Conhecendo a obra de Deus 1

Palavras diárias de Deus Trecho 141

Conhecer a obra de Deus nestes tempos é, em sua maior parte, conhecer qual é principal ministério do Deus encarnado nos últimos dias, e o que Ele veio fazer na terra. Já mencionei em Minhas palavras que Deus veio à terra (nos últimos dias) para definir um exemplo antes de partir. Como Deus estabelece esse exemplo? Ao proferir palavras, trabalhar e falar em toda a terra. Esta é a obra de Deus nos últimos dias; Ele apenas fala para que a terra se torne um mundo de palavras, para que cada pessoa seja suprida e esclarecida pelas Suas palavras, e para que o espírito do homem seja despertado e ele seja esclarecido sobre as visões. Durante os últimos dias, o Deus encarnado chegou à terra principalmente para proferir palavras. Quando Jesus veio, Ele difundiu o evangelho do reino dos céus e realizou a obra da redenção da crucificação. Ele encerrou a Era da Lei e aboliu todas as coisas antigas. A chegada de Jesus concluiu a Era da Lei e inaugurou a Era da Graça. A chegada do Deus encarnado dos últimos dias trouxe um fim à Era da Graça. Ele veio principalmente para proferir Suas palavras, para usar palavras para tornar o homem perfeito, iluminar e esclarecer o homem, e remover o lugar do Deus vago dentro do coração do homem. Esta não é a etapa da obra que Jesus realizou quando Ele veio. Quando Jesus veio, realizou muitos milagres, curou enfermos e expulsou demônios, e realizou a obra da redenção da crucificação. Como consequência, em suas concepções, o homem acredita que é assim que Deus deveria ser. Pois, quando Jesus veio, Ele não realizou a obra de remover a imagem do Deus vago do coração do homem; quando Ele veio, foi crucificado, curou os doentes e expulsou demônios, e difundiu o evangelho do reino dos céus. Em um aspecto, a encarnação de Deus nos últimos dias remove o lugar ocupado pelo Deus vago nas concepções do homem, de modo que não existe mais a imagem do Deus vago no coração do homem. Através de Suas palavras reais e obra real, Seu movimento por todas as terras e a obra excepcionalmente real e normal que Ele realiza entre os homens, Ele faz com que o homem conheça a realidade de Deus e remove o lugar do Deus vago no coração do homem. Em outro aspecto, Deus usa as palavras ditas por Sua carne para tornar o homem completo e realizar todas as coisas. Esta é a obra que Deus realizará nos últimos dias.

O que vocês devem saber:

1. A obra de Deus não é sobrenatural e vocês não devem abrigar concepções sobre isso.

2. Vocês devem entender a obra principal que o Deus encarnado veio realizar desta vez.

Ele não veio curar os doentes, nem expulsar demônios, nem realizar milagres e também não veio difundir o evangelho do arrependimento ou conceder redenção ao homem. Isso porque Jesus já realizou essa obra e Deus não repete a mesma obra. Hoje, Deus veio para encerrar a Era da Graça e banir todas as práticas da Era da Graça. O Deus prático veio principalmente para mostrar que Ele é real. Quando Jesus veio, proferiu poucas palavras; Ele principalmente exibiu milagres, fez sinais e maravilhas, curou os doentes e expulsou demônios ou então falou de profecias para convencer o homem e fazer com que ele visse que Ele realmente era Deus e era um Deus desapaixonado. Em última análise, Ele completou a obra de crucificação. O Deus de hoje não mostra sinais e maravilhas, nem cura os doentes e expulsa os demônios. Quando Jesus veio, a obra que Ele realizou representou uma parte de Deus, mas desta vez Deus veio para realizar a etapa da obra que é devida, pois Deus não repete a mesma obra; Ele é o Deus que é sempre novo e nunca velho, assim tudo o que você vê hoje são as palavras e a obra do Deus prático.

Extraído de ‘Conhecer a obra de Deus hoje’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 142

O Deus encarnado dos últimos dias veio principalmente para proferir Suas palavras, para explicar tudo o que é necessário para a vida do homem, para apontar aquilo em que o homem deve entrar, mostrar ao homem as ações de Deus e para mostrar ao homem a sabedoria, a onipotência e a maravilha de Deus. Através das várias formas pelas quais Deus fala, o homem vê a supremacia de Deus, a Sua magnitude e, além disso, a humildade e a ocultação de Deus. O homem vê que Deus é supremo, mas que Ele é humilde e oculto, e pode Se tornar o menor de todos. Algumas de Suas palavras são faladas diretamente da perspectiva do Espírito, algumas de Suas palavras são faladas diretamente da perspectiva do homem e algumas de Suas palavras são faladas a partir da perspectiva da terceira pessoa. Nisso, pode-se ver que a forma da obra de Deus varia muito e é através das palavras que Ele permite que o homem a veja. A obra de Deus nos últimos dias é tanto normal quanto real e, assim, o grupo de pessoas dos últimos dias é submetido às maiores de todas as provações. Por causa da normalidade e da realidade de Deus, todas as pessoas entraram nessas provações; que o homem tenha descido às provações de Deus é por causa da normalidade e da realidade de Deus. Durante a era de Jesus, não houve concepções ou provações. Porque a maior parte da obra realizada por Jesus estava de acordo com as concepções do homem, as pessoas O seguiam e não tinham concepções sobre Ele. As provações de hoje são as maiores jamais enfrentadas pelo homem e, quando se diz que essas pessoas saíram da grande tribulação, esta é a tribulação a que se refere. Hoje, Deus fala para criar fé, amor, sofrimento e obediência nessas pessoas. As palavras faladas pelo Deus encarnado dos últimos dias são de acordo com a substância da natureza do homem, de acordo com o comportamento do homem e de acordo com aquilo em que o homem deveria entrar hoje. Suas palavras são tanto reais como normais: Ele não fala do amanhã nem olha para ontem; Ele fala apenas daquilo em que se deveria entrar, que deveria ser posto em prática e compreendido hoje. Se, durante o dia de hoje, surgir uma pessoa que seja capaz de mostrar sinais e maravilhas, expulsar demônios, curar os doentes e realizar muitos milagres e, se essa pessoa afirmar que ela é Jesus que veio, então isso seria a fraude dos espíritos malignos e sua imitação de Jesus. Lembre-se disso! Deus não repete a mesma obra. A etapa da obra de Jesus já foi concluída e Deus nunca mais realizará aquele estágio da obra. A obra de Deus é irreconciliável com as concepções do homem; por exemplo, o Antigo Testamento predisse a vinda de um Messias, mas ocorreu que Jesus veio, então seria errado que outro Messias viesse novamente. Jesus já veio uma vez e seria errado que Jesus viesse novamente desta vez. Existe um nome para cada era e cada nome é caracterizado pela era. Nas concepções do homem, Deus deve sempre mostrar sinais e maravilhas, deve sempre curar os doentes e expulsar os demônios, e deve ser sempre como Jesus, mas desta vez Deus não é nada assim. Se, durante os últimos dias, Deus ainda mostrasse sinais e maravilhas, e ainda expulsasse demônios e curasse os doentes — se Ele fizesse exatamente o mesmo que Jesus — então Deus estaria repetindo a mesma obra e a obra de Jesus não teria significado ou valor. Assim, Deus realiza uma etapa de obra em cada era. Uma vez que cada etapa de Sua obra foi concluída, logo é imitada por espíritos malignos e, depois que Satanás começa a seguir os passos de Deus, Deus muda para um método diferente. Uma vez que Deus completou uma etapa de Sua obra, ela é imitada por espíritos malignos. Isso deve estar claro para vocês. Por que a obra de Deus hoje é diferente da obra de Jesus? Por que Deus hoje não mostra sinais e maravilhas, não expulsa demônios e não cura os doentes? Se a obra de Jesus fosse a mesma que a obra realizada durante a Era da Lei, poderia Ele ter representado o Deus da Era da Graça? Ele poderia ter completado a obra de crucificação? Se, como na Era da Lei, Jesus tivesse entrado no templo e guardado o sábado, então Ele não teria sido perseguido por ninguém e teria sido abraçado por todos. Se fosse assim, Ele poderia ter sido crucificado? Ele poderia ter completado a obra de redenção? Qual seria o sentido se o Deus encarnado dos últimos dias mostrasse sinais e maravilhas, como Jesus? Somente se Deus realizar outra parte da Sua obra nos últimos dias, a qual represente parte do Seu plano de gestão, o homem poderá ganhar um conhecimento mais profundo de Deus e somente então o plano de gestão de Deus poderá ser completado.

Extraído de ‘Conhecer a obra de Deus hoje’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 143

Nos últimos dias, Deus veio principalmente para proferir Suas palavras. Ele fala da perspectiva do Espírito, da perspectiva do homem e da perspectiva da terceira pessoa; Ele fala de maneiras diferentes, usando uma maneira por um período de tempo e usa as formas de falar para mudar as concepções do homem e remover a imagem do Deus vago do coração do homem. Esta é a principal obra realizada por Deus. Porque o homem acredita que Deus veio curar os doentes, expulsar demônios, realizar milagres e conferir bênçãos materiais ao homem, Deus realiza esta etapa da obra — a obra de castigo e julgamento — para remover essas coisas das concepções do homem, para que o homem possa conhecer a realidade e a normalidade de Deus e para que a imagem de Jesus possa ser removida de seu coração e substituída por uma nova imagem de Deus. Assim que a imagem de Deus dentro do homem envelhece, torna-se um ídolo. Quando Jesus veio e realizou aquela etapa da obra, Ele não representou a totalidade de Deus. Ele realizou alguns sinais e maravilhas, falou algumas palavras e foi crucificado no final, e representou uma parte de Deus. Ele não podia representar tudo o que é de Deus, mas representou Deus ao fazer uma parte da obra de Deus. Isso é assim por Deus ser tão grande e tão maravilhoso, e ser insondável, e porque Deus apenas realiza uma parte de Sua obra em cada era. A obra realizada por Deus durante esta era é principalmente a provisão das palavras para a vida do homem; a exposição do caráter corrupto do homem e da substância da natureza do homem; e a eliminação de noções religiosas, do pensamento feudal, do pensamento antiquado, e do conhecimento e da cultura do homem. Isso deve ser revelado e purificado através das palavras de Deus. Nos últimos dias, Deus utiliza palavras, e não sinais e maravilhas, para tornar o homem perfeito. Ele usa Suas palavras para expor o homem, para julgá-lo, para castigá-lo e para torná-lo perfeito, a fim de que, nas palavras de Deus, o homem venha a ver a sabedoria e amabilidade de Deus e entender o caráter de Deus; de modo que, através das palavras de Deus, o homem veja as obras de Deus. Durante a Era da Lei, Jeová conduziu Moisés para fora do Egito com Suas palavras e proferiu algumas palavras aos israelitas; naquela época, uma parte das obras de Deus foi esclarecida, mas porque o calibre do homem era limitado e nada poderia completar seu conhecimento, Deus continuou a falar e a trabalhar. Na Era da Graça, o homem mais uma vez viu parte dos feitos de Deus. Jesus pôde mostrar sinais e maravilhas, curar os doentes e expulsar demônios, e ser crucificado, três dias depois disso, ressuscitou e apareceu na carne diante do homem. De Deus, o homem não sabia mais do que isso. O homem sabe tanto quanto lhe é mostrado por Deus e, se Deus não mostrasse nada mais ao homem, então tal seria a extensão da delimitação do homem por Deus. Assim, Deus continua a trabalhar, para que o conhecimento do homem sobre Ele possa se tornar mais profundo e para que ele venha a conhecer gradualmente a substância de Deus. Nos últimos dias, Deus utiliza Suas palavras para tornar o homem perfeito. Seu caráter corrupto é revelado pelas palavras de Deus e suas concepções religiosas são substituídas pela realidade de Deus. O Deus encarnado dos últimos dias veio principalmente para cumprir as palavras “a Palavra torna-Se carne, a Palavra vem na carne e a Palavra aparece na carne” e se vocês não têm completo conhecimento disso, então ainda não são capazes de ficar firmes. Nos últimos dias, Deus pretende principalmente realizar uma etapa de obra em que a Palavra aparece na carne e essa é uma parte do plano de gestão de Deus. Assim, o conhecimento de vocês deve ser claro; independentemente de como Deus opere, Deus não permite que o homem O delimite. Se Deus não realizasse esta obra durante os últimos dias, o conhecimento do homem sobre Ele não poderia ir mais longe. Você só saberia que Deus pode ser crucificado e pode destruir Sodoma, e que Jesus pode ser ressuscitado dentre os mortos e aparecer para Pedro… Mas você nunca diria que as palavras de Deus podem realizar tudo e conquistar o homem. Somente experimentando as palavras de Deus você pode falar de tal conhecimento e quanto mais da obra de Deus você experimentar, mais completo se tornará o seu conhecimento sobre Ele. Só então você deixará de delimitar Deus dentro de suas próprias concepções. O homem conhece Deus ao experimentar a Sua obra, e não há outra maneira correta de conhecer a Deus.

Extraído de ‘Conhecer a obra de Deus hoje’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 144

Hoje, deveria ficar claro para todos vocês que, nos últimos dias, é especialmente o fato de que “a Palavra Se torna carne” que é cumprido por Deus. Através de Sua obra real sobre a terra, Ele faz com que o homem O conheça, se envolva com Ele e veja Suas reais ações. Ele faz com que o homem veja claramente que Ele é capaz de exibir sinais e maravilhas e que também existem momentos em que Ele é incapaz de fazê-los e isso depende da era. Desse modo, você pode ver que Deus não é incapaz de mostrar sinais e maravilhas, mas, em vez disso, muda Sua atuação de acordo com Sua obra e de acordo com a era. Na etapa atual da obra, Ele não mostra sinais e maravilhas; o fato de Ele ter mostrado alguns sinais e maravilhas na era de Jesus deve-se à obra Dele naquela era ter sido diferente. Deus não realiza aquela obra hoje e algumas pessoas acreditam que Ele é incapaz de mostrar sinais e maravilhas, ou então elas pensam que, se Ele não mostra sinais e maravilhas, Ele não é Deus. Isso não é uma falácia? Deus é capaz de mostrar sinais e maravilhas, mas Ele está trabalhando em uma era diferente e, assim, Ele não realiza tais obras. Porque esta é uma era diferente e porque esta é uma etapa diferente da obra de Deus, as ações elucidadas por Deus também são diferentes. A crença do homem em Deus não é a crença em sinais e maravilhas, nem a crença em milagres, mas a crença em Sua obra real durante a nova era. O homem vem a conhecer Deus através da maneira como Ele trabalha e esse conhecimento produz no homem a crença em Deus; isto é, a crença na obra e nas ações de Deus. Nesta etapa da obra, principalmente Deus fala. Não espere ver sinais e maravilhas; você não os verá! Pois você não nasceu durante a Era da Graça. Se tivesse nascido nela, poderia ter visto sinais e maravilhas, mas nasceu nos últimos dias e assim, pode ver apenas a realidade e a normalidade de Deus. Não espere ver o Jesus sobrenatural nos últimos dias. Você só pode ver o Deus prático encarnado, que não é diferente de qualquer homem normal. Em cada era, Deus elucida ações diferentes. Em cada era, Ele elucida parte das ações de Deus e a obra de cada era representa uma parte do caráter de Deus e uma parte das ações de Deus. As ações que Ele elucida variam com a era em que Ele trabalha, mas todas proporcionam ao homem um conhecimento de Deus que é mais profundo, uma crença em Deus que é mais realista e mais verdadeira. O homem acredita em Deus por causa de todas as ações de Deus, e porque Deus é tão maravilhoso, tão grandioso, porque Ele é todo-poderoso e insondável. Se você acredita em Deus porque Ele é capaz de realizar sinais e maravilhas e pode curar os doentes e expulsar demônios, sua visão é errada e algumas pessoas vão dizer-lhe: “Os espíritos malignos também não podem fazer essas coisas?” Isso não é para confundir a imagem de Deus com a de Satanás? Hoje, a crença do homem em Deus é por causa de Suas muitas ações e da grande quantidade de obra que Ele faz e as muitas formas pelas quais Ele fala. Deus utiliza Suas declarações para conquistar o homem e torná-lo perfeito. O homem acredita em Deus por causa de Suas muitas ações, não porque Ele é capaz de mostrar sinais e maravilhas, e o homem só O entende porque vê Suas ações. Somente conhecendo as ações reais de Deus, a forma como Ele opera, que métodos sábios Ele utiliza, como Ele fala e como Ele torna o homem perfeito — apenas conhecendo esses aspectos — você pode compreender a realidade de Deus e entender o Seu caráter, saber do que Ele gosta, o que Ele detesta, como Ele trabalha no homem. Ao entender os gostos e desgostos de Deus, você pode diferenciar o que é positivo e o que é negativo e, através do seu conhecimento de Deus, existe progresso real em sua vida. Resumindo, você deve ganhar um conhecimento da obra de Deus e deve endireitar seu ponto de vista sobre a crença em Deus.

Extraído de ‘Conhecer a obra de Deus hoje’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 145

Independentemente de como você busca, deve, acima de tudo, entender a obra que Deus realiza hoje, e deve conhecer o significado dessa obra. Você deve entender e saber qual obra Deus traz quando Ele vem nos últimos dias, que caráter Ele traz e o que será completado no homem. Se você não conhece ou compreende a obra que Ele veio fazer na carne, como pode entender Sua vontade e como pode se tornar íntimo Dele? Na verdade, ser íntimo de Deus não é complicado, mas tampouco é simples. Se as pessoas podem entender isso completamente e colocá-lo em prática, então isso se torna descomplicado; se as pessoas não conseguem entender isso completamente, então isso se torna muito mais difícil e, além disso, elas se tornam propensas a que sua busca as leve para a imprecisão. Se, na busca de Deus, o homem não tem uma posição própria em que permanecer e não sabe a qual verdade ele deve se apegar, isso significa que ele não tem fundamento e, por isso, não é fácil para ele permanecer firme. Hoje, existem muitos que não entendem a verdade, que não podem distinguir entre o bem e o mal ou dizer o que amar ou odiar. Essas pessoas dificilmente podem permanecer firmes. Fundamental para a crença em Deus é poder colocar a verdade em prática, prezar a vontade de Deus, conhecer a obra de Deus sobre o homem quando Ele Se manifesta na carne e os princípios pelos quais Ele fala; não siga as massas, e você deve ter princípios em que se aprofundar e aos quais se mantenha firme. Apegar-se firmemente a essas coisas iluminadas dentro de você por Deus será de grande ajuda para você. Senão, hoje você se voltará para um lado, amanhã se voltará para outro e nunca ganhará nada real. Ser assim não é benéfico para sua própria vida. Aqueles que não entendem a verdade sempre seguem os outros: se as pessoas dizem que essa é a obra do Espírito Santo, você também diz que essa é a obra do Espírito Santo; se as pessoas dizem que é a obra de um espírito maligno, você também fica em dúvida ou diz que essa é a obra de um espírito maligno. Você sempre papagueia as palavras dos outros e é incapaz de distinguir qualquer coisa por si mesmo, e nem é capaz de pensar por si mesmo. Isso é alguém sem uma posição, que é incapaz de diferenciar as coisas — essa pessoa é um miserável sem valor! Você sempre repete as palavras dos outros: diz-se hoje que essa é a obra do Espírito Santo, mas é provável que um dia alguém diga que não é a obra do Espírito Santo, mas nada exceto atos do homem — mas você não pode discernir isso, e quando testemunha isso ser dito por outros, você diz a mesma coisa. Na verdade, é a obra do Espírito Santo, mas você diz que é a obra do homem; será que você não se tornou uma daquelas pessoas que blasfemam contra a obra do Espírito Santo? Dessa forma, você não se opôs a Deus porque não consegue diferenciar as coisas? Quem sabe, talvez, um dia apareça um tolo dizendo que “essa é a obra de um espírito maligno” e, quando você ouvir essas palavras, você ficará perplexo e mais uma vez preso pelas palavras dos outros. Toda vez que alguém gera distúrbios, você é incapaz de manter sua posição e isso tudo porque você não tem a verdade. Acreditar em Deus e perseguir o conhecimento de Deus não é uma questão simples. Essas coisas não podem ser alcançadas simplesmente reunindo-se e ouvindo a pregação, e você não pode ser aperfeiçoado apenas pela paixão. Você deve experimentar, conhecer, e ter princípios em suas ações, e ganhar a obra do Espírito Santo. Quando você tiver passado por essas experiências, poderá diferenciar muitas coisas — você poderá distinguir entre o bem e o mal, entre a justiça e a maldade, entre o que é da carne, do sangue e o que é da verdade. Você deve ser capaz de distinguir entre todas essas coisas e, ao fazê-lo, independentemente das circunstâncias, você nunca se perderá. Apenas essa é a sua verdadeira estatura.

Extraído de ‘Somente aqueles que conhecem Deus e Sua obra podem satisfazer Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 146

Conhecer a obra de Deus não é uma questão simples. Você deve ter padrões e um objetivo em sua busca, deve saber como procurar o verdadeiro caminho e como avaliar se esse é ou não o verdadeiro caminho, e se é ou não a obra de Deus. Qual é o princípio mais básico na busca do caminho verdadeiro? Você deve ver se há ou não a obra do Espírito Santo nesse caminho, se essas palavras são ou não a expressão da verdade, a quem se dá testemunho e o que isso pode lhe trazer. Distinguir entre o caminho verdadeiro e o caminho falso requer vários aspectos do conhecimento básico e o mais fundamental é saber se existe ou não a obra do Espírito Santo. Pois a substância da crença do homem em Deus é a crença no Espírito de Deus e até a sua crença no Deus encarnado é porque essa carne é a encarnação do Espírito de Deus, o que significa que essa crença ainda é a crença no Espírito. Existem diferenças entre o Espírito e a carne, mas porque essa carne vem do Espírito e a Palavra Se torna carne, o que o homem crê é ainda a substância inerente de Deus. E assim, ao distinguir se é ou não o verdadeiro caminho, acima de tudo você deve ver se é ou não a obra do Espírito Santo, e depois ver se existe verdade nesse caminho. Essa verdade é o caráter da vida da humanidade normal, isto é, o que era exigido do homem quando Deus o criou, no começo, ou seja, tudo referente à humanidade normal (incluindo o sentido humano, a percepção, a sabedoria e o conhecimento básico de ser homem). Ou seja, você deve ver se esse caminho pode levar o homem a uma vida de humanidade normal, se a verdade da qual se fala é exigida ou não de acordo com a realidade da humanidade normal, se essa verdade é ou não prática e real, e se é ou não oportuna. Se existe verdade, ela é capaz de levar o homem a experiências normais e reais; o homem, além disso, se torna cada vez mais normal, seu sentido humano se torna cada vez mais completo, a vida do homem na carne e a vida espiritual se tornam cada vez mais ordenadas e as emoções do homem se tornam cada vez mais normais. Este é o segundo princípio. Existe um outro princípio, que é se o homem tem ou não um conhecimento crescente de Deus, se experimentar ou não essa obra e verdade pode inspirar o amor a Deus nele e o aproximá-lo ainda mais de Deus. Nisso se pode avaliar se esse é ou não o caminho verdadeiro. O mais fundamental é se esse caminho é realista em vez de sobrenatural, e se é ou não capaz de prover a vida do homem. Se estiver em conformidade a esses princípios, pode-se concluir que esse é o verdadeiro caminho. Eu não digo essas palavras para que vocês aceitem outros caminhos em suas experiências futuras, nem como uma previsão de que haverá a obra de uma nova era no futuro. Eu digo isso para que vocês estejam certos de que o caminho de hoje é o caminho verdadeiro, de modo que vocês não terão apenas meias certezas em suas crenças em relação à obra de hoje nem serão incapazes de compreender isso. Existem até mesmo muitos que, apesar de terem certeza, continuam confusos; essa certeza não tem nenhum princípio e eles devem ser eliminados mais cedo ou mais tarde. Mesmo aqueles que são especialmente ardentes em suas crenças, são três partes seguros e cinco partes inseguros, o que mostra que elas não têm fundamento. Porque os calibres de vocês são muito pobres e seus alicerces são muito superficiais, vocês não têm compreensão da diferenciação. Deus não repete Sua obra, Ele não realiza uma obra que não é realista, Ele não faz exigências excessivas ao homem e Ele não realiza obra que esteja além do sentido do homem. Toda a obra que Ele realiza está dentro do alcance do sentido normal do homem e não excede o sentido da humanidade normal, e Sua obra está de acordo com os requisitos normais do homem. Se é a obra do Espírito Santo, o homem se torna cada vez mais normal e sua humanidade se torna cada vez mais normal. As pessoas ganham um conhecimento cada vez maior de seu caráter satânico corrompido, e da essência do homem, e elas também ganham um anseio cada vez maior pela verdade. Ou seja, a vida do homem progride e o caráter corrupto do homem torna-se capaz de passar por cada vez mais mudanças — sendo que todas são o significado de Deus tornar-Se a vida do homem. Se um caminho é incapaz de revelar aquelas coisas que são a essência do homem, é incapaz de mudar o caráter do homem e, além disso, é incapaz de trazê-lo diante de Deus ou de lhe dar uma verdadeira compreensão de Deus, e até faz com que sua humanidade se torne cada vez mais baixa e seu sentido cada vez mais anormal, esse não deve ser o caminho verdadeiro e pode ser a obra de um espírito maligno ou o caminho antigo. Resumindo, não pode ser o trabalho atual do Espírito Santo. Vocês acreditaram em Deus durante todos esses anos, mas não têm ideia dos princípios para diferenciar entre o caminho verdadeiro e o caminho falso ou buscar o caminho verdadeiro. A maioria das pessoas sequer está interessada nesses assuntos; elas simplesmente vão aonde a maioria vai e repetem o que a maioria diz. Como é essa pessoa que busca o verdadeiro caminho? E como essa pessoa pode encontrar o verdadeiro caminho? Se compreender esses vários princípios fundamentais, então, o que quer que aconteça, você não será enganado. Hoje, é crucial que o homem seja capaz de fazer distinções, e isso é o que a humanidade normal deve ter e o que o homem deve ter em sua experiência. Se mesmo hoje o homem ainda nada distingue em seu seguir e seu sentido humano ainda não cresceu, o homem é muito insensato e sua busca é equivocada e desviada. Não há a menor diferenciação em sua busca hoje, e enquanto isso for verdade, como você diz, você encontrou o verdadeiro caminho, mas você o alcançou? Você conseguiu distinguir algo? Qual é a substância do caminho verdadeiro? No caminho verdadeiro, você não alcançou o caminho verdadeiro, você nada obteve da verdade, ou seja, você não conseguiu o que Deus exige de você e, portanto, não houve mudanças na sua corrupção. Se prosseguir dessa forma, você será eliminado, no final. Tendo seguido até hoje, você deve ter certeza de que o caminho que você tomou é o caminho certo e não deve ter mais dúvidas. Muitas pessoas são sempre incertas e param de perseguir a verdade por causa de pequenas questões. Tais pessoas são aquelas que não têm conhecimento da obra de Deus e que seguem Deus em confusão. As pessoas que não conhecem a obra de Deus são incapazes de ser íntimos Dele ou de dar testemunho a Ele. Eu recomendo àqueles que só procuram as bênçãos e só buscam o que é vago e abstrato, que busquem a verdade o mais rápido possível para que suas vidas possam ter significado. Não se enganem mais!

Extraído de ‘Somente aqueles que conhecem Deus e Sua obra podem satisfazer Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 147

A totalidade da obra ao longo dos 6.000 anos tem mudado gradualmente com os tempos. As mudanças nessa obra ocorreram de acordo com as circunstâncias do mundo inteiro. A obra de gestão de Deus tem se transformado apenas gradualmente de acordo com as tendências de desenvolvimento da humanidade como um todo; não estava planejada logo no início da criação. Antes que o mundo fosse criado, ou logo depois de ter sido criado, Jeová ainda não havia planejado o primeiro estágio da obra, o da lei; o segundo estágio da obra, o da graça; ou o terceiro estágio da obra, o da conquista, no qual Ele operaria primeiro entre um grupo de pessoas — alguns dos descendentes de Moabe e, por meio disso, Ele conquistaria o universo inteiro. Ele não falou estas palavras depois de criar o mundo; Ele não falou estas palavras depois de Moabe, muito menos antes de Ló. Toda a Sua obra foi feita espontaneamente. É exatamente assim que toda a Sua obra de gestão de seis mil anos se desenvolveu; de modo algum Ele havia escrito um plano como o Resumo Gráfico para o Desenvolvimento da Humanidade antes de criar o mundo. Na obra de Deus, Ele expressa diretamente o que Ele é; Ele não quebra Sua cabeça para formular um plano. É claro, muitos profetas proferiram muitas profecias, mas ainda não se pode dizer que a obra de Deus sempre foi de planejamento preciso; as profecias foram feitas de acordo com a obra atual de Deus. Toda a Sua obra é o trabalho mais atual. Ele realiza a Sua obra de acordo com o desenvolvimento dos tempos, e Ele realiza a Sua obra mais atual de acordo com as mudanças das coisas. Para Ele, realizar a obra é como administrar remédios contra uma doença; Ele observa enquanto faz o Seu trabalho; Ele opera de acordo com as Suas observações. Em cada estágio da Sua obra, Ele é capaz de expressar Sua ampla sabedoria e capacidade; Ele revela Sua ampla sabedoria e ampla autoridade de acordo com a obra daquela era em particular e permite que qualquer uma daquelas pessoas trazidas de volta por Ele durante aquelas eras vejam todo o Seu caráter. Ele supre as necessidades das pessoas e realiza a obra que Ele deveria fazer de acordo com a obra que deve ser feita em cada era; Ele supre as necessidades das pessoas de acordo com o grau em que Satanás as corrompeu. Foi assim quando Jeová inicialmente criou Adão e Eva para permitir que eles manifestassem Deus sobre a terra e para ter testemunhas de Deus em meio à criação, mas Eva pecou depois de ser tentada pela serpente; Adão fez o mesmo e, juntos no jardim, comeram o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal. E assim, Jeová teve uma obra adicional para realizar entre eles. Ele viu sua nudez e cobriu seus corpos com vestes feitas de peles de animais. Depois disso, disse a Adão: “Porquanto deste ouvidos à voz de tua mulher, e comeste da árvore de que te ordenei dizendo: Não comerás dela; maldita é a terra por tua causa […] até que tornes à terra, porque dela foste tomado; porquanto és pó, e ao pó tornarás”. Para a mulher, disse: “Multiplicarei grandemente a dor da tua conceição; em dor darás à luz filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará”. A partir de então, Ele os baniu do Jardim do Éden e os fez viver fora do jardim, como o homem moderno faz agora na terra. Quando Deus criou o homem, bem no começo, Ele não planejou deixar o homem ser tentado pela serpente depois de ele ter sido criado e, então, amaldiçoar o homem e a serpente. Na verdade, Ele não tinha esse tipo de plano; foi simplesmente o desenvolvimento das coisas que deram a Ele nova obra em meio à Sua criação. Depois que Jeová realizou essa obra entre Adão e Eva na terra, a humanidade continuou a se desenvolver por vários milhares de anos, até que “Viu Jeová que era grande a maldade do homem na terra, e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era má continuamente. Então arrependeu-se Jeová de haver feito o homem na terra, e isso Lhe pesou no coração. […] Noé, porém, achou graça aos olhos de Jeová”. Nessa época, Jeová teve mais obra nova, pois a humanidade que Ele criou tinha se tornado pecaminosa demais depois de ser tentada pela serpente. Dadas essas circunstâncias, Jeová selecionou a família de Noé dentre essas pessoas, as poupou e realizou a Sua obra de destruir o mundo com um dilúvio. A humanidade tem continuado a se desenvolver dessa maneira até hoje, tornando-se cada vez mais corrupta, e quando o desenvolvimento da humanidade atingir seu pico, também será o fim dela. Desde os primórdios até o fim do mundo, a verdade interior da Sua obra sempre foi assim. É igual a como o homem será classificado de acordo com a sua espécie; longe de toda e qualquer pessoa ser predestinada bem no começo à categoria a que pertence, as pessoas são gradativamente categorizadas somente depois de passarem por um processo de desenvolvimento. No final, qualquer um que não possa ser salvo por completo será devolvido aos seus antepassados. Nenhuma das obras de Deus em meio à humanidade já estava preparada na criação do mundo; ao contrário, foi o desenvolvimento das coisas que permitiram que Deus realizasse a Sua obra passo a passo de maneira mais realista e prática em meio à humanidade. É exatamente como Deus Jeová não criou a serpente para tentar a mulher. Não era Seu plano específico, tampouco era algo que Ele tinha predestinado intencionalmente; pode-se dizer que isso foi inesperado. Foi assim e devido a isso que Jeová expulsou Adão e Eva do Jardim do Éden e prometeu nunca mais criar o homem. Mas a sabedoria de Deus só é descoberta pelas pessoas sobre esse fundamento, assim como o ponto que mencionei anteriormente: “Minha sabedoria é exercida com base nas intrigas de Satanás”. Não importa o quanto a humanidade ficou corrupta nem como a serpente a tentou, Jeová ainda tinha Sua sabedoria; portanto, Ele tem se empenhado em obra nova desde que criou o mundo, e nenhum dos passos dessa obra jamais se repetiu. Satanás tem, continuamente, executado intrigas; a humanidade tem sido corrompida continuamente por Satanás, e Deus Jeová também tem continuamente realizado a Sua sábia obra. Ele jamais falhou, e Ele nunca cessou Sua obra desde a criação do mundo até agora. Depois que a humanidade foi corrompida por Satanás, Ele trabalhou continuamente entre as pessoas para derrotar o Seu inimigo, que corrompe a humanidade. Essa batalha continuará do começo até o fim do mundo. Ao fazer toda essa obra, Ele não apenas permitiu que a humanidade, que tem sido corrompida por Satanás, recebesse a Sua grande salvação, mas também permitiu que ela visse Sua sabedoria, onipotência e autoridade e, no final, Ele permitirá que a humanidade veja Seu justo caráter, punindo os maus e recompensando os bons. Ele tem lutado contra Satanás até hoje e nunca foi derrotado, porque Ele é um Deus sábio, e Sua sabedoria é exercida com base nas intrigas de Satanás. E, assim, Ele não apenas faz que tudo no céu se submeta à Sua autoridade. Ele também faz com que tudo sobre a terra descanse sob o estrado dos Seus pés e, não por último, Ele faz com que os ímpios, que invadem e perturbam a humanidade, caiam em Seu castigo. Todos os resultados da obra são ocasionados por causa da Sua sabedoria. Ele nunca havia revelado a Sua sabedoria antes da existência da humanidade, porque Ele não tinha inimigos no céu, na terra ou no universo inteiro, e não havia forças das trevas que invadissem qualquer coisa em meio à natureza. Depois que o arcanjo O traiu, Ele criou a humanidade sobre a terra, e foi por causa da humanidade que Ele iniciou formalmente Sua guerra de milênios com Satanás, o arcanjo, uma guerra que se torna mais acirrada a cada estágio sucessivo. Sua onipotência e sabedoria estão presentes em cada um desses estágios. Somente nesse momento tudo no céu e na terra pode ver a sabedoria, a onipotência e, especialmente, a realidade de Deus. Ele ainda realiza Sua obra da mesma maneira realista hoje; além disso, ao realizar a Sua obra, Ele também revela a Sua sabedoria e onipotência; Ele permite que vocês vejam a verdade interior de cada estágio da obra para verem exatamente como explicar a onipotência de Deus e, especialmente, como explicar exatamente a realidade de Deus.

Extraído de ‘Você deve saber como toda a humanidade se desenvolveu até hoje’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 148

A obra do Espírito Santo sempre é feita espontaneamente; em qualquer momento em que Ele planejar a Sua obra, o Espírito Santo a executará. Por que Eu sempre digo que a obra do Espírito Santo é realista? Que é sempre nova e nunca velha, e sempre a mais recente? Sua obra já não estava planejada quando o mundo foi criado; não foi isso que aconteceu de modo algum! Cada passo da obra alcança seu efeito adequado para o seu tempo respectivo, e eles não interferem uns com os outros. Há muitas ocasiões em que os planos na sua mente simplesmente não estão à altura da obra mais recente do Espírito Santo. Sua obra não é tão simples como o raciocínio das pessoas, nem é tão complexa quanto as imaginações das pessoas; ela consiste em suprir as pessoas em qualquer momento e em qualquer lugar de acordo com as suas necessidades atuais. Ninguém é mais claro quanto à substância das pessoas do que Ele, e é precisamente por essa razão que nada pode se adequar às reais necessidades das pessoas tão bem como a Sua obra. Portanto, de uma perspectiva humana, Sua obra foi planejada com vários milênios de antecedência. Ao operar entre vocês agora, de acordo com a condição de vocês, Ele também está fazendo a obra e falando a qualquer hora e em qualquer lugar. Quando as pessoas estão em determinada condição, Ele fala aquelas palavras que são exatamente o que elas precisam dentro delas. É como o primeiro passo da Sua obra, os tempos de castigo. Depois dos tempos de castigo, as pessoas exibiam certo comportamento, agiam com rebeldia de certas formas, determinadas condições positivas emergiam, determinadas condições negativas também emergiam, e os limites máximos dessa negatividade alcançavam certo nível. Deus conduziu Sua obra com base em todas essas coisas e, assim, as aproveitou para obter um efeito muito melhor para a Sua obra. Ele está simplesmente realizando Sua obra de provisão entre as pessoas de acordo com as condições atuais delas. Ele realiza cada passo da Sua obra de acordo com as condições reais das pessoas. Toda a criação está em Suas mãos; Ele poderia não conhecê-las? À luz das condições das pessoas, Deus realiza o próximo passo da obra que deveria ser feita, a qualquer hora e em qualquer lugar. De maneira alguma essa obra foi planejada com milhares de anos de antecedência; essa é uma concepção humana! Ele opera enquanto observa os efeitos da Sua obra, e a Sua obra se aprofunda e se desenvolve continuamente; ao observar os resultados da Sua obra, Ele realiza o próximo passo da Sua obra. Ele usa muitas coisas para fazer transição gradual e tornar a Sua nova obra visível para as pessoas ao longo do tempo. Esse tipo de obra é capaz de suprir as necessidades das pessoas, pois Deus conhece as pessoas bem demais. É assim que Ele realiza a Sua obra do céu. Semelhantemente, o Deus encarnado faz a Sua obra da mesma forma, planejando de acordo com a realidade e operando em meio à humanidade. Nada da Sua obra foi planejada antes que o mundo fosse criado, nem foi meticulosamente planejada de antemão. Dois mil anos após o mundo ser criado, Jeová viu que a humanidade havia se tornado tão corrupta que Ele usou a boca do profeta Isaías para profetizar que, após o fim da Era da Lei, Ele realizaria a Sua obra de redenção da humanidade na Era da Graça. Esse foi o plano de Jeová, é claro, mas esse plano também foi feito de acordo com as circunstâncias que Ele observou na época; Ele certamente não pensou nisso imediatamente após criar Adão. Isaías apenas profetizou, mas Jeová não tinha feito preparativos antecipados para essa obra durante a Era da Lei; em vez disso, Ele Se dedicou a essa obra no início da Era da Graça, quando o mensageiro apareceu no sonho de José e o iluminou, dizendo-lhe que Deus Se tornaria carne e, assim, a Sua obra de encarnação começou. Deus não Se preparou, como as pessoas imaginam, para a Sua obra de encarnação depois de criar o mundo; isso só foi decidido de acordo com o grau de desenvolvimento da humanidade e o status da Sua guerra com Satanás.

Extraído de ‘Você deve saber como toda a humanidade se desenvolveu até hoje’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 149

Quando Deus entra em carne, Seu Espírito desce sobre um homem; em outras palavras, o Espírito de Deus veste uma carne. Ele faz a Sua obra na terra e, em vez de trazer Consigo várias etapas restritas, essa obra é totalmente ilimitada. A obra que o Espírito Santo opera na carne ainda é determinada pelos efeitos da Sua obra, e Ele usa essas coisas para determinar o período de tempo em que Ele fará a obra enquanto estiver na carne. O Espírito Santo revela diretamente cada passo da Sua obra; Ele examina a Sua obra enquanto Ele prossegue; não é nada tão sobrenatural a ponto de estender os limites da imaginação humana. É como a obra de Jeová na criação dos céus, da terra e de todas as coisas; Ele planejou e trabalhou simultaneamente. Ele separou a luz das trevas, e a manhã e a noite vieram a existir — isso levou um dia. No segundo dia, Ele criou o céu, que também levou um dia, e então criou a terra, os mares e as coisas que os povoavam, também levando outro dia. Isso continuou até o sexto dia, quando Deus criou o homem e permitiu que ele administrasse todas as coisas na terra até o sétimo dia, quando Ele tinha acabado de criar todas as coisas e descansou. Deus abençoou o sétimo dia e o designou como um dia santo. Ele decidiu sobre esse dia santo após ter criado todas as coisas, não antes de criá-las. Essa obra também foi realizada espontaneamente; antes de criar todas as coisas, Ele não decidiu criar o mundo em seis dias e descansar no sétimo; os fatos não são assim de modo algum. Ele não disse isso, nem planejou isso. De maneira alguma Ele disse que a criação de todas as coisas estaria completa no sexto dia e que Ele descansaria no sétimo dia; em vez disso, Ele criou de acordo com o que parecia bom para Ele. Uma vez que terminara de criar tudo, já era o sexto dia. Se tivesse sido o quinto dia em que Ele terminou de criar tudo, Ele teria designado o sexto dia como um dia santo; no entanto, Ele acabou de criar tudo no sexto dia, e assim, o sétimo dia se tornou um dia santo, o que tem sido passado adiante até hoje. Portanto, a Sua obra atual é realizada da mesma maneira. Ele fala e supre as necessidades de vocês de acordo com as condições de vocês. Isso é, o Espírito fala e opera de acordo com as condições das pessoas; o Espírito vigia tudo e opera em qualquer hora e lugar. Aquilo que Eu faço, digo, coloco sobre vocês e concedo a vocês é, sem exceção, o que vocês precisam. Assim, nada da Minha obra é separado da realidade; é tudo real, pois todos vocês sabem que “o Espírito de Deus vigia tudo”. Se tudo isso tivesse sido decidido de antemão, não estaria tudo absolutamente decidido? Você acha que Deus operou seis milênios inteiros e então predestinou a humanidade como sendo rebelde, resistente, desonesta e enganosa, como tendo a corrupção da carne, o caráter satânico corrupto, a concupiscência dos olhos e suas próprias indulgências. Isso não foi predestinado por Deus, mas, em vez disso, é devido à corrupção de Satanás. Alguns dirão: “Satanás também não estava ao alcance de Deus? Deus havia predestinado que Satanás corromperia o homem dessa maneira e depois disso Ele realizaria a Sua obra entre os homens”. Será que Deus realmente predestinaria Satanás para corromper a humanidade? Ele está totalmente ávido para permitir que a humanidade viva vidas humanas normais; Ele perturbaria a vida da humanidade? Se fosse assim, derrotar Satanás e salvar a humanidade não seria um esforço fútil? Como a rebelião da humanidade poderia ser predestinada? Foi, de fato, devido à importunação de Satanás; como isso poderia ser predestinado por Deus? O Satanás dentro do alcance de Deus que vocês entendem e o Satanás ao alcance de Deus de que falo são muito diferentes. De acordo com as afirmações de vocês de que “Deus é todo-poderoso e Satanás está em Suas mãos”, Satanás não O trairia. Você não disse que Deus é todo-poderoso? O conhecimento de vocês é abstrato demais e está fora de sintonia com a realidade; o homem não pode nunca sondar os pensamentos de Deus, nem pode jamais sondar a sabedoria de Deus! Deus é todo-poderoso; isso não é falso de modo algum. O arcanjo traiu Deus porque, inicialmente, Deus lhe deu uma porção de autoridade. Naturalmente, esse foi um evento inesperado, como o de Eva sucumbindo à tentação da serpente. No entanto, não importa como Satanás realize sua traição, ao contrário de Deus, ele não é todo-poderoso. Como vocês disseram, Satanás é poderoso; não importa o que ele faça, a autoridade de Deus sempre o derrota. Esse é o verdadeiro significado por trás do ditado, “Deus é todo-poderoso e Satanás está em Suas mãos”. Portanto, Sua guerra com Satanás deve ser realizada um passo por vez; além disso, Ele planeja Sua obra em resposta às artimanhas de Satanás. Ou seja, de acordo com as eras, Ele salva as pessoas e revela a Sua sabedoria e onipotência. Da mesma forma, a obra dos últimos dias não foi predestinada desde cedo, antes da Era da Graça; predestinações não são feitas de maneira ordenada deste modo: primeiro, fazer com que o caráter externo do homem mude; segundo, sujeitar o homem ao Seu castigo e provações; terceiro, fazer com que o homem passe pela provação da morte; quarto, fazer com que o homem experimente o tempo de amar a Deus e de expressar a resolução de um ser criado; quinto, permitir que o homem veja a vontade de Deus e O conheça completamente, e, por fim, completar o homem. Ele não planejou todas essas coisas durante a Era da Graça; em vez disso, começou a planejá-las na era atual. Satanás está operando, como Deus também está. Satanás expressa seu caráter corrupto, enquanto Deus fala diretamente e revela algumas coisas substanciais. Essa é a obra que está sendo feita hoje, e esse mesmo tipo de princípio de operação foi usado há muito tempo, depois que o mundo foi criado.

Extraído de ‘Você deve saber como toda a humanidade se desenvolveu até hoje’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 150

Primeiro, Deus criou Adão e Eva, e também criou uma serpente. Dentre todas as coisas, a serpente era a mais venenosa; seu corpo continha veneno e Satanás usou desse veneno para utilizá-lo. Foi a serpente que tentou Eva a pecar. Adão pecou depois de Eva e os dois conseguiram discernir o bem e o mal. Se Jeová soubesse que a serpente tentaria Eva e que Eva tentaria Adão, por que Ele colocou todos eles dentro de um jardim? Se Ele foi capaz de predizer essas coisas, por que Ele criou uma serpente e a colocou dentro do Jardim do Éden? Por que o Jardim do Éden continha frutos da árvore do conhecimento do bem e do mal? Ele tinha a intenção de que eles comessem a fruta? Quando Jeová veio, nem Adão nem Eva se atreveram a confrontá-Lo, e foi somente nesse momento que Jeová soube que eles haviam comido o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal e que eles caíram como presa do embuste da serpente. No final, Ele amaldiçoou a serpente e amaldiçoou Adão e Eva, também. Quando os dois comeram do fruto da árvore, Jeová não estava de modo algum consciente de que eles o estavam fazendo. A humanidade se tornou corrupta ao ponto de ser má e sexualmente promíscua, até ao ponto em que as coisas que ela abrigava no coração eram todas más e injustas; eram todos imundos. Assim, Jeová lamentou-Se de ter criado a humanidade. Depois disso, Ele realizou a Sua obra de destruir o mundo com um dilúvio, a que Noé e seus filhos sobreviveram. Algumas coisas não são, na realidade, tão avançadas e sobrenaturais quanto as pessoas imaginam. Alguns perguntam: “Visto que Deus sabia que o arcanjo O trairia, por que Ele o criou?” Esses são os fatos: quando a terra ainda não existia, o arcanjo era o maior dos anjos do céu. Tinha jurisdição sobre todos os anjos no céu; essa era a autoridade que Deus lhe concedeu. Com exceção de Deus, foi o maior dos anjos do céu. Quando, mais tarde, Deus criou a humanidade, o arcanjo levou a cabo uma maior traição a Deus sobre a terra. Eu digo que ele traiu a Deus porque queria administrar a humanidade e ultrapassar a autoridade de Deus. Foi o arcanjo que tentou Eva a pecar; agiu assim porque desejava estabelecer o seu reino sobre a terra e fazer a humanidade trair a Deus para obedecer a ele. Viu que havia muitas coisas que lhe obedeciam; os anjos lhe obedeciam, assim como as pessoas da terra. Os pássaros e os animais, as árvores, as florestas, as montanhas, os rios e todas as coisas sobre a terra estavam sob os cuidados do homem, isto é, de Adão e Eva, enquanto Adão e Eva obedeciam a ele. O arcanjo, portanto, desejava superar a autoridade de Deus e traí-Lo. Mais tarde, ele levou muitos anjos a traírem a Deus, que então, se tornaram vários espíritos imundos. O desenvolvimento da humanidade, até hoje, não foi causado pela corrupção do arcanjo? A humanidade é apenas o que é hoje porque o arcanjo traiu a Deus e corrompeu a humanidade. Essa obra passo a passo está longe de ser tão abstrata e simples quanto as pessoas imaginam. Satanás realizou sua traição por uma razão, mas as pessoas são incapazes de compreender uma coisa tão simples. Por que Deus criou os céus e a terra e todas as coisas e também criou Satanás? Visto que Deus despreza tanto Satanás, e Satanás é Seu inimigo, por que Ele criou Satanás? Ao criar Satanás, Ele não estava criando um inimigo? Deus, na verdade, não criou um inimigo; em vez disso, Ele criou um anjo e, mais tarde, o anjo O traiu. Seu status era tão grande que ele desejou trair a Deus. Pode-se dizer que isso foi uma coincidência, mas também foi uma tendência inevitável. É semelhante a como, inevitavelmente, alguém morrerá em certa idade; as coisas já se desenvolveram para um certo estágio. Há algumas pessoas absurdas que dizem: “Como Satanás é o Teu inimigo, por que Tu o criaste? Tu não sabias que o arcanjo Te trairia? Tu não vês de eternidade a eternidade? Tu não conheces a natureza dele? Uma vez que Tu claramente sabias que ele Te trairia, por que Tu o fizeste um arcanjo? Mesmo se alguém ignorar a questão da traição dele, ainda assim ele liderou muitos anjos e desceu ao mundo dos mortais para corromper a humanidade; até hoje, Tu não conseguiste completar o Teu plano de gerenciamento de seis mil anos”. Essas palavras estão corretas? Quando você pensa assim, você não está se fazendo passar por mais problemas do que o necessário? Outros ainda dizem: “Se Satanás não tivesse corrompido a humanidade até os dias atuais, Deus não teria salvado a humanidade dessa maneira. Nesse caso, a sabedoria e onipotência de Deus teriam sido invisíveis; onde a Sua sabedoria se manifestaria? Deus criou, assim, uma raça humana para Satanás; no futuro, Deus revelaria Sua onipotência — caso contrário, como o homem descobriria a sabedoria de Deus? Se o homem não resistisse a Ele e agisse de modo rebelde contra Ele, seria desnecessário que Seus atos se manifestassem. Se toda a criação fosse adorá-Lo e obedecê-Lo, Ele não teria obra a fazer”. Isso é ainda mais distante da realidade das coisas, pois não há nada impuro com relação a Deus e, portanto, Ele não pode criar a impureza. Ele revela Seus atos, agora, apenas para derrotar o Seu inimigo, para salvar a humanidade, que Ele criou para derrotar os demônios e Satanás, que O odeiam, O traem e resistem a Ele, que estavam sob Seu domínio e pertenciam a Ele bem no início; Ele quer derrotar esses demônios e, ao fazer isso, revelar a Sua onipotência a todas as coisas. A humanidade e todas as coisas na terra estão, agora, sob o império de Satanás e sob o império dos ímpios. Deus quer revelar Seus atos a todas as coisas para que as pessoas possam conhecê-Lo e, assim, derrotar Satanás e vencer completamente Seus inimigos. A totalidade dessa obra é realizada por meio da revelação dos Seus atos. Todas as Suas criaturas estão sob o império de Satanás, e assim, Ele deseja revelar a Sua onipotência a elas, derrotando, com isso, Satanás. Se não houvesse Satanás, Ele não precisaria revelar Seus atos. Não fosse pela importunação de Satanás, Ele teria criado a humanidade e a teria levado a viver no Jardim do Éden. Por que Ele nunca revelou todos os Seus atos para os anjos ou para o arcanjo antes da traição de Satanás? Se os anjos e o arcanjo O conhecessem e também obedecessem a Ele, no princípio, então, Ele não teria realizado aqueles atos da obra sem sentido. Por causa da existência de Satanás e dos demônios, as pessoas resistem a Ele e estão cheias até a borda com um caráter rebelde, e assim, Deus deseja revelar Seus atos. Porque Ele deseja guerrear com Satanás, Ele deve usar a Sua própria autoridade para derrotar Satanás e deve usar todos os Seus atos para derrotar a Satanás; dessa forma, a Sua obra de salvação, que Ele realiza em meio à humanidade, permitirá que as pessoas vejam a Sua sabedoria e onipotência. A obra que Deus faz hoje é significativa, e de modo algum se assemelha ao que algumas pessoas dizem: “A obra que Tu fazes não é contraditória? Essa sucessão da obra não é apenas um exercício para incomodar a Ti mesmo? Tu criaste Satanás, permitiste que ele Te traísse e resistisse a Ti. Tu criaste a humanidade e depois a entregou a Satanás, e permitiu que Adão e Eva fossem tentados. Já que Tu fizeste todas essas coisas intencionalmente, por que Tu detestas a humanidade? Por que Tu detestas Satanás? Essas coisas não são de Tua própria autoria? O que há ali para que Tu odeies?” Muitas pessoas insensatas dirão isso. Elas desejam amar a Deus, mas no coração se queixam de Deus — que contraditório! Você não entende a verdade, tem demasiados pensamentos sobrenaturais e até afirma que isso é um erro de Deus: que insensato você é! É você quem brinca com a verdade; não é erro de Deus! Algumas pessoas até se queixam repetidamente: “Foste Tu quem criaste Satanás e quem lançou Satanás no mundo do homem e deu a humanidade a ele. A humanidade possui caráter satânico; em vez de perdoá-la, Tu a detestas até certo ponto. A princípio, Tu amavas a humanidade até certo ponto. Tu deste um golpe em Satanás no mundo dos homens e agora detestas a humanidade. É Tu quem detestas e amas a humanidade — qual é a explicação para isso? Essa não é uma contradição?” Apesar do modo como vocês veem, isso é o que aconteceu no céu; o arcanjo traiu a Deus dessa maneira, a humanidade foi corrompida dessa maneira e continua até hoje dessa maneira. A despeito de como vocês digam, essa é a história toda. No entanto, vocês devem entender que Deus faz a obra de hoje para salvar vocês e para derrotar Satanás.

Extraído de ‘Você deve saber como toda a humanidade se desenvolveu até hoje’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 151

Deus usa a Sua gestão de pessoas para derrotar Satanás. Ao corromper as pessoas, Satanás põe fim ao destino delas e perturba a obra de Deus. Por outro lado, a obra de Deus é a salvação da humanidade. Qual etapa da própria obra de Deus não tem a intenção de salvar a humanidade? Qual etapa não pretende purificar as pessoas, levá-las a fazer justiça e viver de um modo que crie uma imagem que possa ser amada? Satanás, no entanto, não faz isso. Ele corrompe a humanidade; ele realiza continuamente sua obra para corromper a humanidade em todo o universo. Naturalmente, Deus também faz a Sua própria obra. Ele ignora Satanás. Não importa quanta autoridade Satanás tenha, sua autoridade ainda foi dada por Deus; na verdade, Deus simplesmente não deu toda a Sua autoridade e, portanto, não importa o que ele faça, ele não pode sobrepujar a Deus e está sempre ao alcance Dele. Deus não revelou nenhum dos Seus atos enquanto estava no céu. Ele simplesmente deu a Satanás uma pequena porção de autoridade para permitir que ele exercesse controle sobre os anjos. Portanto, não importa o que faça, ele não pode ultrapassar a autoridade de Deus porque a autoridade que Deus originalmente lhe deu é limitada. Enquanto Deus opera, Satanás perturba. Nos últimos dias, terminará sua importunação; da mesma forma, a obra de Deus será terminada, e o tipo de pessoa que Deus deseja completar será completado. Deus conduz as pessoas de modo positivo; Sua vida é água viva, imensurável e sem limites. Satanás corrompeu o homem até certo grau; no final, a viva água da vida completará o homem, e será impossível para Satanás interferir e realizar a sua obra. Assim, Deus obterá essas pessoas completamente. Satanás ainda se recusa a aceitar isso agora; ele continuamente se opõe a Deus, mas Deus o ignora. Ele tem dito: serei vitorioso sobre todas as forças das trevas de Satanás e sobre todas as influências das trevas. Essa é a obra que deve ser feita agora na carne, e também é o significado da encarnação. É para completar o estágio da obra de derrotar Satanás nos últimos dias, para erradicar todas as coisas que pertencem a Satanás. A vitória de Deus sobre Satanás é uma tendência inevitável! Satanás realmente falhou há muito tempo. Quando o evangelho começou a se espalhar pela terra do grande dragão vermelho, isto é, quando o Deus encarnado começou a operar e esta obra estava em andamento, Satanás foi totalmente derrotado porque a encarnação tinha o propósito de derrotar Satanás. Satanás viu que Deus havia novamente Se tornado carne e também começado a executar Sua obra, e viu que nenhuma força poderia parar a obra. Portanto, ele ficou perplexo quando viu essa obra e não se atreveu a fazer mais nenhuma obra. A princípio, Satanás pensou que também possuía muita sabedoria e interrompeu e perturbou a obra de Deus; no entanto, ele não esperava que Deus tivesse, novamente, Se tornado carne, e que em Sua obra Deus tivesse usado sua rebeldia para servir como uma revelação e julgamento para a humanidade, e assim, conquistar a humanidade e derrotá-lo. Deus é mais sábio do que ele, e a Sua obra o ultrapassa em muito. Portanto, afirmei anteriormente o seguinte: a obra que Eu faço é realizada em resposta às artimanhas de Satanás. No final, revelarei a Minha onipotência e a impotência de Satanás. Quando Deus faz Sua obra, Satanás O segue bem de perto, até que, no fim, é finalmente destruído — ele nem saberá o que o atingiu! Só perceberá a verdade uma vez que já tenha sido destroçado e esmagado; nessa altura, já terá sido queimado no lago de fogo. Ele não será completamente convencido, então? Pois ele não terá mais planos para utilizar!

Extraído de ‘Você deve saber como toda a humanidade se desenvolveu até hoje’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 152

A obra de Deus entre os homens é inseparável do homem, pois o homem é o objeto dessa obra e a única criatura feita por Deus que pode dar testemunho de Deus. A vida do homem e todas as atividades do homem são inseparáveis de Deus e são todas controladas pelas mãos de Deus, e pode-se até dizer que nenhuma pessoa é capaz de existir independentemente de Deus. Ninguém pode negar isso, pois é fato. Tudo o que Deus realiza é para o benefício da humanidade e dirigido aos esquemas de Satanás. Tudo o que o homem necessita vem de Deus e Deus é a fonte da vida do homem. Assim, o homem é incapaz de se separar de Deus. Ademais, Deus nunca teve a intenção de Se separar do homem. A obra que Deus realiza é para o bem de toda a humanidade e Seus pensamentos são sempre bondosos. Para o homem, então, a obra e os pensamentos de Deus (isso é, a vontade de Deus) são “visões” que ele deve conhecer. Tais visões são também o gerenciamento de Deus e obra que o homem é incapaz de fazer. Por outro lado, as exigências que Deus faz ao homem durante Sua obra são chamadas de a “prática” do homem. As visões são a obra do Próprio Deus, ou Sua vontade para os homens, ou os objetivos e significado de Sua obra. As visões também podem ser consideradas parte do gerenciamento, pois essa gestão é a obra de Deus e é direcionada ao homem, o que significa que é a obra que Deus realiza entre os homens. Essa obra é a prova e a senda através das quais o homem vem a conhecer Deus, e é de extrema importância para o homem. Se, ao invés de dar atenção ao conhecimento da obra de Deus, as pessoas derem atenção apenas às doutrinas da crença em Deus, ou a detalhes insignificantes e sem importância, elas simplesmente não conhecerão Deus e, além disso, não serão segundo o coração de Deus. A obra de Deus é extremamente útil para que o homem conheça Deus e é chamada de visões. Essas visões são a obra de Deus, a vontade de Deus e os objetivos e o significado da obra de Deus; são todas benéficas para o homem. A prática diz respeito ao que deve ser feito pelo homem, o que deve ser feito pelas criaturas que seguem Deus. É também o dever do homem. O que o homem deve fazer não é algo que ele tenha compreendido desde o início, e sim as exigências que Deus faz ao homem durante Sua obra. Essas exigências tornam-se gradualmente mais profundas e mais elevadas conforme Deus opera. Por exemplo, durante a Era da Lei, o homem tinha de obedecer à lei e, durante a Era da Graça, ele tinha de suportar a cruz. A Era do Reino é diferente: as exigências feitas ao homem são maiores do que durante a Era da Lei e a Era da Graça. À medida que as visões se tornam mais elevadas, as exigências feitas ao homem se tornam cada vez maiores e cada vez mais claras e reais. Da mesma forma, as visões também se tornam cada vez mais reais. Essas muitas visões reais não favorecem apenas a obediência do homem a Deus, mas também o seu conhecimento de Deus.

Extraído de ‘A obra de Deus e a prática do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 153

Em comparação com as eras anteriores, a obra de Deus durante a Era do Reino é mais prática, mais direcionada à substância do homem e às mudanças em seu caráter, e mais capaz de dar testemunho do Próprio Deus a todos que O seguem. Em outras palavras, ao realizar Sua obra durante a Era do Reino, Deus mostra mais de Si para o homem do que em qualquer momento do passado, o que significa que as visões que o homem deve conhecer são mais elevadas do que em qualquer era anterior. Como a obra de Deus entre os homens entrou em um território inédito, as visões conhecidas pelo homem durante a Era do Reino são as mais elevadas entre todas da obra de gerenciamento. A obra de Deus entrou em um território inédito e, portanto, as visões a serem conhecidas pelo homem tornaram-se as mais elevadas de todas as visões, e a prática resultante do homem também é mais elevada do que em qualquer era anterior, pois a prática do homem muda junto com as visões e a perfeição das visões marca também a perfeição das exigências feitas ao homem. Assim que todo o gerenciamento de Deus cessar, cessará também a prática do homem e, sem a obra de Deus, o homem não terá escolha a não ser aderir à doutrina dos tempos passados, caso contrário, simplesmente não terá a que recorrer. Sem novas visões, não haverá nova prática do homem; sem visões completas, não haverá prática perfeita do homem; sem visões mais elevadas, não haverá prática mais elevada do homem. A prática do homem muda com os passos de Deus e, da mesma forma, o conhecimento e a experiência do homem também mudam com a obra de Deus. Por mais capaz que o homem seja, ele ainda é inseparável de Deus e, se Deus deixasse de operar um só minuto, o homem imediatamente morreria por Sua ira. O homem não tem nada a se vangloriar, pois, por maior que seja seu conhecimento hoje, por mais profundas as suas experiências, ele é inseparável da obra de Deus — pois a prática do homem e aquilo que ele deve procurar em sua crença em Deus são inseparáveis das visões. Em cada instância da obra de Deus há visões que o homem deve conhecer, e, depois delas, exigências cabíveis são feitas ao homem. Sem essas visões como alicerce, o homem simplesmente seria incapaz de realizar a prática e de seguir Deus inabalavelmente. Se o homem não conhece Deus ou não compreende a vontade de Deus, então tudo que ele faz é em vão e não pode ser aprovado por Deus. Por mais abundantes que sejam os dons do homem, ele ainda é inseparável da obra de Deus e da orientação de Deus. Não importa quão boas ou numerosas sejam as ações do homem, elas ainda não podem substituir a obra de Deus. Assim, em nenhuma circunstância, a prática do homem é separável das visões. Aqueles que não aceitam as novas visões não têm nova prática. A prática deles não tem relação com a verdade porque eles seguem a doutrina e obedecem à lei morta; eles não têm absolutamente nenhuma visão nova, e, consequentemente, não põem nada da nova era em prática. Eles perderam as visões e, ao fazê-lo, perderam também a obra do Espírito Santo e a verdade. Aqueles que não têm a verdade são a progênie do absurdo, são a personificação de Satanás. Não importa que tipo de pessoa seja, ela não pode ficar sem as visões da obra de Deus e desprovida da presença do Espírito Santo; assim que ela perde as visões, desce imediatamente para o Hades e vive em meio à escuridão. As pessoas sem visões são aquelas que seguem Deus insensatamente, elas estão desprovidas da obra do Espírito Santo e vivendo no inferno. Essas pessoas não perseguem a verdade e penduram o nome de Deus feito uma tabuleta. Os que não conhecem a obra do Espírito Santo, que não conhecem o Deus encarnado, que não conhecem as três etapas da obra na inteireza do gerenciamento de Deus, não conhecem as visões e, assim, não possuem a verdade. E os que não possuem a verdade não são todos malfeitores? Aqueles que estão dispostos a colocar a verdade em prática, que estão dispostos a buscar um conhecimento de Deus e que realmente colaboram com Deus, são pessoas para quem as visões funcionam como um alicerce. Eles são aprovados por Deus porque colaboram com Ele, e é essa colaboração que deve ser posta em prática pelo homem.

Extraído de ‘A obra de Deus e a prática do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 154

Nas visões há várias sendas para a prática. As visões contêm também as exigências práticas feitas ao homem, bem como a obra de Deus que o homem deve conhecer. No passado, durante as reuniões especiais ou reuniões grandiosas que eram realizadas em vários lugares, falava-se apenas de um aspecto da senda da prática. Tal prática era o que deveria ser praticado durante a Era da Graça e quase não tinha relação com o conhecimento de Deus, pois a visão da Era da Graça era apenas a visão da crucificação de Jesus e não havia visões mais elevadas. O homem não tinha de conhecer mais do que a Sua obra de redenção da humanidade através da crucificação e, portanto, durante a Era da Graça não havia outras visões para o homem conhecer. Dessa forma, o homem tinha apenas um escasso conhecimento de Deus e, além do conhecimento do amor e da compaixão de Jesus, havia apenas algumas coisas simples e lamentáveis para ele pôr em prática, coisas que estavam muito distantes do que existe hoje. No passado, independentemente da forma que sua reunião tomasse, o homem era incapaz de falar sobre um conhecimento prático da obra de Deus, muito menos de dizer claramente qual era a senda de prática mais adequada para o homem entrar. Ele apenas acrescentou alguns detalhes simples a um alicerce de tolerância e paciência; simplesmente não houve mudança alguma na substância de sua prática, pois naquela mesma era Deus não realizou nenhuma obra mais nova e as únicas exigências que Ele fazia ao homem eram tolerância e paciência, ou suportar a cruz. Além de tais práticas, não havia visões mais elevadas do que a crucificação de Jesus. No passado, não havia menção de outras visões porque Deus não fez muita obra e porque Ele só fez exigências limitadas ao homem. Dessa forma, independentemente do que o homem fizesse, ele não conseguia transgredir esses limites, limites que se resumiam a algumas coisas simples e superficiais para o homem pôr em prática. Hoje, Eu falo de outras visões porque hoje mais obra tem sido realizada, obra que excede muitas vezes a Era da Lei e a Era da Graça. As exigências feitas ao homem também são muito maiores do que em épocas passadas. Se o homem for incapaz de conhecer plenamente tal obra, então ela não terá grande significado; pode-se dizer que o homem terá dificuldade em conhecer plenamente tal obra se não dedicar o esforço de uma vida inteira a isso. Na obra de conquista, falar apenas da senda de prática inviabilizaria a conquista do homem. O mero falar das visões, sem quaisquer exigências ao homem, também inviabilizaria a conquista do homem. Se nada fosse mencionado além da senda de prática, seria impossível atingir o calcanhar de Aquiles do homem ou dissipar as noções do homem, e seria também impossível conquistar totalmente o homem. As visões são o principal instrumento da conquista do homem, mas se não houvesse uma senda de prática além das visões, o homem não teria forma alguma de seguir, muito menos teria algum meio de entrar. Este tem sido o princípio da obra de Deus do começo ao fim: as visões contêm o que pode ser posto em prática, e assim há também visões além da prática. O grau de mudanças tanto na vida quanto no caráter do homem acompanha as mudanças nas visões. Se o homem fosse depender apenas de seus próprios esforços, seria impossível para ele alcançar qualquer grau alto de mudança. As visões falam da obra do Próprio Deus e do gerenciamento de Deus. A prática diz respeito à senda de prática do homem e ao caminho de existência do homem; em todo o gerenciamento de Deus, a relação entre visões e prática é a relação entre Deus e o homem. Se as visões fossem removidas ou se delas se falasse sem mencionar a prática, ou se houvesse apenas visões e a prática do homem fosse erradicada, então tais coisas não poderiam ser consideradas como gerenciamento de Deus e muito menos se poderia dizer que a obra de Deus é para o bem da humanidade; dessa forma, não só o dever do homem seria removido, como também isso seria uma negação do propósito da obra de Deus. Se, do princípio ao fim, do homem se exigisse apenas a prática, sem o envolvimento da obra de Deus, e, além disso, se do homem não se exigisse conhecer a obra de Deus, tampouco tal obra poderia ser chamada de gerenciamento de Deus. Se o homem não conhecesse Deus e ignorasse a vontade de Deus, e realizasse cegamente sua prática de forma vaga e abstrata, ele jamais se tornaria uma criatura plenamente qualificada. Assim, as duas coisas são indispensáveis. Se houvesse apenas a obra de Deus, ou seja, se houvesse apenas as visões e não houvesse colaboração ou prática por parte do homem, então tais coisas não poderiam ser chamadas de gerenciamento de Deus. Se houvesse apenas a prática e a entrada do homem, por mais elevada que fosse a senda pela qual o homem entrasse, isso também seria inaceitável. A entrada do homem deve mudar gradativamente em sintonia com a obra e as visões; não pode mudar por capricho. Os princípios de prática do homem não são livres e irrestritos, mas vão até certos limites. Tais princípios mudam em compasso com as visões da obra. Assim, em última análise, o gerenciamento de Deus resume-se à obra de Deus e à prática do homem.

Extraído de ‘A obra de Deus e a prática do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 155

A obra de gerenciamento só veio a existir por causa da humanidade, o que significa dizer que só foi produzida devido à existência da humanidade. Não havia gestão anterior à humanidade, ou no início, quando os céus e a terra e todas as coisas foram criadas. Se em toda a obra de Deus não houvesse prática que fosse benéfica para o homem, ou seja, se Deus não fizesse as devidas exigências à humanidade corrupta (se na obra realizada por Deus não houvesse uma senda apropriada para a prática do homem), então essa obra não poderia ser considerada gerenciamento de Deus. Se a totalidade da obra de Deus se limitasse a dizer à humanidade corrupta como realizar sua prática, e Deus não cumprisse nada de Seu próprio empreendimento e não exibisse um mínimo de Sua omnipotência ou sabedoria, então não importa quão elevadas fossem as exigências de Deus ao homem, não importa quanto tempo Deus vivesse entre os homens, o homem não conheceria nada do caráter de Deus; se fosse esse o caso, então esse tipo de obra seria ainda menos digno de ser chamado de gerenciamento de Deus. Simplificando, a obra de gerenciamento de Deus é a obra realizada por Deus e toda a obra realizada sob a orientação de Deus por aqueles que foram ganhos por Deus. Essa obra pode ser resumida como gerenciamento. Em outras palavras, a obra de Deus entre os homens, bem como a colaboração com Ele de todos os que O seguem, são coletivamente chamados de gerenciamento. Aqui, a obra de Deus é chamada de visões e a colaboração do homem é chamada de prática. Quanto mais elevada a obra de Deus (isto é, quanto mais elevadas as visões), mais o caráter de Deus se torna claro para o homem e em desacordo com suas noções, e mais elevadas são a prática e a colaboração do homem. Quanto mais elevadas as exigências ao homem, mais a obra de Deus está em desacordo com as noções do homem e, consequentemente, as provações do homem e os padrões que ele deve alcançar também se tornam mais elevados. Na conclusão dessa obra, todas as visões terão sido realizadas, e o que o homem deve colocar em prática alcançará o auge da perfeição. Esse será também o momento em que cada um será qualificado de acordo com seu tipo, pois o que se requer que o homem saiba terá sido mostrado a ele. Portanto, quando as visões alcançarem o apogeu, em conformidade, a obra se aproximará de seu fim e a prática do homem terá atingido seu zênite. A prática do homem baseia-se na obra de Deus e o gerenciamento de Deus só é plenamente expresso graças à prática do homem e à colaboração do homem. O homem é a peça principal da obra de Deus, é tanto o objeto quanto o produto do gerenciamento integral de Deus. Se Deus trabalhasse sozinho, sem a colaboração do homem, então não haveria nada que pudesse servir como a cristalização de toda Sua obra, e dessa forma o gerenciamento de Deus não teria a menor importância. Além da obra de Deus, somente pelo fato de Deus escolher objetos apropriados para expressar Sua obra e provar Sua onipotência e sabedoria, é possível alcançar o objetivo do gerenciamento de Deus e alcançar o objetivo de usar toda essa obra para derrotar Satanás em definitivo. Portanto, o homem é uma parte indispensável da obra de gerenciamento de Deus e o único capaz de fazer o gerenciamento de Deus frutificar e alcançar seu objetivo final; além do homem, nenhuma outra forma de vida pode desempenhar tal papel. Para que o homem se torne a verdadeira cristalização da obra de gerenciamento, a desobediência da humanidade corrupta deve ser completamente erradicada. Isso exige que o homem receba práticas adequadas para tempos diferentes e que Deus realize a obra correspondente entre os homens. Somente assim será ganho, no final, um grupo de pessoas que são a cristalização da obra de gerenciamento. A obra de Deus entre os homens não pode dar testemunho do Próprio Deus apenas pela obra de Deus; tal testemunho requer também seres humanos vivos que sejam adequados para a Sua obra para que seja realizada. Deus primeiramente operará nessas pessoas, através das quais Sua obra será expressa, e assim o testemunho Dele será dado entre as criaturas. E com isso Deus terá alcançado o objetivo de Sua obra. Deus não age sozinho para derrotar Satanás porque Ele não pode dar testemunho direto de Si mesmo entre todas as criaturas. Se o fizesse, seria impossível convencer o homem totalmente, então Deus deve realizar Sua obra com o homem para conquistá-lo, e só então Ele será capaz de obter testemunho entre todas as criaturas. Se Deus agisse sozinho e não houvesse a colaboração do homem, ou se a colaboração do homem não fosse exigida, o homem nunca poderia conhecer o caráter de Deus e seria eternamente ignorante da vontade de Deus; isso não poderia ser considerado a obra de gerenciamento de Deus. Se apenas o homem se esforçasse, buscasse e trabalhasse duro, mas não entendesse a obra de Deus, então o homem estaria apenas pregando peças. Sem a obra do Espírito Santo o que o homem faz é de Satanás, ele é rebelde e um malfeitor; Satanás se revela em tudo o que é feito pela humanidade corrupta e não há nada que seja compatível com Deus, e tudo é a manifestação de Satanás. Nada do que foi mencionado é exclusivo das visões e da prática. Sobre o alicerce das visões o homem encontra a prática e a senda da obediência, para que possa deixar de lado suas noções e conquistar as coisas que não possuía no passado. Deus exige que o homem colabore com Ele, que o homem se submeta inteiramente às Suas exigências, e o homem pede para enxergar a obra realizada pelo Próprio Deus, para vivenciar o poder supremo de Deus e conhecer o caráter de Deus. Nisso consiste, em resumo, o gerenciamento de Deus. A união de Deus com o homem é gerenciamento, o gerenciamento supremo.

Extraído de ‘A obra de Deus e a prática do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 156

Aquilo que envolve as visões diz respeito basicamente à obra do Próprio Deus e aquilo que envolve a prática deve ser realizado pelo homem e não tem relação com Deus. A obra de Deus é concluída pelo Próprio Deus e a prática do homem é realizada pelo próprio homem. O que deve ser realizado pelo Próprio Deus não precisa ser realizado pelo homem, e o que deve ser praticado pelo homem não tem relação com Deus. A obra de Deus é Seu próprio ministério e não tem relação com o homem. Essa obra não precisa ser realizada pelo homem e, além disso, o homem seria incapaz de realizar a obra a ser realizada por Deus. A prática exigida do homem deve ser realizada pelo homem, seja ela o sacrifício de sua vida ou sua entrega a Satanás para ser testemunha; tais coisas devem ser realizadas pelo homem. O Próprio Deus conclui toda a obra que deve realizar, e o que o homem deve fazer é mostrado ao homem e o trabalho restante é deixado para o homem. Deus não realiza nenhuma obra adicional. Ele realiza somente a obra dentro da competência de Seu ministério e apenas mostra o caminho ao homem, realiza somente a obra de abrir o caminho e não a obra de pavimentar o caminho; isso deve ser compreendido pelo homem. Colocar a verdade em prática significa colocar as palavras de Deus em prática, e tudo isso é o dever do homem, é o que deve ser feito pelo homem e não tem nada a ver com Deus. Se o homem exige que Deus também passe por tormento e refinamento na verdade, assim como o homem, então o homem está sendo desobediente. A obra de Deus é realizar Seu ministério e o dever do homem é obedecer toda a orientação de Deus, sem qualquer resistência. O homem tem o dever de cumprir o que lhe é exigido, não importa como Deus realize sua obra ou viva. Somente o Próprio Deus pode fazer exigências ao homem, ou seja, somente o Próprio Deus está apto a fazer exigências ao homem. O homem não deve ter nenhuma escolha, não deve fazer nada além de se submeter e praticar plenamente; esse é o sentido que o homem deve ter. Quando a obra a ser realizada pelo Próprio Deus for concluída, o homem deve experimentá-la, passo a passo. Se, ao final, quando o gerenciamento integral de Deus estiver concluído, o homem ainda não tiver cumprido o que é exigido dele por Deus, então o homem deverá ser punido. Se o homem não cumpre as exigências de Deus, isso se deve à desobediência do homem; não significa que Deus não tenha realizado plenamente a Sua obra. Aqueles que são incapazes de pôr em prática as palavras de Deus, aqueles que são incapazes de cumprir as exigências de Deus e aqueles que são incapazes de dar a sua lealdade e cumprir seu dever — todos serão punidos. O que vocês devem realizar hoje não são exigências adicionais, mas o dever do homem e aquilo que deve ser feito por todas as pessoas. Se vocês são incapazes de fazer o seu dever ou de fazê-lo corretamente, não estão criando problemas para si mesmos? Não estão cortejando a morte? Como podem ainda esperar ter um futuro e perspectivas? A obra de Deus é para o bem da humanidade e a colaboração do homem é para o bem do gerenciamento de Deus. Quando Deus tiver realizado tudo o que Ele deve realizar, requer-se que o homem não poupe esforços na sua prática e colabore com Deus. Na obra de Deus o homem não deve poupar esforços, deve oferecer sua lealdade e não se entregar a múltiplas noções, nem sentar-se passivamente esperando a morte. Deus pode se sacrificar pelo homem, por que o homem não pode oferecer a sua lealdade a Deus? Deus é uno de coração e mente para com o homem, então, por que o homem não pode oferecer um pouco de colaboração? Deus realiza Sua obra para a humanidade, então por que o homem não pode realizar parte de seu dever para ajudar o gerenciamento de Deus? A obra de Deus alcançou o estágio atual e mesmo assim vocês veem, mas não agem, vocês ouvem, mas não se movem. Pessoas assim não são objetos de perdição? Deus já Se dedicou inteiramente ao homem, então por que, hoje, o homem é incapaz de realizar o seu dever com seriedade? Para Deus, Sua obra é Sua primeira prioridade, e a obra de Seu gerenciamento é da maior importância. Para o homem, colocar as palavras de Deus em prática e cumprir as exigências de Deus são sua primeira prioridade. Vocês todos devem compreender isso. As palavras que lhe foram ditas atingiram o âmago da sua essência e a obra de Deus penetrou em território inédito. Muitas pessoas ainda não entendem a verdade ou a falsidade desse caminho; ainda estão esperando e observando, sem cumprir seus deveres. Em vez disso, ficam examinando cada palavra e ação de Deus, se concentram no que Ele come e veste, e suas noções se tornam cada vez mais penosas. Não estarão fazendo muito barulho por nada? Como podem ser essas as pessoas que procuram Deus? E como podem ser essas as pessoas que têm a intenção de se submeterem a Deus? Elas deixam a lealdade e dever em segundo plano para se concentrar no paradeiro de Deus. Eles são ultrajantes! Se o homem entendeu tudo o que deveria entender e colocou em prática tudo o que deveria praticar, então Deus certamente abençoará o homem, pois o que Ele exige do homem é o dever do homem e deve ser feito pelo homem. Se o homem for incapaz de compreender o que ele deve entender e incapaz de pôr em prática o que ele deve praticar, então o homem será punido. Os que não colaboram com Deus tem inimizade com Deus, os que não aceitam a nova obra se opõem a ela, mesmo que não façam nada abertamente contrário a ela. Os que não praticam a verdade exigida por Deus são pessoas que se opõem deliberadamente às palavras de Deus e as desobedecem, mesmo que deem atenção especial à obra do Espírito Santo. Os que não obedecem às palavras de Deus e não se submetem a Deus são rebeldes e se opõem a Deus. Os que não cumprem seu dever são aqueles que não colaboram com Deus, e os que não colaboram com Deus são os que não aceitam a obra do Espírito Santo.

Extraído de ‘A obra de Deus e a prática do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 157

Quando a obra de Deus e Seu gerenciamento atingem um determinado estágio, os que estão em harmonia com Ele são capazes de cumprir Suas exigências. Deus faz exigências ao homem de acordo com Seus próprios padrões e de acordo com o que o homem é capaz de realizar. Ao falar de Seu gerenciamento, Ele ao mesmo tempo mostra o caminho para o homem e fornece a ele uma passagem para a sobrevivência. O gerenciamento de Deus e a prática do homem fazem parte do mesmo estágio da obra e são realizados simultaneamente. Falar do gerenciamento de Deus remete a mudanças no caráter do homem, e falar sobre o que deve ser feito pelo homem, e sobre as mudanças no caráter do homem, remete à obra de Deus; não há momento em que possam estar separados. A prática do homem está mudando, passo a passo. Isso ocorre porque as exigências que Deus faz ao homem também estão mudando, e porque a obra de Deus está sempre mudando e progredindo. Se a prática do homem permanece presa à doutrina, isso prova que ele está desprovido da obra e da orientação de Deus; se a prática do homem nunca muda ou se aprofunda, isso prova que a prática do homem é realizada de acordo com a vontade do homem e não é a prática da verdade; se o homem não tem caminho para seguir, então ele já caiu nas mãos de Satanás e está sendo controlado por Satanás, o que significa que está sendo controlado pelo espírito do mal. Se a prática do homem não se aprofunda, a obra de Deus não se desenvolve, e se não há mudança na obra de Deus, a entrada do homem é interrompida; isso é inevitável. Ao longo de toda a obra de Deus, se o homem respeitasse sempre a lei de Jeová, a obra de Deus não poderia progredir, e muito menos seria possível concluir uma era inteira. Se o homem sempre se apegasse à cruz e praticasse paciência e humildade, seria impossível a obra de Deus continuar progredindo. É impossível concluir um gerenciamento de seis mil anos entre pessoas que apenas obedecem à lei, ou que apenas se apegam à cruz e praticam paciência e humildade. Ao contrário, a obra de gerenciamento integral de Deus só pode ser concluída entre aqueles dos últimos dias, que conhecem Deus e foram resgatados das garras de Satanás e se despojaram completamente da influência de Satanás. Essa é a direção inevitável da obra de Deus. Por que se diz que a prática daqueles nas igrejas religiosas está desatualizada? É porque o que eles colocam em prática está divorciado da obra da atualidade. Na Era da Graça, o que eles colocavam em prática era correto, mas como essa era passou e a obra de Deus mudou, a prática deles ficou gradativamente desatualizada. Foi superada pela nova obra e pela nova luz. Com base em seu alicerce original, a obra do Espírito Santo progrediu penetrando vários degraus. No entanto, essas pessoas ainda permanecem presas ao estágio original da obra de Deus, e ainda se apegam às práticas antigas e à luz antiga. A obra de Deus pode mudar significativamente em três ou cinco anos, não poderiam ocorrer transformações ainda maiores ao longo de 2.000 anos? Se o homem não tem nenhuma luz ou prática nova, isso significa que ele não acompanhou a obra do Espírito Santo. Essa é a falha do homem; a existência da nova obra de Deus não pode ser negada porque, hoje, aqueles que antes tiveram a obra do Espírito Santo ainda seguem práticas desatualizadas. A obra do Espírito Santo está sempre avançando e todos aqueles que estão na corrente do Espírito Santo também deveriam estar progredindo e mudando intensamente, passo a passo. Não deveriam parar em um único estágio. Somente aqueles que não conhecem a obra do Espírito Santo ficariam presos à Sua obra original e não aceitariam a nova obra do Espírito Santo. Somente aqueles que são desobedientes seriam incapazes de ganhar a obra do Espírito Santo. Se a prática do homem não acompanha a nova obra do Espírito Santo, então a prática do homem está certamente dissociada da obra de hoje, e é certamente incompatível com a obra de hoje. Pessoas assim desatualizadas são simplesmente incapazes de realizar a vontade de Deus, muito menos poderiam se tornar as pessoas que, no fim, darão testemunho de Deus. Além disso, a obra de gerenciamento integral não poderia ser concluída entre tal grupo de pessoas. Se aqueles que um dia obedeceram à lei de Jeová e aqueles que sofreram pela cruz não puderem aceitar a estágio da obra dos últimos dias, então tudo o que fizeram terá sido em vão e inútil. A expressão mais clara da obra do Espírito Santo é abraçar o aqui e agora, não se agarrar ao passado. Aqueles que não acompanharam a obra de hoje e se separaram da prática de hoje são os que se opõem à obra do Espírito Santo e não a aceitam. Essas pessoas desafiam a obra atual de Deus. Embora se apeguem à luz do passado, isso não significa que seja possível negar que eles desconhecem a obra do Espírito Santo. Qual o propósito de toda essa conversa sobre as mudanças na prática do homem, sobre as diferenças da prática do passado e de hoje, sobre como a prática foi realizada na era anterior e como é realizada hoje? Tais divisões na prática do homem são sempre mencionadas porque a obra do Espírito Santo está em constante progresso e, portanto, a prática do homem deve mudar constantemente. Se o homem permanece preso a um estágio, isso prova que ele é incapaz de acompanhar a nova obra de Deus e a nova luz; isso não prova que o plano de gerenciamento de Deus não mudou. Aqueles que estão fora da corrente do Espírito Santo imaginam sempre que estão certos, mas a verdade é que a obra de Deus neles cessou há muito tempo e a obra do Espírito Santo está ausente deles. A obra de Deus foi há muito transferida para outro grupo de pessoas, um grupo em quem Ele pretende completar Sua nova obra. Já que aqueles na religião são incapazes de aceitar a nova obra de Deus e se apegam à obra do passado, Deus abandonou essas pessoas e realiza Sua nova obra nas pessoas que aceitam essa nova obra. São pessoas que colaboram com Sua nova obra e só assim Seu gerenciamento poderá ser realizado. O gerenciamento de Deus está em constante progresso e a prática do homem está em constante elevação. Deus está constantemente operando e o homem está em constante carência, de modo que ambos atingem seu apogeu, Deus e o homem estão em total união. Essa é a expressão da realização da obra de Deus e o resultado final do gerenciamento integral de Deus.

Extraído de ‘A obra de Deus e a prática do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 158

A cada estágio da obra de Deus correspondem exigências feitas ao homem. Os que estão dentro da corrente do Espírito Santo possuem a presença e a disciplina do Espírito Santo, e aqueles que não estão dentro da corrente do Espírito Santo estão sob o comando de Satanás e desprovidos de qualquer parte da obra do Espírito Santo. Os que estão na corrente do Espírito Santo são aqueles que aceitam a nova obra de Deus, aqueles que colaboram com a nova obra de Deus. Se os que estão dentro dessa corrente forem incapazes de colaborar e de colocar em prática a verdade requerida por Deus durante essa era, nesse caso serão disciplinadas e, na pior das hipóteses, abandonados pelo Espírito Santo. Os que aceitam a nova obra do Espírito Santo viverão dentro da corrente do Espírito Santo, receberão o cuidado e a proteção do Espírito Santo. Os que estão dispostos a colocar em prática a verdade são iluminados pelo Espírito Santo, e os que não estão dispostos a colocar em prática a verdade são disciplinados pelo Espírito Santo, e podem até ser punidos. Independentemente do tipo de pessoa que são, se estiverem dentro da corrente do Espírito Santo, Deus assumirá a responsabilidade por todos que aceitam Sua nova obra para o bem de Seu nome. Os que glorificam Seu nome e estão dispostos a colocar Suas palavras em prática receberão Suas bênçãos; os que O desobedecerem e não colocarem Suas palavras em prática receberão Sua punição. As pessoas que estão na corrente do Espírito Santo são aquelas que aceitam a nova obra, e ao aceitarem a nova obra devem colaborar devidamente com Deus e não agir como rebeldes que não cumprem seu dever. Essa é a única exigência que Deus faz ao homem. O mesmo não ocorre com as pessoas que não aceitam a nova obra: estão fora da corrente do Espírito Santo e a disciplina e a reprovação do Espírito Santo não se aplicam a elas. Todos os dias essas pessoas vivem na carne, vivem em sua mente e só agem de acordo com a doutrina produzida pela análise e pesquisa de seu próprio cérebro. Isso não é cumprir as exigências da nova obra do Espírito Santo e muito menos colaborar com Deus. Os que não aceitam a nova obra de Deus são privados da presença de Deus e, ademais, desprovidos das bênçãos e proteção de Deus. A maior parte de suas palavras e ações se prendem a exigências passadas da obra do Espírito Santo; são doutrina, não verdade. Tais doutrina e normas bastam para provar que a reunião dessas pessoas não passa de religião; não são os escolhidos ou os objetos da obra de Deus. A reunião deles só pode ser considerada um grande congresso religioso e não uma igreja. Esse é um fato inalterável. Eles não têm a nova obra do Espírito Santo; o que fazem se assemelha a religião, o que vivem parece ser pleno de religião; eles não possuem a presença e a obra do Espírito Santo, muito menos são dignos de receber a disciplina ou a iluminação do Espírito Santo. Essas pessoas são cadáveres inertes e vermes desprovidos de espiritualidade. Não têm conhecimento da rebeldia e oposição do homem, não têm conhecimento de todos os malfeitos do homem, muito menos sabem tudo sobre a obra de Deus e a vontade atual de Deus. São pessoas ignorantes, reles, escória indigna do nome de crentes! Nada do que fazem tem relação com o gerenciamento de Deus, nem pode prejudicar os planos de Deus. Suas palavras e ações são repugnantes demais, patéticas demais e indignas de menção. Nada feito por aqueles que não estão dentro da corrente do Espírito Santo tem a ver com a nova obra do Espírito Santo. Consequentemente, não importa o que façam, estão desprovidos da disciplina do Espírito Santo e, além disso, desprovidos da iluminação do Espírito Santo. Pois são pessoas que não têm amor pela verdade e foram detestadas e rejeitadas pelo Espírito Santo. São chamadas de malfeitores porque andam na carne e fazem o que lhes agrada debaixo da tabuleta de Deus. Enquanto Deus opera, elas são deliberadamente hostis a Ele e correm na direção contrária a Ele. O fracasso do homem em colaborar com Deus é em si um ato de extrema rebeldia, então aquelas pessoas que correm contrárias a Deus deliberadamente não receberão especialmente a sua justa retribuição?

Extraído de ‘A obra de Deus e a prática do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 159

Vocês devem chegar a conhecer a visão da obra de Deus e entender a direção geral da Sua obra. Isso é a entrada de forma positiva. Quando vocês dominarem com precisão as verdades da visão, sua entrada será segura; não importa quanto a Sua obra mude, você permanecerá firme em seu coração, estará claro sobre a visão e terá um objetivo para a sua entrada e sua busca. Dessa maneira, todas as experiências e conhecimento em você se aprofundarão e se tornarão mais refinados. Quando você tiver entendido o quadro maior em sua inteireza, você não sofrerá perdas na vida e jamais estará perdido. Se você não chegar a conhecer esses passos da obra, sofrerá perda a cada passo, e levará mais que alguns dias para que as coisas deem meia-volta, e você também não será capaz de se firmar na trilha certa nem mesmo em poucas semanas. Isso não causará atrasos? Há muito na maneira positiva de entrar e praticar que vocês precisam dominar. Portanto, você também deve entender vários pontos sobre a visão da Sua obra, tais como o significado da Sua obra de conquista, a senda do aperfeiçoamento no futuro, o que deve ser alcançado por meio da experiência de provações e tribulações, o significado do julgamento e do castigo, os princípios da obra do Espírito Santo e os princípios da perfeição e da conquista. Essas são todas verdades da visão. O restante são os três estágios da obra da Era da Lei, da Era da Graça, da Era do Reino, assim como do testemunho futuro. Essas também são verdades pertinentes à visão e são as mais básicas, assim como as mais cruciais. No momento, há coisas demais em que vocês devem entrar e praticar, mas agora está mais estratificado e mais detalhado. Se você não tiver conhecimento dessas verdades, isso é prova de que você não entrou ainda. Na maioria das vezes, o conhecimento da verdade que o homem tem é superficial demais; o homem é incapaz de colocar em prática certas verdades básicas e não sabe como lidar nem mesmo com questões triviais. A razão pela qual o homem é incapaz de praticar a verdade é por causa de seu caráter de rebeldia, e porque seu conhecimento da obra de hoje é muito superficial e unilateral. Desse modo, não é uma tarefa fácil que o homem seja aperfeiçoado. Sua rebeldia é grande demais e você retém coisas demais do seu velho eu; você não consegue permanecer do lado da verdade e não consegue praticar nem mesmo as verdades mais evidentes. Tais homens não podem ser salvos e são os que não foram conquistados. Se sua entrada não tem detalhes nem objetivos, o crescimento chegará a você lentamente. Se sua entrada não tiver nem um pingo de realidade, sua busca será em vão. Se você não tiver consciência da substância da verdade, você permanecerá sem mudança. O crescimento na vida do homem e as mudanças em seu caráter são alcançados por meio da entrada na realidade e, além disso, por meio da entrada nas experiências detalhadas. Se você tiver muitas experiências detalhadas durante a sua entrada e se tiver muito conhecimento e entrada reais, o seu caráter mudará rapidamente. Mesmo se, no presente, você não estiver completamente certo sobre a prática, você precisa, no mínimo, ter clareza sobre as visões da obra de Deus. Se não estiver, você será incapaz de entrar e não o conseguirá fazer, a não ser que, primeiro, tenha conhecimento da verdade. Somente se o Espírito Santo o esclarecer em sua experiência, você ganhará um entendimento mais profundo da verdade e entrará mais profundamente. Vocês precisam chegar a conhecer a obra de Deus.

Extraído de ‘A diferença entre o ministério de Deus encarnado e o dever do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 160

Depois da criação da humanidade, no princípio, foram os israelitas que serviram como a base da obra, e todo o Israel era a base da obra de Jeová na terra. A obra de Jeová era liderar e pastorear diretamente o homem, estabelecendo as leis para que o homem pudesse viver uma vida normal e adorar Jeová de uma maneira normal na terra. Deus, na Era da Lei, não podia ser visto nem tocado pelo homem. Ele estava apenas liderando homens que foram primeiramente corrompidos por Satanás e Ele estava lá para instruir e pastorear esses homens, por isso, as palavras que Ele proferiu foram apenas estatutos, ordenanças e conhecimento comum sobre viver a vida como um homem e não todas as verdades que suprem a vida do homem. Os israelitas sob Sua liderança não eram aqueles que foram profundamente corrompidos por Satanás. Sua obra da lei era apenas o primeiríssimo estágio na obra de salvação, o primeiro momento da obra de salvação e não tinha praticamente nada a ver com as mudanças no caráter de vida do homem. Portanto, não havia necessidade de que Ele assumisse uma carne para Sua obra em Israel no início da obra de salvação. Foi por isso que Ele necessitou de um meio, isto é, de um instrumento por meio do qual tivesse contato com o homem. Assim, surgiram entre os seres criados aqueles que falaram e trabalharam da parte de Jeová, e foi assim que os filhos dos homens e os profetas vieram trabalhar entre os homens. Os filhos do homem trabalhavam entre os homens em nome de Jeová. Ser chamados assim por Ele significa que tais homens estabeleceram as leis em nome de Jeová e que eles também eram sacerdotes entre o povo de Israel; tais homens eram sacerdotes cuidados, protegidos por Jeová e operados pelo Espírito de Jeová; eram líderes entre o povo e serviam diretamente a Jeová. Os profetas, por outro lado, eram os dedicados a falar em nome de Jeová para os homens de todas as terras e tribos. Também eram os que profetizavam a obra de Jeová. Fossem filhos do homem ou profetas, todos foram levantados pelo Próprio Espírito de Jeová e tinham em si a obra de Jeová. Entre o povo, eles eram os que representavam diretamente Jeová; eles operavam somente porque foram levantados por Jeová, não porque eles eram a carne nos quais o Próprio Espírito Santo estava encarnado. Portanto, embora igualmente falassem e operassem em nome de Deus, aqueles filhos do homem e profetas, na Era da Lei, não eram a carne do Deus encarnado. Foi exatamente o oposto disso na Era da Graça e no último estágio, pois a obra de salvação e julgamento do homem foram ambas feitas pelo Próprio Deus encarnado, portanto, não havia necessidade de levantar os profetas e os filhos do homem para operar em Seu nome. Aos olhos do homem, não há diferenças substanciais entre a substância e o meio da obra deles. E é por essa razão que o homem sempre confunde a obra do Deus encarnado com a dos profetas e filhos do homem. A aparência do Deus encarnado era basicamente a mesma dos profetas e dos filhos do homem. E o Deus encarnado era ainda mais comum e mais real do que os profetas. Consequentemente, o homem é completamente incapaz de distinguir entre eles. O homem se concentra somente nas aparências, completamente inconsciente de que, embora ambos falem e operem, há uma substancial diferença. Porque a habilidade de discernimento do homem é muito pobre, o homem é incapaz de discernir questões básicas e menos capaz ainda de distinguir algo tão complexo. As palavras e obra dos profetas e dos que foram usados pelo Espírito Santo foram todas em cumprimento do dever do homem, realizando sua função como um ser criado, fazendo o que o homem deve fazer. Entretanto, as palavras e a obra do Deus encarnado foram para executar Seu ministério. Embora a Sua forma externa fosse a de um ser criado, a Sua obra não foi executar a Sua função, mas o Seu ministério. O termo “dever” é usado em relação aos seres criados, ao passo que “ministério” é usado em relação à carne do Deus encarnado. Existe uma diferença essencial entre os dois, e os dois não são intercambiáveis. A obra do homem é apenas cumprir seu dever, ao passo que a obra de Deus é gerenciar e executar Seu ministério. Portanto, embora muitos apóstolos tenham sido usados pelo Espírito Santo e muitos profetas estavam cheios do Espírito, suas obras e palavras foram apenas para cumprir o dever deles como seres criados. Embora as profecias deles pudessem ser maiores do que o caminho da vida falado pelo Deus encarnado, e até a humanidade deles mais transcendente do que a do Deus encarnado, eles ainda estavam fazendo seu dever e não cumprindo o ministério deles. O dever do homem se refere à função do homem e é algo alcançável para o homem. Entretanto, o ministério executado pelo Deus encarnado está relacionado à Sua gestão, sendo inalcançável pelo homem. Seja falando, operando ou manifestando maravilhas, o Deus encarnado está fazendo uma grande obra dentro da Sua gestão, e tal obra não pode ser feita pelo homem no lugar de Deus. A obra do homem é apenas cumprir seu dever como um ser criado em um determinado estágio da obra de gerenciamento de Deus. Sem o gerenciamento de Deus, isto é, se o ministério do Deus encarnado se perdesse, então também se perderia o dever de um ser criado. A obra de Deus em executar Seu ministério é para gerenciar o homem, ao passo que a do homem ao cumprir seu dever é a realização das suas próprias obrigações para atender as exigências do Criador, e não pode, de forma alguma, ser considerada como a execução do ministério de alguém. Para a essência inerente de Deus, isto é, Seu Espírito, a obra de Deus é Seu gerenciamento, mas para o Deus encarnado, que veste a forma externa de um ser criado, Sua obra é a execução do Seu ministério. Qualquer obra que Ele faça é para executar Seu ministério, e tudo o que o homem pode fazer é dar o melhor de si dentro do âmbito da Sua gestão e sob a Sua liderança.

Extraído de ‘A diferença entre o ministério de Deus encarnado e o dever do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 161

Na Era da Graça, Jesus também falou muito e fez muitas obras. Em que Ele era diferente de Isaías? Em que Ele era diferente de Daniel? Ele era um profeta? Por que se diz que Ele é o Cristo? Quais são as diferenças entre eles? Eram todos homens que falavam palavras e suas palavras pareciam mais ou menos as mesmas para o homem. Todos falavam e faziam a obra. Os profetas do Antigo Testamento fizeram profecias e, similarmente, Jesus também. Por que isso é assim? A distinção aqui é baseada na natureza da obra. Para discernir essa questão, você não deve considerar a natureza da carne, nem deveria considerar a profundidade ou a superficialidade de suas palavras. Você sempre deve primeiro considerar seu trabalho e os efeitos que seu trabalho alcança no homem. As profecias proferidas pelos profetas, na época, não supriam a vida do homem, e as mensagens recebidas por aqueles como Isaías e Daniel eram apenas profecias e não o caminho da vida. Se não fosse a revelação direta de Jeová, ninguém poderia ter feito essa obra, a qual não é possível para os mortais. Jesus também falou muito, mas tais palavras eram o caminho de vida pelo qual o homem poderia encontrar uma senda para a prática. Isto é, primeiro, Ele pôde suprir a vida do homem, pois Jesus é vida; segundo, Ele pôde reverter os desvios do homem; terceiro, a Sua obra pôde suceder a de Jeová para continuar a era; quarto, Ele pôde compreender as necessidades do homem interior e entender o que falta ao homem; quinto, Ele pôde introduzir uma nova era e concluir a antiga. É por isso que Ele é chamado de Deus e Cristo; não só é diferente de Isaías, mas também de todos os outros profetas. Tome Isaías como uma comparação para a obra dos profetas. Primeiro, ele não pôde suprir a vida do homem; segundo, ele não pôde introduzir uma nova era. Ele estava trabalhando sob a liderança de Jeová e não para introduzir uma nova era. Terceiro, o que ele mesmo falou estava além de sua compreensão. Ele estava recebendo revelações diretamente do Espírito de Deus, e os outros não entenderiam, mesmo depois de tê-las escutado. Essas poucas coisas, por si só, são suficientes para provar que suas palavras não passavam de profecias, não eram mais do que um aspecto da obra realizada no lugar de Jeová. Ele não pôde, no entanto, representar completamente a Jeová. Ele era o servo de Jeová, um instrumento na obra de Jeová. Ele estava apenas fazendo a obra dentro da Era da Lei e dentro da extensão da obra de Jeová; ele não operou além da Era da Lei. Inversamente, a obra de Jesus era diferente. Ele ultrapassou o escopo da obra de Jeová; Ele operava como o Deus encarnado e submeteu-Se à crucificação a fim de redimir toda a humanidade. Isto é, Ele realizou nova obra fora da obra feita por Jeová. Essa foi a introdução de uma nova era. Outra condição é que Ele foi capaz de falar daquilo que o homem não podia alcançar. Sua obra era uma obra dentro do gerenciamento de Deus e envolveu toda a humanidade. Ele não operou somente em uns poucos homens, nem liderar um número limitado de homens era a Sua obra. Quanto a como Deus Se encarnou para ser homem, como o Espírito deu revelações naquele tempo e como o Espírito desceu sobre um homem para realizar a obra, essas são questões que o homem não pode ver nem tocar. É totalmente impossível que essas verdades sirvam de prova de que Ele é o Deus encarnado. Sendo assim, a distinção só pode ser feita com base nas palavras e obras de Deus, que são tangíveis ao homem. Somente isso é real. Isso é porque as questões do Espírito não são visíveis para você e são claramente conhecidas apenas pelo Próprio Deus, nem mesmo a carne encarnada de Deus conhece tudo; você só pode verificar se Ele é Deus pela obra que fez. Da Sua obra, pode-se ver que, primeiro, Ele é capaz de inaugurar uma nova era; segundo, Ele é capaz de suprir a vida do homem e mostrar ao homem o caminho a seguir. Isso é suficiente para estabelecer que Ele é o Próprio Deus. No mínimo, a obra que Ele faz pode representar totalmente o Espírito de Deus, e de tal obra pode-se ver que o Espírito de Deus está dentro Dele. Como a obra feita por Deus encarnado foi principalmente introduzir uma nova era, liderar uma nova obra e revelar um novo reino, somente esses são suficientes para estabelecer que Ele é o Próprio Deus. Isso, portanto, O diferencia de Isaías, de Daniel e dos outros grandes profetas. Isaías, Daniel e os outros eram todos de uma classe de homens altamente instruídos e cultos; eles eram homens extraordinários sob a liderança de Jeová. A carne de Deus encarnado também era instruída e não carecia de senso, mas Sua humanidade era particularmente normal. Ele era um homem comum e o olho nu não pôde discernir qualquer humanidade especial Nele nem detectar qualquer coisa em Sua humanidade que fosse diferente da dos outros. Ele não era, de forma alguma, sobrenatural nem único, e Ele não possuía nenhuma educação, conhecimento ou teoria superiores. A vida da qual Ele falou e a senda que Ele liderou não foram ganhos por meio de teoria, por meio de conhecimento, por meio de experiência de vida, nem por meio de educação familiar. Pelo contrário, elas eram a obra direta do Espírito, que é a obra da carne encarnada. É porque o homem tem grandes noções de Deus e principalmente porque essas noções são feitas de elementos vagos demais e sobrenaturais que, aos olhos do homem, um Deus comum com fraqueza humana, que não pode operar sinais e maravilhas, certamente não é Deus. Não são essas as noções errôneas do homem? Se a carne de Deus encarnado não era um homem normal, então como se poderia dizer que Ele Se tornou carne? Ser da carne é ser um homem comum e normal; se Ele tivesse sido um ser transcendente, então Ele não teria sido da carne. Para provar que Ele é da carne, Ele precisou possuir uma carne normal. Isso era simplesmente para completar o significado da encarnação. No entanto, esse não foi o caso dos profetas e dos filhos do homem. Eles eram homens dotados e usados pelo Espírito Santo; aos olhos do homem, sua humanidade era particularmente grandiosa e realizavam muitos atos que ultrapassavam a humanidade normal. Por essa razão, o homem os considerava como Deus. Agora, todos vocês devem entender isso claramente, pois essa tem sido a questão mais facilmente confundida por todos os homens nas eras passadas. Além disso, a encarnação é a mais misteriosa de todas as coisas, e Deus encarnado é o mais difícil para o homem aceitar. O que Eu digo é propício para cumprir sua função e sua compreensão do mistério da encarnação. Tudo isso está relacionado com o gerenciamento de Deus, com a visão. Sua compreensão disso será mais benéfica para ganhar conhecimento da visão, isto é, a obra de gerenciamento. Dessa forma, vocês também obterão muita compreensão do dever que diferentes tipos de homens devem desempenhar. Embora essas palavras não mostrem diretamente o caminho a vocês, elas ainda são de grande ajuda para a sua entrada, pois suas vidas, no momento, carecem muito de visão e isso se tornará um obstáculo significativo que impedirá sua entrada. Se vocês não conseguiram entender esses problemas, não haverá motivação para sua entrada. E como pode essa busca capacitar vocês para que cumpram melhor o seu dever?

Extraído de ‘A diferença entre o ministério de Deus encarnado e o dever do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 162

Algumas pessoas perguntarão: “Qual é a diferença entre a obra feita pelo Deus encarnado e a dos profetas e apóstolos do passado? Davi também foi chamado de Senhor, como também o foi Jesus; embora a obra que fizeram fosse diferente, eles eram chamados da mesma coisa. Por que, responda você, suas identidades não eram as mesmas? O que João testemunhou foi uma visão, que também veio do Espírito Santo, e ele pôde proferir as palavras que o Espírito Santo pretendia dizer; por que a identidade de João é diferente da de Jesus?” As palavras proferidas por Jesus conseguiram representar plenamente a Deus e representaram plenamente a obra de Deus. O que João viu foi uma visão e ele foi incapaz de representar completamente a obra de Deus. Por que João, Pedro e Paulo proferiram muitas palavras — como o fez Jesus — mas não tinham a mesma identidade de Jesus? É principalmente porque a obra que fizeram foi diferente. Jesus representou o Espírito de Deus e era o Espírito de Deus trabalhando diretamente. Ele fez a obra da nova era, a obra que ninguém havia feito antes. Ele abriu um novo caminho, representou a Jeová e representou o Próprio Deus. Enquanto que no caso de Pedro, Paulo e Davi, independentemente de como fossem chamados, representavam apenas a identidade de uma criatura de Deus, e foram enviados por Jesus ou por Jeová. Portanto, não importa quantas obras fizeram, por maiores que fossem os milagres realizados, eles ainda eram criaturas de Deus e incapazes de representar o Espírito de Deus. Trabalharam em nome de Deus ou depois de serem enviados por Deus; além disso, trabalharam nas eras iniciadas por Jesus ou Jeová, e a obra que fizeram não foi separada. Eram, afinal de contas, apenas criaturas de Deus. No Antigo Testamento, muitos profetas proferiram previsões ou escreveram livros de profecia. Ninguém disse que eram Deus, mas assim que Jesus começou a operar, o Espírito de Deus deu testemunho Dele como Deus. Por quê? A essas alturas você já deve saber! Antes, os apóstolos e profetas escreveram várias epístolas e fizeram muitas profecias. Mais tarde, as pessoas escolheram algumas delas para colocar na Bíblia, e algumas foram perdidas. Já que há pessoas que dizem que tudo o que falam vem do Espírito Santo, por que algumas são consideradas boas e outras ruins? E por que algumas foram escolhidas e outras não? Se fossem de fato as palavras ditas pelo Espírito Santo, seria necessário que as pessoas as selecionassem? Por que os relatos das palavras proferidas por Jesus e a obra que Ele fez diferem em cada um dos quatro evangelhos? Isso não é culpa de quem os registrou? Algumas pessoas perguntarão: “Uma vez que as epístolas escritas por Paulo e outros autores do Novo Testamento e a obra que fizeram vieram em parte da vontade do homem, e foram misturadas com as concepções do homem, não há impureza humana nas palavras que Você (Deus) profere hoje? Elas realmente não contêm nenhuma das concepções do homem?” Este estágio da obra feita por Deus é completamente diferente da obra feita por Paulo e pelos muitos apóstolos e profetas. Não apenas há uma diferença de identidade, mas, principalmente, uma diferença na obra que é realizada. Depois que Paulo foi derrubado e caiu diante do Senhor, ele foi guiado pelo Espírito Santo para realizar a obra, e ele se tornou um enviado. E, assim, ele escreveu epístolas às igrejas, e todas essas epístolas seguiram os ensinamentos de Jesus. Paulo foi enviado pelo Senhor para trabalhar em nome do Senhor Jesus, mas quando o Próprio Deus veio, Ele não trabalhou em nome algum, e representou somente o Espírito de Deus em Sua obra. Deus veio para fazer Sua obra diretamente: Ele não foi aperfeiçoado pelo homem, e Sua obra não foi realizada com base nos ensinamentos de homem nenhum. Neste estágio da obra, Deus não lidera falando de Suas experiências pessoais, ao contrário, realiza Sua obra diretamente, de acordo com o que Ele tem. Por exemplo, a provação dos servidores, dos tempos de castigo, a provação da morte, os tempos do amor a Deus… Tudo isso é uma obra que nunca foi feita antes, e é uma obra que é da era atual, e não as experiências do homem. Nas palavras que proferi, quais são as experiências do homem? Elas não vêm todas diretamente do Espírito e não são emitidas pelo Espírito? É só que o seu calibre é tão fraco que você não consegue enxergar a verdade! O caminho de vida prático de que falo é o de guiar o caminho, e ele nunca foi proferido por ninguém antes, nem ninguém jamais vivenciou esse caminho, ou conheceu essa realidade. Antes de Eu proferir estas palavras, ninguém jamais as havia falado. Ninguém nunca havia falado de tais experiências, nem nunca haviam falado de tais detalhes, e, além disso, ninguém jamais havia apontado tais estados para revelar essas coisas. Ninguém jamais liderou o caminho que Eu lidero hoje, e se fosse liderado pelo homem, então não seria um caminho novo. Considere Paulo e Pedro, por exemplo. Eles não tiveram suas próprias experiências antes de Jesus liderar a senda. Foi somente depois de Jesus liderar a senda que vivenciaram as palavras proferidas por Jesus e a senda conduzida por Ele; a partir disso, tiveram muitas experiências e escreveram as epístolas. E assim, as experiências do homem não são a mesma coisa que a obra de Deus, e a obra de Deus não se iguala ao conhecimento descrito pelas concepções e experiências do homem. Eu tenho dito, repetidas vezes, que hoje estou conduzindo uma nova senda, e fazendo uma obra nova, e Minha obra e declarações são diferentes daquelas de João e de todos os outros profetas. Nunca Eu ganho experiências primeiro e depois falo sobre elas para vocês — este realmente não é o caso. Se fosse, isso não teria atrasado vocês muito tempo atrás? No passado, o conhecimento a respeito do qual muitos falavam também era exaltado, mas todas as suas palavras eram proferidas apenas com base naquelas das chamadas figuras espirituais. Eles não guiavam o caminho, mas baseavam-se em suas experiências derivadas do que tinham visto e de seu conhecimento. Algumas eram concepções suas, algumas eram experiências que eles haviam resumido. Hoje, a natureza de Minha obra é totalmente diferente da natureza da obra deles. Não vivenciei ser liderado por outros, nem aceitei ser aperfeiçoado por outros. Além disso, tudo o que tenho dito e compartilhado é diferente daquilo de qualquer outra pessoa, e isso nunca foi falado por mais ninguém. Hoje, independentemente de quem vocês são, suas obras são realizadas com base nas palavras que Eu profiro. Sem essas declarações e obra, quem seria capaz de vivenciar essas coisas (a provação dos servidores, os tempos do castigo…), e quem seria capaz de falar de tal conhecimento? Você realmente é incapaz de enxergar isso? Não importa qual a etapa da obra, assim que Minhas palavras são proferidas, vocês começam a comunicar de acordo com Minhas palavras, e trabalham de acordo com elas, e esse não é um caminho que qualquer um de vocês pensou. Tendo chegado até aqui, você é incapaz de enxergar uma pergunta tão clara e simples? Não é um caminho que alguém inventou, nem é baseado em qualquer figura espiritual. É um novo caminho, e até mesmo muitas das palavras uma vez proferidas por Jesus não mais se aplicam. O que Eu falo é a obra de abrir uma nova época, e é uma obra que existe por si mesma; a obra que faço e as palavras que digo são todas novas. Essa não é a nova obra de hoje? A obra de Jesus também foi assim. Sua obra também era diferente daquela das pessoas no templo, diferia também da obra dos fariseus, e também não tinha qualquer semelhança com a obra feita por todo o povo de Israel. Depois de testemunhá-la, as pessoas não conseguiram se decidir: “Ela foi realmente feita por Deus?” Jesus não Se ateve à lei de Jeová; quando Ele veio ensinar o homem, tudo o que Ele disse era novo e diferente do que havia sido dito pelos antigos santos e profetas do Antigo Testamento e, por isso, as pessoas permaneceram incertas. É isso que faz o homem ser tão difícil de lidar. Antes de aceitar esta nova etapa da obra, o caminho no qual a maioria de vocês trilhou foi praticar e entrar no fundamento daquelas figuras espirituais. Mas a obra que faço hoje é muito diferente, por isso vocês são incapazes de decidir se ela está certa ou não. Não Me importo com o caminho que você trilhou antes, também não estou interessado em saber de quem era a “comida” que você comeu ou quem você considerava “pai”. Como vim e trouxe novas obras para guiar o homem, todos os que Me seguem devem agir de acordo com o que digo. Não importa quão poderosa seja a “família” da qual você veio, você deve Me seguir, não deve agir de acordo com suas práticas anteriores, seu “pai adotivo” deve renunciar e você deve comparecer perante seu Deus para buscar sua parte legítima. Sua totalidade está em Minhas mãos, e você não deve dedicar muita crença cega ao seu pai adotivo; ele não pode controlar você por completo. A obra de hoje é existe por si só. Obviamente, tudo o que digo hoje não se baseia em uma fundação do passado; é um novo começo, e se você diz que isso é criado pela mão do homem, então você é alguém tão cego a ponto de não haver salvação para você!

Extraído de ‘Sobre denominações e identidade’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 163

Isaías, Ezequiel, Moisés, Davi, Abraão e Daniel foram líderes ou profetas entre o povo escolhido de Israel. Por que eles não foram chamados de Deus? Por que o Espírito Santo não deu testemunho deles? Por que o Espírito Santo deu testemunho de Jesus assim que Ele iniciou Sua obra e começou a proferir Suas palavras? E por que o Espírito Santo não deu testemunho dos outros? Eles, homens que eram de carne, eram todos chamados de “Senhor”. Independentemente da denominação que recebiam, sua obra representa seu ser e substância, e seu ser e substância representam sua identidade. Sua substância não está relacionada às suas denominações; é representada pelo que expressaram e pelo que viveram. No Antigo Testamento, não havia nada fora do comum em ser chamado de Senhor, e uma pessoa poderia ser chamada de qualquer forma, mas sua substância e identidade inerentes eram imutáveis. Entre aqueles falsos cristos, falsos profetas e enganadores, também não há aqueles que são chamados de “Deus”? E por que eles não são Deus? Porque eles são incapazes de fazer a obra de Deus. Em suas raízes, eles são homens, enganadores de pessoas, não Deus, e por isso eles não têm a identidade de Deus. Davi também não foi chamado de Senhor entre as doze tribos? Jesus também foi chamado de Senhor; por que Jesus só foi chamado de Deus encarnado? Jeremias também não foi conhecido como o Filho do homem? E Jesus não foi conhecido como o Filho do homem? Por que Jesus foi crucificado em nome de Deus? Não é porque Sua substância era diferente? Não é porque a obra que Ele fez era diferente? Um título importa? Embora Jesus também fosse chamado de o Filho do homem, Ele foi a primeira encarnação de Deus; Ele havia vindo para assumir o poder e realizar a obra da redenção. Isso prova que a identidade e a substância de Jesus eram diferentes das de outras pessoas que também eram chamadas de o Filho do homem. Hoje, quem dentre vocês se atreve a dizer que todas as palavras ditas por aqueles que foram usados pelo Espírito Santo vieram do Espírito Santo? Alguém se atreve a dizer essas coisas? Se você diz tais coisas, por que o livro de profecia de Esdras foi descartado, e por que a mesma coisa foi feita com os livros daqueles santos e profetas antigos? Se todos vieram do Espírito Santo, por que vocês ousam fazer escolhas tão caprichosas? Você está qualificado para escolher a obra do Espírito Santo? Muitas histórias de Israel também foram descartadas. E se você acredita que todos esses escritos do passado vieram do Espírito Santo, por que alguns dos livros foram descartados? Se todos vieram do Espírito Santo, todos deveriam ser guardados e enviados aos irmãos e irmãs das igrejas para serem lidos. Eles não devem ser escolhidos ou descartados pela vontade humana; é errado fazer isso. Dizer que as experiências de Paulo e João estavam misturadas com suas visões pessoais não significa que suas experiências e conhecimentos vieram de Satanás, mas apenas que continham coisas que vieram de suas experiências e visões pessoais. O conhecimento deles estava alinhado com o pano de fundo das experiências reais à época, e quem poderia dizer com confiança que tudo veio do Espírito Santo? Se os quatro evangelhos vieram do Espírito Santo, por que Mateus, Marcos, Lucas e João disseram algo diferente sobre a obra de Jesus? Se vocês não acreditam nisso, então vejam os relatos na Bíblia sobre como Pedro negou ao Senhor três vezes: eles são todos diferentes, e cada qual tem suas próprias características. Muitos que são ignorantes dizem: “O Deus encarnado também é um homem, então, as palavras que Ele proferiu podem vir completamente do Espírito Santo? Se as palavras de Paulo e João estavam misturadas com a vontade humana, então, as palavras que Ele proferiu não estão realmente misturadas com a vontade humana?” As pessoas que dizem essas coisas são cegas e ignorantes! Leia atentamente os quatro evangelhos; leia o que eles registraram sobre as coisas que Jesus fez e as palavras que Ele proferiu. Posto de forma simples, cada relato é diferente e cada um apresenta sua própria perspectiva. Se o que foi escrito pelos autores desses livros veio do Espírito Santo, tudo deveria ser igual e consistente. Então por que há discrepâncias? O homem não é extremamente tolo, ao ser incapaz de ver isso? Se for solicitado que você dê testemunho a Deus, que tipo de testemunho você pode dar? Pode tal modo de conhecer a Deus dar testemunho a Ele? Se outros lhe perguntarem: “Se os registros de João e Lucas foram mesclados com a vontade humana, então as palavras proferidas pelo Deus de vocês não se misturam com a vontade humana?”, você conseguiria dar uma resposta clara? Depois que Lucas e Mateus ouviram as palavras de Jesus e viram a obra Dele, falaram a partir de seu próprio conhecimento, na forma de reminiscências que detalhavam alguns dos feitos de Jesus. Você pode dizer que o conhecimento deles foi revelado completamente pelo Espírito Santo? Fora da Bíblia, existiram muitas figuras espirituais com conhecimento superior ao deles; por que suas palavras não foram absorvidas pelas gerações posteriores? Também eles não foram usados pelo Espírito Santo? Saibam que na obra de hoje, não estou falando da Minha Própria visão baseada no fundamento da obra de Jesus, nem estou falando do Meu Próprio conhecimento no contexto da obra de Jesus. Que obra fez Jesus naquele tempo? E que obra estou fazendo hoje? Não há precedentes para o que faço e digo. O caminho que trilho hoje nunca foi trilhado antes, nunca foi percorrido pelas pessoas de eras e gerações passadas. Hoje, ele foi aberto, e não é esta a obra do Espírito? Mesmo tendo sido a obra do Espírito Santo, todos os líderes do passado realizaram suas obras em cima da fundação de outros; entretanto, a obra do Próprio Deus é diferente. O estágio da obra de Jesus era o mesmo: Ele inaugurou um novo caminho. Quando Ele veio, Ele pregou o evangelho do reino dos céus e disse que o homem deveria se arrepender e confessar. Depois que Jesus concluiu Sua obra, Pedro, Paulo e outros passaram a continuar a obra de Jesus. Depois que Jesus foi pregado na cruz e ascendeu ao céu, eles foram enviados pelo Espírito para disseminar o caminho da cruz. Embora as palavras de Paulo fossem exaltadas, elas também se baseavam no fundamento estabelecido pelo que Jesus disse, tal como paciência, amor, sofrimento, cobertura da cabeça, batismo ou outras doutrinas a serem seguidas. Tudo isso foi feito com base no fundamento das palavras de Jesus. Eles não foram capazes de abrir um novo caminho, pois eram todos homens usados por Deus.

Extraído de ‘Sobre denominações e identidade’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 164

Naquela época, as declarações e obras de Jesus não se apegaram à doutrina, e Ele não realizou Sua obra de acordo com a obra da lei do Antigo Testamento. Ela estava alinhada com aquela que deveria ser feita na Era da Graça. Ele trabalhou de acordo com a obra que Ele havia criado, de acordo com Seu Próprio plano e de acordo com Seu ministério; Ele não trabalhou de acordo com a lei do Antigo Testamento. Nada do que Ele fez foi de acordo com a lei do Antigo Testamento, e Ele não veio trabalhar para cumprir as palavras dos profetas. Cada estágio da obra de Deus não foi realizado expressamente para cumprir as predições dos profetas antigos, e Ele não veio para respeitar a doutrina ou deliberadamente realizar as previsões dos profetas antigos. No entanto, Suas ações não interromperam as previsões dos profetas antigos, nem perturbaram a obra que Ele havia feito anteriormente. O ponto saliente de Sua obra não era obedecer a nenhuma doutrina e fazer a obra que Ele Mesmo deveria fazer. Ele não era um profeta ou um vidente, mas sim um realizador que realmente veio para fazer a obra que deveria fazer, e veio para abrir Sua nova era e realizar Sua nova obra. Naturalmente, quando Jesus veio para fazer Sua obra, Ele também cumpriu muitas das palavras proferidas pelos antigos profetas no Antigo Testamento. Assim também a obra de hoje cumpriu as previsões dos antigos profetas do Antigo Testamento. É só que não retenho “almanaque velho e amarelado”, só isso. Pois há mais trabalho que devo fazer, há mais palavras que devo proferir para vocês, e essa obra e essas palavras são de importância muito maior do que explicar passagens da Bíblia, porque obras como essa não têm grande significado ou valor para vocês e não podem ajudá-los ou mudá-los. Pretendo fazer uma nova obra, mas não para cumprir qualquer passagem da Bíblia. Se Deus veio à terra apenas para cumprir as palavras dos antigos profetas da Bíblia, então quem é maior, Deus encarnado ou aqueles antigos profetas? Afinal das contas, os profetas são responsáveis por Deus ou Deus está no comando dos profetas? Como você explica essas palavras?

Extraído de ‘Sobre denominações e identidade’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 165

Cada etapa da obra de Deus segue uma única e mesma corrente e, assim, no plano de gestão de seis mil anos de Deus, cada passo foi seguido de perto pelo próximo, desde a fundação do mundo até os dias de hoje. Se não houvesse ninguém para preparar o caminho, não haveria ninguém para vir depois; já que há aqueles que vêm depois, há aqueles que preparam o caminho. Desta forma, a obra foi repassada de um para outro, passo a passo. Um passo segue o outro, e sem alguém para abrir o caminho, seria impossível começar a obra, e Deus não teria meios para levar Sua obra adiante. Nenhum passo contradiz o outro, e cada um segue o outro em sequência para formar uma corrente; tudo isso é feito pelo mesmo Espírito. Mas, independentemente de alguém abrir o caminho ou exercer a obra de outro, isso não determina sua identidade. Não é verdade? João abriu o caminho e Jesus continuou sua obra, então isso prova que a identidade de Jesus é inferior à de João? Jeová realizou a Sua obra antes de Jesus, então você pode dizer que Jeová é maior que Jesus? Não importa se eles prepararam o caminho ou continuaram a obra de outros; o mais importante é a substância de Sua obra e a identidade que ela representa. Não é verdade? Como Deus pretendia trabalhar entre os homens, Ele teve que levantar aqueles que poderiam fazer a obra de preparar o caminho. Quando João começou a pregar, ele disse: “Preparai o caminho do Senhor, endireitai as Suas veredas.” “Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus”. Ele disse isso desde o início, e por que ele foi capaz de dizer estas palavras? Com relação à ordem em que essas palavras foram ditas, foi João quem primeiro proferiu o evangelho do reino dos céus, e Jesus foi quem proferiu depois. De acordo com as concepções do homem, foi João quem abriu o novo caminho e, claro, João foi maior do que Jesus. Mas João não disse que ele era Cristo, e Deus não deu testemunho dele como o amado Filho de Deus, mas apenas o usou para abrir e preparar o caminho para o Senhor. Ele abriu o caminho para Jesus, mas não pôde trabalhar em nome de Jesus. Todo o trabalho do homem também foi mantido pelo Espírito Santo.

Na era do Antigo Testamento, foi Jeová quem liderou o caminho e a obra de Jeová representou toda a era do Antigo Testamento e toda a obra realizada em Israel. Moisés meramente sustentou essa obra na terra, e seus trabalhos contam como a cooperação dada pelo homem. À época, foi Jeová quem falou, convocando Moisés e Ele levantou Moisés dentre o povo de Israel e fez com que ele conduzisse o povo ao deserto e depois para Canaã. Esta não foi a obra do próprio Moisés, mas uma que foi dirigida pessoalmente por Jeová, portanto Moisés não pode ser chamado de Deus. Moisés também estabeleceu a lei, mas essa lei foi decretada pessoalmente por Jeová. Só que Ele fez Moisés expressá-la. Jesus também fez mandamentos, aboliu a lei do Antigo Testamento e estabeleceu os mandamentos para a nova era. Por que Jesus é o Próprio Deus? Porque essas não são a mesma coisa. À época, a obra feita por Moisés não representava a era, nem abriu um novo caminho; ele foi dirigido por Jeová e era meramente alguém que era usado por Deus. Quando Jesus veio, João já havia dado um passo para abrir o caminho e começado a disseminar o evangelho do reino dos céus (o Espírito Santo havia começado isso). Quando Jesus veio, Ele realizou Sua própria obra diretamente, mas havia uma grande diferença entre Sua obra e a obra de Moisés. Isaías também proferiu muitas profecias, mas por que ele não era o Próprio Deus? Jesus não proferiu tantas profecias, mas por que Ele era o Próprio Deus? Ninguém se atrevia a dizer que a obra de Jesus naquela época veio toda do Espírito Santo, nem ousaram dizer que tudo veio da vontade do homem, nem que foi totalmente a obra do Próprio Deus. O homem não tinha como analisar tais coisas. Pode-se dizer que Isaías fez tal obra e proferiu tais profecias, e todas elas vieram do Espírito Santo; não vieram diretamente do próprio Isaías, mas foram revelações de Jeová. Jesus não fez uma obra muito extensiva, e não proferiu muitas palavras, nem proferiu muitas profecias. Para o homem, Sua pregação não parecia muito exaltada, mas Ele era o Próprio Deus, e o homem não pode explicar isso. Ninguém jamais acreditou em João, Isaías ou Davi, e ninguém jamais os chamou de Deus, ou o Deus Davi, o Deus João; ninguém nunca falou assim, e somente Jesus já foi chamado de Cristo. Essa classificação é feita de acordo com o testemunho de Deus, a obra que Ele empreendeu e o ministério que Ele realizou. Com relação aos grandes homens da Bíblia — Abraão, Davi, Josué, Daniel, Isaías, João e Jesus — através da obra que fizeram, você consegue distinguir quem é o Próprio Deus, e que tipos de pessoas são profetas e quais são os apóstolos. Quem foi usado por Deus e quem foi o Próprio Deus são diferenciados e determinados pela substância e pelo tipo de obra que fizeram. Se você não consegue fazer essa distinção, isso prova que você não sabe o que significa crer em Deus. Jesus é Deus porque Ele proferiu tantas palavras, e fez tanto trabalho, em particular Sua demonstração de muitos milagres. Da mesma forma, João também trabalhou muito e proferiu muitas palavras, assim como Moisés; por que eles não foram chamados de Deus? Adão foi criado diretamente por Deus; por que ele não foi chamado de Deus, em vez de ser chamado de criatura? Se alguém lhe dissesse: “Hoje, Deus fez tanto trabalho e proferiu tantas palavras; Ele é o Próprio Deus. Então, uma vez que Moisés proferiu tantas palavras, ele também deve ser o Próprio Deus!”, você deve perguntar a eles em retorno: “Naquele tempo, por que Deus deu testemunho de Jesus, e não a João, como o Próprio Deus? João não veio antes de Jesus? Qual foi maior, a obra de João ou a de Jesus? Para o homem, a obra de João parece maior que a de Jesus, mas por que o Espírito Santo deu testemunho de Jesus, e não de João?” A mesma coisa está acontecendo hoje! No início, quando Moisés liderou o povo de Israel, Jeová falou com ele de dentre as nuvens. Moisés não falou diretamente, mas foi guiado diretamente por Jeová. Essa foi a obra da Israel do Antigo Testamento. Dentro de Moisés não havia o Espírito ou o ser de Deus. Ele não podia fazer essa obra, portanto, há uma grande diferença entre aquilo feito por ele e por Jesus. E isso é porque a obra que fizeram é diferente! É possível discernir entre alguém usado por Deus, um profeta, um apóstolo, ou o Próprio Deus pela natureza de sua obra, e isso dará fim às suas dúvidas. Na Bíblia está escrito que somente o Cordeiro pode abrir os sete selos. Através dos tempos, tem havido muitos expositores das escrituras entre essas grandes figuras, e por isso você pode dizer que eles são todos do Cordeiro? Você pode dizer que todas as suas explicações vêm de Deus? Eles são meramente expositores; eles não têm a identidade do Cordeiro. Como eles poderiam ser dignos de abrir os sete selos? É verdade que “Somente o Cordeiro pode abrir os sete selos”, mas Ele não vem apenas para abrir os sete selos; essa obra não é necessária, ela é feita incidentalmente. Ele é perfeitamente claro sobre Sua Própria obra; é necessário que Ele passe muito tempo interpretando as escrituras? A “Era do Cordeiro que interpreta as Escrituras” deve ser acrescentada aos seis mil anos de obra? Ele vem para fazer uma nova obra, mas também faz algumas revelações sobre a obra de tempos passados, fazendo com que as pessoas entendam a verdade de seis mil anos de obra. Não há necessidade de explicar muitas passagens da Bíblia; é a obra de hoje que é fundamental, que é importante. Você deve saber que Deus não vem especialmente para quebrar os sete selos, mas para fazer a obra da salvação.

Extraído de ‘Sobre denominações e identidade’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 166

Na Era da Graça, João preparou o caminho para Jesus. Ele não poderia fazer a obra do Próprio Deus e simplesmente cumpriu o dever do homem. Embora João fosse o precursor do Senhor, ele não podia representar Deus; ele era apenas um homem usado pelo Espírito Santo. Após o batismo de Jesus, o Espírito Santo desceu sobre Ele como uma pomba. A partir daí, Ele começou a Sua obra, isto é, Ele começou a realizar o ministério de Cristo. Foi por isso que Ele assumiu a identidade de Deus, porque Ele veio de Deus. Não importa como era Sua fé antes disso — talvez fosse fraca algumas vezes ou fosse forte outras vezes — tudo isso era Sua vida humana normal antes de realizar Seu ministério. Depois de ter sido batizado (isto é, ungido), o poder e a glória de Deus estavam com Ele imediatamente, e assim começou a realizar Seu ministério. Ele podia fazer sinais e maravilhas, realizar milagres, Ele tinha poder e autoridade, pois operava diretamente da parte do Próprio Deus; Ele fez a obra do Espírito em Seu lugar e expressou a voz do Espírito. Portanto, Ele era o Próprio Deus. Isso é incontestável. João foi usado pelo Espírito Santo. Ele não podia representar Deus e não era possível que ele representasse Deus. Se ele o tivesse desejado fazer, o Espírito Santo não o teria permitido, pois ele não podia fazer a obra que o Próprio Deus pretendia realizar. Talvez houvesse muito nele que era da vontade humana ou houvesse algo distorcido; em nenhuma circunstância ele poderia representar Deus. Seus erros e incorreções representavam somente a si mesmo, mas sua obra era representativa do Espírito Santo. Mesmo assim, você não pode dizer que todo ele representava Deus. Poderiam sua distorção e incorreções representar Deus também? Ser incorreto ao representar o homem é normal, mas se ele tivesse distorções ao representar Deus, não seria isso uma desonra para Deus? Não seria uma blasfêmia contra o Espírito Santo? O Espírito Santo não permite levianamente que o homem tome o lugar de Deus, mesmo que seja exaltado pelos outros. Se ele não fosse Deus, então seria incapaz de permanecer firme no fim. O Espírito Santo não permite que o homem represente Deus como apraz ao homem! Por exemplo, foi o Espírito Santo quem deu testemunho a João e também foi o Espírito Santo quem o revelou como o que prepararia o caminho para Jesus, mas a obra feita nele pelo Espírito Santo tinha medida certa. Tudo o que foi requerido de João foi que ele fosse o pavimentador do caminho para Jesus, para preparar o caminho para Ele. Equivale a dizer que o Espírito Santo só sustentou seu trabalho de pavimentar o caminho e lhe permitiu apenas fazer esse trabalho e nenhum outro. João representava Elias e, ele representava um profeta que pavimentou o caminho. Isso foi sustentado pelo Espírito Santo; enquanto o seu trabalho fosse pavimentar o caminho, o Espírito Santo o sustentaria. No entanto, se ele afirmasse ser o Próprio Deus e viesse a concluir a obra de redenção, o Espírito Santo teria tido que discipliná-lo. Não importa quão grande fosse o trabalho de João, e muito embora fosse sustentado pelo Espírito Santo, seu trabalho não era sem limites. É realmente verdade que seu trabalho era sustentado pelo Espírito Santo, mas o poder que lhe foi outorgado naquele tempo estava limitado a pavimentar o caminho. Ele não podia, de forma alguma, fazer qualquer outro trabalho, porque ele era apenas o João que pavimentava o caminho, e não Jesus. Portanto, o testemunho do Espírito Santo é fundamental, mas o trabalho que o Espírito Santo permite que homem faça é ainda mais crucial. João não tinha recebido um testemunho retumbante naquele tempo? Seu trabalho não foi igualmente grande? Mas o trabalho que ele realizou não poderia ultrapassar o de Jesus, porque ele não foi mais do que um homem usado pelo Espírito Santo e não podia diretamente representar Deus e, assim, o trabalho que fez foi limitado. Depois que terminou de realizar o trabalho de preparar o caminho, o Espírito Santo não sustentou mais o seu testemunho, não foi seguido de nenhum trabalho novo e partiu quando a obra do Próprio Deus começou.

Há alguns que estão possuídos por espíritos malignos e clamam vociferantemente: “Eu sou Deus!”. Mas, no fim, eles são revelados, porque estão errados no que representam. Eles representam Satanás e o Espírito Santo não lhes presta atenção. Por mais alto que você se exalte ou por mais forte que você grite, você ainda é um ser criado que pertence a Satanás. Eu nunca grito: “Eu sou Deus, Eu sou o amado Filho de Deus!”. Mas a obra que Eu realizo é a obra de Deus. Preciso gritar? Não há necessidade de exaltação. Deus faz a Sua obra Ele Mesmo e não necessita que o homem Lhe confira um status ou título honorífico, e Sua obra é suficiente para representar Sua identidade e status. Antes de Seu batismo, Jesus não era o Próprio Deus? Não era a carne encarnada de Deus? Não é certo que não se pode dizer que Ele só Se tornou o único Filho de Deus depois que testificaram Dele? Já não havia um homem com o nome de Jesus muito antes que Ele começasse a Sua obra? Você não pode gerar novas sendas ou representar o Espírito. Você não pode expressar a obra do Espírito ou as palavras que Ele profere. Você é incapaz de fazer a obra do Próprio Deus, e a do Espírito, também não. A sabedoria, a maravilha e a insondabilidade de Deus e a plenitude do caráter pelo qual Deus castiga o homem: todas essas estão além de sua capacidade de expressar. Portanto, seria inútil tentar afirmar ser Deus; você teria apenas o nome, mas nada da substância. O Próprio Deus veio, mas ninguém O reconhece, mesmo assim Ele continua em Sua obra e a faz representando o Espírito. Se você O chama de homem, Deus, o Senhor ou Cristo, ou O chama de irmã, não importa. Mas a obra que Ele faz é a do Espírito e representa a obra do Próprio Deus. Ele não Se importa com o nome pelo qual o homem O chama. Pode o nome determinar Sua obra? Independentemente do que você O chame, no que se refere a Deus, Ele é a carne encarnada do Espírito de Deus; Ele representa o Espírito e é aprovado por Ele. Se você é incapaz de abrir caminho para uma nova era ou de fazer terminar a era antiga, ou de introduzir uma nova era ou de fazer uma nova obra, então você não pode ser chamado de Deus!

Extraído de ‘O mistério da encarnação (1)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 167

Até mesmo um homem que é usado pelo Espírito Santo não pode representar o Próprio Deus. Isso não é só dizer que tal homem não pode representar Deus, mas, também, que o trabalho que realiza não pode diretamente representar Deus. Em outras palavras, a experiência humana não pode ser colocada diretamente dentro do gerenciamento de Deus e ela não pode representar a gestão de Deus. A obra que o Próprio Deus faz é inteiramente a obra que Ele pretende fazer em Seu próprio plano de gerenciamento e se relaciona ao grande gerenciamento. O trabalho feito pelo homem consiste em suprir a sua experiência individual. Consiste em encontrar uma nova senda de experiência além daquela trilhada pelos que o precederam e em liderar seus irmãos sob a direção do Espírito Santo. O que esses homens suprem é a sua experiência individual ou escritos espirituais dos homens espirituais. Embora sejam usados pelo Espírito Santo, o trabalho de tais homens não se relaciona à grande obra de gerenciamento no plano dos seis mil anos. Eles são meramente elevados pelo Espírito Santo em épocas diferentes para liderar as pessoas na corrente do Espírito Santo, até que tenham cumprido suas funções ou suas vidas cheguem ao final. O trabalho que eles fazem é apenas para preparar uma senda apropriada para o Próprio Deus ou para continuar um certo aspecto da gestão do Próprio Deus na terra. Em si mesmos, esses homens são incapazes de realizar a obra maior de Sua gestão, nem podem abrir novos caminhos, muito menos pode qualquer um deles concluir toda a obra de Deus da era passada. Portanto, o trabalho que fazem representa apenas um ser criado realizando sua função e não pode representar o Próprio Deus realizando Seu ministério. Isto é porque o trabalho que eles fazem é diferente do que é feito pelo Próprio Deus. A obra de introduzir uma nova era não é algo que pode ser feito pelo homem no lugar de Deus. Não pode ser realizada por ninguém mais a não ser o Próprio Deus. Todo o trabalho feito pelo homem consiste em cumprir seu dever como ser criado e é feito quando movido ou esclarecido pelo Espírito Santo. A direção que tais homens proveem consiste inteiramente em mostrar a senda da prática na vida diária e como o homem deveria agir em harmonia com a vontade de Deus. O trabalho do homem nem envolve a gestão de Deus nem representa a obra do Espírito. Como exemplo, a obra de Witness Lee e de Watchman Nee era a de mostrar o caminho. Seja o caminho novo ou antigo, o trabalho tinha como premissa o princípio de permanecer dentro da Bíblia. Se fosse para restaurar a igreja local ou construir a igreja local, o trabalho deles tinha a ver com estabelecer igrejas. O trabalho que fizeram deu continuidade à obra que Jesus e Seus apóstolos tinham deixado sem terminar ou não tinham desenvolvido mais na Era da Graça. O que fizeram em seu trabalho foi restaurar o que Jesus havia pedido, em Sua obra primitiva, das gerações que viessem depois Dele, tal como manter suas cabeças cobertas, receber o batismo, partir o pão ou tomar o vinho. Poder-se-ia dizer que o seu trabalho era ater-se à Bíblia e buscar sendas dentro da Bíblia. Eles não fizeram nenhum avanço novo de qualquer tipo. Portanto, pode-se ver no trabalho deles apenas a descoberta de novos caminhos dentro da Bíblia, assim como uma prática melhor e mais realista. Mas não se pode achar no trabalho deles a atual vontade de Deus, muito menos encontrar a nova obra que Deus planeja fazer nos últimos dias. Isto ocorre porque a senda que trilharam ainda era a antiga; não houve qualquer renovação nem progresso. Eles continuaram a se agarrar ao fato da crucificação de Jesus, a observar a prática de pedir às pessoas que se arrependessem e confessassem seus pecados, a acatar os ditos que aquele que perseverar até o fim será salvo e que o homem é o cabeça da mulher, e que a mulher deve obedecer ao seu marido e, mais ainda, a concepção tradicional de que as irmãs não podem pregar e só podem obedecer. Se tal modo de liderança continuasse a ser observado, o Espírito Santo jamais teria sido capaz de executar obra nova, de libertar os homens da doutrina ou de guiá-los para um reino de liberdade e de beleza. Portanto, esta etapa da obra que muda a era deve ser feita e falada pelo Próprio Deus; de outra forma, nenhum homem pode fazê-lo em Seu lugar. Até aqui, toda a obra do Espírito Santo fora desta corrente chegou a uma paralisação e aqueles que eram usados pelo Espírito Santo perderam o rumo. Portanto, uma vez que o trabalho dos homens usados pelo Espírito Santo é diferente da obra do Próprio Deus, suas identidades e os sujeitos em nome de quem agem são semelhantemente diferentes. Isso é assim porque a obra que o Espírito Santo pretende fazer é diferente, e por conta disso, aos que semelhantemente trabalham são conferidos status e identidades diferentes. Os homens usados pelo Espírito Santo também podem fazer algum trabalho que é novo e também podem eliminar algum trabalho realizado na era anterior, mas o que eles fazem não pode expressar o caráter e a vontade de Deus na nova era. Eles trabalham apenas para retirar a obra da era anterior, não para fazer uma nova obra com o propósito de representar diretamente o caráter do Próprio Deus. Assim, não importa quantas práticas antiquadas eles consigam abolir ou quantas práticas novas possam introduzir, eles ainda representam o homem e os seres criados. Por outro lado, quando o Próprio Deus executa a obra, Ele não declara abertamente a abolição das práticas da era antiga nem diretamente declara o início de uma nova era. Ele é direto e objetivo em Sua obra. Ele é direto ao realizar a obra que pretende; isto é, Ele expressa diretamente a obra que realizou, diretamente faz Sua obra como pretendida originalmente, expressando Seu ser e caráter. Da forma como o homem vê, Seu caráter e também Sua obra são diferentes daqueles das eras passadas. Entretanto, da perspectiva do Próprio Deus, isso é apenas uma continuação e desenvolvimento posterior de Sua obra. Quando o Próprio Deus opera, Ele expressa Sua palavra e diretamente realiza a nova obra. Em contraste, quando o homem trabalha, é por meio de deliberação e estudo ou é uma extensão do conhecimento e uma sistematização da prática fundamentados no trabalho dos outros. Equivale a dizer que a essência do trabalho feito pelo homem é seguir uma ordem estabelecida e “trilhar as velhas sendas com sapatos novos”. Isso significa que até a senda trilhada pelos homens usados pelo Espírito Santo é construída sobre aquela que o Próprio Deus abriu. Assim, ao final de contas, o homem ainda é homem e Deus ainda é Deus.

Extraído de ‘O mistério da encarnação (1)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 168

João nasceu por uma promessa, muito como Isaque nasceu a Abraão. Ele pavimentou um caminho para Jesus e realizou muito trabalho, mas ele não era Deus. Em vez disso, ele era um dos profetas, porque ele somente pavimentou o caminho para Jesus. Seu trabalho também foi grande e só depois que ele preparou o caminho foi que Jesus oficialmente começou a Sua obra. Em essência, ele simplesmente trabalhou para Jesus e seu trabalho foi a serviço da obra de Jesus. Depois que ele terminou de pavimentar o caminho, Jesus começou Sua obra, obra que era mais nova, mais concreta e de maior detalhe. João fez apenas a porção inicial da obra; a maior parte da nova obra foi feita por Jesus. João fez nova obra também, mas não foi ele que introduziu a nova era. João nasceu de uma promessa e seu nome foi dado por um anjo. Naquele momento, alguns quiseram dar-lhe o nome de seu pai, Zacarias, mas sua mãe se manifestou dizendo: “O menino não poderá ter esse nome. Ele será chamado de João”. Isso tudo foi a mando do Espírito Santo. Jesus também recebeu Seu nome a mando do Espírito Santo e Ele nasceu do Espírito Santo e foi prometido pelo Espírito Santo. Jesus era Deus, Cristo e o Filho do Homem. A obra de João também foi grandiosa, mas por que não foi chamado de Deus? Exatamente qual era a diferença entre a obra feita por Jesus e a feita por João? A única razão foi que João foi quem preparou o caminho para Jesus? Ou porque isso tinha sido predestinado por Deus? Embora João também dissesse: “Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus”, e também pregasse o evangelho do reino dos céus, seu trabalho não foi desenvolvido além disso e constituiu apenas um começo. Em contraste, Jesus introduziu uma nova era e trouxe fim à antiga, mas Ele também cumpriu a lei do Antigo Testamento. A obra que Ele fez foi maior do que a de João e, além do mais, Ele veio para redimir toda a humanidade — Ele cumpriu aquela etapa da obra. João só preparou o caminho. Embora seu trabalho tivesse sido grande, proferisse muitas palavras e fossem numerosos os discípulos que o seguiam, seu trabalho não fez mais do que trazer para o homem um novo começo. Os homens nunca receberam dele a vida, o caminho ou verdades mais profundas e nem ganharam, por intermédio dele, uma compreensão da vontade de Deus. João foi um grande profeta (Elias) que inaugurou um novo terreno para a obra de Jesus e preparou os escolhidos; ele foi o precursor da Era da Graça. Tais assuntos não podem ser discernidos simplesmente pela observação de suas aparências humanas normais. Isso é ainda mais assim porque João realizou um trabalho muito grandioso e, além do mais, foi prometido pelo Espírito Santo e seu trabalho foi sustentado pelo Espírito Santo. Sendo assim, é somente por meio da obra que eles fazem que se pode distinguir entre as suas respectivas identidades, pois não há como determinar a substância de um homem a partir de sua aparência externa, nem há como o homem garantir o que é o testemunho verdadeiro do Espírito Santo. O trabalho feito por João e a obra feita por Jesus não foram semelhantes assim como foram de naturezas distintas. É a partir disso que se determina se ele é ou não Deus. A obra de Jesus foi começar, continuar, concluir e completar. Ele executou cada um desses passos, enquanto o trabalho de João não foi mais do que fazer um começo. No princípio, Jesus divulgou o evangelho e pregou o caminho do arrependimento, depois continuou batizando homens, curando os enfermos e expulsando demônios. No final, Ele redimiu a humanidade do pecado e completou a Sua obra para a era inteira. Ele também foi por todos os lugares, pregando ao homem e divulgando o evangelho do reino dos céus. Nesse sentido, Ele e João foram semelhantes, com a diferença de que Jesus introduziu uma nova era e trouxe a Era da Graça para o homem. De Sua boca veio a palavra sobre o que o homem deveria praticar e o caminho que o homem deveria seguir na Era da Graça, e no fim, Ele terminou a obra de redenção. Tal obra jamais poderia ter sido executada por João. Assim, foi Jesus quem fez a obra do Próprio Deus e é Ele que é o Próprio Deus e diretamente representa Deus. As concepções do homem dizem que aqueles que nasceram pela promessa, que nasceram do Espírito, que foram sustentados pelo Espírito Santo e que abriram novos caminhos são Deus. De acordo com essa forma de pensar, João também seria Deus e Moisés, Abraão e Davi… também seriam todos Deus. Isso não é uma grande piada?

Extraído de ‘O mistério da encarnação (1)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 169

Alguns se perguntam por que a era deve ser introduzida pelo Próprio Deus. Um ser criado não pode ficar em Seu lugar? Vocês estão todos cientes de que Deus Se torna carne expressamente com o propósito de introduzir uma nova era e, é claro, quando introduz a nova era, Ele conclui a era anterior ao mesmo tempo. Deus é o Princípio e o Fim; é Ele Mesmo quem põem Sua obra em movimento e, portanto, deve ser Ele Mesmo que conclui a era anterior. Essa é a prova de que Ele derrota Satanás e conquista o mundo. Cada vez que Ele Mesmo opera entre os homens é o início de uma nova batalha. Sem o início de uma nova obra, naturalmente, não haveria a conclusão da antiga. E quando não há conclusão da antiga, isso é prova de que a batalha com Satanás ainda terá que finalizar. Só se o Próprio Deus vier e executar uma nova obra entre os homens poderá o homem libertar-se completamente do império de Satanás e ganhar uma vida nova e um novo começo. De outro modo, o homem viverá para sempre na era antiga e para sempre sob a velha influência de Satanás. Com cada era liderada por Deus, uma parte do homem é libertada e, assim, o homem avança junto com a obra de Deus para a nova era. A vitória de Deus é uma vitória para todos aqueles que O seguem. Se a raça dos seres humanos criados recebesse o encargo de concluir a era, seja do ponto de vista do homem ou de Satanás, isso não seria mais do que um ato de oposição ou traição a Deus, não um ato de obediência a Deus, e a obra do homem se tornaria um instrumento para Satanás. Somente se o homem obedecer e seguir a Deus numa era introduzida pelo Próprio Deus, Satanás poderá ficar completamente convencido, pois esse é o dever de um ser criado. E assim Eu digo que vocês necessitam somente seguir e obedecer e não se pede mais nada de vocês. É isso o que significa que cada um cumpra seu dever e cada um desempenhe sua respectiva função. Deus faz Sua própria obra e não necessita que o homem faça Sua obra em Seu lugar, nem participa da obra dos seres criados. O homem cumpre seu próprio dever e não participa da obra de Deus; somente isso é a obediência e a prova da derrota de Satanás. Depois que o Próprio Deus tiver terminado de introduzir a nova era, Ele não descerá mais para operar Ele Mesmo entre os homens. É só então que o homem oficialmente entra na nova era para cumprir seu dever e executar sua missão como um ser criado. Esses são os princípios que governam a obra, os quais ninguém pode transgredir. Só operar desse jeito é sensato e razoável. A obra de Deus é para ser feita pelo Próprio Deus. É Ele quem põe a Sua obra em movimento e também Ele é quem a conclui. É Ele quem planeja a obra e também Ele é quem a gerencia e, mais que isso, é Ele quem completa a obra. Como está escrito na Bíblia: “Eu sou o Princípio e o Fim; Eu sou o Semeador e o Ceifeiro”. Tudo que se relaciona com a obra de Seu gerenciamento é feito por Ele Mesmo. Ele é o Governante do plano de gerenciamento de seis mil anos; ninguém pode fazer Sua obra em Seu lugar e ninguém pode levar a Sua obra a um término, pois é Ele quem segura tudo em Suas mãos. Tendo criado o mundo, Ele levará o mundo inteiro a viver em Sua luz e Ele também concluirá a era inteira, assim completando todo o Seu plano.

Extraído de ‘O mistério da encarnação (1)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 170

Todo o caráter de Deus foi revelado ao longo do plano de gestão de seis mil anos. Ele não é revelado apenas na Era da Graça, nem somente na Era da Lei, nem, menos ainda, somente neste período dos últimos dias. A obra feita nos últimos dias representa julgamento, ira e castigo. A obra feita nos últimos dias não pode substituir a obra da Era da Lei ou a da Era da Graça. No entanto, os três estágios, interconectando-se, formam uma entidade, e são todos a obra de um só Deus. Naturalmente, a execução dessa obra é dividida em eras separadas. A obra feita nos últimos dias encerra tudo; a que foi feita na Era da Lei foi a obra de início; e a que foi feita na Era da Graça é de redenção. Quanto às visões da obra em todo esse plano de gestão de seis mil anos, ninguém pode ganhar entendimento ou compreensão e essas visões permanecem enigmas. Nos últimos dias, apenas a obra da palavra é feita para inaugurar a Era do Reino, no entanto, ela não é representativa de todas as eras. Os últimos dias não são mais do que os últimos dias e não são mais que a Era do Reino, que não representam a Era da Graça ou a Era da Lei. É só que, nos últimos dias, toda a obra no plano de gestão de seis mil anos é revelada a vocês. Esse é o desvelar do mistério. Esse tipo de mistério é algo que não pode ser desvelado por homem nenhum. Não importa quão grande seja o entendimento que o homem tenha da Bíblia, ele permanece não sendo mais do que palavras, pois o homem não entende a substância da Bíblia. Quando o homem lê a Bíblia, ele pode receber algumas verdades, explicar algumas palavras ou sujeitar algumas passagens e capítulos famosos ao seu escrutínio mesquinho, mas ele nunca será capaz de desprender o significado contido nessas palavras, pois tudo o que o homem vê são palavras mortas, não as cenas das obras de Jeová e de Jesus, e o homem não tem como desvendar o mistério dessa obra. Portanto, o mistério do plano de gestão de seis mil anos é o maior, o mais oculto e o mais absolutamente inconcebível mistério para o homem. Ninguém pode entender diretamente a vontade de Deus, a menos que Ele Mesmo a explique e abra ao homem; caso contrário, essas coisas permanecerão para sempre um enigma para o homem e para sempre mistérios selados. Não se importem com os que estão no mundo religioso; se a vocês não fosse dito, hoje, vocês também não as entenderiam. Essa obra de seis mil anos é mais misteriosa do que todas as profecias dos profetas. Ela é o maior mistério desde a criação, e nem um dentre os profetas por todas as eras foi jamais capaz de sondá-la, pois esse mistério é desvendado apenas na era final e nunca foi revelado antes. Se vocês puderem compreender esse mistério e forem capazes de recebê-lo plenamente, então todas as pessoas religiosas serão conquistadas por esse mistério. Somente essa é a maior das visões; é aquilo que o homem deseja mais intensamente compreender, mas também aquilo que é mais obscuro para ele. Quando vocês estavam na Era da Graça, não sabiam o que eram a obra feita por Jesus nem a feita por Jeová. As pessoas não entendiam por que Jeová estabeleceu leis, por que Ele pediu ao povo que obedecessem às leis ou por que o templo tinha que ser construído, e muito menos as pessoas entendiam por que os israelitas foram levados do Egito para o deserto e depois para Canaã. Não foi até hoje que essas questões foram reveladas.

Extraído de ‘O mistério da encarnação (4)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 171

Ninguém é capaz de viver de maneira independente, exceto os que recebem especial instrução e orientação do Espírito Santo, pois as pessoas requerem o ministério e o pastoreio dos que são usados por Deus. Assim, em cada era Deus levanta diferentes pessoas que passam a se ocupar de pastorear as igrejas em benefício da Sua obra. O que equivale dizer que a obra de Deus deve ser feita por intermédio daqueles a quem Ele olha favoravelmente e aprova; o Espírito Santo deve usar a parte que está dentro deles que seja digna de uso para que o Espírito Santo possa operar e eles são tornados aptos para o uso de Deus através do aperfeiçoamento pelo Espírito Santo. Por ter uma capacidade de entendimento muito deficiente, o homem deve ser pastoreado por aqueles que são usados por Deus; foi assim com o uso que Deus fez de Moisés, em quem Ele encontrou muito que era adequado para ser usado na época e que usou para fazer a obra de Deus durante aquele estágio. Neste estágio, Deus usa um homem enquanto também aproveita a parte dele que pode ser usada pelo Espírito Santo para operar, e o Espírito Santo tanto o dirige quanto, ao mesmo tempo, aperfeiçoa a parte restante e não usável.

O trabalho realizado por quem é usado por Deus tem o propósito de colaborar com a obra de Cristo ou do Espírito Santo. Esse homem é levantado por Deus dentre os homens e está ali para liderar todos os escolhidos de Deus; ele também é levantado por Deus para fazer a obra de cooperação humana. Por intermédio de alguém assim, capaz de fazer a obra de cooperação humana, mais podem ser alcançadas tanto as exigências de Deus em relação ao homem quanto a obra que o Espírito Santo deve fazer dentre os homens. Outra forma de colocar isso é a seguinte: o objetivo de Deus ao usar esse homem é para que todos os que O seguem possam compreender melhor a Sua vontade e alcançar mais as Suas exigências. Como as pessoas são incapazes de entender diretamente as palavras ou a vontade de Deus, Deus levantou alguém que é usado para realizar tal obra. Essa pessoa que é usada por Deus também pode ser descrita como um meio pelo qual Deus guia as pessoas, como um “tradutor” na comunicação entre Deus e o homem. Assim, tal homem é diferente de todos os outros que trabalham na casa de Deus ou que são Seus apóstolos. Como os demais, pode-se dizer que ele é alguém que serve a Deus; mas, na substância de seu trabalho e no contexto de seu uso por parte de Deus, ele difere muito de outros obreiros e apóstolos. Em termos da substância de seu trabalho e do contexto de seu uso, o homem usado por Deus é levantado por Ele, é preparado por Ele para a obra de Deus e ele coopera na obra do Próprio Deus. Ninguém jamais poderia fazer seu trabalho em seu lugar — essa é a cooperação humana que é indispensável junto com a obra divina. O trabalho realizado por outros obreiros ou apóstolos, por sua vez, é apenas a transmissão e a implementação dos muitos aspectos dos arranjos para as igrejas ao longo de cada período, ou então a obra de alguma provisão vital simples a fim de sustentar a vida da igreja. Esses obreiros e apóstolos não são designados por Deus, muito menos podem ser chamados como aqueles que são usados pelo Espírito Santo. Eles são escolhidos dentre as igrejas e, após terem sido treinados e cultivados por certo tempo, os que estão aptos são mantidos, enquanto os que não se qualificam são enviados de volta para o lugar de onde vieram. Como essas pessoas são escolhidas dentre as igrejas, algumas mostram sua verdadeira índole após se tornarem líderes e outras até fazem muitas coisas más e acabam sendo eliminadas. Por outro lado, o homem que é usado por Deus é alguém que foi preparado por Deus, que tem um determinado calibre, e tem humanidade. Ele foi previamente preparado e tornado perfeito pelo Espírito Santo, é completamente conduzido pelo Espírito Santo e, especialmente quando se trata de sua obra, é guiado e comandado pelo Espírito Santo; o resultado disso é que não existe desvio algum na senda de conduzir os escolhidos de Deus, pois Deus certamente assume a responsabilidade por Sua própria obra e sempre faz Sua própria obra.

de ‘Quanto ao uso que Deus faz do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 172

A obra na corrente do Espírito Santo, seja a própria obra de Deus ou a obra de homens sendo usados, é a obra do Espírito Santo. A substância do Próprio Deus é o Espírito, que pode ser chamado de Espírito Santo ou Espírito sete vezes intensificado. Em suma, Eles são o Espírito de Deus. É que o Espírito de Deus tem nomes diferentes em eras diferentes, apenas isso. Mas a substância Deles é uma só. Portanto, a obra do Próprio Deus é a obra do Espírito Santo; a obra do Deus encarnado é nada menos do que o Espírito Santo em ação. A obra dos homens que são usados também é a obra do Espírito Santo. No entanto, a obra de Deus é a expressão completa do Espírito Santo, o qual é absolutamente verdadeiro, enquanto a obra das pessoas que são usadas é misturada com muitas coisas humanas e não é a expressão direta do Espírito Santo, muito menos a expressão completa Dele. A obra do Espírito Santo é variada e não é limitada por condições de qualquer natureza. A obra varia em pessoas diferentes e transmite substâncias de trabalho diferentes. A obra também difere em eras diferentes, assim como em países diferentes. Naturalmente, embora o Espírito Santo realize Sua obra de várias maneiras diferentes e de acordo com muitos princípios, não importa como a obra seja realizada ou em que tipo de pessoas, a substância é sempre diferente, e toda obra que Ele realiza em pessoas diferentes tem princípios e é capaz de representar a substância do objeto da obra. Isso ocorre porque a obra do Espírito Santo é bastante específica em Seu âmbito e bastante controlada. A obra realizada na carne encarnada não é a mesma que a obra realizada nas pessoas, e a obra também varia dependendo do calibre diferente das pessoas. A obra realizada na carne encarnada não é realizada nas pessoas, e na carne encarnada Ele não realiza a mesma obra que é realizada nas pessoas. Em suma, não importa como Ele realize a obra, a obra em objetos diferentes nunca é a mesma, e os princípios pelos quais Ele trabalha diferem de acordo com o estado e a natureza de pessoas diferentes. O Espírito Santo realiza a obra em pessoas diferentes baseado na substância inerente delas e não faz exigências além da sua substância inerente, nem realiza a obra nelas além do seu calibre real. Portanto, a obra do Espírito Santo no homem permite que as pessoas vejam a substância do objeto da obra. A substância inerente do homem não muda; o calibre real do homem é limitado. Quer o Espírito Santo use as pessoas ou realize a obra nelas, a obra é sempre de acordo com as limitações do calibre das pessoas, para que possam se beneficiar dela. Quando o Espírito Santo realiza a obra nos homens que são usados, tanto os dons quanto o calibre real deles são mobilizados e não são reservados. O calibre real deles é plenamente aplicado a serviço da obra. Pode-se dizer que Ele utiliza as partes disponíveis dos homens para alcançar os resultados da obra. Em contraste, na carne encarnada a obra é realizada para expressar diretamente a obra do Espírito e não é misturada com a mente e pensamentos humanos, é inalcançável pelos dons do homem, pela experiência do homem ou pela condição inata do homem. A obra múltipla do Espírito Santo é inteiramente destinada a beneficiar e edificar o homem. Mas algumas pessoas podem ser aperfeiçoadas enquanto outras não possuem as condições para atingir a perfeição, o que significa dizer que elas não podem ser aperfeiçoadas e dificilmente podem ser salvas, e mesmo que tenham sido objeto da obra do Espírito Santo, acabam sendo eliminadas. Em outras palavras, embora a obra do Espírito Santo seja edificar as pessoas, isso não significa que todos aqueles que foram objeto da obra do Espírito Santo serão completamente aperfeiçoados, porque o caminho seguido por muitos não é o caminho do aperfeiçoamento. Eles têm apenas a obra unilateral do Espírito Santo, e não a colaboração humana subjetiva ou a busca humana correta. Assim, a obra do Espírito Santo nessas pessoas torna-se obra a serviço daqueles que estão sendo aperfeiçoados. A obra do Espírito Santo não pode ser vista diretamente pelas pessoas ou diretamente tocada pelas próprias pessoas. Ela só pode ser expressa através da ajuda de homens que têm o dom da obra, ou seja, a obra do Espírito Santo é fornecida aos seguidores através da expressão dos homens.

Extraído de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 173

A obra do Espírito Santo é realizada e concluída através de diversos tipos de pessoas e diversas condições diferentes. Embora a obra de Deus encarnado possa representar a obra de uma era inteira e também a entrada das pessoas em uma era inteira, mesmo assim a obra sobre a entrada detalhada de pessoas precisa ser realizada por homens que são usados pelo Espírito Santo e não por Deus encarnado. Assim, a obra de Deus ou o próprio ministério de Deus é a obra da carne encarnada de Deus e não pode ser realizada pelo homem em Seu lugar. A obra do Espírito Santo é concluída através de vários tipos de pessoas diferentes e não pode ser realizada por apenas uma pessoa específica ou totalmente esclarecida através de uma pessoa específica. Os líderes das igrejas também não podem representar completamente a obra do Espírito Santo; só podem realizar algum trabalho de liderança. Assim, a obra do Espírito Santo pode ser dividida em três partes: a própria obra de Deus, a obra dos homens que são usados e a obra realizada em todos aqueles que estão na corrente do Espírito Santo. Entre as três, a própria obra de Deus é liderar a era inteira; a obra dos homens que são usados é liderar todos os seguidores de Deus, sendo enviados ou recebendo incumbências relacionadas à própria obra de Deus, e esses homens são os que colaboram com a obra de Deus; a obra realizada pelo Espírito Santo naqueles que estão na corrente é preservar Sua própria obra inteira, isto é, preservar a gestão integral e preservar Seu testemunho, aperfeiçoando ao mesmo tempo aqueles que podem ser aperfeiçoados. Essas três partes são a obra completa do Espírito Santo, mas sem a obra do Próprio Deus, a gestão inteira estancaria. A obra do Próprio Deus envolve a obra de toda a humanidade e também representa a obra da era inteira, o que significa que a própria obra de Deus representa cada dinâmica e tendência da obra do Espírito Santo, enquanto a obra dos apóstolos vem depois dela e segue dela, e ela não lidera a era nem representa tendências da obra do Espírito Santo numa era inteira. Eles realizam apenas a obra que o homem deve realizar, sem nenhuma relação com a obra de gestão. A própria obra de Deus é o projeto dentro da obra de gestão. A obra do homem é apenas o dever dos homens que são usados e não tem qualquer relação com a obra de gestão. Devido às diferentes identidades e representações da obra, embora ambas sejam obra do Espírito Santo, há diferenças claras e substanciais entre a própria obra de Deus e a obra do homem. Além disso, a extensão da obra realizada pelo Espírito Santo em objetos da obra com identidades diferentes varia. Esses são os princípios e âmbito da obra do Espírito Santo.

Extraído de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 174

A obra do homem representa sua experiência e sua humanidade. O que o homem fornece e a obra que o homem realiza o representam. A visão do homem, o raciocínio do homem, a lógica do homem e sua rica imaginação estão todos incluídos em sua obra. A experiência do homem é particularmente representativa de sua obra, e da experiência de uma pessoa sairão os componentes de sua obra. A obra do homem é capaz de expressar sua experiência. Quando algumas pessoas estão vivenciando um estado passivo, grande parte de sua comunhão consiste de elementos negativos. Se sua experiência por um período de tempo é positiva e elas especialmente têm sendas no lado positivo, o que elas comunicam é bastante encorajador e as pessoas serão capazes de obter delas uma provisão positiva. Se um trabalhador se torna passivo por um período de tempo, sua comunhão carregará sempre elementos negativos. Esse tipo de comunhão é deprimente e outros ficarão inconscientemente deprimidos ao seguir sua comunhão. O estado dos seguidores muda de acordo com o estado de seu líder. Um trabalhador expressa o que ele é por dentro e a obra do Espírito Santo frequentemente muda com o estado do homem. Ele realiza Sua obra de acordo com a experiência do homem e não obriga o homem, mas faz exigências ao homem de acordo com o curso normal de sua experiência. Isso significa que a comunhão do homem difere da palavra de Deus. O que o homem comunica transmite sua visão e experiência individuais, expressando o que eles veem e vivenciam com base na obra de Deus. Sua responsabilidade é descobrir, baseado na obra ou nas palavras de Deus, o que eles devem praticar ou onde devem entrar, e depois transmitir isso aos seguidores. Portanto, a obra do homem representa sua entrada e sua prática. Naturalmente, a essa obra se misturam aprendizados e experiências humanas, ou alguns pensamentos humanos. Não importa como o Espírito Santo realize Sua obra, seja no homem ou Deus encarnado, ela representa sempre os trabalhadores expressando o que eles são. Embora seja realizada pelo Espírito Santo, a obra é fundamentada na natureza inerente do homem, porque o Espírito Santo não trabalha sem fundamento. Em outras palavras, a obra não é feita do nada, mas está sempre de acordo com circunstâncias e condições reais. Só assim é possível transformar o caráter do homem, mudar suas noções e pensamentos antigos. O que o homem expressa é o que ele vê, vivencia e é capaz de imaginar. Mesmo que sejam doutrinas ou noções, estão ao alcance do pensamento do homem. Seja qual for a dimensão da obra do homem, ela não pode exceder o âmbito da experiência do homem, o que o homem vê ou o que o homem é capaz de imaginar ou conceber. O que Deus expressa é o que o Próprio Deus é e isso está fora do alcance do homem, isto é, fora do alcance do pensamento do homem. Ele expressa Sua obra de liderança de toda a humanidade, e isso não é relevante para os detalhes da experiência humana, mas sim para Sua própria gestão. O homem expressa sua experiência enquanto Deus expressa Seu ser — esse ser é Seu caráter inerente e está fora do alcance do homem. A experiência do homem é a visão e o conhecimento que ele adquire baseado na expressão de Deus de Seu ser. Essa visão e esse conhecimento são chamados de ser do homem. São expressos com base no caráter inerente do homem e em seu real calibre, por isso são chamados também de ser do homem. O homem é capaz de comunicar o que ele vivencia e vê. Ele é incapaz de comunicar o que ele não vivenciou ou viu, ou o que sua mente não consegue alcançar, isto é, as coisas que ele não tem dentro de si. Se o que o homem expressa não é sua experiência, então é sua imaginação ou doutrina. Em suma, não há realidade alguma em suas palavras. Se você nunca teve contato com as coisas da sociedade, não pode comunicar claramente os relacionamentos complexos da sociedade. Se você não tem família, mas outras pessoas estão falando sobre questões familiares, você não consegue entender grande parte do que elas estão dizendo. Portanto, o que o homem comunica e a obra que ele realiza representam seu ser interior. Se alguém comunica seu entendimento sobre castigo e julgamento, mas você não tem vivência disso, você não ousa negar esse conhecimento, muito menos ousa ter absoluta certeza sobre ele. A razão é que ele comunicou algo que você nunca vivenciou, que você nunca conheceu, e sua mente é incapaz de imaginar isso. Você só consegue apreender do conhecimento dessa pessoa um caminho futuro relacionado a castigo e julgamento. Mas esse caminho servirá apenas como entendimento baseado em doutrina e não pode substituir seu próprio entendimento, muito menos sua experiência. Talvez você ache que o que ele diz é bastante correto, mas quando você o vivencia, descobre que é impraticável em vários sentidos. Talvez você sinta que parte do conhecimento que ouve é totalmente impraticável; você cultiva noções sobre ele naquele momento e embora possa aceitá-lo, o faz com relutância. Mas quando você o vivencia, o conhecimento que lhe inspira noções se torna seu caminho de prática. E quanto mais você pratica, mais entende o verdadeiro valor e significado das palavras dele. Depois de passar pela experiência, você pode então falar sobre o conhecimento que deve ter sobre as coisas que vivenciou. Além disso, você também é capaz de distinguir entre aqueles cujo conhecimento é real e prático e aqueles cujo conhecimento é baseado em doutrina e é inútil. Portanto, se o conhecimento do qual você está falando coincide ou não com a verdade depende em grande parte de sua experiência prática. Quando houver verdade em sua experiência, seu conhecimento será prático e valioso. Através de sua experiência você é capaz também de adquirir discernimento e percepção, de aprofundar seu conhecimento e ampliar sua sabedoria e bom senso na condução de si mesmo. O conhecimento proferido por pessoas que não possuem a verdade é doutrina, por mais elevado que seja. Tais pessoas podem ser extremamente inteligentes quando se trata de questões da carne, mas não conseguem fazer distinções a respeito de questões espirituais. O motivo é que essas pessoas não têm experiência alguma em questões espirituais. Elas são pessoas que não são esclarecidas sobre questões espirituais e não entendem de assuntos espirituais. Seja qual for o tipo de conhecimento que você expressa, contanto que seja seu ser, então é sua experiência pessoal, seu conhecimento real. O que dizem aqueles que falam apenas doutrina, isto é, aqueles que não possuem a verdade ou a realidade, também pode ser considerado o ser deles, pois a doutrina deles só é obtida através de profunda contemplação e resulta de intensa meditação, mas é apenas doutrina, não passa de imaginação!

Extraído de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 175

As experiências de diferentes tipos de pessoas representam o que elas têm por dentro. Todos os que não têm experiência espiritual não podem falar sobre o conhecimento da verdade, ou o conhecimento correto sobre diferentes tipos de assuntos espirituais. O homem expressa o que ele é por dentro — isso é certo. Alguém que deseje ter conhecimento sobre assuntos espirituais e a verdade deve ter experiência real. Se você é incapaz de falar claramente sobre o bom senso relacionado à vida humana, como poderá falar sobre assuntos espirituais? Aqueles que lideram igrejas, proveem as pessoas com vida e são um apóstolo para o povo devem ter experiência real, compreensão correta dos assuntos espirituais, compreensão correta e experiência da verdade. Apenas homens assim estão qualificados para serem trabalhadores ou apóstolos que lideram as igrejas. Caso contrário, só podem seguir como os menos capazes e não podem liderar, muito menos ser apóstolos capazes de prover as pessoas com vida. Isso acontece porque a função dos apóstolos não é fugir ou lutar; é fazer a obra de ministrar vida e liderar os outros na transformação do caráter de cada um. É uma função desempenhada por aqueles que são convocados a assumir responsabilidades pesadas e não algo que qualquer um possa fazer. Esse tipo de obra só pode ser realizado por aqueles cujo ser tem vida, isto é, aqueles que têm experiência da verdade. Não pode ser realizado por qualquer um que renuncie, corra ou despenda; pessoas que não têm experiência da verdade, que não foram podadas ou julgadas, são incapazes de fazer esse tipo de obra. Pessoas sem experiência, isto é, pessoas sem realidade, são incapazes de enxergar claramente a realidade porque não faz parte do ser delas. Portanto, pessoas assim não só são incapazes de realizar a obra de liderança, como serão objeto de eliminação se passarem muito tempo sem a verdade. A visão de que você fala pode comprovar as dificuldades que você vivenciou, os motivos pelos quais você foi castigado, as questões sobre as quais você foi julgado. Isso vale também para as provações: as coisas em que alguém é refinado, as coisas em que alguém é fraco, essas são coisas em que ele tem experiência, as coisas em que ele tem caminhos. Por exemplo, uma pessoa que passa por frustrações no casamento vai comunicar com frequência: “Graças a Deus, louvado seja Deus, devo satisfazer o desejo do coração de Deus e oferecer toda a minha vida, colocar meu casamento inteiramente nas mãos de Deus. Estou disposto a dedicar toda a minha vida a Deus”. Todas as coisas que o homem tem por dentro podem demonstrar o que ele é por meio da comunhão. A velocidade com que uma pessoa fala, se seu tom de voz é alto ou baixo, essas questões não relacionadas à experiência não podem representar o que ela tem e é. Só podem indicar se sua personalidade é boa ou ruim, ou se sua natureza é boa ou má, mas não podem ser igualadas à sua experiência. A capacidade de expressão oral ou a habilidade ou velocidade da fala é apenas uma questão de prática e não pode substituir a experiência. Quando você fala de suas experiências individuais, você comunica o que considera importante e tudo que você tem por dentro. Minha fala representa Meu ser, mas o que Eu digo está fora do alcance do homem. O que Eu digo não é o que o homem vivencia e não é algo que o homem possa ver, nem algo que o homem possa tocar, mas é o que Eu sou. Algumas pessoas reconhecem apenas que o que Eu comunico é o que Eu vivenciei, mas não reconhecem que é a expressão direta do Espírito. O que Eu digo é, naturalmente, o que Eu vivenciei. Fui Eu quem realizou a obra de gestão por mais de seis mil anos. Eu vivenciei tudo desde o começo da criação da humanidade até o presente; como Eu poderia deixar de falar sobre isso? Quando se trata da natureza do homem, Eu a vi claramente e a observei por muito tempo; como Eu poderia deixar de falar dela claramente? Tendo visto claramente a essência do homem, Eu estou qualificado a castigar o homem e julgá-lo, porque o homem veio inteiramente de Mim, mas foi corrompido por Satanás. Evidentemente, Eu também estou qualificado a avaliar a obra que Eu realizei. Embora essa obra não seja realizada por Minha carne, é a expressão direta do Espírito, e é isso o que Eu tenho e o que Eu sou. Portanto, Eu estou qualificado a expressá-la e realizar a obra que Eu devo realizar. O que os homens dizem é o que eles vivenciaram. É o que eles viram, o que suas mentes conseguem alcançar e o que seus sentidos conseguem sentir. Isso é o que são capazes de comunicar. As palavras proferidas pela carne encarnada de Deus são a expressão direta do Espírito e expressam a obra que foi realizada pelo Espírito. A carne não a vivenciou ou viu, mas ainda assim expressa Seu ser porque a substância da carne é o Espírito, e Ele expressa a obra do Espírito. Embora a carne seja incapaz de alcançá-la, é a obra já realizada pelo Espírito. Depois da encarnação, através da expressão da carne, Ele permite que as pessoas conheçam o ser de Deus e vejam o caráter de Deus e a obra que Ele realizou. A obra de homem permite que as pessoas entendam mais claramente em que devem entrar e o que devem compreender; ela leva as pessoas a compreender e vivenciar a verdade. A obra do homem é amparar as pessoas; a obra de Deus é abrir novos caminhos e novas eras para a humanidade e revelar às pessoas aquilo que não é do conhecimento dos mortais, permitindo que conheçam Seu caráter. A obra de Deus é liderar toda a humanidade.

Extraído de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 176

A obra do Espírito Santo é inteiramente voltada a permitir que as pessoas obtenham benefícios, que sejam edificadas; não há obra que não beneficie as pessoas. Seja a verdade profunda ou superficial, e seja qual for o calibre daqueles que aceitam a verdade, tudo que o Espírito Santo realiza é benéfico para as pessoas. Mas a obra do Espírito Santo não pode ser diretamente realizada; deve passar pelos homens que colaboram com Ele. É somente dessa maneira que os resultados da obra do Espírito Santo podem ser obtidos. Naturalmente, quando a obra é diretamente realizada pelo Espírito Santo, não há nenhuma adulteração; mas quando é realizada através do homem, é bastante misturada e não é a obra original do Espírito Santo. Assim, a verdade muda em graus distintos. Os seguidores não recebem a intenção original do Espírito Santo, mas uma combinação da obra do Espírito Santo e da experiência e conhecimento do homem. A parte da obra do Espírito Santo que é recebida pelos seguidores é correta. A experiência e o conhecimento do homem que são recebidos variam porque os trabalhadores são diferentes. Depois que os trabalhadores são iluminados e orientados pelo Espírito Santo, subsequentemente, eles vivenciam com base nessa iluminação e orientação. Nessas experiências, estão combinadas a mente e a experiência do homem, bem como o ser da humanidade, após as quais recebem o devido conhecimento ou visão. Esse é caminho de prática após o homem vivenciar a verdade. Esse caminho de prática nem sempre é o mesmo porque as pessoas têm experiências diferentes e as coisas que as pessoas vivenciam são diferentes. Assim, a mesma iluminação do Espírito Santo resulta em conhecimento e prática diferentes, pois aqueles que recebem a iluminação são diferentes. Algumas pessoas cometem pequenos erros durante a prática, enquanto outras cometem erros maiores e outras não fazem nada além de cometer erros. O motivo é que a capacidade de compreensão das pessoas é diferente, assim como seu calibre real. Algumas pessoas entendem de um jeito ao ouvir uma mensagem, e outras entendem de outro jeito ao ouvir uma verdade. Algumas pessoas se desviam um pouco da verdade; outras não entendem nada do verdadeiro significado da verdade. Assim, as pessoas lideram de acordo com sua compreensão; essa é a mais pura verdade, pois sua obra só pode expressar seu ser. As pessoas lideradas por aqueles que têm compreensão correta da verdade também terão compreensão correta da verdade. Embora haja pessoas que compreendam a verdade erroneamente, são poucas e nem todas as pessoas cometerão erros. Se alguém tiver erros em seu entendimento da verdade, aqueles que o seguem sem dúvida alguma também estarão errados. Essas pessoas estarão erradas em todos os sentidos da palavra. O grau de compreensão da verdade entre os seguidores depende em grande parte dos trabalhadores. Naturalmente, a verdade de Deus é correta e livre de erros, e é absolutamente certa. Mas os trabalhadores não estão totalmente certos e não podem ser considerados totalmente confiáveis. Se os trabalhadores têm um caminho de praticar a verdade que é bastante prático, então os seguidores também terão um caminho de praticar a verdade. Se os trabalhadores não têm um caminho de praticar a verdade, mas apenas doutrina, os seguidores não terão nenhuma realidade. O calibre e a natureza dos seguidores vêm do berço e não têm relação com os trabalhadores. Mas até que ponto os seguidores entendem a verdade e conhecem Deus depende dos trabalhadores (isto vale apenas para algumas pessoas). Seja qual for a natureza de um trabalhador, assim serão seus seguidores. O que um trabalhador expressa é seu próprio ser e sem reservas. As exigências que ele faz aos seus seguidores são as que ele mesmo está disposto a realizar ou é capaz de alcançar. A maioria dos trabalhadores faz exigências aos seus seguidores com base em suas próprias realizações, embora muitas sejam totalmente inalcançáveis para as pessoas. O que as pessoas são incapazes de alcançar torna-se um obstáculo à entrada delas.

Extraído de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 177

Há muito menos desvio na obra daqueles que se submeteram à poda, sendo tratados, ao julgamento e ao castigo, e a expressão de sua obra é muito mais precisa. Aqueles que dependem de sua naturalidade para realizar a obra erram bastante. Há naturalidade demais na obra de pessoas imperfeitas, o que representa um grande obstáculo para a obra do Espírito Santo. Por melhor que seja o calibre de uma pessoa, ela também deve passar por poda, tratamento e julgamento antes que possa fazer o trabalho da comissão de Deus. Se não forem submetidos a tal julgamento, por melhor que seja a obra deles, não será condizente com os princípios da verdade e será apenas naturalidade e bondade humanas. O trabalho daqueles que foram podados, tratados e julgados é muito mais preciso do que o trabalho daqueles que não foram podados, tratados e julgados. Os que não foram julgados nada mais expressam do que carne e pensamentos humanos, misturados com bastante inteligência humana e talento inato. Não é a expressão exata do homem da obra de Deus. As pessoas que os seguem são trazidas diante deles por seu calibre inato. Como eles expressam excesso da percepção e experiência do homem, que são quase desconectadas da intenção original de Deus e se afastam demais dela, a obra desse tipo de pessoa não pode trazer as pessoas para diante de Deus, mas as traz, em vez disso, para diante do homem. Portanto, aqueles que não foram julgados e castigados não estão qualificados a realizar o trabalho da comissão de Deus. A obra de um trabalhador qualificado é capaz de trazer as pessoas para o caminho certo e permitir que se aprofundem na verdade. A obra que ele realiza pode trazer as pessoas para Deus. Além disso, a obra que ele realiza pode variar de um indivíduo para outro e não está sujeita a regras, proporcionando liberação e liberdade às pessoas. Além disso, elas podem crescer gradativamente na vida, aprofundar-se cada vez mais na verdade. A obra de um trabalhador não qualificado fica muito aquém disso; é uma obra tola. Ele só é capaz de trazer as pessoas para regras; o que ele exige das pessoas não varia de um indivíduo para outro; ele não realiza a obra de acordo com as necessidades reais das pessoas. Nesse tipo de obra, há regras e doutrinas demais, e ela é incapaz de trazer as pessoas para a realidade e para a prática normal de crescimento na vida. Pode apenas permitir que as pessoas obedeçam a algumas regras sem valor. Esse tipo de liderança só é capaz de desencaminhar as pessoas. Ele o orienta a se tornar o que ele é; ele só pode trazê-lo para o que ele tem e é. Para os seguidores identificarem quais líderes são qualificados, o segredo é observar o caminho a que eles conduzem e os resultados de sua obra, e ver se os seguidores recebem os princípios de acordo com a verdade e se recebem caminhos de prática adequados para sua transformação. Você tem de distinguir as diferentes obras de diferentes tipos de pessoas; você não deve ser um seguidor tolo. Isso passa pela questão da sua entrada. Se você não consegue distinguir qual liderança tem um caminho e qual não tem, será facilmente enganado. Tudo isso tem influência direta em sua própria vida. Há muita coisa natural demais na obra de pessoas não aperfeiçoadas; há muita vontade humana misturada. O ser delas é naturalidade, aquilo que trazem do berço, não a vida depois de tratada ou a realidade depois de transformada. Como esse tipo de pessoa pode amparar aqueles que estão buscando a vida? A vida original do homem é sua inteligência ou talento inato. Esse tipo de inteligência ou talento está muito longe das exigências rigorosas que Deus faz ao homem. Se um homem não foi aperfeiçoado e seu caráter corrupto não foi podado e lidado, haverá uma grande diferença entre o que ele expressa e a verdade; estará misturado com coisas vagas como sua imaginação e experiência unilateral etc. Além disso, não importa como ele realiza sua obra, as pessoas sentem que não há um objetivo geral nem uma verdade adequada à entrada de todas as pessoas. A maioria das exigências feitas às pessoas requer que elas façam o que está além da capacidade delas, forçando um pato a subir no poleiro. Essa é a obra da vontade humana. O caráter corrupto do homem, seus pensamentos e noções permeiam todas as partes de seu corpo. O homem não nasce com o instinto de praticar a verdade, nem tem o instinto de entender a verdade diretamente. Acrescente a isso o caráter corrupto do homem — quando esse tipo de pessoa natural trabalha, ele não causa interrupções? Mas um homem que foi aperfeiçoado tem experiência da verdade que as pessoas devem entender e conhecimento do caráter corrupto delas, de modo que as coisas vagas e irreais em sua obra são gradativamente reduzidas, as adulterações humanas se tornam mais raras e seu trabalho e serviço se aproximam cada vez mais dos padrões exigidos por Deus. Assim, seu trabalho entrou na realidade da verdade e também se tornou realista. Os pensamentos na mente do homem bloqueiam em particular a obra do Espírito Santo. O homem tem imaginação fértil, lógica razoável e longa experiência em lidar com assuntos. Quando não são podados e corrigidos, viram obstáculos para a obra. Portanto, a obra do homem é incapaz de alcançar o nível mais preciso, especialmente a obra de pessoas não aperfeiçoadas.

Extraído de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 178

A obra do homem tem certo alcance e limitações. Uma pessoa só é capaz de realizar a obra de uma determinada fase e não a obra da era inteira — caso contrário, ela conduzirá as pessoas a regras. A obra do homem só pode ser aplicada a um determinado período ou fase. Isso porque a experiência do homem tem um âmbito. Não se pode comparar a obra do homem à obra de Deus. Os caminhos de prática do homem e seu conhecimento da verdade só são aplicáveis em um âmbito específico. Não é possível dizer que o caminho que o homem percorre é integralmente a vontade do Espírito Santo, porque o homem só pode ser iluminado pelo Espírito Santo e não pode ser completamente preenchido pelo Espírito Santo. As coisas que o homem é capaz de vivenciar se restringem ao âmbito da humanidade normal e não podem exceder a capacidade dos pensamentos da mente humana normal. Todos aqueles que podem viver a realidade da verdade vivenciam dentro desse limite. Quando vivenciam a verdade, é sempre uma experiência da vida humana normal sob a iluminação do Espírito Santo, não uma experiência que foge à vida humana normal. Eles vivenciam a verdade iluminados pelo Espírito Santo com base nas experiências de sua vida humana. Além disso, essa verdade varia de uma pessoa para outra e sua profundidade está relacionada ao estado da pessoa. Pode-se dizer apenas que o caminho que eles percorrem é a vida humana normal de um homem que busca a verdade, e que é o caminho percorrido por uma pessoa normal que tem a iluminação do Espírito Santo. Não se pode dizer que o caminho que eles percorrem é o caminho tomado pelo Espírito Santo. Na experiência humana normal, já que as pessoas que buscam não são iguais, a obra do Espírito Santo também não é igual. Além disso, como os ambientes que eles vivenciam e os limites de sua experiência tampouco são iguais, devido à mistura de suas mentes e pensamentos, sua experiência é misturada em diferentes níveis. Cada pessoa entende uma verdade de acordo com suas diferentes condições individuais. Sua compreensão do verdadeiro significado da verdade não é completa e limita-se a um ou alguns aspectos dela. O âmbito em que a verdade é vivenciada pelo homem é sempre baseado nas diferentes condições dos indivíduos e, portanto, não é igual. Assim, o conhecimento sobre a mesma verdade expresso por pessoas diferentes não é igual. Ou seja, a experiência do homem é sempre limitada e não pode representar integralmente a vontade do Espírito Santo, e a obra do homem não pode ser vista como obra de Deus, mesmo se o que é expresso pelo homem se aproxime da vontade de Deus, mesmo se a experiência do homem se aproxime da obra de aperfeiçoamento a ser realizada pelo Espírito Santo. O homem só pode ser servo de Deus realizando a obra que lhe é confiada por Deus. O homem só pode expressar o conhecimento sob a iluminação do Espírito Santo e as verdades obtidas de sua experiência pessoal. O homem não é qualificado nem tem condições de ser a expressão do Espírito Santo. Ele não tem o direito de dizer que a obra do homem é obra de Deus. A obra do homem tem princípios próprios e todos os homens têm experiências diferentes e condições variadas. A obra do homem inclui todas as suas experiências sob a iluminação do Espírito Santo. Essas experiências só podem representar o ser do homem e não representam o ser de Deus ou a vontade do Espírito Santo. Portanto, não se pode dizer que o caminho percorrido pelo homem seja o caminho percorrido pelo Espírito Santo, porque a obra do homem não pode representar a obra de Deus, e a obra do homem e a experiência do homem não são a vontade integral do Espírito Santo. A obra do homem tende a seguir uma regra e o método de sua obra é facilmente confinado a um âmbito limitado e é incapaz de conduzir as pessoas a um caminho livre. A maioria dos seguidores vive dentro de um âmbito limitado e seu modo de vivenciar também é limitado a esse âmbito. A experiência do homem é sempre limitada; o método de sua obra também é limitado a alguns tipos e não pode ser comparado à obra do Espírito Santo ou à obra do Próprio Deus — porque a experiência do homem é, em última análise, limitada. No entanto Deus realiza Sua obra, ela não tem regras; no entanto ela é realizada, não se limita a um caminho. Não há regra alguma na obra de Deus — toda a Sua obra é solta e livre. Por mais que o homem siga a Deus, é incapaz de resumir qualquer lei dos caminhos de Sua obra. Embora Sua obra se baseie em princípios, é sempre realizada de novas maneiras e sempre tem novos desdobramentos que estão além do alcance do homem. Durante um período de tempo, Deus pode ter vários tipos de obra diferentes e maneiras diferentes de liderar, permitindo que as pessoas tenham sempre novas entradas e novas mudanças. É impossível descobrir as leis de Sua obra porque Ele sempre a está realizando de novas maneiras. Só assim os seguidores de Deus não se apegam a regras. A obra do Próprio Deus sempre evita as noções das pessoas e se opõe a essas noções. Somente aqueles que O seguem e perseguem com um coração sincero podem ter seu caráter transformado e são capazes de viver livremente sem estarem sujeitos a regras ou limitados por noções religiosas de qualquer espécie. As exigências que a obra do homem faz às pessoas são baseadas em sua própria experiência e no que ele mesmo pode alcançar. O grau dessas exigências está restrito a um determinado âmbito e os modos de prática também são muito limitados. Assim, os seguidores vivem inconscientemente dentro desse âmbito limitado; com o passar do tempo, eles se transformam em regras e rituais. Se a obra de um período for liderada por uma pessoa que não foi pessoalmente aperfeiçoada por Deus e não foi julgada, todos seus seguidores se tornarão religiosos radicais e especialistas em resistir a Deus. Portanto, para ser um líder qualificado, deve-se ter sido julgado e ter aceitado seu aperfeiçoamento. Aqueles que não foram julgados, mesmo que tenham a obra do Espírito Santo, expressam apenas coisas vagas e irreais. Com o tempo, conduzirão as pessoas a regras vagas e sobrenaturais. A obra que Deus realiza não coaduna com a carne do homem; não coaduna com os pensamentos do homem, e sim contraria as noções do homem; não é misturada com noções religiosas vagas. Os resultados de Sua obra não podem ser alcançados por um homem que não foi aperfeiçoado por Ele e estão fora do alcance do pensamento do homem.

Extraído de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 179

A obra na mente humana é muito facilmente alcançada pelo homem. Pastores e líderes do mundo religioso, por exemplo, confiam em seus dons e posições para realizar sua obra. As pessoas que os seguem por muito tempo serão infectadas por seus dons e influenciadas por parte do que eles são. Eles se concentram nos dons, habilidades e conhecimento das pessoas e dão atenção a algumas coisas sobrenaturais e a várias doutrinas irrealistas profundas (essas doutrinas profundas são obviamente inatingíveis). Não se concentram na mudança dos caracteres das pessoas, mas sim em treiná-las para pregar e trabalhar, aprimorando o conhecimento das pessoas e suas abundantes doutrinas religiosas. Não se concentram em até que ponto o caráter das pessoas é mudado ou até que ponto as pessoas entendem a verdade. Não se preocupam com a substância das pessoas, muito menos tentam conhecer os estados normais e anormais delas. Não contestam as noções das pessoas, tampouco revelam suas noções, e muito menos podam as pessoas por causa de suas deficiências ou corrupções. A maioria daqueles que os seguem servem com seus dons e tudo que soltam são noções religiosas e teorias teológicas, que estão desconectados da realidade e totalmente incapazes de conferir vida às pessoas. Na verdade, a essência de seu trabalho é nutrir talento, tornando uma pessoa que não tem nada em um talentoso formando de seminário que mais tarde prossegue para realizar sua obra e liderar. Você é capaz de descobrir alguma lei nos seis mil anos da obra de Deus? Há muitas regras e restrições na obra que o homem realiza, e o cérebro humano é por demais dogmático. Portanto, o que o homem expressa é algum conhecimento e compreensão dentro de todas as suas experiências. O homem é incapaz de expressar qualquer coisa além disso. As experiências ou conhecimentos do homem não surgem de seus dons inatos ou de seu instinto; surgem da orientação e do pastoreio direto de Deus. O homem tem apenas o órgão para aceitar esse pastoreio e não o órgão para expressar diretamente o que é a divindade. O homem é incapaz de ser a fonte, ele só pode ser um recipiente que recebe água da fonte; esse é o instinto humano, o órgão que se deve ter como ser humano. Se uma pessoa perde o órgão para aceitar a palavra de Deus e perde o instinto humano, ela perde também o que é mais precioso e perde o dever do homem criado. Se uma pessoa não tem conhecimento ou experiência da palavra de Deus ou de Sua obra, ela perde seu dever, o dever que deve cumprir como ser criado e perde a dignidade de um ser criado. É instinto de Deus expressar o que é a divindade, seja na carne ou diretamente pelo Espírito; esse é o ministério de Deus. O homem expressa suas próprias experiências ou conhecimento (isto é, expressa o que ele é) durante a obra de Deus ou depois; esse é o instinto do homem e o dever do homem, é o que o homem deve realizar. Embora a expressão do homem fique muito aquém do que Deus expressa, e haja muitas regras naquilo que o homem expressa, o homem deve cumprir seu dever e fazer o que deve fazer. O homem deve fazer tudo o que for humanamente possível para cumprir seu dever, e não deve haver a mínima restrição.

Extraído de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 180

Vocês precisam saber diferenciar a obra de Deus da obra do homem. O que conseguem enxergar na obra do homem? Há diversos elementos da experiência do homem na obra do homem; o homem expressa o que ele é. A própria obra de Deus também expressa o que Ele é, mas o Seu ser é diferente do ser do homem. O ser do homem representa a experiência e a vida do homem (o que o homem vivencia ou encontra em sua vida, ou as filosofias que tenha para a vida), e pessoas que vivem em ambientes diferentes expressam seres diferentes. Se você tem ou não experiências sociais e a maneira como você vive e experimenta em família podem ser vistos naquilo que você expressa, ao passo que você não consegue ver na obra de Deus encarnado se Ele tem ou não experiências sociais. Ele tem plena ciência da essência do homem, Ele é capaz de revelar todos os tipos de práticas relativas a todos os tipos de pessoas. Ele é ainda mais habilidoso em revelar o caráter corrupto e o comportamento rebelde dos homens. Ele não vive entre as pessoas mundanas, mas está ciente da natureza dos mortais e de todas as corrupções das pessoas mundanas. Isso é o que Ele é. Embora Ele não lide com o mundo, Ele conhece as regras de lidar com o mundo porque Ele entende plenamente a natureza humana. Ele conhece a obra do Espírito que os olhos do homem não podem ver e que os ouvidos do homem não podem ouvir, tanto de hoje quanto do passado. Isso inclui sabedoria que não é uma filosofia para a vida e maravilhas que são difíceis para as pessoas entenderem. Isso é o que Ele é, aberto às pessoas e também oculto das pessoas. O que Ele expressa não é o que uma pessoa extraordinária é, mas os atributos e o ser inerentes do Espírito. Ele não viaja pelo mundo, mas sabe tudo sobre ele. Ele interage com os “antropoides” que não têm conhecimento ou discernimento, mas Ele expressa palavras que são superiores ao conhecimento e acima dos grandes homens. Ele vive entre um grupo de pessoas obtusas e entorpecidas que não têm humanidade e que não entendem as convenções e vidas humanas, mas Ele pode pedir aos homens que vivam a humanidade normal, revelando ao mesmo tempo a humanidade abjeta e inferior dos homens. Tudo isso é o que Ele é, superior a qualquer pessoa de carne e osso. Para Ele, é desnecessário vivenciar uma vida social complicada, incômoda e sórdida para realizar a obra que Ele precisa realizar e revelar plenamente a essência da humanidade corrupta. A vida social sórdida não edifica Sua carne. Sua obra e palavras revelam somente a desobediência do homem e não fornecem ao homem a experiência e os ensinamentos para lidar com o mundo. Ele não precisa investigar a sociedade ou a família do homem ao dar vida ao homem. A exposição e o julgamento do homem não são uma expressão das experiências de Sua carne; servem para revelar a injustiça do homem após tanto tempo conhecendo a desobediência do homem e abominando a corrupção da humanidade. A obra que Ele realiza é inteiramente para revelar Seu caráter ao homem e expressar Seu ser. Só Ele pode realizar essa obra, não é algo que uma pessoa de carne e osso possa realizar.

Extraído de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 181

A obra que Deus realiza não representa a experiência da Sua carne; a obra que o homem realiza representa a experiência do homem. Todos falam sobre suas experiências pessoais. Deus é capaz de expressar a verdade diretamente, enquanto o homem só é capaz de expressar a experiência correspondente depois de vivenciar a verdade. A obra de Deus não tem regras e não está sujeita a restrições temporais ou geográficas. Ele pode expressar o que Ele é a qualquer hora, em qualquer lugar. Ele realiza a obra como quer. A obra do homem tem condições e contexto; caso contrário, ele é incapaz de realizá-la e expressar seu conhecimento de Deus ou sua experiência da verdade. Basta comparar as diferenças entre elas para identificar se é a obra de Deus ou a obra do homem. Se não houver a obra feita pelo Próprio Deus e houver apenas a obra do homem, você simplesmente saberá que os ensinamentos dos homens são elevados, além da capacidade de qualquer outra pessoa; seu tom de voz, seus princípios ao lidar com as coisas e sua maneira experiente e segura estão além do alcance dos outros. Todos vocês admiram essas pessoas de bom calibre e conhecimento altivo, mas vocês são incapazes de enxergar com base na obra e nas palavras de Deus quão elevada é Sua humanidade. Em vez disso, Ele é comum, e quando está realizando a obra é normal e real, mas é também incomensurável para os mortais, o que faz com que as pessoas sintam uma espécie de reverência por Ele. Talvez a experiência de uma pessoa em sua obra seja particularmente elevada, ou sua imaginação e raciocínio sejam particularmente elevados e sua humanidade seja particularmente boa; esses só podem ganhar a admiração das pessoas, mas não despertar sua reverência e medo. As pessoas admiram aqueles que têm capacidade para realizar a obra, que têm experiência particularmente profunda e são capazes de praticar a verdade, mas eles nunca conseguem despertar reverência, apenas admiração e inveja. Mas as pessoas que vivenciaram a obra de Deus não admiram Deus, ao contrário, sentem que Sua obra está além do alcance humano e é incompreensível para o homem, e que é fresca e maravilhosa. Quando as pessoas vivenciam a obra de Deus, a primeira coisa que aprendem é que Ele é insondável, sábio e maravilhoso, e, inconscientemente, elas O reverenciam e sentem o mistério da obra que Ele realiza, que está além do alcance da mente humana. As pessoas querem apenas satisfazer Suas exigências, satisfazer Seus desejos; não desejam superá-Lo, pois a obra que Ele realiza vai além do pensamento e da imaginação do homem e não pode ser realizada pelo homem. O homem nem ao menos conhece suas próprias imperfeições, enquanto Ele abriu um novo caminho e veio conduzir o homem a um mundo mais novo e mais belo, de modo que a humanidade fez novos progressos e teve um novo começo. O que as pessoas sentem por Deus não é admiração, ou melhor, não é apenas admiração. Sua experiência mais profunda é reverência e amor, seu sentimento é que Deus é de fato maravilhoso. Deus realiza uma obra que o homem é incapaz de fazer, Ele diz coisas que o homem é incapaz de dizer. As pessoas que vivenciaram Sua obra têm sempre um sentimento indescritível. Pessoas com experiências mais profundas o bastante podem entender o amor de Deus; elas podem sentir Sua beleza, que Sua obra é tão sábia, tão maravilhosa, daí um infinito poder é gerado entre elas. Não é medo ou amor e respeito ocasionais, mas um sentimento profundo da compaixão e tolerância de Deus com o homem. No entanto, as pessoas que vivenciaram Seu castigo e julgamento sentem que Ele é majestoso e inofendível. Mesmo as pessoas que vivenciaram muito de Sua obra são incapazes de compreendê-Lo; todos os que genuinamente O reverenciam sabem que Sua obra não está em harmonia com as noções das pessoas, mas é sempre oposta a essas noções. Ele não precisa que as pessoas tenham admiração total ou aparentem se submeter a Ele, e sim que tenham verdadeira reverência e verdadeira submissão. Em grande parte de Sua obra, qualquer pessoa com verdadeira experiência sente reverência por Ele, o que é mais do que admiração. As pessoas viram Seu caráter graças à Sua obra de castigo e julgamento, e por isso elas O reverenciam em seus corações. Deus deve ser reverenciado e obedecido, porque Seu ser e Seu caráter não são os mesmos de um ser criado e estão acima daqueles de um ser criado. Deus é autoexistente e eterno, Ele é um ser não criado, e somente Deus é digno de reverência e obediência; o homem não está qualificado para isso. Assim, todas as pessoas que vivenciaram Sua obra e verdadeiramente O conheceram têm reverência por Ele. Contudo, aqueles que não abandonam suas noções sobre Ele, isto é, aqueles que simplesmente não O consideram Deus, não têm nenhuma reverência por Ele, e embora O sigam, não são conquistados; são pessoas desobedientes por natureza. Ele realiza essa obra para que todos os seres criados possam reverenciar o Criador, adorá-Lo e submeter-se ao Seu domínio incondicionalmente. Esse é o resultado final que Sua obra integral visa alcançar. Se as pessoas que vivenciaram tal obra não reverenciam Deus, mesmo minimamente, se a desobediência passada delas não muda, então certamente serão eliminadas. Se a atitude de uma pessoa em relação a Deus é apenas admirar ou mostrar respeito à distância e não amar o mínimo que seja, é isso que uma pessoa sem coração para amar a Deus alcança, e essa pessoa carece de condições para ser aperfeiçoada. Se tanta obra é incapaz de obter o amor verdadeiro de uma pessoa, isso significa que a pessoa não ganhou Deus e não busca genuinamente a verdade. Uma pessoa que não ama Deus não ama a verdade e, portanto, não pode ganhar Deus, muito menos receber a aprovação de Deus. Tais pessoas, independentemente de como vivenciem a obra do Espírito Santo, e independentemente de como vivenciem o julgamento, são incapazes de reverenciar Deus. São pessoas cuja natureza é imutável, que têm um caráter extremamente maligno. Todos aqueles que não reverenciam Deus serão eliminados, serão objetos de punição e serão punidos como aqueles que praticam o mal, sofrendo ainda mais do que aqueles que praticaram coisas iníquas.

Extraído de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 182

Afinal, a obra de Deus é diferente do trabalho dos homens e, além do mais, como Suas expressões poderiam ser iguais às deles? Deus tem Seu caráter próprio e especial, enquanto o homem tem deveres que deveria cumprir. O caráter de Deus é expressado em Sua obra, enquanto o dever do homem é representado nas experiências do homem e expressado nas buscas do homem. Assim, se torna evidente, através do trabalho que é feito, se algo é expressão de Deus ou expressão do homem. Isso não precisa ser explicado pelo Próprio Deus, tampouco exige que o homem se esforce para dar testemunho; além do mais, não é necessário que o Próprio Deus suprima qualquer pessoa. Tudo isso vem como uma revelação natural; não é nem forçado nem algo em que o homem possa interferir. O dever do homem pode ser conhecido através de suas experiências e não exige que as pessoas façam qualquer trabalho experiencial adicional. Toda a essência do homem pode ser revelada conforme ele cumpre seu dever, ao passo que Deus pode expressar Seu caráter inerente enquanto realiza a Sua obra. Se for o trabalho do homem, então não pode ser encoberto. Se for a obra de Deus, então o caráter de Deus é ainda mais impossível de ser ocultado por alguém, muito menos de ser controlado pelo homem. Não é possível dizer que homem algum seja Deus, nem que seu trabalho e suas palavras sejam vistos como santos ou considerados imutáveis. É possível dizer que Deus é humano porque Ele Se revestiu em carne, mas Sua obra não pode ser considerada trabalho do homem nem dever do homem. Além do mais, as declarações de Deus e as cartas de Paulo não podem ser igualadas, tampouco é possível falar em termos iguais do julgamento e castigo de Deus e das palavras de instrução do homem. Existem, portanto, princípios que distinguem a obra de Deus do trabalho do homem. Esses são diferenciados de acordo com sua essência, não pelo escopo do trabalho nem por sua eficácia temporária. No que diz respeito a esse tema, a maioria das pessoas comete erros de princípio. Isso se dá porque o homem olha para o exterior, o que consegue alcançar, enquanto Deus olha para a essência, que não pode ser observada com os olhos físicos da humanidade. Se você considerar as palavras e a obra de Deus como os deveres de um homem mediano e ver o trabalho em grande escala do homem como a obra de Deus revestido em carne e não como o dever que o homem cumpre, então você não está enganado em princípio? As cartas e as biografias do homem podem ser escritas facilmente, mas apenas sobre o fundamento da obra do Espírito Santo. As declarações e a obra de Deus, porém, não podem ser realizadas facilmente pelo homem nem alcançadas por sabedoria e pensamento humanos, tampouco as pessoas podem explicá-las a fundo após explorá-las. Se essas questões de princípio não despertarem nenhuma reação em vocês, então, evidentemente, sua fé não é muito verdadeira nem refinada. Só é possível dizer que sua fé é cheia de imprecisão e é confusa e sem princípios. Sem entender nem mesmo as questões essenciais mais básicas de Deus e do homem, esse tipo de fé não é algo que carece completamente de perceptibilidade?

Extraído de ‘Qual é a sua posição em relação às treze epístolas?’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 183

Jesus esteve na terra por trinta e três anos e meio, Ele veio para executar a obra da crucificação, e por meio da crucificação Deus ganhou uma parte de glória. Quando Deus veio na carne, Ele foi capaz de ser humilde e oculto e foi capaz de suportar sofrimento tremendo. Apesar de ser o Próprio Deus, Ele ainda assim suportou cada humilhação e cada injúria e suportou dor enorme ao ser pregado à cruz de modo a completar a obra da redenção. Depois que esse estágio da obra foi concluído, apesar de as pessoas verem que Deus tinha ganhado enorme glória, essa não era a totalidade de Sua glória; era apenas uma parte de Sua glória, que Ele tinha ganhado de Jesus. Apesar de Jesus ter sido capaz de suportar todas as dificuldades, de ser humilde e oculto, de ser crucificado por Deus, Deus só ganhou uma parte de Sua glória, e Sua glória foi ganha em Israel. Deus ainda tem outra parte de glória: vir à terra para de fato operar e aperfeiçoar um grupo de pessoas. Durante o estágio da obra de Jesus, Ele fez algumas coisas sobrenaturais, mas aquele estágio da obra não foi de jeito nenhum apenas para executar os sinais e maravilhas. Foi primeiramente para mostrar que Jesus podia sofrer e ser crucificado por Deus, que Jesus foi capaz de sofrer dor tremenda porque Ele amava Deus, e que apesar de Deus O abandonar, Ele ainda estava disposto a sacrificar Sua vida pela vontade de Deus. Depois que Deus tinha completado Sua obra em Israel e Jesus foi pregado à cruz, Deus foi glorificado e Deus tinha dado testemunho perante Satanás. Vocês nem sabem nem viram como Deus Se tornou carne na China, então, como podem ver que Deus foi glorificado? Quando Deus executa muita obra de conquista em vocês, e vocês permanecem firmes, então essa etapa da obra de Deus é bem-sucedida, e essa é parte da glória de Deus. Vocês só veem isso, e vocês ainda precisam ser tornados perfeitos por Deus, ainda precisam entregar seu coração por inteiro a Deus. Vocês ainda estão por ver Sua glória por inteiro; vocês só veem que Deus já conquistou seu coração, que vocês nunca podem abandoná-Lo, que vão seguir Deus até o fim e o seu coração não vai mudar, e que essa é a glória de Deus. No que vocês veem a glória de Deus? Nos efeitos de Sua obra nas pessoas. As pessoas veem que Deus é tão amável, elas têm Deus no coração e não estão dispostas a abandoná-Lo, e essa é a glória de Deus. Quando a força dos irmãos e das irmãs das igrejas se erguer e eles puderem amar Deus de coração, ver a força suprema da obra executada por Deus, a força incomparável de Suas palavras, quando virem que Suas palavras carregam autoridade e que Ele pode embarcar em Sua obra na cidade fantasma da China continental, quando, apesar de as pessoas serem fracas, seu coração se curvar perante Deus e elas estiverem dispostas a aceitar as palavras de Deus, e quando, apesar de serem fracas e ineptas, forem capazes de ver que as palavras de Deus são tão amáveis e tão merecedoras de ser valorizadas pelas pessoas, então essa é a glória de Deus. Quando chegar o dia em que as pessoas forem aperfeiçoadas por Deus e forem capazes de se entregar perante Ele e puderem obedecer a Deus completamente e deixar seus prospectos e destino nas mãos de Deus, então a segunda parte da glória de Deus terá sido inteiramente ganha. Quer dizer, quando a obra do Deus prático tiver sido inteiramente completada, Sua obra na China continental chegará ao fim; em outras palavras, quando aqueles que foram predestinados a escolhidos por Deus tiverem sido aperfeiçoados, Deus será glorificado. Deus disse que Ele trouxe a segunda parte de Sua glória ao Oriente, no entanto, isso é invisível a olho nu. Deus trouxe Sua obra ao Oriente: Ele já chegou ao Oriente, e essa é a glória de Deus. Hoje, apesar de Sua obra ainda estar por se completar, porque Deus decidiu operar, ela com certeza será realizada. Deus decidiu que Ele vai completar esta obra na China, e Ele resolveu completar vocês. Assim, Ele não lhes dá saída — Ele já conquistou o coração de vocês, e você precisa seguir em frente independentemente de querer ou não, e quando vocês são ganhos por Deus, Deus é glorificado. Hoje, Deus ainda está por ser completamente glorificado, porque vocês ainda estão por ser aperfeiçoados, e apesar de o coração de vocês ter retornado a Deus, ainda há várias fraquezas em sua carne, vocês são incapazes de satisfazer a Deus, são incapazes de ter em mente a vontade de Deus, e há muitas coisas negativas que precisam ser extirpadas de vocês.

Extraído de ‘Uma breve conversa sobre “O Reino Milenar chegou”’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 184

Na época, a obra de Jesus foi a redenção de toda a humanidade. Os pecados de todos que acreditavam Nele foram perdoados; contanto que você acreditasse Nele, Ele o redimiria; se você acreditasse Nele, não era mais pecador e estava aliviado de seus pecados. É isso que significava ser salvo e ser justificado pela fé. No entanto, naqueles que acreditavam ainda restava o que era rebelde e se opunha a Deus e o que ainda precisava ser removido lentamente. A salvação não significava que o homem havia sido completamente ganho por Jesus, mas sim que o homem não era mais do pecado, que ele havia sido perdoado de seus pecados: se você acreditasse, nunca mais seria do pecado. À época, Jesus fez muitas obras que eram incompreensíveis para Seus discípulos, e Ele disse muitas coisas que as pessoas não entenderam. Isso porque, na época, Ele não deu explicações. Assim, vários anos depois que Ele partiu, Mateus criou Sua genealogia, e outros também fizeram muitas obras que eram da vontade do homem. Jesus não veio para aperfeiçoar e ganhar o homem, mas sim para realizar um estágio da obra: dar origem ao evangelho do reino dos céus e completar a obra da crucificação — e, assim, assim que Jesus foi crucificado, Sua obra chegou ao fim completo. Entretanto, no estágio atual — a obra de conquista — mais palavras devem ser ditas, mais obra deve ser feita, e deve haver muitos processos. Assim também devem os mistérios da obra de Jesus e Jeová ser revelados, para que todas as pessoas possam ter entendimento e clareza em suas crenças, pois esta é a obra dos últimos dias, e os últimos dias são o fim da obra de Deus, o momento da conclusão desta obra. Esta etapa da obra elucidará para você a lei de Jeová e a redenção de Jesus, e é principalmente para que você entenda toda a obra do plano de gestão de seis mil anos de Deus e entenda todo o significado e substância desse plano e compreenda o propósito de toda a obra feita por Jesus, as palavras que Ele falou, e até mesmo sua crença cega e adoração da Bíblia. Permitirá que você perceba completamente tudo isso. Você passará a entender tanto a obra feita por Jesus quanto a obra de Deus hoje; você entenderá e contemplará toda a verdade, a vida e o caminho. No estágio da obra feita por Jesus, por que Jesus partiu sem fazer a obra de conclusão? Porque o estágio da obra de Jesus não foi a obra de conclusão. Quando Ele foi pregado na cruz, as palavras Dele também chegaram ao fim; depois de Sua crucificação, Sua obra terminou completamente. O estágio atual é diferente: somente depois das palavras serem ditas até o fim e toda a obra de Deus ser concluída terá Sua obra terminado. Durante o estágio da obra de Jesus, muitas palavras permaneceram não ditas ou não foram plenamente articuladas. No entanto, Jesus não se importava com o que Ele disse ou não, pois Seu ministério não era um ministério de palavras e, assim, depois de ser pregado na cruz, Ele partiu. Aquele estágio da obra foi principalmente pela questão da crucificação, e é diferente do estágio atual. Este estágio da obra é principalmente para completar, esclarecer e concluir toda a obra. Se as palavras não forem ditas até o fim, não haverá como concluir esta obra, pois nesta etapa da obra toda a obra é concluída e realizada utilizando palavras. Na época, Jesus fez muita obra que era incompreensível para o homem. Ele partiu em silêncio, e ainda hoje há muitos que não entendem Suas palavras, cujo entendimento é errôneo, mas ainda acreditam, baseados nisso, estar corretos, que não sabem que estão errados. No final, este estágio atual trará a obra de Deus a um final completo e levará à sua conclusão. Todos entenderão e conhecerão o plano de gestão de Deus. As concepções dentro do homem, suas intenções, sua compreensão errônea, suas concepções em relação à obra de Jeová e de Jesus, suas visões sobre os gentios e todos seus outros desvios e erros serão corrigidos. E o homem entenderá todos os caminhos corretos da vida, toda a obra feita por Deus e toda a verdade. Quando isso acontecer, este estágio da obra chegará ao fim. A obra de Jeová foi a criação do mundo, foi o início; este estágio da obra é o fim e a conclusão da obra. No início, a obra de Deus foi realizada entre os escolhidos de Israel e ela foi o alvorecer de uma nova época no mais santo de todos os lugares. O último estágio da obra é realizado no mais impuro de todos os países, para julgar o mundo e acabar com a era. No primeiro estágio, a obra de Deus foi feita no mais brilhante de todos os lugares, enquanto o último estágio é realizado no mais escuro de todos os lugares, e essa escuridão será expulsa, a luz surgirá e todo o povo conquistado. Quando as pessoas desse lugar mais impuro e mais escuro de todos tiverem sido conquistadas e toda a população tiver reconhecido que existe um Deus, que é o verdadeiro Deus, quando cada pessoa tiver sido totalmente convencida, esse fato será utilizado para realizar a obra de conquista em todo o universo. Este estágio da obra é simbólico: uma vez concluída a obra desta era, a obra de seis mil anos de gestão chegará a um fim completo. Uma vez que aqueles que estão no mais escuro de todos os lugares tiverem sido conquistados, é evidente que também será assim em todos os outros lugares. Como tal, apenas a obra de conquista na China carrega um simbolismo significativo. A China incorpora todas as forças das trevas, e o povo da China representa todos aqueles que são da carne, de Satanás e de carne e sangue. O povo chinês foi o mais corrompido pelo grande dragão vermelho, que tem a mais forte oposição a Deus, cuja humanidade é mais baixa e impura e, por isso, ele é o arquétipo de toda a humanidade corrupta. Isso não quer dizer que os outros países não tenham problema nenhum; as concepções do homem são todas iguais e, embora as pessoas desses países possam ser de bom calibre, se não conhecem a Deus, então devem se opor a Ele. Por que os judeus também se opuseram e desafiaram a Deus? Por que os fariseus também se opuseram a Ele? Por que Judas traiu Jesus? Na época, muitos dos discípulos não conheciam Jesus. Por que, depois que Jesus foi crucificado e ressuscitou, as pessoas ainda não acreditaram Nele? A desobediência do homem não é toda igual? É só que as pessoas da China são utilizadas como exemplo, e quando elas forem conquistadas, se tornarão modelo e espécime e servirão de referência para os outros. Por que Eu sempre disse que vocês são um adjunto do Meu plano de gestão? É nas pessoas da China que a corrupção, a impureza, a injustiça, a oposição e a rebeldia se manifestam mais completamente e se revelam em todas as suas variadas formas. Por um lado, elas são de baixo calibre e, por outro, suas vidas e mentalidades são atrasadas, e seus hábitos, ambiente social, família de nascimento — todos são ruins e os mais atrasados. Seu status também é baixo. A obra é simbólica neste lugar, e após esta obra de teste ter sido realizada em sua totalidade, Sua obra subsequente será muito melhor. Se este estágio da obra puder ser concluído, então a obra subsequente, nem é preciso dizer. Uma vez que esta etapa da obra tiver sido realizada, muito sucesso terá sido alcançado com plenitude, e a obra de conquista terá chegado a um fim completo em todo o universo.

Extraído de ‘A visão da obra de Deus (2)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 185

Operar, agora, nos descendentes de Moabe é salvar os que caíram nas maiores trevas. Apesar de terem sido amaldiçoados, Deus está disposto a ganhar glória deles, pois, a princípio, todos eram pessoas cujo coração carecia de Deus; só fazer aqueles que não têm Deus no coração Lhe obedecer e amá-Lo é uma conquista verdadeira e o fruto de tal obra é o mais valioso e o mais convincente. Somente isso é ganhar glória — essa é a glória que Deus quer ganhar nos últimos dias. Apesar de essas pessoas serem de baixa posição, o fato de que agora sejam capazes de ganhar tão grande salvação é verdadeiramente uma elevação por Deus. Esta obra é muito significativa, e é por meio do julgamento que Ele ganha essas pessoas. Não é Sua intenção punir essas pessoas, mas salvá-las. Se, durante os últimos dias, Ele ainda estivesse fazendo a obra de conquista em Israel, seria sem valor; mesmo se desse fruto, não teria valor nem qualquer grande significado, e Ele não seria capaz de ganhar toda a glória. Ele está operando em vocês, naqueles que caíram no mais tenebroso dos lugares, naqueles que são os mais retrógrados. Essas pessoas não reconhecem que há um Deus e nunca souberam que há um Deus. Essas criaturas têm sido tão corrompidas por Satanás que se esqueceram de Deus. Elas têm sido cegadas por Satanás e não sabem, de modo algum, que há um Deus no céu. Em seu coração, vocês todos adoram ídolos e adoram Satanás — vocês não são os mais baixos, as pessoas mais retrógradas? Vocês são os mais baixos da carne, destituídos de qualquer liberdade pessoal, e sofrem dificuldades também. Vocês também são as pessoas no nível mais baixo dessa sociedade, sem nem mesmo liberdade de crença. Nisso jaz o significado de operar em vocês. Operar hoje em vocês, descendentes de Moabe, não significa humilhá-los, mas revelar o significado da obra. Para vocês, é uma grande elevação. Se uma pessoa tiver razão e percepção, ela dirá: “Sou um descendente de Moabe, verdadeiramente indigno de receber hoje tão grande elevação de Deus ou tão grandes bênçãos. Em tudo que faço e digo e de acordo com meu status e valor, eu não sou digno de modo algum de tão grandes bênçãos de Deus. Os israelitas têm um grande amor por Deus e a graça que desfrutam lhes é concedida por Ele, mas o status deles é muito mais alto que o nosso. Abraão foi muito devotado a Jeová e Pedro foi muito devotado a Jesus — a devoção deles foi uma centena de vezes maior que a nossa. Com base nas nossas ações, somos totalmente indignos de desfrutar da graça de Deus”. O serviço dessas pessoas na China simplesmente não pode ser trazido diante de Deus. É uma bagunça total; o fato de poderem agora desfrutar de tanta graça de Deus é pura elevação de Deus! Quando vocês buscaram a obra de Deus? Quando sacrificaram a vida para Deus? Quando prontamente abriram mão de sua família, de seus pais e seus filhos? Nenhum de vocês pagou um preço alto! Se o Espírito Santo não tivesse trazido você para fora, quantos teriam sido capazes de sacrificar tudo? Vocês seguiram até hoje só sob força e pressão. Onde está a devoção de vocês? Onde está sua obediência? Com base em suas ações, vocês deveriam ter sido destruídos há muito tempo — todos vocês varridos. O que qualifica vocês a desfrutar tão grandes bênçãos? Vocês não valem nada! Quem de vocês abriu o próprio caminho? Quem de vocês encontrou o caminho verdadeiro por si só? Todos vocês são preguiçosos, glutões, miseráveis que buscam conforto! Vocês acham que são ótimos? O que têm para se gabar? Mesmo ignorando que vocês são os descendentes de Moabe, sua natureza ou seu local de nascimento é do tipo mais elevado? Mesmo ignorando que são seus descendentes, não são todos vocês descendentes de Moabe, da cabeça aos pés? A verdade dos fatos pode ser mudada? Expor a natureza de vocês agora deturpa a verdade dos fatos? Vejam o servilismo de vocês, sua vida e seu caráter — vocês não sabem que são os mais baixos dos baixos da humanidade? O que têm para se gabar? Vejam a posição de vocês na sociedade. Vocês não estão no seu nível mais baixo? Vocês acham que Eu falei errado? Abraão ofereceu Isaque — o que vocês ofereceram? Jó ofereceu tudo — o que vocês ofereceram? Tantas pessoas têm dado a vida, sacrificado a cabeça, derramado o sangue para buscar o caminho verdadeiro. Vocês pagaram esse preço? Em comparação, vocês não estão nem um pouco qualificados para desfrutar de tão grande graça. É errado vocês dizerem hoje que são os descendentes de Moabe? Não se considerem tão elevados. Você não tem nada para se gabar. Tão grande salvação, tão grande graça lhes é dada livremente. Vocês não sacrificaram nada, mesmo assim desfrutam da graça livremente. Vocês não se sentem envergonhados? Esse caminho verdadeiro é algo que vocês buscaram e encontraram por si mesmos? Não foi o Espírito Santo que os compeliu a aceitá-lo? Vocês nunca tiveram um coração de buscar, muito menos um coração que busca a verdade e anseia por ela. Vocês só têm estado relaxados e desfrutando disso; ganharam essa verdade sem despender o mínimo esforço. Que direito têm de reclamar? Você acha que tem o maior valor? Comparados com aqueles que sacrificaram a vida e derramaram o próprio sangue, do que vocês têm a reclamar? Destruir vocês agora seria certo e natural! Vocês não têm outra opção a não ser obedecer e seguir. Simplesmente não são dignos! A maioria daqueles entre vocês foi chamada, mas, se o ambiente não os tivesse compelido ou se não tivessem sido chamados, vocês estariam inteiramente relutantes em sair. Quem está disposto a enfrentar tal renúncia? Quem está disposto a abrir mão dos prazeres da carne? Todos vocês são pessoas que avidamente se divertem no conforto e buscam uma vida luxuriosa! Vocês ganharam bênçãos tão grandes — o que mais têm a dizer? Que reclamações têm? Vocês foram permitidos a desfrutar das maiores bênçãos e da maior graça no céu, e a obra que nunca foi feita na terra é revelada hoje a vocês. Essa não é uma bênção? Vocês são castigados assim hoje porque resistiram a Deus e se rebelaram contra Ele. Por causa desse castigo, vocês têm visto a misericórdia e o amor de Deus, e mais ainda têm visto a Sua justiça e santidade. Por causa desse castigo e por causa da imundície da humanidade, vocês têm visto o grande poder de Deus, e têm visto Sua santidade e grandeza. Essa não é a mais rara das verdades? Essa não é uma vida com significado? A obra que Deus faz é cheia de significado! Assim, quanto mais baixa a posição de vocês, mais ela prova que vocês são elevados por Deus e mais ela prova o grande valor de Sua obra em vocês hoje. É simplesmente um tesouro inestimável, que não pode ser conseguido em nenhum outro lugar! No decurso das eras, ninguém tem desfrutado tão grande salvação. O fato de a posição de vocês ser baixa mostra quão grande é a salvação de Deus e mostra que Deus é fiel à humanidade — Ele salva, Ele não destrói.

Extraído de ‘O significado de salvar os descendentes de Moabe’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 186

Quando Deus veio à terra, Ele não era do mundo e não Se tornou carne para desfrutar do mundo. O lugar onde o operar revelaria Seu caráter e que seria mais significativo é o lugar onde Ele nasceu. Seja uma terra santa ou uma terra imunda, não importa onde Ele opere, Ele é santo. Tudo no mundo foi criado por Ele, embora tudo tenha sido corrompido por Satanás. Entretanto, todas as coisas ainda pertencem a Ele; todas elas estão em Suas mãos. Ele vem para uma terra imunda e opera ali a fim de revelar a Sua santidade; Ele só faz isso por causa da Sua obra, o que significa que Ele suporta uma grande humilhação para fazer tal obra a fim de salvar as pessoas dessa terra imunda. Isso é feito para dar testemunho, por causa de toda a humanidade. O que tal obra mostra às pessoas é a justiça de Deus, e é ainda mais capaz de mostrar a supremacia de Deus. Sua grandeza e retidão são manifestadas na salvação de um grupo de pessoas humildes a quem os outros desdenham. Nascer em uma terra imunda não prova, de modo algum, que Ele é humilde; simplesmente permite que toda a criação veja a Sua grandeza e o Seu amor verdadeiro pela humanidade. Quanto mais Ele faz assim, mais isso revela o Seu amor puro, Seu amor sem defeito pelo homem. Deus é santo e justo. Embora Ele tenha nascido em uma terra imunda, e embora viva com pessoas que são cheias de imundície, assim como Jesus viveu com pecadores na Era da Graça, cada parte de Sua obra não é feita pelo bem da sobrevivência de toda a humanidade? Não é tudo para que a humanidade possa ganhar uma grande salvação? Há dois mil anos, Ele viveu com pecadores durante alguns anos. Isso se deu pelo bem da redenção. Hoje, Ele está vivendo com um grupo de pessoas imundas e humildes. Isso é para o bem da salvação. Toda a Sua obra não é pelo bem de vocês, humanos? Se não é para salvar a humanidade, por que Ele teria vivido e sofrido com pecadores por tantos anos depois de nascer em uma manjedoura? E se não é para salvar a humanidade, porque Ele retornaria para a carne uma segunda vez, nasceria nesta terra onde os demônios congregam, viveria com essas pessoas que têm sido profundamente corrompidas por Satanás? Deus não é fiel? Que parte de Sua obra não tem sido feita pela humanidade? Que parte não tem sido para o destino de vocês? Deus é santo — isso é imutável! Ele não é poluído pela imundície, embora tenha vindo para uma terra imunda; tudo isso só pode significar que o amor de Deus pela humanidade é extremamente desinteressado e o sofrimento e a humilhação que Ele suporta são extremamente grandes! Vocês não sabem como é grande a humilhação que Ele sofre, por todos vocês e pelo destino de vocês? Em vez de salvar grandes pessoas ou os filhos de famílias ricas e poderosas, Ele faz questão de salvar aqueles que são humildes e menosprezados. Isso tudo não é a Sua santidade? Isso tudo não é a Sua justiça? Por causa da sobrevivência de toda a humanidade, Ele preferiu nascer em uma terra imunda e sofrer toda a humilhação. Deus é bem real — Ele não faz uma obra falsa. Cada estágio da Sua obra não é feito de maneira muito prática? Embora todas as pessoas O caluniem e digam que Ele Se senta à mesa com os pecadores, embora todas as pessoas zombem Dele e digam que Ele vive com os filhos da imundície, que vive com as pessoas mais humildes, Ele ainda Se entrega desinteressadamente e mesmo assim é rejeitado entre a humanidade. O sofrimento que Ele suporta não é maior que o de vocês? A obra que Ele faz não é mais que o preço que vocês pagaram? Vocês nasceram em uma terra de imundície, mas ganharam a santidade de Deus. Vocês nasceram em uma terra onde os demônios congregam, mas receberam uma grande proteção. Que escolha vocês têm? Que reclamações têm? O sofrimento que Ele suportou não é maior que o sofrimento que vocês suportaram? Ele veio à terra e nunca desfrutou dos deleites do mundo humano. Ele detesta tais coisas. Deus não veio à terra para que o homem O tratasse com coisas materiais, nem veio para desfrutar da comida, das roupas e dos ornamentos do homem. Ele não dá importância para essas coisas. Ele veio à terra para sofrer pelo homem, não para desfrutar da fortuna terrena. Ele veio para sofrer, operar e finalizar o Seu plano de gestão. Ele não elegeu um belo lugar, viver em uma embaixada ou em um hotel chique, tampouco teve muitos servos para servi-Lo. Com base no que viram, vocês não sabem se Ele veio para operar ou por prazer? Os seus olhos não veem? Quanto Ele lhes tem dado? Se tivesse nascido em um lugar confortável, Ele teria sido capaz de ganhar glória? Teria sido capaz de operar? Seu fazer então teria algum significado? Ele teria sido capaz de conquistar a humanidade completamente? Teria sido capaz de resgatar as pessoas da terra da imundície? As pessoas perguntam, de acordo com suas noções: “Já que Deus é santo, por que nasceu neste nosso lugar imundo? Tu nos odeias e detestas, humanos imundos; Tu detestas a nossa resistência e a nossa rebeldia, então, por que vives conosco? Tu és um Deus supremo. Tu poderias ter nascido em qualquer lugar, então por que tinhas de nascer nesta terra imunda? Tu nos castigas e julgas a cada dia e Tu sabes com clareza que somos os descendentes de Moabe, então por que ainda vives entre nós? Por que nasceste em uma família dos descendentes de Moabe? Por que Tu fizeste isso?”. Tais pensamentos de vocês são inteiramente carentes de razão! Apenas tal obra permite que as pessoas vejam Sua grandeza, Sua humildade e ocultabilidade. Ele está disposto a sacrificar tudo pelo bem de Sua obra e Ele tem suportado todo sofrimento pelo bem de Sua obra. Ele age pelo bem da humanidade e, mais que isso, para conquistar Satanás, para que todas as criaturas possam se submeter ao Seu domínio. Somente isso é uma obra significativa e valiosa.

Extraído de ‘O significado de salvar os descendentes de Moabe’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 187

Naquela época, quando Jesus operou na Judeia, Ele fez isso abertamente, mas agora, Eu opero e falo entre vocês em segredo. Os incrédulos não têm conhecimento nenhum a respeito disso. Minha obra entre vocês é fechada para os de fora. Essas palavras, esses castigos e julgamentos, são conhecidos apenas por todos vocês, e nenhum outro. Toda essa obra é realizada entre vocês e aberta somente a vocês; nenhum dentre os incrédulos sabe disso, pois a hora ainda não chegou. Essas pessoas aqui estão perto de se tornarem completas depois de resistir aos castigos, mas os que estão do lado de fora nada sabem sobre isso. Essa obra está oculta demais! Para eles, o Deus tornado carne está oculto, mas para aqueles que estão nesta corrente, pode-se dizer que Ele está aberto. Embora em Deus tudo esteja aberto, tudo seja revelado e tudo seja libertado, isso só é verdade para aqueles que Nele creem; no que diz respeito aos restantes, os incrédulos, nada é revelado. A obra que está sendo realizada atualmente entre vocês e na China é estritamente bloqueada para impedi-los de saber. Se eles tomassem conhecimento, tudo o que fariam é condená-la e sujeitá-la a perseguição. Eles não acreditariam nela. Operar na nação do grande dragão vermelho, o mais atrasado dos lugares, não é tarefa fácil. Se essa obra fosse divulgada, seria impossível continuar. Este estágio da obra simplesmente não pode ser executado neste lugar. Como eles poderiam permitir que ela progredisse, se tal obra fosse executada abertamente? Isso não colocaria a obra em um risco ainda maior? Se esta obra não fosse ocultada, mas, ao invés, fosse executada como no tempo de Jesus, quando Ele curava os enfermos e expulsava demônios espetacularmente, ela não teria há muito tempo sido “aprisionada” pelos diabos? Eles poderiam tolerar a existência de Deus? Se hoje Eu entrasse nos corredores para pregar e dar palestras ao homem, não teria Eu, há muito tempo, sido despedaçado? E se isso tivesse acontecido, como Minha obra poderia ter continuado a ser realizada? A razão pela qual os sinais e maravilhas não são manifestados abertamente de modo algum é em favor da ocultação. Assim, Minha obra não pode ser vista, conhecida ou descoberta por incrédulos. Se esta etapa da obra fosse para ser feita da mesma maneira que a de Jesus, na Era da Graça, ela não poderia ser tão firme como é agora. Assim, operar secretamente dessa maneira é benéfico para vocês e para a obra como um todo. Quando a obra de Deus na terra chegar ao fim, isso é, quando esta obra em segredo terminar, esta etapa da obra será aberta explosivamente. Todos saberão que há um grupo de vencedores na China; todos saberão que o Deus tornado carne está na China e que Sua obra chegou ao fim. Só então o homem entenderá: por que a China ainda não demonstrou declínio ou colapso? Acontece que Deus está realizando Sua obra na China pessoalmente, e Ele aperfeiçoou um grupo de pessoas como vencedoras.

Extraído de ‘O mistério da encarnação (2)’ em “A Palavra manifesta em carne”

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