Palavras diárias de Deus | "A obra de Deus e a obra do homem" | Trecho 181

Palavras diárias de Deus | "A obra de Deus e a obra do homem" | Trecho 181

222 |25 de Junho de 2020

A obra que Deus realiza não representa a experiência da Sua carne; a obra que o homem realiza representa a experiência do homem. Todos falam sobre suas experiências pessoais. Deus é capaz de expressar a verdade diretamente, enquanto o homem só é capaz de expressar a experiência correspondente depois de vivenciar a verdade. A obra de Deus não tem regras e não está sujeita a restrições temporais ou geográficas. Ele pode expressar o que Ele é a qualquer hora, em qualquer lugar. Ele realiza a obra como quer. A obra do homem tem condições e contexto; caso contrário, ele é incapaz de realizá-la e expressar seu conhecimento de Deus ou sua experiência da verdade. Basta comparar as diferenças entre elas para identificar se é a obra de Deus ou a obra do homem. Se não houver a própria obra de Deus e houver apenas a obra do homem, você saberá que os ensinamentos dos homens são elevados, além da capacidade de qualquer outra pessoa; seu tom de voz, seus princípios ao lidar com as coisas e sua maneira experiente e segura estão além do alcance dos outros. Todos vocês admiram essas pessoas de humanidade elevada, mas vocês são incapazes de enxergar com base na obra e nas palavras de Deus quão elevada é Sua humanidade. Em vez disso, Ele é comum, e quando está realizando a obra é normal e real, mas é também incomensurável para os mortais, o que faz com que as pessoas sintam uma espécie de reverência por Ele. Talvez a experiência de uma pessoa em sua obra seja particularmente elevada, ou sua imaginação e raciocínio sejam particularmente elevados e sua humanidade seja particularmente boa; esses só podem ganhar a admiração das pessoas, mas não despertar sua reverência e medo. As pessoas admiram aqueles que têm capacidade para realizar a obra, que têm experiência particularmente profunda e são capazes de praticar a verdade, mas eles nunca conseguem despertar reverência, apenas admiração e inveja. Mas as pessoas que vivenciaram a obra de Deus não admiram Deus, ao contrário, sentem que Sua obra está além do alcance humano e é incompreensível para o homem, e que é fresca e maravilhosa. Quando as pessoas vivenciam a obra de Deus, a primeira coisa que aprendem é que Ele é insondável, sábio e maravilhoso, e, inconscientemente, elas O reverenciam e sentem o mistério da obra que Ele realiza, que está além do alcance da mente humana. As pessoas querem apenas satisfazer Suas exigências, satisfazer Seus desejos; não desejam superá-Lo, pois a obra que Ele realiza vai além do pensamento e da imaginação do homem e não pode ser realizada pelo homem. O homem nem ao menos conhece suas próprias imperfeições, enquanto Ele abriu um novo caminho e veio conduzir o homem a um mundo mais novo e mais belo, de modo que a humanidade fez novos progressos e teve um novo começo. O que o homem sente por Ele não é admiração, ou melhor, não é apenas admiração. Seus sentimentos mais profundos são reverência e amor, ele sente que Deus é de fato maravilhoso. Deus realiza a obra que o homem é incapaz de fazer, Ele diz coisas que o homem é incapaz de dizer. As pessoas que vivenciam Sua obra têm sempre um sentimento indescritível. Pessoas com experiências mais profundas amam particularmente a Deus. Sentem sempre Sua amabilidade, sentem que Sua obra é extremamente sábia, extremamente maravilhosa, e isso gera um poder infinito entre eles. Não é medo ou amor e respeito eventuais, mas um sentimento profundo da compaixão e tolerância de Deus com o homem. No entanto, as pessoas que vivenciaram Seu castigo e julgamento sentem que Ele é majestoso e inviolável. Mesmo as pessoas que vivenciaram muito de Sua obra são incapazes de compreendê-Lo; todos os que genuinamente o reverenciam sabem que Sua obra não está em harmonia com as noções das pessoas, mas é sempre oposta a essas noções. Ele não precisa que as pessoas tenham admiração total ou aparentem se submeter a Ele, e sim que tenham verdadeira reverência e verdadeira submissão. Em grande parte de Sua obra, qualquer pessoa com verdadeira experiência sente reverência por Ele, o que é mais do que admiração. As pessoas viram Seu caráter graças à Sua obra de castigo e julgamento, e por isso elas O reverenciam em seus corações. Deus deve ser reverenciado e obedecido, porque Seu ser e Seu caráter não são os mesmos de um ser criado e estão acima daqueles de um ser criado. Deus é um ser não criado, e somente Ele é digno de reverência e submissão; o homem não está qualificado para isso. Assim, todas as pessoas que vivenciaram Seu trabalho e verdadeiramente O conheceram têm reverência por Ele. Contudo, aqueles que não abandonam suas noções sobre Ele, isto é, aqueles que simplesmente não O consideram Deus, não têm nenhuma reverência por Ele, e embora O sigam, não são conquistados; são pessoas desobedientes por natureza. Ele realiza essa obra para que todos os seres criados possam reverenciar o Criador, adorá-Lo e submeter-se ao Seu domínio incondicionalmente. Esse é o resultado final que Sua obra integral visa alcançar. Se as pessoas que vivenciaram tal obra não reverenciam Deus, mesmo minimamente, se a desobediência passada delas não muda, então certamente serão eliminadas. Se a atitude de uma pessoa em relação a Deus é apenas admirar ou mostrar respeito à distância e não amar o mínimo que seja, é isso que uma pessoa sem coração para amar a Deus alcança, e essa pessoa carece de condições para ser aperfeiçoada. Se tanta obra é incapaz de obter o amor verdadeiro de uma pessoa, isso significa que a pessoa não ganhou Deus e não busca genuinamente a verdade. Uma pessoa que não ama Deus não ama a verdade e, portanto, não pode ganhar Deus, muito menos receber a aprovação de Deus. Tais pessoas, independentemente de como vivenciem a obra do Espírito Santo, e independentemente de como vivenciem o julgamento, são incapazes de reverenciar Deus. São pessoas cuja natureza é imutável, que têm um caráter extremamente maligno. Todos aqueles que não reverenciam Deus serão eliminados, serão objetos de punição e serão punidos como aqueles que praticam o mal, sofrendo ainda mais do que aqueles que praticaram coisas iníquas.

Extraído de “A Palavra manifesta em carne”

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