I. Os três estágios da obra

Palavras diárias de Deus Trecho 1

Todo o Meu plano de gerenciamento, o plano de gerenciamento de seis mil anos, consiste em três etapas, ou três eras: a Era da Lei do início, a Era da Graça (que também é a Era da Redenção) e a Era do Reino dos últimos dias. Minha obra nessas três eras difere em conteúdo de acordo com a natureza de cada uma, mas em cada estágio essa obra beneficia as necessidades do homem — ou, para ser mais preciso, é feita de acordo com as artimanhas que Satanás emprega na guerra que Eu travo contra ele. O propósito da Minha obra é derrotar Satanás, tornar manifestas Minha sabedoria e onipotência, expor todas as artimanhas de Satanás e, assim, salvar a raça humana inteira, que vive sob o império de Satanás. É mostrar Minha sabedoria e onipotência e revelar a monstruosidade inaceitável de Satanás; mais que isso ainda, é permitir que todos os seres criados discriminem entre o bem e o mal, saibam que sou o Governante de todas as coisas, vejam claramente que Satanás é o inimigo da humanidade, um degenerado, o maligno, e permitir que digam, com absoluta certeza, a diferença entre o bem e o mal, a verdade e a falsidade, a santidade e a impureza, o que é extraordinário e o que é desprezível. Assim, a humanidade ignorante será capaz de testemunhar de Mim, que não sou Eu quem corrompe a humanidade, e somente Eu — o Criador — posso salvar a humanidade, posso conceder às pessoas as coisas de que podem desfrutar; e elas passarão a saber que Eu sou o Governante de todas as coisas e Satanás é simplesmente um dos seres que criei e que mais tarde se voltou contra Mim. O Meu plano de gerenciamento de seis mil anos está dividido em três etapas, e Eu opero assim para alcançar o resultado de capacitar os seres criados a darem testemunho de Mim e compreenderem a Minha vontade e entenderem que Eu sou a verdade. Assim, durante a obra inicial do Meu plano de gerenciamento de seis mil anos, realizei a obra da lei, que foi a obra em que Jeová liderou o povo. A segunda etapa introduziu a obra da Era da Graça nas aldeias da Judeia. Jesus representa toda a obra da Era da Graça; Ele foi encarnado em pessoa, pregado na cruz e também iniciou a Era da Graça. Ele foi crucificado a fim de completar a obra da redenção, para terminar a Era da Lei e iniciar a Era da Graça e, assim, Ele foi chamado de “Comandante Supremo”, a “Oferta pelo Pecado” e o “Redentor”. Como resultado, a obra de Jesus diferiu em conteúdo da obra de Jeová, embora em princípio elas fossem as mesmas. Jeová começou a Era da Lei, estabelecendo a base — o ponto de origem — para a obra de Deus na terra e decretando as leis e os mandamentos. Essas são as duas partes da obra que Ele executou e representam a Era da Lei. A obra que Jesus realizou na Era da Graça não foi a de decretar leis, mas cumpri-los, dessa forma introduzindo a Era da Graça e concluindo a Era da Lei, que tinha durado dois mil anos. Ele foi o pioneiro, que veio a fim de iniciar a Era da Graça, mas a parte principal de Sua obra estava na redenção. E, assim, Sua obra também foi dupla: abrir uma nova era e completar a obra da redenção por meio de Sua crucificação, após a qual, Ele partiu. A partir daí, a Era da Lei estava encerrada e começou a Era da Graça.

Extraído de ‘A verdadeira história por trás da obra da Era da Redenção’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 2

Os 6.000 anos da obra de gerenciamento de Deus são divididos em três etapas: a Era da Lei, a Era da Graça e a Era do Reino. Esses três estágios da obra são todos para a salvação da humanidade, quer dizer, são para a salvação da humanidade que foi severamente corrompida por Satanás. Ao mesmo tempo, porém, também são para que Deus possa combater Satanás. Assim, da mesma maneira como a obra de salvação está dividida em três estágios, também a batalha contra Satanás está dividida em três estágios, e esses dois aspectos da obra de Deus são realizados ao mesmo tempo. A batalha contra Satanás é, na realidade, para a salvação da humanidade, e, já que a obra de salvação da humanidade não é algo que pode ser concluído com sucesso num único estágio, a batalha contra Satanás também está dividida em fases e períodos, e a luta contra Satanás é travada de acordo com as necessidades do homem e a extensão da sua corrupção por Satanás. Talvez, em sua imaginação, o homem acredite que, nesta batalha, Deus utilizará armas para combater Satanás, da mesma maneira como dois exércitos batalhariam um contra o outro. Isso é apenas algo que o intelecto do homem é capaz de imaginar, e é uma ideia extremamente vaga e irreal; no entanto, é isso em que o homem acredita. E, porque Eu digo aqui que o meio da salvação do homem é a batalha contra Satanás, o homem imagina que é assim que a batalha é conduzida. Há três estágios na obra de salvação do homem, o que significa que a batalha contra Satanás foi dividida em três estágios a fim de derrotá-lo de uma vez por todas. No entanto, a verdade essencial de toda a obra de batalha contra Satanás é que seus efeitos são obtidos por meio de várias etapas da obra: outorgando graça ao homem, tornando-se a oferta pelo pecado do homem, perdoando seus pecados, conquistando o homem e aperfeiçoando-o. Aliás, a batalha contra Satanás não é tomar armas contra ele, mas salvar o homem, trabalhar na vida do homem e mudar o caráter do homem de tal modo que ele possa dar testemunho de Deus. É dessa maneira que Satanás é derrotado. Satanás é derrotado por meio da mudança no caráter corrupto do homem. Quando Satanás tiver sido derrotado, ou seja, quando o homem tiver sido completamente salvo, então o Satanás humilhado estará completamente atado e, desse modo, o homem terá sido completamente salvo. Portanto, a substância da salvação do homem é a batalha contra Satanás, e essa guerra reflete-se basicamente na salvação do homem. O estágio dos últimos dias, no qual o homem deve ser conquistado, é o estágio final na batalha contra Satanás e também a obra da completa salvação do homem do império de Satanás. O significado interior da conquista do homem é o retorno da encarnação de Satanás — o homem que foi corrompido por Satanás — para o Criador após ter sido conquistado; assim, ele abandonará Satanás e retornará completamente para Deus. Desse modo, o homem terá sido completamente salvo. Assim, a obra de conquista é a obra final na batalha contra Satanás e o estágio final na gestão de Deus para a derrota de Satanás. Sem esta obra, a plena salvação do homem seria, em última instância, impossível, a completa derrota de Satanás também seria impossível, e a humanidade nunca seria capaz de entrar no maravilhoso destino nem de se ver livre da influência de Satanás. Por conseguinte, a obra de salvação do homem não pode ser concluída antes que a batalha contra Satanás seja concluída, pois o cerne da obra de gerenciamento de Deus é em prol da salvação da humanidade. A humanidade inicial estava nas mãos de Deus, mas, por causa da tentação e corrupção de Satanás, o homem foi capturado por Satanás e caiu nas mãos do maligno. Desse modo, Satanás tornou-se o objeto a ser derrotado na obra de gerenciamento de Deus. Como Satanás se apossou do homem, e porque o homem é o bem que Deus utiliza para realizar todas as coisas, o homem deve ser tomado de volta das mãos de Satanás a fim de ser salvo, o que equivale a dizer que ele deve ser tomado de volta depois de ter sido mantido cativo por Satanás. Assim, Satanás precisa ser derrotado por meio de mudanças no velho caráter do homem, mudanças que restauram seu senso original de razão. Dessa forma, o homem, que foi levado cativo, pode ser tomado de volta das mãos de Satanás. Se o homem for liberto da influência e servidão de Satanás, Satanás ficará envergonhado, o homem enfim será tomado de volta, e Satanás será derrotado. E, como o homem terá sido liberto da sombria influência de Satanás, ele se tornará o despojo de toda essa batalha, e Satanás se tornará o objeto a ser punido assim que a batalha for encerrada, após a qual a obra inteira de salvação da humanidade terá sido completada.

Extraído de ‘Restaurar a vida normal do homem e levá-lo a um destino maravilhoso’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 3

Deus não tem malícia para com os seres da criação; Ele apenas deseja derrotar Satanás. A totalidade de Sua obra — seja ela de castigo ou julgamento — é dirigida contra Satanás; ela é executada para a salvação da humanidade. Tudo é feito a fim de derrotar Satanás e tem somente um objetivo: batalhar contra Satanás até o final! E Deus jamais descansará até ser vitorioso sobre Satanás! Ele só descansará depois de ter derrotado Satanás. Como toda a obra de Deus é dirigida a Satanás, e como aqueles que foram corrompidos por Satanás estão todos sob o controle do império de Satanás e vivem sob o seu império, sem batalhar contra ele e romper com ele, Satanás não afrouxaria seu jugo sobre essas pessoas, e elas não poderiam ser ganhas. Se elas não fossem ganhas, isso provaria que Satanás não foi derrotado, que ele não foi vencido. Com isso, no plano de gestão de Deus de 6.000 anos, durante o primeiro estágio, Ele fez a obra da lei; durante o segundo estágio, Ele fez a obra da Era da Graça, quer dizer, a obra da crucificação; e, durante o terceiro estágio, Ele faz a obra de conquista da humanidade. Toda essa obra é conduzida na mesma extensão em que Satanás corrompeu a humanidade; ela é toda voltada a derrotar Satanás, e todos os estágios visam a derrotar Satanás. A substância da obra de gerenciamento de 6.000 anos de Deus é a batalha contra o grande dragão vermelho, e a obra de gerenciar a humanidade também é a obra de derrotar Satanás, a obra de batalhar contra Satanás. Deus tem lutado nos últimos 6.000 anos e, portanto, trabalhado por 6.000 anos para, no final, conduzir o homem ao novo reino. Quando Satanás for derrotado, o homem será completamente liberto. Não é essa justamente a direção da obra de Deus hoje? Essa é precisamente a direção da obra de hoje: a completa libertação e liberação do homem para que ele não esteja sujeito a regra alguma nem limitado por quaisquer amarras ou restrições. Toda esta obra é feita de acordo com a estatura de vocês e de acordo com suas necessidades, o que quer dizer que a vocês é proporcionado tudo que puderem realizar. Não é o caso de tentar ensinar um porco a cantar nem de impor nada a vocês; ao invés disso, toda a obra é executada de acordo com as reais necessidades de vocês. Cada estágio da obra é realizado de acordo com as reais necessidades e exigências do homem e tem o propósito de derrotar Satanás. Na realidade, no início, não havia barreiras entre o Criador e Suas criaturas. Todas estas barreiras foram causadas por Satanás. O homem tornou-se incapaz de ver ou tocar qualquer coisa em decorrência de como Satanás o perturbou e corrompeu. O homem é a vítima, aquele que foi enganado. Assim que Satanás for derrotado, os seres criados contemplarão o Criador, e o Criador olhará os seres criados e poderá conduzi-las pessoalmente. Somente essa é a vida que o homem deveria ter na terra. Portanto, a obra de Deus é basicamente voltada a derrotar Satanás, e, assim que Satanás for derrotado, tudo estará resolvido.

Extraído de ‘Restaurar a vida normal do homem e levá-lo a um destino maravilhoso’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 4

A obra de todo o plano de gerenciamento de Deus é realizada pessoalmente pelo próprio Deus. A primeira etapa — a criação do mundo — foi realizada pessoalmente pelo próprio Deus, e, se não tivesse sido, ninguém teria sido capaz de criar a humanidade; a segunda etapa foi a redenção de toda a humanidade e também foi realizada pessoalmente pelo próprio Deus; a terceira etapa não necessita de descrição: há uma necessidade ainda maior de que o fim de toda a obra de Deus seja realizado pelo próprio Deus. A obra de redenção, conquista, ganho e aperfeiçoamento de toda a humanidade é realizada pessoalmente pelo próprio Deus. Se Ele não realizasse pessoalmente essa obra, então Sua identidade não poderia ser representada pelo homem, nem Sua obra poderia ser realizada por ele. A fim de derrotar Satanás, ganhar a humanidade e dar ao homem uma vida normal na terra, Deus pessoalmente conduz o homem e pessoalmente opera em meio ao homem; para o bem de todo o Seu plano de gerenciamento e por toda a Sua obra, Ele deve realizar pessoalmente esta obra. Se o homem acredita apenas que Deus veio para ser visto por ele e fazê-lo feliz, tais crenças não têm qualquer valor, qualquer significado. O entendimento do homem é superficial demais! Apenas realizando esta obra por Si mesmo é que Deus pode realizar esta obra plena e completamente. O homem é incapaz de realizá-la em nome de Deus. Por não ter a identidade nem a substância de Deus, ele é incapaz de realizar a Sua obra; mesmo que realizasse, tal obra não teria efeito algum. A primeira vez que Deus Se tornou carne foi em prol da redenção, para redimir toda a humanidade do pecado, para tornar o homem capaz de ser purificado e perdoado de seus pecados. A obra da conquista também é feita pessoalmente por Deus em meio ao homem. Caso, durante essa etapa, Deus pronunciasse apenas profecias, então um profeta ou alguém com o dom poderia ser encontrado para tomar o lugar Dele; caso apenas profecias fossem proferidas, o homem poderia substituir Deus. Se o homem tentasse realizar pessoalmente a obra de Deus e tentasse operar na vida do homem, seria impossível que ele realizasse essa obra. Ela deve ser realizada pessoalmente pelo próprio Deus: Deus precisa pessoalmente Se tornar carne para realizar esta obra. Durante a Era da Palavra, se apenas profecias fossem proferidas, então Isaías ou o profeta Elias serviriam para realizar esta obra, sem que houvesse necessidade de o próprio Deus realizá-la pessoalmente. Uma vez que a obra realizada nesta etapa não se trata apenas de proferir profecias, e uma vez que é de importância maior que a obra das palavras seja usada para conquistar o homem e derrotar Satanás, tal obra não pode ser feita pelo homem e deve ser realizada pessoalmente pelo próprio Deus. Durante a Era da Lei, Jeová realizou parte de Sua obra e depois proferiu algumas palavras e realizou alguma obra por intermédio dos profetas. Isso aconteceu porque o homem podia substituir Jeová em Sua obra e porque os videntes conseguiam predizer acontecimentos e interpretar alguns sonhos em nome Dele. A obra realizada no início não foi uma obra de transformação direta do caráter do homem e não tinha relação com o pecado do homem e, portanto, exigia-se apenas que o homem obedecesse à lei. Desse modo, Jeová não Se tornou carne nem revelou-Se ao homem; em vez disso, Ele falou diretamente a Moisés e a outros e fez com que falassem e realizassem a obra em nome Dele, fazendo com que operassem diretamente em meio à humanidade. A primeira etapa da obra de Deus foi liderar o homem. Era o começo da batalha contra Satanás, mas esta batalha ainda estava por começar oficialmente. A guerra oficial contra Satanás começou com a primeira encarnação de Deus e continua até os dias de hoje. A primeira batalha desta guerra aconteceu quando o Deus encarnado foi pregado à cruz. A crucificação do Deus encarnado derrotou Satanás e foi a primeira etapa bem-sucedida da guerra. Quando o Deus encarnado começou a operar diretamente na vida do homem, este foi o início oficial da obra de ganhar o homem de volta e, porque esta foi a obra de mudar o antigo caráter do homem, foi a obra de batalhar contra Satanás. A etapa da obra realizada por Jeová no início foi apenas a liderança da vida do homem na terra. Foi o início da obra de Deus e, ainda que não houvesse qualquer batalha envolvida nem alguma obra maior, ela serviu de fundação para a obra da batalha vindoura. Mais tarde, a segunda etapa da obra durante a Era da Graça consistiu em transformar o antigo caráter do homem, o que significa dizer que o próprio Deus forjou a vida do homem. Tal obra teve de ser pessoalmente realizada por Deus: era necessário que Deus pessoalmente Se tornasse carne. Se Ele não tivesse encarnado, ninguém mais poderia tê-Lo substituído nessa etapa da obra, uma vez que ela representava a obra da luta direta contra Satanás. Caso o homem tivesse realizado essa obra em nome de Deus, quando se colocasse de pé diante de Satanás, este não teria se submetido, e, assim, teria sido impossível derrotá-lo. Era necessário que Deus encarnado viesse derrotá-lo, porque a substância do Deus encarnado ainda é Deus, Ele ainda é a vida do homem e Ele ainda é o Criador; aconteça o que acontecer, Sua identidade e substância não mudam. Deus, portanto, assumiu a carne e realizou a obra para causar a completa submissão de Satanás. Durante a etapa da obra dos últimos dias, caso o homem realizasse essa obra e fosse levado a dizer diretamente as palavras, ele não seria capaz de proferi-las, e, se uma profecia fosse dita, esta seria incapaz de conquistar o homem. Ao assumir a carne, Deus vem para derrotar Satanás e causar sua completa submissão. Quando Deus derrotar totalmente Satanás, conquistar inteiramente o homem e ganhar completamente o homem, essa etapa da obra será completada, e o sucesso será alcançado. No gerenciamento de Deus, o homem não pode substituí-Lo. Mais especificamente, a obra de liderar a era e inaugurar uma nova obra tem uma necessidade ainda maior de ser pessoalmente realizada pelo próprio Deus. Dar a revelação ao homem e provê-lo com profecias pode ser feito pelo homem, mas, quando se trata de obra que precisa ser realizada pessoalmente por Deus, a obra da batalha entre o próprio Deus e Satanás, ela não pode ser realizada pelo homem. Durante a primeira etapa da obra, quando não havia batalha contra Satanás, Jeová liderou pessoalmente o povo de Israel usando a profecia falada pelos profetas. Depois, a segunda etapa da obra consistiu na batalha contra Satanás e, assim, o próprio Deus pessoalmente Se tornou carne e veio à carne para realizar essa obra. Qualquer coisa que envolva a batalha contra Satanás também envolve a encarnação de Deus, o que significa que tal batalha não pode ser travada pelo homem. Se o homem tivesse de lutar, ele seria incapaz de derrotar Satanás. Como ele teria a força para lutar contra Satanás ainda estando sob seu império? O homem está no meio: se você se inclina na direção de Satanás, então pertence a Satanás; porém, se você satisfaz a Deus, então pertence a Deus. Caso tentasse substituir Deus na obra da batalha, o homem conseguiria? Se tivesse agido assim, não teria perecido há muito tempo? Ele não teria entrado no mundo dos mortos muito tempo atrás? Portanto, o homem é incapaz de substituir Deus na Sua obra, o que equivale a dizer que o homem não tem a substância de Deus e, caso batalhasse contra Satanás, você seria incapaz de derrotá-lo. O homem só consegue realizar algum trabalho; ele consegue conquistar algumas pessoas, mas não consegue substituir Deus na obra do próprio Deus. Como o homem poderia batalhar contra Satanás? Satanás o levaria cativo antes mesmo de você começar. Apenas quando o próprio Deus batalha contra Satanás e o homem segue e obedece a Deus com base nisso é que o homem pode ser ganho por Deus e escapar das amarras de Satanás. As coisas que o homem consegue alcançar com sua própria sabedoria e suas habilidades são limitadas demais; ele é incapaz de tornar o homem completo, de liderá-lo e, acima de tudo, de derrotar Satanás. A inteligência e a sabedoria humanas são incapazes de frustrar os estratagemas de Satanás; portanto, de que forma o homem conseguiria batalhar contra ele?

Extraído de ‘Restaurar a vida normal do homem e levá-lo a um destino maravilhoso’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 5

A obra de gerenciar a humanidade está dividida em três estágios, o que significa que a obra de salvar a humanidade está dividida em três estágios. Esses três estágios não incluem a obra de criar o mundo, mas sim os três estágios da obra da Era da Lei, a Era da Graça e a Era do Reino. A obra de criar o mundo foi a obra de produzir toda a humanidade. Não foi a obra de salvar a humanidade, e não tem qualquer relação com a obra de salvar a humanidade, pois quando o mundo foi criado a humanidade não havia sido corrompida por Satanás, e assim não havia necessidade de realizar a obra de salvação da humanidade. A obra de salvar a humanidade só começou quando a humanidade foi corrompida por Satanás, e assim a obra de gerenciar a humanidade também só começou depois que a humanidade foi corrompida. Em outras palavras, a gestão do homem por Deus começou como resultado da obra de salvar a humanidade e não surgiu da obra de criar o mundo. Foi somente depois que a humanidade adquiriu um caráter corrupto que a obra da gestão passou a existir, e assim a obra de gerenciar a humanidade inclui três partes, ao invés de quatro estágios, ou quatro eras. Somente essa é a maneira correta de se referir à gestão da humanidade por Deus. Quando a era final chegar ao término, a obra de gerenciar a humanidade terá chegado a um fim completo. A conclusão da obra de gestão significa que a obra de salvar toda a humanidade foi completamente concluída e que a humanidade chegou ao fim de sua jornada. Sem a obra de salvação de toda a humanidade, a obra de gerenciar a humanidade não existiria, nem haveria os três estágios da obra. Foi precisamente por causa da depravação da humanidade, e porque a humanidade estava em tão urgente necessidade de salvação, que Jeová concluiu a criação do mundo e começou a obra da Era da Lei. Só então começou a obra de gerenciar a humanidade, o que significa que somente então começou a obra de salvar a humanidade. “Gerenciar a humanidade” não significa orientar a vida da humanidade, recém-criada na terra (isto é, uma humanidade que ainda não tinha sido corrompida). Pelo contrário, é a salvação de uma humanidade que foi corrompida por Satanás, o que significa dizer que é para transformar essa humanidade corrupta. Esse é o significado de gerenciar a humanidade. A obra de salvar a humanidade não inclui a obra de criar o mundo, e assim a obra de gerenciar a humanidade não inclui a obra de criar o mundo, e inclui apenas três estágios da obra que são separados da criação do mundo. Para entender a obra de gerenciar a humanidade, é necessário estar ciente da história dos três estágios da obra — é disso que todos devem estar cientes para serem salvos. Como criaturas de Deus, vocês deveriam reconhecer que o homem foi criado por Deus e deveriam reconhecer a fonte da corrupção da humanidade e, além disso, deveriam reconhecer o processo da salvação do homem. Se vocês só sabem como agir de acordo com a doutrina numa tentativa de obter o favor de Deus, mas não têm a menor ideia de como Deus salva a humanidade, ou da fonte da corrupção da humanidade, então isso é o que lhes falta como criaturas de Deus. Você não deveria ficar satisfeito apenas com entender as verdades que podem ser colocadas em prática, permanecendo ignorante do escopo mais amplo da obra de gerenciamento de Deus; se esse for o caso, então você é muito dogmático. Os três estágios da obra são a história interna da gestão do homem por Deus, o advento do evangelho de todo o universo, o maior mistério entre todos os seres humanos, e também a base da expansão do evangelho. Se você se concentra apenas na compreensão de verdades simples que se relacionam com a sua vida, e não sabe nada disso, o maior de todos os mistérios e visões, então a sua vida não é parecida com um produto defeituoso, que serve apenas para ser observado?

Se o homem se concentra apenas na prática e vê a obra de Deus e o conhecimento do homem como secundários, então isto não é o mesmo que ficar obcecado com detalhes irrelevantes e, ao mesmo tempo, ignorar as coisas mais importantes? Aquilo que você deve saber, você deve saber, e aquilo que você deve colocar em prática, você deve colocar em prática. Somente então você será alguém que sabe perseguir a verdade. Quando chegar o dia para você expandir o evangelho, se você é apenas capaz de dizer que Deus é um grande e justo Deus, que Ele é o Deus supremo, um Deus com quem nenhum grande homem pode se comparar, e que Ele é um Deus acima de quem não há ninguém…, se você sabe apenas dizer essas palavras irrelevantes e superficiais, enquanto permanece totalmente incapaz de falar palavras de importância crucial e que têm substância; se você não tem nada a dizer sobre conhecer Deus, ou a obra de Deus, e, além disso, não pode explicar a verdade, ou fornecer o que está faltando no homem, então alguém como você é incapaz de desempenhar bem o seu dever. Dar testemunho de Deus e expandir o evangelho do reino não é uma questão simples. Você deve primeiro estar equipado com a verdade e as visões que devem ser entendidas. Quando você está claro a respeito das visões e a verdade dos diferentes aspectos da obra de Deus, no seu coração você passa a conhecer a obra de Deus e, independentemente do que Deus faz — seja julgamento justo ou refinamento do homem — você possui a visão maior como sua base, e possui a verdade correta para colocar em prática, e então você será capaz de seguir Deus até o fim. Você deve saber que, independentemente da obra que Ele faça, o objetivo da obra de Deus não muda, o coração de Sua obra não muda, e Sua vontade para com o homem não muda. Não importa quão severas sejam Suas palavras, não importa quão adverso seja o ambiente, os princípios de Sua obra não mudarão, e Sua intenção de salvar o homem não mudará. Desde que não seja a revelação do fim do homem ou o destino do homem, e não seja a obra da fase final, ou a obra de levar todo o plano de gestão de Deus a um fim, e desde que seja durante o tempo em que Ele opera o ser humano, então o coração de Sua obra não mudará: será sempre a salvação da humanidade. Esse deve ser o fundamento da sua crença em Deus. O objetivo dos três estágios da obra é a salvação de toda a humanidade — o que significa a salvação completa do homem do império de Satanás. Embora cada um dos três estágios da obra tenha um objetivo e um significado diferentes, cada um é parte da obra de salvar a humanidade, e é uma obra de salvação diferente, realizada de acordo com as exigências da humanidade. Uma vez que você esteja ciente do objetivo desses três estágios da obra, então você estará ciente de como apreciar o significado de cada estágio da obra e reconhecerá como agir a fim de satisfazer o desejo de Deus. Se você puder alcançar esse ponto, então essa, a maior de todas as visões, se tornará a base de sua crença em Deus. Você não deve buscar apenas as maneiras fáceis de praticar, ou verdades profundas, mas deve combinar visões com a prática, de modo que haja tanto verdades que possam ser colocadas em prática, quanto conhecimento baseado em visões. Só então você será alguém que busca totalmente a verdade.

Extraído de ‘Conhecer os três estágios da obra de Deus é a senda para conhecer Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 6

Os três estágios da obra estão no coração de toda a gestão de Deus, e neles estão expressos o caráter de Deus e o que Ele é. Aqueles que não conhecem os três estágios da obra de Deus são incapazes de perceber como Deus expressa o Seu caráter, nem conhecem a sabedoria da obra de Deus, e permanecem ignorantes das muitas maneiras em que Ele salva a humanidade, e de Sua vontade para toda a humanidade. Os três estágios da obra são a expressão completa da obra de salvar a humanidade. Aqueles que não conhecem os três estágios da obra serão ignorantes dos vários métodos e princípios da obra do Espírito Santo; aqueles que apenas se apegam rigidamente à doutrina que permanece de um estágio da obra são pessoas que limitam Deus à doutrina e cuja crença em Deus é vaga e incerta. Tais pessoas nunca receberão a salvação de Deus. Somente os três estágios da obra de Deus podem expressar completamente a totalidade do caráter de Deus e expressar completamente a intenção de Deus de salvar toda a humanidade e todo o processo de salvação da humanidade. Essa é a prova de que Ele derrotou Satanás e ganhou a humanidade, é a prova da vitória de Deus e é a expressão do caráter inteiro de Deus. Aqueles que entendem apenas um estágio dos três estágios da obra de Deus só conhecem uma parte do caráter de Deus. Nas noções do homem, é fácil para esse único estágio de obra tornar-se doutrina; torna-se provável que o homem estabeleça regras sobre Deus e use essa única parte do caráter de Deus como representação do caráter inteiro de Deus. Além disso, grande parte da imaginação do homem é misturada em seu íntimo, de tal modo que ele restringe rigidamente o caráter, o ser e a sabedoria de Deus, bem como os princípios da obra de Deus, dentro de parâmetros limitados, acreditando que se Deus foi assim uma vez, então Ele permanecerá o mesmo para sempre e nunca mudará. Somente aqueles que conhecem e apreciam os três estágios da obra podem conhecer Deus de maneira plena e precisa. No mínimo, eles não definirão Deus como o Deus dos israelitas, ou dos judeus, e não O verão como um Deus que ficará pregado na cruz para sempre pelo bem do homem. Se uma pessoa vem a conhecer Deus com base em um estágio de Sua obra, então seu conhecimento é muito, muito pequeno e equivale a apenas uma gota no oceano. Se não, por que muitos da velha guarda religiosa pregariam Deus à cruz vivo? Não é porque o homem confina Deus dentro de certos parâmetros? Muitas pessoas não se opõem a Deus e obstruem a obra do Espírito Santo porque não conhecem a variada e diversificada obra de Deus, e, além disso, porque possuem apenas uma pequena quantidade de conhecimento e doutrina para medir a obra do Espírito Santo? Embora as experiências de tais pessoas sejam superficiais, elas são arrogantes e indulgentes por natureza, e consideram a obra do Espírito Santo com desprezo, ignoram as disciplinas do Espírito Santo e, além disso, usam seus antigos argumentos triviais para confirmar a obra do Espírito Santo. Elas também encenam um ato, e estão totalmente convencidas de sua própria aprendizagem e erudição, e que são capazes de viajar pelo mundo. Não são essas as pessoas desprezadas e rejeitadas pelo Espírito Santo, não serão elas eliminadas pela nova era? Não são aquelas pessoas pequenas que, ignorantes e mal informadas, vêm diante de Deus e se opõem abertamente a Ele, e estão apenas tentando mostrar como são brilhantes? Com um conhecimento escasso da Bíblia, elas tentam atravessar para a “academia” do mundo; com uma doutrina superficial para ensinar as pessoas, elas tentam reverter a obra do Espírito Santo e tentam fazê-la girar em torno do próprio processo de pensamento. Míopes como são, tentam contemplar de relance seis mil anos da obra de Deus. Essas pessoas não têm nenhuma razão digna de se mencionar! De fato, quanto maior o conhecimento das pessoas sobre Deus, mais lentas elas são para julgar Sua obra. Além disso, elas só falam um pouco de seu conhecimento da obra de Deus hoje, e não são precipitadas em seus julgamentos. Quanto menos as pessoas sabem de Deus, mais arrogantes e presunçosas elas são, e mais arbitrariamente proclamam o ser de Deus; no entanto, elas só falam de teoria e não oferecem nenhuma evidência real. Essas pessoas não têm valor algum. Aqueles que veem a obra do Espírito Santo como uma brincadeira são frívolos! Aqueles que não são cautelosos quando encontram a nova obra do Espírito Santo, que são grosseiras, rápidas para julgar, que dão rédea livre ao seu instinto natural de negar a retidão da obra do Espírito Santo e que também a insultam e blasfemam contra ela — essas pessoas desrespeitosas não são ignorantes quanto à obra do Espírito Santo? Não são, além disso, de grande arrogância, inerentemente orgulhosas e ingovernáveis? Mesmo que chegue o dia em que essas pessoas aceitem a nova obra do Espírito Santo, ainda assim Deus não as tolerará. Não apenas elas desprezam aqueles que trabalham por Deus, mas também blasfemam contra o Próprio Deus. Essas pessoas imprudentes não serão perdoadas, seja nesta era ou na era vindoura, e perecerão para sempre no inferno! Essas pessoas desrespeitosas e indulgentes estão fingindo acreditar em Deus e, quanto mais são assim, mais provável é que ofendam os decretos administrativos de Deus. Não é que todos esses arrogantes, inatamente desenfreados e que nunca obedeceram a ninguém andam por essa senda? Eles não se opõem a Deus dia após dia, Aquele que é sempre novo e nunca é velho?

Extraído de ‘Conhecer os três estágios da obra de Deus é a senda para conhecer Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 7

Os três estágios da obra são um registro de toda a obra de Deus, são um registro da salvação da humanidade por Deus e não são imaginários. Se vocês realmente desejam buscar um conhecimento do caráter inteiro de Deus, então devem conhecer os três estágios da obra realizada por Deus, e, além disso, não devem omitir nenhum estágio. Isso é o mínimo que deve ser alcançado por quem procura conhecer Deus. O próprio homem não pode inventar um verdadeiro conhecimento de Deus. Isso não é algo que o próprio homem possa imaginar, nem é consequência de um favor especial do Espírito Santo concedido a uma pessoa. Em vez disso, é um conhecimento que vem depois que o homem experimentou a obra de Deus, e é um conhecimento de Deus que só vem depois de ter experimentado os fatos da obra de Deus. Tal conhecimento não pode ser alcançado por um capricho, nem é algo que pode ser ensinado. Está totalmente relacionado com a experiência pessoal. A salvação da humanidade por Deus está no centro desses três estágios de obra, mas dentro da obra de salvação estão incluídos vários métodos de operação e meios pelos quais o caráter de Deus é expresso. Isso é o mais difícil para o homem identificar, e é isso que é difícil para o homem entender. A separação das eras, mudanças na obra de Deus, mudanças na localização da obra, mudanças no destinatário dessa obra, e assim por diante, tudo isso está incluído nos três estágios da obra. Em particular, a diferença no modo de operar do Espírito Santo, bem como as alterações no caráter de Deus, em Sua imagem, nome, identidade ou outras mudanças, todas fazem parte dos três estágios da obra. Um estágio da obra pode representar apenas uma parte e é limitado dentro de determinado escopo. Não envolve a separação das eras ou mudanças na obra de Deus, muito menos os outros aspectos. Esse é um fato claramente óbvio. Os três estágios da obra são a totalidade da obra de Deus para salvar a humanidade. O homem deve conhecer a obra de Deus e o caráter de Deus na obra da salvação e, sem esse fato, seu conhecimento de Deus não passa de palavras vazias, nada mais do que um dogmatismo de poltrona. Tal conhecimento não pode convencer nem conquistar o homem; esse conhecimento está fora de sintonia com a realidade, e não é a verdade. Pode ser muito abundante e agradável aos ouvidos, mas se estiver em desacordo com o caráter inerente de Deus, então Deus não poupará você. Não somente Ele não elogiará seu conhecimento, como Ele também castigará você por ser um pecador que blasfemou contra Ele. As palavras sobre conhecer Deus não são ditas com leviandade. Embora você possa ser falastrão e eloquente, e suas palavras possam ser tão espertas de modo que você consiga argumentar o preto como sendo branco e branco como sendo preto, você ainda está fora de sua área quando se trata de falar do conhecimento de Deus. Deus não é alguém que você pode julgar precipitadamente, ou casualmente elogiar ou denegrir com indiferença. Você elogia todos e qualquer um, mas luta com as palavras certas para descrever a grande virtuosidade e generosidade de Deus, e isso é o que todo perdedor aprende. Embora haja muitos especialistas em linguagem capazes de descrever Deus, a exatidão do que descrevem é apenas um centésimo da verdade dita por pessoas que pertencem a Deus e têm apenas um vocabulário limitado, mas possuem uma experiência rica. Assim, pode-se ver que o conhecimento de Deus reside na exatidão e na realidade, e não no uso inteligente de palavras ou em um vocabulário rico, e que o conhecimento do homem e o conhecimento de Deus são completamente desvinculados. A lição de conhecer Deus é mais elevada do que qualquer uma das ciências naturais da humanidade. É uma lição que só pode ser alcançada por um número extremamente pequeno daqueles que buscam conhecer Deus, e não pode ser alcançada por qualquer pessoa de talento. E por isso vocês não devem ver o conhecer a Deus e o perseguir a verdade como se pudessem ser alcançados por uma mera criança. Talvez você tenha sido completamente bem-sucedido em sua vida familiar, em sua carreira ou em seu casamento, mas, quando se trata da verdade e da lição de conhecer Deus, você não tem resultados para mostrar quanto a si mesmo, você não conseguiu nada. Colocar a verdade em prática, pode-se dizer, é de grande dificuldade para vocês, e conhecer Deus é um problema ainda maior. Essa é a dificuldade de vocês e é também a dificuldade enfrentada por toda a humanidade. Entre aqueles que obtiveram algumas conquistas no percurso de conhecer Deus, quase não há quem esteja à altura do padrão. O homem não sabe o que significa conhecer Deus, ou por que é necessário conhecer Deus, ou a que nível chegar para conhecer Deus. Isso é o que é tão confuso para a humanidade, e é simplesmente o maior enigma enfrentado pela humanidade — e ninguém é capaz de responder a essa pergunta, nem ninguém está disposto a responder a essa pergunta porque, até hoje, ninguém entre a humanidade teve qualquer sucesso no estudo desta obra. Talvez, quando o enigma dos três estágios da obra seja dado a conhecer à humanidade, apareça em sucessão um grupo de pessoas talentosas que conhecem Deus. Claro, espero que seja o caso, e, o que é mais, Eu estou no processo de realizar essa obra, e espero ver o surgimento de mais pessoas talentosas assim no futuro próximo. Elas se tornarão aqueles que darão testemunho do fato desses três estágios da obra e, é claro, também serão as primeiras a dar testemunho desses três estágios da obra. Nada será mais estressante e lamentável do que se essas pessoas talentosas não emergirem no dia em que a obra de Deus chegar ao fim, ou se houver apenas uma ou duas que aceitaram pessoalmente ser aperfeiçoadas por Deus encarnado. Entretanto, este é apenas o pior cenário possível. Seja qual for o caso, Eu ainda espero que aqueles que realmente buscam possam ganhar essa bênção. Desde o início dos tempos, nunca houve uma obra como esta; tal empreendimento nunca ocorreu na história do desenvolvimento humano. Se você pode realmente se tornar um dos primeiros daqueles que conhecem Deus, esta não seria a maior honra entre todas as criaturas? Alguma criatura entre a humanidade seria mais elogiada por Deus? Tal obra não é fácil de alcançar, mas, no final, ainda colherá recompensas. Independentemente de seu gênero ou nacionalidade, todos aqueles que são capazes de alcançar o conhecimento de Deus irão, no final, receber a maior honra de Deus e serão os únicos que possuem a autoridade de Deus. Essa é a obra de hoje e também é a obra do futuro; é a última e mais elevada obra a ser realizada em seis mil anos de obra e é uma maneira de operar que revela cada categoria de homem. Através da obra de fazer com que o homem conheça Deus, os diferentes níveis do homem são revelados: aqueles que conhecem Deus estão qualificados para receber as bênçãos de Deus e aceitar Suas promessas, enquanto aqueles que não conhecem Deus estão desqualificados para receber as bênçãos de Deus e aceitar Suas promessas. Aqueles que conhecem Deus são os íntimos de Deus, e aqueles que não conhecem Deus não podem ser chamados de íntimos de Deus; os íntimos de Deus podem receber qualquer uma das bênçãos de Deus, mas aqueles que não são Seus íntimos não são dignos de nenhuma de Suas obras. Sejam tribulações, refinamento ou julgamento, tudo é em prol de permitir que o homem alcance finalmente o conhecimento de Deus, e para que o homem possa se submeter a Deus. Esse é o único efeito que será finalmente alcançado. Nada dos três estágios da obra está oculto, e isso é vantajoso para o conhecimento do homem sobre Deus, e ajuda o homem a obter um conhecimento mais completo e cabal de Deus. Toda essa obra é benéfica para o homem.

Extraído de ‘Conhecer os três estágios da obra de Deus é a senda para conhecer Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 8

A obra do Próprio Deus é a visão que o homem deve conhecer, pois a obra de Deus não pode ser realizada pelo homem e não é possuída pelo homem. Os três estágios da obra são a totalidade da gestão de Deus, e não há visão maior que deva ser conhecida pelo homem. Se o homem não conhece essa poderosa visão, então não é fácil conhecer Deus, e não é fácil entender a vontade de Deus e, além disso, a senda pela qual o homem caminha se torna cada vez mais árdua. Sem visões, o homem não teria sido capaz de chegar tão longe. São as visões que salvaguardaram o homem até hoje e que proporcionaram a maior proteção ao homem. No futuro, seu conhecimento deve se tornar mais profundo, e vocês devem conhecer a totalidade de Sua vontade e a substância de Sua sábia obra nos três estágios da obra. Só essa é sua verdadeira estatura. O estágio final da obra não se sustenta sozinho, mas é parte do todo formado com os dois estágios anteriores, o que significa dizer que é impossível completar toda a obra da salvação apenas fazendo um dos três estágios da obra. Mesmo que o estágio final da obra seja capaz de salvar totalmente o homem, isso não significa que seja necessário apenas realizar este único estágio isoladamente, e que os dois estágios anteriores da obra não sejam necessários para salvar o homem da influência de Satanás. Nem um único estágio dos três estágios pode ser considerado como a única visão que deve ser conhecida por toda a humanidade, pois a totalidade da obra de salvação são os três estágios da obra, não um único estágio dentre eles. Enquanto a obra da salvação não tiver sido realizada, a gestão de Deus será incapaz de chegar a um fim completo. O ser, o caráter e a sabedoria de Deus são expressos na totalidade da obra da salvação, não revelada ao homem no início, mas foram gradualmente expressos na obra da salvação. Cada estágio da obra da salvação expressa uma parte do caráter de Deus e uma parte de Seu ser; nem todo estágio da obra pode expressar direta e completamente a totalidade do ser de Deus. Como tal, a obra de salvação só pode ser totalmente concluída uma vez que os três estágios da obra tenham sido completados, e assim o conhecimento do homem sobre a totalidade de Deus é inseparável dos três estágios da obra de Deus. O que o homem obtém de um estágio da obra é meramente o caráter de Deus que é expresso em uma única parte de Sua obra. Não pode representar o caráter e o ser que é expresso nas etapas anteriores ou posteriores. Isso ocorre porque a obra de salvar a humanidade não pode ser concluída imediatamente durante um período, ou em um local, mas gradualmente se torna mais profunda de acordo com o nível de desenvolvimento do homem em diferentes momentos e lugares. É a obra que é levada a cabo em estágios, e não é completada em uma única fase. E, assim, toda a sabedoria de Deus é cristalizada nos três estágios, e não em um estágio individual. Todo o Seu ser e toda a Sua sabedoria estão expostos nesses três estágios, e cada estágio contém Seu ser e é um registro da sabedoria de Sua obra. O homem deve conhecer todo o caráter de Deus expressa nesses três estágios. Tudo isso do ser de Deus é de suma importância para toda a humanidade e, se as pessoas não têm esse conhecimento quando adoram Deus, então elas não são diferentes daquelas que adoram Buda. A obra de Deus entre o homem não é oculta ao homem e deveria ser conhecida por todos aqueles que adoram Deus. Como Deus realizou os três estágios da obra da salvação entre os homens, o homem deve conhecer a expressão do que Ele tem e é, durante esses três estágios de obra. Isso é o que deve ser feito pelo homem. O que Deus esconde do homem é aquilo que o homem é incapaz de alcançar, e aquilo que o homem não deveria conhecer, enquanto o que Deus mostra ao homem é aquilo que o homem deveria conhecer, e aquilo que o homem deveria possuir. Cada um dos três estágios da obra é realizado com base no estágio anterior; não é realizado de modo independente, separado da obra da salvação. Embora existam grandes diferenças na era e no tipo de obra realizada, em seu âmago ainda está a salvação da humanidade, e cada estágio da obra de salvação é mais profundo do que o último.

Extraído de ‘Conhecer os três estágios da obra de Deus é a senda para conhecer Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 9

A obra de Deus entre o homem não é oculta ao homem e deveria ser conhecida por todos aqueles que adoram Deus. Como Deus realizou os três estágios da obra da salvação entre os homens, o homem deve conhecer a expressão do que Ele tem e é, durante esses três estágios de obra. Isso é o que deve ser feito pelo homem. O que Deus esconde do homem é aquilo que o homem é incapaz de alcançar, e aquilo que o homem não deveria conhecer, enquanto o que Deus mostra ao homem é aquilo que o homem deveria conhecer, e aquilo que o homem deveria possuir. Cada um dos três estágios da obra é realizado com base no estágio anterior; não é realizado de modo independente, separado da obra da salvação. Embora existam grandes diferenças na era e no tipo de obra realizada, em seu âmago ainda está a salvação da humanidade, e cada estágio da obra de salvação é mais profundo do que o último. Cada estágio da obra prossegue com base no último estágio, que não é abolido. Dessa maneira, em Sua obra que é sempre nova e nunca antiga, Deus está constantemente expressando aspectos de Seu caráter que nunca antes foram expressos ao homem, e está sempre revelando ao homem Sua nova obra e Seu novo ser e, embora a velha guarda religiosa faça o máximo para resistir a isso, e se oponha abertamente a isso, Deus sempre faz a nova obra que Ele pretende fazer. Sua obra está sempre mudando e, por causa disso, sempre encontra a oposição do homem. Assim também, Seu caráter está sempre mudando, assim como a era e os destinatários de Sua obra. Além disso, Ele está sempre fazendo uma obra que nunca foi feita antes, mesmo realizando uma obra que parece ao homem estar em contradição com a obra feita antes e se opor a ela. O homem só é capaz de aceitar um tipo de obra ou uma maneira de praticar. É difícil para o homem aceitar a obra, ou modos de praticar, que estejam em desacordo com ela, ou sejam superiores a ela. Mas o Espírito Santo está sempre fazendo novas obras, e assim aparecem sucessivos grupos de especialistas religiosos que se opõem à nova obra de Deus. Essas pessoas se tornaram especialistas precisamente porque o homem não tem conhecimento de como Deus é sempre novo e nunca velho, e não tem conhecimento dos princípios da obra de Deus e, além disso, não tem conhecimento das muitas maneiras pelas quais Deus salva o homem. Como tal, o homem é totalmente incapaz de dizer se a obra vem do Espírito Santo, e se é obra do Próprio Deus. Muitas pessoas se apegam a uma atitude que, se algo corresponde às palavras que vieram antes, então elas o aceitam e, se há diferenças com a obra de antes, então elas se opõem a ele e o rejeitam. Hoje, todos vocês não seguem esses princípios? Os três estágios da obra da salvação não tiveram grande efeito sobre vocês, e há aqueles que acreditam que os dois estágios anteriores da obra são um fardo que é simplesmente desnecessário conhecer. Eles acham que esses estágios não deveriam ser declarados às massas e deveriam ser retirados o mais rápido possível, para que as pessoas não se sintam sobrecarregadas pelos dois estágios anteriores dos três estágios da obra. A maioria acredita que tornar os dois estágios anteriores da obra conhecidos é um passo longe demais e não ajuda em nada para conhecer Deus — isso é o que vocês pensam. Hoje, todos vocês acreditam que é certo agir dessa maneira, mas chegará o dia em que perceberão a importância da Minha obra: saibam que não faço nenhuma obra que não tenha significado. Desde que estou declarando os três estágios da obra para vocês, então eles devem ser benéficos para vocês; como esses três estágios da obra estão no coração da gestão inteira de Deus, devem se tornar o foco de todos, por todo o universo. Um dia, todos vocês perceberão a importância desta obra. Saibam que vocês se opõem à obra de Deus ou usam suas próprias noções para medir a obra de hoje porque não conhecem os princípios da obra de Deus e porque não levam a obra do Espírito Santo suficientemente a sério. Sua oposição a Deus e a obstrução da obra do Espírito Santo são causadas por suas noções e por sua arrogância inerente. Não é porque a obra de Deus está errada, mas porque vocês são naturalmente muito desobedientes. Depois de encontrarem sua crença em Deus, algumas pessoas nem conseguem dizer com certeza de onde o homem veio, mas ousam fazer pronunciamentos públicos avaliando os erros e os acertos da obra do Espírito Santo. E eles até ensinam os apóstolos que têm a nova obra do Espírito Santo, fazendo comentários e falando fora de hora; sua humanidade é muito baixa, e não há o menor sentido neles. Não chegará o dia em que tais pessoas serão rejeitadas pela obra do Espírito Santo e queimadas pelo fogo do inferno? Elas não conhecem a obra de Deus, em vez disso, a criticam, e também tentam instruir Deus como operar. Como pessoas tão irracionais podem conhecer Deus? O homem conhece Deus durante o processo de buscá-Lo e experimentá-Lo; não é criticando Deus por impulso que ele passa a conhecê-Lo por meio da iluminação do Espírito Santo. Quanto mais preciso o conhecimento das pessoas sobre Deus se torna, menos elas se opõem a Ele. Em contrapartida, quanto menos as pessoas conhecem Deus, maior a probabilidade de se oporem a Ele. Suas noções, sua antiga natureza e sua humanidade, caráter e perspectiva moral são o “capital” com o qual você resiste a Deus e, quanto mais corrupto, degradado e vil você se torna, mais inimigo de Deus você é. Aqueles que têm noções fortes e um caráter hipócrita são ainda mais inimigos de Deus encarnado; tais pessoas são os anticristos. Se suas noções não forem corrigidas, elas sempre estarão contra Deus; você nunca será compatível com Deus e sempre estará separado Dele.

Extraído de ‘Conhecer os três estágios da obra de Deus é a senda para conhecer Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 10

Os três estágios da obra foram feitos por um só Deus; essa é a maior visão e é a única senda que leva a conhecer Deus. Os três estágios da obra só poderiam ter sido feitos pelo Próprio Deus, e nenhum homem poderia fazer essa obra em Seu nome — o que significa dizer que somente o Próprio Deus poderia ter feito Sua própria obra, desde o início até hoje. Embora os três estágios da obra de Deus tenham sido realizados em diferentes eras e locais, e embora a obra de cada um seja diferente, tudo isso é feito por um só Deus. De todas as visões, essa é a maior visão que o homem deveria conhecer e, se puder ser completamente entendida pelo homem, então ele será capaz de permanecer firme. Hoje, o maior problema enfrentado por várias religiosas e denominações é que elas não conhecem a obra do Espírito Santo, e são incapazes de diferenciar entre a obra do Espírito Santo e a obra que não é do Espírito Santo — e assim não sabem dizer se este estágio da obra é, como os dois últimos estágios, também feito por Deus Jeová. Embora as pessoas sigam Deus, a maioria ainda é incapaz de dizer se esse é o caminho correto. O homem se preocupa se esse é o caminho pessoalmente conduzido pelo Próprio Deus, e se a encarnação de Deus é um fato, e a maioria das pessoas ainda não tem ideia de como discernir tais coisas. Aqueles que seguem Deus são incapazes de determinar o caminho, e assim as mensagens que são faladas têm apenas um efeito parcial entre essas pessoas e são incapazes de serem totalmente eficazes, e então isso afeta a entrada de tais pessoas na vida. Se o homem pode ver nos três estágios da obra que eles foram realizados pelo Próprio Deus em momentos diferentes, em lugares diferentes, e em pessoas diferentes; se o homem puder ver que embora a obra seja diferente, tudo é feito por um só Deus, e já que é uma obra feita por um Deus, então deve ser correta e sem erro e que, embora esteja em desacordo com as noções do homem, não há como negar que é obra de um só Deus — se o homem pode dizer com certeza que é obra de um só Deus, então as noções do homem serão reduzidas a meras trivialidades, indignas de menção. Porque as visões do homem não são claras, e o homem só conhece Jeová como Deus, e Jesus como o Senhor, e está com a mente dividida sobre o Deus encarnado de hoje, muitas pessoas permanecem devotadas à obra de Jeová e de Jesus, e são assoladas pelas noções sobre a obra de hoje; a maioria das pessoas está sempre desconfiada e não leva a obra de hoje a sério. O homem não tem noções sobre os dois últimos estágios da obra, que eram invisíveis. Isso porque o homem não entende a realidade dos dois últimos estágios da obra e não os presenciou pessoalmente. É porque eles não podem ser vistos que o homem imagina como lhe apetece; independentemente do que ele venha a conceber, não há fatos para provar essas imaginações e ninguém para corrigi-las. O homem dá asas ao seu instinto natural, jogando a cautela pela janela e liberando sua imaginação, pois não há fatos para verificar suas imaginações, e assim elas se tornam “fatos”, independentemente de haver alguma prova para elas. Assim, o homem acredita em seu próprio Deus, imaginado em sua mente, e não busca o Deus da realidade. Se uma pessoa tem um tipo de crença, então entre cem pessoas existem cem tipos de crença. O homem crê nessas coisas porque ele não viu a realidade da obra de Deus, porque ele só a ouviu com seus ouvidos e não a viu com os olhos. O homem ouviu lendas e histórias, mas raramente ouviu o conhecimento dos fatos da obra de Deus. É assim que pessoas que foram crentes por apenas um ano acreditam em Deus por meio de suas noções. O mesmo é verdadeiro para aqueles que acreditaram em Deus durante toda a sua vida. Aqueles que não podem ver os fatos nunca serão capazes de escapar de uma fé na qual eles têm noções de Deus. O homem acredita que ele se libertou dos laços de suas antigas noções e entrou em novo território. O homem não sabe que o conhecimento daqueles que não podem ver a verdadeira face de Deus não é nada além de noções e boatos? O homem pensa que suas noções são corretas e sem erros, e pensa que essas noções vêm de Deus. Hoje, quando o homem testemunha a obra de Deus, ele libera as noções que se acumularam ao longo de muitos anos. As imaginações e as ideias do passado se tornaram uma obstrução à obra deste estágio, e tornou-se difícil para o homem abandonar tais noções e refutar essas ideias. As noções de muitos daqueles que seguiram Deus até hoje em relação a esta obra feita passo a passo tornaram-se cada vez mais penosas, e essas pessoas gradualmente formaram uma inimizade teimosa contra Deus encarnado. A fonte desse ódio está nas noções e nas imaginações do homem. Elas se tornaram os inimigos da obra de hoje, obra que está em desacordo com as noções do homem. Isso aconteceu precisamente porque os fatos não permitem que o homem dê asas à sua imaginação e, além disso, não podem ser facilmente refutados pelo homem, e as noções e as imaginações do homem não toleram a existência de fatos e, além disso, porque ele não dá atenção à exatidão e veracidade dos fatos, e simplesmente solta suas noções, e emprega sua própria imaginação. Só se pode dizer que isso é culpa das noções do homem, e não se pode dizer que seja culpa da obra de Deus. O homem pode imaginar o que ele quiser, mas não pode disputar livremente qualquer estágio da obra de Deus ou qualquer parte dela; o fato da obra de Deus é inviolável pelo homem. Você pode dar asas à sua imaginação e até mesmo compilar boas histórias sobre a obra de Jeová e de Jesus, mas você não pode refutar o fato de cada estágio da obra de Jeová e de Jesus; esse é um princípio, e também é um decreto administrativo, e vocês devem entender a importância dessas questões. O homem acredita que esta etapa da obra é incompatível com suas noções, e que esse não é o caso das duas etapas anteriores da obra. Em sua imaginação, o homem acredita que a obra dos dois estágios anteriores certamente não é a mesma que a obra de hoje, mas alguma vez você já considerou que os princípios da obra de Deus são todos iguais, que Sua obra é sempre prática, e que, independentemente da era, sempre haverá um dilúvio de pessoas que resistem e se opõem ao fato de Sua obra? Todos aqueles que hoje resistem e se opõem a esta etapa da obra, indubitavelmente, também se opuseram a Deus no passado, pois essas pessoas sempre serão inimigas de Deus. As pessoas que conhecem o fato da obra de Deus verão os três estágios da obra como a obra de um só Deus e abandonarão suas noções. Essas são pessoas que conhecem Deus, e essas pessoas são aquelas que realmente seguem Deus. Quando toda a gestão de Deus estiver chegando ao fim, Deus classificará todas as coisas de acordo com a espécie. O homem foi feito pelas mãos do Criador, e no final Ele deve devolver completamente o homem ao Seu domínio; essa é a conclusão das três etapas da obra. O estágio da obra dos últimos dias e os dois estágios anteriores em Israel e na Judeia são o plano da gestão de Deus em todo o universo. Ninguém pode negar isso, e esse é o fato da obra de Deus. Embora as pessoas não tenham experimentado ou testemunhado grande parte dessa obra, os fatos ainda são os fatos, e isso é inegável por qualquer homem. As pessoas que acreditam em Deus em todas as terras do universo aceitarão os três estágios da obra. Se você conhece apenas um estágio particular da obra e não entende os outros dois estágios da obra, não entende a obra de Deus em tempos passados, então você é incapaz de falar toda a verdade de todo o plano de gerenciamento de Deus, e seu conhecimento de Deus é unilateral, pois em sua crença em Deus você não O conhece nem entende, e então você não está apto a dar testemunho de Deus. Independentemente de o seu conhecimento atual dessas coisas ser profundo ou superficial, no final, vocês devem ter conhecimento e estar completamente convencidos, e todas as pessoas verão a totalidade da obra de Deus e se submeterão ao domínio de Deus. No final desta obra, todas as religiões se tornarão uma, todas as criaturas retornarão ao domínio do Criador, todas as criaturas adorarão o único Deus verdadeiro, e todas as religiões malignas não darão em nada, para nunca mais aparecerem novamente.

Extraído de ‘Conhecer os três estágios da obra de Deus é a senda para conhecer Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 11

Por que essa referência contínua aos três estágios da obra? A passagem das eras, o desenvolvimento social e a mudança da face da natureza seguem alterações nas três etapas da obra. A humanidade muda no ritmo da obra de Deus e não se desenvolve por si mesma. A menção dos três estágios da obra de Deus é para trazer todas as criaturas e pessoas de cada religião e denominação ao domínio de um único Deus. Independentemente de qual religião você pertença, no final todos se submeterão ao domínio de Deus. Somente o Próprio Deus pode realizar esta obra; não pode ser feito por nenhum chefe religioso. Existem várias religiões importantes no mundo, e cada uma tem seu próprio chefe, ou líder, e os seguidores estão espalhados por diferentes países e regiões em todo o mundo; todo país, seja grande ou pequeno, tem diferentes religiões dentro dele. No entanto, independentemente de quantas religiões existam em todo o mundo, todas as pessoas dentro do universo, em última instância, existem sob a orientação de um Deus, e sua existência não é guiada por chefes ou líderes religiosos. Isso significa dizer que a humanidade não é guiada por um chefe ou líder religioso em particular; em vez disso, toda a humanidade é conduzida pelo Criador, que criou os céus, a terra e todas as coisas, e também criou a humanidade — e isso é um fato. Embora o mundo tenha várias religiões principais, independentemente de quão grandes sejam, todas elas existem sob o domínio do Criador, e nenhuma delas pode exceder o escopo desse domínio. O desenvolvimento da humanidade, o progresso social, o desenvolvimento das ciências naturais — cada um destes é inseparável dos arranjos do Criador, e essa obra não é algo que possa ser feito por um determinado chefe religioso. Os chefes religiosos são meramente os líderes de uma religião em particular, e não podem representar Deus ou Aquele que criou os céus e a terra e todas as coisas. Chefes religiosos podem liderar todos os que pertencem à religião inteira, mas não podem comandar todas as criaturas sob os céus; esse é um fato universalmente reconhecido. Chefes religiosos são meros líderes e não podem ser iguais a Deus (o Criador). Todas as coisas estão nas mãos do Criador e, no final, todas elas retornarão às mãos do Criador. A humanidade foi originalmente criada por Deus e, independentemente da religião, cada pessoa retornará ao domínio de Deus — isso é inevitável. Somente Deus é o Altíssimo dentre todas as coisas, e o governante supremo dentre todas as criaturas também deve retornar sob Seu domínio. Não importa quão elevado seja o status do homem, ele não pode levar a humanidade a um destino adequado, e ninguém é capaz de classificar todas as coisas de acordo com sua espécie. O Próprio Jeová criou a humanidade e classificou cada um de acordo com sua espécie, e quando o tempo do fim chegar Ele Mesmo ainda fará Sua própria obra, classificando todas as coisas de acordo com sua espécie — essa obra não pode ser feita por ninguém a não ser Deus. Os três estágios da obra realizada desde o início até hoje foram todos realizados pelo Próprio Deus e foram realizados pelo único Deus. O fato dos três estágios da obra é o fato da liderança de Deus de toda a humanidade, um fato que ninguém pode negar. No final dos três estágios da obra, todas as coisas serão classificadas de acordo com sua espécie e voltarão a estar sob o domínio de Deus, pois em todo o universo existe apenas este único Deus, e não há outras religiões. Aquele que é incapaz de criar o mundo será incapaz de trazê-lo ao fim, enquanto Aquele que criou o mundo certamente o levará a um fim. Portanto, se alguém for incapaz de acabar com uma era e é meramente capaz de ajudar o homem a cultivar sua mente, então ele certamente não será Deus, e certamente não será o Senhor da humanidade. Ele será incapaz de fazer uma obra tão grande; existe apenas um que pode realizar tal obra, e todos os que são incapazes de realizá-la são certamente inimigos e não Deus. Todas as religiões malignas são incompatíveis com Deus e desde que são incompatíveis com Deus, são inimigas de Deus. Toda a obra é feita por este único Deus verdadeiro, e o universo inteiro é comandado por este único Deus. Independentemente de estar trabalhando em Israel ou na China, independentemente de a obra ser realizada pelo Espírito ou pela carne, tudo é feito pelo Próprio Deus, e não pode ser feito por mais ninguém. É precisamente porque Ele é o Deus de toda a humanidade que Ele trabalha livremente, sem restrições por quaisquer condições — e essa é a maior de todas as visões. Como uma criatura de Deus, se você deseja cumprir o dever de uma criatura de Deus e entender a vontade de Deus, você deve entender a obra de Deus, deve entender a vontade de Deus para as criaturas, deve entender Seu plano de gerenciamento e deve entender todo o significado da obra que Ele faz. Aqueles que não entendem isso não estão qualificados para serem criaturas de Deus! Como uma criatura de Deus, se você não entende de onde veio, não entende a história da humanidade e toda a obra feita por Deus e, além disso, não entende como a humanidade se desenvolveu até hoje, não entende quem comanda toda a humanidade, então você é incapaz de cumprir o seu dever. Deus conduziu a humanidade até hoje e, desde que criou o homem sobre a terra, Ele nunca o abandonou. O Espírito Santo nunca para de operar, nunca parou de liderar a humanidade e nunca deixou a humanidade. Mas a humanidade não percebe que existe um Deus, muito menos conhece Deus. Existe algo mais humilhante do que isso para todas as criaturas de Deus? Deus pessoalmente conduz o homem, mas este não entende a obra de Deus. Você é uma criatura de Deus, mas você não entende sua própria história, e não tem consciência de quem o guiou em sua jornada, está inconsciente da obra feita por Deus, e assim você não pode conhecer Deus. Se você não sabe disso agora, então nunca estará qualificado para dar testemunho de Deus. Hoje, o Criador pessoalmente conduz todas as pessoas novamente, e faz com que todas as pessoas contemplem Sua sabedoria, onipotência, salvação e maravilha. Contudo, você ainda não percebe ou compreende — você não é, portanto, aquele que não receberá a salvação? Aqueles que pertencem a Satanás não entendem as palavras de Deus, e aqueles que pertencem a Deus podem ouvir a voz de Deus. Todos aqueles que percebem e compreendem as palavras que Eu falo são aqueles que serão salvos e darão testemunho de Deus; todos aqueles que não entendem as palavras que Eu falo não podem dar testemunho de Deus, e são aqueles que serão eliminados. Aqueles que não entendem a vontade de Deus e não percebem a obra de Deus são incapazes de alcançar o conhecimento de Deus, e tais pessoas não darão testemunho de Deus. Se você deseja dar testemunho de Deus, então você deve conhecê-Lo, e o conhecimento de Deus é alcançado por meio da obra de Deus. Em suma, se você deseja conhecer Deus, então deve conhecer a obra de Deus: conhecer a Sua obra é da máxima importância. Quando os três estágios da obra chegarem ao fim, será feito um grupo daqueles que dão testemunho de Deus, um grupo daqueles que O conhecem. Todas essas pessoas O conhecerão e serão capazes de colocar a verdade em prática. Elas possuirão humanidade e sentido, e conhecerão os três estágios da obra de salvação de Deus. Essa é a obra que será realizada no final, e essas pessoas são a cristalização da obra de seis mil anos de gerenciamento, e são o mais poderoso testemunho da derrota final de Satanás. Aqueles que puderem dar testemunho de Deus poderão receber a promessa e a bênção de Deus, e serão o grupo que permanece no final, que possui a autoridade de Deus e presta testemunho de Deus. Talvez todos dentre vocês possam se tornar membros desse grupo, talvez apenas metade, ou apenas alguns — isso depende de sua vontade e de sua busca.

Extraído de ‘Conhecer os três estágios da obra de Deus é a senda para conhecer Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 12

O plano de gerenciamento de seis mil anos é dividido em três estágios de obra. Nenhum estágio sozinho pode representar a obra das três eras, mas pode representar apenas uma parte de um todo. O nome Jeová não pode representar todo o caráter de Deus. O fato de que Ele realizou uma obra na Era da Lei não prova que Deus só pode ser Deus sob a lei. Jeová estabeleceu leis para o homem e proferiu mandamentos, pedindo ao homem que construísse o templo e os altares; a obra que Ele fez representa apenas a Era da Lei. A obra que Ele fez não prova que Deus é só um Deus que pede ao homem para respeitar a lei, nem que Ele é o Deus no templo nem que Ele é o Deus diante do altar. Dizer isso não seria verdade. A obra realizada sob a lei só pode representar uma era. Portanto, se Deus fizesse apenas a obra na Era da Lei, o homem confinaria Deus dentro da seguinte definição: “Deus é o Deus no templo. Para servir a Deus, devemos usar vestes sacerdotais e entrar no templo”. Se a obra na Era da Graça nunca tivesse sido realizada e a Era da Lei tivesse continuado até o presente, o homem não saberia que Deus é também misericordioso e amoroso. Se a obra na Era da Lei não tivesse sido feita e, em vez disso, somente a obra na Era da Graça, tudo o homem saberia é que Deus só pode redimir o homem e perdoar-lhes os pecados. O homem só saberia que Ele é santo e inocente, que Ele pode Se sacrificar e ser crucificado em benefício do homem. O homem só saberia dessas coisas, mas não teria entendimento de qualquer coisa mais. Portanto, cada era representa uma parte do caráter de Deus. Quanto a que aspectos do caráter de Deus são representados na Era da Lei, quais na Era da Graça, e quais neste estágio presente: somente quando todos os três estágios tiverem sido integrados em um todo elas poderão revelar o caráter de Deus inteiramente. Somente quando o homem conhecer todos os três estágios ele poderá entendê-lo plenamente. Nenhum dos três estágios pode ser omitido. Você só verá o caráter de Deus em sua totalidade depois de conhecer esses três estágios da obra. O fato de que Deus completou Sua obra na Era da Lei não prova que Ele é somente o Deus sob a lei, e o fato de que Ele completou Sua obra de redenção não significa que Deus sempre redimirá a humanidade. Essas são todas conclusões tiradas pelo homem. A Era da Graça tendo chegado ao fim, você não pode, então, dizer que Deus pertence apenas à cruz e que a cruz sozinha representa a salvação de Deus. Fazer isso seria definir Deus. No estágio atual, Deus está fazendo principalmente a obra da palavra, mas você não pode dizer, então, que Deus nunca foi misericordioso com o homem e que tudo o que Ele trouxe é castigo e julgamento. A obra nos últimos dias revela a obra de Jeová e de Jesus e todos os mistérios não compreendidos pelo homem, de modo a revelar o destino e fim da humanidade e concluir toda a obra de salvação entre a humanidade. Esse estágio da obra nos últimos dias encerra tudo. Todos os mistérios não compreendidos pelo homem precisam ser desvendados para permitir que o homem os sonde até sua profundidade e tenha uma compreensão completamente clara em seu coração. Só então a raça humana pode ser classificada de acordo com seus tipos. Somente depois que o plano de gerenciamento de seis mil anos tiver sido completado, o homem chegará a entender o caráter de Deus em sua totalidade, pois Sua gestão terá então chegado ao fim.

Extraído de ‘O mistério da encarnação (4)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 13

Toda a obra feita ao longo do plano de gerenciamento de seis mil anos só agora chegou ao fim. Somente depois que toda essa obra tiver sido revelada aos homens e realizada entre a humanidade, a humanidade conhecerá todo o caráter de Deus e o que Ele tem e é. Quando a obra deste estágio tiver sido totalmente concluída, todos os mistérios não compreendidos pelo homem terão sido revelados, todas as verdades anteriormente não compreendidas terão sido esclarecidas, e a raça humana terá sido informada de sua senda e destino futuros. Essa é toda a obra que deve ser feita no atual estágio. Embora a senda que o homem percorre hoje seja também a senda da cruz e do sofrimento, o que o homem de hoje pratica, come, bebe e desfruta é muito diferente daquilo que coube ao homem sob a lei e na Era da Graça. O que se pede do homem neste dia é diferente do que se pedia no passado e ainda mais diferente do que se pedia do homem na Era da Lei. Bem, e o que foi solicitado ao homem sob a lei quando Deus estava fazendo Sua obra em Israel? Foi solicitado apenas que guardasse o sábado e as leis de Jeová. Ninguém deveria trabalhar no sábado ou transgredir as leis de Jeová. Mas esse não é o caso hoje. No sábado, o homem trabalha, se reúne com outros e ora como de costume, e nenhuma restrição é imposta. Os homens na Era da Graça tinham que ser batizados; não só isso, foi solicitado que jejuassem, partissem o pão, bebessem vinho, cobrissem a cabeça e lavassem os pés. Agora, essas regras foram abolidas, mas exigências maiores são feitas ao homem, pois a obra de Deus se aprofunda cada vez mais, e a entrada do homem alcança alturas cada vez maiores. No passado, Jesus impôs as mãos sobre o homem e orou, mas agora que tudo foi dito, qual é o uso da imposição de mãos? Palavras sozinhas podem alcançar resultados. Quando Ele impunha Suas mãos sobre o homem no passado, era para abençoar e curar o homem de suas enfermidades. Foi assim que o Espírito Santo operou naquele tempo, mas não é assim agora. Agora, o Espírito Santo utiliza palavras para operar e para alcançar resultados. Suas palavras foram esclarecidas para vocês, e vocês deveriam colocá-las em prática exatamente como lhes foi dito. Suas palavras são Sua vontade; elas são a obra que Ele deseja fazer. Por meio de Suas palavras, você entenderá Sua vontade e aquilo que Ele lhe pede para alcançar, e você pode apenas colocar Suas palavras em prática diretamente, sem a necessidade da imposição de mãos. Alguns podem dizer: “Coloque Tuas mãos sobre mim! Coloque Tuas mãos sobre mim para que eu possa receber a Tua bênção e participar de Ti”. Essas são todas práticas desatualizadas do passado, agora obsoletas, pois a era mudou. O Espírito Santo opera de acordo com a era, nem aleatoriamente nem em conformidade com regras estabelecidas. A era mudou, e uma nova era necessariamente traz consigo uma nova obra. Isso é verdade em todos os estágios da obra, e assim Sua obra nunca é repetida. Na Era da Graça, Jesus fez uma boa quantidade desse tipo de obra, como curar enfermidades, expulsar demônios, impor as mãos sobre o homem para orar pelo homem e abençoar o homem. No entanto, agir assim novamente não teria sentido nos dias atuais. O Espírito Santo operou dessa maneira naquele tempo, pois era a Era da Graça, e havia graça suficiente para o homem desfrutar. Não lhe foi pedido qualquer tipo de pagamento e enquanto ele tivesse fé, ele receberia a graça. Todos foram tratados com muita gentileza. Agora, a era mudou e a obra de Deus progrediu ainda mais; é por meio de Seu castigo e julgamento que a rebeldia do homem e as coisas impuras dentro do homem serão purificadas. Como aquele era o estágio da redenção, coube a Deus operar daquela forma, mostrando ao homem graça suficiente para o homem desfrutar, para que o homem pudesse ser redimido do pecado e, por meio da graça, ter seus pecados perdoados. Este estágio atual é para revelar as injustiças dentro do homem através do castigo, julgamento, do golpear com as palavras, bem como a disciplina e revelação de palavras, para que a humanidade possa ser salva depois. Esta é uma obra mais profunda que a redenção. A graça na Era da Graça foi suficiente para o desfrute do homem; agora que o homem já experimentou essa graça, ele não a desfrutará mais. Essa obra agora está desatualizada e não mais será feita. Agora, o homem deverá ser salvo por meio do julgamento pela palavra. Depois de o homem ser julgado, castigado e refinado, seu caráter é, portanto, alterado. Isso não é tudo por causa das palavras que proferi? Cada estágio da obra é feito de acordo com o progresso de toda a humanidade e com a era. A obra é toda importante e é toda feita em benefício da salvação final, para que a humanidade tenha um bom destino no futuro e para que a humanidade possa ser classificada de acordo com a espécie no final.

Extraído de ‘O mistério da encarnação (4)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 14

Cada estágio da obra do Espírito Santo exige também o testemunho do homem. Cada estágio da obra é uma batalha entre Deus e Satanás; Satanás é o alvo da batalha, enquanto o homem é aquele que a obra tornará perfeito. Se a obra de Deus pode ou não frutificar depende da maneira do testemunho que o homem dá de Deus. Esse testemunho é o que Deus exige daqueles que O seguem; é o testemunho feito diante de Satanás e também a prova dos efeitos de Sua obra. O gerenciamento integral de Deus é dividido em três estágios e em cada estágio são feitas exigências apropriadas ao homem. Além disso, à medida que as eras passam e avançam, as exigências que Deus faz a toda a humanidade se tornam cada vez mais elevadas. Assim, passo a passo, a obra de gerenciamento de Deus se aproxima do clímax, até que o homem contemple o “surgimento da Palavra na carne”, e assim as exigências feitas ao homem se tornam ainda mais elevadas, como o fazem as exigências para que o homem dê testemunho. Quanto mais o homem é capaz de verdadeiramente colaborar com Deus, mais ele glorifica Deus. A colaboração do homem é o testemunho que dele se exige, e o testemunho que ele dá é a prática do homem. Portanto, se a obra de Deus é ou não capaz de surtir o devido efeito, se há ou não um testemunho verdadeiro são questões inextricavelmente ligadas à colaboração e ao testemunho do homem. Quando a obra estiver terminada, isto é, quando o gerenciamento integral de Deus chegar ao fim, o dever do homem será prestar um testemunho mais elevado, e quando a obra de Deus chegar ao fim, a prática e a entrada do homem atingirão seu apogeu. No passado, exigia-se que homem cumprisse a lei e os mandamentos e que fosse paciente e humilde. Hoje, exige-se que o homem obedeça a todos os arranjos de Deus e tenha amor supremo a Deus e que, finalmente, siga amando a Deus em meio à provação. Esses três estágios são exigências de Deus ao homem, passo a passo, ao longo de todo o Seu gerenciamento. Cada estágio da obra de Deus é mais denso do que o anterior, e em cada estágio as exigências feitas ao homem são mais densas do que as anteriores, e dessa maneira o gerenciamento integral de Deus pouco a pouco toma forma. É precisamente porque as exigências feitas ao homem são cada vez mais elevadas que o caráter do homem se aproxima cada vez mais dos padrões exigidos por Deus, e só então a humanidade toda começa a se afastar gradativamente da influência de Satanás até que, quando a obra de Deus estiver totalmente concluída, a humanidade inteira terá sido salva da influência de Satanás. Quando chegar essa época, a obra de Deus terá chegado ao fim, e a colaboração do homem com Deus para realizar mudanças em seu caráter não existirá mais, e a humanidade toda viverá à luz de Deus e a partir de então não haverá rebeldia ou oposição a Deus. Deus também não fará mais exigências ao homem e haverá uma colaboração mais harmoniosa entre o homem e Deus, que será a vida do homem e de Deus juntos, a vida que vem depois da conclusão definitiva do gerenciamento de Deus e depois que Deus tenha salvado o homem completamente das garras de Satanás. Aqueles que não conseguem seguir de perto os passos de Deus são incapazes de alcançar tal vida. Eles se rebaixarão à escuridão onde vão chorar e ranger os dentes; são pessoas que creem em Deus, mas não O seguem, que creem em Deus, mas não obedecem a toda Sua obra.

Extraído de ‘A obra de Deus e a prática do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 15

Durante toda a obra de gerenciamento, a obra mais importante é a salvação do homem da influência de Satanás. A obra principal é a completa conquista do homem corrupto, assim restaurando a reverência original de Deus no coração do homem conquistado, permitindo-lhe alcançar uma vida normal, ou seja, a vida normal de uma criatura de Deus. Essa obra é crucial e é o cerne da obra de gerenciamento. Nos três estágios da obra de salvação, o primeiro estágio da obra da Era da Lei estava longe do cerne da obra de gerenciamento; apenas tinha uma leve aparência da obra de salvação, e não foi o início da obra de Deus de salvar o homem do império de Satanás. O primeiro estágio da obra foi feito diretamente pelo Espírito, porque, sob a lei, o homem só sabia cumprir a lei e não tinha mais verdade, porque a obra na Era da Lei dificilmente envolvia mudanças no caráter do homem, muito menos era referente à obra de como salvar o homem do império de Satanás. Assim, o Espírito de Deus completou de maneira suprema esse simples estágio da obra que não dizia respeito à disposição corrupta do homem. Esse estágio da obra teve pouca relação com o cerne do gerenciamento e não tinha grande correlação com a obra oficial da salvação do homem, assim sendo, não exigia que Deus Se tornasse carne para pessoalmente realizar Sua obra. A obra realizada pelo Espírito é implícita, insondável, e é deveras assustadora e inacessível ao homem; o Espírito não é adequado para fazer diretamente a obra da salvação e não é adequado para fornecer vida diretamente ao homem. O mais adequado para o homem é transformar a obra do Espírito em uma abordagem que seja mais próxima do homem, ou seja, o que mais se adequa ao homem é Deus Se tornar uma pessoa normal, comum, para fazer a Sua obra. Isso requer que Deus seja encarnado para substituir o Espírito em Sua obra, e, para o homem, não há um modo mais adequado para Deus operar. Entre esses três estágios da obra, dois são realizados pela carne, e esses dois estágios são as fases centrais da obra de gerenciamento. As duas encarnações são mutuamente complementares e complementam uma à outra perfeitamente. O primeiro estágio da encarnação de Deus lançou o fundamento para o segundo estágio, e pode-se dizer que as duas encarnações de Deus formam um todo e não são incompatíveis uma com a outra. Esses dois estágios da obra de Deus são realizados por Deus em Sua identidade encarnada, porque são muito importantes para todo o gerenciamento da obra. Quase se poderia dizer que, sem a obra das duas encarnações de Deus, toda a obra de gerenciamento teria estagnado e a obra de salvação da humanidade não seria nada mais do que conversa vazia. Se essa obra é ou não importante, isso se baseia nas necessidades da humanidade, a realidade da depravação dessa humanidade, a severidade da desobediência de Satanás e sua perturbação da obra. A pessoa certa que está apta para essa tarefa é baseada na natureza da obra desempenhada pelo trabalhador e na importância da obra. Quando se trata da importância dessa obra, em termos de qual método de obra adotar — obra realizada diretamente pelo Espírito de Deus, ou a obra realizada pelo Deus encarnado, ou ainda a obra realizada pelo homem — a primeira a ser eliminada é a obra realizada pelo homem, e, com base na natureza da obra e a natureza da obra do Espírito contra a da carne, é finalmente decidido que a obra realizada pela carne é mais benéfica para o homem do que a obra realizada diretamente pelo Espírito, e que ela oferece mais vantagens. Esse era o pensamento de Deus quando decidiu se a obra seria realizada pelo Espírito ou pela carne. Há uma importância e um fundamento para cada estágio da obra. Não são imaginações infundadas, tampouco são executadas de maneira arbitrária; há certa sabedoria nelas. Tal é a verdade por trás de toda a obra de Deus. De modo particular, há ainda muito mais dos planos de Deus em uma obra tão grandiosa quanto a obra do Deus encarnado operando pessoalmente no meio dos homens. Portanto, a sabedoria de Deus e a totalidade do Seu ser são refletidas em cada uma de Suas ações, pensamentos e ideias na obra Dele; esse é o ser de Deus que é mais concreto e sistemático. Esses pensamentos e ideias sutis são difíceis para o homem imaginar, também difíceis para o homem acreditar e, mais ainda, difíceis para o homem conhecer. A obra realizada pelo homem é feita de acordo com princípios gerais, o que, para o homem, é altamente satisfatório. Entretanto, se comparada com a obra de Deus, é simplesmente grande demais a disparidade; embora os feitos de Deus sejam grandes e a obra de Deus seja de uma escala magnífica, atrás deles há muitos planos e arranjos minuciosos e precisos que são inimagináveis para o homem. Cada etapa de Sua obra não é apenas executada de acordo com princípios, mas cada estágio contém também muitas coisas que não podem ser articuladas pela linguagem humana, e essas são coisas invisíveis para o homem. Não importa se é a obra do Espírito ou a obra do Deus encarnado, cada uma contém os planos de Sua obra. Ele não opera de maneira infundada e não faz uma obra insignificante. Quando o Espírito opera diretamente, é com Suas metas, e quando Ele Se torna homem (ou seja, quando Ele transforma Sua casca exterior) para operar, é ainda mais com Seu propósito. Por que razão Ele prontamente mudaria Sua identidade? Por que razão Ele prontamente Se tornaria uma pessoa considerada humilde e perseguida?

Extraído de ‘A humanidade corrupta está mais necessitada da salvação do Deus encarnado’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 16

A obra de hoje tem movido adiante a obra da Era da Graça; isto é, a obra que está totalmente sob o plano de gerenciamento de seis mil anos tem avançado. Embora a Era da Graça tenha terminado, a obra de Deus tem apresentado progresso. Por que Eu digo repetidamente que este estágio da obra é construído sobre a Era da Graça e a Era da Lei? Porque a obra deste dia é uma continuação da obra feita na Era da Graça e é um avanço em relação ao que foi feito na Era da Lei. Os três estágios estão intimamente interconectados, cada elo na corrente estando firmemente atado ao próximo. Por que Eu também digo que este estágio da obra é construído sobre o que foi feito por Jesus? Supondo que este estágio não foi construído sobre o que foi feito por Jesus, outra crucificação teria que ocorrer neste estágio, e a obra redentora do estágio anterior teria de ser toda feita novamente. Isso não teria sentido. E, assim, não é que a obra esteja completamente terminada, mas que a era avançou, e o nível da obra foi elevado ainda mais do que antes. Pode-se dizer que este estágio da obra foi construído sobre o fundamento da Era da Lei e sobre a rocha da obra de Jesus. A obra de Deus é construída estágio após estágio, e este estágio não é um novo começo. Somente a combinação dos três estágios da obra pode ser considerada o plano de gerenciamento de seis mil anos. A obra deste estágio é feita sobre o fundamento da obra da Era da Graça. Se estes dois estágios da obra não estivessem relacionados, então, por que a crucificação não foi repetida neste estágio? Por que Eu não carrego os pecados do homem, mas, em vez disso, venho para julgar e castigar o homem diretamente? Se a Minha obra de julgar e castigar o homem e Minha vinda agora não pela concepção pelo Espírito Santo não seguissem a crucificação, Eu não estaria qualificado para julgar e castigar o homem. É precisamente porque sou um com Jesus é que Eu venho diretamente para castigar e julgar o homem. A obra neste estágio é construída inteiramente sobre a obra do estágio precedente. É por isso que somente a obra deste tipo pode levar o homem, passo a passo, à salvação. Jesus e Eu viemos de um Espírito. Embora não tenhamos relação nas Nossas carnes, os Nossos Espíritos são um; mesmo que o conteúdo daquilo que fazemos e a obra que assumimos não sejam os mesmos, Nós somos iguais em essência; as Nossas carnes tomam formas diferentes, mas isso é devido à mudança na era e nos diferentes requisitos da Nossa obra; os Nossos ministérios não são semelhantes, por isso, a obra que Nós produzimos e os caracteres que Nós revelamos ao homem também são diferentes. É por isso que o que o homem vê e entende neste dia é diferente do passado, o que se dá por causa da mudança na era. Por tudo isso, Eles são diferentes no gênero e na forma das carnes Deles, e Eles não nasceram da mesma família, ainda menos no mesmo período de tempo, os Espíritos Deles são, mesmo assim, um. Embora as carnes Deles não compartilhem nem sangue nem parentesco físico de tipo algum, não pode ser negado que Eles são as carnes de Deus em pessoa em dois períodos de tempo diferentes. Que Eles são as carnes de Deus em pessoa é uma verdade irrefutável, embora não sejam da mesma linhagem e não compartilhem de uma língua humana comum (uma era um homem que falava a língua dos judeus; e a outra, uma mulher que fala somente chinês). É por essas razões que Eles viveram em diferentes países para fazerem a obra que convinha a cada um fazer e também em períodos diferentes de tempo. A despeito do fato de que Eles são o mesmo Espírito, que possuem a mesma essência, não há semelhanças absolutas, de modo algum, entre as cascas externas das carnes Deles. Tudo o que eles compartilham é a mesma humanidade, mas no que se refere à aparência externa das carnes Deles e às circunstâncias do nascimento Deles, Eles não são semelhantes. Essas coisas não têm impacto sobre a respectiva obra Deles nem sobre o conhecimento que o homem tem Deles, pois, em última análise, Eles são o mesmo Espírito, e ninguém pode separá-Los. Embora não sejam relacionados por sangue, todo o ser Deles está encarregado do Espírito Deles, que Lhes aloca diferentes obras em diferentes períodos de tempo; e à carne Deles, diferentes linhagens. O Espírito de Jeová não é o pai do Espírito de Jesus, e o Espírito de Jesus não é o filho do Espírito de Jeová: Eles são um e o mesmo Espírito. Semelhantemente, o Deus encarnado de hoje e Jesus não estão relacionados por sangue, mas Eles são um; isso se dá porque Seus Espíritos são um. Deus pode fazer a obra de misericórdia e de amabilidade, assim como a de julgamento justo e a de castigo do homem e a de invocar maldições sobre o homem; e, no final, Ele pode fazer a obra de destruir o mundo e de punir o ímpio. Ele não faz tudo isso Ele Mesmo? Essa não é a onipotência de Deus? Ele foi capaz de promulgar as leis para o homem e de emitir mandamentos para ele, e Ele também foi capaz de levar os primeiros israelitas a viver suas vidas na terra e a guiá-los na construção do templo e dos altares, mantendo todos os israelitas sob o domínio Dele. Por causa de Sua autoridade, Ele viveu na terra com o povo de Israel por dois mil anos. Os israelitas não ousaram se rebelar contra Ele; todos reverenciaram a Jeová e observaram os mandamentos Dele. Tal foi a obra que foi feita em virtude de Sua autoridade e onipotência. Então, durante a Era da Graça, Jesus veio para redimir toda a humanidade caída (e não somente os israelitas). Ele demonstrou misericórdia e benignidade para com o homem. O Jesus que o homem viu na Era da Graça era cheio de amabilidade e sempre foi amoroso em relação ao homem, pois Ele tinha vindo para salvar a humanidade do pecado. Ele foi capaz de perdoar os homens de seus pecados até que a Sua crucificação redimiu completamente a humanidade do pecado. Durante esse período, Deus apareceu diante do homem com misericórdia e amabilidade; isto é, Ele Se tornou uma oferta pelo pecado para o homem e foi crucificado pelos pecados do homem de modo que eles pudessem, para sempre, ser perdoados. Ele foi misericordioso, compassivo, paciente e amoroso. E todos os que seguiram a Jesus na Era da Graça, do mesmo modo buscaram ser pacientes e amorosos em todas as coisas. Eles foram longânimos e nunca revidaram, mesmo quando eram espancados, amaldiçoados ou apedrejados. Porém, durante o estágio final, isso não pode mais ser assim. A obra de Jesus e de Jeová não foi inteiramente igual, embora fossem de um só Espírito. A obra de Jeová não encerrou a era, mas a orientou, introduzindo a vida da humanidade na terra, e a obra de hoje é conquistar os que estão nas nações gentias que foram corrompidos profundamente, e liderar não somente o povo escolhido por Deus na China, mas o universo inteiro e toda a humanidade. Pode parecer para você que esta obra está sendo feita somente na China, mas, de fato, ela já começou a se espalhar no exterior. Por que é que as pessoas fora da China buscam o caminho verdadeiro repetidas vezes? É porque o Espírito já se pôs a operar e as palavras que estão sendo faladas agora são direcionadas para o povo no universo todo. Com isso, metade da obra já está em andamento. Desde a criação do mundo até o presente, o Espírito de Deus tem colocado esta grande obra em movimento e, além disso, tem feito uma obra diferente em diferentes eras e entre diferentes nações. As pessoas de cada era veem um caráter diferente Dele, que é naturalmente revelado por meio da diferente obra que Ele faz. Ele é Deus, cheio de misericórdia e amabilidade; Ele é a oferta pelo pecado para o homem e o pastor do homem; mas Ele também é o julgamento, o castigo e a maldição do homem. Ele pôde levar o homem a viver na terra por dois mil anos, e Ele também pôde redimir a humanidade corrupta do pecado. Hoje, Ele também é capaz de conquistar a humanidade, que não O conhece, e fazê-la prostrar-se sob o Seu domínio, de modo que todos se submetam a Ele completamente. No final, Ele queimará totalmente tudo o que é impuro e injusto dentro das pessoas no universo todo, para mostrar a elas que Ele não é somente um Deus misericordioso e amoroso, não somente um Deus de sabedoria e maravilhas, não somente um Deus santo, mas, além disso, um Deus que julga o homem. Para os malignos dentre a humanidade, Ele é queima, julgamento e punição; para aqueles que devem ser aperfeiçoados, Ele é tribulação, refinamento e provações, assim como conforto, sustento, a provisão de palavras, tratamento e poda. E para aqueles que são eliminados, Ele é punição e retribuição.

Extraído de ‘As duas encarnações completam o significado da encarnação’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 17

Depois de ter realizado Seus seis mil anos de obra até o dia de hoje, Deus já revelou muitos de Seus atos, cujo propósito primário é derrotar Satanás e trazer salvação a toda a humanidade. Ele usa essa oportunidade para permitir que tudo no céu, na terra, tudo nos mares, assim como todos os últimos objetos da criação de Deus na terra possam ver a onipotência de Deus e todos os atos de Deus. Ele aproveita a oportunidade de derrotar Satanás para revelar todos os Seus atos à humanidade, e para permitir que ela possa louvá-Lo e exaltar Sua sabedoria em derrotar a Satanás. Tudo na terra, no céu e nos mares traz a Ele glória, louva Sua onipotência, louva todos os Seus atos e grita Seu santo nome. Essa é a prova da Sua derrota de Satanás; é a prova da Sua conquista de Satanás; mais importante ainda, é a prova da Sua salvação da humanidade. Toda a criação de Deus traz glória a Ele, louva-O por derrotar Seu inimigo e por voltar vitorioso, e O louva como o grande Rei vitorioso. Seu propósito não é meramente derrotar Satanás, e por isso Sua obra tem continuado há seis mil anos. Ele usa a derrota de Satanás para salvar a humanidade; Ele usa a derrota de Satanás para revelar todos os Seus atos e toda a Sua glória. Ele obterá glória, e toda a multidão de anjos verá toda a Sua glória. Os mensageiros no céu, os humanos na terra e toda a criação sobre a terra verão a glória do Criador. Essa é a obra que Ele faz. Toda a Sua criação no céu e na terra verá a Sua glória, e Ele retornará triunfante depois de derrotar Satanás completamente e consentir que a humanidade O louve, realizando assim essa dupla vitória em sua obra. No final, toda a humanidade será conquistada por Ele, e Ele eliminará qualquer um que resista ou se rebele; em outras palavras, Ele erradicará todos aqueles que pertencem a Satanás.

Extraído de ‘Você deveria saber como toda a humanidade se desenvolveu até hoje’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 18

A obra que Jeová fez sobre os israelitas estabeleceu em meio à humanidade o local terreno de origem de Deus, que também era o local sagrado onde Ele estava presente. Ele confinou Sua obra ao povo de Israel. Inicialmente, Ele não operou fora de Israel, mas, em vez disso, escolheu pessoas que considerou adequadas a fim de restringir o escopo da Sua obra. Israel é o lugar onde Deus criou Adão e Eva, e do pó desse lugar Jeová fez o homem; esse lugar se tornou a base da Sua obra na terra. Os israelitas, que eram descendentes de Noé e também descendentes de Adão, foram a fundação humana da obra de Jeová na terra.

Naquele momento, o significado, o propósito e as fases da obra de Jeová em Israel foram para iniciar a Sua obra em toda a terra, que, tomando Israel como centro, se espalhou gradualmente às nações gentias. Este é o princípio segundo o qual Ele opera em todo o universo — estabelecer um modelo e depois ampliá-lo até que todas as pessoas do universo tenham recebido o Seu evangelho. Os primeiros israelitas eram os descendentes de Noé. Essas pessoas eram dotadas somente do sopro de Jeová e entendiam o suficiente para cuidar das necessidades básicas da vida, mas não sabiam que tipo de Deus era Jeová, nem qual era a Sua vontade para o homem; muito menos sabiam como deveriam reverenciar o Senhor de toda a criação. Quanto a se havia regras e leis a obedecer,[a] ou se havia um dever que os seres criados deveriam desempenhar para o Criador, os descendentes de Adão nada sabiam sobre essas coisas. Tudo o que sabiam era que o marido deveria suar e labutar para prover para sua família, e que a esposa deveria se submeter a seu marido e perpetuar a raça de humanos que Jeová havia criado. Em outras palavras, tais pessoas, que tinham apenas o sopro de Jeová e a Sua vida, nada sabiam sobre como seguir as leis de Deus ou sobre como satisfazer o Senhor de toda criação. O que entendiam era bem pouco. Assim, mesmo que não houvesse nada de tortuoso ou desonesto em seus corações, e mesmo que ciúme e discórdia raramente surgissem em seu meio, elas não tinham conhecimento ou entendimento de Jeová, o Senhor de toda criação. Esses ancestrais do homem sabiam apenas comer as coisas de Jeová e desfrutar as coisas de Jeová, mas não sabiam reverenciar Jeová; não sabiam que Jeová é Aquele a quem deveriam adorar de joelhos dobrados. Então, como eles poderiam ser chamados Suas criaturas? Se assim fosse, como ficariam as palavras “Jeová é o Senhor de toda a criação” e “Ele criou o homem a fim de que o homem pudesse manifestá-Lo, glorificá-Lo e representá-Lo” — elas não teriam sido faladas em vão? Como um povo que não tinha reverência por Jeová poderia se tornar um testemunho da Sua glória? Como poderiam se tornar manifestações da Sua glória? As palavras de Jeová, “Eu criei o homem à Minha imagem”, não se tornariam, então, uma arma nas mãos de Satanás, o maligno? Essas palavras não se tornariam, então, um marco de humilhação à criação do homem por Jeová? A fim de concluir esse estágio da obra, Jeová, após criar a humanidade, não os instruiu nem os guiou da época de Adão até a época de Noé. Ao contrário, foi somente depois que o dilúvio destruiu o mundo que Ele começou a guiar formalmente os israelitas, que eram descendentes de Noé e também de Adão. Sua obra e Suas declarações em Israel proveram direção a todo o povo israelita enquanto eles viviam sua vida por toda a terra de Israel, mostrando assim à humanidade que Jeová não só era capaz de soprar fôlego no homem, para que ele pudesse ter vida proveniente Dele e se erguer do pó como ser humano criado, mas que Ele também poderia incinerar a humanidade, amaldiçoar a humanidade e usar Seu cajado para governar a humanidade. Assim também eles viram que Jeová podia dirigir a vida do homem na terra, bem como falar e operar em meio à humanidade de acordo com as horas do dia e da noite. Ele fez a obra somente para que Suas criaturas soubessem que o homem veio do pó que Ele apanhou e, além disso, que o homem havia sido feito por Ele. Não apenas isso, mas a obra que Ele começou em Israel tinha por propósito que outros povos e nações (que na verdade não estavam apartados de Israel, mas haviam se ramificado dos israelitas, embora fossem ainda descendentes de Adão e Eva) pudessem receber o evangelho de Jeová a partir de Israel, a fim de que todos os seres criados do universo pudessem ser capazes de reverenciar Jeová e tê-Lo como grandioso. Se Jeová não tivesse começado a Sua obra em Israel, mas, em vez disso, tendo criado a humanidade, a deixasse viver uma vida despreocupada sobre a terra, então, nesse caso, devido à natureza física do homem (natureza significa que o homem nunca é capaz de saber das coisas que não consegue ver, isto é, que ele não saberia que foi Jeová quem criou a humanidade, tampouco saberia por que Ele o fez), ele nunca saberia que foi Jeová quem criou a humanidade, nem que Ele é o Senhor de toda a criação. Se Jeová tivesse criado o homem e o colocado na terra e simplesmente tivesse removido o pó das Suas mãos e ido embora, em vez de permanecer em meio à humanidade para orientá-la por um período de tempo, então, nesse caso, toda a humanidade teria voltado ao nada; até o céu e a terra e toda a miríade de coisas por Ele criadas e toda a humanidade teriam voltado ao nada e, além disso, teriam sido espezinhados por Satanás. Dessa forma, o desejo de Jeová de que “Sobre a terra, isto é, em meio a Sua criação, Ele deveria ter um lugar para ficar, um lugar santo” teria sido destruído. E assim, após criar a humanidade, que Ele fosse capaz de permanecer em seu meio para guiá-la em sua vida e falar a ela estando em seu meio — tudo isso foi para cumprir Seu desejo e para realizar Seu plano. A obra que Ele fez em Israel foi destinada somente a executar o plano que Ele havia instituído antes de criar todas as coisas, portanto Sua obra, inicialmente entre os israelitas, e Sua criação de todas as coisas não estavam em discordância uma com a outra, mas foram ambas feitas em prol de Seu gerenciamento, da Sua obra e da Sua glória, e também a fim de aprofundar o significado da Sua criação da humanidade. Ele guiou a vida da humanidade sobre a terra por dois mil anos depois de Noé, período durante o qual ensinou a humanidade a entender como reverenciar Jeová, o Senhor de toda a criação, como conduzir suas vidas, como prosseguir vivendo e, principalmente, como agir como testemunha de Jeová, prestar obediência a Ele e reverenciá-Lo, louvando-O com música, como Davi e seus sacerdotes faziam.

Extraído de ‘A obra na Era da Lei’ em “A Palavra manifesta em carne”

Nota de rodapé:

a. O texto original não contém a frase “a obedecer”.

Palavras diárias de Deus Trecho 19

Antes dos dois mil anos durante os quais Jeová fez a Sua obra, o homem nada sabia, e quase toda a humanidade havia caído em depravação, até que, antes da destruição do mundo pelo dilúvio, eles haviam atingido uma profundeza de promiscuidade e de corrupção em que seus corações estavam vazios de Jeová e mais vazios ainda de Seu caminho. Eles nunca entendiam a obra que Jeová ia fazer; não dispunham de raciocínio e tinham ainda menos conhecimento, e, como uma máquina que respira, eram absolutamente ignorantes do homem, de Deus, do mundo, da vida e afins. Na terra, eles se envolviam em muitas seduções, como a da serpente, e diziam muitas coisas ofensivas a Jeová, mas porque eram ignorantes, Jeová não os castigava nem disciplinava. Somente após o dilúvio, quando Noé tinha 601 anos, Jeová apareceu formalmente a Noé e o guiou juntamente com sua família, conduzindo os pássaros e os animais que haviam sobrevivido ao dilúvio junto com Noé e seus descendentes, até o fim da Era da Lei, num total de 2.500 anos. Ele operou em Israel, isto é, operou formalmente por um total de 2.000 anos, e operou simultaneamente em Israel e fora de Israel por 500 anos, perfazendo 2.500 anos. Durante esse período, Ele instruiu os israelitas dizendo que, para servir a Jeová, eles deveriam construir um templo, usar vestes sacerdotais e andar descalços no templo ao amanhecer, para que seus sapatos não manchassem o templo e fogo não fosse enviado do topo do templo sobre eles e os queimasse até a morte. Eles realizavam seus deveres e se submetiam aos planos de Jeová. Eles oravam a Jeová no templo e, depois de receber a revelação de Jeová, isto é, depois que Jeová falasse, conduziam as multidões e as ensinavam que elas deveriam mostrar reverência a Jeová — seu Deus. E Jeová lhes disse que deveriam construir um templo e um altar e, no tempo determinado por Jeová, isto é, na Páscoa, deveriam preparar bezerros e cordeiros recém-nascidos para colocar no altar como sacrifícios para servir a Jeová, a fim de restringi-los e colocar reverência por Jeová em seus corações. Obedecer ou não a essa lei tornou-se a medida de sua lealdade a Jeová. Jeová também lhes ordenou o dia do Sábado, o sétimo dia de Sua criação. O dia após o Sábado, Ele fez o primeiro dia, um dia para louvar a Jeová, oferecer sacrifícios a Ele e fazer música para Ele. Nesse dia, Jeová conclamou todos os sacerdotes a se reunir para dividir os sacrifícios do altar a fim de que as pessoas comessem e para que pudessem desfrutar dos sacrifícios do altar de Jeová. E Jeová disse que eles eram abençoados, que tinham parte com Ele e que eram o Seu povo escolhido (que era a aliança de Jeová com os israelitas). É por isso que, até hoje, o povo de Israel ainda diz que Jeová é Deus somente deles, e não o Deus dos gentios.

Extraído de ‘A obra na Era da Lei’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 20

Durante a Era da Lei, Jeová estabeleceu muitos mandamentos para Moisés transmitir aos israelitas que o seguiram ao sair do Egito. Esses mandamentos foram dados por Jeová aos israelitas e não tinham nenhuma relação com os egípcios; eles eram destinados a restringir os israelitas, e Ele usou os mandamentos para exigir deles. Se eles observavam o Sábado, se respeitavam seus pais, se adoravam ídolos, e assim por diante — esses eram os princípios pelos quais eles eram julgados pecadores ou justos. Entre eles, houve alguns que foram atingidos pelo fogo de Jeová, alguns que foram apedrejados até a morte, e alguns que receberam a bênção de Jeová, e isso era determinado segundo se obedeciam ou não a esses mandamentos. Aqueles que não observassem o Sábado seriam apedrejados até a morte. Os sacerdotes que não observassem o Sábado seriam atingidos pelo fogo de Jeová. Aqueles que não mostrassem respeito aos pais também seriam apedrejados até a morte. Tudo isso era elogiado por Jeová. Jeová estabeleceu os Seus mandamentos e leis para que, enquanto Ele os conduzia em suas vidas, o povo ouviria e obedeceria à Sua palavra e não se rebelaria contra Ele. Ele usou essas leis para manter a raça humana recém-nascida sob controle, para melhor estabelecer a fundação de Sua futura obra. Assim, com base na obra que Jeová fez, a primeira era foi chamada Era da Lei. Embora Jeová tenha feito muitas declarações e operado muito, Ele só guiou o povo positivamente, ensinando essas pessoas ignorantes a ser humanas, a viver, a entender o caminho de Jeová. Em sua maior parte, a obra que Ele realizou foi fazer com que as pessoas observassem o Seu caminho e seguissem as Suas leis. A obra foi feita nas pessoas que eram superficialmente corrompidas, não se estendendo a ponto de transformar o caráter ou o progresso na vida delas. Ele estava interessado apenas em usar as leis para restringir e controlar as pessoas. Para os israelitas daquela época, Jeová era simplesmente um Deus no templo, um Deus nos céus. Ele era uma coluna de nuvens, uma coluna de fogo. Tudo o que Jeová requeria que eles fizessem era obedecer àquilo que as pessoas conhecem hoje como Suas leis e Seus mandamentos — poder-se-ia até dizer regras — porque o que Jeová fez não pretendia transformá-los, mas dar a eles mais coisas que o homem deve ter, instruí-los de Sua própria boca, porque, após ser criado, o homem não tinha nada do que deveria possuir. Assim, Jeová deu ao povo as coisas que eles deveriam possuir para suas vidas na terra, fazendo as pessoas que Ele havia conduzido superar seus ancestrais, Adão e Eva, porque o que Jeová deu a eles excedia o que Ele havia dado a Adão e Eva no início. Não obstante, a obra que Jeová fez em Israel foi apenas guiar a humanidade e fazê-la reconhecer seu Criador. Ele não os conquistou nem os transformou, simplesmente os guiou. Esta é a suma da obra de Jeová na Era da Lei. É o pano de fundo, a história verdadeira, a essência da Sua obra em toda a terra de Israel e o início dos Seus seis mil anos de obra — manter a humanidade sob o controle da mão de Jeová. Fruto disso, sobreveio mais obra em Seu plano de gestão de seis mil anos.

Extraído de ‘A obra na Era da Lei’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 21

No início, orientar o homem durante a Era da Lei do Antigo Testamento era como orientar a vida de uma criança. A mais antiga humanidade era recém-nascida de Jeová; eles eram os israelitas. Eles não tinham entendimento de como reverenciar a Deus ou de como viver na terra. Em outras palavras, Jeová criou a humanidade, isto é, criou Adão e Eva, mas não lhes deu as faculdades para entender como reverenciar a Jeová ou seguir as leis de Jeová na terra. Sem a orientação direta de Jeová, ninguém poderia saber disso diretamente, pois no princípio o homem não possuía tais faculdades. O homem sabia apenas que Jeová era Deus, mas no que diz respeito a reverenciá-Lo, que tipo de conduta poderia ser chamada de reverenciá-Lo, com que tipo de mente alguém deveria reverenciá-Lo, ou o que oferecer em reverência a Ele, o homem não fazia ideia. O homem sabia apenas como desfrutar daquilo que poderia ser desfrutado entre todas as coisas criadas por Jeová, mas quanto a que tipo de vida na terra era digno de uma criatura de Deus, o homem não tinha a menor ideia. Sem alguém para instruí-la, sem alguém para guiá-la pessoalmente, essa humanidade nunca teria levado uma vida apropriadamente adequada à humanidade, mas teria sido apenas furtivamente mantida em cativeiro por Satanás. Jeová criou a humanidade, isto é, criou os antepassados da humanidade, Eva e Adão, mas não lhes concedeu qualquer intelecto ou sabedoria a mais. Embora já estivesse vivendo na terra, ela não entendia quase nada. E assim, a obra de Jeová de criar a humanidade havia sido realizada apenas pela metade, e estava longe de estar completa. Ele havia apenas formado um modelo do homem a partir do barro e lhe dado Seu fôlego, mas sem conceder ao homem disposição suficiente para reverenciá-Lo. No início, o homem não pensava em reverenciá-Lo ou temê-Lo. O homem só sabia ouvir Suas palavras, mas ignorava o conhecimento básico da vida na terra e das regras normais para a vida humana. Assim, embora Jeová tenha criado homem e mulher e concluído o projeto de sete dias, Ele de modo algum completou a criação do homem, pois o homem era apenas uma casca, e carecia da realidade de ser humano. O homem sabia apenas que foi Jeová quem criou a humanidade, mas não tinha a menor ideia de como obedecer às palavras ou às leis de Jeová. Assim, depois que a humanidade surgiu, a obra de Jeová estava longe de terminar. Ele ainda tinha que guiar a humanidade por completo para vir diante Dele, para que eles pudessem ser capazes de viver juntos na terra e reverenciá-Lo, e para que eles pudessem, com Sua orientação, entrar no caminho certo de uma vida humana normal na terra. Só dessa forma a obra que tinha sido realizada principalmente sob o nome de Jeová foi totalmente completada; isto é, só dessa forma a obra de Jeová de criar o mundo foi totalmente concluída. E assim, tendo criado a humanidade, Ele teve que guiar a vida da humanidade na terra por vários milhares de anos, a fim de que a humanidade pudesse cumprir Seus decretos e leis e participar de todas as atividades de uma vida humana normal na terra. Só então a obra de Jeová foi totalmente concluída.

Extraído de ‘A visão da obra de Deus (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 22

A obra que Jesus fez estava de acordo com as necessidades do homem naquela era. Sua tarefa era redimir a humanidade, perdoá-la de seus pecados, e assim Seu caráter era totalmente de humildade, paciência, amor, piedade, tolerância, misericórdia e benignidade. Ele trouxe à humanidade graça e bênçãos abundantes e todas as coisas de que as pessoas poderiam desfrutar, Ele lhes deu para o seu deleite: paz e felicidade, Sua tolerância e Seu amor, Sua misericórdia e benignidade. Naquele tempo, a abundância de coisas para desfrutar com as quais as pessoas se deparavam — a sensação de paz e segurança dentro de seu coração, o sentimento de tranquilidade dentro de seu espírito e a dependência em Jesus, o Salvador — eram todas devidas à era em que viviam. Na Era da Graça, o homem já havia sido corrompido por Satanás e, assim, alcançar a obra de redimir toda a humanidade requereu uma abundância de graça, tolerância e paciência infinitas e, ainda mais do que isso, uma oferta suficiente para expiar os pecados da humanidade, a fim de ter um resultado. O que a humanidade viu na Era da Graça foi meramente Minha oferta de expiação pelos pecados da humanidade: Jesus. Tudo que as pessoas sabiam era que Deus poderia ser misericordioso e tolerante, e tudo que elas viram foi a misericórdia e a benignidade de Jesus. Isso ocorreu totalmente porque elas nasceram na Era da Graça. E assim, antes que pudessem ser redimidas, tinham que desfrutar dos muitos tipos de graça que Jesus lhes concedia para se beneficiar disso. Dessa forma, elas poderiam ser perdoadas de seus pecados pelo gozo da graça e também poderiam ter a chance de ser redimidas por desfrutar da tolerância e paciência de Jesus. Somente por meio da tolerância e paciência de Jesus é que elas ganharam o direito de receber perdão e desfrutar da abundância da graça concedida por Jesus. Exatamente como Ele disse: Eu vim não para redimir os justos, mas os pecadores, para permitir que os pecadores sejam perdoados de seus pecados. Se, quando Ele Se tornou carne, Jesus tivesse trazido o caráter do julgamento, da maldição e da intolerância às ofensas do homem, o homem nunca teria tido a chance de ser redimido e teria permanecido pecador para sempre. Se assim fosse, o plano de gerenciamento de seis mil anos teria parado na Era da Lei, e a Era da Lei teria sido prolongada por seis mil anos. Os pecados do homem só teriam se tornado mais numerosos e mais dolorosos, e a criação da humanidade teria sido por nada. Os homens só teriam sido capazes de servir a Jeová sob a lei, mas seus pecados teriam excedido os dos primeiros seres humanos criados. Quanto mais Jesus amava a humanidade, perdoando-a de seus pecados e trazendo-lhe misericórdia e benignidade suficientes, mais as pessoas tinham o direito de serem salvas por Jesus e de serem chamadas de os cordeiros perdidos que Jesus comprou de volta por um grande valor. Satanás não conseguiu se intrometer nessa obra, pois Jesus tratava Seus seguidores como uma mãe amorosa trata o bebê em seu seio. Ele não ficava irado nem desdenhoso para com eles, mas estava repleto de consolo; Ele nunca ficava furioso entre eles, mas tolerava os pecados deles e fazia vista grossa à sua insensatez e ignorância, a ponto de dizer: “Perdoe os outros setenta vezes sete”. Dessa forma, o coração dos outros era transformado pelo Seu coração, e só dessa maneira é que as pessoas receberam o perdão dos seus pecados através da Sua tolerância.

Extraído de ‘A verdadeira história por trás da obra da Era da Redenção’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 23

Embora estivesse totalmente sem emoção em Sua encarnação, Jesus sempre consolou Seus discípulos, proveu para eles, os ajudou e os apoiou. Por mais obra que fizesse ou por mais sofrimento que suportasse, Ele nunca fez exigências excessivas às pessoas, mas sempre foi paciente e tolerante com seus pecados, de modo que as pessoas da Era da Graça O chamavam carinhosamente de “o amável Salvador Jesus”. Para as pessoas daquele tempo — para todas as pessoas — o que Ele tinha e era foram misericórdia e benignidade. Ele nunca Se lembrou das transgressões das pessoas, e o tratamento que lhes deu nunca se baseava nas transgressões delas. Porque aquela foi uma era diferente, Ele frequentemente dava comida abundante às pessoas para que elas se saciassem. Ele tratava todos os Seus seguidores com graça, curando os doentes, expulsando os demônios, ressuscitando os mortos. Para que as pessoas pudessem acreditar Nele e ver que tudo que Ele fazia era feito com sinceridade e de coração aberto, Ele chegou até o ponto de ressuscitar um cadáver em decomposição, mostrando-lhes que em Suas mãos até os mortos poderiam voltar à vida. Desse modo, Ele resistiu silenciosamente e executou a Sua obra de redenção entre elas. Mesmo antes de ser pregado na cruz, Jesus já havia tomado sobre Si os pecados da humanidade e Se tornara uma oferta pelo pecado do homem. Mesmo antes de ser crucificado, Ele havia aberto o caminho para a cruz a fim de redimir a humanidade. Por fim, Ele foi pregado na cruz, sacrificando-Se por causa da cruz, e concedeu toda a Sua misericórdia, benignidade e santidade à humanidade. Para com a humanidade, Ele sempre foi tolerante, nunca vingativo, perdoando-a de seus pecados, exortando-a a se arrepender e a ensinando a ter paciência, tolerância e amor, a seguir Seus passos e sacrificar a si mesma por causa da cruz. Seu amor por irmãos e irmãs excedia o Seu amor por Maria. A obra que Ele fez tinha como princípio curar os doentes e expulsar os demônios, tudo por causa de Sua redenção. Não importa aonde Ele fosse, tratava a todos os que O seguiam com graça. Ele fazia os pobres ficarem ricos, os coxos andarem, os cegos verem e os surdos ouvirem. Ele até convidava os mais humildes, os destituídos, os pecadores, a sentarem à mesma mesa com Ele, nunca os evitando, mas sempre sendo paciente, até dizendo: quando um pastor perde uma das cem ovelhas, ele deixará para trás as noventa e nove para buscar a única ovelha perdida e, quando a encontrar, se alegrará muito. Ele amava Seus seguidores como uma ovelha ama seus cordeiros. Embora fossem insensatos e ignorantes, fossem pecadores aos Seus olhos e, além disso, fossem os membros mais humildes da sociedade, Ele considerava esses pecadores — homens que os outros desprezavam — como a menina dos Seus olhos. Como os favoreceu, Ele deu a vida por eles, como um cordeiro que era oferecido sobre o altar. Ele andava dentre eles como se fosse seu servo, permitindo que O usassem e O abatessem, submetendo-Se a eles incondicionalmente. Para Seus seguidores Ele era o amável Salvador Jesus, mas para os fariseus, que instruíam as pessoas de um pedestal alto, Ele não mostrava misericórdia nem benignidade, mas aversão e ressentimento. Ele não fez muita obra entre os fariseus, só ocasionalmente os instruindo e repreendendo. Ele não andou no meio deles fazendo a obra da redenção, nem realizou sinais e maravilhas. Ele concedeu toda a Sua misericórdia e benignidade aos Seus seguidores, sofrendo pelo bem desses pecadores até o fim, quando foi pregado na cruz, e sofrendo toda humilhação até que Ele tivesse redimido completamente toda a humanidade. Essa foi a soma total de Sua obra.

Sem a redenção de Jesus, os seres humanos sempre teriam vivido em pecado e se tornariam a progenitura do pecado, os descendentes de demônios. Continuando desse modo, a terra inteira teria se tornado a terra onde Satanás mora, o lugar de sua habitação. A obra de redenção, no entanto, requeria mostrar misericórdia e benignidade para com a humanidade; só por esses meios, a humanidade poderia receber perdão e, finalmente, ganhar o direito de ser completada e plenamente ganha por Deus. Sem esse estágio da obra, o plano de gerenciamento de seis mil anos não teria sido capaz de prosseguir. Se Jesus não tivesse sido crucificado, se tivesse apenas curado doentes e exorcizado demônios, as pessoas não poderiam ter sido completamente perdoadas de seus pecados. Nos três anos e meio que Jesus passou fazendo Sua obra na terra, Ele completou apenas metade de Sua obra de redenção; depois, ao ser pregado na cruz e Se tornar a semelhança da carne pecaminosa, ao ser entregue ao maligno, Ele completou a obra da crucificação e dominou o destino da humanidade. Somente depois de ser entregue nas mãos de Satanás é que Ele redimiu a humanidade. Por trinta e três anos e meio Ele sofreu na terra, sendo ridicularizado, caluniado e abandonado, até o ponto de não ter onde reclinar a cabeça, nem um lugar de descanso, e mais tarde Ele foi crucificado, com todo o Seu ser — um corpo santo e inocente — pregado na cruz. Ele suportou todo tipo de sofrimento que há. Aqueles que estavam no poder zombaram Dele e O chicotearam, e os soldados até cuspiram em Seu rosto; todavia, Ele permaneceu em silêncio e aguentou até o fim, submetendo-Se incondicionalmente até o ponto de morrer, momento em que redimiu toda a humanidade. Só então foi-Lhe permitido descansar. A obra que Jesus fez representa apenas a Era da Graça; não representa a Era da Lei, nem é uma substituta para a obra dos últimos dias. Essa é a essência da obra de Jesus na Era da Graça, a segunda era pela qual a humanidade passou — a Era da Redenção.

Extraído de ‘A verdadeira história por trás da obra da Era da Redenção’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 24

Após a obra de Jeová, Jesus Se tornou carne para fazer Sua obra entre os homens. Sua obra não foi realizada isoladamente, mas foi edificada sobre a obra de Jeová. Foi uma obra para uma nova era que Deus fez depois que Ele tinha concluído a Era da Lei. Semelhantemente, depois que a obra de Jesus terminou, Deus continuou Sua obra para a próxima era, porque o gerenciamento completo de Deus está sempre avançando. Quando a era antiga passar, ela será substituída por uma nova era e, uma vez que a obra anterior for completada, haverá uma nova obra para continuar o gerenciamento de Deus. Esta encarnação é a segunda encarnação de Deus, que segue após a obra de Jesus. Naturalmente, esta encarnação não ocorre independentemente; ela é o terceiro estágio da obra após a Era da Lei e a Era da Graça. Cada vez que Deus inicia um novo estágio da obra, deve sempre haver um novo começo e esse deve sempre trazer uma nova era. Assim, também há mudanças correspondentes no caráter de Deus, na maneira em que Ele opera, na localização de Sua obra e em Seu nome. Não é de admirar, então, que seja difícil para o homem aceitar a obra de Deus na nova era. Mas, independentemente de como o homem se opõe a Ele, Deus está sempre fazendo Sua obra e sempre está liderando a humanidade inteira adiante. Quando veio para o mundo do homem, Jesus introduziu a Era da Graça e encerrou a Era da Lei. Durante os últimos dias, Deus mais uma vez Se tornou carne e, com esta encarnação, Ele encerrou a Era da Graça e introduziu a Era do Reino. Todos aqueles que são capazes de aceitar a segunda encarnação de Deus serão conduzidos para a Era do Reino e, além disso, se tornarão capazes de aceitar pessoalmente a orientação de Deus. Embora tenha feito muita obra entre os homens, Jesus apenas completou a redenção de toda a humanidade e tornou-Se oferta pelo pecado do homem; Ele não livrou o homem de todo o seu caráter corrupto. Salvar o homem plenamente da influência de Satanás não exigiu apenas que Jesus Se tornasse a oferta pelo pecado e carregasse os pecados do homem, mas também exigiu que Deus fizesse uma obra maior ainda para livrar o homem completamente de seu caráter satanicamente corrompido. E assim, agora que o homem teve seus pecados perdoados, Deus voltou para a carne para guiar o homem até a nova era e começou a obra de castigo e julgamento. Esta obra tem trazido o homem a um reino superior. Todo aquele que se submete ao Seu domínio há de desfrutar de uma verdade maior e de receber bênçãos maiores. Eles hão de viver verdadeiramente na luz e de ganhar a verdade, o caminho e a vida.

Extraído do Prefácio em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 25

Se as pessoas permanecerem presas à Era da Graça, então nunca se livrarão de seu caráter corrupto, muito menos conhecerão o caráter inerente de Deus. Se as pessoas viverem sempre em meio a uma abundância de graça, mas não tiverem o caminho da vida, que lhes permite conhecer Deus ou O satisfazer, elas nunca O ganharão verdadeiramente na sua crença Nele. Esse tipo de crença é realmente lamentável. Quando você tiver terminado de ler este livro, quando tiver experimentado cada passo da obra do Deus encarnado na Era do Reino, você sentirá que os desejos que teve por muitos anos foram finalmente realizados. Sentirá que só agora você viu verdadeiramente Deus face a face, só agora você olhou para o Seu semblante, ouviu Suas declarações pessoais, apreciou a sabedoria da Sua obra e verdadeiramente sentiu quão real e poderoso Ele é. Você sentirá que ganhou muitas coisas que as pessoas nos tempos passados nunca haviam visto nem possuído. Nesse momento, você saberá claramente o que é acreditar em Deus e o que é se conformar à Sua vontade. Naturalmente, se você se apegar às opiniões do passado e rejeitar ou negar o fato da segunda encarnação de Deus, então permanecerá de mãos vazias, não adquirirá nada e finalmente será declarado culpado de opor-se a Deus. Aqueles que são capazes de obedecer à verdade e se submeter à obra de Deus hão de ser reivindicados sob o nome do segundo Deus encarnado — o Todo-Poderoso. Eles serão capazes de aceitar a orientação pessoal de Deus, ganhando verdades superiores e maiores, assim como a vida real. Eles contemplarão a visão jamais vista pelas pessoas do passado: “E voltei-me para ver quem falava comigo. E, ao voltar-me, vi sete candeeiros de ouro, e no meio dos candeeiros um semelhante a Filho de homem, vestido de uma roupa talar, e cingido à altura do peito com um cinto de ouro; e a Sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve; e os Seus olhos como chama de fogo; e os Seus pés, semelhantes a latão reluzente que fora refinado numa fornalha; e a Sua voz como a voz de muitas águas. Tinha Ele na Sua destra sete estrelas; e da Sua boca saía uma aguda espada de dois gumes; e o Seu rosto era como o sol, quando resplandece na sua força” (Apocalipse 1:12-16). Essa visão é a expressão do completo caráter de Deus e a expressão de Seu caráter completo é também a expressão da obra de Deus em Sua presente encarnação. Nas torrentes dos castigos e julgamentos, o Filho do homem expressa Seu caráter inerente por meio das declarações, permitindo a todos aqueles que aceitam Seu castigo e julgamento que vejam o rosto verdadeiro do Filho do homem, o qual é uma representação fiel do rosto do Filho do homem visto por João. (É claro que tudo isso será invisível àqueles que não aceitam a obra de Deus na Era do Reino.) O verdadeiro rosto de Deus não pode ser plenamente articulado usando linguagem humana e assim Deus usa o meio pelo qual Ele expressa Seu caráter inerente para mostrar Seu verdadeiro rosto ao homem. Ou seja, todos os que apreciaram o caráter inerente do Filho do homem viram o verdadeiro rosto do Filho do homem, pois Deus é grande demais e não pode ser plenamente articulado usando linguagem humana. Uma vez que tenha experimentado cada passo da obra de Deus na Era do Reino, o homem conhecerá o verdadeiro significado das palavras de João quando ele falou do Filho do homem entre os castiçais: “E a Sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve; e os Seus olhos como chama de fogo; e os Seus pés, semelhantes a latão reluzente que fora refinado numa fornalha; e a Sua voz como a voz de muitas águas. Tinha Ele na Sua destra sete estrelas; e da Sua boca saía uma aguda espada de dois gumes; e o Seu rosto era como o sol, quando resplandece na sua força”. Nesse momento, você há de saber sem dúvida alguma que essa carne comum que falou tanto é inegavelmente o segundo Deus encarnado. Além do mais, você há de sentir verdadeiramente o quanto é abençoado e sentirá que é o mais afortunado. Você não está disposto a aceitar essa bênção?

Extraído do Prefácio em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 26

A obra dos últimos dias é proferir palavras. Grandes mudanças podem ser efetuadas no homem por meio das palavras. As mudanças ora efetuadas nessas pessoas, na aceitação dessas palavras, são muito maiores do que as efetuadas nas pessoas na aceitação dos sinais e maravilhas da Era da Graça. Pois, na Era da Graça, os demônios eram expulsos do homem com a imposição das mãos e pela oração, mas os caracteres corruptos dentro do homem ainda permaneciam. O homem foi curado de sua doença e teve seus pecados perdoados, mas quanto a como exatamente o homem seria purificado dos caracteres satânicos corruptos dentro dele, essa obra ainda estava por ser feita. O homem foi apenas salvo e teve seus pecados perdoados por sua fé, mas a natureza pecaminosa do homem não foi extirpada e ainda permaneceu dentro dele. Os pecados do homem foram perdoados por meio da agência do Deus encarnado, mas isso não significou que o homem não tivesse mais pecado dentro de si. Os pecados do homem podiam ser perdoados através da oferta pelo pecado, mas quanto a como exatamente se pode fazer o homem não pecar mais, e como sua natureza pecaminosa pode ser extirpada completamente e transformada, ele não tem como resolver esse problema. Os pecados do homem foram perdoados, e isso foi por causa da obra da crucificação de Deus, mas o homem continuou a viver no seu caráter satânico corrupto antigo. Sendo assim, o homem deve ser completamente salvo de seu caráter satânico corrupto para que a natureza pecaminosa do homem seja completamente extirpada para nunca mais se desenvolver, permitindo, assim, que o caráter do homem seja transformado. Isso requer que o homem entenda a senda do crescimento na vida, entenda o caminho da vida e entenda o caminho para mudar seu caráter. Além disso, requer que o homem aja de acordo com essa senda, para que o caráter do homem possa ser mudado paulatinamente e que ele possa viver sob o brilho da luz, para que tudo o que ele faça esteja de acordo com a vontade de Deus, para que ele possa eliminar o seu caráter satânico corrupto e para que possa libertar-se da influência das trevas de Satanás, emergindo, assim, completamente do pecado. Só então o homem receberá a salvação completa. Quando Jesus estava fazendo Sua obra, o conhecimento do homem sobre Ele ainda era vago e obscuro. O homem sempre acreditou que Ele era o filho de Davi e proclamou que Ele era um grande profeta, o benevolente Senhor que redimiu os pecados do homem. Alguns, na força de sua fé, foram curados só por tocar a borda de Suas vestes; o cego podia enxergar e até mesmo os mortos podiam ser trazidos de volta à vida. No entanto, o homem era incapaz de descobrir o caráter satânico corrupto profundamente enraizado dentro de si mesmo, nem sabia como eliminá-lo. O homem recebeu muita graça, tal como a paz e a felicidade da carne, a fé de um membro trazendo a bênção para toda uma família, a cura de doenças, e assim por diante. O restante foram as boas ações do homem e sua aparência piedosa; se alguém fosse capaz de viver baseado nisso, ele seria considerado um crente aceitável. Somente crentes desse tipo poderiam entrar no Céu após a morte, o que significava que eram salvos. Mas, durante o tempo de sua vida, não entenderam nada do caminho da vida. Tudo o que faziam era cometer pecados e então confessá-los em um ciclo constante, sem nenhuma senda para mudar seu caráter: tal era a condição do homem na Era da Graça. O homem recebeu a salvação completa? Não! Portanto, depois da conclusão desse estágio, ainda restava a obra de julgamento e castigo. Esse estágio é para tornar o homem puro por meio da palavra e, desse modo, dar ao homem uma senda para seguir. Esse estágio não seria frutífero ou significativo se continuasse com a expulsão de demônios, pois falharia em extirpar a natureza pecaminosa do homem, e o homem chegaria a uma paralização no perdão dos pecados. Através da oferta pelo pecado, o homem foi perdoado por seus pecados, pois a obra da crucificação já chegou ao fim e Deus prevaleceu sobre Satanás. Mas o caráter corrupto do homem ainda permanece dentro dele, o homem ainda pode pecar e resistir a Deus, e Deus não ganhou a humanidade. É por isso que neste estágio da obra, Deus utiliza a palavra para revelar o caráter corrupto do homem e fazer com que ele pratique de acordo com a senda correta. Este estágio é mais significativo do que o anterior e mais frutífero também, pois agora é a palavra que supre diretamente a vida do homem e permite que o caráter do homem seja completamente renovado; é uma etapa mais completa de obra. Portanto, a encarnação nos últimos dias completou o significado da encarnação de Deus e concluiu por completo o plano de gerenciamento de Deus para a salvação do homem.

Extraído de ‘O mistério da encarnação (4)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 27

Na obra dos últimos dias, a palavra é mais poderosa que a manifestação de sinais e maravilhas, e a autoridade da palavra supera a dos sinais e maravilhas. A palavra revela todos os caracteres corruptos no coração do homem. Você é incapaz de reconhecê-los por conta própria. Quando eles forem revelados para você por meio da palavra, você os descobrirá naturalmente; você não poderá negá-los e ficará totalmente convencido. Não é essa a autoridade da palavra? Esse é o resultado alcançado pela presente obra da palavra. Portanto, o homem não pode ser totalmente salvo de seus pecados pela cura da doença e expulsão de demônios e não pode ser totalmente completado pela manifestação de sinais e maravilhas. A autoridade para curar doenças e expulsar demônios apenas dá graça ao homem, mas a carne do homem ainda pertence a Satanás e o caráter satânico corrupto ainda permanece dentro do homem. Em outras palavras, aquilo que não foi purificado ainda pertence ao pecado e à imundície. Somente após o homem ter sido limpo através da agência da palavra, o homem pode ser ganho por Deus e se tornar santificado. Quando os demônios foram expulsos do homem e ele foi redimido, isso significou apenas que ele foi arrancado das mãos de Satanás e devolvido a Deus. No entanto, sem ter sido limpo ou mudado por Deus, e ele continua como homem corrupto. Dentro do homem ainda existe sujeira, oposição e rebeldia; o homem só retornou a Deus através de Sua redenção, mas o homem não tem o menor conhecimento de Deus e ainda é capaz de resistir e de trair Deus. Antes de o homem ser redimido, muitos dos venenos de Satanás já estavam plantados dentro dele e, depois de milhares de anos de ser corrompido por Satanás, o homem já tem dentro de si uma natureza estabelecida que resiste a Deus. Portanto, quando o homem foi redimido, isso não é nada mais do que um caso de redenção, na qual o homem é comprado por um alto preço, mas a natureza venenosa dentro dele não foi eliminada. O homem que é contaminado assim deve sofrer uma mudança antes de ser digno de servir a Deus. Por meio dessa obra de julgamento e castigo, o homem conhecerá por completo a substância imunda e corrupta dentro de si mesmo, e ele poderá mudar completamente e se tornar limpo. Só assim o homem pode se tornar digno de retornar diante do trono de Deus. Toda a obra feita neste dia é para que o homem possa ser limpo e mudado; através do julgamento e castigo pela palavra, bem como por meio do refinamento, o homem pode remover sua corrupção e ser purificado. Em vez de considerar este estágio da obra como sendo o da salvação, seria mais apropriado dizer que é a obra de purificação. Na verdade, este estágio é o da conquista, assim como o segundo estágio na obra da salvação. É através do julgamento e castigo pela palavra que o homem chega a ser ganho por Deus; e é através do uso da palavra para refinar, julgar e revelar, que todas as impurezas, noções, motivos e aspirações individuais dentro do coração do homem são reveladas por completo. Embora o homem possa ter sido redimido e perdoado de seus pecados, isso só pode ser considerado como Deus não Se lembrar das transgressões do homem e não tratar o homem de acordo com as suas transgressões. No entanto, quando o homem, que vive num corpo de carne, não foi liberto do pecado, ele só pode continuar pecando, revelando infinitamente o caráter satânico corrupto. Essa é a vida que o homem leva, um ciclo interminável de pecar e ser perdoado. A maioria da humanidade peca de dia apenas para confessar à noite. Desse modo, embora a oferta pelo pecado seja para sempre efetiva para o homem, ela não será capaz de salvar o homem do pecado. Apenas metade da obra da salvação já foi concluída, pois o homem ainda tem caráter corrupto. Por exemplo, quando as pessoas souberam que eram descendentes de Moabe, proferiram palavras de queixa, pararam de buscar a vida e se tornaram totalmente negativas. Isso não mostra que a humanidade ainda é incapaz de se submeter completamente sob o domínio de Deus? Não é exatamente esse o caráter satânico corrupto? Quando você não estava sendo submetido a castigo, suas mãos estavam erguidas acima de todas as outras, mesmo as de Jesus. E você gritou em voz alta: “Seja um filho amado de Deus! Seja íntimo de Deus! Preferimos morrer a nos submeter a Satanás! Revolte-se contra o velho Satanás! Revolte-se contra o grande dragão vermelho! Que o grande dragão vermelho caia completamente do poder! Que Deus nos complete!” Seus clamores eram mais altos que todos os outros. Mas então veio o tempo do castigo e, mais uma vez, o caráter corrupto das pessoas foi revelado. Então, seus clamores cessaram e a resolução delas fracassou. Essa é a corrupção do homem; correndo mais fundo que o pecado, ela é algo plantado por Satanás e profundamente enraizado no homem. Não é fácil para o homem tomar consciência de seus pecados; ele não tem como reconhecer sua própria natureza profundamente enraizada e deve confiar no julgamento pela palavra para alcançar esse resultado. Só assim o homem pode ser mudado paulatinamente desse ponto em diante. O homem clamou assim no passado porque não tinha compreensão de seu caráter corrupto original. Essas são as impurezas dentro do homem. Durante um período de julgamento e castigo tão longo, o homem viveu em uma atmosfera de tensão. Isso não foi conseguido através da agência da palavra? Você também não clamou com uma voz muito alta antes da provação dos servidores? “Entre no reino! Todos aqueles que aceitam esse nome entrarão no reino! Todos participarão de Deus!” Quando a provação dos servidores chegou, você não clamou mais. No começo, todos clamaram: “Ó Deus! Onde quer que Tu me coloques, eu me submeterei a ser guiado por Ti”. Ao ler as palavras de Deus: “Quem será Meu Paulo?”, as pessoas disseram: “Estou disposto!” Então viram as palavras: “E quanto à fé de Jó?” Então disseram: “Estou disposto a tomar sobre mim a fé de Jó. Deus, por favor, teste-me!” Quando a provação dos servidores chegou, elas desfaleceram de imediato e quase não conseguiram mais se levantar. Depois disso, as impurezas em seu coração diminuíram gradualmente. Isso não foi conseguido através da palavra? Então, o que vocês experimentaram no presente são resultados alcançados através da palavra, ainda maiores do que os alcançados através de Jesus operar sinais e maravilhas. A glória de Deus que você vê e a autoridade do Próprio Deus que você vê não são meramente vistas por meio da crucificação, por meio da cura da doença e da expulsão de demônios, mas, mais ainda, por meio do julgamento da Sua palavra. Isso mostra que a autoridade e o poder de Deus não consistem apenas na operação dos sinais, na cura da doença e na expulsão dos demônios, mas o julgamento da palavra de Deus é mais capaz de representar a autoridade de Deus e revelar Sua onipotência.

Extraído de ‘O mistério da encarnação (4)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 28

Na Era do Reino, Deus usa palavras para introduzir a nova era, mudar o meio pelo qual Ele opera e fazer a obra de toda a era. Esse é o princípio pelo qual Deus opera na Era da Palavra. Ele Se tornou carne para falar de diferentes perspectivas, de modo que o homem pudesse verdadeiramente ver Deus, que é a Palavra manifesta na carne, e pudesse contemplar Sua sabedoria e maravilha. Tal obra é feita para melhor atingir os objetivos de conquistar, aperfeiçoar e eliminar o homem, que é o verdadeiro significado do uso de palavras para operar na Era da Palavra. Por meio dessas palavras, as pessoas chegam a conhecer a obra de Deus, o caráter de Deus, a essência do homem e aquilo em que o homem deve entrar. Por meio de palavras, a obra que Deus deseja fazer na Era da Palavra é trazida à consecução em sua totalidade. Por meio dessas palavras, as pessoas são expostas, eliminadas e provadas. As pessoas viram as palavras de Deus, ouviram essas palavras e reconheceram a existência dessas palavras. Como resultado, elas vieram a acreditar na existência de Deus, na onipotência e sabedoria de Deus, bem como no amor de Deus pelo homem e em Seu desejo de salvar o homem. O termo “palavras” pode ser simples e comum, mas as palavras ditas pela boca do Deus encarnado sacodem o universo, transformam o coração das pessoas, transformam suas noções e seus velhos caracteres, e transformam o modo como o mundo inteiro costumava parecer. Através das eras, somente o Deus de hoje tem operado dessa forma e só Ele fala assim e dessa maneira vem salvar o homem. Desde então, o homem vive sob a orientação das palavras de Deus, pastoreado e suprido por Suas palavras. As pessoas vivem no mundo das palavras de Deus, em meio às maldições e às bênçãos das palavras de Deus, e há ainda mais seres humanos que vieram viver sob o julgamento e castigo de Suas palavras. Essas palavras e essa obra são todas para a salvação do homem, para o cumprimento da vontade de Deus e para mudar a aparência original do mundo da velha criação. Deus criou o mundo utilizando palavras, Ele conduz as pessoas por todo o universo utilizando palavras e Ele as conquista e as salva utilizando palavras. Finalmente, Ele usará palavras para levar o mundo inteiro de outrora ao fim, assim completando todo o Seu plano de gerenciamento. Ao longo da Era do Reino, Deus usa palavras para fazer a Sua obra e para alcançar os resultados de Sua obra. Ele não opera maravilhas nem realiza milagres, mas simplesmente faz a Sua obra por meio das palavras. Por causa dessas palavras, o homem é alimentado e suprido e ganha conhecimento e experiência verdadeira. Na Era da Palavra, o homem tem sido excepcionalmente abençoado. Ele não sofre dor física e simplesmente desfruta da generosa provisão das palavras de Deus; sem precisar buscar ou peregrinar cegamente, desde seu conforto, ele vê a aparição de Deus, O ouve falar com a Própria boca, recebe aquilo que Ele provê e O observa fazer pessoalmente a Sua obra. Essas são coisas que as pessoas das eras passadas foram incapazes de desfrutar, e essas são bênçãos que eles jamais poderiam receber.

Extraído de ‘A Era do Reino é a Era da Palavra’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 29

A humanidade, tão profundamente corrompida por Satanás, não sabe que existe um Deus e parou de adorar a Deus. No princípio, quando Adão e Eva foram criados, a glória e o testemunho de Jeová estavam sempre presentes. Mas após ser corrompido, o homem perdeu a glória e o testemunho, pois todos se rebelaram contra Deus e pararam completamente de reverenciá-Lo. A obra de conquista de hoje é recuperar todo o testemunho e toda a glória e ter todos os homens adorando a Deus, para que haja testemunho entre as criaturas; essa é a obra a ser feita neste estágio. Como, exatamente, a humanidade vai ser conquistada? Ao usar a obra das palavras deste estágio para convencer plenamente o homem; ao usar revelação, julgamento, castigo e maldição impiedosa para trazê-lo à submissão absoluta; ao revelar a rebeldia do homem e julgar sua resistência de modo que ele possa conhecer a injustiça e a imundície da humanidade, e assim usar essas coisas como um contraste para o caráter justo de Deus. É sobretudo através dessas palavras que o homem é conquistado e plenamente convencido. As palavras são os meios para a conquista final da humanidade, e todos que aceitarem a conquista de Deus devem aceitar o golpe e o julgamento de Suas palavras. O processo de falar hoje é precisamente o processo de conquistar. E exatamente como as pessoas deveriam cooperar? Ao saber como comer e beber essas palavras e alcançar um entendimento delas. Quanto a como as pessoas são conquistadas, isso não é algo que elas possam fazer por si mesmas. Tudo que você pode fazer é, por comer e beber essas palavras, passar a conhecer sua corrupção e imundície, sua rebeldia e sua injustiça e prostrar-se diante de Deus. Se, após captar a vontade de Deus, você for capaz de colocá-la em prática, e se tiver visões e for capaz de submeter-se completamente a essas palavras e não fazer quaisquer escolhas por si mesmo, então você terá sido conquistado — e o terá sido como um resultado dessas palavras. Por que a humanidade perdeu o testemunho? Porque ninguém tem fé em Deus, porque Deus não tem lugar no coração das pessoas. A conquista da humanidade é a restauração da fé da humanidade. As pessoas sempre querem correr apressadas para o mundo mundano, abrigam esperanças demais, querem demais para seu futuro e têm demandas extravagantes demais. Elas estão sempre pensando na carne, planejando para a carne e não têm interesse em buscar o caminho de acreditar em Deus. Seu coração foi arrebatado por Satanás, elas perderam a reverência a Deus e estão obcecadas por Satanás. Mas o homem foi criado por Deus. Assim, o homem perdeu o testemunho, o que significa que ele perdeu a glória de Deus. O propósito de conquistar a humanidade é recuperar a glória da reverência do homem a Deus. Isso pode ser colocado da seguinte forma: há muitas pessoas que não buscam a vida; mesmo que haja algumas que busquem a vida, são apenas uma mancheia em número. As pessoas estão preocupadas com o seu futuro e não prestam atenção na vida. Algumas se rebelam contra Deus e Lhe resistem, O julgam pelas Suas costas e não praticam a verdade. Essas pessoas são ignoradas por ora; no momento, nada é feito para esses filhos da rebeldia, mas no futuro você viverá nas trevas, chorando e rangendo os dentes. Você não sente a preciosidade da luz quando está vivendo nela, mas perceberá essa preciosidade uma vez que estiver vivendo na noite escura e você se lamentará então. Você se sente bem agora, mas virá o dia em que se lamentará. Quando esse dia vier, e a escuridão descer e a luz não mais existir, será tarde demais para arrependimentos. É por ainda não entender a obra de hoje que você deixa de apreciar o tempo que tem agora. Uma vez que a obra de todo o universo começar, quer dizer, quando tudo que estou dizendo hoje se tornar realidade, muitas pessoas irão segurar a cabeça e chorar lágrimas de angústia. E, ao fazer isso, elas não terão caído nas trevas com choro e ranger de dentes? Todas que verdadeiramente buscam a vida e são completadas podem ser usadas, enquanto todos os filhos da rebeldia, que são impróprios para serem utilizados, cairão nas trevas. Eles estarão privados da obra do Espírito Santo e incapacitados de dar sentido a qualquer coisa. Assim, eles serão atormentados com soluços, tendo sido mergulhados na punição. Se estiver bem equipado nesta fase da obra, e tiver crescido em sua vida, então você está apto a ser usado. Se estiver mal equipado, mesmo que seja convocado para a próxima fase da obra, você estará inapto para uso — nesse ponto, você não terá outra chance mesmo que deseje se equipar. Deus terá partido; então, aonde você poderia ir para encontrar o tipo de oportunidade que está diante de você agora? Aonde você poderia ir para receber o exercício que é pessoalmente provido por Deus? Naquela altura, Deus não estará falando nem dando a Sua voz pessoalmente; tudo que você será capaz de fazer é ler as coisas que hoje estão sendo ditas — como o entendimento virá fácil então? Como a vida no futuro poderia ser melhor que é hoje? Nesse ponto, você não sofrerá uma morte em vida enquanto chora e range os dentes? Bênçãos lhe estão sendo concedidas agora, mas você não sabe como desfrutar delas; você está vivendo em bem-aventurança, mesmo assim permanece alheio. Isso prova que você está condenado a sofrer! Hoje, algumas pessoas resistem, algumas se rebelam, algumas fazem isso e aquilo. Eu simplesmente ignoro você, mas não pense que não estou ciente do que vocês são capazes. Eu não entendo a essência de vocês? Por que continuar Me confrontando? Você não acredita em Deus a fim de buscar vida e bênçãos para o seu próprio bem? Não é por seu próprio bem que você tem fé? No presente momento, Eu estou apresentando a obra de conquista apenas falando e, uma vez que essa obra de conquista chegue ao fim, o seu fim será óbvio. Preciso falar de modo mais claro?

Extraído de ‘A verdade interna da obra de conquista (1)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 30

A obra de conquista de hoje é destinada a tornar óbvio qual será o fim do homem. Por que Eu digo que o castigo e julgamento de hoje são julgamento diante do grande trono branco dos últimos dias? Você não vê isso? Por que a obra de conquista é a fase final? Não é precisamente para tornar manifesto que tipo de fim cada classe de homem encontrará? Não é para permitir que todos, no decurso da obra de conquista de castigo e julgamento, mostrem suas cores verdadeiras e então, na sequência, seja classificado de acordo com sua espécie? Em vez de dizer que isso é conquistar a humanidade, talvez seja melhor dizer que é mostrar que tipo de fim haverá para cada classe de pessoa. Isso é para julgar os pecados das pessoas e, então, revelar as várias classes de pessoas, decidindo, desse modo, se são malignas ou justas. Após a obra de conquista, vem então a obra de recompensar o bom e punir o mau. As pessoas que obedecem completamente — o que significa as conquistadas plenamente — serão colocadas no próximo passo de espalhar a obra de Deus para o universo inteiro; as não conquistadas serão colocadas nas trevas e encontrarão a calamidade. Assim, o homem será classificado de acordo com a espécie, os malfeitores agrupados com o mal, para ficar sem a luz do sol sempre de novo, e os justos agrupados com o bem, para receber a luz e viver para sempre na luz. O fim está próximo para todas as coisas; o fim do homem foi claramente mostrado aos seus olhos, e todas as coisas serão classificadas de acordo com a espécie. Como, então, as pessoas podem escapar da angústia de cada uma ser agrupada de acordo com a espécie? Os diferentes fins de cada classe de homem são revelados quando o fim estiver próximo para todas as coisas, e isso é feito durante a obra de conquista do universo inteiro (incluindo toda a obra de conquista, começando com a obra atual). A revelação do fim de toda a humanidade é feita diante do trono de julgamento, no decurso do castigo e no decurso da obra de conquista dos últimos dias. Classificar as pessoas de acordo com a espécie não é retorná-las para as suas classes originais, pois, quando o homem foi criado no tempo da criação, havia apenas uma espécie de humanos, a única divisão sendo entre homem e mulher. Não havia muitas espécies diferentes de pessoas. Foi somente após vários milhares de anos de corrupção que diferentes classes de humanos emergiram, com algumas sob o império de diabos imundos, algumas sob o império de diabos malignos e algumas, as que buscam o caminho da vida, sob o domínio do Todo-Poderoso. Só dessa forma surgem gradualmente as classes entre as pessoas, e só assim as pessoas são separadas em classes dentro da grande família do homem. Todas as pessoas vêm a ter “pais” diferentes; não é o caso que todas estejam completamente sob o domínio do Todo-Poderoso, pois o homem é rebelde demais. O julgamento justo revela o verdadeiro eu de cada tipo de pessoa, sem deixar nada escondido. Todos mostram a sua verdadeira face na luz. Nesse ponto, o homem não é mais do jeito que era originalmente, a semelhança original de seus ancestrais há muito desapareceu, porque incontáveis descendentes de Adão e Eva há muito têm sido capturados por Satanás, para nunca mais conhecerem o sol celestial, e porque as pessoas têm sido preenchidas com todas as formas do veneno de Satanás. Assim, as pessoas têm seus destinos apropriados. Além disso, é com base nos seus diferentes venenos que elas são classificadas de acordo com a espécie, o que significa que elas são separadas pela extensão com que são conquistadas hoje. O fim do homem não é algo que foi predestinado desde a criação do mundo. É porque, no princípio, havia apenas uma classe, a qual coletivamente era chamada de “humanidade”, e no início o homem não havia sido corrompido por Satanás, e todas as pessoas viviam na luz de Deus, sem a escuridão caindo sobre elas. Mas, depois que o homem foi corrompido por Satanás, todos os tipos e espécies de pessoas se espalharam por toda a terra — todos os tipos e espécies de pessoas que vieram da família coletivamente chamada de “humanidade”, que consistia de homens e mulheres. Todos eles foram guiados por seus ancestrais para se desviarem de seus ancestrais mais antigos — a humanidade que consistia de homem e mulher (isto é, os originais Adão e Eva, seus mais antigos ancestrais). Na época, os israelitas eram as únicas pessoas cuja vida na terra era guiada por Jeová. Os vários tipos de pessoas que emergiram do todo de Israel (ou seja, do clã familial original) então perderam a guia de Jeová. Esse povo primitivo, completamente ignorante de questões do mundo humano, seguiu, subsequentemente, seus ancestrais para viver nos territórios que reivindicou, o que continuou até o presente dia. Assim, eles permanecem ignorantes de como se desviaram de Jeová e de como vêm sendo corrompidos até hoje por toda forma de diabos imundos e espíritos malignos. Aqueles que têm sido profundamente corrompidos e envenenados até agora — os que no fim não podem ser resgatados — não terão escolha senão ir com seus ancestrais, os diabos imundos que os corromperam. Aqueles que no fim podem ser resgatados irão para o destino apropriado da humanidade, quer dizer, para o fim reservado aos salvos e conquistados. Tudo será feito para salvar aqueles que podem ser salvos — mas para as pessoas que são insensíveis e incuráveis, a única escolha será seguir seus ancestrais ao poço do abismo de castigo. Não pense que o seu fim foi predestinado no princípio e só agora foi revelado. Se você pensa dessa forma, então esqueceu que, durante a criação inicial da humanidade, nenhuma classe satânica foi criada à parte? Esqueceu que só uma humanidade composta por Adão e Eva foi criada (quer dizer, só homem e mulher foram criados)? Se você tivesse sido um descendente de Satanás no princípio, isso não significaria que, quando criou o homem, Jeová incluiu um grupo satânico em Sua criação? Ele poderia ter feito algo assim? Ele criou o homem pelo bem de Seu testemunho; Ele criou o homem pelo bem de Sua glória. Por que Ele teria criado intencionalmente uma classe de prole de Satanás para deliberadamente resistir a Ele? Como Jeová poderia ter feito tal coisa? Se tivesse feito, quem diria que Ele é um Deus justo? Quando Eu digo agora que alguns de vocês irão com Satanás no final, isso não significa que você estava com Satanás desde o princípio; em vez disso, significa que você afundou tanto que, mesmo se Deus tentasse salvá-lo, você ainda assim não conseguiu ganhar aquela salvação. Não há outra escolha a não ser classificá-lo com Satanás. Isso é só porque você está fora da salvação, não porque Deus seja injusto com você e intencionalmente fixou o seu destino como uma personificação de Satanás e então o classifica com Satanás e propositalmente quer que você sofra. Essa não é a verdade interna da obra de conquista. Se é isso que você acredita, então seu entendimento é muito parcial! O estágio final da conquista pretende salvar as pessoas e também revelar seus fins. É para revelar a degeneração das pessoas através do julgamento, fazê-las, com isso, se arrepender, levantar e buscar a vida e a senda correta da vida humana. É para despertar o coração das pessoas entorpecidas e obtusas e para mostrar, através do julgamento, sua rebeldia interior. Contudo, se as pessoas ainda são incapazes de se arrepender, ainda incapazes de buscar a senda correta da vida humana e incapazes de se desfazer dessas corrupções, então elas estão fora da salvação e serão devoradas por Satanás. Este é o significado da conquista de Deus: salvar as pessoas e também mostrar o fim delas. Fins bons, fins maus — todos eles são revelados pela obra de conquista. Se as pessoas serão salvas ou amaldiçoadas, isso tudo é revelado durante a obra de conquista.

Extraído de ‘A verdade interna da obra de conquista (1)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 31

Os últimos dias são quando todas as coisas serão classificadas de acordo com a espécie através da conquista. A conquista é a obra dos últimos dias; em outras palavras, julgar os pecados de cada pessoa é a obra dos últimos dias. Caso contrário, como as pessoas poderiam ser classificadas? A obra de classificação que é feita entre vocês é o começo de tal obra no universo inteiro. Após isso, aquelas de todas as terras e de todos os povos também estarão sujeitas à obra de conquista. Isso significa que cada pessoa na criação será classificada de acordo com a espécie, vindo diante do trono de julgamento para ser julgada. Nenhuma pessoa e nenhuma coisa pode escapar de sofrer esse castigo e julgamento, nem qualquer pessoa ou coisa deixa de ser classificada por espécie; cada pessoa será classificada, pois o fim de todas as coisas se aproxima, e tudo que está nos céus e sobre a terra chegou à sua conclusão. Como o homem poderia escapar dos dias finais da existência humana? E, assim, por quanto tempo mais seus atos de desobediência podem continuar? Vocês não veem que seus últimos dias são iminentes? Como aqueles que reverenciam a Deus e anseiam por Ele aparecer podem não ver o dia da aparição da justiça de Deus? Como eles podem não receber a recompensa final pela bondade? Você é alguém que faz o bem ou alguém que faz o mal? Você é alguém que aceita o julgamento justo e então obedece ou é alguém que aceita o julgamento justo e então é amaldiçoado? Você vive perante o trono de julgamento na luz ou você vive no Hades em meio à escuridão? Você mesmo não é aquele que sabe com mais clareza se o seu fim será de recompensa ou de punição? Você não é aquele que sabe com mais clareza e entende mais profundamente que Deus é justo? Assim, como são exatamente a sua conduta e o seu coração? Conforme Eu o conquisto hoje, você realmente precisa que Eu fale com todas as letras se o seu comportamento é bom ou mau? De quanto você desistiu por Mim? Quão profundamente você Me adora? Você mesmo não sabe com muita clareza como se comportar Comigo? Você deveria saber melhor que ninguém que fim terá no final! Verdadeiramente, Eu estou lhe dizendo: Eu só criei a humanidade, e Eu criei você, mas não os entreguei a Satanás; nem intencionalmente os fiz se rebelarem contra Mim ou resistirem a Mim e, portanto, serem punidos por Mim. Todas essas calamidades e aflições não são porque o coração de vocês é duro demais e sua conduta desprezível demais? Então, o fim que vocês receberão não é determinado por vocês mesmos? Vocês sabem melhor que ninguém, em seu coração como vocês acabarão? A razão de Eu conquistar as pessoas é para revelá-las e para melhor trazer a salvação a você. Não é para fazer você cometer maldade, nem é deliberadamente para fazê-lo caminhar ao inferno da destruição. Quando a hora chegar, todos os seus muitos sofrimentos, o seu choro e ranger de dentes — isso tudo não será por causa dos seus pecados? Portanto, não é a sua bondade ou a sua maldade o seu melhor julgamento? Não é a melhor prova de qual será o seu fim?

Extraído de ‘A verdade interna da obra de conquista (1)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 32

Nos últimos dias, Deus veio principalmente para proferir Suas palavras. Ele fala da perspectiva do Espírito, da perspectiva do homem e da perspectiva da terceira pessoa; Ele fala de maneiras diferentes, usando uma maneira para um período de tempo, e Ele usa o método de falar para mudar as noções do homem e remover a imagem do Deus vago do coração do homem. Essa é a principal obra realizada por Deus. Porque o homem acredita que Deus veio para curar os doentes, expulsar demônios, realizar milagres e conceder bênçãos materiais ao homem, Deus realiza este estágio da obra — a obra de castigo e julgamento — a fim de remover tais coisas das noções do homem, para que o homem possa conhecer a realidade e a normalidade de Deus e para que a imagem de Jesus possa ser removida de seu coração e substituída por uma nova imagem de Deus. Assim que a imagem de Deus dentro do homem envelhece, ela se torna um ídolo. Quando Jesus veio e realizou aquele estágio da obra, Ele não representou a totalidade de Deus. Ele realizou alguns sinais e maravilhas, falou algumas palavras e foi crucificado no final. Ele representou uma parte de Deus. Ele não podia representar tudo o que é de Deus, mas representou Deus ao fazer uma parte da obra de Deus. Isso é assim porque Deus é tão grande e tão maravilhoso e é insondável, e porque Deus apenas realiza uma parte de Sua obra em cada era. A obra realizada por Deus durante esta era é principalmente a provisão das palavras para a vida do homem; a exposição da natureza-essência e do caráter corrupto do homem; e a eliminação de noções religiosas, do pensamento feudal, do pensamento antiquado e do conhecimento e da cultura do homem. Todas essas coisas devem ser purificadas por meio da exposição através das palavras de Deus. Nos últimos dias, Deus utiliza palavras e não sinais e maravilhas para aperfeiçoar o homem. Ele usa Suas palavras para expor o homem, para julgá-lo, para castigá-lo e para aperfeiçoá-lo, a fim de que, nas palavras de Deus, o homem venha a ver a sabedoria e amabilidade de Deus e venha a entender o caráter de Deus, de modo que, por meio das palavras de Deus, o homem contemple os feitos de Deus. Durante a Era da Lei, Jeová conduziu Moisés para fora do Egito com Suas palavras e proferiu algumas palavras aos israelitas; naquela época, uma parte dos feitos de Deus foi esclarecida, mas porque o calibre do homem era limitado e nada poderia completar seu conhecimento, Deus continuou a falar e a operar. Na Era da Graça, o homem mais uma vez viu parte dos feitos de Deus. Jesus pôde mostrar sinais e maravilhas, curar os doentes e expulsar demônios e ser crucificado. Três dias depois disso, Ele ressuscitou e apareceu na carne diante do homem. De Deus, o homem não sabia mais do que isso. O homem sabe tanto quanto lhe é mostrado por Deus e, se Deus não mostrasse nada mais ao homem, então tal seria a extensão da delimitação do homem por Deus. Assim, Deus continua a operar, para que o conhecimento do homem sobre Ele possa se tornar mais profundo e para que o homem venha a conhecer gradualmente a substância de Deus. Nos últimos dias, Deus utiliza Suas palavras para aperfeiçoar o homem. Seu caráter corrupto é revelado pelas palavras de Deus, e suas noções religiosas são substituídas pela realidade de Deus. Deus encarnado dos últimos dias veio principalmente para cumprir as palavras “a Palavra torna-Se carne, a Palavra vem para a carne, e a Palavra aparece na carne”, e se vocês não têm completo conhecimento disso, então ainda não são capazes de ficar firmes. Durante os últimos dias, Deus pretende principalmente realizar um estágio de obra em que a Palavra aparece na carne, e essa é uma parte do plano de gerenciamento de Deus. Assim, o conhecimento de vocês deve ser claro; independentemente de como Deus opere, Deus não permite que o homem O delimite. Se Deus não realizasse essa obra durante os últimos dias, o conhecimento do homem sobre Ele não poderia ir mais longe. Você só saberia que Deus pode ser crucificado e pode destruir Sodoma, e que Jesus pode ser ressuscitado dentre os mortos e aparecer para Pedro… Mas você nunca diria que as palavras de Deus podem realizar tudo e conquistar o homem. Somente experimentando as palavras de Deus você pode falar de tal conhecimento, e quanto mais da obra de Deus você experimentar, mais completo se tornará o seu conhecimento sobre Ele. Só então você deixará de delimitar Deus dentro de suas próprias noções. O homem vem a conhecer Deus ao experimentar a Sua obra; não existe outra maneira correta de conhecer a Deus.

Extraído de ‘Conhecer a obra de Deus hoje’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 33

Nesta fase final da obra, os resultados são alcançados através da agência da palavra. Através da palavra, o homem vem a entender muitos mistérios e a obra que Deus tem feito através das gerações passadas; através da palavra, o homem é iluminado pelo Espírito Santo; através da palavra, o homem vem a entender os mistérios nunca antes desvendados por gerações passadas, bem como a obra de profetas e apóstolos do passado, e os princípios pelos quais eles trabalhavam; através da palavra, o homem também vem a entender o caráter do Próprio Deus, bem como a rebeldia e a resistência do homem, e ele vem a conhecer sua própria substância. Através dessas etapas de obra e de todas as palavras faladas, o homem vem a conhecer a obra do Espírito, a obra que a carne encarnada de Deus realiza e, além disso, todo o Seu caráter. Seu conhecimento da obra de gestão de Deus ao longo de seis mil anos também foi ganho através da palavra. Seu conhecimento de suas noções anteriores e seu sucesso em colocá-las de lado também não foi alcançado através da palavra? No estágio anterior, Jesus operou sinais e maravilhas, mas não há sinais e maravilhas neste estágio. O seu entendimento da razão de Deus não revelar sinais e maravilhas também não foi alcançado pela palavra? Portanto, as palavras faladas neste estágio superam a obra feita pelos apóstolos e profetas de gerações passadas. Mesmo as profecias feitas pelos profetas não poderiam ter alcançado esse resultado. Os profetas falaram apenas profecias, falaram do que aconteceria no futuro, mas não da obra que Deus desejava fazer naquele tempo. Nem falavam para conduzir a humanidade em sua vida, nem para conferir verdades à humanidade nem revelar mistérios a ela, e, muito menos, para conceder vida. Das palavras ditas neste estágio, há profecia e verdade, mas principalmente elas servem para dar vida ao homem. No presente, as palavras são diferentes das profecias dos profetas. Este é um estágio da obra para a vida do homem, para mudar o caráter de vida do homem, e não em benefício de falar profecia. O primeiro estágio foi a obra de Jeová: Sua obra era preparar uma senda para o homem adorar a Deus na terra. Foi a obra de início para encontrar um lugar de origem para a obra na terra. Naquela época, Jeová ensinou os israelitas a observar o sábado, honrar seus pais e viver pacificamente com os outros. Isso foi porque as pessoas daquela época não entendiam o que constituía o homem, nem entendiam como viver na terra. Foi necessário que Ele, no primeiro estágio da obra, guiasse a humanidade em levar sua vida. Tudo o que Jeová lhes falou não havia sido conhecido anteriormente pela humanidade nem estava em sua posse. Naquela época, Deus levantou muitos profetas para falarem profecias, e todos o fizeram sob a direção de Jeová. Isso foi simplesmente um item na obra de Deus. No primeiro estágio, Deus não Se tornou carne, então Ele falou a todas as tribos e nações através dos profetas. Quando Jesus fez Sua obra naquele tempo, Ele não falou tanto quanto nos dias atuais. Esta obra da palavra nos últimos dias nunca foi feita em eras e gerações passadas. Embora Isaías, Daniel e João fizessem muitas profecias, tais profecias eram totalmente diferentes das palavras proferidas agora. O que eles disseram foram apenas profecias, mas as palavras agora não as são. Se Eu transformasse tudo de que falo agora em profecias, vocês seriam capazes de entender? Supondo-se que o que Eu falasse fosse sobre assuntos depois de Eu ter ido embora, como você poderia ganhar entendimento? A obra da palavra nunca foi feita no tempo de Jesus ou na Era da Lei. Talvez alguns digam: “Jeová não proferiu palavras também no tempo de Sua obra? Além de curar doenças, expulsar demônios e trabalhar sinais e maravilhas, Jesus não falava palavras naquela época em que operava?” Existem diferenças em como as palavras são faladas. Qual foi a substância das palavras proferidas por Jeová? Ele estava apenas guiando a humanidade em levar sua vida na terra, o que não tocava em assuntos espirituais na vida. Por que se diz que quando Jeová falava era para instruir as pessoas de todos os lugares? A palavra “instruir” significa falar explicitamente e mandar diretamente. Ele não supriu vida ao homem; antes, Ele simplesmente pegou o homem pela mão e ensinou ao homem como reverenciá-Lo, sem muito em termos de parábolas. A obra que Jeová realizou em Israel não era para disciplinar ou lidar com o homem, nem para trazer juízo e castigo; era para guiá-lo. Jeová mandou que Moisés dissesse a Seu povo para recolher o maná no deserto. Todas as manhãs, antes do nascer do sol, deviam recolher o maná, apenas o suficiente para ser comido naquele dia. O maná não podia ser guardado até o dia seguinte, pois mofaria. Ele não repreendeu as pessoas nem expôs sua natureza, nem expôs suas ideias e pensamentos. Ele não mudou as pessoas, mas as guiou em levar sua vida. As pessoas daquele tempo eram como crianças; não entendendo nada e só capazes de alguns movimentos mecânicos básicos, e assim, Jeová apenas decretou leis para liderar as multidões.

Extraído de ‘O mistério da encarnação (4)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 34

Deus profere Suas palavras e faz Sua obra de acordo com eras diferentes e, em eras diferentes, profere palavras diferentes. Deus não obedece a regras, nem repete a mesma obra, nem sente saudade das coisas do passado; Ele é um Deus que é sempre novo, nunca velho, e todo dia Ele profere palavras novas. Você deveria obedecer àquilo que deveria ser obedecido hoje; isso é responsabilidade e dever do homem. É fundamental que a prática seja centrada em torno da luz e das palavras de Deus nos dias atuais. Deus não obedece a regras e pode falar a partir de muitas perspectivas diferentes para tornar clara Sua sabedoria e onipotência. Não importa se Ele fala a partir da perspectiva do Espírito, ou do homem, ou da terceira pessoa — Deus é sempre Deus, e você não pode dizer que Ele não é Deus por causa da perspectiva do homem a partir da qual Ele fala. Entre algumas pessoas surgiram noções resultantes das diferentes perspectivas a partir das quais Deus fala. Essas pessoas não têm conhecimento de Deus e não conhecem Sua obra. Se Deus sempre falasse a partir de uma só perspectiva, o homem não estabeleceria regras a respeito de Deus? Deus poderia permitir que o homem agisse de tal maneira? Independentemente da perspectiva a partir da qual Deus fala, Ele tem Seus motivos para agir assim. Se Deus fosse sempre falar a partir da perspectiva do Espírito, você seria capaz de se envolver com Ele? Assim, Ele fala, às vezes, na terceira pessoa para fornecer Suas palavras para você e guiá-lo à realidade. Tudo o que Deus faz é apropriado. Em suma, tudo é feito por Deus, e você não deveria duvidar disso. Ele é Deus, e assim não importa a partir de qual perspectiva Ele fale, Ele sempre será Deus. Essa é uma verdade imutável. Não importa como trabalhe, Ele ainda é Deus e Sua essência não mudará! Pedro amou muito a Deus e foi um homem segundo o Próprio coração de Deus, mas Deus não o testemunhou como o Senhor ou Cristo, pois a essência de um ser é o que é, e nunca pode mudar. Em Sua obra, Deus não cumpre regras, mas emprega diferentes métodos para tornar Sua obra eficaz e aumentar o conhecimento do homem sobre Ele. Todos os seus métodos de operar ajudam o homem a conhecê-Lo e buscam tornar o homem perfeito. Não importa qual método de operar Ele empregue, cada um objetiva edificar o homem e torná-lo perfeito. Embora um de Seus métodos de operar possa ter durado muito tempo, o objetivo disso foi fortalecer a fé do homem Nele. Assim, não deveria haver dúvida em seu coração. Essas são todas as etapas da obra de Deus, e devem ser obedecidas por vocês.

Extraído de ‘Tudo é realizado pela palavra de Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 35

Deus veio à terra principalmente para proferir Suas palavras; aquilo com o que você se envolve é a palavra de Deus, o que você vê é a palavra de Deus, o que você ouve é a palavra de Deus, o que você obedece é à palavra de Deus, o que você vivencia é a palavra de Deus, e esta encarnação de Deus utiliza principalmente a palavra para tornar o homem perfeito. Ele não mostra sinais e maravilhas, e, sobretudo, não faz a obra que Jesus fez no passado. Embora sejam Deus, e ambos encarnados, Seus ministérios não são os mesmos. Quando Jesus veio, Ele também fez parte da obra de Deus e proferiu algumas palavras, mas qual foi a principal obra que Ele realizou? Sua principal realização foi a obra da crucificação. Ele Se tornou a semelhança da carne pecaminosa para concluir a obra de crucificação e redimir toda a humanidade, e foi por causa de todo o pecado da humanidade que Ele serviu como oferta pelo pecado. Essa é a principal obra que Ele realizou. No fim, Ele forneceu o caminho da cruz para guiar os que vieram depois. Quando Jesus veio, foi principalmente para completar a obra de redenção. Ele redimiu toda a humanidade e trouxe o evangelho do reino dos céus ao homem; além disso, criou a senda para o reino dos céus. Como resultado, todos aqueles que vieram depois disseram: “Deveríamos percorrer a senda da cruz e nos sacrificar pela cruz”. Claro que, no início, Jesus também fez algumas outras obras e proferiu algumas palavras para fazer o homem se arrepender e confessar seus pecados. Mas Seu ministério ainda era a crucificação, e os três anos e meio que Ele passou pregando o caminho foram em preparação para a crucificação que veio depois. As várias vezes que Jesus orou também foram em prol da crucificação. A vida de homem normal que Ele levou e os trinta e três anos e meio que Ele viveu na terra foram principalmente para concluir a obra da crucificação; eles serviram para dar-Lhe força para empreender essa obra; como resultado disso, Deus confiou a obra da crucificação a Ele. Hoje, qual obra o Deus encarnado realizará? Hoje, Deus Se tornou carne primordialmente para completar a obra da “Palavra que aparece na carne”, para usar a palavra para tornar o homem perfeito e fazê-lo aceitar o tratamento e o refinamento da palavra. Em Suas palavras, Ele faz com que você receba provisão e ganhe vida; em Suas palavras, você vê Sua obra e feitos. Deus utiliza a palavra para castigá-lo e refiná-lo e, assim, se você sofre dificuldades, é também por causa da palavra de Deus. Hoje, Deus não opera com fatos, mas com palavras. Somente depois de Sua palavra chegar a você, o Espírito Santo pode operar dentro de você e fazer com que você sofra dor ou sinta doçura. Somente a palavra de Deus pode trazê-lo à realidade, e somente a palavra de Deus é capaz de torná-lo perfeito. Assim, você deve no mínimo entender isso: a obra feita por Deus durante os últimos dias é principalmente o uso de Sua palavra para tornar cada pessoa perfeita e guiar o homem. Toda a obra que Ele faz é através da palavra; Ele não utiliza fatos para castigar você. Há momentos em que algumas pessoas resistem a Deus. Deus não causa grande desconforto para você, sua carne não é castigada nem você sofre dificuldades — mas assim que Sua palavra recai sobre você e o refina, ela lhe é insuportável. Não é assim? Na época dos servidores, Deus disse para jogar o homem no poço sem fundo. O homem realmente chegou ao poço sem fundo? Simplesmente, através do uso de palavras para refinar o homem, o homem entrou no poço sem fundo. Assim, durante os últimos dias, quando Deus Se torna carne, Ele utiliza principalmente a palavra para realizar tudo e deixar tudo claro. Somente em Suas palavras você pode ver o que Ele é; apenas em Suas palavras você pode ver que Ele é o Próprio Deus. Quando Deus encarnado vem à terra, Ele não faz outra obra a não ser proferir palavras, portanto, não há necessidade de fatos; as palavras bastam. Isso porque Ele veio principalmente para fazer esta obra, para permitir ao homem contemplar Seu poder e supremacia em Suas palavras, para permitir que o homem veja em Suas palavras como Ele humildemente Se esconde e para permitir que o homem conheça Sua totalidade em Suas palavras. Tudo o que Ele tem e tudo o que Ele é estão em Suas palavras. Sua sabedoria e maravilha estão em Suas palavras. Isso faz com que você veja os muitos métodos pelos quais Deus profere Suas palavras. A maior parte da obra de Deus durante todo este tempo foi provisão, revelação e tratamento para o homem. Ele não amaldiçoa uma pessoa com leviandade, e mesmo quando o faz, é através da palavra que Ele a amaldiçoa. Assim, nesta era de Deus encarnado, não procure ver Deus novamente curar os enfermos e expulsar demônios, e pare de procurar sinais o tempo todo — isso não faz sentido! Esses sinais não podem tornar o homem perfeito! Para ser claro: hoje, o verdadeiro Próprio Deus encarnado só fala e não age. Essa é a verdade! Ele usa palavras para tornar você perfeito e para o alimentar e regar. Ele também usa palavras para operar e usa palavras em vez de fatos para fazer com que você conheça a realidade Dele. Se você for capaz de perceber esta maneira de Deus operar, então será difícil permanecer passivo. Em vez de se concentrar em coisas negativas, você deveria focar apenas naquilo que é positivo — ou seja, independentemente de as palavras de Deus serem cumpridas, ou se há ou não o advento dos fatos, Deus faz o homem ganhar vida a partir de Suas palavras, e esse é o maior de todos os sinais; e, mais ainda, é um fato indiscutível. Essa é a melhor evidência através da qual se pode conhecer a Deus e é um sinal ainda maior do que os milagres. Somente estas palavras podem tornar o homem perfeito.

Extraído de ‘Tudo é realizado pela palavra de Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 36

Assim que a Era do Reino iniciou, Deus começou a liberar Suas palavras. No futuro, estas palavras serão paulatinamente cumpridas e, naquele tempo, o homem crescerá em vida. O uso que Deus faz da palavra para revelar o caráter corrupto do homem é mais real, e mais necessário, e Ele não usa nada além da palavra para realizar Sua obra a fim de aperfeiçoar a fé do homem, pois hoje é a Era da Palavra, e ela requer a fé, resolução e cooperação do homem. A obra do Deus encarnado dos últimos dias é o uso de Sua palavra para servir e prover para o homem. Somente depois de Deus encarnado terminar de proferir Suas palavras é que elas começarão a ser cumpridas. Durante o tempo que Ele fala, Suas palavras não são cumpridas, porque quando Ele está no estágio encarnado, Suas palavras não podem ser cumpridas. Isso é para que o homem possa ver que Deus é carne e não Espírito, para que o homem possa contemplar a realidade de Deus com os próprios olhos. No dia em que Sua obra estiver completa, quando todas as palavras que deveriam ser proferidas por Ele na terra tiverem sido proferidas, Suas palavras começarão a se cumprir. Esta não é a era do cumprimento das palavras de Deus, porque Ele não terminou de proferir Suas palavras. Então, quando você vir que Deus ainda está proferindo Suas palavras na terra, não espere o cumprimento delas; quando Deus deixar de proferir Suas palavras e quando Sua obra na terra tiver sido concluída, será então que Suas palavras começarão a se cumprir. Nas palavras que Ele profere na terra, há, em um aspecto, a provisão de vida, e em outro, há profecia — a profecia das coisas por vir, das coisas que serão feitas e das coisas que ainda têm de ser realizadas. Também houve profecia nas palavras de Jesus. Em um sentido, Ele supriu vida, em outro, proferiu profecia. Hoje, não se fala em realizar palavras e fatos ao mesmo tempo, pois a diferença entre aquilo que pode ser visto pelos próprios olhos do homem e aquilo que é feito por Deus é muito grande. Só se pode dizer que, uma vez concluída a obra de Deus, Suas palavras serão cumpridas e os fatos virão após as palavras. Durante os últimos dias, Deus encarnado realiza o ministério da palavra, e na execução do ministério da palavra, Ele apenas profere palavras e não Se preocupa com outros assuntos. Assim que a obra de Deus mudar, Suas palavras começarão a ser cumpridas. Hoje, as palavras são usadas primeiramente para tornar você perfeito; quando Ele ganhar a glória em todo o universo, Sua obra estará completa — todas as palavras que deveriam ser ditas terão sido ditas, e todas as palavras terão se tornado fatos. Deus veio à terra durante os últimos dias para realizar o ministério da palavra para que o homem possa conhecê-Lo e para que o homem possa ver o que Ele é e ver a Sua sabedoria e todas as Suas façanhas maravilhosas a partir da Sua palavra. Durante a Era do Reino, Deus usa principalmente a palavra para conquistar toda a humanidade. No futuro, Sua palavra também cairá sobre todas as religiões, setores, nações e denominações; Deus usa a palavra para conquistar, para fazer todos os homens verem que Sua palavra carrega autoridade e poder e, assim, hoje, você enfrenta apenas a palavra de Deus.

As palavras proferidas por Deus nesta era são diferentes daquelas proferidas durante a Era da Lei e, assim, também diferem das palavras proferidas durante a Era da Graça. Na Era da Graça, Deus não fez a obra da palavra, mas simplesmente descreveu como Ele seria crucificado a fim de redimir toda a humanidade. A Bíblia apenas descreve por que Jesus deveria ser crucificado, os sofrimentos a que Ele foi submetido na cruz, e como o homem deveria ser crucificado por Deus. Durante aquela era, toda a obra feita por Deus centrou-se em torno da crucificação. Durante a Era do Reino, Deus encarnado profere palavras para conquistar todos aqueles que Nele creem. Esta é “a Palavra que aparece na carne”; Deus veio durante os últimos dias para fazer esta obra, o que significa dizer que Ele veio para realizar o real significado da Palavra que aparece na carne. Ele só profere palavras, e raramente há o advento de fatos. Esta é a própria substância da Palavra que aparece na carne, e quando Deus encarnado profere Suas palavras, esta é a aparição da Palavra encarnada, e é a Palavra que vem em carne. “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus, e o Verbo Se fez carne.” Esta (a obra do aparecimento da Palavra na carne) é a obra que Deus realizará nos últimos dias, é o capítulo final de todo o Seu plano de gerenciamento e, assim, Deus tem de vir à terra e manifestar Suas palavras encarnado. Aquilo que é feito hoje, aquilo que será feito no futuro, aquilo que é realizado por Deus, o destino final do homem, aqueles que serão salvos, aqueles que serão destruídos, e assim por diante — esta obra que deve ser alcançada no final foi declarada com clareza, e é tudo para realizar o verdadeiro significado da Palavra que aparece na carne. Os decretos administrativos e a constituição que foram emitidos anteriormente, aqueles que serão destruídos, aqueles que entrarão em repouso — essas palavras devem todas ser cumpridas. Esta é principalmente a obra realizada por Deus encarnado durante os últimos dias. Ele faz as pessoas entenderem onde pertencem os predestinados por Deus e onde pertencem aqueles que não são predestinados por Deus, como Seu povo e filhos serão classificados, o que acontecerá com Israel, o que acontecerá com o Egito — no futuro, cada uma dessas palavras será cumprida. O ritmo da obra de Deus está-se acelerando. Deus usa a palavra como o meio para revelar ao homem o que deve ser feito em cada era, o que deve ser feito pelo Deus encarnado dos últimos dias e Seu ministério que deve ser realizado, e estas palavras são todas para realizar o verdadeiro significado da Palavra que aparece na carne.

Extraído de ‘Tudo é realizado pela palavra de Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 37

Deus faz Sua obra em todo o universo. Todos os que Nele creem devem aceitar Sua palavra e comer e beber a Sua palavra; ninguém pode ser ganho por Deus por ver os sinais e maravilhas mostrados por Deus. Ao longo das eras, Deus sempre usou a palavra para tornar o homem perfeito. Assim, você não deveria dedicar toda sua atenção a sinais e maravilhas, mas sim buscar ser aperfeiçoado por Deus. Na Era da Lei do Antigo Testamento, Deus proferiu algumas palavras, e na Era da Graça, Jesus também proferiu muitas palavras. Depois que Jesus disse muitas palavras, os apóstolos e discípulos posteriores levaram as pessoas a praticar de acordo com os mandamentos emitidos por Jesus e experimentaram de acordo com as palavras e os princípios proferidos por Jesus. Nos últimos dias, Deus usa principalmente a palavra para tornar o homem perfeito. Ele não usa sinais e maravilhas para oprimir ou convencer o homem; isso não pode tornar claro o poder de Deus. Se Deus apenas mostrasse sinais e maravilhas, então seria impossível tornar clara a realidade de Deus e, assim, impossível tornar o homem perfeito. Deus não torna o homem perfeito por meio de sinais e maravilhas, mas usa a palavra para regar e pastorear o homem, e depois disso é alcançada a completa obediência do homem e o conhecimento do homem sobre Deus. Esse é o objetivo da obra que Ele faz e das palavras que Ele profere. Deus não usa o método de mostrar sinais e maravilhas para tornar o homem perfeito — Ele usa palavras e muitos métodos diferentes de operar para tornar o homem perfeito. Quer seja o refinamento, o lidar, a poda ou provisão de palavras, Deus fala a partir de muitas perspectivas diferentes para tornar o homem perfeito e para dar ao homem um conhecimento maior da obra, sabedoria e maravilha de Deus. Quando o homem for completado no momento em que Deus concluir a era nos últimos dias, ele estará qualificado para ver sinais e maravilhas. Quando você chegar a conhecer a Deus e for capaz de obedecer a Deus, não importa o que Ele faça, você não terá mais noções sobre Ele quando você vir sinais e maravilhas. No momento, você é corrupto e incapaz de obedecer completamente a Deus — você acha que está apto para ver sinais e maravilhas? Quando Deus mostrar sinais e maravilhas será quando Deus punirá o homem, e também quando a era mudará e, sobretudo, quando a era terminará. Quando a obra de Deus está sendo realizada normalmente, Ele não mostra sinais e maravilhas. Mostrar sinais e maravilhas é extremamente fácil, mas esse não é o princípio da obra de Deus, nem é o objetivo da gestão do homem por Deus. Se o homem visse sinais e maravilhas, e se o corpo espiritual de Deus aparecesse para o homem, todas as pessoas não acreditariam em Deus? Eu disse anteriormente que se ganha um grupo de vencedores no Oriente, vencedores que saíram da grande tribulação. Qual é o significado de tais palavras? Elas querem dizer que essas pessoas que foram ganhas só obedeceram verdadeiramente depois de passarem por julgamento e castigo e depois de serem lidadas e podadas e de passarem por todos os tipos de refinamento. A crença de tais pessoas não é vaga e abstrata, mas real. Elas não viram sinais e maravilhas, nem milagres; elas não falam de letras e doutrinas abstrusas, nem de percepções profundas; em vez disso, têm a realidade e as palavras de Deus e um verdadeiro conhecimento da realidade de Deus. Um grupo assim não é mais capaz de tornar claro o poder de Deus? A obra de Deus durante os últimos dias é uma obra real. Durante a era de Jesus, Ele não veio para tornar o homem perfeito, mas para redimir o homem, e assim Ele mostrou alguns milagres para fazer com que as pessoas O seguissem. Pois Ele veio principalmente para completar a obra da crucificação, e mostrar sinais não fazia parte da obra de Seu ministério. Tais sinais e maravilhas foram a obra que foi feita para tornar eficaz Sua obra; foram obras extras e não representavam a obra de toda a era. Durante a Era da Lei do Antigo Testamento, Deus também mostrou alguns sinais e maravilhas — mas a obra que Deus faz hoje é uma obra real, e Ele definitivamente não mostraria sinais e maravilhas agora. Se Ele mostrasse sinais e maravilhas, Sua verdadeira obra seria lançada em desordem, e Ele seria incapaz de continuar a operar. Se Deus dissesse que a palavra deveria ser usada para tornar o homem perfeito, mas também mostrasse sinais e maravilhas, poderia verdadeiramente ficar claro que o homem crê Nele? Assim, Deus não faz essas coisas. Há religião demais dentro do homem; Deus veio durante os últimos dias para expulsar todas as noções religiosas e coisas sobrenaturais de dentro do homem e fazer o homem conhecer a realidade de Deus. Ele veio para remover uma imagem de um Deus que é abstrata e fantasiosa — uma imagem de um Deus que, em outras palavras, não existe de forma alguma. Então, agora, a única coisa preciosa é que você tenha um conhecimento da realidade! A verdade sobrepõe-se tudo. Quanta verdade você possui hoje? Tudo o que mostra sinais e maravilhas é Deus? Espíritos malignos também podem mostrar sinais e maravilhas; eles são todos Deus? Em sua crença em Deus, o que o homem procura é a verdade, o que ele busca é a vida, em vez de sinais e maravilhas. Esse deveria ser o objetivo de todos aqueles que acreditam em Deus.

Extraído de ‘Tudo é realizado pela palavra de Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 38

Na época, a obra de Jesus foi para redimir toda a humanidade. Os pecados de todos que acreditavam Nele foram perdoados; contanto que você acreditasse Nele, Ele o redimiria; se você acreditasse Nele, não era mais um pecador e estava livre de seus pecados. É isso o que significava ser salvo e ser justificado pela fé. No entanto, naqueles que acreditavam ainda restava o que era rebelde e se opunha a Deus e que ainda precisava ser removido lentamente. A salvação não significava que o homem havia sido completamente ganho por Jesus, mas sim que o homem não era mais do pecado, que ele havia sido perdoado de seus pecados: se você acreditasse, nunca mais seria do pecado. À época, Jesus fez muitas obras que eram incompreensíveis para Seus discípulos e disse muitas coisas que as pessoas não entenderam. Isso porque, na época, Ele não deu explicações. Assim, vários anos depois que Ele partiu, Mateus criou Sua genealogia, e outros também fizeram muitas obras que eram da vontade do homem. Jesus não veio para aperfeiçoar e ganhar o homem, mas sim para realizar um estágio da obra: trazer o evangelho do reino dos céus e completar a obra da crucificação. E, assim, depois que Jesus foi crucificado, Sua obra chegou completamente ao fim. Entretanto, no estágio atual — a obra de conquista — mais palavras devem ser ditas, mais obra deve ser feita, e deve haver muitos processos. Assim também devem os mistérios da obra de Jesus e Jeová ser revelados, para que todas as pessoas possam ter entendimento e clareza em sua crença, pois esta é a obra dos últimos dias, e os últimos dias são o fim da obra de Deus, o momento da conclusão desta obra. Este estágio da obra elucidará para você a lei de Jeová e a redenção de Jesus, e é principalmente para que você possa entender toda a obra do plano de gerenciamento de seis mil anos de Deus e aprecie todo o significado e substância desse plano e compreenda o propósito de toda a obra feita por Jesus, as palavras que Ele falou, e até mesmo sua crença cega na Bíblia e sua adoração a ela. Isso permitirá que você entenda completamente todas essas coisas. Você passará a entender tanto a obra feita por Jesus quanto a obra de Deus hoje; você entenderá e contemplará toda a verdade, a vida e o caminho. No estágio da obra feita por Jesus, por que Jesus partiu sem fazer a obra de conclusão? Porque o estágio da obra de Jesus não foi a obra de conclusão. Quando Ele foi pregado na cruz, as palavras Dele também chegaram ao fim; depois de Sua crucificação, Sua obra terminou completamente. O estágio atual é diferente: somente depois das palavras serem ditas até o fim e toda a obra de Deus ser concluída terá Sua obra terminado. Durante o estágio da obra de Jesus, muitas palavras permaneceram não ditas ou não foram plenamente articuladas. No entanto, Jesus não se importava com o que Ele disse ou não, pois Seu ministério não era um ministério de palavras e, assim, depois de ser pregado na cruz, Ele partiu. Aquele estágio da obra foi principalmente pela questão da crucificação, e é diferente do estágio atual. Este estágio da obra é principalmente para completar, esclarecer e concluir toda a obra. Se as palavras não forem ditas até o fim, não haverá como concluir esta obra, pois nesta etapa da obra toda a obra é concluída e realizada utilizando palavras. Na época, Jesus fez muita obra que era incompreensível para o homem. Ele partiu em silêncio, e ainda hoje há muitos que não entendem Suas palavras, cujo entendimento é errôneo, mas ainda acreditam estar correto, que não sabem que estão errados. No final, este estágio atual trará a obra de Deus a um final completo e levará à sua conclusão. Todos entenderão e conhecerão o plano de gerenciamento de Deus. As noções dentro do homem, suas intenções, sua compreensão errônea, suas noções em relação à obra de Jeová e de Jesus, suas opiniões sobre os gentios e todos seus outros desvios e erros serão corrigidos. E o homem entenderá todos os caminhos corretos da vida, toda a obra feita por Deus e toda a verdade. Quando isso acontecer, este estágio da obra chegará ao fim. A obra de Jeová foi a criação do mundo, foi o início; este estágio da obra é o fim e a conclusão da obra. No início, a obra de Deus foi realizada entre os escolhidos de Israel e ela foi o alvorecer de uma nova época no mais santo de todos os lugares. O último estágio da obra é realizado no mais impuro de todos os países, para julgar o mundo e levar ao fim da era. No primeiro estágio, a obra de Deus foi feita no mais brilhante de todos os lugares, enquanto o último estágio é realizado no mais tenebroso de todos os lugares, e essas trevas serão expulsas, a luz surgirá e todo o povo conquistado. Quando as pessoas deste lugar mais impuro e mais tenebroso de todos tiverem sido conquistadas e toda a população tiver reconhecido que existe um Deus, que é o verdadeiro Deus, quando cada pessoa tiver sido totalmente convencida, esse fato será utilizado para realizar a obra de conquista em todo o universo. Este estágio da obra é simbólico: uma vez concluída a obra desta era, a obra de seis mil anos de gerenciamento chegará a um fim completo. Uma vez que aqueles que estão no mais tenebroso de todos os lugares tiverem sido conquistados, é evidente que também será assim em todos os outros lugares. Como tal, apenas a obra de conquista na China carrega um simbolismo significativo. A China incorpora todas as forças das trevas, e o povo da China representa todos aqueles que são da carne, de Satanás e de carne e sangue. O povo chinês foi o mais corrompido pelo grande dragão vermelho, que tem a mais forte oposição a Deus, cuja humanidade é mais baixa e impura e, por isso, ele é o arquétipo de toda a humanidade corrupta. Isso não quer dizer que os outros países não tenham problema nenhum; as noções do homem são todas iguais e, embora as pessoas desses países possam ser de bom calibre, se não conhecem a Deus, então devem se opor a Ele. Por que os judeus também se opuseram e desafiaram a Deus? Por que os fariseus também se opuseram a Ele? Por que Judas traiu Jesus? Na época, muitos dos discípulos não conheciam Jesus. Por que, depois que Jesus foi crucificado e ressuscitou, as pessoas ainda não acreditaram Nele? A desobediência do homem não é toda igual? É só que as pessoas da China são utilizadas como exemplo, e quando elas forem conquistadas, se tornarão exemplo e modelo e servirão de referência para os outros. Por que Eu sempre disse que vocês são um adjunto do Meu plano de gerenciamento? É nas pessoas da China que a corrupção, a impureza, a injustiça, a oposição e a rebeldia se manifestam mais completamente e se revelam em todas as suas variadas formas. Por um lado, elas são de baixo calibre e, por outro, sua vida e mentalidade são atrasadas, e seus hábitos, ambiente social, família de nascimento — todos são baixos e os mais atrasados. Seu status também é baixo. A obra é simbólica neste lugar, e após esta obra de teste ter sido realizada em sua totalidade, a obra subsequente de Deus será muito melhor. Se este estágio da obra puder ser concluído, então a obra subsequente, nem é preciso dizer. Uma vez que esta etapa da obra tiver sido realizada, um grande êxito terá sido plenamente alcançado, e a obra de conquista por todo o universo terá chegado totalmente ao fim.

Extraído de ‘A visão da obra de Deus (2)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 39

A Era da Graça começou com o nome de Jesus. Quando Jesus começou a realizar Seu ministério, o Espírito Santo começou a testemunhar o nome de Jesus, e o nome de Jeová não foi mais mencionado; em vez disso, o Espírito Santo empreendeu a nova obra principalmente sob o nome de Jesus. O testemunho dado por aqueles que Nele criam foi de Jesus Cristo, e o trabalho que fizeram também foi por Jesus Cristo. A conclusão da Era da Lei do Antigo Testamento significava que a obra conduzida principalmente sob o nome de Jeová havia chegado ao fim. Dali em diante, o nome de Deus já não era mais Jeová; em vez disso, Ele foi chamado de Jesus e, a partir disso o Espírito Santo iniciou a obra principalmente sob o nome de Jesus. Assim, as pessoas que ainda hoje comem e bebem as palavras de Jeová e ainda fazem tudo de acordo com a obra da Era da Lei — você não está se conformando cegamente a regras? Você não está preso no passado? Agora vocês sabem que os últimos dias chegaram. Será que quando Jesus vier, Ele ainda será chamado de Jesus? Jeová disse ao povo de Israel que um Messias viria e, no entanto, quando Ele veio, Ele não foi chamado de Messias, mas de Jesus. Jesus disse que Ele voltaria e que Ele chegaria da forma como Ele havia partido. Essas foram as palavras de Jesus, mas você viu a maneira pela qual Jesus partiu? Jesus saiu em uma nuvem branca, mas será que Ele retornará pessoalmente para entre os homens em uma nuvem branca? Se assim fosse, Ele ainda não seria chamado de Jesus? Quando Jesus voltar, a era já terá mudado, então Ele ainda poderia ser chamado de Jesus? É possível que Deus só possa ser conhecido pelo nome de Jesus? Ele não pode ser chamado por um novo nome em uma nova era? Pode a imagem de uma pessoa e um nome em particular representar Deus em Sua totalidade? Em cada era, Deus faz uma nova obra e é chamado por um novo nome; como Ele poderia fazer a mesma obra em diferentes épocas? Como Ele poderia Se agarrar ao velho? O nome de Jesus foi usado pelo bem da obra da redenção, então Ele ainda seria chamado pelo mesmo nome quando retornasse nos últimos dias? Ele ainda estaria fazendo a obra da redenção? Por que Jeová e Jesus são um, todavia Eles são chamados por nomes diferentes em eras diferentes? Não é porque as eras de sua obra são diferentes? Poderia um único nome representar Deus em Sua totalidade? Sendo assim, Deus deve ser chamado por um nome diferente em uma era diferente, e Ele deve utilizar o nome para alterar a era e representar a era. Pois nenhum nome pode representar totalmente o Próprio Deus, e cada nome só é capaz de representar o aspecto temporal do caráter de Deus em uma determinada era; tudo que ele precisa fazer é representar Sua obra. Portanto, Deus pode escolher qualquer nome apropriado a Seu caráter para representar a era inteira. Não importa se é a era de Jeová ou a era de Jesus, cada era é representada por um nome. No final da Era da Graça, a era final chegou, e Jesus já veio. Como Ele ainda poderia ser chamado de Jesus? Como Ele ainda poderia assumir a forma de Jesus entre os homens? Você esqueceu que Jesus não passava da imagem de um nazareno? Você esqueceu que Jesus foi apenas o Redentor da humanidade? Como Ele poderia assumir a obra de conquistar e aperfeiçoar o homem nos últimos dias? Jesus saiu sobre uma nuvem branca — isso é fato — mas como Ele poderia voltar em uma nuvem branca entre os homens e ainda ser chamado de Jesus? Se Ele realmente chegou em uma nuvem, como o homem fracassaria em reconhecê-Lo? Pessoas em todo o mundo não O reconheceriam? Nesse caso, Jesus sozinho não seria Deus? Nesse caso, a imagem de Deus seria a aparência de um judeu e, além disso, seria a mesma para sempre. Jesus disse que Ele chegaria como Ele partiu, mas você conhece o verdadeiro significado de Suas palavras? Pode ser que Ele tenha falado sobre vocês a esse grupo? Tudo o que você sabe é que Ele chegará como Ele partiu, em uma nuvem, mas você sabe exatamente como o Próprio Deus faz a obra Dele? Se você fosse realmente capaz de ver, como se explicam as palavras que Jesus proferiu? Ele disse: “Quando o Filho do homem vier nos últimos dias, Ele mesmo não saberá, os anjos não saberão, os mensageiros no céu não saberão e toda a humanidade não saberá. Só o Pai saberá, isto é, somente o Espírito saberá”. Mesmo o Próprio Filho do homem não sabe, mas você é capaz de ver e saber? Se você fosse capaz de saber e ver com seus próprios olhos, essas palavras não teriam sido ditas em vão? E o que Jesus disse na época? “Daquele dia e hora, porém, ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, senão só o Pai. Pois como foi dito nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem. […] Por isso ficai também vós apercebidos; porque numa hora em que não penseis, virá o Filho do homem.” Quando esse dia chegar, o Próprio Filho do homem não saberá. O Filho do homem se refere à carne encarnada de Deus, uma pessoa normal e comum. Nem mesmo o Próprio Filho do homem sabe, então como você pode saber? Jesus disse que Ele chegaria como Ele partiu. Quando Ele chegar, nem mesmo Ele saberá, então Ele pode informar você de antemão? Você é capaz de ver Sua chegada? Isso não é uma piada?

Extraído de ‘A visão da obra de Deus (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 40

Toda vez que Deus vem à terra, Ele muda Seu nome, Seu gênero, Sua imagem e Sua obra; Ele não repete Sua obra. Ele é um Deus que é sempre novo e nunca velho. Quando Ele veio anteriormente, Ele foi chamado de Jesus; Ele ainda pode ser chamado de Jesus quando voltar dessa vez? Quando Ele veio antes, Ele era do sexo masculino; Ele pode ser do sexo masculino novamente desta vez? Quando Ele veio durante a Era da Graça, Sua obra era ser pregado na cruz; quando Ele voltar, poderá Ele ainda redimir a humanidade do pecado? Ele pode ser pregado na cruz novamente? Isso não seria repetir Sua obra? Você não sabia que Deus é sempre novo e nunca velho? Há quem diga que Deus é imutável. Isso está correto, mas tem a ver com a imutabilidade do caráter de Deus e Sua substância. Mudanças em Seu nome e obra não provam que Sua substância mudou; em outras palavras, Deus sempre será Deus, e isso nunca mudará. Se você dissesse que a obra de Deus é imutável, Ele poderia terminar Seu plano de gerenciamento de seis mil anos? Você só sabe que Deus é para sempre imutável, mas você sabe que Deus é sempre novo e nunca velho? Se a obra de Deus é imutável, Ele poderia ter conduzido a humanidade até os dias de hoje? Se Deus é imutável, por que Ele já fez a obra de duas eras? Sua obra nunca deixa de avançar, o que significa dizer que Seu caráter é revelado gradualmente ao homem, e o que é revelado é Seu caráter inerente. No início, o caráter de Deus estava oculto do homem; Ele nunca revelou abertamente Seu caráter ao homem, e o homem simplesmente não tinha conhecimento Dele. Por isso, Ele utiliza Sua obra para revelar gradualmente Seu caráter ao homem, mas trabalhar dessa maneira não significa que o caráter de Deus muda em todas as eras. Não é o caso de que o caráter de Deus mude constantemente porque Sua vontade está sempre mudando. Pelo contrário, porque as eras de Sua obra são diferentes, Deus toma Seu caráter inerente em sua totalidade e o revela ao homem passo a passo para que o homem seja capaz de conhecê-Lo. Mas isso não é de forma alguma prova de que Deus não tem um caráter em particular originalmente, ou que Seu caráter tenha mudado gradativamente com o passar dos séculos — tal entendimento seria errado. Deus revela ao homem Seu caráter inerente e particular — o que Ele é — de acordo com o passar dos séculos; a obra de uma única era não pode expressar todo o caráter de Deus. Assim, as palavras “Deus é sempre novo e nunca velho” se referem à Sua obra, e as palavras “Deus é imutável” se referem ao que Deus tem e é inerentemente. Independentemente disso, você não pode fazer a obra de seis mil anos depender de um único ponto, ou circunscrevê-la com palavras mortas. Tal é a estupidez do homem. Deus não é tão simples como o homem imagina, e Sua obra não pode permanecer em uma só era. Jeová, por exemplo, não pode sempre significar o nome de Deus; Deus também pode fazer Sua obra sob o nome de Jesus. Esse é um sinal de que a obra de Deus está sempre progredindo numa direção adiante.

Deus sempre será Deus, Ele e nunca se tornará Satanás; Satanás sempre será Satanás, e ele nunca se tornará Deus. A sabedoria de Deus, a maravilha de Deus, a justiça de Deus e a majestade de Deus nunca mudarão. Sua essência e o que Ele tem e é nunca mudarão. Sua obra, no entanto, está sempre seguindo adiante e sempre indo mais fundo, pois Ele é sempre novo e nunca velho. Em cada era Deus assume um nome novo, em cada era Ele faz uma obra nova e em cada era Ele permite que Suas criações vejam Sua nova vontade e Seu novo caráter. Se não virem a expressão do caráter novo de Deus na nova era, as pessoas não O pregariam na cruz para sempre? E, ao fazer isso, não definiriam Deus? Se Ele fosse encarnado apenas como um varão, as pessoas O definiriam como homem, como o Deus dos homens, e nunca acreditariam Nele como o Deus das mulheres. Os homens acreditariam que Deus pertence ao mesmo gênero deles, que Deus é o cabeça dos homens. E as mulheres? Isso é injusto; não é um tratamento preferencial? Se esse fosse o caso, então todos a quem Deus salvou seriam homens como Ele e não haveria salvação para as mulheres. Quando criou a humanidade, Deus criou Adão e criou Eva. Ele não criou apenas Adão, mas criou os dois, homem e mulher, à Sua imagem. Deus não é só o Deus dos homens: também é o Deus das mulheres. Deus está fazendo uma nova obra nos últimos dias. Ele revelará mais do Seu caráter e tal não será a compaixão e o amor da época de Jesus. Como Ele tem uma obra nova, essa nova obra será acompanhada por um caráter novo. Assim, se essa obra fosse feita pelo Espírito — se Deus não Se tornasse carne e, em vez disso, o Espírito falasse diretamente através do trovão, de modo que o homem não tivesse como ter contato com Ele — o homem conheceria Seu caráter? Se só o Espírito fizesse a obra, o homem não teria como conhecer Seu caráter. As pessoas só podem contemplar o caráter de Deus com os próprios olhos quando Ele Se torna carne, quando a Palavra aparece na carne e Ele expressa todo Seu caráter através da carne. Deus de fato vive dentre a humanidade. Ele é palpável. O homem de fato pode se engajar com Seu caráter e com o que Ele tem e é, só assim o homem pode conhecê-Lo de fato. Ao mesmo tempo, Deus também completou a obra de “Deus ser o Deus de homens e mulheres”, e alcançou a totalidade de Sua obra na carne.

Extraído de ‘A visão da obra de Deus (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 41

A obra de Deus em toda a Sua gestão é perfeitamente clara: a Era da Graça é a Era da Graça, e os últimos dias são os últimos dias. Há diferenças distintas entre cada era, pois em cada era Deus faz uma obra representativa de tal era. Para que a obra dos últimos dias seja feita, deve haver queima, julgamento, castigo, ira e destruição para pôr fim à era. Os últimos dias referem-se à era final. Durante a era final, Deus não levará a era a um final? Para terminar a era, Deus deve trazer castigo e julgamento com Ele. Apenas desta forma Ele poderá encerrar a era. O propósito de Jesus era que o homem continuasse a sobreviver, a viver, e que pudesse existir de uma maneira melhor. Ele salvou o homem do pecado para que ele pudesse cessar sua queda à depravação e não mais viver no Hades e no inferno, e, ao salvar o homem do Hades e do inferno, Jesus permitiu que ele continuasse vivo. Agora, os últimos dias chegaram. Deus aniquilará o homem e destruirá a raça humana por completo, isto é, Ele transformará a rebelião da humanidade. Por essa razão, seria impossível, com o caráter compassivo e amoroso do passado, que Deus terminasse a era ou levasse a bom termo Seu plano de gerenciamento de seis mil anos. Cada era traz uma representação especial do caráter de Deus, e cada era contém uma obra que deve ser feita por Deus. Assim, a obra realizada pelo Próprio Deus em cada era contém a expressão de Seu verdadeiro caráter, e tanto Seu nome quanto a obra que Ele faz mudam juntamente com a era — são todos novos. Durante a Era da Lei, a obra de guiar a humanidade foi feita sob o nome de Jeová, e a primeira etapa da obra foi iniciada na terra. Nessa fase, a obra consistia em construir o templo e o altar, em usar a lei para guiar o povo de Israel e trabalhar no meio deles. Ao guiar o povo de Israel, Ele estabeleceu uma base para Sua obra na terra. A partir dessa base, Ele expandiu Sua obra para além de Israel, o que significa que, partindo de Israel, Ele expandiu Sua obra para fora, para que gerações posteriores gradualmente soubessem que Jeová era Deus, e que foi Jeová quem criou os céus e a terra e todas as coisas, e que foi Jeová quem fez todas as criaturas. Por meio do povo de Israel, Ele espalhou Sua obra para além deles. A terra de Israel foi o primeiro lugar sagrado da obra de Jeová na terra, e foi na terra de Israel que Deus iniciou Sua obra na terra. Essa foi a obra da Era da Lei. Durante a Era da Graça, Jesus foi o Deus que salvou o homem. O que Ele tinha e era foi graça, amor, compaixão, indulgência, paciência, humildade, cuidado e tolerância, e uma boa parte da obra que Ele fez foi em benefício da redenção do homem. Seu caráter era de compaixão e amor, e porque Ele era compassivo e amoroso, Ele tinha que ser pregado na cruz pelo homem, a fim de mostrar que Deus amava o homem como a Ele mesmo, tanto que Ele ofereceu a Si mesmo em Sua totalidade. Durante a Era da Graça, o nome de Deus era Jesus, isto é, Deus foi um Deus que salvou o homem, e Ele foi um Deus compassivo e amoroso. Deus estava com o homem. Seu amor, Sua compaixão e Sua salvação acompanharam cada pessoa. Somente ao aceitar o nome de Jesus e Sua presença o homem era capaz de ganhar paz e alegria, receber Sua bênção, Suas vastas e numerosas graças e Sua salvação. Através da crucificação de Jesus, todos aqueles que O seguiram receberam a salvação e foram perdoados pelos seus pecados. Durante a Era da Graça, Jesus foi o nome de Deus. Em outras palavras, a obra da Era da Graça foi feita principalmente sob o nome de Jesus. Durante a Era da Graça, Deus foi chamado de Jesus. Ele empreendeu um estágio da nova obra além do Antigo Testamento e Sua obra terminou com a crucificação. Essa foi a totalidade de Sua obra. Portanto, durante a Era da Lei, Jeová era o nome de Deus e, na Era da Graça, o nome de Jesus representava Deus. Durante os últimos dias, Seu nome é Deus Todo-Poderoso — o Todo-Poderoso, que utiliza Seu poder para guiar o homem, conquistar o homem e ganhar o homem e, no final, trazer a era ao seu fim. Em cada era, em todas as etapas de Sua obra, o caráter de Deus é evidente.

Extraído de ‘A visão da obra de Deus (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 42

Poderia o nome de Jesus — “Deus conosco” — representar o caráter de Deus em sua totalidade? Poderia ele expressar Deus completamente? Se o homem diz que Deus só pode ser chamado de Jesus e não pode ter outro nome porque Deus não pode mudar Seu caráter, essas palavras são blasfêmia de fato! Você acredita que o nome Jesus, Deus conosco, sozinho, pode representar Deus em Sua totalidade? Deus pode ser chamado por muitos nomes, mas entre esses muitos nomes, não há um que seja capaz de resumir tudo de Deus, nem um que possa representar totalmente a Deus. Assim, Deus tem muitos nomes, mas esses muitos nomes não podem expressar completamente o caráter de Deus, pois o caráter de Deus é tão rico que simplesmente excede a capacidade do homem de conhecê-Lo. Não há como o homem, utilizando a linguagem da humanidade, resumir Deus completamente. A humanidade tem apenas um vocabulário limitado para resumir tudo o que ela sabe a respeito do caráter de Deus: grande, honrado, maravilhoso, insondável, supremo, santo, justo, sábio e assim por diante. Tantas palavras! Este vocabulário limitado é incapaz de descrever o pouco que o homem testemunhou do caráter de Deus. Com o tempo, muitos outros acrescentaram palavras que acharam mais capazes de descrever o fervor em seus corações: Deus é tão grande! Deus é tão santo! Deus é tão amável! Hoje, dizeres humanos como esses chegaram ao seu ponto máximo, mas o homem ainda é incapaz de se expressar claramente. E assim, para o homem, Deus tem muitos nomes, mas Ele não tem um único nome, e isso é porque o ser de Deus é tão abundante, e a linguagem do homem é tão pobre. Uma palavra ou nome em particular não é capaz de representar Deus em Sua totalidade, então você acha que o nome Dele pode ser fixo? Deus é tão grande e tão santo, mas você não permitirá que Ele mude Seu nome em cada nova era? Portanto, em todas as eras em que Deus faz Sua própria obra pessoalmente, Ele utiliza um nome que convém à era de forma a resumir a obra que Ele pretende fazer. Ele utiliza esse nome em particular, que possui significado temporal, para representar Seu caráter naquela era. Isso é Deus utilizando a linguagem da humanidade para expressar Seu próprio caráter. Mesmo assim, muitas pessoas que tiveram experiências espirituais e viram Deus pessoalmente ainda sentem que esse nome em particular é incapaz de representar Deus em Sua totalidade — infelizmente, não é possível evitar isso — assim, o homem não mais se dirige a Deus por qualquer nome, mas simplesmente O chama de “Deus”. É como se o coração do homem estivesse cheio de amor e, no entanto, também atormentado por contradições, pois o homem não sabe explicar Deus. O que Deus é é tão generoso que simplesmente não há como descrevê-lo. Não existe um único nome que possa resumir o caráter de Deus, e não há um único nome que possa descrever tudo o que Deus tem e é. Se alguém Me perguntar: “Que nome, exatamente, Tu utilizas?” Eu direi: “Deus é Deus!” Não é esse o melhor nome para Deus? Essa não é o melhor encapsulamento do caráter de Deus? Sendo assim, por que vocês gastam tanto esforço buscando o nome de Deus? Por que você deveria quebrar a cabeça, ficar sem comer e dormir, tudo por causa de um nome? Chegará o dia em que Deus não será chamado de Jeová, Jesus ou de Messias — Ele será simplesmente o Criador. Naquele tempo, todos os nomes que Ele assumiu na terra chegarão ao fim, pois Sua obra na terra terá terminado, e depois disso Seus nomes não existirão mais. Quando todas as coisas estiverem sob o domínio do Criador, que necessidade Ele terá de ter um nome altamente apropriado, ainda que incompleto? Você ainda está buscando o nome de Deus agora? Você ousa ainda dizer que Deus é chamado apenas de Jeová? Você ousa ainda dizer que Deus pode ser chamado apenas de Jesus? Você pode suportar o pecado da blasfêmia contra Deus? Você deve saber que, originalmente, Deus não tinha nome. Ele só assumiu um, dois ou muitos nomes porque tinha obra a fazer e tinha que gerenciar a humanidade. Seja qual for o nome pelo qual Ele é chamado — Ele não o escolheu Ele mesmo livremente? Ele precisaria de você — uma de Suas criações — para decidir isso? O nome pelo qual Deus é chamado é um nome que está de acordo com o que o homem é capaz de apreender, com a linguagem da humanidade, mas esse nome não é algo que o homem possa abranger. Você só pode dizer que existe um Deus no céu, que Ele é chamado de Deus, que Ele é o Próprio Deus com grande poder, que é tão sábio, tão exaltado, tão maravilhoso, tão misterioso e tão todo-poderoso, e então você não consegue dizer mais nada; esse pouquinho é tudo que você consegue saber. Sendo assim, o mero nome de Jesus pode representar o Próprio Deus? Quando os últimos dias chegarem, embora ainda seja Deus quem faz Sua obra, Seu nome tem que mudar, pois é uma era diferente.

Extraído de ‘A visão da obra de Deus (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 43

Quando Jesus veio para fazer Sua obra, foi sob a direção do Espírito Santo; Ele fez conforme o Espírito Santo desejava e não estava de acordo com a Era da Lei do Antigo Testamento ou com a obra de Jeová. Embora a obra que Jesus veio fazer não fosse obedecer às leis de Jeová ou aos mandamentos de Jeová, Sua fonte era única e a mesma. A obra que Jesus fez representou o nome de Jesus e representou a Era da Graça; quanto à obra feita por Jeová, ela representava a Jeová e representava a Era da Lei. Sua obra foi a obra de um Espírito em duas eras diferentes. A obra que Jesus fez só representou a Era da Graça, e a obra que Jeová fez só podia representar a Era da Lei do Antigo Testamento. Jeová apenas orientou o povo de Israel e do Egito e de todas as nações além de Israel. A obra de Jesus na Era da Graça do Novo Testamento foi obra de Deus sob o nome de Jesus enquanto Ele orientava a era. Se você disser que a obra de Jesus foi baseada na de Jeová, que Ele não iniciou nenhuma nova obra, e que tudo o que Ele fez foi segundo as palavras de Jeová, segundo a obra de Jeová e as profecias de Isaías, então Jesus não seria Deus Se tornando carne. Se Ele tivesse conduzido Sua obra dessa maneira, Ele teria sido um apóstolo ou um trabalhador da Era da Lei. Se é como você diz, então Jesus não poderia ter lançado uma era, nem poderia ter feito qualquer outra obra. Da mesma forma, o Espírito Santo deve principalmente fazer Sua obra através de Jeová, e exceto através de Jeová, o Espírito Santo não poderia ter feito qualquer nova obra. É errado o homem entender a obra de Jesus dessa maneira. Se o homem acreditar que a obra feita por Jesus foi feita de acordo com as palavras de Jeová e as profecias de Isaías, então Jesus era o Deus encarnado ou Ele foi um dos profetas? Segundo essa visão, não haveria a Era da Graça, e Jesus não seria a encarnação de Deus, pois a obra que Ele realizou não poderia representar a Era da Graça e só poderia representar a Era da Lei do Antigo Testamento. Só poderia haver uma nova era quando Jesus viesse para fazer uma nova obra, para lançar uma nova era, romper a obra feita anteriormente em Israel e conduzir Sua obra não de acordo com a obra feita por Jeová em Israel, ou com Suas antigas regras, ou em conformidade com quaisquer regulamentos, mas sim para fazer a nova obra que Ele deveria fazer. O Próprio Deus vem para lançar uma era, e o Próprio Deus vem para levar a era ao fim. O homem é incapaz de fazer o trabalho de começar a era e concluir a era. Se Jesus não levasse a obra de Jeová a um fim depois que Ele veio, isso seria prova de que Ele era apenas um homem e incapaz de representar a Deus. Exatamente porque Jesus veio e concluiu a obra de Jeová, continuou a obra de Jeová e, além disso, cumpriu Sua própria obra, uma nova obra, isso prova que aquela era uma nova era e que Jesus era o Próprio Deus. Eles fizeram dois estágios distintamente diferentes da obra. Um foi realizado no templo e o outro fora do templo. Um estágio era levar a vida de homem de acordo com a lei, e o outro era oferecer uma oferta pelo pecado. Esses dois estágios da obra eram marcadamente diferentes; isso divide a nova era da antiga, e é absolutamente correto dizer que são duas eras diferentes. A localização da obra deles era diferente, e o conteúdo da obra deles era diferente e o objetivo da obra deles era diferente. Assim, eles podem ser divididos em duas eras: o Novo e o Antigo Testamentos, isto é, a nova e antiga eras. Quando Jesus veio, Ele não entrou no templo, o que prova que a era de Jeová havia terminado. Ele não entrou no templo porque a obra de Jeová no templo havia terminado e não precisava ser feita novamente, e fazê-la novamente seria repeti-la. Somente saindo do templo, iniciando uma nova obra e lançando uma nova senda fora do templo, Ele conseguiu levar a obra de Deus até o zênite. Se Ele não tivesse saído do templo para fazer Sua obra, a obra de Deus teria estagnado nas fundações do templo, e nunca teriam ocorrido novas mudanças. Assim, quando Jesus veio, Ele não entrou no templo e não fez Sua obra no templo. Ele fez Sua obra fora do templo e, conduzindo os discípulos, realizou Sua obra livremente. A partida de Deus do templo para fazer Sua obra significou que Deus tinha um novo plano. Sua obra deveria ser realizada fora do templo, e deveria ser uma nova obra, uma que fosse irrestrita na maneira de sua implementação. Assim que Jesus chegou, Ele levou a obra de Jeová durante a era do Antigo Testamento a um fim. Embora fossem chamados por dois nomes diferentes, foi o mesmo Espírito que realizou ambos os estágios das obras, e a obra que foi feita foi contínua. Como o nome era diferente e o conteúdo da obra era diferente, a era era diferente. Quando Jeová chegou, aquela foi a era de Jeová, e quando Jesus veio, aquela foi a era de Jesus. Assim, a cada vinda, Deus é chamado por um nome, Ele representa uma era e Ele lança uma nova senda; e em cada nova senda, Ele assume um novo nome, que mostra que Deus é sempre novo e nunca velho, e que Sua obra nunca deixa de progredir. A história está sempre seguindo em frente, e a obra de Deus está sempre seguindo em frente. Para que Seu plano de gestão de seis mil anos chegue ao fim, ele deve continuar avançando. Cada dia Ele deve fazer uma nova obra, a cada ano Ele deve fazer uma nova obra; Ele deve lançar novas sendas, lançar novas eras, começar uma obra nova e maior e, junto com elas, trazer novos nomes e novas obras.

Extraído de ‘A visão da obra de Deus (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 44

“Jeová” é o nome que assumi durante Minha obra em Israel e significa o Deus dos israelitas (o povo escolhido de Deus) que pode se apiedar do homem, amaldiçoar o homem e guiar a vida do homem; o Deus que possui grande poder e é cheio de sabedoria. “Jesus” é Emanuel, o que significa a oferta pelo pecado que é repleta de amor, repleta de compaixão e que redime o homem. Ele fez a obra da Era da Graça e representa a Era da Graça e só pode representar uma parte da obra do plano de gerenciamento. Isso significa, somente Jeová é o Deus do povo escolhido de Israel, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, o Deus de Jacó, o Deus de Moisés e o Deus de todo o povo de Israel. E assim, na era atual, todos os israelitas, exceto o povo judeu, adoram Jeová. Eles fazem sacrifícios a Ele no altar e O servem usando vestes sacerdotais no templo. O que eles esperam é a reaparição de Jeová. Somente Jesus é o Redentor da humanidade, e Ele é a oferta pelo pecado que redimiu a humanidade do pecado. Ou seja, o nome de Jesus veio da Era da Graça e veio a existir por causa da obra da redenção na Era da Graça. O nome de Jesus veio a existir para permitir que as pessoas da Era da Graça renascessem e fossem salvas e é um nome específico para a redenção de toda a humanidade. Assim, o nome de Jesus representa a obra da redenção e denota a Era da Graça. O nome Jeová é um nome específico para o povo de Israel que viveu sob a lei. Em cada era e em cada estágio da obra, Meu nome não é infundado, mas tem um significado representativo: cada nome representa uma era. “Jeová” representa a Era da Lei e é o título honorífico para o Deus adorado pelo povo de Israel. “Jesus” representa a Era da Graça e é o nome do Deus de todos aqueles que foram redimidos durante a Era da Graça. Se o homem ainda deseja a chegada de Jesus, o Salvador, durante os últimos dias e ainda espera que Ele chegue à imagem que Ele tinha na Judeia, então todo o plano de gerenciamento de seis mil anos teria parado na Era da Redenção e não poderia ter prosseguido. Os últimos dias, além disso, jamais chegariam, e a era jamais seria encerrada. Isto se dá porque Jesus, o Salvador, é somente para a redenção e a salvação da humanidade. Assumi o nome de Jesus para o bem de todos os pecadores da Era da Graça, mas não é esse o nome pelo qual porei fim a toda humanidade. Embora todos, Jeová, Jesus, e o Messias, representem Meu Espírito, esses nomes apenas denotam as diferentes eras de Meu plano de gerenciamento e não Me representam em Minha totalidade. Os nomes pelos quais as pessoas da terra Me chamam não podem articular todo o Meu caráter e tudo o que sou. Eles são meramente nomes distintos pelos quais Eu sou chamado durante diferentes eras. Assim, quando a era final — a era dos últimos dias — chegar, Meu nome mudará novamente. Não serei chamado de Jeová, nem de Jesus, e menos ainda de Messias — mas serei chamado de o potente Próprio Deus Todo-Poderoso, e sob tal nome porei um fim a toda a era. Já fui conhecido como Jeová. Também já fui chamado de Messias, e as pessoas no passado Me chamaram de Jesus o Salvador porque elas Me amavam e respeitavam. Hoje, porém, não sou o Jeová nem o Jesus que as pessoas conheceram nos tempos passados; sou o Deus que voltou nos últimos dias, o Deus que encerrará esta era. Sou o Próprio Deus que Se ergue da extremidade da terra, repleto de todo o Meu caráter e pleno de autoridade, honra e glória. As pessoas nunca se envolveram Comigo, nunca Me conheceram e sempre foram ignorantes do Meu caráter. Desde a criação do mundo até hoje, nem uma só pessoa Me viu. Este é o Deus que aparece ao homem durante os últimos dias, mas que está oculto entre os homens. Ele reside entre os homens, verdadeiro e real, como o sol ardente e a chama flamejante, cheio de poder e transbordante de autoridade. Não há uma única pessoa ou coisa que não será julgada por Minhas palavras nem uma única pessoa ou coisa que não será purificada pelo fogo ardente. No fim, todas as nações serão abençoadas por causa de Minhas palavras e também esmagadas em pedaços por causa de Minhas palavras. Dessa forma, todas as pessoas durante os últimos dias verão que Eu sou o Salvador que retornou e que Eu sou o Deus Todo-Poderoso que conquista toda a humanidade. E todos verão que já fui a oferta pelo pecado para o homem, mas que, nos últimos dias, Eu também Me torno as chamas do sol que queimam todas as coisas, bem como o Sol da justiça que revela todas as coisas. Essa é a Minha obra dos últimos dias. Eu assumi esse nome e possuo esse caráter para que todas as pessoas possam ver que Eu sou um Deus justo, e o sol ardente, a chama flamejante, para que todos possam Me adorar, o único Deus verdadeiro, e para que possam ver Minha verdadeira face: não sou apenas o Deus dos israelitas e não sou apenas o Redentor; Eu sou o Deus de todas as criaturas nos céus, na terra e nos mares.

Extraído de ‘O Salvador já voltou sobre uma “nuvem branca”’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 45

Se o Salvador chegasse durante estes últimos dias, se Ele ainda fosse chamado de Jesus e uma vez mais nascesse na Judeia e lá fizesse a Sua obra, então isso provaria que Eu somente criei o povo de Israel e somente redimi o povo de Israel e que Eu nada tenho a ver com os gentios. Isso não contradiria as Minhas palavras de que “Eu sou o Senhor que criou os céus e a terra e todas as coisas”? Eu deixei a Judeia e faço Minha obra entre os gentios porque não sou simplesmente o Deus do povo de Israel, mas o Deus de todas as criaturas. Eu apareço entre os gentios durante os últimos dias porque não sou somente Jeová, o Deus do povo de Israel, mas, além disso, porque Eu sou o Criador de todos os Meus escolhidos dentre os gentios. Eu não só criei Israel, o Egito e o Líbano, mas todas as nações gentias além de Israel. Por isso, Eu sou o Senhor de todas as criaturas. Eu meramente usei Israel como ponto de partida para Minha obra, usei a Judeia e a Galileia como fortalezas de Minha obra redentora e agora uso as nações gentias como base a partir da qual encerrarei toda a era. Realizei dois estágios de obra em Israel (os dois estágios da obra da Era da Lei e da Era da Graça) e tenho realizado dois outros estágios de obra (a Era da Graça e a Era do Reino) pelas terras além de Israel. Dentre as nações gentias, farei a obra de conquista e assim concluirei a era. Se o homem sempre Me chama de Jesus Cristo, mas não sabe que Eu iniciei uma nova era durante os últimos dias e comecei uma nova obra, e se o homem continua a aguardar obsessivamente a chegada de Jesus, o Salvador, então Eu denominarei pessoas assim como aquelas que não creem em Mim; são pessoas que não Me conhecem, e sua crença em Mim é falsa. Poderiam tais pessoas testemunhar a chegada de Jesus o Salvador do céu? O que elas aguardam não é a Minha chegada, mas a chegada do Rei dos Judeus. Elas não anseiam que Eu aniquile este mundo antigo e impuro, mas, em vez disso, anelam pela segunda vinda de Jesus, pela qual serão redimidas. Elas anseiam ver Jesus redimindo uma vez mais toda a humanidade desta terra pervertida e injusta. Como tais pessoas podem se tornar aquelas que completam a Minha obra durante os últimos dias? Os desejos do homem são incapazes de cumprir os Meus desejos ou de realizar a Minha obra, pois o homem simplesmente admira ou preza a obra que Eu fiz anteriormente e não faz ideia de que Eu seja o Próprio Deus que é sempre novo e nunca velho. O homem sabe somente que Eu sou Jeová e Jesus e não faz ideia de que Eu seja o Último que irá pôr fim à humanidade. Tudo o que o homem anseia e sabe vem de suas próprias noções e é meramente o que ele pode ver com seus próprios olhos. Isso não está alinhado com a obra que Eu faço, mas está em desarmonia com ela. Se Minha obra fosse conduzida de acordo com ideias do homem, quando ela terminaria? Quando a humanidade entraria no descanso? E como Eu poderia entrar no sétimo dia, no sábado? Eu opero de acordo com o Meu plano e de acordo com o Meu objetivo — não de acordo com as intenções do homem.

Extraído de ‘O Salvador já voltou sobre uma “nuvem branca”’ em “A Palavra manifesta em carne”

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