Palavras diárias de Deus | "A essência da carne habitada por Deus" | Trecho 104

Palavras diárias de Deus | "A essência da carne habitada por Deus" | Trecho 104

339 |20 de Junho de 2020

Por que digo que o significado da encarnação não foi concluído na obra de Jesus? Porque o Verbo não se tornou completamente carne. O que Jesus fez foi apenas uma parte da obra de Deus na carne; Ele só fez a obra redentor e não fez a obra de ganhar completamente o homem. Por essa razão, Deus Se tornou carne novamente nos últimos dias. Este estágio da obra também é feito em carne comum, feito por um ser humano totalmente normal, alguém cuja humanidade não é nem um pouco transcendente. Em outras palavras, Deus Se tornou um ser humano completo, e é uma pessoa cuja identidade é a de Deus, um ser humano completo, uma carne completa, que está realizando a obra. Aos olhos humanos, Ele é apenas uma carne que não é transcendente, uma pessoa muito comum que pode falar a linguagem do céu, que não mostra sinais milagrosos, não faz milagres, muito menos expõe a verdade interior sobre religião em grandes salas de reunião. A obra da segunda carne encarnada parece totalmente diferente da obra da primeira, tanto que as duas parecem não ter nada em comum, e nada da primeira obra pode ser visto desta vez. Embora a obra da segunda carne encarnada seja diferente da obra da primeira, isso não prova que Sua fonte não é uma e a mesma. Se a fonte deles é a mesma, depende da natureza da obra feita pelas carnes e não das suas cascas externas. Durante os três estágios de Sua obra, Deus encarnou duas vezes e, em ambos os tempos, a obra de Deus encarnado inaugura uma nova era, introduzindo uma nova obra; as encarnações se complementam. É impossível para os olhos humanos dizer que as duas carnes realmente vêm da mesma fonte. Nem é preciso dizer que está além da capacidade do olho humano ou da mente humana. Mas em Sua essência Eles são os mesmos, pois a Sua obra origina-se do mesmo Espírito. Se as duas carnes encarnadas surgem da mesma fonte não podem ser julgadas pela era e pelo lugar em que nasceram, ou outros fatores semelhantes, mas pela obra divina expressa por Eles. A segunda carne encarnada não realiza nenhuma das obras que Jesus fez, pois a obra de Deus não adere ao convencional, mas a cada vez abre um novo caminho. A segunda carne encarnada não visa aprofundar ou solidificar a impressão da primeira carne na mente das pessoas, mas complementá-la e aperfeiçoá-la, aprofundar o conhecimento do homem sobre Deus, quebrar todas as regras que existem no coração das pessoas e apagar as imagens falaciosas de Deus em seus corações. Pode-se dizer que nenhum estágio individual da própria obra de Deus pode dar ao homem um conhecimento completo Dele; cada um dá apenas uma parte, não o todo. Embora Deus tenha expressado Seu caráter na totalidade, por causa das limitadas faculdades de compreensão do homem, seu conhecimento de Deus ainda permanece incompleto. É impossível, usando a linguagem humana, transmitir a totalidade do caráter de Deus; quanto menos pode um único estágio de Sua obra expressar plenamente a Deus? Ele trabalha na carne sob o disfarce de Sua humanidade normal, e só podemos conhecê-lo pelas expressões de Sua divindade, não por Sua estrutura corporal. Deus entra na carne para permitir que o homem O conheça por meio de Sua variada obra, e não há dois estágios de Sua obra parecidos. Só assim o homem pode ter um conhecimento completo da obra de Deus na carne, não confinada a uma única faceta. Embora a obra das duas carnes encarnadas seja diferente, a essência das carnes e a fonte de Sua obra são idênticas; é justo que existam para realizar dois estágios diferentes da obra e surjam em duas eras diferentes. Não importa o que seja, as carnes encarnadas de Deus compartilham a mesma essência e a mesma origem — esta é uma verdade que ninguém pode negar.

Extraído de “A Palavra manifesta em carne”

As duas encarnações de Deus vieram de uma só fonte

I

A obra da segunda encarnação parece diferente da primeira. Nada da primeira obra agora se vê. É como se, em comum, Elas nada tivessem. A obra dos dois corpos é diversa, mas isso não prova que a Sua fonte diferente seja. É a natureza da obra que é feita, que revela Sua origem e não a Sua aparência.

A obra das duas encarnações é diversa, mas Sua essência e a fonte de Sua obra são a mesma. Realizam dois estágios diferentes da obra e surgem em eras diferentes.

Mesmo assim, as encarnações de Deus têm a mesma origem, a mesma essência. Esta é uma verdade que ninguém pode negar, e ninguém pode dizer que não faz sentido.

II

Durante os três estágios da Sua obra, Deus encarnou duas vezes, ambas começaram nova obra e era, e Elas se complementam uma a outra. Olhos e mentes humanas não podem dizer se as duas encarnações têm a mesma origem. Porém, são iguais em Sua essência, pois as Suas obras começam na fonte do Espírito.

A obra das duas encarnações é diversa, mas Sua essência e a fonte de Sua obra são a mesma. Realizam dois estágios diferentes da obra e surgem em eras diferentes.

Mesmo assim, as encarnações de Deus têm a mesma origem, a mesma essência. Esta é uma verdade que ninguém pode negar, e ninguém pode dizer que não faz sentido.

Que os dois corpos tenham a mesma fonte, não se pode julgar pelo tempo, ou lugar de nascimento, ou por quaisquer outros fatores, mas pela obra divina expressada por Eles.

A obra das duas encarnações é diversa, mas Sua essência e a fonte de Sua obra são a mesma. Realizam dois estágios diferentes da obra e surgem em eras diferentes.

Mesmo assim, as encarnações de Deus têm a mesma origem, a mesma essência. Esta é uma verdade que ninguém pode negar, e ninguém pode dizer que não faz sentido.

de “Seguir o Cordeiro e cantar cânticos novos”

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