II. Sobre a verdade da encarnação

1. O significado de “encarnação” é que Deus aparece na carne; Ele opera entre os homens de Sua criação na imagem de uma carne. Assim, para Deus Se encarnar, Ele precisa primeiro ser carne, carne com humanidade normal; esse é o pré-requisito mais básico. De fato, a implicação da encarnação de Deus é que Deus vive e opera na carne, Deus, em Sua essência, Se torna carne, Se torna um homem.

Extraído de ‘A essência da carne habitada por Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

2. Encarnação significa que o Espírito de Deus Se torna carne, isto é, Deus Se torna carne; a obra que a carne faz é a obra do Espírito, que é realizada na carne, expressa pela carne. Ninguém, exceto a carne de Deus, pode cumprir o ministério do Deus encarnado; isto é, somente a carne encarnada de Deus, essa humanidade normal — e ninguém mais — pode expressar a obra divina.

Extraído de ‘A essência da carne habitada por Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

3. O Cristo com humanidade normal é uma carne na qual o Espírito é realizado, possuindo humanidade normal, senso normal e pensamento humano. “Ser realizado” significa Deus Se tornando homem, o Espírito se tornando carne. Para ser claro, é quando o Próprio Deus habita uma carne com humanidade normal e através dela expressa a Sua obra divina — isso é o que significa ser realizado ou encarnado.

Extraído de ‘A essência da carne habitada por Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

4. Deus tornado carne é chamado de Cristo, e assim o Cristo que pode dar a verdade às pessoas é chamado de Deus. Não há nada de excessivo nisso, pois Ele possui a substância de Deus e possui o caráter de Deus e sabedoria em Sua obra, que não podem ser alcançadas pelo homem. Aqueles que chamam a si mesmos de Cristo, mas não podem fazer a obra de Deus são fraudes. Cristo não é meramente a manifestação de Deus na terra, mas também a carne específica assumida por Deus enquanto Ele realiza e conclui Sua obra entre os homens. Essa carne não pode ser suplantada por qualquer homem, mas é uma carne capaz de suportar adequadamente a obra de Deus na terra, de expressar o caráter de Deus, de representar bem a Deus e de fornecer vida ao homem.

Extraído de ‘Só Cristo dos últimos dias pode dar ao homem o caminho de vida eterna’ em “A Palavra manifesta em carne”

5. Aquele que é Deus encarnado há de possuir a essência de Deus e Aquele que é Deus encarnado há de possuir a expressão de Deus. Uma vez que Se torna carne, Deus há de levar adiante a obra que intenciona fazer, e, já que Deus Se torna carne, Ele há de expressar o que Ele é e de ser capaz de trazer a verdade ao homem, de conceder-lhe vida e de lhe indicar o caminho. A carne que não contém a essência de Deus decididamente não é o Deus encarnado; disso não há dúvida.

Extraído do Prefácio em “A Palavra manifesta em carne”

6. O Deus encarnado é chamado de Cristo, e Cristo é a carne vestida pelo Espírito de Deus. Essa carne é diferente de qualquer homem que é da carne. Essa diferença existe porque Cristo não é de carne e sangue, mas é a encarnação do Espírito. Ele tem tanto uma humanidade normal como uma divindade completa. Sua divindade não é possuída por nenhum homem. Sua humanidade normal sustenta todas as Suas atividades normais na carne, enquanto Sua divindade realiza a obra do Próprio Deus.

Extraído de ‘A substância de Cristo é obediência à vontade do Pai celestial’ em “A Palavra manifesta em carne”

7. Porque Ele é um homem com a essência de Deus, Ele está acima de qualquer um dos humanos criados, acima de qualquer homem que pode realizar a obra de Deus. E assim, entre todos aqueles que possuem uma casca humana como a Dele, entre todos aqueles que possuem humanidade, somente Ele é o Próprio Deus encarnado — todos os outros são humanos criados. Ainda que todos tenham humanidade, os humanos criados não têm nada além de humanidade, enquanto o Deus encarnado é diferente: em Sua carne Ele não apenas tem humanidade, mas, o que é mais importante, tem divindade. Sua humanidade pode ser vista na aparência externa de Sua carne e em Sua vida diária, mas Sua divindade é difícil de perceber. Porque Sua divindade somente é expressa quando Ele tem humanidade e não é tão sobrenatural quanto as pessoas a imaginam ser, é extremamente difícil que as pessoas a vejam. […] uma vez que Deus Se torna carne, Sua essência é uma combinação de humanidade e divindade. Essa combinação é chamada de Próprio Deus, o Próprio Deus na terra.

Extraído de ‘A essência da carne habitada por Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

8. Sua vida e obra encarnadas podem ser divididas em dois estágios. Primeiro vem a vida que Ele vive antes de exercer o Seu ministério. Ele vive numa família humana comum, numa humanidade totalmente normal, obedecendo à moral e às leis normais da vida humana, com necessidades humanas normais (comida, roupas, abrigo, sono), fraquezas humanas normais e emoções humanas normais. Em outras palavras, durante esse primeiro estágio, Ele vive em humanidade não divina, completamente normal, engajando-se em todas as atividades humanas normais. O segundo estágio é a vida que Ele vive depois de começar a exercer Seu ministério. Ele ainda habita na humanidade comum, com uma casca humana normal, não mostrando qualquer sinal exterior do sobrenatural. Contudo, Ele vive puramente para o bem do Seu ministério, e, durante esse tempo, Sua humanidade normal existe inteiramente para sustentar a obra normal de Sua divindade; pois, até então, a Sua humanidade normal amadureceu a ponto de ser capaz de exercer o Seu ministério. Assim, o segundo estágio de Sua vida é exercer o Seu ministério em Sua humanidade normal; é uma vida tanto de humanidade normal quanto de completa divindade. A razão pela qual, durante o primeiro estágio de Sua vida, Ele vive em humanidade completamente comum é que Sua humanidade ainda não é capaz de manter a totalidade da obra divina, ainda não está madura; somente depois que Sua humanidade amadurece, torna-se capaz de assumir o Seu ministério, Ele pode começar a exercer o ministério que deve realizar. Uma vez que, como carne, Ele precisa crescer e amadurecer, o primeiro estágio de Sua vida é o de humanidade normal, enquanto no segundo estágio, porque a Sua humanidade é capaz de empreender a Sua obra e exercer o Seu ministério, a vida que o Deus encarnado vive é tanto de humanidade como de completa divindade. Se, a partir do momento de Seu nascimento, o Deus encarnado começasse seriamente o Seu ministério, fazendo sinais e maravilhas sobrenaturais, então Ele não teria essência corpórea. Portanto, Sua humanidade existe para o bem de Sua essência corpórea; não pode haver carne sem humanidade, e uma pessoa sem humanidade não é um ser humano. Dessa forma, a humanidade da carne de Deus é uma propriedade intrínseca da carne encarnada de Deus. Dizer que “quando Deus Se torna carne, Ele é totalmente divino, mas de forma alguma humano” é uma blasfêmia, porque essa declaração simplesmente não existe e viola o princípio da encarnação. Mesmo depois que começa a realizar o Seu ministério, Ele ainda vive em Sua divindade com uma casca humana exterior quando Ele faz a Sua obra; é só que, na época, Sua humanidade serve o propósito único de permitir que Sua divindade realize a obra na carne normal. Então, o agente da obra é a divindade que habita Sua humanidade. É a Sua divindade, não Sua humanidade, que opera, mas é uma divindade escondida dentro de Sua humanidade; Sua obra é, em essência, feita por Sua completa divindade, não por Sua humanidade. Mas o executor da obra é a Sua carne. Pode-se dizer que Ele é um homem e também é Deus, pois Deus Se torna um Deus que vive na carne, com uma casca humana e uma essência humana, mas também com a essência de Deus.

Extraído de ‘A essência da carne habitada por Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

9. A humanidade de Deus encarnado existe para manter a obra divina normal na carne; Seu pensamento humano normal sustenta Sua humanidade normal e todas as Suas atividades corporais normais. Pode-se dizer que Seu pensamento humano normal existe para sustentar toda a obra de Deus na carne. Se essa carne não possuísse uma mente humana normal, então Deus não poderia operar na carne, e o que Ele precisa fazer na carne nunca poderia ser realizado. Embora o Deus encarnado possua uma mente humana normal, Sua obra não é adulterada pelo pensamento humano; Ele empreende a obra na humanidade com uma mente normal, sob a precondição de que Ele possui a humanidade com uma mente, não pelo exercício do pensamento humano normal. Não importa quão elevados sejam os pensamentos de Sua carne, Sua obra não carrega a marca da lógica ou do raciocínio. Em outras palavras, Sua obra não é concebida pela mente de Sua carne, mas é uma expressão direta da obra divina em Sua humanidade. Toda a Sua obra é o ministério que Ele precisa cumprir, e nada disso é concebido pelo Seu cérebro. Por exemplo, curar enfermos, expulsar demônios e a crucificação não eram produtos de Sua mente humana, não poderiam ter sido alcançados por qualquer homem com uma mente humana. Semelhantemente, a obra de conquista de hoje é um ministério que deve ser realizado pelo Deus encarnado, mas não é a obra da vontade humana, é a obra que Sua divindade deve fazer, obra da qual nenhum humano carnal é capaz. Assim, o Deus encarnado deve possuir uma mente humana normal, deve possuir humanidade normal, porque Ele deve realizar Sua obra na humanidade com uma mente normal. Essa é a essência da obra do Deus encarnado, a própria essência do Deus encarnado.

Extraído de ‘A essência da carne habitada por Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

10. O Filho do homem encarnado expressou a divindade de Deus por meio de Sua humanidade e transmitiu a vontade de Deus para a humanidade. E por meio da expressão da vontade e do caráter de Deus, Ele também revelou às pessoas o Deus que não pode ser visto nem tocado, que reside no reino espiritual. O que as pessoas viram foi o Próprio Deus em forma tangível, feito de carne e sangue. Assim, o Filho do homem encarnado tornou concretas e humanizadas coisas como a identidade, o status, a imagem e o caráter do Próprio Deus e o que Ele tem e é. Embora a aparência externa do Filho do homem tivesse algumas limitações em relação à imagem de Deus, Sua essência e o que Ele tem e é eram plenamente capazes de representar a identidade e o status do Próprio Deus — havia apenas algumas diferenças na forma de expressão. Não podemos negar que o Filho do homem representava a identidade e o status do Próprio Deus, tanto na forma de Sua humanidade e na Sua divindade. Durante essa época, porém, Deus operava por meio da carne, falava a partir da perspectiva da carne e Se postava diante da humanidade com a identidade e o status do Filho do homem, e isso deu às pessoas a oportunidade de encontrar e experimentar as verdadeiras palavras e obra de Deus em meio à humanidade. Também permitiu que as pessoas tivessem uma percepção da Sua divindade e grandeza em meio à humildade, que ganhassem também uma compreensão e uma definição preliminar da autenticidade e realidade de Deus.

Extraído de ‘A obra de Deus, o caráter de Deus e o Próprio Deus III’ em “A Palavra manifesta em carne”

11. Embora a aparência externa do Deus encarnado seja exatamente a mesma que a de um humano e embora Ele adquira o conhecimento humano e fale a linguagem humana e, às vezes, até expresse as Suas ideias através dos métodos ou modos de falar da humanidade, mesmo assim, a maneira como Ele vê os humanos e vê a essência das coisas não é, de forma alguma, a maneira como as pessoas corruptas veem a humanidade e a essência das coisas. A perspectiva Dele e a elevação em que Ele Se encontra é algo inatingível para uma pessoa corrupta. Isso é assim porque Deus é a verdade, porque a carne que Ele veste também possui a essência de Deus, e os Seus pensamentos e aquilo que é expresso pela Sua humanidade também são a verdade. Para as pessoas corruptas, o que Ele expressa na carne são provisões da verdade e da vida. Essas provisões não são apenas para uma pessoa, mas para toda a humanidade. […] Não importa quão comum, quão normal, quão humilde seja a carne encarnada de Deus ou mesmo com que desdém as pessoas O olhem, Seus pensamentos e Sua atitude para com a humanidade são coisas que nenhum homem poderia possuir, que nenhum homem poderia imitar. Ele sempre observará a humanidade sob a perspectiva da divindade, da elevação da Sua posição como o Criador. Ele sempre verá a humanidade por meio da essência e da mentalidade de Deus. De forma alguma, Ele pode ver a humanidade a partir da elevação baixa de uma pessoa comum ou a partir da perspectiva de uma pessoa corrupta. Quando as pessoas olham para a humanidade, elas o fazem com a visão humana e usam coisas como o conhecimento humano e as regras e teorias humanas como sua medida. Isso está dentro do escopo daquilo que as pessoas podem ver com seus próprios olhos e dentro do escopo que pode ser alcançado pelas pessoas corruptas. Quando Deus olha para a humanidade, Ele olha com visão divina e usa Sua essência e o que Ele tem e é como medida. Esse escopo inclui coisas que as pessoas não podem ver, e é aí que o Deus encarnado e os humanos corruptos são completamente diferentes. Essa diferença é determinada pelas essências diferentes dos seres humanos e de Deus — são essas essências diferentes que determinam suas identidades e posições, bem como a perspectiva e a elevação a partir das quais eles veem as coisas.

Extraído de ‘A obra de Deus, o caráter de Deus e o Próprio Deus III’ em “A Palavra manifesta em carne”

12. A carne usada pelo Espírito de Deus é a carne do Próprio Deus. O Espírito de Deus é supremo; Ele é todo-poderoso, santo e justo. Da mesma maneira, Sua carne também é suprema, todo-poderosa, santa e justa. Tal carne só é capaz de fazer aquilo que é justo e benéfico para a humanidade, aquilo que é sagrado, glorioso e poderoso; Ele é incapaz de fazer qualquer coisa que viole a verdade, que viole a moralidade e a justiça, e Ele é muito menos capaz de qualquer coisa que traia o Espírito de Deus.

Extraído de ‘Um problema muito sério: traição (2)’ em “A Palavra manifesta em carne”

13. Dado que Se torna carne, Deus alcança Sua substância dentro de Sua carne, de modo que ela é suficiente para cumprir Sua obra. Portanto, toda a obra do Espírito de Deus é substituída pela obra de Cristo durante o tempo da encarnação, e no cerne de cada obra durante o tempo da encarnação está a obra de Cristo. Ela não pode ser misturada à obra de qualquer outra era. E já que Se torna carne, Deus opera na identidade de Sua carne; uma vez que vem na carne, Ele termina, na carne, a obra que deve realizar. Seja o Espírito de Deus ou o de Cristo, ambos são o Próprio Deus, e Ele realiza a obra que deve realizar e desempenha o ministério que deve desempenhar.

Extraído de ‘A substância de Cristo é obediência à vontade do Pai celestial’ em “A Palavra manifesta em carne”

14. A salvação do homem por Deus não é feita diretamente usando o método do Espírito e a identidade do Espírito, pois o Seu Espírito não pode ser tocado nem visto pelo homem, nem pode o homem se aproximar. Se Ele tentasse salvar o homem diretamente, na maneira do Espírito, o homem seria incapaz de receber Sua salvação. E Deus não se vestisse com a forma externa de um homem criado, não haveria como o homem receber essa salvação. Pois o homem não tem como se aproximar Dele, assim como ninguém podia chegar perto da nuvem de Jeová. Somente por Se tornar um ser humano criado, isto é, colocando Sua palavra no corpo de carne em que Ele está para Se tornar, pode Ele pessoalmente introduzir a palavra em todos os que O seguem. Só então o homem pode ver e ouvir pessoalmente Sua palavra e, além disso, entrar na posse de Sua palavra, e por esse meio, ser totalmente salvo. Se Deus não Se tornasse carne, ninguém de carne e osso seria capaz de receber tal grande salvação, nem uma única pessoa seria salva. Se o Espírito de Deus operasse diretamente entre os homens, toda a humanidade seria golpeada, senão, sem ter como entrar em contato com Deus, ela seria levada cativa por completo por Satanás.

Extraído de ‘O mistério da encarnação (4)’ em “A Palavra manifesta em carne”

15. Se Deus não Se tornasse carne, Ele permaneceria o Espírito que é tanto invisível como intangível para o homem. O homem, sendo uma criatura de carne, ele e Deus pertencem a dois mundos diferentes e possuem naturezas diferentes. O Espírito de Deus é incompatível com o homem, que é de carne, e simplesmente não há como estabelecer relações entre eles, sem mencionar que o homem é incapaz de se transformar em um espírito. Sendo assim, o Espírito de Deus deve Se tornar um ser criado para fazer Sua obra original. Deus pode tanto ascender ao lugar mais alto quanto Se humilhar tornando-Se uma criatura humana, operando entre a humanidade e vivendo em seu meio, mas o homem não pode ascender ao lugar mais alto e se tornar um espírito e, muito menos, descer ao lugar mais baixo. Essa é a razão pela qual Deus deve Se tornar carne para realizar Sua obra. Do mesmo modo, durante a primeira encarnação, somente a carne do Deus encarnado poderia redimir o homem através da Sua crucificação, ao passo que não haveria como o Espírito de Deus ser crucificado como oferta pelo pecado pelo homem. Deus poderia Se tornar carne diretamente para servir como oferta pelo pecado do homem, mas o homem não poderia ascender diretamente ao céu para receber a oferta pelo pecado que Deus preparara para ele. Sendo assim, tudo o que é possível seria pedir a Deus que viajasse de um lado para o outro umas poucas vezes entre o céu e a terra, não fazer o homem ascender ao céu para tomar essa salvação, pois o homem havia caído e, além do mais, simplesmente não poderia ascender ao céu, muito menos obter a oferta pelo pecado. Portanto, era necessário que Jesus viesse entre a humanidade e fizesse pessoalmente a obra que simplesmente não poderia ser realizada pelo homem. Toda vez que Deus Se torna carne, é de absoluta necessidade. Se qualquer um dos estágios pudesse ser realizado diretamente pelo Espírito de Deus, Ele não teria Se submetido à indignidade de ser encarnado.

Extraído de ‘O mistério da encarnação (4)’ em “A Palavra manifesta em carne”

16. Para aqueles que serão salvos, o valor de uso do Espírito é bem inferior ao valor da carne: a obra do Espírito é capaz de cobrir todo o universo, através de todas as montanhas, rios, lagos e oceanos, no entanto a obra da carne relaciona-se de maneira mais eficaz a todas as pessoas com a quais Ele tem contato. Além disso, a carne de Deus com forma tangível, o homem a entende melhor e confia mais nela, ela pode aprofundar o conhecimento que o homem tem de Deus e pode deixar no homem uma impressão mais profunda dos feitos reais de Deus. A obra do Espírito é envolta em mistério, é difícil para seres mortais compreenderem, ainda mais difícil para eles verem, e por isso eles podem apenas confiar em imaginações vãs. A obra da carne, contudo, é normal, baseada na realidade, possui uma rica sabedoria e é um fato que pode ser visto pelo olho físico do homem; um homem pode pessoalmente experimentar a sabedoria da obra de Deus, e não há necessidade de aplicar sua imaginação generosa. Esse é o valor real e preciso da obra de Deus na carne. O Espírito somente pode fazer coisas que são invisíveis para o homem, difíceis de imaginar para o homem, por exemplo, o esclarecimento do Espírito, o mover do Espírito e a direção do Espírito, mas para um homem que tem uma mente, essas coisas não fornecem nenhum significado claro. Apenas fornecem mobilização, ou um significado amplo, e não são capazes de dar instruções com palavras. A obra de Deus na carne, contudo, é deveras diferente: ela envolve a orientação precisa e clara das palavras, tem vontade clara e metas necessárias claras. E assim o homem não precisa tatear ou empregar sua imaginação, muito menos tentar adivinhar. Essa é a clareza da obra da carne, sua grande diferença da obra do Espírito. A obra do Espírito é apenas adequada para um escopo limitado e não pode substituir a obra da carne. A obra da carne dá ao homem metas muito mais exatas e necessárias e conhecimentos muito mais reais e valiosos do que a obra do Espírito. A obra que é de maior valor para o homem corrupto é aquela que fornece palavras precisas, metas claras a serem seguidas, e que podem ser vistas e tocadas. Somente obras realísticas e orientações oportunas são adequadas ao gosto do homem, somente uma obra verdadeira pode salvar o homem de seu caráter corrupto e depravado. Isso pode somente ser alcançado pelo Deus encarnado; somente o Deus encarnado pode salvar o homem de seu caráter anteriormente corrupto e depravado.

Extraído de ‘A humanidade corrupta está mais necessitada da salvação do Deus encarnado’ em “A Palavra manifesta em carne”

17. Assim, se essa obra fosse feita pelo Espírito — se Deus não Se tornasse carne e, em vez disso, o Espírito falasse diretamente através do trovão, de modo que o homem não tivesse como ter contato com Ele — o homem conheceria Seu caráter? Se só o Espírito fizesse a obra, o homem não teria como conhecer Seu caráter. As pessoas só podem contemplar o caráter de Deus com os próprios olhos quando Ele Se torna carne, quando a Palavra aparece na carne e Ele expressa todo Seu caráter através da carne. Deus de fato vive dentre a humanidade. Ele é palpável. O homem de fato pode se engajar com Seu caráter e com o que Ele tem e é, só assim o homem pode conhecê-Lo de fato.

Extraído de ‘A visão da obra de Deus (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

18. O advento de Deus na carne visa em primeiro lugar permitir que as pessoas vejam os reais feitos de Deus, materializar o Espírito informe na carne e permitir que as pessoas O vejam e toquem. Assim, aqueles que são feitos completos por Ele O viverão, serão ganhos por Ele e serão segundo Seu coração. Se Deus só falasse no céu e não viesse realmente à terra, as pessoas continuariam incapazes de conhecê-Lo, conseguiriam apenas pregar Seus feitos valendo-se de teoria vazia e não teriam as palavras de Deus como realidade. Deus veio à terra principalmente para agir como exemplo e modelo para aqueles a quem ganhará; somente assim as pessoas podem de fato conhecer Deus, tocar Deus, e ver Deus, e só então elas podem ser verdadeiramente ganhas por Ele.

Extraído de ‘Você deveria saber que o Deus prático é o Próprio Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

19. Somente quando Deus Se humilha até certo ponto, isto é, somente quando Deus Se torna carne, o homem pode ser íntimo e confidente Dele. Deus é do Espírito: como as pessoas são qualificadas para serem íntimas desse Espírito, que é tão exaltado e insondável? Somente quando o Espírito de Deus desce na carne e Se torna uma criatura com a mesma forma exterior que o homem, as pessoas podem entender Sua vontade e, de fato, ser ganhas por Ele. Ele fala e opera na carne, compartilha as alegrias, tristezas e tribulações da humanidade, vive no mesmo mundo que a humanidade, protege a humanidade e a orienta, e, por meio disso, Ele a purifica e lhe permite ganhar a Sua salvação e Sua bênção. Tendo ganhado essas coisas, as pessoas realmente entendem a vontade de Deus, e só então elas podem ser íntimas de Deus. Somente isso é prático. Se Deus fosse invisível e intangível para as pessoas, como elas poderiam ser íntimas Dele? Isso não é doutrina vazia?

Extraído de ‘Somente aqueles que conhecem Deus e Sua obra podem satisfazer Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

20. Porque quem é julgado é o homem, o homem que é da carne e foi corrompido, e não é o espírito de Satanás que é julgado diretamente, a obra do juízo não é concluída, portanto, no mundo espiritual, mas entre os homens. Ninguém está mais adequado e qualificado do que Deus na carne para a obra de julgar a corrupção da carne humana. Se o julgamento fosse realizado diretamente pelo Espírito de Deus, então não seria tão abrangente. Além do mais, tal obra seria difícil para o homem aceitar, pois o Espírito é incapaz de vir face a face com o homem, e, por causa disso, os resultados não seriam imediatos, muito menos seria o homem capaz de contemplar o caráter inofendível de Deus mais claramente. Satanás só pode ser plenamente derrotado se Deus na carne julgar a corrupção da humanidade. […] Se essa obra fosse realizada pelo Espírito de Deus, então não seria uma vitória sobre Satanás. O Espírito é inerentemente mais exaltado do que os seres mortais, o Espírito de Deus é inerentemente santo e triunfante sobre a carne. Se o Espírito fizesse essa obra diretamente, Ele não seria capaz de julgar toda a desobediência do homem e não poderia revelar toda a iniquidade da humanidade. Pois a obra do julgamento é também realizada através das noções do homem sobre Deus, e o homem nunca teve noção alguma sobre o Espírito, assim sendo, o Espírito é incapaz de melhor revelar a iniquidade do homem, muito menos de mostrar completamente sua iniquidade. O Deus encarnado é o inimigo de todos aqueles que não O conhecem. Ao julgar as noções e oposições do homem contra Deus, Ele revela toda a desobediência da humanidade. Os resultados de Sua obra na carne são mais aparentes do que aqueles da obra do Espírito. E assim, o julgamento de toda a humanidade não é realizado diretamente pelo Espírito, mas é a obra do Deus encarnado. Deus na carne pode ser visto e tocado pelo homem, e Deus na carne pode completamente conquistar o homem.

Extraído de ‘A humanidade corrupta está mais necessitada da salvação do Deus encarnado’ em “A Palavra manifesta em carne”

21. Se o Espírito de Deus falasse diretamente aos homens, toda a humanidade se submeteria à voz, caindo sem palavras de revelação, algo muito parecido com o modo como Paulo caiu no chão em meio à luz em sua jornada para Damasco. Se Deus continuasse a trabalhar dessa maneira, o homem nunca seria capaz de conhecer sua própria corrupção através do julgamento da palavra e, por meio disso, de alcançar a salvação. Somente por meio de tornar-Se carne, Deus pode entregar pessoalmente Suas palavras aos ouvidos de cada e de todos os seres humanos, para que todos os que têm ouvidos possam ouvir Suas palavras e receber Sua obra de julgamento pela palavra. Somente isso é o resultado alcançado por Sua palavra, ao invés de o Espírito Se tornar manifesto para assustar o homem para que ele fique em submissão. É somente através dessa obra prática, mas extraordinária, que o velho caráter do homem, oculto por muitos anos dentro dele, pode ser plenamente revelado para que o homem possa reconhecê-lo e o faça mudar. Essas coisas são todas a obra prática do Deus encarnado, na qual, falando e executando o juízo de maneira prática, Ele alcança os resultados do julgamento sobre o homem pela palavra. Essa é a autoridade do Deus encarnado e o significado da encarnação de Deus. Ela é feita para tornar conhecida a autoridade do Deus encarnado, tornar conhecidos os resultados alcançados pela obra da palavra e tornar conhecido que o Espírito veio na carne e demonstra Sua autoridade por meio de julgar o homem pela palavra. Embora Sua carne seja a forma exterior de uma humanidade comum e normal, são os resultados que Suas palavras alcançam que mostram ao homem que Ele está repleto de autoridade, que Ele é o Próprio Deus e que Suas palavras são a expressão do Próprio Deus.

Extraído de ‘O mistério da encarnação (4)’ em “A Palavra manifesta em carne”

22. Há uma verdade que você pode não saber: o caráter corrupto do homem, sua rebeldia e resistência são expostos quando ele vê Cristo, e a rebeldia e a resistência expostas em tal ocasião são mais absoluta e completamente expostas que em qualquer outra. É por Cristo ser o Filho do homem — um Filho do homem que possui humanidade normal — que o homem nem O honra nem O respeita. É porque Deus vive na carne, que a rebeldia do homem é trazida à luz tão completamente e em detalhes tão vívidos. Então Eu digo que a vinda de Cristo desenterrou toda a rebeldia da humanidade e colocou sua natureza em plena evidência. Isso é chamado de “atrair um tigre para que ele desça a montanha” e “atrair um lobo para fora da caverna”.

Extraído de ‘Aqueles que são incompatíveis com Cristo certamente são oponentes de Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

23. Ele Se torna carne porque a carne também pode possuir autoridade, e Ele é capaz de realizar Sua obra entre os homens de uma maneira prática, de tal modo que é visível e tangível ao homem. Essa obra é muito mais realista do que a obra feita diretamente pelo Espírito de Deus, que possui toda a autoridade, e seus resultados também são aparentes. Isso é porque a carne encarnada de Deus pode falar e operar de maneira prática; a forma externa de Sua carne não tem autoridade e o homem pode se aproximar dela, enquanto a Sua substância carrega autoridade, mas Sua autoridade não é visível por ninguém. Quando Ele fala e opera, o homem é incapaz de detectar a existência de Sua autoridade; isso facilita que Ele faça uma obra de natureza prática.

Extraído de ‘O mistério da encarnação (4)’ em “A Palavra manifesta em carne”

24. Deus Se tornou carne porque o objeto de Sua obra não é o espírito de Satanás, ou qualquer coisa incorpórea, mas o homem, que é da carne e tem sido corrompido por Satanás. Exatamente porque a carne humana tem sido corrompida é que Deus fez do homem carnal o objeto de Sua obra; mais ainda, porque o homem é o objeto da corrupção, Ele fez do homem o único objeto de Sua obra através de todos os estágios da obra de Salvação. O homem é um ser mortal, é feito de carne e sangue, e Deus é o único que pode salvar o homem. Dessa forma, Deus deve Se tornar uma carne que possua os mesmos atributos que o homem com o intuito de realizar Sua obra, para que Sua obra possa atingir melhores resultados. Deus deve Se tornar carne para fazer Sua obra exatamente porque o homem é da carne, incapaz de superar o pecado ou despojar-se da carne.

Extraído de ‘A humanidade corrupta está mais necessitada da salvação do Deus encarnado’ em “A Palavra manifesta em carne”

25. O homem foi corrompido por Satanás e é superior a todas as criaturas de Deus, então o homem precisa da salvação de Deus. O objeto da salvação de Deus é o homem, e não Satanás, e aquilo que será salvo é a carne do homem e a alma do homem, e não o diabo. Satanás é objeto da aniquilação de Deus, o homem é objeto da salvação de Deus, e a carne do homem foi corrompida por Satanás, portanto a primeira a ser salva deve ser a carne do homem. A carne do homem foi profundamente corrompida, se tornou algo que se opõe a Deus, tanto que se opõe abertamente e nega a existência de Deus. Essa carne corrupta é simplesmente intratável demais, e nada é mais difícil de lidar e mudar do que o caráter corrupto da carne. Satanás entra na carne do homem para provocar perturbações, usa a carne do homem para perturbar a obra de Deus, prejudicar o plano de Deus, dessa forma o homem se tornou Satanás e o inimigo de Deus. Para que o homem seja salvo, deve primeiro ser conquistado. É por causa disso que Deus enfrenta o desafio e vem na carne para fazer a obra que pretende fazer e lutar contra Satanás. Seu objetivo é a salvação da humanidade que foi corrompida e a derrota e a aniquilação de Satanás, que se rebela contra Ele. Ele derrota Satanás por meio de Sua obra de conquista do homem, enquanto, ao mesmo tempo, salva o homem corrupto. Dessa forma, é uma obra que alcança dois alvos de uma vez.

Extraído de ‘A humanidade corrupta está mais necessitada da salvação do Deus encarnado’ em “A Palavra manifesta em carne”

26. A carne do homem foi corrompida por Satanás, mais profundamente cegada e seriamente ferida. A razão mais fundamental pela qual Deus opera pessoalmente na carne é porque o objeto de Sua salvação é o homem, que é da carne, e porque Satanás também usa a carne do homem para atrapalhar a obra de Deus. A luta contra Satanás é na verdade a obra da conquista do homem, ao mesmo tempo que o homem é também o objeto da salvação de Deus. Dessa maneira, a obra do Deus encarnado é fundamental. Satanás corrompeu a carne do homem, o homem tornou-se a personificação de Satanás, e tornou-se o objeto a ser derrotado por Deus. Assim, a obra de lutar contra Satanás e salvar a humanidade ocorre na terra, e Deus deve tornar-Se humano para poder lutar contra Satanás. Essa é uma obra da maior praticidade. Quando está operando na carne, Deus está realmente lutando contra Satanás na carne. Quando opera na carne, Ele está fazendo Sua obra no reino espiritual, e torna toda a Sua obra no reino espiritual real na terra. Quem é conquistado é o homem, que é desobediente a Ele, e aquele que é derrotado é a corporificação de Satanás (claro, ele também é o homem), que é o inimigo Dele, e aquele que é finalmente salvo também é o homem. Assim sendo, é ainda mais necessário para Ele tornar-Se um homem que tem uma casca de criatura para que seja capaz de ter uma luta real contra Satanás, conquistando o homem, que é desobediente a Ele e possuidor da mesma casca exterior que Ele, e salvar o homem, que é da mesma casca exterior que Ele e que foi ferido por Satanás. Seu inimigo é o homem, o objeto de Sua conquista é o homem, e o objeto de Sua salvação é o homem que foi criado por Ele. Ele deve tornar-Se homem, e, desse modo, Sua obra torna-se mais fácil. Ele é capaz de derrotar Satanás e conquistar a humanidade, e, mais ainda, é capaz de salvar a humanidade.

Extraído de ‘A humanidade corrupta está mais necessitada da salvação do Deus encarnado’ em “A Palavra manifesta em carne”

27. Em um aspecto, a encarnação de Deus nos últimos dias remove o lugar ocupado pelo Deus vago nas noções do homem, de modo que não existe mais a imagem do Deus vago no coração do homem. Por meio de Suas palavras reais e de Sua obra real, Seu movimento por todas as terras e a obra excepcionalmente real e normal que Ele realiza entre os homens, Ele faz com que o homem conheça a realidade de Deus e remove o lugar do Deus vago no coração do homem. Em outro aspecto, Deus usa as palavras ditas por Sua carne para completar o homem e realizar todas as coisas. Essa é a obra que Deus realizará nos últimos dias.

Extraído de ‘Conhecer a obra de Deus hoje’ em “A Palavra manifesta em carne”

28. Para todos aqueles que vivem na carne, mudar seu caráter exige metas para perseguir, e conhecer Deus exige testemunhar os fatos reais e a verdadeira face de Deus. Ambos podem somente ser alcançados pela carne encarnada de Deus, ambos podem apenas ser realizados pela carne normal e verdadeira. É por isso que a encarnação é necessária, e por isso toda a humanidade corrupta precisa dela. Uma vez que se requer que as pessoas conheçam a Deus, as imagens de deuses vagos e sobrenaturais devem ser dissipadas de seu coração, e uma vez que se lhes exige que abandonem seu caráter corrupto, elas devem primeiro conhecer seu caráter corrupto. Se somente o homem fizer a obra para dissipar as imagens dos deuses vagos do coração das pessoas, então ele não alcançará o resultado esperado. As imagens dos deuses vagos no coração das pessoas não podem ser expostas, banidas ou completamente expulsas apenas com palavras. Ao fazer isso, no fim, ainda não seria possível dissipar das pessoas essas coisas que estão profundamente arraigadas. Somente pela substituição dessas coisas vagas e sobrenaturais pelo Deus prático e a imagem verdadeira de Deus, e fazendo as pessoas gradualmente as conhecerem, pode o devido resultado ser alcançado. O homem reconhece que o Deus que ele buscou no passado é vago e sobrenatural. O que pode alcançar esse efeito não é a liderança direta do Espírito, muito menos os ensinamentos de certo indivíduo, mas o Deus encarnado. As noções do homem são descobertas quando o Deus encarnado realiza Sua obra, porque a normalidade e a realidade do Deus encarnado são a antítese do Deus vago e sobrenatural na imaginação do homem. As noções originais do homem somente podem ser reveladas quando contrastadas com o Deus encarnado. Sem a comparação do Deus encarnado, as noções do homem não poderiam ser reveladas; em outras palavras, sem o contraste da realidade, as coisas vagas não poderiam ser reveladas. Ninguém é capaz de usar palavras para fazer essa obra e ninguém é capaz de enunciar essa obra usando palavras. Somente o Próprio Deus pode fazer Sua Própria obra e ninguém mais pode fazer essa obra no lugar Dele. Não importa quão rica seja a linguagem do homem, ele é incapaz de enunciar a realidade e a normalidade de Deus. O homem apenas pode conhecer a Deus mais praticamente e vê-Lo mais claramente se Deus operar pessoalmente entre os homens e mostrar-lhes de forma completa Sua imagem e Seu ser. Esse resultado não pode ser alcançado por nenhum homem carnal. Claro, o Espírito de Deus é também incapaz de alcançar esse resultado. Deus pode salvar o homem corrupto da influência de Satanás, mas essa obra não pode ser completamente realizada pelo Espírito de Deus; ao contrário, pode ser realizada apenas pela carne que o Espírito de Deus veste, pela carne encarnada de Deus. Essa carne é um homem e é também Deus, é um homem possuído da humanidade normal, e é também Deus possuído da divindade plena. E assim, embora essa carne não seja o Espírito de Deus e difira grandemente do Espírito, ainda assim é o Próprio Deus encarnado que salva o homem, que é o Espírito e também a carne. Não importa como Ele é chamado, afinal, ainda é o Próprio Deus quem salva a humanidade. Pois o Espírito de Deus é indivisível da carne, e a obra da carne é também a obra do Espírito de Deus; é que essa obra não é realizada apenas usando a identidade do Espírito, mas é realizada usando a identidade da carne. A obra que necessita ser realizada diretamente pelo Espírito não exige a encarnação, e a obra que exige que a carne a faça não pode ser realizada diretamente pelo Espírito, e só pode ser realizada pelo Deus encarnado. Isso é o que se exige para essa obra e o que é exigido para a humanidade corrupta.

Extraído de ‘A humanidade corrupta está mais necessitada da salvação do Deus encarnado’ em “A Palavra manifesta em carne”

29. A melhor coisa a respeito de Sua obra na carne é que Ele pode deixar palavras e exortações precisas, e Sua vontade específica para a humanidade àqueles que O seguem, de modo que, posteriormente, Seus seguidores possam transmitir de maneira mais precisa e concreta toda a Sua obra na carne e Sua vontade para toda a humanidade àqueles que aceitarem esse caminho. Somente a obra do Deus na carne em meio aos homens verdadeiramente cumpre o fato de Deus estar junto e viver junto com o homem. Somente essa obra preenche o desejo do homem de contemplar o rosto de Deus, testemunhar a obra de Deus e ouvir a palavra pessoal de Deus. O Deus encarnado encerra a era em que somente as costas de Jeová apareciam à humanidade, e também conclui a era da crença da humanidade no Deus vago. De modo particular, a obra do último Deus encarnado traz toda a humanidade para dentro de uma era que é mais realista, mais prática e mais bela. Ele não somente conclui a era da lei e da doutrina, mas, mais importante, Ele revela à humanidade um Deus que é verdadeiro e normal, que é justo e santo, que destrava a obra do plano de gerenciamento, e que demonstra os mistérios e o destino da humanidade, que criou a humanidade e encerra a obra do gerenciamento, e que permanece escondido há milhares de anos. Ele encerra de vez uma era de incertezas, Ele conclui a era na qual toda a humanidade desejava ver a face de Deus, mas era incapaz disso, Ele encerra a era na qual toda a humanidade servia a Satanás, e conduz toda a humanidade diretamente para uma era completamente nova. Tudo isso é o resultado da obra de Deus na carne em vez do Espírito de Deus. Quando Deus opera em Sua carne, aqueles que O seguem não mais buscam e tateiam à procura daquelas coisas que parecem tanto existir como não existir, e deixam de adivinhar a vontade do Deus vago. Quando Deus expandir Sua obra na carne, aqueles que O seguem transmitirão a obra que Ele fez na carne para todas as religiões e denominações, e elas comunicarão todas as Suas palavras aos ouvidos de toda a humanidade. Tudo que foi ouvido por aqueles que recebem Seu evangelho serão os fatos de Sua obra, serão coisas vistas e ouvidas pelo homem pessoalmente, serão fatos, e não boatos. Esses fatos são as evidências com as quais Ele expande a obra e são também as ferramentas que Ele usa para expandi-la. Sem a existência de fatos, Seu evangelho não seria expandido por todos os países e lugares; sem os fatos, mas somente com a imaginação humana, Ele nunca seria capaz de realizar a obra de conquistar todo o universo. O Espírito é intangível e invisível ao homem, e a obra do Espírito é incapaz de deixar qualquer maior evidência ou fatos da obra de Deus ao homem. O homem nunca contemplará a verdadeira face de Deus e sempre acreditará em um Deus vago que não existe. O homem nunca contemplará a face de Deus, nem ouvirá palavras ditas por Deus pessoalmente. As imaginações do homem são, afinal, vazias e não podem substituir a verdadeira face de Deus; o caráter inerente de Deus e a obra do Próprio Deus não podem ser imitados pelo homem. O Deus invisível no céu e Sua obra só podem ser trazidos à terra pelo Deus encarnado, que pessoalmente realiza Sua obra no meio dos homens. Esse é o modo mais ideal para Deus aparecer para o homem, no qual o homem vê a Deus e chega ao conhecimento da verdadeira face de Deus, e não pode ser alcançado por um Deus não encarnado. Tendo Deus executado Sua obra até este estágio, Sua obra já alcançou o efeito ótimo e foi um completo sucesso. A obra pessoal de Deus na carne já completou noventa por cento da obra de todo o Seu gerenciamento. Essa carne forneceu um melhor começo para toda a Sua obra, um resumo para toda a Sua obra, promulgou toda a Sua obra e fez o último reabastecimento completo para toda essa obra. A partir daí, não haverá outro Deus encarnado para fazer o quarto estágio da obra de Deus, e jamais haverá qualquer obra maravilhosa de uma terceira encarnação de Deus.

Extraído de ‘A humanidade corrupta está mais necessitada da salvação do Deus encarnado’ em “A Palavra manifesta em carne”

30. O único motivo pelo qual o Deus encarnado Se faz carne são as necessidades do homem corrupto. É por causa das necessidades do homem, não de Deus, e todos os Seus sacrifícios e sofrimentos são em favor da humanidade, e não em benefício do Próprio Deus. Não existem prós e contras ou recompensas para Deus; Ele não colherá alguma colheita futura, exceto aquilo que Lhe é originalmente devido. Tudo o que Ele faz e sacrifica pela humanidade não é para que Ele possa ganhar grandes recompensas, mas simplesmente para o bem da humanidade. Embora a obra do Deus na carne envolva muitas dificuldades inimagináveis, os resultados que finalmente alcança excedem, em muito, as obras realizadas diretamente pelo Espírito. As obras da carne implicam muita dificuldade, e a carne não pode possuir a mesma grande identidade do Espírito e não pode realizar os mesmos feitos sobrenaturais do Espírito, muito menos pode possuir a mesma autoridade do Espírito. Entretanto, a substância da obra realizada por essa carne sem importância é muito superior à obra realizada diretamente pelo Espírito, e essa carne por Si mesma é a resposta para as necessidades de toda a humanidade.

Extraído de ‘A humanidade corrupta está mais necessitada da salvação do Deus encarnado’ em “A Palavra manifesta em carne”

31. O motivo pelo qual essa carne é capaz de fazer a obra que o homem não pode fazer é porque Sua essência interior é diferente da de qualquer homem, e a razão pela qual Ele pode salvar o homem é porque Sua identidade é diferente da de qualquer homem. Essa carne é tão importante à humanidade porque Ele é homem e, mais ainda, é Deus, porque Ele pode fazer a obra que nenhum homem comum na carne pode fazer e porque pode salvar o homem corrupto que vive com Ele na terra. Embora Ele seja idêntico ao homem, o Deus encarnado é mais importante para a humanidade do que qualquer pessoa de valor, pois Ele pode fazer a obra que não pode ser realizada pelo Espírito de Deus, é mais capaz do que o Espírito de Deus de dar testemunho do Próprio Deus, e é mais capaz do que o Espírito de Deus de ganhar plenamente a humanidade. Como resultado, embora essa carne seja normal e comum, Sua contribuição para a humanidade e Sua importância para a existência da humanidade O tornam altamente precioso, e o real valor e a importância dessa carne são imensuráveis para qualquer homem. Ainda que essa carne não possa destruir diretamente Satanás, Ele pode usar Sua obra para conquistar a humanidade e derrotar Satanás e fazê-lo se submeter plenamente ao Seu domínio. É pelo fato de Deus ser encarnado que Ele pode derrotar Satanás e é capaz de salvar a humanidade. Ele não destrói Satanás diretamente, mas torna-Se carne para fazer a obra de conquistar a humanidade, que foi corrompida por Satanás. Desse modo, Ele é mais capaz de dar testemunho de Si mesmo entre as criaturas e mais apto para salvar o homem corrompido. A derrota de Satanás pelo Deus encarnado dá maior testemunho e é mais persuasiva do que a destruição direta de Satanás pelo Espírito de Deus. Deus na carne é mais capaz de ajudar o homem a conhecer seu Criador e mais capaz de dar testemunho de Si Mesmo entre as criaturas.

Extraído de ‘A humanidade corrupta está mais necessitada da salvação do Deus encarnado’ em “A Palavra manifesta em carne”

32. Nos três estágios da obra de Deus, somente um estágio foi realizado diretamente pelo Espírito; os dois estágios restantes são realizados pelo Deus encarnado, e não diretamente pelo Espírito. A obra da Era da Lei realizada pelo Espírito não envolveu mudar o caráter corrupto do homem, tampouco teve qualquer relação com o conhecimento que o homem tem de Deus. A obra da carne de Deus na Era da Graça e na Era do Reino, contudo, envolve o caráter corrupto do homem e seu conhecimento de Deus, e é uma parte importante e crucial da obra de salvação. Portanto, a humanidade corrupta está mais necessitada da salvação do Deus encarnado e necessita ainda mais da obra direta do Deus encarnado. A humanidade necessita que o Deus encarnado a pastoreie, a apoie, a regue, a alimente, a julgue e castigue, ela necessita de mais graça e uma redenção maior do Deus encarnado. Somente o Deus na carne pode ser o confidente do homem, o pastor do homem, a ajuda sempre presente do homem. Tudo isso é a necessidade da encarnação hoje e em tempos passados.

Extraído de ‘A humanidade corrupta está mais necessitada da salvação do Deus encarnado’ em “A Palavra manifesta em carne”

33. Em sua relação com Deus na carne, o homem progride da oposição para a obediência, da perseguição para a aceitação, da noção para o conhecimento e da rejeição para o amor. Esses são os efeitos da obra do Deus encarnado. O homem só é salvo por meio da aceitação do Seu julgamento, somente vindo a conhecê-Lo, gradualmente, por meio das palavras de Sua boca, é conquistado por Ele durante sua oposição a Deus e recebe Dele o suprimento da vida durante a aceitação de Seu castigo. Toda essa obra é a obra de Deus na carne, e não a obra de Deus em Sua identidade como Espírito. A obra realizada pelo Deus encarnado é a maior e a mais profunda das obras, e a parte crucial dos três estágios da obra de Deus são os dois estágios da obra de encarnação.

Extraído de ‘A humanidade corrupta está mais necessitada da salvação do Deus encarnado’ em “A Palavra manifesta em carne”

34. O estágio da obra que Jesus realizou apenas cumpriu a substância de “o Verbo estava com Deus”: a verdade de Deus estava com Deus, e o Espírito de Deus estava com a carne e era inseparável daquela carne. Isto é, a carne de Deus encarnado estava com o Espírito de Deus, que é a prova maior de que Jesus encarnado foi a primeira encarnação de Deus. Este estágio da obra cumpre exatamente o significado interno de “a Palavra Se torna carne”, emprestando um significado mais profundo a “o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” e permite que você acredite firmemente nas palavras “No princípio era o Verbo”. Isso significa que, no momento da criação, Deus possuía palavras, Suas palavras estavam com Ele e eram inseparáveis Dele e, na era final, Ele torna ainda mais claro o poder e autoridade de Suas palavras, e permite ao homem ver todos os Seus caminhos — ouvir todas as Suas palavras. Assim é a obra da era final. […] Porque esta é a obra da segunda encarnação — e a derradeira vez em que Deus Se torna carne —, ela completa integralmente o significado da encarnação, executa e revela completamente toda a obra de Deus na carne, e encerra a era de Deus estar na carne.

Extraído de ‘Prática (4)’ em “A Palavra manifesta em carne”

35. Desta vez, Deus vem para operar não em um corpo espiritual, mas em um corpo muito comum. Além disso, não somente é o corpo da segunda encarnação de Deus, como também é o corpo por meio do qual Deus retorna à carne. É uma carne muito comum. Você não consegue ver nada que O faça Se destacar dos outros, mas pode ganhar Dele verdades jamais ouvidas. Esta carne insignificante é o que incorpora todas as palavras da verdade que vem de Deus, que assume a obra de Deus nos últimos dias e expressa todo o caráter de Deus para que o homem entenda. Você não deseja imensamente ver o Deus no céu? Não deseja imensamente entender o Deus no céu? Não deseja imensamente ver o destino da humanidade? Ele lhe contará todos esses segredos — segredos que nenhum homem tem sido capaz de lhe contar, e Ele lhe contará também as verdades que você não entende. Ele é a sua porta para o reino e seu guia para a nova era. Uma carne tão comum comporta muitos mistérios insondáveis. Seus feitos podem ser inescrutáveis para você, mas todo o objetivo da obra que Ele faz é suficientemente bastante para permitir que você veja que Ele não é, como as pessoas creem, uma simples carne. Pois Ele representa a vontade de Deus e o cuidado demonstrado por Deus para com a humanidade nos últimos dias. Embora você não possa ouvir Suas palavras que parecem abalar céus e terra nem ver os Seus olhos como chamas flamejantes e embora não consiga sentir a disciplina de Sua vara de ferro, mesmo assim, você pode ouvir de Suas palavras que Deus está irado e saber que Deus está demonstrando compaixão pela humanidade; você pode ver o caráter justo de Deus e Sua sabedoria e, mais ainda, perceber como Deus é solícito para com toda a humanidade. A obra de Deus nos últimos dias é para permitir que o homem veja o Deus no céu vivendo entre os homens na terra e capacitar o homem para que conheça, obedeça, reverencie e ame a Deus. É por isso que Ele voltou à carne pela segunda vez. Embora o que o homem veja hoje seja um Deus que é igual a um homem, um Deus com um nariz e dois olhos e um Deus pouco notável, no final, Deus mostrará a vocês que, se este homem não existisse, o céu e a terra sofreriam uma tremenda mudança; se este homem não existisse, os céus se escureceriam, a terra afundaria no caos e a humanidade toda viveria em meio a fome e pragas. Ele mostrará a vocês que, se Deus encarnado não viesse para salvá-los nos últimos dias, então, Deus teria, há muito tempo, destruído toda humanidade no inferno; se esta carne não existisse, vocês seriam arquipecadores para sempre e seriam sempre cadáveres. Vocês deveriam saber que, se esta carne não existisse, toda a humanidade enfrentaria uma inelutável calamidade e acharia impossível escapar da ainda mais severa punição que Deus infligirá à humanidade nos últimos dias. Se esta carne comum não tivesse nascido, vocês todos estariam em um estado em que implorariam pela vida sem ser capazes de viver e orariam pedindo a morte sem poder morrer; se essa carne não existisse, vocês não seriam capazes de ganhar a verdade e se colocar diante do trono de Deus hoje. Em vez disso, seriam punidos por Deus devido a seus pecados atrozes. Vocês sabiam que, se não fosse pela volta de Deus à carne, ninguém teria uma chance de salvação? Que, se não fosse pela vinda desta carne, Deus teria há muito tempo dado fim à era antiga? Assim sendo, vocês ainda conseguem rejeitar a segunda encarnação de Deus? Já que vocês podem tirar tantos benefícios deste homem comum, então por que não O aceitariam de bom grado?

Extraído de ‘Você sabia? Deus fez uma grande coisa entre os homens’ em “A Palavra manifesta em carne”

36. Toda a obra de Deus nos últimos dias é feita por meio deste homem comum. Ele concederá tudo a você e, mais ainda, Ele poderá decidir tudo a seu respeito. Pode tal homem ser como vocês acreditam que Ele seja: um homem tão simples que não seja digno de menção? Sua verdade não é suficiente para convencê-los completamente? O testemunho de Seus feitos não é suficiente para convencê-los completamente? Ou a senda pela qual Ele os conduz não é digna de que vocês andem nela? No final das contas, o que é que faz com que vocês O abominem, O rejeitem e se mantenham distantes Dele? É este homem quem expressa a verdade, é este homem quem provê a verdade e é este homem quem lhes oferece uma senda a seguir. Será que vocês ainda não conseguem encontrar os traços da obra de Deus nessas verdades? Sem a obra de Jesus, a humanidade jamais poderia ter descido da cruz, mas, sem a encarnação de hoje, aqueles que descem da cruz jamais poderiam ganhar a aprovação de Deus ou entrar na nova era. Sem a vinda deste homem comum, vocês jamais teriam a oportunidade de ver o verdadeiro semblante de Deus nem seriam qualificados para tanto, pois todos vocês são objetos que deveriam ter sido destruídos há muito tempo. Por causa da vinda da segunda encarnação de Deus, Deus lhes perdoou e mostrou misericórdia para com vocês. De qualquer maneira, as palavras que devo deixar para vocês no final ainda são estas: este homem comum, que é Deus encarnado, é de vital importância para vocês. Essa é a coisa mais grandiosa que Deus já fez entre os homens.

Extraído de ‘Você sabia? Deus fez uma grande coisa entre os homens’ em “A Palavra manifesta em carne”

37. Deus Se torna carne expressamente com o propósito de introduzir uma nova era e, é claro, quando introduz a nova era, Ele conclui a era anterior ao mesmo tempo. Deus é o Princípio e o Fim; é Ele Mesmo quem põem Sua obra em movimento e, portanto, deve ser Ele Mesmo que conclui a era anterior. Essa é a prova da derrota e Satanás por Ele e de Sua conquista do mundo. Cada vez que Ele Mesmo opera entre os homens é o início de uma nova batalha. Sem o início de uma nova obra, naturalmente, não haveria a conclusão da antiga. E quando não há conclusão da antiga, isso é prova de que a batalha com Satanás ainda terá que chegar ao fim. Só se o Próprio Deus vier e executar uma nova obra entre os homens poderá o homem libertar-se completamente do império de Satanás e ganhar uma vida nova e um novo começo. De outro modo, o homem viverá para sempre na era antiga e para sempre sob a velha influência de Satanás. […] A obra de Deus é para ser feita pelo Próprio Deus. É Ele quem põe a Sua obra em movimento e também Ele é quem a conclui. É Ele quem planeja a obra e também Ele é quem a gerencia e, mais que isso, é Ele quem completa a obra. Como está escrito na Bíblia: “Eu sou o Princípio e o Fim; Eu sou o Semeador e o Ceifeiro”. Tudo que se relaciona com a obra de Seu gerenciamento é feito por Ele Mesmo. Ele é o Governante do plano de gerenciamento de seis mil anos; ninguém pode fazer Sua obra em Seu lugar e ninguém pode levar a Sua obra a um término, pois é Ele quem segura tudo em Suas mãos. Tendo criado o mundo, Ele levará o mundo inteiro a viver em Sua luz e Ele também concluirá a era inteira, assim completando todo o Seu plano.

Extraído de ‘O mistério da encarnação (1)’ em “A Palavra manifesta em carne”

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