Conhecendo a obra de Deus 1

Palavras diárias de Deus Trecho 141

Conhecer a obra de Deus nestes tempos é, em sua maior parte, conhecer qual é o principal ministério de Deus encarnado nos últimos dias e o que Ele veio fazer na terra. Mencionei anteriormente em Minhas palavras que Deus veio à terra (durante os últimos dias) para estabelecer um exemplo antes de partir. Como Deus estabelece esse exemplo? Ele o faz proferindo palavras, operando e falando por toda a terra. Essa é a obra de Deus nos últimos dias; Ele apenas fala para que a terra se torne um mundo de palavras, para que cada pessoa seja suprida e esclarecida pelas Suas palavras, e para que o espírito do homem seja despertado e ele ganhe clareza sobre as visões. Durante os últimos dias, Deus encarnado chegou à terra principalmente para proferir palavras. Quando Jesus veio, Ele difundiu o evangelho do reino dos céus e realizou a obra de redenção da crucificação. Ele encerrou a Era da Lei e aboliu tudo que era velho. A chegada de Jesus concluiu a Era da Lei e inaugurou a Era da Graça. A chegada de Deus encarnado dos últimos dias encerrou a Era da Graça. Ele veio principalmente para proferir Suas palavras, para usar palavras para aperfeiçoar, iluminar e esclarecer o homem e remover o lugar do Deus vago dentro do coração do homem. Esta não é a etapa da obra que Jesus realizou quando Ele veio. Quando Jesus veio, Ele realizou muitos milagres, curou enfermos e expulsou demônios e realizou a obra de redenção da crucificação. Como consequência, em suas noções, as pessoas acreditam que é assim que Deus deveria ser. Pois, quando Jesus veio, Ele não realizou a obra de remover a imagem do Deus vago do coração do homem; quando Ele veio, Ele foi crucificado, curou os doentes e expulsou demônios e difundiu o evangelho do reino dos céus. Em um aspecto, a encarnação de Deus nos últimos dias remove o lugar ocupado pelo Deus vago nas noções do homem, de modo que não existe mais a imagem do Deus vago no coração do homem. Por meio de Suas palavras reais e de Sua obra real, Seu movimento por todas as terras e a obra excepcionalmente real e normal que Ele realiza entre os homens, Ele faz com que o homem conheça a realidade de Deus e remove o lugar do Deus vago no coração do homem. Em outro aspecto, Deus usa as palavras ditas por Sua carne para completar o homem e realizar todas as coisas. Essa é a obra que Deus realizará nos últimos dias.

O que vocês devem saber:

1. A obra de Deus não é sobrenatural e vocês não devem abrigar noções sobre isso.

2. Vocês devem entender a obra principal que Deus encarnado veio realizar desta vez.

Ele não veio curar os doentes, nem expulsar demônios, nem realizar milagres e também não veio difundir o evangelho do arrependimento ou conceder redenção ao homem. Isso porque Jesus já realizou essa obra, e Deus não repete a mesma obra. Hoje, Deus veio para encerrar a Era da Graça e banir todas as práticas da Era da Graça. O Deus prático veio principalmente para mostrar que Ele é real. Quando Jesus veio, Ele proferiu poucas palavras; Ele principalmente exibiu milagres, realizou sinais e maravilhas, curou os doentes e expulsou demônios ou então falou de profecias para convencer as pessoas e fazer com que elas vissem que Ele realmente era Deus e era um Deus desapaixonado. Em última análise, Ele completou a obra da crucificação. O Deus de hoje não mostra sinais e maravilhas, nem cura os doentes, nem expulsa demônios. Quando Jesus veio, a obra que Ele realizou representou uma parte de Deus, mas desta vez Deus veio para realizar o estágio da obra que é devida, pois Deus não repete a mesma obra; Ele é o Deus que é sempre novo e nunca velho, assim tudo o que você vê hoje são as palavras e a obra do Deus prático.

Extraído de ‘Conhecer a obra de Deus hoje’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 142

Deus encarnado dos últimos dias veio principalmente para proferir Suas palavras, para explicar tudo o que é necessário para a vida do homem, para apontar aquilo em que o homem deve entrar, para mostrar ao homem as ações de Deus e para mostrar ao homem a sabedoria, a onipotência e a maravilha de Deus. Por meio das várias formas pelas quais Deus fala, o homem vê a supremacia de Deus, a Sua magnitude e, além disso, a humildade e a ocultabilidade de Deus. O homem vê que Deus é supremo, mas que Ele é humilde e oculto e que pode Se tornar o menor de todos. Algumas de Suas palavras são faladas diretamente da perspectiva do Espírito; algumas, diretamente da perspectiva do homem; e algumas, a partir da perspectiva da terceira pessoa. Nisso, pode-se ver que a forma da obra de Deus varia muito, e é por meio das palavras que Ele permite que o homem a veja. A obra de Deus durante os últimos dias é tanto normal quanto real e, assim, o grupo de pessoas nos últimos dias é submetido à maior de todas as provações. Por causa da normalidade e da realidade de Deus, todas as pessoas entraram nessas provações; que o homem tenha descido às provações de Deus é por causa da normalidade e da realidade de Deus. Durante a era de Jesus, não houve noções nem provações. Porque a maior parte da obra realizada por Jesus estava de acordo com as noções do homem, as pessoas O seguiam e não tinham noções sobre Ele. As provações de hoje são as maiores jamais enfrentadas pelo homem e, quando se diz que essas pessoas saíram da grande tribulação, esta é a tribulação a que se refere. Hoje, Deus fala para criar fé, amor, aceitação de sofrimento e obediência nessas pessoas. As palavras faladas por Deus encarnado dos últimos dias são ditas de acordo com a natureza-essência do homem, com o comportamento do homem e com aquilo em que o homem deveria entrar hoje. Suas palavras são tanto reais como normais: Ele não fala do amanhã nem olha para ontem; Ele fala apenas daquilo em que se deveria entrar, que deveria ser posto em prática e compreendido hoje. Se, durante o dia de hoje, surgir uma pessoa que seja capaz de mostrar sinais e maravilhas, expulsar demônios, curar os doentes e realizar muitos milagres e, se essa pessoa afirmar que ela é Jesus que veio, então isso seria uma fraude produzida pelos espíritos malignos que imita Jesus. Lembre-se disso! Deus não repete a mesma obra. O estágio da obra de Jesus já foi concluída, e Deus nunca mais realizará aquele estágio da obra. A obra de Deus é irreconciliável com as noções do homem; por exemplo, o Antigo Testamento predisse a vinda de um Messias, e o resultado dessa profecia foi a vinda de Jesus. Isso já tendo acontecido, seria errado se outro Messias viesse novamente. Jesus já veio uma vez, e seria errado se Jesus viesse novamente desta vez. Existe um nome para cada era, e cada nome contém a caracterização daquela era. Nas noções do homem, Deus deve sempre mostrar sinais e maravilhas, deve sempre curar os doentes e expulsar demônios e deve ser sempre ser igual a Jesus. Mas desta vez, Deus não é nada assim. Se, durante os últimos dias, Deus ainda mostrasse sinais e maravilhas e ainda expulsasse demônios e curasse os doentes — se Ele fizesse exatamente o mesmo que Jesus — então Deus estaria repetindo a mesma obra, e a obra de Jesus não teria significado nem valor. Assim, Deus realiza um estágio de obra em cada era. Uma vez que cada estágio de Sua obra foi concluída, logo ele é imitado por espíritos malignos e, depois que Satanás começa a seguir os passos de Deus, Deus adota um método diferente. Uma vez que Deus completou um estágio de Sua obra, ele é imitado por espíritos malignos. Isso deve estar claro para vocês. Por que a obra de Deus hoje é diferente da obra de Jesus? Por que Deus hoje não mostra sinais e maravilhas, não expulsa demônios e não cura os doentes? Se a obra de Jesus fosse a mesma que a obra realizada durante a Era da Lei, poderia Ele ter representado o Deus da Era da Graça? Ele poderia ter completado a obra da crucificação? Se, como na Era da Lei, Jesus tivesse entrado no templo e guardado o sábado, Ele não teria sido perseguido por ninguém e teria sido abraçado por todos. Se fosse assim, Ele poderia ter sido crucificado? Ele poderia ter completado a obra de redenção? Qual seria o sentido se Deus encarnado dos últimos dias mostrasse sinais e maravilhas como Jesus? Somente se Deus realizar outra parte da Sua obra nos últimos dias, a qual represente parte do Seu plano de gerenciamento, o homem poderá ganhar um conhecimento mais profundo de Deus e somente então o plano de gerenciamento de Deus poderá ser completado.

Extraído de ‘Conhecer a obra de Deus hoje’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 143

Nos últimos dias, Deus veio principalmente para proferir Suas palavras. Ele fala da perspectiva do Espírito, da perspectiva do homem e da perspectiva da terceira pessoa; Ele fala de maneiras diferentes, usando uma maneira para um período de tempo, e Ele usa o método de falar para mudar as noções do homem e remover a imagem do Deus vago do coração do homem. Essa é a principal obra realizada por Deus. Porque o homem acredita que Deus veio para curar os doentes, expulsar demônios, realizar milagres e conceder bênçãos materiais ao homem, Deus realiza este estágio da obra — a obra de castigo e julgamento — a fim de remover tais coisas das noções do homem, para que o homem possa conhecer a realidade e a normalidade de Deus e para que a imagem de Jesus possa ser removida de seu coração e substituída por uma nova imagem de Deus. Assim que a imagem de Deus dentro do homem envelhece, ela se torna um ídolo. Quando Jesus veio e realizou aquele estágio da obra, Ele não representou a totalidade de Deus. Ele realizou alguns sinais e maravilhas, falou algumas palavras e foi crucificado no final. Ele representou uma parte de Deus. Ele não podia representar tudo o que é de Deus, mas representou Deus ao fazer uma parte da obra de Deus. Isso é assim porque Deus é tão grande e tão maravilhoso e é insondável, e porque Deus apenas realiza uma parte de Sua obra em cada era. A obra realizada por Deus durante esta era é principalmente a provisão das palavras para a vida do homem; a exposição da natureza-essência e do caráter corrupto do homem; e a eliminação de noções religiosas, do pensamento feudal, do pensamento antiquado e do conhecimento e da cultura do homem. Todas essas coisas devem ser purificadas por meio da exposição através das palavras de Deus. Nos últimos dias, Deus utiliza palavras e não sinais e maravilhas para aperfeiçoar o homem. Ele usa Suas palavras para expor o homem, para julgá-lo, para castigá-lo e para aperfeiçoá-lo, a fim de que, nas palavras de Deus, o homem venha a ver a sabedoria e amabilidade de Deus e venha a entender o caráter de Deus, de modo que, por meio das palavras de Deus, o homem contemple os feitos de Deus. Durante a Era da Lei, Jeová conduziu Moisés para fora do Egito com Suas palavras e proferiu algumas palavras aos israelitas; naquela época, uma parte dos feitos de Deus foi esclarecida, mas porque o calibre do homem era limitado e nada poderia completar seu conhecimento, Deus continuou a falar e a operar. Na Era da Graça, o homem mais uma vez viu parte dos feitos de Deus. Jesus pôde mostrar sinais e maravilhas, curar os doentes e expulsar demônios e ser crucificado. Três dias depois disso, Ele ressuscitou e apareceu na carne diante do homem. De Deus, o homem não sabia mais do que isso. O homem sabe tanto quanto lhe é mostrado por Deus e, se Deus não mostrasse nada mais ao homem, então tal seria a extensão da delimitação do homem por Deus. Assim, Deus continua a operar, para que o conhecimento do homem sobre Ele possa se tornar mais profundo e para que o homem venha a conhecer gradualmente a substância de Deus. Nos últimos dias, Deus utiliza Suas palavras para aperfeiçoar o homem. Seu caráter corrupto é revelado pelas palavras de Deus, e suas noções religiosas são substituídas pela realidade de Deus. Deus encarnado dos últimos dias veio principalmente para cumprir as palavras “a Palavra torna-Se carne, a Palavra vem para a carne, e a Palavra aparece na carne”, e se vocês não têm completo conhecimento disso, então ainda não são capazes de ficar firmes. Durante os últimos dias, Deus pretende principalmente realizar um estágio de obra em que a Palavra aparece na carne, e essa é uma parte do plano de gerenciamento de Deus. Assim, o conhecimento de vocês deve ser claro; independentemente de como Deus opere, Deus não permite que o homem O delimite. Se Deus não realizasse essa obra durante os últimos dias, o conhecimento do homem sobre Ele não poderia ir mais longe. Você só saberia que Deus pode ser crucificado e pode destruir Sodoma, e que Jesus pode ser ressuscitado dentre os mortos e aparecer para Pedro… Mas você nunca diria que as palavras de Deus podem realizar tudo e conquistar o homem. Somente experimentando as palavras de Deus você pode falar de tal conhecimento, e quanto mais da obra de Deus você experimentar, mais completo se tornará o seu conhecimento sobre Ele. Só então você deixará de delimitar Deus dentro de suas próprias noções. O homem vem a conhecer Deus ao experimentar a Sua obra; não existe outra maneira correta de conhecer a Deus.

Extraído de ‘Conhecer a obra de Deus hoje’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 144

Hoje, deveria estar claro para todos vocês que, nos últimos dias, é especialmente o fato de que “a Palavra Se torna carne” que é realizada por Deus. Por meio de Sua obra real na terra, Ele faz com que o homem O conheça, se envolva com Ele e veja Seus feitos reais. Ele faz com que o homem veja claramente que Ele é capaz de exibir sinais e maravilhas e que também existem momentos em que Ele é incapaz de fazê-los; isso depende da era. Desse modo, você pode ver que Deus não é incapaz de mostrar sinais e maravilhas, mas, em vez disso, que Ele muda Seu modo de operar de acordo com Sua obra a ser feita e de acordo com a era. No estágio atual da obra, Ele não mostra sinais e maravilhas; o fato de Ele ter mostrado alguns sinais e maravilhas na era de Jesus foi porque Sua obra naquela era foi diferente. Deus não realiza aquela obra hoje, e algumas pessoas acreditam que Ele é incapaz de mostrar sinais e maravilhas ou então pensam que, se Ele não mostra sinais e maravilhas, Ele não é Deus. Isso não é uma falácia? Deus é capaz de mostrar sinais e maravilhas, mas Ele está operando em uma era diferente e, assim, Ele não realiza tal obra. Porque esta é uma era diferente e porque este é um estágio diferente da obra de Deus, os feitos elucidadas por Deus também são diferentes. A crença do homem em Deus não é a crença em sinais e maravilhas, nem a crença em milagres, mas a crença em Sua obra real durante a nova era. O homem vem a conhecer Deus por meio da maneira como Ele opera, e esse conhecimento produz no homem a crença em Deus, quer dizer, a crença na obra e nos feitos de Deus. Neste estágio da obra, Deus fala principalmente. Não espere ver sinais e maravilhas; você não verá nenhum! Pois você não nasceu durante a Era da Graça. Se tivesse nascido nela, poderia ter visto sinais e maravilhas, mas você nasceu nos últimos dias e, assim, pode ver apenas a realidade e a normalidade de Deus. Não espere ver o Jesus sobrenatural nos últimos dias. Você só pode ver o Deus prático encarnado, que não é diferente de qualquer ser humano normal. Em cada era, Deus elucida feitos diferentes. Em cada era, Ele elucida parte dos feitos de Deus, e a obra de cada era representa uma parte do caráter de Deus e uma parte dos feitos de Deus. Os feitos que Ele elucida variam com a era em que Ele opera, mas todas elas proporcionam ao homem um conhecimento de Deus que é mais profundo, uma crença em Deus que é mais realista e mais verdadeira. O homem acredita em Deus por causa de todos os feitos de Deus, porque Deus é tão maravilhoso, tão grandioso, porque Ele é todo-poderoso e insondável. Se você acredita em Deus porque Ele é capaz de realizar sinais e maravilhas e pode curar os doentes e expulsar demônios, sua visão é errada, e algumas pessoas lhe dirão: “Os espíritos malignos também não podem fazer essas coisas?” Isso não equivale a confundir a imagem de Deus com a de Satanás? Hoje, a crença do homem em Deus é por causa de Seus muitos feitos e da grande quantidade de obra que Ele faz e as muitas formas pelas quais Ele fala. Deus utiliza Suas declarações para conquistar o homem e aperfeiçoá-lo. O homem acredita em Deus por causa de Seus muitos feitos, não porque Ele é capaz de mostrar sinais e maravilhas; as pessoas só conhecem Deus testemunhando Seus feitos. Somente conhecendo os feitos reais de Deus, como Ele opera, que métodos sábios Ele utiliza, como Ele fala e como Ele aperfeiçoa o homem — apenas conhecendo esses aspectos — você pode compreender a realidade de Deus e entender o Seu caráter, saber do que Ele gosta, o que Ele detesta e como Ele opera no homem. Ao entender os gostos e desgostos de Deus, você pode diferenciar o que é positivo e o que é negativo e, por meio do seu conhecimento de Deus, existe progresso real em sua vida. Resumindo, você deve ganhar um conhecimento da obra de Deus e deve corrigir seu ponto de vista sobre a crença em Deus.

Extraído de ‘Conhecer a obra de Deus hoje’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 145

Independentemente de como busca, você deve, acima de tudo, entender a obra que Deus realiza hoje e deve conhecer o significado dessa obra. Você deve entender e saber qual obra Deus traz quando Ele vem nos últimos dias, que caráter Ele traz e o que será completado no homem. Se você não conhece nem compreende a obra que Ele veio fazer na carne, como pode entender Sua vontade e como pode se tornar íntimo Dele? Na verdade, ser íntimo de Deus não é complicado, mas tampouco é simples. Se as pessoas podem entender isso completamente e colocá-lo em prática, então isso se torna descomplicado; se as pessoas não conseguem entender isso completamente, então isso se torna muito mais difícil e, além disso, elas se tornam propensas a serem levadas para o vago por sua busca. Se, na busca de Deus, as pessoas não têm uma posição própria em que possam permanecer e não sabem a qual verdade elas devem se apegar, isso significa que elas não têm fundamento e assim torna-se difícil permanecerem firmes. Hoje, existem tantos que não entendem a verdade, que não conseguem distinguir entre o bem e o mal ou dizer o que devem amar ou odiar. Essas pessoas dificilmente podem permanecer firmes. Fundamental para a crença em Deus é ser capaz de colocar a verdade em prática, se importar com a vontade de Deus, conhecer a obra de Deus no homem quando Ele vem na carne e os princípios pelos quais Ele fala. Não siga as multidões. Você deve ter princípios nos quais deve entrar e aos quais deve se apegar. Apegar-se firmemente a essas coisas dentro de você que são ocasionadas pelo esclarecimento de Deus será uma ajuda para você. Se não fizer isso, hoje você se voltará para um lado, amanhã se voltará para outro e nunca ganhará nada real. Ser assim não é benéfico para sua própria vida. Aqueles que não entendem a verdade sempre seguem os outros: se as pessoas dizem que essa é a obra do Espírito Santo, você também diz que essa é a obra do Espírito Santo; se as pessoas dizem que é a obra de um espírito maligno, você também fica em dúvida ou também diz que essa é a obra de um espírito maligno. Você sempre repete as palavras dos outros e é incapaz de distinguir qualquer coisa por si mesmo, nem é capaz de pensar por si mesmo. Isso é alguém sem uma posição, alguém que é incapaz de diferenciar — tal pessoa é um miserável sem valor! Você sempre repete as palavras dos outros: hoje, dizem que essa é a obra do Espírito Santo, mas é provável que um dia alguém diga que não é a obra do Espírito Santo e que nada mais é do que os feitos do homem — mas você não pode discernir isso, e quando testemunha que isso é dito por outros, você diz a mesma coisa. Na verdade, é a obra do Espírito Santo, mas você diz que é a obra do homem; será que você não se tornou uma daquelas pessoas que blasfemam contra a obra do Espírito Santo? Dessa forma, você não se opôs a Deus porque não consegue diferenciar? Quem sabe, um dia talvez apareça algum tolo que diz que “essa é a obra de um espírito maligno” e, quando você ouvir essas palavras, você ficará perplexo e mais uma vez preso pelas palavras dos outros. Toda vez que alguém gera distúrbios, você é incapaz de manter sua posição, e tudo isso porque você não possui a verdade. Acreditar em Deus e buscar conhecer a de Deus não é uma questão simples. Essas coisas não podem ser alcançadas simplesmente reunindo-se e ouvindo uma pregação, e você não pode ser aperfeiçoado apenas pela paixão. Você deve experimentar, conhecer, ter princípios em suas ações e ganhar a obra do Espírito Santo. Quando você tiver passado por experiências, será capaz de diferenciar muitas coisas — você será capaz de distinguir entre o bem e o mal, entre justiça e maldade, entre o que é de carne e sangue e o que é da verdade. Você deve ser capaz de distinguir entre todas essas coisas e, ao fazê-lo, independentemente das circunstâncias, você nunca se perderá. Apenas essa é a sua verdadeira estatura.

Extraído de ‘Somente aqueles que conhecem Deus e Sua obra podem satisfazer Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 146

Conhecer a obra de Deus não é uma questão simples. Você deve ter padrões e um objetivo em sua busca, deve saber como buscar o verdadeiro caminho e como avaliar se esse é ou não o verdadeiro caminho e se é ou não a obra de Deus. Qual é o princípio mais básico na busca do caminho verdadeiro? Você deve ver se há ou não a obra do Espírito Santo nesse caminho, se essas palavras são ou não a expressão da verdade, quem está sendo testificado e o que isso pode lhe trazer. Distinguir entre o caminho verdadeiro e o caminho falso requer vários aspectos de conhecimento básico, e o mais fundamental é saber se a obra do Espírito Santo está ou não presente nisso. Pois a substância da crença das pessoas em Deus é a crença no Espírito de Deus e até a sua crença em Deus encarnado é porque essa carne é a encarnação do Espírito de Deus, o que significa que essa crença ainda é a crença no Espírito. Existem diferenças entre o Espírito e a carne, mas porque essa carne vem do Espírito e é a Palavra tornada carne, o que o homem crê é ainda a substância inerente de Deus. E assim, ao distinguir se é ou não o verdadeiro caminho, acima de tudo você deve ver se é ou não a obra do Espírito Santo e depois ver se existe verdade nesse caminho. Essa verdade é o caráter de vida da humanidade normal, isto é, o que era exigido do homem quando Deus o criou no início, ou seja, a humanidade normal em sua totalidade (incluindo o sentido humano, a percepção, a sabedoria e o conhecimento básico de ser homem). Isto é, você deve ver se esse caminho pode levar o homem a uma vida de humanidade normal, se a verdade da qual se fala é exigida ou não de acordo com a realidade da humanidade normal, se essa verdade é ou não prática e real, e se é ou não oportuna. Se existe verdade, ela é capaz de levar o homem a experiências normais e reais; as pessoas, além disso, se tornam cada vez mais normais, seu sentido humano se torna cada vez mais completo, sua vida na carne e a vida espiritual se tornam cada vez mais ordenadas, e suas emoções se tornam cada vez mais normais. Esse é o segundo princípio. Existe um outro princípio, que é se as pessoas têm ou não um conhecimento crescente de Deus, se experimentar ou não essa obra e verdade pode inspirar um amor a Deus nelas e aproximá-las ainda mais de Deus. Nisso se pode avaliar se esse caminho é ou não o caminho verdadeiro. O mais fundamental é se esse caminho é realista em vez de sobrenatural e se é ou não capaz de prover para a vida do homem. Se estiver em conformidade a esses princípios, pode-se concluir que esse caminho é o verdadeiro caminho. Eu não digo essas palavras para que vocês aceitem outros caminhos em suas experiências futuras, nem como uma previsão de que haverá a obra de uma nova era no futuro. Eu digo isso para que vocês estejam certos de que o caminho de hoje é o caminho verdadeiro, de modo que vocês não tenham apenas meias certezas em suas crenças em relação à obra de hoje nem sejam incapazes de ganhar percepção disso. Existem até mesmo muitos que, apesar de terem certeza, continuam confusos; essa certeza não tem nenhum princípio, e tais pessoas devem ser eliminadas mais cedo ou mais tarde. Mesmo aqueles que são especialmente ardentes em suas crenças, são três partes seguros e cinco partes inseguros, o que mostra que eles não têm fundamento. Visto que os calibres de vocês são muito pobres e seus alicerces são muito rasos, vocês não têm compreensão de diferenciação. Deus não repete Sua obra, Ele não realiza uma obra que não é realista, Ele não faz exigências excessivas ao homem e Ele não realiza obra que esteja além do sentido do homem. Toda a obra que Ele realiza está dentro do escopo do sentido normal do homem e não excede o sentido da humanidade normal, e Sua obra é realizada de acordo com os requisitos normais do homem. Se é a obra do Espírito Santo, o homem se torna cada vez mais normal, e sua humanidade se torna cada vez mais normal. As pessoas ganham um conhecimento cada vez maior de seu caráter satânico corrompido e da essência do homem, e elas também ganham um anseio cada vez maior pela verdade. Ou seja, a vida do homem cresce e cresce, e o caráter corrupto do homem se torna cada vez mais capaz de mudar — sendo que todas são o significado de Deus tornar-Se a vida do homem. Se um caminho é incapaz de revelar aquelas coisas que são a essência do homem, é incapaz de mudar o caráter do homem e, além disso, é incapaz de trazê-lo para diante de Deus ou de lhe dar uma verdadeira compreensão de Deus e até faz com que sua humanidade se torne cada vez mais baixa e seu sentido cada vez mais anormal, esse não deve ser o caminho verdadeiro e pode ser a obra de um espírito maligno ou o caminho antigo. Resumindo, não pode ser o trabalho atual do Espírito Santo. Vocês acreditaram em Deus durante todos esses anos, mas não têm ideia dos princípios para diferenciar entre o caminho verdadeiro e o caminho falso ou para buscar o caminho verdadeiro. A maioria das pessoas sequer está interessada nesses assuntos; elas simplesmente vão aonde a maioria vai e repetem o que a maioria diz. Como isso é alguém que busca o verdadeiro caminho? E como tal pessoa pode encontrar o verdadeiro caminho? Se vocês compreenderem esses vários princípios fundamentais, então, o que quer que aconteça, vocês não serão enganados. Hoje, é crucial que as pessoas sejam capazes de fazer distinções; isso é o que a humanidade normal deve possuir e o que as pessoas devem possuir em sua experiência. Se, mesmo hoje, as pessoas ainda não distinguem nada em seu processo de seguir e seu sentido humano ainda não cresceu, as pessoas são tolas demais, e sua busca é equivocada e desviada. Não há a menor diferenciação em sua busca hoje, e embora seja verdade que, como você diz, você encontrou o verdadeiro caminho, você o ganhou? Você conseguiu distinguir algo? Qual é a substância do caminho verdadeiro? No caminho verdadeiro, você não ganhou o caminho verdadeiro; você nada ganhou da verdade. Ou seja, você não alcançou o que Deus exige de você e, portanto, não houve mudanças na sua corrupção. Se continuar a buscar dessa forma, você será eliminado. Tendo seguido até hoje, você deve ter certeza de que o caminho que você tomou é o caminho certo e não deve ter mais dúvidas. Muitas pessoas são sempre incertas e param de buscar a verdade por causa de pequenas questões. Tais pessoas são aquelas que não têm conhecimento da obra de Deus; são aquelas que seguem Deus em confusão. As pessoas que não conhecem a obra de Deus são incapazes de ser íntimos Dele ou de dar testemunho Dele. Eu recomendo àqueles que só buscam bênçãos e só buscam o que é vago e abstrato, que busquem a verdade o mais rápido possível para que suas vidas possam ter significado. Não se enganem mais!

Extraído de ‘Somente aqueles que conhecem Deus e Sua obra podem satisfazer Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 147

A totalidade da obra conduzida ao longo dos seis mil anos mudou gradualmente com o passar das diferentes eras. As mudanças nessa obra ocorreram de acordo com as circunstâncias do mundo inteiro e nas tendências de desenvolvimento da humanidade como um todo; a obra de gestão apenas mudou gradualmente de acordo. Ela não foi planejada de todo no início da criação. Antes que o mundo fosse criado, ou logo depois disso, Jeová ainda não havia planejado o primeiro estágio da obra, o da lei; o segundo estágio da obra, o da graça; ou o terceiro estágio da obra, o da conquista, no qual Ele começaria primeiro com alguns dos descendentes de Moabe, e por meio disso conquistaria o universo inteiro. Ele não falou essas palavras depois de criar o mundo; Ele não falou essas palavras depois de Moabe, muito menos antes de Ló. Toda a Sua obra foi feita espontaneamente. Foi exatamente assim que toda a Sua obra de gestão de seis mil anos se desenvolveu; de modo algum Ele havia, antes de criar o mundo, escrito tal plano sob a forma de algo como o “Resumo Gráfico para o Desenvolvimento da Humanidade”. Na obra de Deus, Ele expressa diretamente o que Ele é; Ele não quebra Sua cabeça para formular um plano. É claro, muitos profetas proferiram muitas profecias, mas ainda não se pode dizer que a obra de Deus sempre foi de planejamento preciso; as profecias foram feitas de acordo com a obra atual de Deus. Toda a Sua obra é o trabalho mais atual. Ele realiza a Sua obra de acordo com o desenvolvimento de cada era, e a baseia em como as coisas mudam. Para Ele, conduzir a obra é como administrar remédios para tratar uma doença; enquanto faz a Sua obra, Ele observa e continua Sua obra de acordo com Suas observações. Em cada estágio da Sua obra, Ele é capaz de expressar Sua ampla sabedoria e capacidade; Ele revela Sua ampla sabedoria e ampla autoridade de acordo com a obra daquela era em particular, e permite que qualquer uma daquelas pessoas trazidas de volta por Ele durante aquelas eras vejam todo o Seu caráter. Ele supre as necessidades das pessoas e realiza a obra que deveria fazer de acordo com a obra que deve ser feita em cada era. Ele supre as necessidades das pessoas de acordo com o grau em que Satanás as corrompeu. Foi assim quando Jeová inicialmente criou Adão e Eva para permitir que eles manifestassem Deus sobre a terra e para ter testemunhas de Deus em meio à criação. Contudo, Eva pecou depois de ser tentada pela serpente, e Adão fez o mesmo; no jardim, ambos comeram o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal. Assim, Jeová teve uma obra adicional para realizar entre eles. Ele viu sua nudez e cobriu seus corpos com vestes feitas de peles de animais. Depois disso, disse a Adão: “Porquanto deste ouvidos à voz de tua mulher, e comeste da árvore de que te ordenei dizendo: Não comerás dela; maldita é a terra por tua causa […] até que tornes à terra, porque dela foste tomado; porquanto és pó, e ao pó tornarás”. Para a mulher, disse: “Multiplicarei grandemente a dor da tua conceição; em dor darás à luz filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará”. A partir de então, Ele os baniu do Jardim do Éden e os fez viver fora do jardim, como o homem moderno faz agora na terra. Quando Deus criou o homem, bem no começo, Ele não planejara deixar o homem ser tentado pela serpente após ser criado e, depois, amaldiçoar o homem e a serpente. Na verdade, Ele não tinha esse tipo de plano; foi simplesmente o desenvolvimento das coisas que deu a Ele uma nova obra para fazer em meio à Sua criação. Depois que Jeová realizou essa obra entre Adão e Eva na terra, a humanidade continuou a se desenvolver por vários milhares de anos, até que “Viu Jeová que era grande a maldade do homem na terra, e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era má continuamente. Então se arrependeu Jeová de haver feito o homem na terra, e isso Lhe pesou no coração. […] Noé, porém, achou graça nos olhos de Jeová”. Nessa época, Jeová teve mais obra nova, pois a humanidade que Ele criara tinha se tornado pecaminosa demais depois de ser tentada pela serpente. Dadas essas circunstâncias, Jeová selecionou a família de Noé dentre essas pessoas, poupou-a e realizou a Sua obra de destruir o mundo com um dilúvio. A humanidade continuou a se desenvolver dessa maneira até hoje, tornando-se cada vez mais corrupta, e quando o desenvolvimento da humanidade atingir seu pico, também será o fim dela. Desde os primórdios até o fim do mundo, a verdade interior da Sua obra sempre foi assim. É igual a como as pessoas serão classificadas de acordo com sua espécie; está longe de ser o caso de que toda e qualquer pessoa é predestinada bem no começo a pertencer a certa categoria; em vez disso, todas são gradativamente categorizadas somente depois de passarem por um processo de desenvolvimento. No final, qualquer um que não possa ser salvo por completo será devolvido aos seus antepassados. Nenhuma das obras de Deus em meio à humanidade já estava preparada na criação do mundo; ao contrário, foi o desenvolvimento das coisas que permitiu que Deus realizasse Sua obra passo a passo de maneira mais realista e prática em meio à humanidade. Por exemplo, Deus Jeová não criou a serpente para tentar a mulher. Não era Seu plano específico, tampouco era algo que Ele tinha predestinado intencionalmente; pode-se dizer que foi inesperado. Assim, foi por causa disso que Jeová expulsou Adão e Eva do Jardim do Éden e prometeu nunca mais criar o homem. Mas as pessoas apenas descobrem a sabedoria de Deus sobre esse fundamento. É como eu disse antes: “Minha sabedoria é exercida com base nas intrigas de Satanás”. Não importa quanto a humanidade ficou corrupta nem como a serpente a tentou, Jeová ainda tinha Sua sabedoria; desse modo, Ele tem se empenhado em obra nova desde que criou o mundo, e nenhum dos passos dessa obra jamais se repetiu. Satanás tem, continuamente, executado intrigas, a humanidade tem sido corrompida continuamente por Satanás, e Deus Jeová também tem continuamente realizado a Sua sábia obra. Ele jamais falhou, e Ele nunca cessou Sua obra desde a criação do mundo até agora. Depois que a humanidade foi corrompida por Satanás, Ele trabalhou continuamente entre as pessoas para derrotar Seu inimigo, que era a fonte da corrupção. Essa batalha continuará do começo até o fim do mundo. Ao fazer toda essa obra, Ele não apenas permitiu que a humanidade, que foi corrompida por Satanás, recebesse Sua grande salvação, mas também permitiu que ela visse Sua sabedoria, onipotência e autoridade. Ademais, no final, Ele permitirá que a humanidade veja Seu justo caráter — punindo os maus e recompensando os bons. Ele tem lutado contra Satanás até hoje e nunca foi derrotado, porque Ele é um Deus sábio, e Sua sabedoria é exercida com base nas intrigas de Satanás. Portanto, Ele não apenas faz que tudo no céu se submeta à Sua autoridade, mas também faz com que tudo sobre a terra descanse sob o estrado dos Seus pés e, não por último, faz com que os ímpios, que invadem e perturbam a humanidade, caiam em Seu castigo. Todos os resultados da obra são ocasionados por causa da Sua sabedoria. Ele nunca havia revelado Sua sabedoria antes da existência da humanidade, porque não tinha inimigos no céu, na terra ou no universo inteiro, e não havia forças das trevas que invadissem qualquer coisa em meio à natureza. Depois que o arcanjo O traiu, Ele criou a humanidade sobre a terra, e foi por causa da humanidade que Ele iniciou formalmente Sua guerra de milênios com Satanás, o arcanjo — uma guerra que se torna mais acirrada a cada estágio sucessivo. Sua onipotência e sabedoria estão presentes em cada um desses estágios. Somente então tudo no céu e na terra testemunhou a sabedoria, a onipotência e, especialmente, a realidade de Deus. Ele ainda conduz Sua obra da mesma maneira realista até hoje; além disso, ao realizar Sua obra, Ele também revela Sua sabedoria e onipotência. Ele permite que vocês vejam a verdade interior de cada estágio da obra, que vejam exatamente como explicar a onipotência de Deus, e, ademais, que vejam uma explicação definitiva da realidade de Deus.

Extraído de ‘Você deveria saber como toda a humanidade se desenvolveu até hoje’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 148

A obra do Espírito Santo sempre é feita espontaneamente; em qualquer momento em que Ele planejar Sua obra, o Espírito Santo a executará. Por que Eu sempre digo que a obra do Espírito Santo é realista, e que é sempre nova, nunca velha, e sempre a mais recente? Sua obra não estava planejada quando o mundo foi criado; não foi isso que aconteceu, de modo algum! Cada passo da obra alcança seu efeito adequado para o seu tempo respectivo, e eles não interferem uns com os outros. Boa parte do tempo, planos que você tem em mente simplesmente não estão à altura da obra mais recente do Espírito Santo. Sua obra não é tão simples como o raciocínio das pessoas, nem é tão complexa quanto as imaginações das pessoas — ela consiste em suprir as pessoas em qualquer momento e em qualquer lugar de acordo com suas necessidades atuais. Ninguém é mais claro quanto à substância das pessoas do que Ele, e é precisamente por essa razão que nada pode se adequar às reais necessidades das pessoas tão bem como a Sua obra. Portanto, de uma perspectiva humana, Sua obra foi planejada com vários milênios de antecedência. Ao operar entre vocês agora, o tempo todo operando e falando ao observar os estados em que vocês estão, Ele tem as palavras exatas para dizer ao encontrar cada tipo de estado, e fala palavras que são precisamente aquilo de que as pessoas precisam. Pense no primeiro passo da Sua obra: o tempo do castigo. Depois deste, as pessoas exibiam certo comportamento, agiam com rebeldia de certas formas; vários estados positivos emergiam, bem como certos estados negativos. Elas alcançaram um ponto em sua negatividade, e mostravam os limites mais baixos aos quais cairiam. Deus conduziu Sua obra com base em todas essas coisas e, assim, as aproveitou para obter um resultado muito melhor para a Sua obra. Ou seja, Ele está simplesmente realizando Sua obra de provisão entre as pessoas de acordo com as condições atuais delas; Ele realiza cada passo da Sua obra de acordo com os estados reais das pessoas. Toda a criação está em Suas mãos; Ele poderia não conhecê-las? Deus realiza o próximo passo da obra que deveria ser feita, a qualquer hora e em qualquer lugar, de acordo com os estados das pessoas. De maneira alguma essa obra foi planejada com milhares de anos de antecedência; essa é uma noção humana! Ele opera enquanto observa os efeitos da Sua obra, e Sua obra se aprofunda e se desenvolve continuamente; ao observar os resultados da Sua obra, Ele realiza o próximo passo da Sua obra. Ele usa muitas coisas para fazer uma transição gradual e para tornar Sua nova obra visível para as pessoas ao longo do tempo. Esse tipo de obra é capaz de suprir as necessidades das pessoas, pois Deus conhece as pessoas bem demais. É assim que Ele realiza a Sua obra do céu. Semelhantemente, o Deus encarnado faz a Sua obra da mesma forma, planejando de acordo com a realidade e operando em meio à humanidade. Nada da Sua obra foi planejado antes que o mundo fosse criado, nem foi meticulosamente planejado de antemão. Dois mil anos após o mundo ser criado, Jeová viu que a humanidade havia se tornado tão corrupta que usou a boca do profeta Isaías para profetizar que, após o fim da Era da Lei, Ele realizaria a Sua obra de redenção da humanidade na Era da Graça. Esse era o plano de Jeová, é claro, mas esse plano também foi feito de acordo com as circunstâncias que Ele observou na época; Ele certamente não pensou nisso imediatamente após criar Adão. Isaías apenas profetizou, mas Jeová não tinha feito preparativos antecipados para essa obra durante a Era da Lei; em vez disso, Ele Se dedicou a essa obra no início da Era da Graça, quando o mensageiro apareceu no sonho de José e o iluminou, dizendo-lhe que Deus Se tornaria carne, e somente então começou Sua obra de encarnação. Deus não Se preparou, como as pessoas imaginam, para Sua obra de encarnação depois de criar o mundo; isso só foi decidido de acordo com o grau de desenvolvimento da humanidade e o status da Sua guerra contra Satanás.

Extraído de ‘Você deveria saber como toda a humanidade se desenvolveu até hoje’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 149

Quando Deus se torna carne, Seu Espírito desce sobre um homem; em outras palavras, o Espírito de Deus veste um corpo físico. Ele faz a Sua obra na terra não para trazer Consigo certas etapas limitadas; Sua obra é absolutamente ilimitada. A obra que o Espírito Santo opera na carne ainda é determinada pelos resultados da Sua obra, e Ele usa tais coisas para determinar o período de tempo em que fará a obra enquanto estiver na carne. O Espírito Santo revela diretamente cada passo da Sua obra; Ele examina a Sua obra enquanto prossegue; não é nada tão sobrenatural a ponto de estender os limites da imaginação humana. É como a obra de Jeová na criação dos céus, da terra e de todas as coisas; Ele planejou e trabalhou simultaneamente. Ele separou a luz das trevas, e a manhã e a noite vieram a existir — isso levou um dia. No segundo dia, Ele criou o céu, que também levou um dia, e então criou a terra, os mares e as coisas que os povoavam, também levando outro dia. Isso continuou até o sexto dia, quando Deus criou o homem e permitiu que ele administrasse todas as coisas na terra. Então, no sétimo dia, quando tinha acabado de criar todas as coisas, Ele descansou. Deus abençoou o sétimo dia e o designou como um dia santo. Ele decidiu sobre esse dia santo após ter criado todas as coisas, não antes de criá-las. Essa obra também foi realizada espontaneamente; antes de criar todas as coisas, Ele não decidiu criar o mundo em seis dias e descansar no sétimo; os fatos não são assim de modo algum. Ele não disse isso, nem planejou isso. De maneira alguma Ele disse que a criação de todas as coisas estaria completa no sexto dia e que Ele descansaria no sétimo; em vez disso, Ele criou de acordo com o que parecia bom para Ele na época. Quando terminou de criar tudo, já era o sexto dia. Se fosse o quinto dia quando Ele terminou de criar tudo, Ele teria designado o sexto dia como um dia santo. No entanto, Ele acabou de criar tudo no sexto dia, e assim o sétimo dia se tornou um dia santo, o que tem sido passado adiante até hoje. Portanto, Sua obra atual é realizada da mesma maneira. Ele fala e supre as necessidades de vocês de acordo com as condições de vocês. Isto é, o Espírito fala e opera de acordo com as circunstâncias das pessoas; o Espírito vigia tudo e opera em qualquer hora e lugar. Aquilo que Eu faço, digo, coloco sobre vocês e concedo a vocês é, sem exceção, o que vocês precisam. Assim, nada da Minha obra é separado da realidade; é tudo real, pois todos vocês sabem que “o Espírito de Deus vigia tudo”. Se tudo isso tivesse sido resolvido de antemão, não seria tudo claro e decidido demais? Você acha que Deus operou seis milênios inteiros e então predestinou a humanidade a ser rebelde, resistente, desonesta e enganosa, a possuir a corrupção da carne, o caráter satânico corrupto, a concupiscência dos olhos e suas indulgências. Nada dsso foi predestinado por Deus, mas, em vez disso, tudo ocorreu como resultado da corrupção de Satanás. Alguns dirão: “Satanás também não estava ao alcance de Deus? Deus havia predestinado que Satanás corromperia o homem dessa maneira, e depois disso Ele realizaria a Sua obra entre os homens”. Será que Deus realmente predestinaria Satanás a corromper a humanidade? Ele é ávido demais por permitir que a humanidade tenha uma vida normal, então Ele realmente interferiria em sua vida? Se fosse assim, derrotar Satanás e salvar a humanidade não seria um esforço fútil? Como a rebeldia da humanidade poderia ser predestinada? Foi, de fato, algo que aconteceu devido à importunação de Satanás, então como pode ter sido predestinado por Deus? O Satanás nas mãos de Deus que vocês concebem é muito diferente do Satanás nas mãos de Deus de que eu falo. De acordo com as afirmações de vocês, de que “Deus é todo-poderoso e Satanás está em Suas mãos”, Satanás jamais poderia traí-lo. Você não disse que Deus é todo-poderoso? O conhecimento de vocês é abstrato demais e está fora de sintonia com a realidade; o homem não pode nunca sondar os pensamentos de Deus, nem pode jamais entender Sua sabedoria! Deus é todo-poderoso; isso não é falso de modo algum. O arcanjo traiu Deus porque, inicialmente, Deus lhe deu uma porção de autoridade. Naturalmente, isso foi um evento inesperado, como o de Eva sucumbindo à tentação da serpente. No entanto, não importa como Satanás realiza sua traição, ao contrário de Deus, ele não é todo-poderoso. Como vocês disseram, Satanás é poderoso; não importa o que ele faça, a autoridade de Deus sempre o derrota. Esse é o verdadeiro significado por trás do ditado: “Deus é todo-poderoso e Satanás está em Suas mãos”. Portanto, Sua guerra com Satanás deve ser realizada um passo por vez; além disso, Ele planeja Sua obra em resposta às artimanhas de Satanás — ou seja, de acordo com as eras, Ele salva as pessoas e revela a Sua sabedoria e onipotência. Da mesma forma, a obra dos últimos dias não foi predestinada desde cedo, antes da Era da Graça; predestinações não são feitas de maneira ordenada deste modo: primeiro, fazer com que o caráter externo do homem mude; segundo, sujeitar o homem ao Seu castigo e provações; terceiro, fazer com que o homem passe pela provação da morte; quarto, fazer com que o homem experimente o tempo de amar a Deus e de expressar a resolução de um ser criado; quinto, permitir que o homem veja a vontade de Deus e O conheça completamente, e, por fim, completar o homem. Ele não planejou todas essas coisas durante a Era da Graça; em vez disso, começou a planejá-las na era atual. Satanás está operando, como Deus também está. Satanás expressa seu caráter corrupto, enquanto Deus fala diretamente e revela algumas coisas substanciais. Essa é a obra que está sendo feita hoje, e esse mesmo tipo de princípio de operação foi usado há muito tempo, depois que o mundo foi criado.

Extraído de ‘Você deveria saber como toda a humanidade se desenvolveu até hoje’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 150

Primeiro, Deus criou Adão e Eva, e também criou uma serpente. De todas as coisas, a serpente era a mais venenosa; seu corpo continha veneno, que Satanás utilizou para dele tirar proveito. Foi a serpente que tentou Eva a pecar. Adão pecou depois de Eva, e os dois passaram a poder discernir o bem do mal. Se Jeová soubesse que a serpente tentaria Eva e que Eva tentaria Adão, por que colocou todos eles dentro de um jardim? Se Ele foi capaz de predizer essas coisas, por que criou uma serpente e a colocou dentro do Jardim do Éden? Por que o Jardim do Éden continha frutos da árvore do conhecimento do bem e do mal? Ele tinha a intenção de que eles comessem a fruta? Quando Jeová veio, nem Adão nem Eva se atreveram a confrontá-Lo, e foi somente nesse momento que Jeová soube que eles haviam comido o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal e que caíram como presa no embuste da serpente. No final, Ele amaldiçoou a serpente e amaldiçoou Adão e Eva, também. Quando os dois comeram do fruto da árvore, Jeová não estava de modo algum consciente de que eles o estavam fazendo. A humanidade se tornou corrupta a ponto de ser má e sexualmente promíscua, a ponto de as coisas que ela abrigava no coração serem todas más e injustas; era tudo imundície. Assim, Jeová lamentou-Se de ter criado a humanidade. Depois disso, Ele realizou Sua obra de destruir o mundo com um dilúvio, a que Noé e seus filhos sobreviveram. Algumas coisas não são, na realidade, tão avançadas e sobrenaturais quanto as pessoas imaginam. Alguns perguntam: “Visto que Deus sabia que o arcanjo O trairia, por que Ele o criou?”. Estes são os fatos: quando a terra ainda não existia, o arcanjo era o maior dos anjos do céu. Tinha jurisdição sobre todos os anjos no céu; essa era a autoridade que Deus lhe concedera. Com exceção de Deus, era o maior dos anjos do céu. Quando, mais tarde, Deus criou a humanidade, o arcanjo levou a cabo uma maior traição a Deus sobre a terra. Eu digo que ele traiu a Deus porque queria administrar a humanidade e ultrapassar a autoridade de Deus. Foi o arcanjo que tentou Eva a pecar, e agiu assim porque desejava estabelecer seu reino sobre a terra e fazer a humanidade trair a Deus para obedecer a ele. O arcanjo viu que havia muitas coisas que lhe obedeciam — os anjos lhe obedeciam, assim como as pessoas da terra. Os pássaros e os animais, as árvores, as florestas, as montanhas, os rios e todas as coisas sobre a terra estavam sob os cuidados do homem — isto é, de Adão e Eva — enquanto Adão e Eva obedeciam ao arcanjo. O arcanjo, portanto, desejava superar a autoridade de Deus e traí-Lo. Mais tarde, ele levou muitos anjos a traírem a Deus, que então se tornaram vários tipos de espíritos imundos. O desenvolvimento da humanidade, até hoje, não foi causado pela corrupção do arcanjo? A humanidade é apenas o que é hoje porque o arcanjo traiu a Deus e corrompeu a humanidade. Essa obra passo a passo está longe de ser tão abstrata e simples quanto as pessoas talvez imaginem. Satanás realizou sua traição por uma razão, mas as pessoas são incapazes de compreender um fato tão simples. Por que Deus criou os céus e a terra e todas as coisas e também criou Satanás? Visto que Deus despreza tanto Satanás, e Satanás é Seu inimigo, por que Ele criou Satanás? Ao criar Satanás, Ele não estava criando um inimigo? Deus, na verdade, não criou um inimigo; em vez disso, Ele criou um anjo e, mais tarde, o anjo O traiu. Seu status era tão grande que ele desejou trair a Deus. Pode-se dizer que isso foi uma coincidência, mas também foi uma tendência inevitável. É semelhante a como, inevitavelmente, alguém morrerá em certa idade; as coisas já se desenvolveram até esse estágio. Há algumas pessoas tolas e absurdas que dizem: “Como Satanás é o Teu inimigo, por que Tu o criaste? Tu não sabias que o arcanjo Te trairia? Tu não vês de eternidade a eternidade? Tu não conheces a natureza dele? Uma vez que Tu claramente sabias que ele Te trairia, por que Tu o fizeste um arcanjo? Não somente ele Te traiu, ele também levou muitos anjos consigo e desceu ao mundo dos mortais para corromper a humanidade; até hoje, Tu não conseguiste completar o Teu plano de gerenciamento de seis mil anos”. Essas palavras estão corretas? Quando você pensa assim, você não está se fazendo passar por mais problemas do que o necessário? Outros ainda dizem: “Se Satanás não tivesse corrompido a humanidade até os dias atuais, Deus não teria salvado a humanidade dessa maneira. Nesse caso, a sabedoria e a onipotência de Deus teriam sido invisíveis; onde Sua sabedoria se manifestaria? Deus criou, assim, uma raça humana para Satanás, para que ele pudesse, mais tarde, revelar Sua onipotência — caso contrário, como o homem descobriria a sabedoria de Deus? Se o homem não resistisse a Ele e agisse de modo rebelde contra Ele, seria desnecessário que Seus atos se manifestassem. Se toda a criação fosse adorá-Lo e obedecê-Lo, Ele não teria obra a fazer”. Isso é ainda mais distante da realidade das coisas, pois não há nada impuro com relação a Deus e, portanto, Ele não pode criar a impureza. Ele revela Seus atos, agora, apenas para derrotar Seu inimigo, para salvar a humanidade, que Ele criou para derrotar os demônios e Satanás, que O odeiam, O traem e resistem a Ele, que estavam sob Seu domínio e pertenciam a Ele bem no início. Deus quer derrotar esses demônios e, ao fazer isso, revelar Sua onipotência a todas as coisas. A humanidade e todas as coisas na terra estão, agora, sob o império de Satanás e sob o império dos ímpios. Deus quer revelar Seus atos a todas as coisas para que as pessoas possam conhecê-Lo e, assim, derrotar Satanás e vencer completamente Seus inimigos. A totalidade dessa obra é realizada por meio da revelação dos Seus atos. Todas as Suas criaturas estão sob o império de Satanás, por isso Ele deseja revelar Sua onipotência a elas, derrotando, com isso, Satanás. Se não houvesse Satanás, Ele não precisaria revelar Seus atos. Não fosse pela importunação de Satanás, Ele teria criado a humanidade e a teria levado a viver no Jardim do Éden. Por que Ele nunca revelou todos os Seus atos para os anjos ou para o arcanjo antes da traição de Satanás? Se os anjos e o arcanjo O conhecessem e também obedecessem a Ele, no princípio, então, Ele não teria realizado aqueles atos da obra sem sentido. Por causa da existência de Satanás e dos demônios, as pessoas resistem a Ele e estão cheias até a borda com um caráter rebelde, e por isso Deus deseja revelar Seus atos. Porque deseja guerrear com Satanás, Ele deve usar a própria autoridade para derrotar Satanás e deve usar todos os Seus atos para derrotar Satanás; dessa forma, Sua obra de salvação, que Ele realiza em meio à humanidade, permitirá que as pessoas vejam Sua sabedoria e onipotência. A obra que Deus faz hoje é significativa, e de modo algum se assemelha ao que algumas pessoas dizem: “A obra que Tu fazes não é contraditória? Essa sucessão da obra não é apenas um exercício para incomodar a Ti mesmo? Tu criaste Satanás, permitiste que ele Te traísse e resistisse a Ti. Tu criaste a humanidade e depois a entregou a Satanás, e permitiu que Adão e Eva fossem tentados. Já que Tu fizeste todas essas coisas intencionalmente, por que Tu detestas a humanidade? Por que Tu detestas Satanás? Essas coisas não são de Tua autoria? O que há ali para que Tu odeies?”. Muitas pessoas insensatas dirão isso. Elas desejam amar a Deus, mas no coração se queixam de Deus. Que contraditório! Você não entende a verdade, tem demasiadas ideias sobrenaturais e até afirma que Deus cometeu um erro — que insensato você é! É você quem está brincando com a verdade; não foi que Deus cometeu um erro! Algumas pessoas até se queixam repetidamente: “Foste Tu quem criou Satanás e quem lançou Satanás no mundo do homem e deu a humanidade a ele. Quando a humanidade possuía caráter satânico, Tu não a perdoavas; em vez disso, Tu a detestavas até certo ponto. A princípio, Tu amavas a humanidade até certo ponto, mas agora Tu a detestas. Foste Tu quem detestou a humanidade, entretanto foste Tu também quem amou a humanidade. O que exatamente está acontecendo aqui? Isso não é uma contradição?”. Apesar do modo com que vocês veem, foi isso que aconteceu no céu; o arcanjo traiu a Deus dessa maneira, a humanidade foi corrompida dessa maneira e continua até hoje dessa maneira. A despeito de como vocês o digam, essa é a história toda. No entanto, vocês devem entender que Deus faz a obra de hoje para salvar vocês e para derrotar Satanás.

Extraído de ‘Você deveria saber como toda a humanidade se desenvolveu até hoje’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 151

Deus usa a Sua gestão de pessoas para derrotar Satanás. Ao corromper as pessoas, Satanás põe fim ao destino delas e perturba a obra de Deus. Por outro lado, a obra de Deus é a salvação da humanidade. Qual etapa da obra de Deus não tem a intenção de salvar a humanidade? Qual etapa não pretende purificar as pessoas, fazê-las ter comportamento justo e viver sendo a imagem de pessoas que podem ser amadas? Satanás, no entanto, não faz isso. Ele corrompe a humanidade; ele realiza continuamente sua obra para corromper a humanidade em todo o universo. Claro, Deus também faz a Sua obra, ignorando Satanás. Não importa quanta autoridade Satanás tem, sua autoridade ainda foi dada por Deus; na verdade, Deus simplesmente não deu toda a Sua autoridade, e, portanto, não importa o que faça, ele não pode sobrepujar a Deus e está sempre ao alcance Dele. Deus não revelou nenhum dos Seus atos enquanto estava no céu. Ele simplesmente deu a Satanás uma pequena porção de autoridade para permitir que ele exercesse controle sobre os outros anjos. Portanto, não importa o que faça, ele não pode ultrapassar a autoridade de Deus, porque a autoridade que Deus originalmente lhe deu é limitada. Enquanto Deus opera, Satanás incomoda. Nos últimos dias, sua importunação terá fim; da mesma forma, a obra de Deus será terminada, e o tipo de pessoa que Deus deseja completar será completado. Deus conduz as pessoas de modo positivo; Sua vida é água viva, imensurável e sem limites. Satanás corrompeu o homem até certo grau; no final, a viva água da vida completará o homem, e será impossível para Satanás interferir e realizar a sua obra. Assim, Deus poderá ganhar essas pessoas completamente. Agora mesmo, Satanás ainda se recusa a aceitar o fato; ele continuamente se opõe a Deus, mas Deus não presta atenção. Deus disse: “Serei vitorioso sobre todas as forças das trevas de Satanás e sobre todas as influências das trevas”. Essa é a obra que deve ser feita agora na carne, e também é o significado da encarnação: ou seja, para completar o estágio da obra de derrotar Satanás nos últimos dias, para erradicar todas as coisas que pertencem a Satanás. A vitória de Deus sobre Satanás é uma tendência inevitável! Na verdade, Satanás já fracassou há muito tempo. Quando o evangelho começou a se espalhar pela terra do grande dragão vermelho — isto é, quando o Deus encarnado começou a operar e esta obra estava em andamento — Satanás foi totalmente derrotado, pois o propósito da encarnação era derrotar Satanás. Assim que Satanás viu que Deus havia novamente Se tornado carne e começado a executar Sua obra, que nenhuma força poderia parar, ele ficou perplexo quando viu essa obra e não se atreveu a fazer mais travessura alguma. A princípio, Satanás pensou que também possuía muita sabedoria e interrompeu e perturbou a obra de Deus; contudo, não esperava que Deus novamente Se tornaria carne, e que em Sua obra Deus usaria sua rebeldia para servir como revelação e julgamento para a humanidade, e assim conquistar a humanidade e derrotá-lo. Deus é mais sábio do que ele, e a Sua obra o ultrapassa em muito. Portanto, como afirmei anteriormente: “A obra que Eu faço é realizada em resposta às artimanhas de Satanás; no final, revelarei a Minha onipotência e a impotência de Satanás”. Deus fará Sua obra na linha de frente, enquanto Satanás ficará para trás, até que, no fim, será finalmente destruído — ele nem saberá o que o atingiu! Só perceberá a verdade uma vez que já tenha sido destroçado e esmagado, e, a essa altura, já terá sido incinerado no lago de fogo. Ele não será completamente convencido, então? Pois ele não terá mais planos para utilizar!

Extraído de ‘Você deveria saber como toda a humanidade se desenvolveu até hoje’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 152

A obra de Deus entre os homens é inseparável do homem, pois o homem é o objeto dessa obra e a única criatura feita por Deus que pode dar testemunho de Deus. A vida do homem e todas as atividades do homem são inseparáveis de Deus e são todas controladas pelas mãos de Deus, e pode-se até dizer que nenhuma pessoa é capaz de existir independentemente de Deus. Ninguém pode negar isso, pois é fato. Tudo o que Deus realiza é para o benefício da humanidade e se dirige contra os esquemas de Satanás. Tudo o que o homem necessita vem de Deus e Deus é a fonte da vida do homem. Assim, o homem é incapaz de se separar de Deus. Ademais, Deus nunca teve a intenção de Se separar do homem. A obra que Deus realiza é para o bem de toda a humanidade e Seus pensamentos são sempre bondosos. Para o homem, então, a obra e os pensamentos de Deus (isso é, a vontade de Deus) são “visões” que ele deve conhecer. Tais visões são também o gerenciamento de Deus e obra que o homem é incapaz de fazer. Por outro lado, as exigências que Deus faz ao homem durante Sua obra são chamadas de a “prática” do homem. As visões são a obra do Próprio Deus ou são Sua vontade para os homens, ou os objetivos e significado de Sua obra. As visões também podem ser consideradas parte do gerenciamento, pois essa gestão é a obra de Deus e é direcionada ao homem, o que significa que é a obra que Deus realiza entre os homens. Essa obra é a prova e a senda através das quais o homem vem a conhecer Deus, e é de extrema importância para o homem. Se, ao invés de dar atenção ao conhecimento da obra de Deus, as pessoas derem atenção apenas às doutrinas da crença em Deus, ou a detalhes insignificantes e sem importância, elas simplesmente não conhecerão Deus e, além disso, não serão segundo o coração de Deus. A obra de Deus que é extremamente útil para que o homem conheça Deus é chamada de visões. Essas visões são a obra de Deus, a vontade de Deus e os objetivos e o significado da obra de Deus; são todas benéficas para o homem. A prática diz respeito ao que deve ser feito pelo homem, o que deve ser feito pelas criaturas que seguem Deus e é também o dever do homem. O que o homem deve fazer não é algo que ele tenha compreendido desde o início, e sim as exigências que Deus faz ao homem durante Sua obra. Essas exigências tornam-se gradualmente mais profundas e mais elevadas conforme Deus opera. Por exemplo, durante a Era da Lei, o homem tinha de obedecer à lei e, durante a Era da Graça, ele tinha de suportar a cruz. A Era do Reino é diferente: as exigências feitas ao homem são maiores do que aquelas durante a Era da Lei e a Era da Graça. À medida que as visões se tornam mais elevadas, as exigências feitas ao homem se tornam cada vez maiores e cada vez mais claras e reais. Da mesma forma, as visões também se tornam cada vez mais reais. Essas muitas visões reais não favorecem apenas a obediência do homem a Deus, mas também o seu conhecimento de Deus.

Extraído de ‘A obra de Deus e a prática do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 153

Em comparação com as eras anteriores, a obra de Deus durante a Era do Reino é mais prática, mais direcionada à substância do homem e às mudanças em seu caráter, e mais capaz de dar testemunho do Próprio Deus a todos que O seguem. Em outras palavras, ao realizar Sua obra durante a Era do Reino, Deus mostra mais de Si para o homem do que em qualquer momento do passado, o que significa que as visões que o homem deve conhecer são mais elevadas do que em qualquer era anterior. Como a obra de Deus entre os homens entrou em um território inédito, as visões conhecidas pelo homem durante a Era do Reino são as mais elevadas entre todas da obra de gerenciamento. A obra de Deus entrou em um território inédito e, portanto, as visões a serem conhecidas pelo homem tornaram-se as mais elevadas de todas as visões, e a prática resultante do homem também é mais elevada do que em qualquer era anterior, pois a prática do homem muda junto com as visões e a perfeição das visões marca também a perfeição das exigências feitas ao homem. Assim que todo o gerenciamento de Deus cessar, cessará também a prática do homem e, sem a obra de Deus, o homem não terá escolha a não ser aderir à doutrina dos tempos passados, caso contrário, simplesmente não terá a que recorrer. Sem novas visões, não haverá nova prática do homem; sem visões completas, não haverá prática perfeita do homem; sem visões mais elevadas, não haverá prática mais elevada do homem. A prática do homem muda juntamente com os passos de Deus e, da mesma forma, o conhecimento e a experiência do homem também mudam juntamente com a obra de Deus. Por mais capaz que o homem seja, ele ainda é inseparável de Deus e, se Deus deixasse de operar por um só minuto, o homem imediatamente morreria por Sua ira. O homem não tem nada a se vangloriar, pois, por maior que seja seu conhecimento hoje, por mais profundas as suas experiências, ele é inseparável da obra de Deus — pois a prática do homem e aquilo que ele deve procurar em sua crença em Deus são inseparáveis das visões. Em cada instância da obra de Deus há visões que o homem deve conhecer, e, depois delas, exigências cabíveis são feitas ao homem. Sem essas visões como alicerce, o homem simplesmente seria incapaz de realizar a prática e de seguir Deus inabalavelmente. Se o homem não conhece Deus ou não compreende a vontade de Deus, então tudo que ele faz é em vão e não pode ser aprovado por Deus. Por mais abundantes que sejam os dons do homem, ele ainda é inseparável da obra de Deus e da orientação de Deus. Não importa quão boas sejam as ações do homem ou quantas ações ele realize, elas ainda não podem substituir a obra de Deus. Assim, em nenhuma circunstância, a prática do homem é separável das visões. Aqueles que não aceitam as novas visões não têm nova prática. A prática deles não tem relação com a verdade porque eles seguem a doutrina e obedecem à lei morta; eles não têm absolutamente nenhuma visão nova, e, consequentemente, não põem nada da nova era em prática. Eles perderam as visões e, ao fazê-lo, perderam também a obra do Espírito Santo e a verdade. Aqueles que não têm a verdade são a progênie do absurdo, são a personificação de Satanás. Não importa que tipo de pessoa alguém seja, ele não pode ficar sem as visões da obra de Deus e desprovido da presença do Espírito Santo; assim que ele perde as visões, desce imediatamente para o Hades e vive em meio à escuridão. As pessoas sem visões são aquelas que seguem Deus insensatamente, elas estão desprovidas da obra do Espírito Santo e vivendo no inferno. Essas pessoas não perseguem a verdade, mas, em vez disso, penduram o nome de Deus feito uma tabuleta. Os que não conhecem a obra do Espírito Santo, que não conhecem o Deus encarnado, que não conhecem as três etapas da obra na inteireza do gerenciamento de Deus, não conhecem as visões e, assim, não possuem a verdade. E os que não possuem a verdade não são todos malfeitores? Aqueles que estão dispostos a colocar a verdade em prática, que estão dispostos a buscar um conhecimento de Deus e que realmente colaboram com Deus, são pessoas para quem as visões funcionam como um alicerce. Eles são aprovados por Deus porque colaboram com Ele, e é essa colaboração que deve ser posta em prática pelo homem.

Extraído de ‘A obra de Deus e a prática do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 154

Nas visões há várias sendas para a prática. As visões contêm também as exigências práticas feitas ao homem, bem como a obra de Deus que o homem deve conhecer. No passado, durante as reuniões especiais ou reuniões grandiosas que eram realizadas em vários lugares, falava-se apenas de um aspecto da senda da prática. Tal prática era o que deveria ser praticado durante a Era da Graça e quase não tinha relação com o conhecimento de Deus, pois a visão da Era da Graça era apenas a visão da crucificação de Jesus e não havia visões mais elevadas. O homem não tinha de conhecer mais do que a Sua obra de redenção da humanidade através da crucificação e, portanto, durante a Era da Graça não havia outras visões para o homem conhecer. Dessa forma, o homem tinha apenas um escasso conhecimento de Deus e, além do conhecimento do amor e da compaixão de Jesus, havia apenas algumas coisas simples e lamentáveis para ele pôr em prática, coisas que estavam muito distantes do que existe hoje. No passado, independentemente da forma que sua reunião tomasse, o homem era incapaz de falar sobre um conhecimento prático da obra de Deus, muito menos alguém foi capaz de dizer claramente qual era a senda de prática mais adequada para o homem entrar. O homem apenas acrescentou alguns detalhes simples a um alicerce de tolerância e paciência; simplesmente não houve mudança alguma na substância de sua prática, pois naquela mesma era Deus não realizou nenhuma obra mais nova e as únicas exigências que Ele fazia ao homem eram tolerância e paciência, ou suportar a cruz. Além de tais práticas, não havia visões mais elevadas do que a crucificação de Jesus. No passado, não havia menção de outras visões porque Deus não fez muita obra e porque Ele só fez exigências limitadas ao homem. Dessa forma, independentemente do que o homem fizesse, ele não conseguia transgredir esses limites, limites que se resumiam a algumas coisas simples e superficiais para o homem pôr em prática. Hoje, Eu falo de outras visões porque hoje mais obra tem sido realizada, obra que excede muitas vezes a Era da Lei e a Era da Graça. As exigências feitas ao homem também são muito maiores do que em épocas passadas. Se o homem for incapaz de conhecer plenamente tal obra, então ela não terá grande significado; pode-se dizer que o homem terá dificuldade em conhecer plenamente tal obra se não dedicar o esforço de uma vida inteira a isso. Na obra de conquista, falar apenas da senda de prática inviabilizaria a conquista do homem. O mero falar das visões, sem fazer quaisquer exigências ao homem, também inviabilizaria a conquista do homem. Se nada fosse mencionado além da senda de prática, seria impossível atingir o calcanhar de Aquiles do homem ou dissipar as noções do homem, e seria também impossível conquistar totalmente o homem. As visões são o principal instrumento da conquista do homem, mas se não houvesse uma senda de prática além das visões, o homem não teria forma alguma de seguir, muito menos teria algum meio de entrar. Este tem sido o princípio da obra de Deus do começo ao fim: as visões contêm o que pode ser posto em prática, e assim há também visões além da prática. O grau de mudanças tanto na vida quanto no caráter do homem acompanha as mudanças nas visões. Se o homem fosse depender apenas de seus próprios esforços, seria impossível para ele alcançar qualquer grau alto de mudança. As visões falam da obra do Próprio Deus e do gerenciamento de Deus. A prática diz respeito à senda de prática do homem e ao caminho de existência do homem; em todo o gerenciamento de Deus, a relação entre visões e prática é a relação entre Deus e o homem. Se as visões fossem removidas ou se delas se falasse sem mencionar a prática, ou se houvesse apenas visões e a prática do homem fosse erradicada, então tais coisas não poderiam ser consideradas como gerenciamento de Deus e muito menos se poderia dizer que a obra de Deus é feita para o bem da humanidade; dessa forma, não só o dever do homem seria removido, como também isso seria uma negação do propósito da obra de Deus. Se, do princípio ao fim, do homem se exigisse apenas a prática, sem o envolvimento da obra de Deus, e, além disso, se do homem não se exigisse conhecer a obra de Deus, tal obra poderia ainda menos ser chamada de gerenciamento de Deus. Se o homem não conhecesse Deus e ignorasse a vontade de Deus, e realizasse cegamente sua prática de forma vaga e abstrata, ele jamais se tornaria uma criatura plenamente qualificada. Assim, as duas coisas são indispensáveis. Se houvesse apenas a obra de Deus, ou seja, se houvesse apenas as visões e não houvesse colaboração ou prática por parte do homem, então tais coisas não poderiam ser chamadas de gerenciamento de Deus. Se houvesse apenas a prática e a entrada do homem, por mais elevada que fosse a senda pela qual o homem entrasse, isso também seria inaceitável. A entrada do homem deve mudar gradativamente em sintonia com a obra e as visões; não pode mudar por capricho. Os princípios de prática do homem não são livres e irrestritos, mas são estabelecidos dentro de certos limites. Tais princípios mudam em compasso com as visões da obra. Portanto, em última análise, o gerenciamento de Deus resume-se à obra de Deus e à prática do homem.

Extraído de ‘A obra de Deus e a prática do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 155

A obra de gerenciamento só veio a existir por causa da humanidade, o que significa dizer que só surgiu por causa da existência da humanidade. Não havia gestão anterior à humanidade, ou no início, quando os céus e a terra e todas as coisas foram criadas. Se, em toda a obra de Deus, não houvesse prática que fosse benéfica para o homem, ou seja, se Deus não fizesse as devidas exigências à humanidade corrupta (se na obra realizada por Deus não houvesse uma senda apropriada para a prática do homem), então essa obra não poderia ser considerada gerenciamento de Deus. Se a totalidade da obra de Deus se limitasse a dizer à humanidade corrupta como realizar sua prática, e Deus não cumprisse nada de Seu próprio empreendimento e não exibisse um mínimo de Sua omnipotência ou sabedoria, então não importa quão elevadas fossem as exigências de Deus ao homem, não importa quanto tempo Deus vivesse entre os homens, o homem não conheceria nada do caráter de Deus; se fosse esse o caso, então esse tipo de obra seria ainda menos digno de ser chamado de gerenciamento de Deus. Simplificando, a obra de gerenciamento de Deus é a obra realizada por Deus e toda a obra realizada sob a orientação de Deus por aqueles que foram ganhos por Deus. Essa obra pode ser resumida como gerenciamento. Em outras palavras, a obra de Deus entre os homens, bem como a colaboração com Ele de todos os que O seguem, são coletivamente chamados de gerenciamento. Aqui, a obra de Deus é chamada de visões e a colaboração do homem é chamada de prática. Quanto mais elevada a obra de Deus (isto é, quanto mais elevadas as visões), mais o caráter de Deus se torna claro para o homem e em desacordo com suas noções, e mais elevadas são a prática e a colaboração do homem. Quanto mais elevadas as exigências ao homem, mais a obra de Deus está em desacordo com as noções do homem e, consequentemente, as provações do homem e os padrões que ele deve alcançar também se tornam mais elevados. Na conclusão dessa obra, todas as visões terão sido realizadas, e o que o homem deve colocar em prática alcançará o auge da perfeição. Esse será também o momento em que cada um será qualificado de acordo com seu tipo, pois o que se requer que o homem saiba terá sido mostrado a ele. Portanto, quando as visões alcançarem o apogeu, em conformidade, a obra se aproximará de seu fim e a prática do homem terá atingido seu zênite. A prática do homem baseia-se na obra de Deus e o gerenciamento de Deus só é plenamente expresso graças à prática e à colaboração do homem. O homem é a peça principal da obra de Deus, é tanto o objeto quanto o produto do gerenciamento integral de Deus. Se Deus trabalhasse sozinho, sem a colaboração do homem, então não haveria nada que pudesse servir como a cristalização de toda Sua obra, então o gerenciamento de Deus não teria a menor importância. Além da obra de Deus, somente pelo fato de Deus escolher objetos apropriados para expressar Sua obra e provar Sua onipotência e sabedoria, Deus pode alcançar o objetivo do Seu gerenciamento e alcançar o objetivo de usar toda essa obra para derrotar Satanás em definitivo. Portanto, o homem é uma parte indispensável da obra de gerenciamento de Deus e o único capaz de fazer o gerenciamento de Deus frutificar e alcançar seu objetivo final; além do homem, nenhuma outra forma de vida pode desempenhar tal papel. Para que o homem se torne a verdadeira cristalização da obra de gerenciamento de Deus, a desobediência da humanidade corrupta deve ser completamente erradicada. Isso exige que o homem receba práticas adequadas para tempos diferentes e que Deus realize a obra correspondente entre os homens. Somente assim será ganho, no final, um grupo de pessoas que são a cristalização da obra de gerenciamento de Deus. A obra de Deus entre os homens não pode dar testemunho do Próprio Deus apenas pela obra de Deus; para ser alcançado, tal testemunho requer também seres humanos vivos que sejam adequados para a Sua obra. Deus primeiramente operará nessas pessoas, através das quais Sua obra será expressa, e assim o testemunho Dele será dado entre as criaturas, e com isso Deus terá alcançado o objetivo de Sua obra. Deus não age sozinho para derrotar Satanás porque Ele não pode dar testemunho direto de Si mesmo entre todas as criaturas. Se o fizesse, seria impossível convencer o homem totalmente, então Deus deve realizar Sua obra com o homem para conquistá-lo, e só então Ele será capaz de obter testemunho entre todas as criaturas. Se fosse apenas Deus que operasse, sem a colaboração do homem, ou se a colaboração do homem não fosse exigida, o homem nunca poderia conhecer o caráter de Deus e seria eternamente ignorante da vontade de Deus; então a obra de Deus não poderia ser considerado a obra de gerenciamento de Deus. Se apenas o homem se esforçasse, buscasse e trabalhasse duro, sem o entendimento da obra de Deus, então o homem estaria apenas pregando peças. Sem a obra do Espírito Santo o que o homem faz é de Satanás, ele é rebelde e um malfeitor; Satanás se revela em tudo o que é feito pela humanidade corrupta e não há nada que seja compatível com Deus, e tudo o que o homem faz é a manifestação de Satanás. Nada do que foi mencionado é exclusivo das visões e da prática. Sobre o alicerce das visões o homem encontra a prática e a senda da obediência, para que possa deixar de lado suas noções e conquistar as coisas que não possuía no passado. Deus exige que o homem colabore com Ele, que o homem se submeta inteiramente às Suas exigências, e o homem pede para enxergar a obra realizada pelo Próprio Deus, para vivenciar o poder supremo de Deus e conhecer o caráter de Deus. Nisso consiste, em resumo, o gerenciamento de Deus. A união de Deus com o homem é gerenciamento e é o gerenciamento supremo.

Extraído de ‘A obra de Deus e a prática do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 156

Aquilo que envolve as visões diz respeito basicamente à obra do Próprio Deus e aquilo que envolve a prática deve ser realizado pelo homem e não tem qualquer relação com Deus. A obra de Deus é concluída pelo Próprio Deus e a prática do homem é realizada pelo próprio homem. O que deve ser realizado pelo Próprio Deus não precisa ser realizado pelo homem, e o que deve ser praticado pelo homem não tem relação com Deus. A obra de Deus é Seu próprio ministério e não tem relação com o homem. Essa obra não precisa ser realizada pelo homem e, além disso, o homem seria incapaz de realizar a obra a ser realizada por Deus. A prática exigida do homem deve ser realizada pelo homem, seja ela o sacrifício de sua vida ou sua entrega a Satanás para ser testemunha; tais coisas devem ser realizadas pelo homem. O Próprio Deus conclui toda a obra que deve realizar, e o que o homem deve fazer é mostrado ao homem e o trabalho restante é deixado para o homem fazer. Deus não realiza nenhuma obra adicional. Ele realiza somente a obra dentro da competência de Seu ministério e apenas mostra o caminho ao homem, realiza somente a obra de abrir o caminho e não a obra de pavimentar o caminho; isso deve ser compreendido por todos. Colocar a verdade em prática significa colocar as palavras de Deus em prática, e tudo isso é o dever do homem, é o que deve ser feito pelo homem e não tem nada a ver com Deus. Se o homem exige que Deus também passe por tormento e refinamento na verdade, assim como o homem, então o homem está sendo desobediente. A obra de Deus é realizar Seu ministério e o dever do homem é obedecer toda a orientação de Deus, sem qualquer resistência. O homem tem o dever de cumprir o que lhe é exigido, não importa como Deus realize sua obra ou viva. Somente o Próprio Deus pode fazer exigências ao homem, ou seja, somente o Próprio Deus está apto a fazer exigências ao homem. O homem não deve ter nenhuma escolha e não deve fazer nada além de se submeter e praticar plenamente; esse é o sentido que o homem deve ter. Quando a obra a ser realizada pelo Próprio Deus for concluída, o homem deve experimentá-la, passo a passo. Se, ao final, quando o gerenciamento integral de Deus estiver concluído, o homem ainda não tiver cumprido o que é exigido dele por Deus, então o homem deverá ser punido. Se o homem não cumpre as exigências de Deus, isso se deve à desobediência do homem; não significa que Deus não tenha realizado plenamente a Sua obra. Aqueles que são incapazes de pôr em prática as palavras de Deus, aqueles que são incapazes de cumprir as exigências de Deus e aqueles que são incapazes de dar a sua lealdade e cumprir seu dever serão todos punidos. O que vocês devem realizar hoje não são exigências adicionais, mas o dever do homem e aquilo que deve ser feito por todas as pessoas. Se vocês são incapazes de fazer o seu dever ou de fazê-lo corretamente, não estão criando problemas para si mesmos? Não estão cortejando a morte? Como podem ainda esperar ter um futuro e perspectivas? A obra de Deus é para o bem da humanidade e a colaboração do homem é dada para o bem do gerenciamento de Deus. Quando Deus tiver realizado tudo o que Ele deve realizar, requer-se que o homem não poupe esforços na sua prática e colabore com Deus. Na obra de Deus o homem não deve poupar esforços, deve oferecer sua lealdade e não se entregar a múltiplas noções, nem sentar-se passivamente esperando a morte. Deus pode se sacrificar pelo homem, por que o homem não pode oferecer a sua lealdade a Deus? Deus é uno de coração e mente para com o homem, então, por que o homem não pode oferecer um pouco de colaboração? Deus realiza Sua obra para a humanidade, então por que o homem não pode realizar parte de seu dever para ajudar o gerenciamento de Deus? A obra de Deus alcançou o estágio atual e mesmo assim vocês veem, mas não agem, vocês ouvem, mas não se movem. Pessoas assim não são objetos de perdição? Deus já Se dedicou inteiramente ao homem, então por que, hoje, o homem é incapaz de realizar o seu dever com seriedade? Para Deus, Sua obra é Sua primeira prioridade, e a obra de Seu gerenciamento é da maior importância. Para o homem, colocar as palavras de Deus em prática e cumprir as exigências de Deus são sua primeira prioridade. Vocês todos devem compreender isso. As palavras que lhe foram ditas atingiram o âmago da sua essência e a obra de Deus penetrou em território inédito. Muitas pessoas ainda não entendem a verdade ou a falsidade desse caminho; ainda estão esperando e observando, sem cumprir seus deveres. Em vez disso, ficam examinando cada palavra e ação de Deus, se concentram no que Ele come e veste, e suas noções se tornam cada vez mais penosas. Não estarão fazendo muito barulho por nada? Como podem ser essas as pessoas que procuram Deus? E como podem ser essas as pessoas que têm a intenção de se submeterem a Deus? Elas deixam a lealdade e dever em segundo plano para se concentrar no paradeiro de Deus. Eles são ultrajantes! Se o homem entendeu tudo o que deveria entender e colocou em prática tudo o que deveria praticar, então Deus certamente abençoará o homem, pois o que Ele exige do homem é o dever do homem e deve ser feito pelo homem. Se o homem for incapaz de compreender o que ele deve entender e incapaz de pôr em prática o que ele deve praticar, então o homem será punido. Os que não colaboram com Deus tem inimizade com Deus, os que não aceitam a nova obra se opõem a ela, mesmo que não façam nada abertamente contrário a ela. Os que não praticam a verdade exigida por Deus são pessoas que se opõem deliberadamente às palavras de Deus e as desobedecem, mesmo que deem atenção especial à obra do Espírito Santo. Os que não obedecem às palavras de Deus e não se submetem a Deus são rebeldes e estão em oposição a Deus. Os que não cumprem seu dever são aqueles que não colaboram com Deus, e os que não colaboram com Deus são os que não aceitam a obra do Espírito Santo.

Extraído de ‘A obra de Deus e a prática do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 157

Quando a obra de Deus e Seu gerenciamento atingem um determinado estágio, os que estão em harmonia com Ele são capazes de cumprir Suas exigências. Deus faz exigências ao homem de acordo com Seus próprios padrões e de acordo com o que o homem é capaz de realizar. Ao falar de Seu gerenciamento, Ele ao mesmo tempo mostra o caminho para o homem e fornece a ele uma senda para a sobrevivência. O gerenciamento de Deus e a prática do homem fazem parte do mesmo estágio da obra e são realizados simultaneamente. Falar do gerenciamento de Deus se refere a mudanças no caráter do homem, e falar sobre o que deve ser feito pelo homem e sobre as mudanças no caráter do homem se refere à obra de Deus; não há momento em que possam estar separados. A prática do homem está mudando, passo a passo. Isso ocorre porque as exigências que Deus faz ao homem também estão mudando, e porque a obra de Deus está sempre mudando e progredindo. Se a prática do homem permanece presa à doutrina, isso prova que ele está desprovido da obra e da orientação de Deus; se a prática do homem nunca muda ou se aprofunda, isso prova que a prática do homem é realizada de acordo com a vontade do homem e não é a prática da verdade; se o homem não tem caminho para seguir, então ele já caiu nas mãos de Satanás e está sendo controlado por Satanás, o que significa que está sendo controlado por espíritos malignos. Se a prática do homem não se aprofunda, a obra de Deus não se desenvolve, e se não há mudança na obra de Deus, a entrada do homem é interrompida; isso é inevitável. Ao longo de toda a obra de Deus, se o homem respeitasse sempre a lei de Jeová, a obra de Deus não poderia progredir, e muito menos seria possível concluir uma era inteira. Se o homem sempre se apegasse à cruz e praticasse paciência e humildade, seria impossível a obra de Deus continuar progredindo. É impossível concluir um gerenciamento de seis mil anos entre pessoas que apenas obedecem à lei, ou que apenas se apegam à cruz e praticam paciência e humildade. Ao contrário, a obra de gerenciamento integral de Deus só pode ser concluída entre aqueles dos últimos dias, que conhecem Deus, que foram resgatados das garras de Satanás e que se despojaram completamente da influência de Satanás. Essa é a direção inevitável da obra de Deus. Por que se diz que a prática daqueles nas igrejas religiosas está desatualizada? É porque o que eles colocam em prática está divorciado da obra da atualidade. Na Era da Graça, o que eles colocavam em prática era correto, mas como essa era passou e a obra de Deus mudou, a prática deles ficou gradativamente desatualizada. Foi superada pela nova obra e pela nova luz. Com base em seu alicerce original, a obra do Espírito Santo progrediu penetrando vários degraus. No entanto, essas pessoas ainda permanecem presas ao estágio original da obra de Deus, e ainda se apegam às práticas antigas e à luz antiga. A obra de Deus pode mudar significativamente em três ou cinco anos, não poderiam ocorrer transformações ainda maiores ao longo de 2.000 anos? Se o homem não tem nenhuma luz ou prática nova, isso significa que ele não acompanhou a obra do Espírito Santo. Essa é a falha do homem; a existência da nova obra de Deus não pode ser negada porque, hoje, aqueles que antes tiveram a obra do Espírito Santo ainda seguem práticas desatualizadas. A obra do Espírito Santo está sempre avançando e todos aqueles que estão na corrente do Espírito Santo também deveriam estar progredindo e mudando intensamente, passo a passo. Não deveriam parar em um único estágio. Somente aqueles que não conhecem a obra do Espírito Santo ficariam presos à Sua obra original e não aceitariam a nova obra do Espírito Santo. Somente aqueles que são desobedientes seriam incapazes de ganhar a obra do Espírito Santo. Se a prática do homem não acompanha a nova obra do Espírito Santo, então a prática do homem está certamente dissociada da obra de hoje, e é certamente incompatível com a obra de hoje. Pessoas assim desatualizadas são simplesmente incapazes de realizar a vontade de Deus, muito menos poderiam se tornar as pessoas que, no fim, darão testemunho de Deus. Além disso, a obra de gerenciamento integral não poderia ser concluída entre tal grupo de pessoas. Se aqueles que um dia obedeceram à lei de Jeová e aqueles que sofreram pela cruz não puderem aceitar a estágio da obra dos últimos dias, então tudo o que fizeram terá sido em vão e inútil. A expressão mais clara da obra do Espírito Santo é abraçar o aqui e agora, não se agarrar ao passado. Aqueles que não acompanharam a obra de hoje e se separaram da prática de hoje são os que se opõem à obra do Espírito Santo e não a aceitam. Essas pessoas desafiam a obra atual de Deus. Embora se apeguem à luz do passado, não se pode negar que eles desconhecem a obra do Espírito Santo. Qual o propósito de toda essa conversa sobre as mudanças na prática do homem, sobre as diferenças da prática do passado e de hoje, sobre como a prática foi realizada na era anterior e como é realizada hoje? Tais divisões na prática do homem são sempre mencionadas porque a obra do Espírito Santo está em constante progresso e, portanto, a prática do homem deve mudar constantemente. Se o homem permanece preso a um estágio, isso prova que ele é incapaz de acompanhar a nova obra de Deus e a nova luz; isso não prova que o plano de gerenciamento de Deus não mudou. Aqueles que estão fora da corrente do Espírito Santo imaginam sempre que estão certos, mas a verdade é que a obra de Deus neles cessou há muito tempo e a obra do Espírito Santo está ausente deles. A obra de Deus foi há muito transferida para outro grupo de pessoas, um grupo em quem Ele pretende completar Sua nova obra. Já que aqueles na religião são incapazes de aceitar a nova obra de Deus e se apegam apenas à obra do passado, Deus abandonou essas pessoas e realiza Sua nova obra nas pessoas que aceitam essa nova obra. São pessoas que colaboram com Sua nova obra e só assim Seu gerenciamento poderá ser realizado. O gerenciamento de Deus está em constante progresso e a prática do homem está em constante elevação. Deus está constantemente operando e o homem está em constante carência, de modo que ambos atingem seu apogeu, e Deus e o homem alcançam união total. Essa é a expressão da realização da obra de Deus e é o resultado final do gerenciamento integral de Deus.

Extraído de ‘A obra de Deus e a prática do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 158

A cada estágio da obra de Deus correspondem exigências feitas ao homem. Os que estão dentro da corrente do Espírito Santo possuem a presença e a disciplina do Espírito Santo, e aqueles que não estão dentro da corrente do Espírito Santo estão sob o comando de Satanás e desprovidos de qualquer parte da obra do Espírito Santo. Os que estão na corrente do Espírito Santo são aqueles que aceitam a nova obra de Deus e que colaboram com a nova obra de Deus. Se os que estão dentro dessa corrente forem incapazes de colaborar e de colocar em prática a verdade requerida por Deus durante essa era, nesse caso serão disciplinadas e, na pior das hipóteses, abandonados pelo Espírito Santo. Os que aceitam a nova obra do Espírito Santo viverão dentro da corrente do Espírito Santo, e eles receberão o cuidado e a proteção do Espírito Santo. Os que estão dispostos a colocar em prática a verdade são iluminados pelo Espírito Santo, e os que não estão dispostos a colocar em prática a verdade são disciplinados pelo Espírito Santo, e podem até ser punidos. Independentemente do tipo de pessoa que são, se estiverem dentro da corrente do Espírito Santo, Deus assumirá a responsabilidade por todos que aceitam Sua nova obra para o bem de Seu nome. Os que glorificam Seu nome e estão dispostos a colocar Suas palavras em prática receberão Suas bênçãos; os que O desobedecerem e não colocarem Suas palavras em prática receberão Sua punição. As pessoas que estão na corrente do Espírito Santo são aquelas que aceitam a nova obra e, ao aceitarem a nova obra, devem cooperar apropriadamente com Deus e não agir como rebeldes que não cumprem seu dever. Essa é a única exigência que Deus faz ao homem. O mesmo não ocorre com as pessoas que não aceitam a nova obra: estão fora da corrente do Espírito Santo e a disciplina e a reprovação do Espírito Santo não se aplicam a elas. Todos os dias essas pessoas vivem na carne, vivem em sua mente e só agem de acordo com a doutrina produzida pela análise e pesquisa de seu próprio cérebro. Isso não é o que a nova obra do Espírito Santo exige, muito menos é cooperação com Deus. Os que não aceitam a nova obra de Deus são privados da presença de Deus e, ademais, desprovidos das bênçãos e proteção de Deus. A maior parte de suas palavras e ações se prendem a exigências passadas da obra do Espírito Santo; são doutrina, não verdade. Tais doutrina e normas bastam para provar que a reunião dessas pessoas não passa de religião; não são os escolhidos ou os objetos da obra de Deus. A reunião deles só pode ser considerada um grande congresso religioso e não uma igreja. Esse é um fato inalterável. Eles não têm a nova obra do Espírito Santo; o que fazem se assemelha a religião, o que vivem parece ser pleno de religião; eles não possuem a presença e a obra do Espírito Santo, muito menos são dignos de receber a disciplina ou a iluminação do Espírito Santo. Essas pessoas são cadáveres inertes e vermes desprovidos de espiritualidade. Não têm conhecimento da rebeldia e oposição do homem, não têm conhecimento de todos os malfeitos do homem, muito menos sabem tudo sobre a obra de Deus e a vontade atual de Deus. São pessoas ignorantes, reles, e são escória indigna de ser chamada de crente! Nada do que fazem tem qualquer relação com o gerenciamento de Deus, nem pode prejudicar os planos de Deus. Suas palavras e ações são repugnantes demais, patéticas demais e indignas de menção. Nada feito por aqueles que não estão dentro da corrente do Espírito Santo tem a ver com a nova obra do Espírito Santo. Consequentemente, não importa o que façam, estão desprovidos da disciplina do Espírito Santo e, além disso, desprovidos da iluminação do Espírito Santo. Pois são pessoas que não têm amor pela verdade e que foram detestadas e rejeitadas pelo Espírito Santo. São chamadas de malfeitores porque andam na carne e fazem o que lhes agrada debaixo da tabuleta de Deus. Enquanto Deus opera, elas são deliberadamente hostis a Ele e correm na direção contrária a Ele. O fracasso do homem em colaborar com Deus é em si um ato de extrema rebeldia, então aquelas pessoas que correm contrárias a Deus deliberadamente não receberão especialmente a sua justa retribuição?

Extraído de ‘A obra de Deus e a prática do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 159

Vocês devem chegar a conhecer as visões da obra de Deus e captar a direção geral da Sua obra. Essa é uma entrada positiva. Tendo dominado com precisão a verdade das visões, sua entrada será segura; não importa como a obra de Deus mude, você permanecerá firme em seu coração, terá clareza das visões e terá um objetivo para a sua entrada e sua busca. Desse modo, todo o conhecimento e experiência em você se aprofundarão e se tornarão mais detalhados. Tendo compreendido o quadro maior em sua inteireza, você não sofrerá perdas na vida nem se desviará. Se não chegar a conhecer esses passos da obra, você há de sofrer perda a cada passo, e levará mais do que uns poucos dias para que você reverta as coisas, nem você será capaz de se firmar na trilha certa nem mesmo em algumas semanas. Isso não causará atrasos? Há muitas coisas no caminho da entrada e da prática positivas que vocês precisam dominar. Quanto às visões da obra de Deus, você precisa compreender os seguintes pontos: o significado da Sua obra de conquista, a senda futura para ser aperfeiçoado, o que deve ser alcançado ao experimentar provações e tribulações, o significado do julgamento e castigo, os princípios detrás da obra do Espírito Santo e os princípios detrás da perfeição e conquista. Tudo isso pertence à verdade das visões. O restante são os três estágios da obra na Era da Lei, na Era da Graça e na Era do Reino, assim como o testemunho futuro. Também são a verdade das visões e o que é mais fundamental, assim como mais crucial. No momento, há tanto em que vocês deveriam entrar e praticar, e agora está mais estratificado e mais detalhado. Se não tiver conhecimento dessas verdades, isso prova que você ainda tem de alcançar a entrada. Na maioria das vezes, o conhecimento da verdade que as pessoas têm é superficial demais; elas são incapazes de colocar em prática certas verdades básicas e não sabem como lidar nem mesmo com questões triviais. A razão pela qual as pessoas são incapazes de praticar a verdade é porque o caráter delas é rebelde e porque seu conhecimento da obra de hoje é muito superficial e parcial. Desse modo, não é uma tarefa fácil que as pessoas sejam aperfeiçoadas. Você é rebelde demais, você retém coisas demais do seu velho eu; você é incapaz de permanecer do lado da verdade, é incapaz de praticar até a mais óbvia das verdades. Tais pessoas não podem ser salvas e são as que não foram conquistadas. Se sua entrada não tem detalhes nem objetivos, o crescimento será lento em chegar até você. Se não houver um pingo de realidade em sua entrada, então sua busca será em vão. Se não estiver ciente da substância da verdade, você permanecerá sem mudança. O crescimento na vida do homem e as mudanças em seu caráter são alcançados pela entrada na realidade e, além disso, pela entrada nas experiências detalhadas. Se você tiver muitas experiências detalhadas durante a sua entrada e se tiver muito conhecimento e entrada reais, o seu caráter mudará rapidamente. Mesmo se, no presente, não tiver completa clareza sobre a prática, você precisa, no mínimo, ter clareza sobre as visões da obra de Deus. Se não, você será incapaz de entrar; a entrada só é possível uma vez que você tenha conhecimento da verdade. Somente se o Espírito Santo o esclarecer em sua experiência, você ganhará um entendimento mais profundo da verdade e uma entrada mais profunda. Vocês precisam chegar a conhecer a obra de Deus.

Extraído de ‘A diferença entre o ministério de Deus encarnado e o dever do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 160

No princípio, depois da criação da humanidade, foram os israelitas que serviram como a base da obra de Deus. Todo o Israel era a base da obra de Jeová na terra. A obra de Jeová era liderar e pastorear o homem diretamente ao estabelecer as leis, de modo que o homem pudesse viver uma vida normal e adorar Jeová de uma maneira normal na terra. Deus, na Era da Lei, não podia ser visto nem tocado pelo homem. Porque tudo que Ele fez foi guiar as primeiras pessoas corrompidas por Satanás, ensinando-as e pastoreando-as, Suas palavras não continham senão leis, estatutos e as normas do comportamento humano, e não provia as pessoas com as verdades da vida. Os israelitas sob Sua liderança não tinham sido profundamente corrompidos por Satanás. Sua obra da lei era apenas o primeiríssimo estágio na obra de salvação, o princípio exato da obra de salvação, e não tinha praticamente nada a ver com mudanças no caráter de vida do homem. Portanto, no início da obra de salvação não havia necessidade de que Ele assumisse um corpo de carne para Sua obra em Israel. Foi por isso que Ele necessitou de um meio — um instrumento — por meio do qual Se engajasse com o homem. Assim, surgiram entre os seres criados aqueles que falaram e trabalharam em nome de Jeová, que é como os filhos dos homens e os profetas vieram a trabalhar entre os homens. Os filhos do homem trabalhavam entre os homens em nome de Jeová. Ser chamado de “filhos do homem” por Jeová significa que tais pessoas anunciaram as leis em nome de Jeová. Também eram sacerdotes entre o povo de Israel, sacerdotes que foram cuidados e protegidos por Jeová e em quem o Espírito de Jeová operava; eram líderes entre o povo e serviam diretamente a Jeová. Os profetas, por outro lado, eram dedicados a falar, em nome de Jeová, às pessoas de todas as terras e tribos. Também profetizavam a obra de Jeová. Fossem filhos do homem ou profetas, todos foram levantados pelo Próprio Espírito de Jeová e tinham em si a obra de Jeová. Entre o povo, eles eram os que representavam Jeová diretamente; faziam seu trabalho só porque foram levantados por Jeová, não porque eram a carne na qual o Próprio Espírito Santo estava encarnado. Portanto, embora fossem parecidos ao falar e trabalhar em nome de Deus, aqueles filhos do homem e profetas, na Era da Lei, não eram a carne de Deus encarnado. A obra de Deus na Era da Graça e no último estágio foi exatamente o oposto, pois a obra de salvação e julgamento do homem foram ambas feitas pelo Próprio Deus encarnado, e então simplesmente não havia necessidade de levantar mais uma vez os profetas e os filhos do homem para trabalhar em Seu nome. Aos olhos do homem, não há diferenças importantes entre a substância e o método da obra deles. E é por essa razão que as pessoas estão constantemente confundindo a obra de Deus encarnado com a dos profetas e filhos do homem. A aparência de Deus encarnado era basicamente a mesma dos profetas e dos filhos do homem. E Deus encarnado era ainda mais normal e mais real que os profetas. Consequentemente, o homem é incapaz de distinguir entre eles. O homem se concentra apenas nas aparências, completamente inconsciente de que, embora os dois sejam parecidos ao estar operando e falando, há uma diferença importante entre eles. Porque a habilidade do homem de distinguir as coisas é muito pobre, ele é incapaz de distinguir questões simples, muito menos algo tão complexo. Quando os profetas e aquelas pessoas usadas pelo Espírito Santo falaram e trabalharam, foi para executar os deveres do homem, foi para servir à função de um ser criado e foi algo que o homem devia fazer. Entretanto, as palavras e a obra de Deus encarnado foram para executar Seu ministério. Embora a Sua forma externa fosse a de um ser criado, a Sua obra não foi executar a Sua função, mas o Seu ministério. O termo “dever” é usado em relação aos seres criados, ao passo que “ministério” é usado em relação à carne de Deus encarnado. Existe uma diferença essencial entre os dois; eles não são intercambiáveis. O trabalho do homem é apenas fazer seu dever, ao passo que a obra de Deus é gerenciar e executar Seu ministério. Portanto, embora muitos apóstolos tenham sido usados pelo Espírito Santo e muitos profetas estivessem cheios Dele, suas obras e palavras foram apenas para desempenhar o dever deles como seres criados. Suas profecias talvez tenham excedido o caminho da vida falado por Deus encarnado e talvez a humanidade deles tenha até transcendido a de Deus encarnado, mas eles ainda estavam fazendo seu dever e não cumprindo um ministério. O dever do homem se refere à função do homem; é o que é alcançável pelo homem. Entretanto, o ministério executado por Deus encarnado está relacionado à Sua gestão e é inalcançável pelo homem. Seja falando, operando ou manifestando maravilhas, Deus encarnado está fazendo uma grande obra em meio a Sua gestão, e tal obra não pode ser feita pelo homem no lugar de Deus. A obra do homem é apenas fazer o seu dever como um ser criado em dado estágio da obra de gerenciamento de Deus. Sem o gerenciamento de Deus, isto é, se o ministério de Deus encarnado se perdesse, o dever de um ser criado se perderia. A obra de Deus em executar Seu ministério é gerenciar o homem, ao passo que o desempenho do homem de seu dever é a realização da sua obrigação própria de atender as exigências do Criador, e não pode, de forma alguma, ser considerado a execução do ministério da pessoa. Para a essência inerente de Deus — para Seu Espírito — a obra de Deus é Seu gerenciamento, mas para Deus encarnado, que veste a forma externa de um ser criado, Sua obra é a execução do Seu ministério. Qualquer obra que Ele faça é para executar Seu ministério; tudo que o homem pode fazer é dar o melhor de si dentro do âmbito da gestão de Deus e sob a Sua orientação.

Extraído de ‘A diferença entre o ministério de Deus encarnado e o dever do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 161

Na Era da Graça, Jesus também falou muitas palavras e fez muita obra. Como Ele foi diferente de Isaías? Como Ele foi diferente de Daniel? Ele foi um profeta? Por que se diz que Ele é o Cristo? Quais são as diferenças entre eles? Eram todos homens que falavam palavras e suas palavras pareciam mais ou menos as mesmas para o homem. Todos falavam palavras e faziam a obra. Os profetas do Antigo Testamento falaram profecias e, similarmente, Jesus também. Por que isso é assim? A distinção aqui é baseada na natureza da obra. Para discernir essa questão, você não deve considerar a natureza da carne, nem deveria considerar a profundidade ou a superficialidade das palavras deles. Você sempre deve primeiro considerar o trabalho deles e os efeitos que seu trabalho alcança no homem. As profecias faladas pelos profetas, na época, não supriam a vida do homem, e as inspirações recebidas por aqueles como Isaías e Daniel eram apenas profecias e não o caminho da vida. Se não fosse a revelação direta de Jeová, ninguém poderia ter feito essa obra, a qual não é possível para os mortais. Jesus também falou muitas palavras, mas tais palavras eram o caminho de vida pelo qual o homem poderia encontrar uma senda para a prática. O que quer dizer que, primeiro, Ele pôde suprir a vida do homem, pois Jesus é vida; segundo, Ele pôde reverter os desvios do homem; terceiro, a Sua obra pôde suceder a de Jeová para continuar a era; quarto, Ele pôde compreender as necessidades no interior do homem e entender o que falta ao homem; quinto, Ele pôde introduzir uma nova era e concluir a antiga. É por isso que Ele é chamado de Deus e Cristo; não só é diferente de Isaías, mas também de todos os outros profetas. Tome Isaías como comparação para a obra dos profetas. Primeiro, ele não pôde suprir a vida do homem; segundo, ele não pôde introduzir uma nova era. Ele estava trabalhando sob a liderança de Jeová e não para introduzir uma nova era. Terceiro, as palavras que ele falou eram difíceis para ele mesmo entender. Ele estava recebendo revelações diretamente do Espírito de Deus, e os outros não entenderiam, mesmo depois de tê-las escutado. Essas poucas coisas, por si só, são suficientes para provar que suas palavras não passavam de profecias, não eram mais que um aspecto da obra feita no lugar de Jeová. Ele não pôde, no entanto, representar Jeová completamente. Ele era o servo de Jeová, um instrumento na obra de Jeová. Ele estava apenas fazendo a obra dentro da Era da Lei e dentro da extensão da obra de Jeová; ele não operou além da Era da Lei. Inversamente, a obra de Jesus era diferente. Ele ultrapassou o escopo da obra de Jeová; Ele operou como Deus encarnado e passou pela crucificação a fim de redimir toda a humanidade. O que quer dizer que Ele realizou nova obra fora da obra feita por Jeová. Essa foi a introdução de uma nova era. Além disso, Ele foi capaz de falar daquilo que o homem não podia alcançar. Sua obra foi uma obra dentro do gerenciamento de Deus e envolveu toda a humanidade. Ele não operou somente em uns poucos homens, nem liderar um número limitado de homens era a Sua obra. Quanto a como Deus foi encarnado como homem, como o Espírito deu revelações naquele tempo e como o Espírito desceu sobre um homem para fazer a obra — essas são questões que o homem não pode ver nem tocar. É totalmente impossível que essas verdades sirvam de prova de que Ele é Deus encarnado. Sendo assim, a distinção só pode ser feita entre as palavras e a obra de Deus, que são tangíveis ao homem. Somente isso é real. Isso é porque as questões do Espírito não são visíveis para você e são claramente conhecidas apenas pelo Próprio Deus, nem mesmo a carne de Deus em pessoa conhece tudo; você só pode verificar se Ele é Deus pela obra que fez. A partir de Sua obra, pode-se ver que, primeiro, Ele é capaz de inaugurar uma nova era; segundo, Ele é capaz de suprir a vida do homem e mostrar ao homem o caminho a seguir. Isso é suficiente para estabelecer que Ele é o Próprio Deus. No mínimo, a obra que Ele faz pode representar totalmente o Espírito de Deus, e de tal obra pode-se ver que o Espírito de Deus está dentro Dele. Como a obra feita por Deus encarnado foi principalmente introduzir uma nova era, liderar uma nova obra e revelar um novo reino, essas coisas por si só são suficientes para estabelecer que Ele é o Próprio Deus. Isso, portanto, O diferencia de Isaías, de Daniel e dos outros grandes profetas. Isaías, Daniel e os outros eram todos de uma classe de homens altamente instruídos e cultos; eles eram homens extraordinários sob a liderança de Jeová. A pessoa de Deus encarnado também era instruída e não carecia de senso, mas Sua humanidade era particularmente normal. Ele era um homem comum e o olho nu não conseguia discernir qualquer humanidade especial Nele nem detectar qualquer coisa em Sua humanidade que fosse diferente da dos outros. Ele não era, de forma alguma, sobrenatural nem único, e Ele não possuía nenhuma educação, conhecimento ou teoria superiores. A vida da qual Ele falou e a senda que Ele seguiu não foram ganhas por meio de teoria, por meio de conhecimento, por meio de experiência de vida, nem por meio de educação familiar. Pelo contrário, elas eram a obra direta do Espírito, que é a obra da carne em pessoa. É porque o homem tem grandes noções de Deus e principalmente porque essas noções são feitas de um excesso de elementos vagos e sobrenaturais que, aos olhos do homem, um Deus normal com fraqueza humana, que não pode operar sinais e maravilhas, certamente não é Deus. Não são essas as noções errôneas do homem? Se a pessoa de Deus encarnado não era um homem normal, então como se poderia dizer que Ele Se tornou carne? Ser da carne é ser um homem comum e normal; se Ele tivesse sido um ser transcendente, então não teria sido da carne. Para provar que Ele é da carne, Deus encarnado precisou possuir a carne normal. Isso era simplesmente para completar o significado da encarnação. No entanto, esse não foi o caso dos profetas e dos filhos do homem. Eles eram homens dotados usados pelo Espírito Santo; aos olhos do homem, sua humanidade era particularmente grandiosa, e eles desempenhavam muitos atos que ultrapassavam a humanidade normal. Por essa razão, o homem os considerava como Deus. Agora, todos vocês devem entender isso claramente, pois essa tem sido a questão mais facilmente confundida por todos os homens nas eras passadas. Além disso, a encarnação é a mais misteriosa de todas as coisas, e Deus encarnado é o mais difícil para o homem aceitar. O que Eu digo os leva a cumprir sua função e a entender o mistério da encarnação. Tudo isso está relacionado com o gerenciamento de Deus, com as visões. Sua compreensão disso será mais benéfica para ganhar conhecimento das visões, isto é, a obra de gerenciamento de Deus. Dessa forma, vocês também obterão muita compreensão do dever que diferentes tipos de pessoas devem desempenhar. Embora essas palavras não mostrem diretamente o caminho a vocês, elas ainda são de grande ajuda para a sua entrada, pois suas vidas, no momento, carecem muito de visões e isso se tornará um obstáculo significativo que impedirá sua entrada. Se vocês não forem capazes de entender essas questões, não haverá motivação impulsionando a sua entrada. E como tal busca pode capacitá-los para que cumpram melhor o seu dever?

Extraído de ‘A diferença entre o ministério de Deus encarnado e o dever do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 162

Algumas pessoas perguntarão: “Qual é a diferença entre a obra feita pelo Deus encarnado e a dos profetas e apóstolos do passado? Davi também foi chamado de Senhor, como também o foi Jesus; embora a obra que fizeram fosse diferente, eles eram chamados da mesma coisa. Diga-me, por que suas identidades não eram as mesmas? O que João testemunhou foi uma visão, que também veio do Espírito Santo, e ele pôde proferir as palavras que o Espírito Santo pretendia dizer; por que a identidade de João era diferente da de Jesus?” As palavras proferidas por Jesus conseguiram representar plenamente a Deus e representaram plenamente a obra de Deus. O que João viu foi uma visão e ele foi incapaz de representar completamente a obra de Deus. Por que João, Pedro e Paulo proferiram muitas palavras — como o fez Jesus — mas não tinham a mesma identidade de Jesus? É principalmente porque a obra que fizeram foi diferente. Jesus representou o Espírito de Deus e era o Espírito de Deus operando diretamente. Ele fez a obra da nova era, a obra que ninguém havia feito antes. Ele abriu um novo caminho, representou a Jeová e representou o Próprio Deus, enquanto que no caso de Pedro, Paulo e Davi, independentemente de como fossem chamados, representavam apenas a identidade de uma criatura de Deus, e foram enviados por Jesus ou por Jeová. Portanto, não importa quantas obras fizeram, por maiores que fossem os milagres realizados, eles ainda eram criaturas de Deus e incapazes de representar o Espírito de Deus. Trabalharam em nome de Deus ou trabalharam depois de serem enviados por Deus; além disso, trabalharam nas eras iniciadas por Jesus ou Jeová e não fizeram outro trabalho. Eram, afinal de contas, apenas criaturas de Deus. No Antigo Testamento, muitos profetas proferiram previsões ou escreveram livros de profecia. Ninguém disse que eram Deus, mas assim que Jesus começou a operar, o Espírito de Deus deu testemunho Dele como Deus. Por quê? A essas alturas você já deve saber! Antes, os apóstolos e profetas escreveram várias epístolas e fizeram muitas profecias. Mais tarde, as pessoas escolheram algumas delas para colocar na Bíblia, e algumas foram perdidas. Já que há pessoas que dizem que tudo o que falam vem do Espírito Santo, por que algumas são consideradas boas e outras ruins? E por que algumas foram escolhidas e outras não? Se fossem de fato as palavras ditas pelo Espírito Santo, seria necessário que as pessoas as escolhessem? Por que os relatos das palavras proferidas por Jesus e a obra que Ele fez diferem em cada um dos quatro evangelhos? Isso não é culpa de quem os registrou? Algumas pessoas perguntarão: “Uma vez que as epístolas escritas por Paulo e outros autores do Novo Testamento e a obra que fizeram surgiram em parte da vontade do homem e foram adulteradas pelas noções do homem, não existe impureza humana nas palavras que Tu (Deus) proferes hoje? Elas realmente não contêm nenhuma das noções do homem?” Este estágio da obra feita por Deus é completamente diferente da obra feita por Paulo e pelos muitos apóstolos e profetas. Não apenas há uma diferença de identidade, mas, principalmente, uma diferença na obra que é realizada. Depois que Paulo foi derrubado e caiu diante do Senhor, ele foi guiado pelo Espírito Santo para realizar a obra, e ele se tornou alguém que tinha sido enviado. Portanto, ele escreveu epístolas às igrejas, e todas essas epístolas seguiram os ensinamentos de Jesus. Paulo foi enviado pelo Senhor para trabalhar em nome do Senhor Jesus, mas quando o Próprio Deus veio, Ele não trabalhou em nome algum, e representou somente o Espírito de Deus em Sua obra. Deus veio para fazer Sua obra diretamente: Ele não foi aperfeiçoado pelo homem, e Sua obra não foi realizada com base nos ensinamentos de homem nenhum. Neste estágio da obra, Deus não lidera falando de Suas experiências pessoais, ao contrário, realiza Sua obra diretamente, de acordo com o que Ele tem. Por exemplo, a provação dos servidores, o tempo de castigo, a provação da morte, o tempo de amar a Deus… Tudo isso é uma obra que nunca foi feita antes, e é uma obra que é da era atual, e não das experiências do homem. Nas palavras que proferi, quais são as experiências do homem? Elas não vêm todas diretamente do Espírito e não são emitidas pelo Espírito? É só que o seu calibre é tão fraco que você não consegue enxergar a verdade! O caminho de vida prático de que falo é o de guiar o caminho, e ele nunca foi proferido por ninguém antes, nem ninguém jamais vivenciou esse caminho, ou conheceu essa realidade. Antes de Eu proferir estas palavras, ninguém jamais as havia falado. Ninguém nunca havia falado de tais experiências, nem nunca haviam falado de tais detalhes, e, além disso, ninguém jamais havia apontado tais estados para revelar essas coisas. Ninguém jamais liderou o caminho que Eu lidero hoje, e se fosse liderado pelo homem, então não seria um caminho novo. Considere Paulo e Pedro, por exemplo. Eles não tiveram suas próprias experiências antes de Jesus liderar a senda. Foi somente depois de Jesus liderar a senda que vivenciaram as palavras proferidas por Jesus e a senda conduzida por Ele; a partir disso, tiveram muitas experiências e escreveram as epístolas. E assim, as experiências do homem não são a mesma coisa que a obra de Deus, e a obra de Deus não se iguala ao conhecimento descrito pelas noções e experiências do homem. Eu tenho dito, repetidas vezes, que hoje estou conduzindo uma nova senda, e fazendo uma obra nova, e Minha obra e declarações são diferentes daquelas de João e de todos os outros profetas. Nunca Eu ganho experiências primeiro e depois falo sobre elas para vocês — este realmente não é o caso. Se fosse, isso não teria atrasado vocês muito tempo atrás? No passado, o conhecimento a respeito do qual muitos falavam também era exaltado, mas todas as suas palavras eram proferidas apenas com base naquelas das chamadas figuras espirituais. Eles não guiavam o caminho, mas baseavam-se em suas experiências derivadas do que tinham visto e de seu conhecimento. Algumas eram noções suas, algumas consistiam em experiências que eles haviam resumido. Hoje, a natureza de Minha obra é totalmente diferente da natureza da obra deles. Não vivenciei ser liderado por outros, nem aceitei ser aperfeiçoado por outros. Além disso, tudo o que tenho dito e comunicado é diferente daquilo de qualquer outra pessoa, e isso nunca foi falado por mais ninguém. Hoje, independentemente de quem vocês são, seu trabalho é realizado com base nas palavras que Eu profiro. Sem essas declarações e obra, quem seria capaz de vivenciar essas coisas (a provação dos servidores, o tempo de castigo…), e quem seria capaz de falar de tal conhecimento? Você realmente é incapaz de enxergar isso? Não importa qual seja a etapa da obra, assim que Minhas palavras são proferidas, vocês começam a comunicar de acordo com Minhas palavras, e trabalham de acordo com elas, e esse não é um caminho que qualquer um de vocês pensou. Tendo chegado até aqui, você é incapaz de enxergar uma pergunta tão clara e simples? Não é um caminho que alguém inventou, nem é baseado em qualquer figura espiritual. É um novo caminho, e até mesmo muitas das palavras uma vez proferidas por Jesus não mais se aplicam. O que Eu falo é a obra de abrir uma nova época, e é uma obra que existe por si mesma; a obra que faço e as palavras que digo são todas novas. Essa não é a nova obra de hoje? A obra de Jesus também foi assim. Sua obra também era diferente daquela das pessoas no templo, diferia também da obra dos fariseus nem tinha qualquer semelhança com a obra feita por todo o povo de Israel. Depois de testemunhá-la, as pessoas não conseguiram se decidir: “Ela foi realmente feita por Deus?” Jesus não Se ateve à lei de Jeová; quando Ele veio ensinar o homem, tudo o que Ele disse era novo e diferente do que havia sido dito pelos antigos santos e profetas do Antigo Testamento e, por isso, as pessoas permaneceram incertas. É isso que faz o homem ser tão difícil de lidar. Antes de aceitar esta nova etapa da obra, o caminho no qual a maioria de vocês trilhou foi praticar e entrar no fundamento daquelas figuras espirituais. Mas a obra que faço hoje é muito diferente, por isso vocês são incapazes de decidir se ela está certa ou não. Não Me importo com o caminho que você trilhou antes, também não estou interessado em saber de quem era a “comida” que você comeu ou quem você considerava “pai”. Como vim e trouxe novas obras para guiar o homem, todos os que Me seguem devem agir de acordo com o que digo. Não importa quão poderosa seja a “família” da qual você veio, você deve Me seguir, não deve agir de acordo com suas práticas anteriores, seu “pai adotivo” deve renunciar e você deve comparecer perante seu Deus para buscar sua parte legítima. Sua totalidade está em Minhas mãos, e você não deve dedicar muita crença cega ao seu pai adotivo; ele não pode controlar você por completo. A obra de hoje é existe por si só. Obviamente, tudo o que digo hoje não se baseia em uma fundação do passado; é um novo começo, e se você diz que isso é criado pela mão do homem, então você é alguém tão cego a ponto de não haver salvação para você!

Extraído de ‘Sobre denominações e identidade’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 163

Isaías, Ezequiel, Moisés, Davi, Abraão e Daniel foram líderes ou profetas entre o povo escolhido de Israel. Por que eles não foram chamados de Deus? Por que o Espírito Santo não deu testemunho deles? Por que o Espírito Santo deu testemunho de Jesus assim que Ele iniciou Sua obra e começou a proferir Suas palavras? E por que o Espírito Santo não deu testemunho dos outros? Eles, homens que eram de carne, eram todos chamados de “Senhor”. Independentemente da denominação que recebiam, sua obra representa seu ser e substância, e seu ser e substância representam sua identidade. Sua substância não está relacionada às suas denominações; é representada pelo que expressaram e pelo que viveram. No Antigo Testamento, não havia nada fora do comum em ser chamado de Senhor, e uma pessoa poderia ser chamada de qualquer forma, mas sua substância e identidade inerentes eram imutáveis. Entre aqueles falsos cristos, falsos profetas e enganadores, também não há aqueles que são chamados de “Deus”? E por que eles não são Deus? Porque eles são incapazes de fazer a obra de Deus. Em suas raízes, eles são humanos, enganadores de pessoas, não Deus, e por isso eles não têm a identidade de Deus. Davi também não foi chamado de Senhor entre as doze tribos? Jesus também foi chamado de Senhor; por que Jesus só foi chamado de Deus encarnado? Jeremias também não foi conhecido como o Filho do homem? E Jesus não foi conhecido como o Filho do homem? Por que Jesus foi crucificado em nome de Deus? Não é porque Sua substância era diferente? Não é porque a obra que Ele fez era diferente? Um título importa? Embora Jesus também fosse chamado de o Filho do homem, Ele foi a primeira encarnação de Deus; Ele havia vindo para assumir o poder e realizar a obra da redenção. Isso prova que a identidade e a substância de Jesus eram diferentes das de outras pessoas que também eram chamadas de o Filho do homem. Hoje, quem dentre vocês se atreve a dizer que todas as palavras ditas por aqueles que foram usados pelo Espírito Santo vieram do Espírito Santo? Alguém se atreve a dizer essas coisas? Se você diz tais coisas, por que o livro de profecia de Esdras foi descartado, e por que a mesma coisa foi feita com os livros daqueles santos e profetas antigos? Se todos vieram do Espírito Santo, por que vocês ousam fazer escolhas tão caprichosas? Você está qualificado para escolher a obra do Espírito Santo? Muitas histórias de Israel também foram descartadas. E se você acredita que todos esses escritos do passado vieram do Espírito Santo, por que alguns dos livros foram descartados? Se todos vieram do Espírito Santo, todos deveriam ter sido guardados e enviados aos irmãos e irmãs das igrejas para serem lidos. Eles não deveriam ter sido escolhidos ou descartados pela vontade humana; é errado fazer isso. Dizer que as experiências de Paulo e João estavam misturadas com suas percepções pessoais não significa que suas experiências e conhecimentos vieram de Satanás, mas apenas que continham coisas que vieram de suas experiências e percepções pessoais. O conhecimento deles estava alinhado com o pano de fundo de suas experiências reais à época, e quem poderia dizer com confiança que tudo veio do Espírito Santo? Se os quatro evangelhos vieram do Espírito Santo, por que Mateus, Marcos, Lucas e João disseram algo diferente sobre a obra de Jesus? Se vocês não acreditam nisso, então vejam os relatos na Bíblia sobre como Pedro negou ao Senhor três vezes: eles são todos diferentes, e cada qual tem suas próprias características. Muitos que são ignorantes dizem: “O Deus encarnado também é um homem, então, as palavras que Ele proferiu podem vir completamente do Espírito Santo? Se as palavras de Paulo e João estavam misturadas com a vontade humana, então, as palavras que Ele proferiu não estão realmente misturadas com a vontade humana?” As pessoas que dizem essas coisas são cegas e ignorantes! Leia atentamente os quatro evangelhos; leia o que eles registraram sobre as coisas que Jesus fez e as palavras que Ele proferiu. Cada relato é simplesmente diferente e cada um apresenta sua própria perspectiva. Se o que foi escrito pelos autores desses livros veio do Espírito Santo, tudo deveria ser igual e consistente. Então por que há discrepâncias? O homem não é extremamente tolo, ao ser incapaz de ver isso? Se for solicitado que você dê testemunho a Deus, que tipo de testemunho você pode dar? Pode tal modo de conhecer a Deus dar testemunho a Ele? Se outros lhe perguntarem: “Se os registros de João e Lucas foram mesclados com a vontade humana, então as palavras proferidas pelo Deus de vocês não se misturam com a vontade humana?”, você conseguiria dar uma resposta clara? Depois que Lucas e Mateus ouviram as palavras de Jesus e viram a obra Dele, falaram a partir de seu próprio conhecimento, na forma de reminiscências que detalhavam alguns dos fatos da obra realizada por Jesus. Você pode dizer que o conhecimento deles foi revelado completamente pelo Espírito Santo? Fora da Bíblia, existiram muitas figuras espirituais com conhecimento superior ao deles, por que, então, suas palavras não foram absorvidas pelas gerações posteriores? Também eles não foram usados pelo Espírito Santo? Saibam que na obra de hoje, não estou falando da Minha Própria percepção baseada no fundamento da obra de Jesus, nem estou falando do Meu Próprio conhecimento no contexto da obra de Jesus. Que obra fez Jesus naquele tempo? E que obra estou fazendo hoje? Não há precedentes para o que faço e digo. O caminho que trilho hoje nunca foi trilhado antes, nunca foi percorrido pelas pessoas de eras e gerações passadas. Hoje, ele foi lançado, e não é esta a obra do Espírito? Mesmo tendo sido a obra do Espírito Santo, todos os líderes do passado realizaram suas obras em cima da fundação de outros; entretanto, a obra do Próprio Deus é diferente. O estágio da obra de Jesus era o mesmo: Ele inaugurou um novo caminho. Quando Ele veio, Ele pregou o evangelho do reino dos céus e disse que o homem deveria se arrepender e confessar. Depois que Jesus concluiu Sua obra, Pedro, Paulo e outros passaram a continuar a obra de Jesus. Depois que Jesus foi pregado na cruz e ascendeu ao céu, eles foram enviados pelo Espírito para disseminar o caminho da cruz. Embora as palavras de Paulo fossem exaltadas, elas também se baseavam no fundamento estabelecido pelo que Jesus disse, tal como paciência, amor, sofrimento, cobertura da cabeça, batismo ou outras doutrinas a serem seguidas. Tudo isso foi dito com base no fundamento das palavras de Jesus. Eles não foram capazes de abrir um novo caminho, pois eram todos homens usados por Deus.

Extraído de ‘Sobre denominações e identidade’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 164

Naquela época, as declarações e a obra de Jesus não se apegaram à doutrina, e Ele não realizou Sua obra de acordo com a obra da lei do Antigo Testamento. Ela foi executada de acordo com aquela que deveria ser feita na Era da Graça. Ele operou de acordo com a obra que Ele havia criado, de acordo com Seu Próprio plano e de acordo com Seu ministério; Ele não trabalhou de acordo com a lei do Antigo Testamento. Nada do que Ele fez foi de acordo com a lei do Antigo Testamento, e Ele não veio trabalhar para cumprir as palavras dos profetas. Cada estágio da obra de Deus não foi realizado expressamente para cumprir as predições dos profetas antigos, e Ele não veio para respeitar a doutrina ou deliberadamente realizar as previsões dos profetas antigos. No entanto, Suas ações não interromperam as previsões dos profetas antigos, nem perturbaram a obra que Ele havia feito anteriormente. O ponto saliente de Sua obra não era obedecer a nenhuma doutrina e, em vez disso, era fazer a obra que Ele Mesmo deveria fazer. Ele não era um profeta ou um vidente, mas sim um realizador que realmente veio para fazer a obra que deveria fazer, e veio para lançar Sua nova era e realizar Sua nova obra. Naturalmente, quando Jesus veio para fazer Sua obra, Ele também cumpriu muitas das palavras proferidas pelos antigos profetas no Antigo Testamento. Assim também a obra de hoje cumpriu as previsões dos antigos profetas do Antigo Testamento. É só que não levanto aquele “almanaque velho e amarelado”, só isso. Pois há mais trabalho que devo fazer, há mais palavras que devo proferir para vocês, e essa obra e essas palavras são de importância muito maior do que explicar passagens da Bíblia, porque obras como essa não têm grande significado ou valor para vocês e não podem ajudá-los ou mudá-los. Pretendo fazer uma nova obra, mas não para cumprir qualquer passagem da Bíblia. Se Deus veio à terra apenas para cumprir as palavras dos antigos profetas da Bíblia, então quem é maior, Deus encarnado ou aqueles antigos profetas? Afinal das contas, os profetas são responsáveis por Deus ou Deus está no comando dos profetas? Como você explica essas palavras?

Extraído de ‘Sobre denominações e identidade’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 165

Cada etapa da obra de Deus segue uma única e mesma corrente e, assim, no plano de gestão de seis mil anos de Deus, cada passo foi seguido de perto pelo próximo, desde a fundação do mundo até os dias de hoje. Se não houvesse ninguém para preparar o caminho, não haveria ninguém para vir depois; já que há aqueles que vêm depois, há aqueles que preparam o caminho. Desta forma, a obra foi repassada de um para outro, passo a passo. Um passo segue o outro, e sem alguém para abrir o caminho, seria impossível começar a obra, e Deus não teria meios para levar Sua obra adiante. Nenhum passo contradiz o outro, e cada um segue o outro em sequência para formar uma corrente; tudo isso é feito pelo mesmo Espírito. Mas, independentemente de alguém abrir o caminho ou exercer a obra de outro, isso não determina sua identidade. Não é verdade? João abriu o caminho e Jesus continuou sua obra, então isso prova que a identidade de Jesus é inferior à de João? Jeová realizou a Sua obra antes de Jesus, então você pode dizer que Jeová é maior que Jesus? Não importa se eles prepararam o caminho ou continuaram a obra de outros; o mais importante é a substância de Sua obra e a identidade que ela representa. Não é verdade? Como Deus pretendia trabalhar entre os homens, Ele teve que levantar aqueles que poderiam fazer a obra de preparar o caminho. Quando João tinha apenas começado a pregar, ele disse: “Preparai o caminho do Senhor, endireitai as Suas veredas.” “Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus”. Ele disse isso desde o início, e por que ele foi capaz de dizer estas palavras? Com relação à ordem em que essas palavras foram ditas, foi João quem primeiro proferiu o evangelho do reino dos céus, e Jesus foi quem proferiu depois. De acordo com as noções do homem, foi João quem abriu o novo caminho e assim, é claro, João foi maior do que Jesus. Mas João não disse que ele era Cristo, e Deus não deu testemunho dele como o amado Filho de Deus, mas apenas o usou para abrir e preparar o caminho para o Senhor. Ele abriu o caminho para Jesus, mas não pôde trabalhar em nome de Jesus. Todo o trabalho do homem também foi mantido pelo Espírito Santo.

Na era do Antigo Testamento, foi Jeová quem liderou o caminho e a obra de Jeová representou toda a era do Antigo Testamento e toda a obra realizada em Israel. Moisés meramente sustentou essa obra na terra, e seus trabalhos são considerados a cooperação providenciada pelo homem. À época, foi Jeová quem falou, convocando Moisés e Ele levantou Moisés dentre o povo de Israel e fez com que ele conduzisse o povo ao deserto e depois para Canaã. Esta não foi a obra do próprio Moisés, mas uma que foi dirigida pessoalmente por Jeová, portanto Moisés não pode ser chamado de Deus. Moisés também estabeleceu a lei, mas essa lei foi decretada pessoalmente por Jeová. Só que Ele fez Moisés expressá-la. Jesus também fez mandamentos, Ele aboliu a lei do Antigo Testamento e estabeleceu os mandamentos para a nova era. Por que Jesus é o Próprio Deus? Porque existe uma diferença. À época, a obra feita por Moisés não representava a era, nem abriu um novo caminho; ele foi dirigido por Jeová e era meramente alguém que era usado por Deus. Quando Jesus veio, João já havia dado um passo para abrir o caminho e começado a disseminar o evangelho do reino dos céus (o Espírito Santo havia começado isso). Quando Jesus veio, Ele realizou Sua própria obra diretamente, mas havia uma grande diferença entre Sua obra e a obra de Moisés. Isaías também proferiu muitas profecias, mas por que ele não era o Próprio Deus? Jesus não proferiu tantas profecias, mas por que Ele era o Próprio Deus? Ninguém se atrevia a dizer que a obra de Jesus naquela época veio toda do Espírito Santo, nem ousaram dizer que tudo veio da vontade do homem, nem que foi totalmente a obra do Próprio Deus. O homem não tinha como analisar tais coisas. Pode-se dizer que Isaías fez tal obra e proferiu tais profecias, e todas elas vieram do Espírito Santo; não vieram diretamente do próprio Isaías, mas foram revelações de Jeová. Jesus não fez uma obra muito extensiva, e não proferiu muitas palavras, nem proferiu muitas profecias. Para o homem, Sua pregação não parecia muito exaltada, mas Ele era o Próprio Deus, e o homem não pode explicar isso. Ninguém jamais acreditou em João, Isaías ou Davi, e ninguém jamais os chamou de Deus, ou o Deus Davi, o Deus João; ninguém nunca falou assim, e somente Jesus já foi chamado de Cristo. Essa classificação é feita de acordo com o testemunho de Deus, a obra que Ele empreendeu e o ministério que Ele realizou. Com relação aos grandes homens da Bíblia — Abraão, Davi, Josué, Daniel, Isaías, João e Jesus — através da obra que fizeram, você consegue distinguir quem é o Próprio Deus, e que tipos de pessoas são profetas e quais são os apóstolos. Quem foi usado por Deus e quem foi o Próprio Deus são diferenciados e determinados pela substância e pelo tipo de obra que fizeram. Se você não consegue fazer essa distinção, isso prova que você não sabe o que significa crer em Deus. Jesus é Deus porque Ele proferiu tantas palavras, e fez tanto trabalho, em particular Sua demonstração de muitos milagres. Da mesma forma, João também trabalhou muito e proferiu muitas palavras, assim como Moisés; por que eles não foram chamados de Deus? Adão foi criado diretamente por Deus; por que ele não foi chamado de Deus, em vez de ser chamado de criatura? Se alguém lhe dissesse: “Hoje, Deus fez tanto trabalho e proferiu tantas palavras; Ele é o Próprio Deus. Então, uma vez que Moisés proferiu tantas palavras, ele também deve ter sido o Próprio Deus!”, você deve perguntar a eles em retorno: “Naquele tempo, por que Deus deu testemunho de Jesus, e não a João, como o Próprio Deus? João não veio antes de Jesus? Qual foi maior, a obra de João ou a de Jesus? Para o homem, a obra de João parece maior que a de Jesus, mas por que o Espírito Santo deu testemunho de Jesus, e não de João?” A mesma coisa está acontecendo hoje! Na época, quando Moisés liderou o povo de Israel, Jeová falou com ele de dentre as nuvens. Moisés não falou diretamente, mas foi guiado diretamente por Jeová. Essa foi a obra da Israel do Antigo Testamento. Dentro de Moisés não havia o Espírito nem o ser de Deus. Ele não podia fazer essa obra, portanto, há uma grande diferença entre o trabalho feito por ele e a obra feita por Jesus. E isso é porque a obra que fizeram era diferente! É possível discernir entre alguém usado por Deus, um profeta, um apóstolo, ou o Próprio Deus pela natureza de sua obra, e isso dará fim às suas dúvidas. Na Bíblia está escrito que somente o Cordeiro pode abrir os sete selos. Através dos tempos, tem havido muitos expositores das escrituras entre essas grandes figuras, e por isso você pode dizer que eles são todos do Cordeiro? Você pode dizer que todas as suas explicações vêm de Deus? Eles são meramente expositores; eles não têm a identidade do Cordeiro. Como eles poderiam ser dignos de abrir os sete selos? É verdade que “Somente o Cordeiro pode abrir os sete selos”, mas Ele não vem apenas para abrir os sete selos; essa obra não é necessária, ela é feita incidentalmente. Ele é perfeitamente claro sobre Sua Própria obra; é necessário que Ele passe muito tempo interpretando as escrituras? A “Era do Cordeiro que interpreta as Escrituras” deve ser acrescentada aos seis mil anos de obra? Ele vem para fazer uma nova obra, mas também faz algumas revelações sobre a obra de tempos passados, fazendo com que as pessoas entendam a verdade de seis mil anos de obra. Não há necessidade de explicar muitas passagens da Bíblia; é a obra de hoje que é fundamental, que é importante. Você deve saber que Deus não vem especialmente para quebrar os sete selos, mas para fazer a obra da salvação.

Extraído de ‘Sobre denominações e identidade’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 166

Na Era da Graça, João preparou o caminho para Jesus. João não poderia fazer a obra do Próprio Deus, mas simplesmente cumpriu o dever do homem. Embora João fosse o precursor do Senhor, ele não podia representar Deus; ele era apenas um homem usado pelo Espírito Santo. Depois que Jesus foi batizado, o Espírito Santo desceu sobre Ele como uma pomba. A partir daí, Ele começou a Sua obra, isto é, Ele começou a realizar o ministério de Cristo. Foi por isso que Ele assumiu a identidade de Deus, porque Ele veio de Deus. Não importa como era Sua fé antes disso — talvez fosse fraca algumas vezes ou forte outras vezes — tudo isso era Sua vida humana normal antes de realizar Seu ministério. Depois de ter sido batizado (isto é, ungido), o poder e a glória de Deus estavam com Ele imediatamente, e assim começou a realizar Seu ministério. Ele podia fazer sinais e maravilhas, realizar milagres, Ele tinha poder e autoridade, pois operava diretamente da parte do Próprio Deus; Ele fez a obra do Espírito em Seu lugar e expressou a voz do Espírito. Portanto, Ele era o Próprio Deus. Isso é incontestável. João foi alguém que foi usado pelo Espírito Santo. Ele não podia representar Deus e não era possível que ele representasse Deus. Se ele o tivesse desejado fazer, o Espírito Santo não o teria permitido, pois ele não podia fazer a obra que o Próprio Deus pretendia realizar. Talvez houvesse muito nele que era da vontade humana ou houvesse algo distorcido; em nenhuma circunstância ele poderia representar Deus. Seus erros e incorreções representavam somente a si mesmo, mas sua obra era representativa do Espírito Santo. Mesmo assim, você não pode dizer que todo ele representava Deus. Poderiam sua distorção e incorreções representar Deus também? Ser incorreto ao representar o homem é normal, mas se ele tivesse distorções ao representar Deus, isso não desonraria a Deus? Não seria uma blasfêmia contra o Espírito Santo? O Espírito Santo não permite levianamente que o homem tome o lugar de Deus, mesmo que seja exaltado pelos outros. Se ele não fosse Deus, então seria incapaz de permanecer firme no fim. O Espírito Santo não permite que o homem represente Deus como apraz ao homem! Por exemplo, foi o Espírito Santo quem deu testemunho a João e também foi o Espírito Santo quem o revelou como o que prepararia o caminho para Jesus, mas a obra feita nele pelo Espírito Santo tinha medida certa. Tudo o que foi requerido de João foi que ele fosse o pavimentador do caminho para Jesus, para preparar o caminho para Ele. Equivale a dizer que o Espírito Santo só sustentou seu trabalho de pavimentar o caminho e lhe permitiu apenas fazer esse trabalho e nenhum outro trabalho. João representava Elias e, ele representava um profeta que pavimentou o caminho. Isso foi sustentado pelo Espírito Santo; enquanto o seu trabalho fosse pavimentar o caminho, o Espírito Santo o sustentaria. No entanto, se ele afirmasse ser o Próprio Deus e viesse a concluir a obra de redenção, o Espírito Santo teria tido que discipliná-lo. Não importa quão grande fosse o trabalho de João, e muito embora fosse sustentado pelo Espírito Santo, seu trabalho não era sem limites. É realmente verdade que seu trabalho era sustentado pelo Espírito Santo, mas o poder que lhe foi outorgado naquele tempo estava limitado a pavimentar o caminho. Ele não podia, de forma alguma, fazer qualquer outro trabalho, porque ele era apenas o João que pavimentava o caminho, e não Jesus. Portanto, o testemunho do Espírito Santo é fundamental, mas o trabalho que o Espírito Santo permite que homem faça é ainda mais crucial. João não tinha recebido um testemunho retumbante naquele tempo? Seu trabalho não foi igualmente grande? Mas o trabalho que ele realizou não poderia ultrapassar o de Jesus, porque ele não foi mais do que um homem usado pelo Espírito Santo e não podia diretamente representar Deus e, assim, o trabalho que fez foi limitado. Depois que terminou de realizar o trabalho de preparar o caminho, o Espírito Santo não sustentou mais o seu testemunho, não foi seguido de nenhum trabalho novo e partiu quando a obra do Próprio Deus começou.

Há alguns que estão possuídos por espíritos malignos e clamam vociferantemente: “Eu sou Deus!”. Mas, no fim, eles são revelados, porque estão errados no que representam. Eles representam Satanás e o Espírito Santo não lhes presta atenção. Por mais alto que você se exalte ou por mais forte que você grite, você ainda é um ser criado que pertence a Satanás. Eu nunca grito: “Eu sou Deus, Eu sou o amado Filho de Deus!”. Mas a obra que Eu realizo é a obra de Deus. Preciso gritar? Não há necessidade de exaltação. Deus faz a Sua obra Ele Mesmo e não necessita que o homem Lhe confira um status ou título honorífico: Sua obra representa Sua identidade e status. Antes de Seu batismo, Jesus não era o Próprio Deus? Não era a carne encarnada de Deus? Não é certo que não se pode dizer que Ele só Se tornou o único Filho de Deus depois que testificaram Dele? Já não havia um homem com o nome de Jesus muito antes que Ele começasse a Sua obra? Você não pode gerar novas sendas ou representar o Espírito. Você não pode expressar a obra do Espírito ou as palavras que Ele profere. Você é incapaz de fazer a obra do Próprio Deus, e a do Espírito, também não. A sabedoria, a maravilha e a insondabilidade de Deus e a plenitude do caráter pelo qual Deus castiga o homem — todas essas estão além de sua capacidade de expressar. Portanto, seria inútil tentar afirmar ser Deus; você teria apenas o nome, mas nada da substância. O Próprio Deus veio, mas ninguém O reconhece, mesmo assim Ele continua em Sua obra e a faz representando o Espírito. Se você O chama de homem, Deus, o Senhor ou Cristo, ou O chama de irmã, não importa. Mas a obra que Ele faz é a do Espírito e representa a obra do Próprio Deus. Ele não Se importa com o nome pelo qual o homem O chama. Pode o nome determinar Sua obra? Independentemente do que você O chame, no que se refere a Deus, Ele é a carne encarnada do Espírito de Deus; Ele representa o Espírito e é aprovado por Ele. Se você é incapaz de abrir caminho para uma nova era ou de fazer terminar a era antiga, ou de introduzir uma nova era ou de fazer uma nova obra, então você não pode ser chamado de Deus!

Extraído de ‘O mistério da encarnação (1)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 167

Até mesmo um homem que é usado pelo Espírito Santo não pode representar o Próprio Deus. Isso não é só dizer que tal homem não pode representar Deus, mas, também, que o trabalho que realiza não pode diretamente representar Deus. Em outras palavras, a experiência humana não pode ser colocada diretamente dentro do gerenciamento de Deus e ela não pode representar a gestão de Deus. A obra que o Próprio Deus faz é inteiramente a obra que Ele pretende fazer em Seu próprio plano de gerenciamento e diz respeito ao grande gerenciamento. O trabalho feito pelo homem consiste em suprir a sua experiência individual. Consiste em encontrar uma nova senda de experiência além daquela trilhada pelos que o precederam e em liderar seus irmãos sob a direção do Espírito Santo. O que essas pessoas suprem é a sua experiência individual ou escritos espirituais das pessoas espirituais. Embora essas pessoas sejam usados pelo Espírito Santo, o trabalho que fazem não se relaciona à grande obra de gerenciamento no plano dos seis mil anos. São meramente aquelas que foram elevadas pelo Espírito Santo em épocas diferentes para liderar as pessoas na corrente do Espírito Santo, até que tenham cumprido suas funções ou suas vidas cheguem ao final. O trabalho que eles fazem é apenas para preparar uma senda apropriada para o Próprio Deus ou para continuar um certo aspecto da gestão do Próprio Deus na terra. Por si mesmas, essas pessoas são incapazes de realizar a obra maior de Sua gestão, nem podem abrir novos caminhos, muito menos pode qualquer um deles concluir toda a obra de Deus da era passada. Portanto, o trabalho que fazem representa apenas um ser criado realizando sua função e não pode representar o Próprio Deus realizando Seu ministério. Isto é porque o trabalho que eles fazem é diferente do que é feito pelo Próprio Deus. A obra de introduzir uma nova era não é algo que pode ser feito pelo homem no lugar de Deus. Não pode ser realizada por ninguém mais a não ser o Próprio Deus. Todo o trabalho feito pelo homem consiste em cumprir seu dever como ser criado e é feito quando ele é movido ou esclarecido pelo Espírito Santo. A orientação que tais pessoas proveem consiste inteiramente em mostrar a senda da prática na vida diária e como o homem deveria agir em harmonia com a vontade de Deus. O trabalho do homem nem envolve a gestão de Deus nem representa a obra do Espírito. Como exemplo, a obra de Witness Lee e de Watchman Nee era a de mostrar o caminho. Seja o caminho novo ou antigo, o trabalho tinha como premissa o princípio de permanecer dentro da Bíblia. Se fosse para restaurar a igreja local ou construir a igreja local, o trabalho deles tinha a ver com estabelecer igrejas. O trabalho que fizeram deu continuidade à obra que Jesus e Seus apóstolos tinham deixado sem terminar ou não tinham desenvolvido mais na Era da Graça. O que fizeram em seu trabalho foi restaurar o que Jesus havia pedido, em Sua obra primitiva, das gerações que viessem depois Dele, tal como manter suas cabeças cobertas, receber o batismo, partir o pão ou tomar o vinho. Poder-se-ia dizer que o seu trabalho era ater-se à Bíblia e buscar sendas dentro da Bíblia. Eles não fizeram nenhum avanço novo de qualquer tipo. Portanto, pode-se ver no trabalho deles apenas a descoberta de novos caminhos dentro da Bíblia, assim como uma prática melhor e mais realista. Mas não se pode achar no trabalho deles a atual vontade de Deus, muito menos encontrar a nova obra que Deus planeja fazer nos últimos dias. Isto ocorre porque a senda que trilharam ainda era a antiga — não houve qualquer renovação nem progresso. Eles continuaram a se agarrar ao fato da crucificação de Jesus, a observar a prática de pedir às pessoas que se arrependessem e confessassem seus pecados, a acatar os ditos que aquele que perseverar até o fim será salvo e que o homem é o cabeça da mulher, e que a mulher deve obedecer ao seu marido e, mais ainda, a noção tradicional de que as irmãs não podem pregar e só podem obedecer. Se tal modo de liderança continuasse a ser observado, o Espírito Santo jamais teria sido capaz de executar obra nova, de libertar as pessoas da doutrina ou de guiá-los para um reino de liberdade e de beleza. Portanto, esta etapa da obra que muda a era deve ser feita e falada pelo Próprio Deus; de outra forma, nenhum homem pode fazê-lo em Seu lugar. Até aqui, toda a obra do Espírito Santo fora desta corrente chegou a uma paralisação e aqueles que eram usados pelo Espírito Santo perderam o rumo. Portanto, uma vez que o trabalho das pessoas usadas pelo Espírito Santo é diferente da obra do Próprio Deus, suas identidades e os sujeitos em nome de quem agem são semelhantemente diferentes. Isso é assim porque a obra que o Espírito Santo pretende fazer é diferente, e por conta disso, aos que semelhantemente trabalham são conferidos status e identidades diferentes. As pessoas usadas pelo Espírito Santo também podem fazer algum trabalho que é novo e também podem eliminar algum trabalho realizado na era anterior, mas o que eles fazem não pode expressar o caráter e a vontade de Deus na nova era. Eles trabalham apenas para retirar a obra da era anterior, não para fazer uma nova obra com o propósito de representar diretamente o caráter do Próprio Deus. Assim, não importa quantas práticas antiquadas eles consigam abolir ou quantas práticas novas possam introduzir, eles ainda representam o homem e os seres criados. Quando, porém, o Próprio Deus executa a obra, Ele não declara abertamente a abolição das práticas da era antiga nem diretamente declara o início de uma nova era. Ele é direto e objetivo em Sua obra. Ele é direto ao realizar a obra que pretende fazer; isto é, Ele expressa diretamente a obra que realizou, diretamente faz Sua obra como pretendida originalmente, expressando Seu ser e caráter. Da forma como o homem vê, Seu caráter e também Sua obra são diferentes daqueles das eras passadas. Entretanto, da perspectiva do Próprio Deus, isso é apenas uma continuação e desenvolvimento posterior de Sua obra. Quando o Próprio Deus opera, Ele expressa Sua palavra e diretamente realiza a nova obra. Em contraste, quando o homem trabalha, é por meio de deliberação e estudo ou é uma extensão do conhecimento e uma sistematização da prática fundamentados no trabalho dos outros. Equivale a dizer que a essência do trabalho feito pelo homem é seguir uma ordem estabelecida e “trilhar as velhas sendas com sapatos novos”. Isso significa que até a senda trilhada pelas pessoas usadas pelo Espírito Santo é construída sobre aquela que o Próprio Deus lançou. Assim, ao final de contas, o homem ainda é homem e Deus ainda é Deus.

Extraído de ‘O mistério da encarnação (1)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 168

João nasceu por uma promessa, muito como Isaque nasceu a Abraão. Ele pavimentou um caminho para Jesus e realizou muito trabalho, mas ele não era Deus. Em vez disso, ele era um dos profetas, porque ele somente pavimentou o caminho para Jesus. Seu trabalho também foi grande e só depois que ele preparou o caminho foi que Jesus oficialmente começou a Sua obra. Em essência, ele simplesmente trabalhou para Jesus e seu trabalho foi a serviço da obra de Jesus. Depois que ele terminou de pavimentar o caminho, Jesus começou Sua obra, obra que era mais nova, mais concreta e mais detalhada. João fez apenas a porção inicial da obra; a maior parte da nova obra foi feita por Jesus. João fez nova obra também, mas não foi ele que introduziu a nova era. João nasceu de uma promessa e seu nome foi dado por um anjo. Naquele momento, alguns quiseram dar-lhe o nome de seu pai, Zacarias, mas sua mãe se manifestou dizendo: “O menino não poderá ter esse nome. Ele será chamado de João”. Isso tudo foi a mando do Espírito Santo. Jesus também recebeu Seu nome a mando do Espírito Santo e Ele nasceu do Espírito Santo e foi prometido pelo Espírito Santo. Jesus era Deus, Cristo e o Filho do Homem. A obra de João também foi grandiosa, mas por que não foi chamado de Deus? Exatamente qual era a diferença entre a obra feita por Jesus e a feita por João? A única razão foi que João foi quem preparou o caminho para Jesus? Ou porque isso tinha sido predestinado por Deus? Embora João também dissesse: “Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus”, e também pregasse o evangelho do reino dos céus, seu trabalho não foi desenvolvido além disso e constituiu apenas um começo. Em contraste, Jesus introduziu uma nova era e trouxe fim à antiga, mas Ele também cumpriu a lei do Antigo Testamento. A obra que Ele fez foi maior do que a de João e, além do mais, Ele veio para redimir toda a humanidade — Ele cumpriu aquela etapa da obra. João só preparou o caminho. Embora seu trabalho tivesse sido grande, proferisse muitas palavras e fossem numerosos os discípulos que o seguiam, seu trabalho não fez mais do que trazer para o homem um novo começo. Os homens nunca receberam dele a vida, o caminho ou verdades mais profundas e nem ganharam, por intermédio dele, uma compreensão da vontade de Deus. João foi um grande profeta (Elias) que inaugurou um novo terreno para a obra de Jesus e preparou os escolhidos; ele foi o precursor da Era da Graça. Tais assuntos não podem ser discernidos simplesmente pela observação de suas aparências humanas normais. Isso é ainda mais adequado porque João realizou um trabalho muito grandioso e, além do mais, ele recebeu a promessa do Espírito Santo e seu trabalho foi sustentado pelo Espírito Santo. Sendo assim, é somente por meio da obra que eles fazem que se pode distinguir entre as suas respectivas identidades, pois não há como determinar a substância de um homem a partir de sua aparência externa, nem há como o homem garantir o que é o testemunho verdadeiro do Espírito Santo. O trabalho feito por João e a obra feita por Jesus eram diferentes e de naturezas distintas. É a partir disso que se pode determinar se João era ou não Deus. A obra de Jesus foi começar, continuar, concluir e completar. Ele executou cada um desses passos, enquanto o trabalho de João não foi mais do que fazer um começo. No princípio, Jesus divulgou o evangelho e pregou o caminho do arrependimento, depois continuou batizando homens, curando os enfermos e expulsando demônios. No final, Ele redimiu a humanidade do pecado e completou a Sua obra para a era inteira. Ele também foi por todos os lugares, pregando ao homem e divulgando o evangelho do reino dos céus. Nesse sentido, Ele e João foram semelhantes, com a diferença de que Jesus introduziu uma nova era e trouxe a Era da Graça para o homem. De Sua boca veio a palavra sobre o que o homem deveria praticar e o caminho que o homem deveria seguir na Era da Graça, e no fim, Ele terminou a obra de redenção. Tal obra jamais poderia ter sido executada por João. Assim, foi Jesus quem fez a obra do Próprio Deus e é Ele que é o Próprio Deus e diretamente representa Deus. As noções do homem dizem que aqueles que nasceram pela promessa, que nasceram do Espírito, que foram sustentados pelo Espírito Santo e que abriram novos caminhos são Deus. De acordo com essa forma de pensar, João também seria Deus e Moisés, Abraão e Davi… também seriam todos Deus. Isso não é uma grande piada?

Extraído de ‘O mistério da encarnação (1)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 169

Alguns se perguntam: “Por que a era deve ser iniciada pelo Próprio Deus? Um ser criado não pode assumir Seu lugar?” Vocês estão todos cientes de que Deus Se torna carne expressamente com o propósito de introduzir uma nova era e, é claro, quando introduz a nova era, Ele conclui a era anterior ao mesmo tempo. Deus é o Princípio e o Fim; é Ele Mesmo quem põem Sua obra em movimento e, portanto, deve ser Ele Mesmo que conclui a era anterior. Essa é a prova da derrota e Satanás por Ele e de Sua conquista do mundo. Cada vez que Ele Mesmo opera entre os homens é o início de uma nova batalha. Sem o início de uma nova obra, naturalmente, não haveria a conclusão da antiga. E quando não há conclusão da antiga, isso é prova de que a batalha com Satanás ainda terá que chegar ao fim. Só se o Próprio Deus vier e executar uma nova obra entre os homens poderá o homem libertar-se completamente do império de Satanás e ganhar uma vida nova e um novo começo. De outro modo, o homem viverá para sempre na era antiga e para sempre sob a velha influência de Satanás. Com cada era liderada por Deus, uma parte do homem é libertada e, assim, o homem avança junto com a obra de Deus para a nova era. A vitória de Deus é uma vitória para todos aqueles que O seguem. Se a raça dos seres humanos criados recebesse o encargo de concluir a era, seja do ponto de vista do homem ou de Satanás, isso não seria mais do que um ato de oposição ou traição a Deus, não um ato de obediência a Deus, e a obra do homem se tornaria um instrumento para Satanás. Somente se o homem obedecer e seguir a Deus numa era introduzida pelo Próprio Deus, Satanás poderá ficar completamente convencido, pois esse é o dever de um ser criado. Portanto, Eu digo que vocês necessitam somente seguir e obedecer e não se pede mais nada de vocês. É isso o que significa que cada um cumpra seu dever e cada um desempenhe sua respectiva função. Deus faz Sua própria obra e não necessita que o homem faça Sua obra em Seu lugar, nem participa da obra dos seres criados. O homem cumpre seu próprio dever e não participa da obra de Deus; somente isso é a obediência e a prova da derrota de Satanás. Depois que o Próprio Deus tiver terminado de introduzir a nova era, Ele não descerá mais para operar Ele Mesmo entre os homens. É só então que o homem oficialmente entra na nova era para cumprir seu dever e executar sua missão como um ser criado. Esses são os princípios pelos quais Deus opera, os quais ninguém pode transgredir. Só operar desse jeito é sensato e razoável. A obra de Deus é para ser feita pelo Próprio Deus. É Ele quem põe a Sua obra em movimento e também Ele é quem a conclui. É Ele quem planeja a obra e também Ele é quem a gerencia e, mais que isso, é Ele quem completa a obra. Como está escrito na Bíblia: “Eu sou o Princípio e o Fim; Eu sou o Semeador e o Ceifeiro”. Tudo que se relaciona com a obra de Seu gerenciamento é feito por Ele Mesmo. Ele é o Governante do plano de gerenciamento de seis mil anos; ninguém pode fazer Sua obra em Seu lugar e ninguém pode levar a Sua obra a um término, pois é Ele quem segura tudo em Suas mãos. Tendo criado o mundo, Ele levará o mundo inteiro a viver em Sua luz e Ele também concluirá a era inteira, assim completando todo o Seu plano.

Extraído de ‘O mistério da encarnação (1)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 170

Todo o caráter de Deus foi revelado ao longo do plano de gerenciamento de seis mil anos. Ele não é revelado apenas na Era da Graça, nem somente na Era da Lei, nem, menos ainda, somente neste período dos últimos dias. A obra feita nos últimos dias representa julgamento, ira e castigo. A obra feita nos últimos dias não pode substituir a obra da Era da Lei ou a da Era da Graça. No entanto, os três estágios, interconectando-se, formam uma entidade, e são todos a obra de um só Deus. Naturalmente, a execução dessa obra é dividida em eras separadas. A obra feita nos últimos dias encerra tudo; a que foi feita na Era da Lei foi a obra de início; e a que foi feita na Era da Graça foi a obra de redenção. Quanto às visões da obra em todo esse plano de gerenciamento de seis mil anos, ninguém pode ganhar entendimento ou compreensão e essas visões permanecem enigmas. Nos últimos dias, apenas a obra da palavra é feita para inaugurar a Era do Reino, no entanto, ela não é representativa de todas as eras. Os últimos dias não são mais do que os últimos dias e não são mais que a Era do Reino e não representam a Era da Graça ou a Era da Lei. É só que, nos últimos dias, toda a obra no plano de gerenciamento de seis mil anos é revelada a vocês. Esse é o desvelar do mistério. Esse tipo de mistério é algo que não pode ser desvelado por homem nenhum. Não importa quão grande seja o entendimento que o homem tenha da Bíblia, ele permanece não sendo mais do que palavras, pois o homem não entende a substância da Bíblia. Quando o homem lê a Bíblia, ele pode receber algumas verdades, explicar algumas palavras ou sujeitar algumas passagens e capítulos famosos ao seu escrutínio mesquinho, mas ele nunca será capaz de desprender o significado contido nessas palavras, pois tudo o que o homem vê são palavras mortas, não as cenas das obras de Jeová e de Jesus, e o homem não tem como desvendar o mistério dessa obra. Portanto, o mistério do plano de gerenciamento de seis mil anos é o maior, o mais oculto e o mais absolutamente inconcebível mistério para o homem. Ninguém pode entender diretamente a vontade de Deus, a menos que o Próprio Deus a explique e revele ao homem; caso contrário, essas coisas permanecerão para sempre um enigma para o homem e para sempre mistérios selados. Não se importem com os que estão no mundo religioso; se a vocês não fosse dito, hoje, vocês também não as entenderiam. Essa obra de seis mil anos é mais misteriosa do que todas as profecias dos profetas. Ela é o maior mistério desde a criação, e nem um dentre os profetas por todas as eras foi jamais capaz de sondá-la, pois esse mistério é desvendado apenas na era final e nunca foi revelado antes. Se vocês puderem compreender esse mistério e forem capazes de recebê-lo plenamente, então todas as pessoas religiosas serão conquistadas por esse mistério. Somente essa é a maior das visões; é aquilo que o homem deseja mais intensamente compreender, mas também aquilo que é mais obscuro para ele. Quando vocês estavam na Era da Graça, não sabiam o que eram a obra feita por Jesus nem a feita por Jeová. As pessoas não entendiam por que Jeová estabeleceu leis, por que Ele pediu ao povo que obedecessem às leis ou por que o templo tinha que ser construído, e muito menos as pessoas entendiam por que os israelitas foram levados do Egito para o deserto e depois para Canaã. Não foi até hoje que essas questões foram reveladas.

Extraído de ‘O mistério da encarnação (4)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 171

Ninguém é capaz de viver de maneira independente, exceto os que recebem especial instrução e orientação do Espírito Santo, pois as pessoas requerem o ministério e o pastoreio dos que são usados por Deus. Assim, em cada era Deus levanta diferentes pessoas que passam a se ocupar de pastorear as igrejas em benefício da Sua obra. O que equivale dizer que a obra de Deus deve ser feita por intermédio daqueles a quem Ele olha favoravelmente e aprova; o Espírito Santo deve usar a parte que está dentro deles que seja digna de uso para que o Espírito Santo possa operar e eles são tornados aptos para o uso de Deus através do aperfeiçoamento pelo Espírito Santo. Por ter uma capacidade de entendimento muito deficiente, o homem deve ser pastoreado por aqueles que são usados por Deus; foi assim com o uso que Deus fez de Moisés, em quem Ele encontrou muito que era adequado para ser usado na época e que usou para fazer a obra de Deus durante aquele estágio. Neste estágio, Deus usa um homem enquanto também aproveita a parte dele que pode ser usada pelo Espírito Santo para operar, e o Espírito Santo tanto o dirige quanto, ao mesmo tempo, aperfeiçoa a parte restante e não usável.

O trabalho realizado por quem é usado por Deus tem o propósito de colaborar com a obra de Cristo ou do Espírito Santo. Esse homem é levantado por Deus dentre os homens e está ali para liderar todos os escolhidos de Deus; ele também é levantado por Deus para fazer a obra de cooperação humana. Por intermédio de alguém assim, capaz de fazer a obra de cooperação humana, mais podem ser alcançadas tanto as exigências de Deus em relação ao homem quanto a obra que o Espírito Santo deve fazer dentre os homens. Outra forma de colocar isso é a seguinte: o objetivo de Deus ao usar esse homem é para que todos os que O seguem possam compreender melhor a Sua vontade e alcançar mais as Suas exigências. Como as pessoas são incapazes de entender diretamente as palavras ou a vontade de Deus, Deus levantou alguém que é usado para realizar tal obra. Essa pessoa que é usada por Deus também pode ser descrita como um meio pelo qual Deus guia as pessoas, como um “tradutor” na comunicação entre Deus e o homem. Assim, tal homem é diferente de todos os outros que trabalham na casa de Deus ou que são Seus apóstolos. Como os demais, pode-se dizer que ele é alguém que serve a Deus; mas, na substância de seu trabalho e no contexto de seu uso por parte de Deus, ele difere muito de outros obreiros e apóstolos. Em termos da substância de seu trabalho e do contexto de seu uso, o homem usado por Deus é levantado por Ele, é preparado por Ele para a obra de Deus e ele coopera na obra do Próprio Deus. Ninguém jamais poderia fazer seu trabalho em seu lugar — essa é a cooperação humana que é indispensável junto com a obra divina. O trabalho realizado por outros obreiros ou apóstolos, por sua vez, é apenas a transmissão e a implementação dos muitos aspectos dos arranjos para as igrejas ao longo de cada período, ou então a obra de alguma provisão vital simples a fim de sustentar a vida da igreja. Esses obreiros e apóstolos não são designados por Deus, muito menos podem ser chamados como aqueles que são usados pelo Espírito Santo. Eles são escolhidos dentre as igrejas e, após terem sido treinados e cultivados por certo tempo, os que estão aptos são mantidos, enquanto os que não se qualificam são enviados de volta para o lugar de onde vieram. Como essas pessoas são escolhidas dentre as igrejas, algumas mostram sua verdadeira índole após se tornarem líderes e outras até fazem muitas coisas más e acabam sendo eliminadas. Por outro lado, o homem que é usado por Deus é alguém que foi preparado por Deus, que tem um determinado calibre, e tem humanidade. Ele foi previamente preparado e tornado perfeito pelo Espírito Santo, é completamente conduzido pelo Espírito Santo e, especialmente quando se trata de sua obra, é guiado e comandado pelo Espírito Santo; o resultado disso é que não existe desvio algum na senda de conduzir os escolhidos de Deus, pois Deus certamente assume a responsabilidade por Sua própria obra e sempre faz Sua própria obra.

de ‘Quanto ao uso que Deus faz do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 172

A obra na corrente do Espírito Santo, seja a própria obra de Deus ou o trabalho de pessoas sendo usadas, é a obra do Espírito Santo. A substância do Próprio Deus é o Espírito, que pode ser chamado de Espírito Santo ou Espírito sete vezes intensificado. Em suma, Eles são o Espírito de Deus, embora o Espírito de Deus tenha recebido nomes diferentes em eras diferentes. Mas a substância Deles ainda assim é uma só. Portanto, a obra do Próprio Deus é a obra do Espírito Santo, enquanto a obra do Deus encarnado é nada menos do que o Espírito Santo em ação. O trabalho dos homens que são usados também é a obra do Espírito Santo. No entanto, a obra de Deus é a expressão completa do Espírito Santo, que é absolutamente verdadeiro, enquanto o trabalho das pessoas que são usadas é misturada com muitas coisas humanas e não é a expressão direta do Espírito Santo, muito menos é a expressão completa Dele. A obra do Espírito Santo é variada e não é limitada por quaisquer condições. A obra do Espírito Santo varia em pessoas diferentes; ela manifesta essências diferentes e difere por era como também por país. Naturalmente, embora o Espírito Santo realize Sua obra de várias maneiras diferentes e de acordo com muitos princípios, não importa como a obra seja realizada ou em que tipo de pessoas, sua essência é sempre diferente; toda a obra realizada em pessoas diferentes tem seus princípios, e toda ela é capaz de representar a essência de seus objetos. Isso ocorre porque a obra do Espírito Santo é bastante específica em Seu escopo e bastante controlada. A obra realizada na carne encarnada não é a mesma que a obra conduzida em pessoas, e a obra varia, também, de acordo com o calibre da pessoa em que é conduzida. A obra realizada na carne encarnada não é realizada em pessoas, e não é a mesma obra que é realizada nas pessoas. Em suma, não importa como ela seja feita, a obra realizada em objetos diferentes nunca é a mesma, e os princípios pelos quais Ele opera diferem de acordo com o estado e a natureza das pessoas diferentes na quais Ele opera. O Espírito Santo opera em pessoas diferentes baseado na substância inerente delas e não faz exigências a elas que excedam aquela substância, tampouco realiza obra nelas que exceda seu calibre inerente. Portanto, a obra do Espírito Santo no homem permite que as pessoas vejam a essência daquele objeto da obra. A essência inerente do homem não muda; seu calibre inerente é limitado. O Espírito Santo usa pessoas ou opera nelas de acordo com as limitações do seu calibre, para que possam se beneficiar disso. Quando o Espírito Santo opera nas pessoas que são usadas, os dons e o calibre inerente daquelas pessoas são liberados e não retidos. O calibre inerente delas é aplicado em serviço à obra. Pode-se dizer que Ele utiliza as partes dos homens que podem ser usadas em Sua obra a fim de alcançar resultados naquela obra. Em contraste, a obra realizada na carne encarnada a obra expressa diretamente a obra do Espírito e não é adulterada pela mente e pensamentos humanos; nem os dons do homem, nem a experiência do homem, nem a condição inata do homem podem alcançá-la. Toda a obra incontável do Espírito Santo pretende beneficiar e edificar o homem. No entanto, algumas pessoas podem ser aperfeiçoadas enquanto outras não possuem as condições para o aperfeiçoamento, o que significa que elas não podem ser aperfeiçoadas e dificilmente podem ser salvas, e embora possam ter tido a obra do Espírito Santo, acabam sendo eliminadas. Isso significa que, embora a obra do Espírito Santo seja edificar as pessoas, não se pode dizer que todos aqueles que tiveram a obra do Espírito Santo serão completamente aperfeiçoados, porque a senda que muitas pessoas seguem em sua busca não é a senda do aperfeiçoamento. Eles têm apenas a obra unilateral do Espírito Santo, não a colaboração humana subjetiva nem a busca humana correta. Assim, a obra do Espírito Santo nessas pessoas vem a servir àqueles que estão sendo aperfeiçoados. A obra do Espírito Santo não pode ser vista diretamente pelas pessoas nem pode ser diretamente tocada pelas próprias pessoas. Ela só pode ser expressa por aqueles que têm o dom de trabalhar, o que significa que a obra do Espírito Santo é fornecida aos seguidores através das expressões feitas pelas pessoas.

Extraído de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 173

A obra do Espírito Santo é realizada e concluída através de diversos tipos de pessoas e muitas condições diferentes. Embora a obra de Deus encarnado possa representar a obra de uma era inteira e também a entrada das pessoas em uma era inteira, o trabalho nos detalhes da entrada das pessoas ainda assim precisa ser realizado por homens que são usados pelo Espírito Santo e não por Deus encarnado. Assim, a obra de Deus ou o próprio ministério de Deus é a obra da carne encarnada de Deus, que o homem não pode realizar em Seu lugar. A obra do Espírito Santo é concluída através de muitos tipos de pessoas diferentes, nenhuma pessoa sozinha pode alcançá-la inteiramente e nenhuma pessoa sozinha pode expressá-la completamente. Aqueles que lideram as igrejas também não podem representar completamente a obra do Espírito Santo; só podem realizar algum trabalho de liderança. A obra do Espírito Santo pode, então, ser dividida em três partes: a própria obra de Deus, a trabalho das pessoas que são usadas e a obra realizada em todos aqueles que estão na corrente do Espírito Santo. A própria obra de Deus é liderar a era inteira; o trabalho daqueles que são usados é, sendo enviados ou recebendo comissões após Deus ter feito Sua própria obra, é liderar todos os seguidores de Deus, e esses são os que colaboram com a obra de Deus; a obra realizada pelo Espírito Santo naqueles que estão na corrente é preservar toda a Sua própria obra, isto é, preservar Sua a gestão integral e Seu testemunho, aperfeiçoando ao mesmo tempo aqueles que podem ser aperfeiçoados. Juntas, essas três partes são a obra completa do Espírito Santo, mas sem a obra do Próprio Deus, a obra de gestão estagnaria em sua totalidade. A obra do Próprio Deus envolve o trabalho de toda a humanidade e também representa a obra da era inteira, o que significa que a própria obra de Deus representa cada dinâmica e tendência da obra do Espírito Santo, enquanto o trabalho dos apóstolos vem depois e segue da própria obra de Deus, e ela não lidera a era nem representa tendências da obra do Espírito Santo numa era inteira. Eles realizam apenas o trabalho que o homem deve realizar, que nada tem a ver com a obra de gestão. A obra que o Próprio Deus faz é um projeto dentro da obra de gestão. O trabalho do homem é apenas o dever que as pessoas que são usados cumprem e não tem qualquer relação com a obra de gestão. A despeito do fato de que ambos sejam obra do Espírito Santo, devido a diferenças em identidades e representações da obra, existem diferenças claras e substanciais entre a própria obra de Deus e o trabalho do homem. Além disso, a extensão da obra realizada pelo Espírito Santo varia em objetos com identidades diferentes. Esses são os princípios e o escopo da obra do Espírito Santo.

Extraído de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 174

O trabalho do homem significa sua experiência e sua humanidade. O que o homem fornece e o trabalho que ele realiza o representam. A percepção do homem, o raciocínio do homem, a lógica do homem e sua rica imaginação estão todos incluídos em seu trabalho. A experiência do homem é particularmente capaz de significar o seu trabalho, e as experiências de uma pessoa se tornam os componentes de seu trabalho. O trabalho do homem é capaz de expressar sua experiência. Quando algumas pessoas vivenciam de modo negativo, a maior parte da linguagem de sua comunhão consistirá em elementos negativos. Se sua experiência por um período de tempo é positiva e elas possuem especialmente uma senda no aspecto positivo, sua comunhão é muito encorajadora, e as pessoas podem obter delas provisões positivas. Se um trabalhador se torna negativo por um período de tempo, sua comunhão carregará sempre elementos negativos. Esse tipo de comunhão é deprimente, e outros ficarão inconscientemente deprimidos após sua comunhão. O estado dos seguidores muda de acordo com o estado de seu líder. O que quer que um trabalhador seja por dentro, é isso que ele expressa, e a obra do Espírito Santo frequentemente muda com o estado do homem. Ele opera de acordo com a experiência das pessoas e não as obriga, mas faz exigências às pessoas de acordo com o curso normal de sua experiência. Isso significa que a comunhão do homem difere da palavra de Deus. O que as pessoas comunicam transmite suas percepções e experiência individuais, expressando suas expressões e experiência com base na obra de Deus. Sua responsabilidade é descobrir, após Deus operar ou falar, o que disso elas devem praticar ou em que devem entrar e, depois, transmitir isso aos seguidores. Portanto, o trabalho do homem representa sua entrada e sua prática. Naturalmente, a esse trabalho se misturam lições e experiências humanas ou alguns pensamentos humanos. Não importa como o Espírito Santo opere, seja no homem ou em Deus encarnado, os trabalhadores sempre expressam o que são. Embora seja o Espírito Santo que opera, a obra é fundamentada naquilo que o homem é inerentemente, porque o Espírito Santo não opera sem fundamento. Em outras palavras, a obra não vem do nada, mas é sempre feita de acordo com circunstâncias e condições reais. Só assim o caráter do homem pode ser transformado e suas noções e pensamentos antigos podem ser mudados. O que o homem expressa é o que ele vê, vivencia e é capaz de imaginar e o que é alcançável ao pensamento do homem, mesmo que sejam doutrinas ou noções. O trabalho do homem não pode exceder o escopo da experiência do homem, nem o que o homem vê, nem o que o homem é capaz de imaginar ou conceber, independentemente do tamanho daquele trabalho. Tudo que Deus expressa é o que o Próprio Deus é, e isso é inalcançável para o homem — isto é, está além do alcance do pensamento do homem. Ele expressa Sua obra de liderar toda a humanidade, e isso não está relacionado aos detalhes da experiência humana, mas, em vez disso, diz respeito à Sua própria gestão. O que o homem expressa é sua experiência, enquanto o que Deus expressa é Seu ser, que é Seu caráter inerente, que está fora do alcance do homem. A experiência do homem é sua percepção e seu conhecimento que ele adquire com base na expressão de Deus de Seu ser. Essa percepção e esse conhecimento são chamados o ser do homem, e a base de sua expressão é o caráter e calibre inerentes do homem — é por isso que são chamados também o ser do homem. O homem é capaz de comunicar o que ele vivencia e vê. Ninguém é capaz de comunicar o que ele não vivenciou ou viu ou o que seu pensamento não consegue alcançar, estas sendo coisas que ele não tem dentro de si. Se o que o homem expressa não vem de sua experiência, então é sua imaginação ou doutrina. Em termos simples, não há realidade em suas palavras. Se você nunca tivesse contato com as coisas da sociedade, não poderia comunicar claramente os relacionamentos complexos da sociedade. Se você não tivesse família, quando outros estivessem falando sobre questões familiares, você não entenderia a maior parte do que eles dissessem. Portanto, o que o homem comunica e o trabalho que ele realiza representam seu ser interior. Se alguém comunicasse seu entendimento de castigo e julgamento, mas você não tivesse nenhuma experiência disso, você não ousaria negar o conhecimento dele, muito menos ousaria estar absolutamente seguro nele. Isso é assim porque a comunicação dele é algo que você nunca vivenciou, que você nunca conheceu, e sua mente é incapaz de imaginá-la. Você só consegue extrair do conhecimento dessa pessoa uma senda para passar por castigo e julgamento no futuro. Mas essa senda só pode ser uma de conhecimento doutrinal; não pode assumir o lugar de seu próprio entendimento, muito menos de sua experiência. Talvez você ache que o que ela diz é bastante correto, mas, em sua própria experiência, você descobre que é impraticável de muitas maneiras. Talvez sinta que parte daquilo que você ouve é totalmente impraticável; você cultiva noções sobre isso naquele momento e, embora possa aceitá-lo, você só o faz com relutância. Mas em sua própria experiência, o conhecimento do qual você derivou noções se torna seu modo de prática, e quanto mais pratica, mais você entende o verdadeiro valor e significado das palavras que ouviu. Depois de ter sua própria experiência, você pode então falar sobre o conhecimento que deveria ter daquilo que vivenciou. Além disso, você também é capaz de distinguir entre aqueles cujo conhecimento é real e prático e aqueles cujo conhecimento é baseado em doutrina e é inútil. Portanto, se o conhecimento que você professa está ou não de acordo com a verdade depende em grande parte de sua experiência prática dele. Onde houver verdade em sua experiência, seu conhecimento será prático e valioso. Através de sua experiência, você é capaz também de ganhar discernimento e percepção, de aprofundar seu conhecimento e ampliar sua sabedoria e bom senso sobre como você deve se comportar. O conhecimento expressado por pessoas que não possuem a verdade é doutrina, por mais altivo que possa ser. Esse tipo de pessoas pode muito bem ser muito inteligente quando se trata de questões da carne, mas não consegue fazer distinções quando se trata de questões espirituais. O motivo é que essas pessoas não têm nenhuma experiência de questões espirituais. Elas são pessoas que não são esclarecidas sobre questões espirituais e não entendem assuntos espirituais. Seja qual for o tipo de conhecimento que você expressa, contanto que seja seu ser, então é sua experiência pessoal, seu conhecimento real. O que as pessoas que falam apenas de doutrina discutem — sendo essas aquelas pessoas que não possuem nem a verdade nem realidade — também pode ser chamado o ser deles, pois chegaram à sua doutrina só através de profunda contemplação e é resultado de profunda ruminação. No entanto, é apenas doutrina, nada mais do que imaginação!

Extraído de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 175

As experiências de todos os tipos de pessoas representam as coisas dentro delas. Ninguém que não têm experiência espiritual pode falar de conhecimento da verdade nem de conhecimento correto sobre diversas coisas espirituais. O que o homem expressa é o que ele é por dentro — isso é certo. Alguém que deseje ter conhecimento de coisas espirituais e conhecimento da verdade deve ter experiência real. Se você é incapaz de falar claramente sobre o bom senso na vida humana, quanto menos será capaz de falar sobre coisas espirituais? Aqueles que podem liderar igrejas, prover as pessoas com vida e ser apóstolos para o povo devem ter experiência real; devem ter uma compreensão correta de coisas espirituais e um apreço e experiência corretos da verdade. Apenas tais pessoas estão qualificadas para serem trabalhadores ou apóstolos que lideram as igrejas. Caso contrário, só podem seguir como os menores e não podem liderar, muito menos ser apóstolos que são capazes de prover as pessoas com vida. Isso acontece porque a função dos apóstolos não é correr por aí ou lutar; é fazer o trabalho de ministrar vida e liderar os outros na transformação do seu caráter. Aqueles que desempenham essa função são convocados a assumir uma responsabilidade pesada, uma que uma pessoa qualquer não pode assumir. Esse tipo de trabalho só pode ser realizado por aqueles cujo ser é vida, isto é, aqueles que têm experiência da verdade. Não pode ser realizado meramente por qualquer um consiga renunciar, correr por aí ou deseje se despender; pessoas que não têm experiência da verdade, que não foram podadas ou julgadas, são incapazes de fazer esse tipo de trabalho. Pessoas sem experiência, que são pessoas sem realidade, são incapazes de enxergar claramente a realidade porque elas mesmas carecem desse tipo de ser. Portanto, esse tipo de pessoa não só é incapaz de realizar o trabalho de liderança, mas, se ele permanecer sem a verdade por muito tempo, se tornará um objeto de eliminação. A percepção que você expressa pode servir como prova das dificuldades que você vivenciou na vida, das coisas pelas quais você foi castigado e das questões pelas quais você foi julgado. Isso vale também para as provações: onde alguém é refinado, onde alguém é fraco — essas são áreas em que ele tem experiência, em que ele tem uma senda. Por exemplo, se alguém sofre frustrações no casamento, ele vai comunicar com frequência: “Graças a Deus, louvado seja Deus, devo satisfazer o desejo do coração de Deus e oferecer toda a minha vida, e devo colocar meu casamento inteiramente nas mãos de Deus. Estou disposto a dedicar toda a minha vida a Deus”. Todas as coisas que o homem tem por dentro podem demonstrar o que ele é por meio da comunhão. A velocidade da fala de uma pessoa fala, se seu tom de voz é alto ou baixo — tais questões não são questões de experiência e não podem representar o que ela tem e é. Essas coisas só podem indicar se o caráter de uma pessoa é bom ou ruim ou se sua natureza é boa ou má, mas não podem ser equiparadas a se alguém tem experiência. A capacidade de se expressar quando fala ou a habilidade ou velocidade da fala é apenas uma questão de prática e não pode substituir a experiência de alguém. Quando você fala de suas experiências individuais, você comunica o que considera importante e todas as coisas que você tem por dentro. Minha fala representa Meu ser, mas o que Eu digo está fora do alcance do homem. O que Eu digo não é o que o homem vivencia e não é algo que o homem possa ver; também não é algo que o homem possa tocar, mas é o que Eu sou. Algumas pessoas reconhecem apenas que o que Eu comunico é o que Eu vivenciei, mas não reconhecem que é a expressão direta do Espírito. O que Eu digo é, naturalmente, o que Eu vivenciei. Fui Eu quem realizou a obra de gestão por seis mil anos. Eu vivenciei tudo desde o começo da criação da humanidade até o presente; como Eu poderia ser incapaz de discutir isso? Quando se trata da natureza do homem, Eu vi claramente; Eu a observei muito tempo atrás. Como Eu seria incapaz de falar sobre ela claramente? Tendo visto claramente a essência do homem, Eu estou qualificado a castigar o homem e a julgá-lo, porque o homem veio inteiramente de Mim, mas foi corrompido por Satanás. Evidentemente, Eu também estou qualificado para avaliar a obra que Eu realizei. Embora essa obra não seja realizada por Minha carne, ela é a expressão direta do Espírito, e é isso o que Eu tenho e o que Eu sou. Portanto, Eu estou qualificado para expressá-la e realizar a obra que Eu devo realizar. O que as pessoas dizem é o que elas vivenciaram. É o que eles viram, o que suas mentes conseguem alcançar e o que seus sentidos conseguem detectar. Isso é o que são capazes de comunicar. As palavras proferidas pela carne de Deus em pessoa são a expressão direta do Espírito, e elas expressam a obra que foi realizada pelo Espírito, Que a carne não a vivenciou nem viu, mas ainda assim Ele expressa Seu ser, pois a substância da carne é o Espírito, e Ele expressa a obra do Espírito. É obra já realizada pelo Espírito, embora esteja fora do alcance da carne. Depois da encarnação, por meio da expressão da carne, Ele capacita as pessoas a conhecerem o ser de Deus e verem o caráter de Deus e a obra que Ele realizou. O trabalho do homem dá às pessoas uma clareza maior sobre em que devem entrar e o que devem compreender; ele leva as pessoas a compreenderem e vivenciarem a verdade. O trabalho do homem é amparar as pessoas; a obra de Deus é abrir novas sendas e novas eras para a humanidade e revelar às pessoas aquilo que não é do conhecimento dos mortais, capacitando-as a conhecerem Seu caráter. A obra de Deus é liderar toda a humanidade.

Extraído de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 176

Toda a obra do Espírito Santo é realizada para o benefício das pessoas. É toda para edificar as pessoas; não há obra que não beneficie as pessoas. Seja a verdade profunda ou superficial, e seja qual for o calibre daqueles que aceitam a verdade, tudo que o Espírito Santo faz beneficia as pessoas. Mas a obra do Espírito Santo não pode ser realizada diretamente; deve ser expressada por meio das pessoas que colaboram com Ele. Somente assim os resultados da obra do Espírito Santo podem ser obtidos. Naturalmente, quando o Espírito Santo opera diretamente, ela não é adulterada de forma alguma; mas quando o Espírito Santo opera através do homem, ela se torna bastante manchada e não é a obra original do Espírito Santo. Assim sendo, a verdade muda em graus distintos. Os seguidores não recebem a intenção original do Espírito Santo, mas uma combinação da obra do Espírito Santo e da experiência e do conhecimento do homem. A parte daquilo que os seguidores recebem que é a obra do Espírito Santo é correta, enquanto a experiência e o conhecimento do homem que recebem variam porque os trabalhadores são diferentes. Trabalhadores com a iluminação e orientação do Espírito Santo terão experiências com base nessa iluminação e orientação. Nessas experiências, estão combinadas a mente e a experiência do homem, bem como o ser da humanidade, e, depois, recebem o conhecimento ou a percepção que deveriam ter. Esse é caminho de prática do homem após vivenciar a verdade. Esse caminho de prática nem sempre é o mesmo porque as pessoas vivenciam de modos diferentes e as coisas que as pessoas vivenciam são diferentes. Assim, a mesma iluminação do Espírito Santo resulta em conhecimento e prática diferentes, pois aqueles que recebem a iluminação são diferentes. Algumas pessoas cometem pequenos erros durante a prática, enquanto outras cometem erros maiores, e outras não fazem nada além de cometer erros. Isso é assim porque as pessoas diferem em sua capacidade de compreensão e também porque seus calibres inerentes diferem. Algumas pessoas têm um tipo de entendimento ao ouvir uma mensagem, e outras têm outro ao ouvir uma verdade. Algumas pessoas se desviam um pouco, enquanto outras não entendem nada do verdadeiro significado da verdade. Assim, o entendimento de uma pessoa dita como liderará os outros; essa é a verdade exata, pois seu trabalho é simplesmente uma expressão de seu ser. As pessoas lideradas por aqueles que têm uma compreensão correta da verdade também terão uma compreensão correta da verdade. Mesmo que haja pessoas com erros em sua compreensão, existem pouquíssimas delas e nem todos terão erros. Se alguém tiver erros em seu entendimento da verdade, aqueles que o seguem sem dúvida alguma também estarão errados, e essas pessoas estarão erradas em todos os sentidos da palavra. O grau em que os seguidores entendem a verdade depende em grande parte dos trabalhadores. Naturalmente, a verdade de Deus é correta e livre de erros, e ela é absolutamente certa. Os trabalhadores, porém, não estão totalmente certos e não podem ser considerados totalmente confiáveis. Se os trabalhadores tiverem uma maneira muito prática de colocar a verdade em prática, então os seguidores também terão uma maneira de praticar. Se os trabalhadores não tiverem uma maneira de praticar a verdade, mas apenas doutrina, então os seguidores não terão nenhuma realidade. O calibre e a natureza dos seguidores são determinados pelo nascimento e não estão associados aos trabalhadores, mas até que ponto os seguidores entendem a verdade e conhecem Deus depende dos trabalhadores (isso vale apenas para algumas pessoas). Assim como é um trabalhador, assim serão seus seguidores que ele lidera. O que um trabalhador expressa é seu próprio ser, sem reservas. As exigências que ele faz àqueles que o seguem são as que ele mesmo está disposto a realizar ou é capaz de alcançar. A maioria dos trabalhadores usa o que eles mesmo fazem como uma base para fazer exigências aos seus seguidores, embora haja muito que seus seguidores não possam alcançar — e aquilo que não podem alcançar se torna um obstáculo à entrada delas.

Extraído de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 177

Há muito menos desvio na obra daqueles que se submeteram à poda, ao tratamento, ao julgamento e ao castigo, e a expressão de seu trabalho é muito mais precisa. Aqueles que dependem de sua naturalidade para trabalhar cometem erros bastante grandes. O trabalho de pessoas não aperfeiçoadas expressa demais de sua própria naturalidade, o que representa um grande obstáculo para a obra do Espírito Santo. Por melhor que seja o calibre de uma pessoa, ela também deve passar por poda, tratamento e julgamento antes que possa fazer o trabalho da comissão de Deus. Se não for submetida a tal julgamento, seu trabalho, por melhor que seja feito, não poderá estar de acordo com os princípios da verdade e sempre será um produto de sua própria naturalidade e bondade humanas. O trabalho daqueles que foram podados, tratados e julgados é muito mais preciso do que o trabalho daqueles que não foram podados, tratados e julgados. Os que não passaram por julgamento nada mais expressam do que carne e pensamentos humanos, misturados com muita inteligência humana e talento inato. Essa não é a expressão exata do homem da obra de Deus. Aqueles que seguem tais pessoas são trazidos para diante delas por seu calibre inato. Como expressam demais da percepção e experiência do homem, que são quase desconectadas da intenção original de Deus e se desviam demais dela, o trabalho desse tipo de pessoa não pode trazê-los para diante de Deus, mas os traz, em vez disso, para diante do homem. Portanto, aqueles que não passaram por julgamento e castigo não estão qualificados para realizar o trabalho da comissão de Deus. O trabalho de um trabalhador qualificado é capaz de trazer as pessoas para o caminho certo e conceder-lhes uma entrada maior na verdade. Seu trabalho pode trazer as pessoas para diante de Deus. Além disso, o trabalho que ele realiza pode variar de um indivíduo para outro e não está sujeito a regras, permitindo liberação e liberdade às pessoas e a capacidade de crescer na vida e a ter uma entrada mais profunda na verdade. O trabalho de um trabalhador não qualificado fica muito aquém disso. Sua obra é tola. Ele só é capaz de trazer as pessoas para regras, e o que ele exige das pessoas não varia de um indivíduo para outro; ele não realiza o trabalho de acordo com as necessidades reais das pessoas. Nesse tipo de trabalho, há regras e doutrinas demais, e ele é incapaz de trazer as pessoas para a realidade e para a prática normal de crescimento na vida. Pode apenas capacitar as pessoas a aderirem a algumas regras sem valor. Tal orientação só pode desviar as pessoas. Ele guia você a tornar-se igual a ele; ele só pode trazê-lo para o que ele tem e é. Para que os seguidores possam identificar quais líderes são qualificados, a chave é observar a senda em que eles lideram e os resultados de seu trabalho e ver se os seguidores recebem princípios de acordo com a verdade e se recebem maneiras de prática adequadas para sua transformação. Você deve distinguir os trabalhos diferentes dos diferentes tipos de pessoas; você não deve ser um seguidor tolo. Isso afeta a questão da entrada das pessoas. Se você não consegue distinguir se a liderança de uma pessoa tem um caminho e se não tem, você será facilmente enganado. Tudo isso tem influência direta sobre sua própria vida. Há naturalidade demais no trabalho de pessoas não aperfeiçoadas; ele está misturado a um excesso de vontade humana. O ser delas é naturalidade — aquilo com que nasceram. Não é a vida depois de tratada ou a realidade depois de transformada. Como tal pessoa pode amparar aqueles que estão buscando a vida? A vida que esse homem tem originalmente é sua inteligência ou talento inato. Esse tipo de inteligência ou talento está muito longe das exigências rigorosas que Deus faz ao homem. Se um homem não foi aperfeiçoado e seu caráter corrupto não foi podado e tratado, haverá uma grande diferença entre o que ele expressa e a verdade; o que ele expressa estará misturado com coisas vagas, como sua imaginação e experiência unilateral. Além disso, independentemente de como ele realiza seu trabalho, as pessoas sentem que não há um objetivo geral nem uma verdade adequada à entrada de todas as pessoas. A maioria daquilo que se exige das pessoas está além da capacidade delas, como se patos fossem forçados a sentar em poleiros. Esse é o trabalho da vontade humana. O caráter corrupto do homem, seus pensamentos e suas noções permeiam todas as partes de seu corpo. O homem não nasce com o instinto de praticar a verdade, nem tem o instinto de entender a verdade diretamente. Acrescente a isso o caráter corrupto do homem — quando esse tipo de pessoa natural trabalha, ele não causa interrupções? Mas um homem que foi aperfeiçoado tem experiência da verdade que as pessoas devem entender e conhecimento de seus caracteres corruptos, de modo que as coisas vagas e irreais em seu trabalho diminuem gradativamente, as adulterações humanas se tornam mais raras e seu trabalho e serviço se aproximam cada vez mais dos padrões exigidos por Deus. Assim, seu trabalho entrou na verdade-realidade e também se tornou realista. Os pensamentos na mente do homem bloqueiam em particular a obra do Espírito Santo. O homem tem imaginação rica e lógica razoável e tem uma longa experiência em manusear assuntos. Quando esses aspectos do homem não passam por poda e correção, todos eles viram obstáculos para o trabalho. Portanto, o trabalho do homem é incapaz de alcançar o maior grau de precisão, especialmente o trabalho de pessoas não aperfeiçoadas.

Extraído de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 178

O trabalho do homem permanece dentro de certo alcance e é limitado. Uma pessoa só pode realizar o trabalho de uma determinada fase e não pode fazer a obra da era inteira — caso contrário, ela conduziria as pessoas para o meio de regras. O trabalho do homem só pode se aplicar a um determinado período ou fase. Isso porque a experiência do homem tem seu escopo. Não se pode comparar o trabalho do homem à obra de Deus. As maneiras de prática do homem e seu conhecimento da verdade só são aplicáveis em um escopo específico. Não é possível dizer que a senda que o homem trilha é integralmente a vontade do Espírito Santo, porque o homem só pode ser iluminado pelo Espírito Santo e não pode ser completamente preenchido pelo Espírito Santo. As coisas que o homem é capaz de vivenciar estão todas dentro do escopo da humanidade normal e não podem exceder o alcance dos pensamentos da mente humana normal. Todos aqueles que podem viver a verdade-realidade vivenciam dentro dessa extensão. Quando vivenciam a verdade, é sempre uma experiência da vida humana normal iluminada pelo Espírito Santo; não é uma maneira de vivenciar que se desvia da vida humana normal. Eles vivenciam a verdade iluminados pelo Espírito Santo com base na vivência de sua vida humana. Além disso, essa verdade varia de uma pessoa para outra, e sua profundidade está relacionada ao estado da pessoa. Pode-se dizer apenas que a senda que trilham é a vida humana normal de alguém que busca a verdade e que pode ser chamada a senda trilhada por uma pessoa normal iluminada pelo Espírito Santo. Não se pode dizer que a senda que trilham é a senda tomada pelo Espírito Santo. Na experiência humana normal, já que as pessoas que buscam não são iguais, a obra do Espírito Santo também não é igual. Além disso, como os ambientes que as pessoas vivenciam e as extensões de sua experiência tampouco são iguais, e por causa da mistura de suas mente e pensamentos, sua experiência é misturada em diferentes graus. Cada pessoa entende uma verdade de acordo com suas condições individuais diferentes. Sua compreensão do verdadeiro significado da verdade não é completa e é apenas vários aspectos dela. O escopo da verdade que o homem vivencia é diverge de uma pessoa para outra de acordo com as condições de cada pessoa. Assim, o conhecimento da mesma verdade, como expressado por pessoas diferentes, não é igual. Ou seja, a experiência do homem é sempre limitada e não pode representar integralmente a vontade do Espírito Santo, tampouco o trabalho do homem pode ser visto como obra de Deus, mesmo que o que é expresso pelo homem se aproxime muito da vontade de Deus e mesmo que a experiência do homem se aproxime muito da obra de aperfeiçoamento que o Espírito Santo realiza. O homem só pode ser servo de Deus, realizando o trabalho que Deus lhe confia. O homem só pode expressar conhecimento iluminado pelo Espírito Santo e verdades obtidas de suas experiências pessoais. O homem não é qualificado nem cumpre as condições para ser o meio de comunicação do Espírito Santo. Ele não tem o direito de dizer que seu trabalho é a obra de Deus. O homem tem os princípios de trabalho do homem, e todos os homens têm experiências diferentes e condições variadas. O trabalho do homem inclui todas as suas experiências sob a iluminação do Espírito Santo. Essas experiências só podem representar o ser do homem e não representam o ser de Deus ou a vontade do Espírito Santo. Portanto, não se pode dizer que a senda trilhada pelo homem seja a senda trilhada pelo Espírito Santo, porque o trabalho do homem não pode representar a obra de Deus, e o trabalho do homem e a experiência do homem não são a vontade integral do Espírito Santo. O trabalho do homem está suscetível a seguir regras e o método de seu trabalho é facilmente confinado a um escopo limitado e é incapaz de conduzir as pessoas a um caminho livre. A maioria dos seguidores vive dentro de um escopo limitado e seu modo de vivenciar também é limitado a esse escopo. A experiência do homem é sempre limitada; o método de seu trabalho também é limitado a alguns tipos e não pode ser comparado à obra do Espírito Santo ou à obra do Próprio Deus. Isso é assim porque a experiência do homem é, em última análise, limitada. Não importa como Deus realize Sua obra, ela não é restringida por regras; não importa como seja realizada, ela não se limita a um único método. Não há regra alguma na obra de Deus — toda a Sua obra é liberta e livre. Não importa quanto tempo o homem gaste seguindo a Ele, ele é incapaz de destilar qualquer lei que governa obras maneiras de Deus operar. Embora Sua obra se baseie em princípios, ela é sempre realizada de novas maneiras e sempre tem novos desdobramentos e está além do alcance do homem. Dentro de um único período, Deus pode ter vários tipos de obra diferentes e maneiras diferentes de liderar as pessoas, fazendo com que as pessoas tenham sempre novas entradas e mudanças. Você não pode discernir as leis de Sua obra porque Ele sempre está operando de novas maneiras, e só assim os seguidores de Deus não ficam presos a regras. A obra do Próprio Deus sempre evita as noções das pessoas e se opõe a elas. Somente aqueles que O seguem e buscam com um coração sincero podem ter seu caráter transformado e ser capazes de viver livremente, não sujeitos a regras ou limitados por quaisquer noções religiosas. O trabalho do homem faz exigências às pessoas com base em sua própria experiência e no que ele mesmo pode alcançar. O padrão dessas exigências está restrito a um determinado escopo, e os métodos de prática também são muito limitados. Assim, os seguidores vivem inconscientemente dentro desse escopo limitado; com o passar do tempo, essas coisas se transformam em regras e rituais. Se o trabalho de um período for liderado por alguém que não foi pessoalmente aperfeiçoado por Deus e não recebeu julgamento, todos seus seguidores se tornarão religiosos radicais e especialistas em resistir a Deus. Portanto, para ser um líder qualificado, essa pessoa deve ter passado por julgamento aceitado ser aperfeiçoada. Aqueles que não passaram por julgamento, mesmo que possam ter a obra do Espírito Santo, expressam apenas coisas vagas e irreais. Com o tempo, conduzirão as pessoas a regras vagas e sobrenaturais. A obra que Deus realiza não coaduna com a carne do homem. Ela não coaduna com os pensamentos do homem, mas contraria as noções do homem; não é manchada com colorações religiosas vagas. Os resultados da obra de Deus não podem ser alcançados por alguém que não foi aperfeiçoado por Ele; eles estão fora do alcance do pensamento do homem.

Extraído de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 179

O trabalho na mente humana é muito facilmente alcançado pelo homem. Pastores e líderes no mundo religioso, por exemplo, confiam em seus dons e posições para realizar seu trabalho. As pessoas que os seguem por muito tempo serão infectadas por seus dons e influenciadas por parte do ser deles. Eles se concentram nos dons, habilidades e conhecimento das pessoas e dão atenção a algumas coisas sobrenaturais e a muitas doutrinas irrealistas profundas (essas doutrinas profundas são obviamente inatingíveis). Não se concentram na mudança dos caracteres das pessoas, mas sim em treiná-las para pregar e trabalhar, aprimorando o conhecimento das pessoas e suas abundantes doutrinas religiosas. Não se concentram em até que ponto o caráter das pessoas é mudado nem até que ponto as pessoas entendem da verdade. Não se preocupam com a substância das pessoas e muito menos tentam conhecer os estados normais e anormais das pessoas. Não contrariam as noções das pessoas, tampouco revelam suas noções, e muito menos podam as pessoas por causa de suas deficiências ou corrupções. A maioria daqueles que os seguem servem com seus dons e tudo que soltam são noções religiosas e teorias teológicas, que estão desconectados da realidade e totalmente incapazes de conferir vida às pessoas. Na verdade, a substância de seu trabalho é nutrir talento, nutrir uma pessoa com nada e torná-la um talentoso formando de seminário que mais tarde prossegue para trabalhar e liderar. Você é capaz de discernir alguma lei nos seis mil anos da obra de Deus? Há muitas regras e restrições no trabalho que o homem realiza, e o cérebro humano é por demais dogmático. O que o homem expressa é, portanto, conhecimento e percepções que estão dentro do escopo de sua experiência. O homem é incapaz de expressar qualquer coisa além disso. As experiências ou o conhecimento do homem não surgem de seus dons inatos ou de seu instinto; surgem da orientação e do pastoreio direto de Deus. O homem tem apenas a faculdade para aceitar esse pastoreio e não a faculdade que pode expressar diretamente o que é a divindade. O homem é incapaz de ser a fonte; ele só pode ser um recipiente que recebe água da fonte. Esse é o instinto humano, a faculdade que se deve ter como ser humano. Se uma pessoa perde a faculdade de aceitar a palavra de Deus e perde o instinto humano, essa pessoa perde também o que é mais precioso e perde o dever do homem criado. Se uma pessoa não tem conhecimento ou experiência da palavra de Deus ou de Sua obra, essa pessoa perde seu dever, o dever que deve cumprir como ser criado e perde a dignidade de um ser criado. É instinto de Deus expressar o que é a divindade, seja na carne ou diretamente pelo Espírito; esse é o ministério de Deus. O homem expressa suas próprias experiências ou conhecimento (isto é, expressa o que ele é) durante a obra de Deus ou depois; esse é o instinto do homem e o dever do homem e é o que o homem deve alcançar. Embora a expressão do homem fique muito aquém do que Deus expressa, e embora a expressão do homem seja limitada por muitas regras, o homem deve cumprir seu dever e fazer o que deve fazer. O homem deve fazer tudo o que for humanamente possível para cumprir seu dever, e ele não deve ter a menor reserva.

Extraído de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 180

Vocês devem saber diferenciar a obra de Deus do trabalho do homem. O que conseguem enxergar no trabalho do homem? Há muitos elementos da experiência do homem em seu trabalho; o homem expressa o que ele é. A própria obra de Deus também expressa o que Ele é, mas o Seu ser é diferente do ser do homem. O ser do homem representa a experiência e a vida do homem (o que o homem vivencia ou encontra em sua vida, ou as filosofias que tem para viver), e pessoas que vivem em ambientes diferentes expressam seres diferentes. Se você tem experiências da sociedade e como você vive e experimenta realmente em sua família e como vivencia dentro dela — isso pode ser visto naquilo que você expressa, ao passo que você não consegue ver na obra de Deus encarnado se Ele tem experiências sociais. Ele tem plena ciência da essência do homem e é capaz de revelar todos os tipos de práticas pertencentes a todos os tipos de pessoas. Ele é ainda mais habilidoso em revelar caracteres corruptos e o comportamento rebelde dos humanos. Ele não vive entre pessoas mundanas, mas está ciente da natureza dos mortais e de todas as corrupções das pessoas mundanas. Isso é Seu ser. Embora Ele não lide com o mundo, Ele conhece as regras de lidar com o mundo porque Ele entende plenamente a natureza humana. Ele conhece a obra do Espírito que os olhos do homem não podem ver e que os ouvidos do homem não podem ouvir, tanto de hoje quanto do passado. Isso inclui sabedoria que não é uma filosofia de ver e maravilhas que são difíceis para as pessoas entenderem. Isso é o Seu ser, aberto às pessoas e também oculto das pessoas. O que Ele expressa não é o ser de uma pessoa extraordinária, mas os atributos e o ser inerentes do Espírito. Ele não viaja pelo mundo, mas sabe tudo sobre ele. Ele interage com os “antropoides” que não têm conhecimento nem percepção, mas Ele expressa palavras que são superiores ao conhecimento e acima dos grandes homens. Ele vive dentro de um grupo de pessoas obtusas e entorpecidas que carecem de humanidade e que não entendem as convenções e a vida da humanidade, mas Ele pode pedir aos homens que vivam uma humanidade normal, revelando ao mesmo tempo a humanidade abjeta e inferior dos homens. Tudo isso é Seu ser, superior ao ser de qualquer pessoa de carne e osso. Para Ele, é desnecessário vivenciar uma vida social complicada, incômoda e sórdida para realizar a obra que Ele precisa realizar e revelar plenamente a essência da humanidade corrupta. Uma vida social sórdida não edifica Sua carne. Sua obra e palavras revelam somente a desobediência do homem e não fornecem ao homem experiência e lições para lidar com o mundo. Ele não precisa investigar a sociedade ou a família do homem ao suprir vida ao homem. Expor e o julgar o homem não são uma expressão das experiências de Sua carne; revelar é Sua revelação da injustiça do homem após ter conhecido a desobediência do homem por muito tempo e abominando a corrupção da humanidade. A obra que Ele realiza pretende revelar Seu caráter ao homem e expressar Seu ser. Só Ele pode realizar essa obra; não é algo que uma pessoa de carne e osso possa alcançar.

Extraído de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 181

A obra que Deus realiza não é representativa da experiência da Sua carne; o trabalho que o homem faz é representativo de sua experiência. Todos falam sobre suas experiências pessoais. Deus é capaz de expressar a verdade diretamente, enquanto o homem só é capaz de expressar a experiência que corresponde a ele ter vivenciado a verdade. A obra de Deus não tem regras e não está sujeita a tempo nem restrições geográficas. Ele pode expressar o que Ele é a qualquer hora, em qualquer lugar. Ele opera como Lhe agrada. O trabalho do homem tem condições e contexto; sem eles, ele seria incapaz de trabalhar e incapaz de expressar seu conhecimento de Deus ou sua experiência da verdade. Para dizer se algo é a obra de Deus ou o trabalho do homem, você deve simplesmente comparar as diferenças entre os dois. Se não houver obra feita pelo Próprio Deus e houver apenas o trabalho do homem, você simplesmente saberá que os ensinamentos do homem são elevados, além da capacidade de qualquer outra pessoa; seu tom de voz, seus princípios para lidar com as coisas e sua maneira experiente e segura estão além do alcance dos outros. Todos vocês admiram essas pessoas de bom calibre e conhecimento altivo, mas você é incapaz de enxergar com a partir da obra e das palavras de Deus quão elevada é Sua humanidade. Em vez disso, Ele é comum e, quando está operando, Ele é normal e real, mas é também incomensurável para os mortais, o que faz com que as pessoas sintam uma espécie de reverência por Ele. Talvez a experiência de uma pessoa em seu trabalho seja particularmente avançada ou sua imaginação e raciocínio sejam particularmente avançados e sua humanidade seja particularmente boa; tais atributos só podem ganhar a admiração das pessoas, mas não despertar sua reverência e temor. As pessoas admiram aqueles que conseguem trabalhar bem, que têm experiência particularmente profunda e que são capazes de praticar a verdade, mas tais pessoas nunca conseguem despertar reverência, apenas admiração e inveja. Mas as pessoas que vivenciaram a obra de Deus não admiram Deus; ao contrário, sentem que Sua obra está além do alcance humano e é insondável para o homem e que é fresca e maravilhosa. Quando as pessoas vivenciam a obra de Deus, seu primeiro conhecimento Dele é que Ele é insondável, sábio e maravilhoso, e, inconscientemente, elas O reverenciam e sentem o mistério da obra que Ele faz, que está além da compreensão da mente humana. As pessoas querem apenas ser capazes de satisfazer Suas exigências, satisfazer Seus desejos; não desejam superá-Lo, pois a obra que Ele realiza vai além do pensamento e da imaginação do homem e não poderia ser realizada pelo homem em Seu lugar. O homem nem ao menos conhece suas próprias imperfeições, mas Deus desbravou uma nova senda e veio conduzir o homem a um mundo mais novo e mais belo, e assim a humanidade fez novos progressos e teve um novo começo. O que as pessoas sentem por Deus não é admiração, ou melhor, não é apenas admiração. Sua experiência mais profunda é espanto e amor; seu sentimento é que Deus é de fato maravilhoso. Deus realiza uma obra que o homem é incapaz de fazer e diz coisas que o homem é incapaz de dizer. As pessoas que vivenciaram Sua obra têm sempre um sentimento indescritível. Pessoas com experiências suficientemente profundas podem entender o amor de Deus; elas podem sentir Sua amabilidade, que Sua obra é tão sábia, tão maravilhosa, daí um infinito poder é gerado entre elas. Não é medo ou amor e respeito ocasionais, mas um senso profundo da compaixão e tolerância de Deus pelo homem. No entanto, as pessoas que vivenciaram Seu castigo e julgamento sentem Sua majestade e que Ele não tolera ofensa. Mesmo as pessoas que vivenciaram muito de Sua obra são incapazes de compreendê-Lo; todos os que genuinamente O reverenciam sabem que Sua obra não está alinhada com as noções das pessoas, mas é sempre oposta a essas noções. Ele não precisa que as pessoas o admirem totalmente ou apresentem a aparência de submissão a Ele; ao contrário, devem alcançar verdadeira reverência e verdadeira submissão. Em grande parte de Sua obra, qualquer pessoa com verdadeira experiência sente reverência por Ele, o que é mais do que admiração. As pessoas viram Seu caráter graças à Sua obra de castigo e julgamento e, por isso, elas O reverenciam em seu coração. Deus deve ser reverenciado e obedecido, porque Seu ser e Seu caráter não são os mesmos de um ser criado e estão acima daqueles de um ser criado. Deus é autoexistente e eterno, Ele é um ser não criado, e somente Deus é digno de reverência e obediência; o homem não está qualificado para isso. Assim, todos que experimentaram Sua obra e verdadeiramente O conheceram têm reverência por Ele. Contudo, aqueles que não abandonam suas noções sobre Ele — aqueles que simplesmente não O consideram Deus, não têm nenhuma reverência por Ele e, embora O sigam, não são conquistados; eles são desobedientes por natureza. O que ele pretende alcançar operando dessa forma é que todos os seres criados tenham um coração de reverência pelo Criador, que O adorem e se submetam ao Seu domínio incondicionalmente. Esse é o resultado final que toda a Sua obra visa alcançar. Se as pessoas que vivenciaram tal obra não reverenciam Deus, nem mesmo minimamente, se a desobediência passada delas não muda, então certamente serão eliminadas. Se a atitude de uma pessoa em relação a Deus é apenas admirá-Lo ou demonstrar respeito a Ele à distância e não amá-Lo o mínimo que seja, então esse é o resultado que uma pessoa sem coração de amor por Deus alcançou, e essa pessoa carece de condições para ser aperfeiçoada. Se tanta obra é incapaz de obter o amor verdadeiro de uma pessoa, então essa pessoa não ganhou Deus e não busca genuinamente a verdade. Uma pessoa que não ama Deus não ama a verdade e, portanto, não pode ganhar Deus, muito menos receber a aprovação de Deus. Tais pessoas, independentemente de como vivenciem a obra do Espírito Santo e independentemente de como vivenciem o julgamento, são incapazes de reverenciar Deus. São pessoas cuja natureza é imutável e que têm um caráter extremamente maligno. Todos aqueles que não reverenciam a Deus serão eliminados, serão objetos de punição e serão punidos como aqueles que praticam o mal, para sofrerem ainda mais do que aqueles que praticaram coisas injustas.

Extraído de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 182

Afinal, a obra de Deus é diferente do trabalho dos homens, e, além do mais, como Suas expressões poderiam ser iguais às deles? Deus tem Seu caráter próprio e especial, enquanto o homem tem deveres que deveria cumprir. O caráter de Deus é expressado em Sua obra, enquanto o dever do homem é representado nas experiências do homem e expressado nas buscas do homem. Assim, se torna evidente, através do trabalho que é feito, se algo é expressão de Deus ou expressão do homem. Isso não precisa ser explicado pelo Próprio Deus, tampouco exige que o homem se esforce para dar testemunho; além do mais, não é necessário que o Próprio Deus suprima qualquer pessoa. Tudo isso vem como uma revelação natural; não é nem forçado nem algo em que o homem possa interferir. O dever do homem pode ser conhecido através de suas experiências e não exige que as pessoas façam qualquer trabalho experiencial adicional. Toda a essência do homem pode ser revelada conforme ele cumpre seu dever, ao passo que Deus pode expressar Seu caráter inerente enquanto realiza a Sua obra. Se for o trabalho do homem, então não pode ser encoberto. Se for a obra de Deus, então o caráter de Deus é ainda mais impossível de ser ocultado por alguém, e mais ainda de ser controlado pelo homem. Não é possível dizer de nenhum homem que ele é Deus, nem que seu trabalho e suas palavras são vistos como santos ou considerados imutáveis. É possível dizer que Deus é humano porque Se revestiu em carne, mas Sua obra não pode ser considerada trabalho do homem nem dever do homem. Além do mais, as declarações de Deus e as cartas de Paulo não podem ser igualadas, tampouco é possível falar em termos iguais do julgamento e castigo de Deus e das palavras de instrução do homem. Existem, portanto, princípios que distinguem a obra de Deus do trabalho do homem. Estes são diferenciados de acordo com sua essência, não pelo escopo do trabalho nem por sua eficácia temporária. No que diz respeito a esse tema, a maioria das pessoas comete erros de princípio. Isso se dá porque o homem olha para o exterior, o que consegue alcançar, enquanto Deus olha para a essência, que não pode ser observada com os olhos físicos da humanidade. Se você considerar as palavras e a obra de Deus como os deveres de um homem mediano e vir o trabalho em grande escala do homem como a obra de Deus revestido em carne e não como o dever que o homem cumpre, então você não está enganado em princípio? As cartas e as biografias do homem podem ser escritas facilmente, mas apenas sobre o fundamento da obra do Espírito Santo. As declarações e a obra de Deus, porém, não podem ser realizadas facilmente pelo homem nem alcançadas por sabedoria e pensamento humanos, tampouco as pessoas podem explicá-las a fundo após explorá-las. Se essas questões de princípio não despertarem nenhuma reação em vocês, então, evidentemente, sua fé não é muito verdadeira nem refinada. Só é possível dizer que sua fé é cheia de imprecisão e é confusa e sem princípios. Sem entender nem mesmo as questões essenciais mais básicas de Deus e do homem, esse tipo de fé não é algo que carece completamente de perceptibilidade?

Extraído de ‘Qual é a sua posição em relação às treze epístolas?’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 183

Jesus esteve na terra por trinta e três anos e meio, Ele veio para executar a obra da crucificação, e por meio da crucificação Deus ganhou uma parte de Sua glória. Quando Deus veio na carne, Ele foi capaz de ser humilde e oculto e foi capaz de suportar sofrimento tremendo. Apesar de ser o Próprio Deus, Ele ainda assim suportou cada humilhação e cada injúria e suportou dor enorme ao ser pregado à cruz de modo a completar a obra da redenção. Depois que esse estágio da obra foi concluído, apesar de as pessoas verem que Deus tinha ganhado enorme glória, essa não era a totalidade de Sua glória; era apenas uma parte de Sua glória, que Ele tinha ganhado de Jesus. Apesar de Jesus ter sido capaz de suportar todas as dificuldades, de ser humilde e oculto, de ser crucificado por Deus, Deus só ganhou uma parte de Sua glória, e Sua glória foi ganha em Israel. Deus ainda tem outra parte de glória: vir à terra para operar de forma prática e aperfeiçoar um grupo de pessoas. Durante o estágio da obra de Jesus, Ele fez algumas coisas sobrenaturais, mas aquele estágio da obra não foi de jeito nenhum apenas para executar os sinais e maravilhas. Foi primeiramente para mostrar que Jesus podia sofrer e ser crucificado por Deus, que Jesus foi capaz de sofrer dor tremenda porque Ele amava Deus, e que apesar de Deus O abandonar, Ele ainda estava disposto a sacrificar Sua vida pela vontade de Deus. Depois que Deus tinha completado Sua obra em Israel e Jesus foi pregado à cruz, Deus foi glorificado e Deus tinha dado testemunho perante Satanás. Vocês nem sabem nem viram como Deus Se tornou carne na China, então, como podem ver que Deus foi glorificado? Quando Deus executa muita obra de conquista em vocês, e vocês permanecem firmes, então essa etapa da obra de Deus é bem-sucedida, e essa é parte da glória de Deus. Vocês só veem isso, e vocês ainda precisam ser tornados perfeitos por Deus, ainda precisam entregar seu coração por inteiro a Deus. Vocês ainda estão por ver Sua glória por inteiro; vocês só veem que Deus já conquistou seu coração, que vocês nunca podem abandoná-Lo, que vão seguir Deus até o fim e o seu coração não vai mudar, e que essa é a glória de Deus. No que vocês veem a glória de Deus? Nos efeitos de Sua obra nas pessoas. As pessoas veem que Deus é tão amável, elas têm Deus no coração e não estão dispostas a abandoná-Lo, e essa é a glória de Deus. Quando a força dos irmãos e das irmãs das igrejas se erguer e eles puderem amar Deus de coração, ver a força suprema da obra executada por Deus, a força incomparável de Suas palavras, quando virem que Suas palavras carregam autoridade e que Ele pode embarcar em Sua obra na cidade fantasma da China continental, quando, apesar de as pessoas serem fracas, seu coração se curvar perante Deus e elas estiverem dispostas a aceitar as palavras de Deus, e quando, apesar de serem fracas e indignas, forem capazes de ver que as palavras de Deus são tão amáveis e tão merecedoras de ser valorizadas pelas pessoas, então essa é a glória de Deus. Quando chegar o dia em que as pessoas forem aperfeiçoadas por Deus e forem capazes de se entregar perante Ele e puderem obedecer a Deus completamente e deixar seus prospectos e destino nas mãos de Deus, então a segunda parte da glória de Deus terá sido inteiramente ganha. Quer dizer, quando a obra do Deus prático tiver sido inteiramente completada, Sua obra na China continental chegará ao fim. Em outras palavras, quando aqueles que foram predestinados a escolhidos por Deus tiverem sido aperfeiçoados, Deus será glorificado. Deus disse que Ele trouxe a segunda parte de Sua glória ao Oriente, no entanto, isso é invisível a olho nu. Deus trouxe Sua obra ao Oriente: Ele já chegou ao Oriente, e essa é a glória de Deus. Hoje, apesar de Sua obra ainda estar por se completar, porque Deus decidiu operar, ela com certeza será realizada. Deus decidiu que Ele vai completar esta obra na China, e Ele resolveu completar vocês. Assim, Ele não lhes dá saída — Ele já conquistou o coração de vocês, e você precisa seguir em frente independentemente de querer ou não, e quando vocês são ganhos por Deus, Deus é glorificado. Hoje, Deus ainda está por ser completamente glorificado, porque vocês ainda estão por ser aperfeiçoados. Embora o coração de vocês tenha retornado a Deus, ainda há várias fraquezas em sua carne, vocês são incapazes de satisfazer a Deus, são incapazes de ter em mente a vontade de Deus, e vocês ainda possuem muitas coisas negativas das quais vocês precisam se livrar, e vocês ainda devem passar por muitas provações e refinamentos. É somente assim que seu caráter de vida pode mudar e vocês podem ser ganhos por Deus.

Extraído de ‘Uma breve conversa sobre “O Reino Milenar chegou”’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 184

Na época, a obra de Jesus foi para redimir toda a humanidade. Os pecados de todos que acreditavam Nele foram perdoados; contanto que você acreditasse Nele, Ele o redimiria; se você acreditasse Nele, não era mais um pecador e estava livre de seus pecados. É isso o que significava ser salvo e ser justificado pela fé. No entanto, naqueles que acreditavam ainda restava o que era rebelde e se opunha a Deus e que ainda precisava ser removido lentamente. A salvação não significava que o homem havia sido completamente ganho por Jesus, mas sim que o homem não era mais do pecado, que ele havia sido perdoado de seus pecados: se você acreditasse, nunca mais seria do pecado. À época, Jesus fez muitas obras que eram incompreensíveis para Seus discípulos e disse muitas coisas que as pessoas não entenderam. Isso porque, na época, Ele não deu explicações. Assim, vários anos depois que Ele partiu, Mateus criou Sua genealogia, e outros também fizeram muitas obras que eram da vontade do homem. Jesus não veio para aperfeiçoar e ganhar o homem, mas sim para realizar um estágio da obra: trazer o evangelho do reino dos céus e completar a obra da crucificação. E, assim, depois que Jesus foi crucificado, Sua obra chegou completamente ao fim. Entretanto, no estágio atual — a obra de conquista — mais palavras devem ser ditas, mais obra deve ser feita, e deve haver muitos processos. Assim também devem os mistérios da obra de Jesus e Jeová ser revelados, para que todas as pessoas possam ter entendimento e clareza em sua crença, pois esta é a obra dos últimos dias, e os últimos dias são o fim da obra de Deus, o momento da conclusão desta obra. Este estágio da obra elucidará para você a lei de Jeová e a redenção de Jesus, e é principalmente para que você possa entender toda a obra do plano de gerenciamento de seis mil anos de Deus e aprecie todo o significado e substância desse plano e compreenda o propósito de toda a obra feita por Jesus, as palavras que Ele falou, e até mesmo sua crença cega na Bíblia e sua adoração a ela. Isso permitirá que você entenda completamente todas essas coisas. Você passará a entender tanto a obra feita por Jesus quanto a obra de Deus hoje; você entenderá e contemplará toda a verdade, a vida e o caminho. No estágio da obra feita por Jesus, por que Jesus partiu sem fazer a obra de conclusão? Porque o estágio da obra de Jesus não foi a obra de conclusão. Quando Ele foi pregado na cruz, as palavras Dele também chegaram ao fim; depois de Sua crucificação, Sua obra terminou completamente. O estágio atual é diferente: somente depois das palavras serem ditas até o fim e toda a obra de Deus ser concluída terá Sua obra terminado. Durante o estágio da obra de Jesus, muitas palavras permaneceram não ditas ou não foram plenamente articuladas. No entanto, Jesus não se importava com o que Ele disse ou não, pois Seu ministério não era um ministério de palavras e, assim, depois de ser pregado na cruz, Ele partiu. Aquele estágio da obra foi principalmente pela questão da crucificação, e é diferente do estágio atual. Este estágio da obra é principalmente para completar, esclarecer e concluir toda a obra. Se as palavras não forem ditas até o fim, não haverá como concluir esta obra, pois nesta etapa da obra toda a obra é concluída e realizada utilizando palavras. Na época, Jesus fez muita obra que era incompreensível para o homem. Ele partiu em silêncio, e ainda hoje há muitos que não entendem Suas palavras, cujo entendimento é errôneo, mas ainda acreditam estar correto, que não sabem que estão errados. No final, este estágio atual trará a obra de Deus a um final completo e levará à sua conclusão. Todos entenderão e conhecerão o plano de gerenciamento de Deus. As noções dentro do homem, suas intenções, sua compreensão errônea, suas noções em relação à obra de Jeová e de Jesus, suas opiniões sobre os gentios e todos seus outros desvios e erros serão corrigidos. E o homem entenderá todos os caminhos corretos da vida, toda a obra feita por Deus e toda a verdade. Quando isso acontecer, este estágio da obra chegará ao fim. A obra de Jeová foi a criação do mundo, foi o início; este estágio da obra é o fim e a conclusão da obra. No início, a obra de Deus foi realizada entre os escolhidos de Israel e ela foi o alvorecer de uma nova época no mais santo de todos os lugares. O último estágio da obra é realizado no mais impuro de todos os países, para julgar o mundo e levar ao fim da era. No primeiro estágio, a obra de Deus foi feita no mais brilhante de todos os lugares, enquanto o último estágio é realizado no mais tenebroso de todos os lugares, e essas trevas serão expulsas, a luz surgirá e todo o povo conquistado. Quando as pessoas deste lugar mais impuro e mais tenebroso de todos tiverem sido conquistadas e toda a população tiver reconhecido que existe um Deus, que é o verdadeiro Deus, quando cada pessoa tiver sido totalmente convencida, esse fato será utilizado para realizar a obra de conquista em todo o universo. Este estágio da obra é simbólico: uma vez concluída a obra desta era, a obra de seis mil anos de gerenciamento chegará a um fim completo. Uma vez que aqueles que estão no mais tenebroso de todos os lugares tiverem sido conquistados, é evidente que também será assim em todos os outros lugares. Como tal, apenas a obra de conquista na China carrega um simbolismo significativo. A China incorpora todas as forças das trevas, e o povo da China representa todos aqueles que são da carne, de Satanás e de carne e sangue. O povo chinês foi o mais corrompido pelo grande dragão vermelho, que tem a mais forte oposição a Deus, cuja humanidade é mais baixa e impura e, por isso, ele é o arquétipo de toda a humanidade corrupta. Isso não quer dizer que os outros países não tenham problema nenhum; as noções do homem são todas iguais e, embora as pessoas desses países possam ser de bom calibre, se não conhecem a Deus, então devem se opor a Ele. Por que os judeus também se opuseram e desafiaram a Deus? Por que os fariseus também se opuseram a Ele? Por que Judas traiu Jesus? Na época, muitos dos discípulos não conheciam Jesus. Por que, depois que Jesus foi crucificado e ressuscitou, as pessoas ainda não acreditaram Nele? A desobediência do homem não é toda igual? É só que as pessoas da China são utilizadas como exemplo, e quando elas forem conquistadas, se tornarão exemplo e modelo e servirão de referência para os outros. Por que Eu sempre disse que vocês são um adjunto do Meu plano de gerenciamento? É nas pessoas da China que a corrupção, a impureza, a injustiça, a oposição e a rebeldia se manifestam mais completamente e se revelam em todas as suas variadas formas. Por um lado, elas são de baixo calibre e, por outro, sua vida e mentalidade são atrasadas, e seus hábitos, ambiente social, família de nascimento — todos são baixos e os mais atrasados. Seu status também é baixo. A obra é simbólica neste lugar, e após esta obra de teste ter sido realizada em sua totalidade, a obra subsequente de Deus será muito melhor. Se este estágio da obra puder ser concluído, então a obra subsequente, nem é preciso dizer. Uma vez que esta etapa da obra tiver sido realizada, um grande êxito terá sido plenamente alcançado, e a obra de conquista por todo o universo terá chegado totalmente ao fim.

Extraído de ‘A visão da obra de Deus (2)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 185

Operar, agora, nos descendentes de Moabe é salvar os que caíram nas maiores trevas. Apesar de terem sido amaldiçoados, Deus está disposto a ganhar glória deles, pois, a princípio, todos eram pessoas cujo coração carecia de Deus; só fazer aqueles que não têm Deus no coração Lhe obedecer e amá-Lo é uma conquista verdadeira e o fruto de tal obra é o mais valioso e o mais convincente. Somente isso é ganhar glória — essa é a glória que Deus quer ganhar nos últimos dias. Apesar de essas pessoas serem de baixa posição, o fato de que agora sejam capazes de ganhar tão grande salvação é verdadeiramente uma elevação por Deus. Esta obra é muito significativa, e é por meio do julgamento que Ele ganha essas pessoas. Não é Sua intenção punir essas pessoas, mas salvá-las. Se, durante os últimos dias, Ele ainda estivesse fazendo a obra de conquista em Israel, seria sem valor; mesmo se desse fruto, não teria valor nem qualquer grande significado, e Ele não seria capaz de ganhar toda a glória. Ele está operando em vocês, naqueles que caíram no mais tenebroso dos lugares, naqueles que são os mais retrógrados. Essas pessoas não reconhecem que há um Deus e nunca souberam que há um Deus. Essas criaturas têm sido tão corrompidas por Satanás que se esqueceram de Deus. Elas têm sido cegadas por Satanás e não sabem, de modo algum, que há um Deus no céu. Em seu coração, vocês todos adoram ídolos e adoram Satanás — vocês não são os mais baixos, as pessoas mais retrógradas? Vocês são os mais baixos da carne, destituídos de qualquer liberdade pessoal, e sofrem dificuldades também. Vocês também são as pessoas no nível mais baixo dessa sociedade, sem nem mesmo liberdade de crença. Nisso jaz o significado de operar em vocês. Operar hoje em vocês, descendentes de Moabe, não significa humilhá-los, mas revelar o significado da obra. Para vocês, é uma grande elevação. Se uma pessoa tiver razão e percepção, ela dirá: “Sou um descendente de Moabe, verdadeiramente indigno de receber hoje tão grande elevação de Deus ou tão grandes bênçãos. Em tudo que faço e digo e de acordo com meu status e valor, eu não sou digno de modo algum de tão grandes bênçãos de Deus. Os israelitas têm um grande amor por Deus e a graça que desfrutam lhes é concedida por Ele, mas o status deles é muito mais alto que o nosso. Abraão foi muito devotado a Jeová e Pedro foi muito devotado a Jesus — a devoção deles foi uma centena de vezes maior que a nossa. Com base nas nossas ações, somos totalmente indignos de desfrutar da graça de Deus”. O serviço dessas pessoas na China simplesmente não pode ser trazido diante de Deus. É uma bagunça total; o fato de poderem agora desfrutar de tanta graça de Deus é pura elevação de Deus! Quando vocês buscaram a obra de Deus? Quando sacrificaram a vida para Deus? Quando prontamente abriram mão de sua família, de seus pais e seus filhos? Nenhum de vocês pagou um preço alto! Se o Espírito Santo não tivesse trazido você para fora, quantos teriam sido capazes de sacrificar tudo? Vocês seguiram até hoje só sob força e pressão. Onde está a devoção de vocês? Onde está sua obediência? Com base em suas ações, vocês deveriam ter sido destruídos há muito tempo — todos vocês varridos. O que qualifica vocês a desfrutar tão grandes bênçãos? Vocês não valem nada! Quem de vocês abriu o próprio caminho? Quem de vocês encontrou o caminho verdadeiro por si só? Todos vocês são preguiçosos, glutões, miseráveis que buscam conforto! Vocês acham que são ótimos? O que têm para se gabar? Mesmo ignorando que vocês são os descendentes de Moabe, sua natureza ou seu local de nascimento é do tipo mais elevado? Mesmo ignorando que são seus descendentes, não são todos vocês descendentes de Moabe, da cabeça aos pés? A verdade dos fatos pode ser mudada? Expor a natureza de vocês agora deturpa a verdade dos fatos? Vejam o servilismo de vocês, sua vida e seu caráter — vocês não sabem que são os mais baixos dos baixos da humanidade? O que têm para se gabar? Vejam a posição de vocês na sociedade. Vocês não estão no seu nível mais baixo? Vocês acham que Eu falei errado? Abraão ofereceu Isaque — o que vocês ofereceram? Jó ofereceu tudo — o que vocês ofereceram? Tantas pessoas têm dado a vida, sacrificado a cabeça, derramado o sangue para buscar o caminho verdadeiro. Vocês pagaram esse preço? Em comparação, vocês não estão nem um pouco qualificados para desfrutar de tão grande graça. É errado vocês dizerem hoje que são os descendentes de Moabe? Não se considerem tão elevados. Você não tem nada para se gabar. Tão grande salvação, tão grande graça lhes é dada livremente. Vocês não sacrificaram nada, mesmo assim desfrutam da graça livremente. Vocês não se sentem envergonhados? Esse caminho verdadeiro é algo que vocês buscaram e encontraram por si mesmos? Não foi o Espírito Santo que os compeliu a aceitá-lo? Vocês nunca tiveram um coração de buscar, muito menos um coração que busca a verdade e anseia por ela. Vocês só têm estado relaxados e desfrutando disso; ganharam essa verdade sem despender o mínimo esforço. Que direito têm de reclamar? Você acha que tem o maior valor? Comparados com aqueles que sacrificaram a vida e derramaram o próprio sangue, do que vocês têm a reclamar? Destruir vocês agora seria certo e natural! Vocês não têm outra opção a não ser obedecer e seguir. Simplesmente não são dignos! A maioria daqueles entre vocês foi chamada, mas, se o ambiente não os tivesse compelido ou se não tivessem sido chamados, vocês estariam inteiramente relutantes em sair. Quem está disposto a enfrentar tal renúncia? Quem está disposto a abrir mão dos prazeres da carne? Todos vocês são pessoas que avidamente se divertem no conforto e buscam uma vida luxuriosa! Vocês ganharam bênçãos tão grandes — o que mais têm a dizer? Que reclamações têm? Vocês foram permitidos a desfrutar das maiores bênçãos e da maior graça no céu, e a obra que nunca foi feita na terra é revelada hoje a vocês. Essa não é uma bênção? Vocês são castigados assim hoje porque resistiram a Deus e se rebelaram contra Ele. Por causa desse castigo, vocês têm visto a misericórdia e o amor de Deus, e mais ainda têm visto a Sua justiça e santidade. Por causa desse castigo e por causa da imundície da humanidade, vocês têm visto o grande poder de Deus, e têm visto Sua santidade e grandeza. Essa não é a mais rara das verdades? Essa não é uma vida com significado? A obra que Deus faz é cheia de significado! Assim, quanto mais baixa a posição de vocês, mais ela prova que vocês são elevados por Deus e mais ela prova o grande valor de Sua obra em vocês hoje. É simplesmente um tesouro inestimável, que não pode ser conseguido em nenhum outro lugar! No decurso das eras, ninguém tem desfrutado tão grande salvação. O fato de a posição de vocês ser baixa mostra quão grande é a salvação de Deus e mostra que Deus é fiel à humanidade — Ele salva, Ele não destrói.

Extraído de ‘O significado de salvar os descendentes de Moabe’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 186

Quando Deus veio à terra, Ele não era do mundo e não Se tornou carne para desfrutar do mundo. O lugar onde o operar revelaria Seu caráter e que seria mais significativo é o lugar onde Ele nasceu. Seja uma terra santa ou uma terra imunda, não importa onde Ele opere, Ele é santo. Tudo no mundo foi criado por Ele, embora tudo tenha sido corrompido por Satanás. Entretanto, todas as coisas ainda pertencem a Ele; todas elas estão em Suas mãos. Ele vem para uma terra imunda e opera ali a fim de revelar a Sua santidade; Ele só faz isso por causa da Sua obra, o que significa que Ele suporta uma grande humilhação para fazer tal obra a fim de salvar as pessoas dessa terra imunda. Isso é feito para dar testemunho, por causa de toda a humanidade. O que tal obra mostra às pessoas é a justiça de Deus, e é ainda mais capaz de mostrar a supremacia de Deus. Sua grandeza e retidão são manifestadas na salvação de um grupo de pessoas humildes a quem os outros desdenham. Nascer em uma terra imunda não prova, de modo algum, que Ele é humilde; simplesmente permite que toda a criação veja a Sua grandeza e o Seu amor verdadeiro pela humanidade. Quanto mais Ele faz assim, mais isso revela o Seu amor puro, Seu amor sem defeito pelo homem. Deus é santo e justo. Embora Ele tenha nascido em uma terra imunda, e embora viva com pessoas que são cheias de imundície, assim como Jesus viveu com pecadores na Era da Graça, cada parte de Sua obra não é feita pelo bem da sobrevivência de toda a humanidade? Não é tudo para que a humanidade possa ganhar uma grande salvação? Há dois mil anos, Ele viveu com pecadores durante alguns anos. Isso se deu pelo bem da redenção. Hoje, Ele está vivendo com um grupo de pessoas imundas e humildes. Isso é para o bem da salvação. Toda a Sua obra não é pelo bem de vocês, humanos? Se não é para salvar a humanidade, por que Ele teria vivido e sofrido com pecadores por tantos anos depois de nascer em uma manjedoura? E se não é para salvar a humanidade, porque Ele retornaria para a carne uma segunda vez, nasceria nesta terra onde os demônios congregam, viveria com essas pessoas que têm sido profundamente corrompidas por Satanás? Deus não é fiel? Que parte de Sua obra não tem sido feita pela humanidade? Que parte não tem sido para o destino de vocês? Deus é santo — isso é imutável! Ele não é poluído pela imundície, embora tenha vindo para uma terra imunda; tudo isso só pode significar que o amor de Deus pela humanidade é extremamente desinteressado e o sofrimento e a humilhação que Ele suporta são extremamente grandes! Vocês não sabem como é grande a humilhação que Ele sofre, por todos vocês e pelo destino de vocês? Em vez de salvar grandes pessoas ou os filhos de famílias ricas e poderosas, Ele faz questão de salvar aqueles que são humildes e menosprezados. Isso tudo não é a Sua santidade? Isso tudo não é a Sua justiça? Por causa da sobrevivência de toda a humanidade, Ele preferiu nascer em uma terra imunda e sofrer toda a humilhação. Deus é bem real — Ele não faz uma obra falsa. Cada estágio da Sua obra não é feito de maneira muito prática? Embora todas as pessoas O caluniem e digam que Ele Se senta à mesa com os pecadores, embora todas as pessoas zombem Dele e digam que Ele vive com os filhos da imundície, que vive com as pessoas mais humildes, Ele ainda Se entrega desinteressadamente e mesmo assim é rejeitado entre a humanidade. O sofrimento que Ele suporta não é maior que o de vocês? A obra que Ele faz não é mais que o preço que vocês pagaram? Vocês nasceram em uma terra de imundície, mas ganharam a santidade de Deus. Vocês nasceram em uma terra onde os demônios congregam, mas receberam uma grande proteção. Que escolha vocês têm? Que reclamações têm? O sofrimento que Ele suportou não é maior que o sofrimento que vocês suportaram? Ele veio à terra e nunca desfrutou dos deleites do mundo humano. Ele detesta tais coisas. Deus não veio à terra para que o homem O tratasse com coisas materiais, nem veio para desfrutar da comida, das roupas e dos ornamentos do homem. Ele não dá importância para essas coisas. Ele veio à terra para sofrer pelo homem, não para desfrutar da fortuna terrena. Ele veio para sofrer, operar e finalizar o Seu plano de gestão. Ele não elegeu um belo lugar, viver em uma embaixada ou em um hotel chique, tampouco teve muitos servos para servi-Lo. Com base no que viram, vocês não sabem se Ele veio para operar ou por prazer? Os seus olhos não veem? Quanto Ele lhes tem dado? Se tivesse nascido em um lugar confortável, Ele teria sido capaz de ganhar glória? Teria sido capaz de operar? Seu fazer então teria algum significado? Ele teria sido capaz de conquistar a humanidade completamente? Teria sido capaz de resgatar as pessoas da terra da imundície? As pessoas perguntam, de acordo com suas noções: “Já que Deus é santo, por que nasceu neste nosso lugar imundo? Tu nos odeias e detestas, humanos imundos; Tu detestas a nossa resistência e a nossa rebeldia, então, por que vives conosco? Tu és um Deus supremo. Tu poderias ter nascido em qualquer lugar, então por que tinhas de nascer nesta terra imunda? Tu nos castigas e julgas a cada dia e Tu sabes com clareza que somos os descendentes de Moabe, então por que ainda vives entre nós? Por que nasceste em uma família dos descendentes de Moabe? Por que Tu fizeste isso?”. Tais pensamentos de vocês são inteiramente carentes de razão! Apenas tal obra permite que as pessoas vejam Sua grandeza, Sua humildade e ocultabilidade. Ele está disposto a sacrificar tudo pelo bem de Sua obra e Ele tem suportado todo sofrimento pelo bem de Sua obra. Ele age pelo bem da humanidade e, mais que isso, para conquistar Satanás, para que todas as criaturas possam se submeter ao Seu domínio. Somente isso é uma obra significativa e valiosa.

Extraído de ‘O significado de salvar os descendentes de Moabe’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 187

Naquela época, quando Jesus operou na Judeia, Ele fez isso abertamente, mas agora, Eu opero e falo entre vocês em segredo. Os incrédulos não têm conhecimento nenhum a respeito disso. Minha obra entre vocês é fechada para os de fora. Essas palavras, esses castigos e julgamentos, são conhecidos apenas por vocês, e nenhum outro. Toda essa obra é realizada entre vocês e desvelada somente a vocês; nenhum dentre os incrédulos sabe disso, pois a hora ainda não chegou. Essas pessoas aqui estão perto de se tornarem completas depois de resistir aos castigos, mas os que estão do lado de fora nada sabem sobre isso. Essa obra está oculta demais! Para eles, o Deus tornado carne está oculto, mas para aqueles que estão nesta corrente, pode-se dizer que Ele está aberto. Embora em Deus tudo esteja aberto, tudo seja revelado e tudo seja libertado, isso só é verdade para aqueles que Nele creem; no que diz respeito aos restantes, os incrédulos, nada é revelado. A obra que está sendo realizada atualmente entre vocês e na China é estritamente bloqueada para impedi-los de saber. Se eles tomassem conhecimento, tudo o que fariam é condená-la e sujeitá-la a perseguição. Eles não acreditariam nela. Operar na nação do grande dragão vermelho, o mais atrasado dos lugares, não é tarefa fácil. Se essa obra fosse divulgada, seria impossível continuar. Este estágio da obra simplesmente não pode ser executado neste lugar. Como eles poderiam permitir que ela progredisse, se tal obra fosse executada abertamente? Isso não colocaria a obra em um risco ainda maior? Se esta obra não fosse ocultada, mas, ao invés, fosse executada como no tempo de Jesus, quando Ele curava os enfermos e expulsava demônios espetacularmente, ela não teria há muito tempo sido “aprisionada” pelos diabos? Eles poderiam tolerar a existência de Deus? Se hoje Eu entrasse nas sinagogas para pregar e dar palestras ao homem, não teria Eu, há muito tempo, sido despedaçado? E se isso tivesse acontecido, como Minha obra poderia ter continuado a ser realizada? A razão pela qual os sinais e maravilhas não são manifestados abertamente de modo algum é em favor da ocultação. Assim, Minha obra não pode ser vista, conhecida ou descoberta por incrédulos. Se esta etapa da obra fosse para ser feita da mesma maneira que a de Jesus, na Era da Graça, ela não poderia ser tão firme como é agora. Assim, operar secretamente dessa maneira é benéfico para vocês e para a obra como um todo. Quando a obra de Deus na terra chegar ao fim, isso é, quando esta obra em segredo terminar, esta etapa da obra irromperá. Todos saberão que há um grupo de vencedores na China; todos saberão que o Deus tornado carne está na China e que Sua obra chegou ao fim. Só então o homem entenderá: por que a China ainda não demonstrou declínio ou colapso? Acontece que Deus está realizando Sua obra na China pessoalmente, e Ele aperfeiçoou um grupo de pessoas como vencedoras.

Extraído de ‘O mistério da encarnação (2)’ em “A Palavra manifesta em carne”

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