me para que eu possa entender Tua vontade, conhecer a mim mesma e sair desse estado”.

Mais tarde, li esta passagem das palavras de Deus: “A arrogância é a raiz do caráter corrupto do homem. Quanto mais arrogantes, mais sujeitas as pessoas ficam a resistir a Deus. O quanto esse problema é sério? Pessoas arrogantes menosprezam todas as outras. O pior de tudo é que consideram até Deus inferior a elas. Embora as pessoas pareçam crer em Deus e segui-Lo, elas não O tratam como Deus. Sempre sentem que possuem a verdade e pensam que elas são tudo no mundo. Essa é a essência e a raiz do caráter arrogante, e ele vem de Satanás. Portanto, o problema da arrogância precisa ser resolvido. Menosprezar os outros é uma trivialidade. A questão crítica é que o caráter arrogante de uma pessoa a impede de obedecer a Deus, ao Seu governo e aos Seus arranjos; tal pessoa sempre compete com Deus pelo poder sobre os outros. Esse tipo de pessoa não reverencia a Deus nem um pouco, sem falar de amar a Deus ou submeter-se a Ele. Pessoas que são arrogantes e convencidas, sobretudo aquelas que são tão arrogantes que perderam o senso, não podem se submeter a Deus em sua crença Nele, nem exaltar e dar testemunho por si mesmas. Tais pessoas resistem o máximo a Deus. Se desejam chegar aonde reverenciam a Deus, então primeiro as pessoas precisam resolver seu caráter arrogante. Quanto mais completamente resolver seu caráter arrogante, mais reverência você terá por Deus, e só então poderá se submeter a Ele e ser capaz de obter a verdade e conhecê-Lo” (A comunhão de Deus). Isso me ajudou a entender que a arrogância é a raiz de resistir a Deus. Controlada pelo meu caráter arrogante, eu achava que estava sempre certa, como se meus pontos de vista fossem a verdade e tivessem autoridade. Eu não tinha nenhum desejo de buscar a verdade e de me submeter a Deus. Eu simplesmente não aceitava a sugestão de ninguém. Especialmente quando alguém que não tinha habilidade técnica ou não entendia certo aspecto técnico dava uma sugestão, eu resistia bastante. Fingia aceitá-la, mas, na verdade, eu não a levava a sério. Deus me lembrou múltiplas vezes por meio de outros a abandonar minha vontade, a me concentrar no que beneficia a casa de Deus, a buscar, a tentar e a criar a melhor versão. Mas eu era incrivelmente teimosa e presunçosa. Eu via minhas ideias e minha experiência como a verdade e batia o pé quando as sugestões dos outros não me agradavam. Isso interrompeu o trabalho da casa de Deus. Então, finalmente, comecei a entender estas palavras de Deus: “Pessoas arrogantes menosprezam todas as outras. O pior de tudo é que consideram até Deus inferior a elas”. “Quanto mais arrogantes, mais sujeitas as pessoas ficam a resistir a Deus”. Elas me convenceram totalmente. Também fiquei com um pouco de medo. Elas me lembravam dos anticristos na igreja. Eles eram realmente arrogantes e ditatoriais e nunca ouviam as sugestões dos outros. Eles até atacavam e excluíam pessoas que faziam comentários e interrompiam o trabalho da casa de Deus e ofendiam o Seu caráter. Todos eles eram eliminados por Deus. Eu não tinha cometido o mal que os anticristos cometiam, mas o caráter que eu revelava não era igual ao deles? Foi então que percebi quão sérias seriam as consequências se minha arrogância não fosse resolvida. Coloquei-me diante de Deus imediatamente, disposta a me arrepender.

Depois, li esta passagem das palavras de Deus: “Analisando a questão agora, é difícil cumprir adequadamente o dever? De fato, não é; as pessoas só devem ser capazes de adotar uma postura de humildade, possuir um pouco de bom senso e adotar uma posição apropriada. Não importa o quanto você pense ser educado, que prêmios ganhou ou quanto alcançou, tampouco importa o quanto você acredita que seu calibre e sua posição sejam bons, você deve começar deixando de lado todas essas coisas, porque elas não servem para nada. Na casa de Deus, não importa o quanto essas coisas sejam grandes e boas, elas não podem ser maiores que a verdade; elas não são a verdade e não podem tomar o seu lugar. É por isso que Eu digo que você deve ter essa coisa chamada bom senso. Se você disser: ‘Sou muito talentoso, tenho uma mente muito perspicaz, tenho reflexos rápidos, sou um aprendiz rápido e tenho uma memória extremamente boa’ e sempre usar essas coisas como exemplo, então isso causará problemas. Se você vir essas coisas como a verdade ou como superiores à verdade, será difícil para você aceitar a verdade e colocá-la em prática. Pessoas soberbas e arrogantes, que sempre agem de forma superior, têm mais dificuldade de aceitar a verdade e são mais propensas a cair. Se alguém conseguir resolver a questão da arrogância, ele terá mais facilidade em colocar a verdade em prática. Assim, você deve primeiro rejeitar e negar as coisas que, na superfície, parecem ser agradáveis e elevadas e que provocam a inveja dos outros. Essas coisas não são a verdade; ao contrário, elas podem impedir você de entrar na verdade” (‘Qual o desempenho adequado do dever?’ em “Registros das falas de Cristo”). Então entendi que deveria abandonar e negar a mim mesma para resolver meu caráter arrogante. Habilidades, capacidades, experiência e dons humanos não são a verdade, não importa quão maravilhosos sejam. São apenas ferramentas que nos ajudam a cumprir nosso dever. Não deveríamos tentar lucrar com elas. Buscar a verdade, fazer as coisas segundo princípios, trabalhar bem com os outros e aprender com os outros é que é essencial. É a única maneira de cumprir bem o nosso dever. Então analisei alguns dos melhores pôsteres que eu tinha criado e descobri que havia problemas óbvios com o conceito, o sombreamento, a coloração e a composição nas minhas imagens originais. Mas após editá-las com base nos comentários dos irmãos e irmãs, elas ficaram bem melhores e algumas tinham passado por uma transformação total. Fiquei envergonhada ao ver isso. Pensava que tinha algum sucesso em meu trabalho e que tinha recebido elogios dos outros porque tinha melhores habilidades técnicas e mais experiência do que eles. Tirei vantagem disso, recusando-me a ouvir os outros. Mas a realidade era que meus projetos só haviam tido êxito porque eu tinha seguido os princípios da verdade e aceitado as sugestões dos outros. Haviam sido feitos com a orientação e a iluminação de Deus e por meio do trabalho harmonioso com irmãos e irmãs. Quando confiei apenas em minhas habilidades técnicas, sem buscar os princípios da verdade ou aceitar os comentários dos outros, minhas imagens não ficaram boas, e isso realmente prejudicou o trabalho da igreja. Fiquei muito envergonhada quando me lembrei de como eu tinha sido arrogante e hipócrita em minha abordagem. Evidentemente, eu não era nada especial. Eu só entendia a ponta do iceberg em design e estava longe de ser uma profissional de verdade. Mesmo assim, eu era arrogante e autoconfiante. Eu tinha sido insolente. Quando percebi isso, fiz uma oração e abandonei minhas opiniões. Acatei os comentários dos outros e refleti muito sobre como processar as imagens para obter melhorias. O problema principal foi resolvido, e também encontrei uma cor melhor. Processei a imagem rapidamente, e os irmãos e as irmãs disseram que estava bem melhor após as mudanças. Fiquei envergonhada de ver aquilo. Tínhamos feito múltiplas revisões daquela imagem só por causa da minha arrogância, desperdiçando um tempo precioso e perturbando os outros. Isso interrompeu seriamente o trabalho da casa de Deus. Minhas habilidades estagnaram e minha entrada na vida sofreu um contratempo. Vi que viver segundo meu caráter arrogante só tinha causado danos. Eu estava muito arrependida e resolvi em silêncio: “Não importa qual seja o comentário, aprenderei a deixar a mim mesma de lado, buscar a verdade e colocar os interesses da casa de Deus em primeiro lugar. Não posso continuar vivendo em arrogância”.

Recentemente, criei uma miniatura para um vídeo da leitura das palavras de Deus, e quando mostrei meu primeiro esboço aos irmãos e irmãs, eles disseram que a imagem do planeta estava grande demais e o posicionamento no centro parecia forçado, de modo que o campo de visão estava fechado demais. Eles me enviaram algumas imagens como referência para me ajudar a fazer as mudanças. Pensei: “O planeta precisa ser tão grande para ter o efeito desejado, e vocês não têm experiência profissional em design gráfico nem treinamento prático. Sou mais hábil nessa área. Não há nada de bom que eu possa tirar de seus comentários”. Dei uma olhada por cima nos comentários e quis editar a imagem com base em meu próprio raciocínio. Naquele momento, percebi que eu estava exibindo novamente a minha arrogância, que eu não tinha contemplado os comentários com alma nem o resultado final. Eu estava julgando cegamente, e isso era contrário à vontade de Deus. No mesmo instante, fiz uma oração, pedindo que Deus aquietasse meu coração para que eu pudesse praticar a verdade e renunciar à carne. Li estas palavras de Deus depois disso: “Primeiro, precisa ter uma atitude de humildade, deixar de lado o que acredita ser certo e permitir que todos tenham comunhão. Mesmo que acredite que seu caminho esteja correto, você não deveria continuar insistindo nele. Isso, antes de tudo, é uma espécie de avanço; mostra uma atitude de buscar a verdade, de negar-se e de satisfazer a vontade de Deus. Uma vez que tenha essa atitude, ao mesmo tempo em que não se atém à sua opinião, você ora. Como não distingue o certo do errado, você permite que Deus lhe revele e diga que coisa é a melhor e mais adequada a fazer. Quando todos se unem em comunhão, o Espírito Santo traz todo o esclarecimento. Deus ilumina as pessoas de acordo com um processo, que, às vezes, simplesmente avalia a sua atitude. Se sua atitude for de autoafirmação rígida, Deus ocultará Sua face de você e Se fechará para você; Ele o exporá e garantirá que você fique em um beco sem saída. Se, por outro lado, sua atitude for correta, se não for insistente no próprio jeito, nem hipócrita, nem arbitrária e precipitada, mas uma atitude de busca e aceitação da verdade, então, quando você se comunicar com o grupo e o Espírito Se puser a operar entre vocês, talvez Ele o leve ao entendimento por meio das palavras de alguém” (A comunhão de Deus). Então entendi que quando me deparava com ideias diferentes de outros em meu dever, isso era algo que Deus permitia. Deus vigia cada ato e pensamento nosso, por isso, eu deveria praticar a verdade e aceitar o escrutínio de Deus. Eu não podia ver apenas a aparência das coisas e julgar o profissionalismo dos outros. Mesmo que eu fosse mais instruída, independentemente de quão sensata eu achasse a minha ideia, eu deveria descer do meu pedestal, abandonar minhas imaginações, buscar os princípios da verdade e fazer o que fosse mais eficaz. Mesmo que no fim eu estivesse certa, pelo menos eu teria buscado e praticado a verdade. Isso é inestimável. Deus detestava meus caracteres satânicos, que são inimigos Dele. Demonstrar minha arrogância era pior do que cometer um erro. Refleti sobre como minha arrogância tinha interrompido o trabalho da casa de Deus e senti que não podia mais ser tão teimosa. Deveria abordar as sugestões de revisão com calma e buscar melhorar a imagem. Depois disso, levei a sério as sugestões dos outros e descobri que uma das imagens de referência era realmente estilosa e que eu poderia aprender com ela. Eu a discuti com os outros membros da equipe, e todos concordaram com as mudanças sugeridas. Refiz o esboço e alguns outros aspectos, e tudo foi feito rapidamente. Senti que tudo isso tinha sido alcançado por meio da iluminação e orientação de Deus. Recebi algumas outras sugestões e lidei com elas corretamente, não fui mais tão resistente. Fiquei feliz em mudá-la tantas vezes quanto fosse necessário para dar testemunho de Deus. Após algumas revisões, todos disseram que estava ótima e que não tinham outras sugestões. Vi como era maravilhoso cumprir meu dever dessa forma.

Após ser disciplinada e exposta e lendo as palavras de Deus, finalmente entendi e odiei meu caráter satânico arrogante, e vi como era essencial buscar e aceitar a verdade em tudo. Não sou mais tão arrogante quanto costumava ser e consigo aceitar as sugestões dos outros. Mudei dessa forma inteiramente graças ao julgamento, castigo e disciplina de Deus.

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