Somente ao buscar a verdade poderei ajudar de verdade os outros

31 de Julho de 2019

Du Fan Província de Jiangsu

Recentemente, uma igreja estava realizando uma votação para selecionar um novo líder, mas a líder que a presidia contrariou os princípios da igreja, fazendo a votação da sua maneira. Quando alguns outros irmãos e irmãs expressaram suas opiniões, ela não só os ignorou, como também insistiu para que tudo continuasse a ser feito da maneira dela. Em seguida, a igreja foi confundida pelas ações da líder. Quando descobri isso, perdi totalmente a calma: como alguém poderia ser tão arrogante e presunçosa? Cumprir os deveres da igreja sem Deus no coração, menosprezar os arranjos de trabalho da obra, refutar e rejeitar as sugestões de irmãos e irmãs — quem mais tem a culpa pela confusão na igreja além de você? De imediato, enviei alguém para comungar com a líder da igreja e, nesse meio tempo, li as palavras de Deus para buscar verdades relacionadas que eu pudesse abordar com a líder para convencê-la de que ela estava se comportando de maneira incorreta. Mais tarde naquela noite, fui encontrar-me com a líder. Durante a comunhão, falei com ela num tom acusatório, incapaz de conter a minha raiva. Para minha surpresa, dez minutos depois que começou a reunião, a líder levantou-se de repente e saiu correndo da sala, com lágrimas nos olhos. Um irmão que tinha ido atrás dela voltou um pouco mais tarde e disse: “Ela foi embora e sabe que errou”. Implacável, exclamei com raiva: “Sobre uma questão tão importante de princípio, você está preparada para simplesmente deixar as coisas sem resolver? Como você é arrogante e presunçosa! Você vai contra os princípios da igreja e não deixa mais ninguém ter voz. Como você conseguiria fazer algo no futuro? Que perspectiva perigosa! Isso não pode continuar assim, se você sair de rompante, sem aviso prévio, terei de escrever-lhe uma carta”. Ali mesmo, naquele momento, sentei-me e escrevi uma carta a ela, na qual eu, simbolicamente, reconheci que minha atitude na comunhão não tinha sido ideal e pedi-lhe perdão. Na carta, também apontei os problemas dela, citando princípios para elucidar o problema. Eu achava que tinha lidado bem com as coisas. Por um lado, demonstrei que era capaz de deixar o meu ego de lado e obter um entendimento mais profundo de mim mesmo, ao mesmo tempo que usava a verdade para resolver problemas. Vendo como lidei com as coisas, pensei que essa líder seria definitivamente convencida e obteria um novo entendimento.

Certa vez, quando eu estava comungando sobre esse assunto com o meu líder, ele me perguntou como foi que acessei a verdade ao resolver este assunto. “Como acessei a verdade? Fiz um trabalho ruim? As minhas ações foram impróprias?” Senti-me um pouco confuso. O líder prosseguiu: “Não é uma questão de você resolver bem o problema, mas, em vez disso, de analisar, ao resolver o problema, se você usou o seu status e poder para convencer os outros ou se empregou a verdade para exaltar a Deus, ou dar testemunho Dele e permitir que os outros obtivessem um entendimento mais profundo deles mesmos? Na superfície, parece que você estava comungando nas palavras de Deus, mas, na verdade, você estava tentando obrigá-la a aceitar o seu ponto de vista. Por que ela acabou indo embora? É óbvio que ela foi embora porque não podia aceitar os seus argumentos, ela não estava convencida. Se estivermos preocupados apenas em comunicar a verdade aos outros e deixarmos de prestar atenção à nossa própria corrupção, negligenciando a tarefa de conhecer-nos a nós mesmos, e trabalharmos apenas por causa da obra, estamos destinados a não aprender nada novo e a não obter uma mudança em nosso próprio caráter. Nesse sentido, não somos como Paulo, que orientava os outros, mas que, no serviço a Deus, apegou-se cada vez mais a seus modos corrompidos? Na sua arrogância, ele se tornou um homem que acreditava em Deus, mas, mesmo assim, resistia a Deus, terminando por seguir o caminho da perdição”. Essa comunhão foi como um chamado que me despertou de um longo sono. De fato, quando Deus me apresentou essa situação, não procurei a verdade, nem busquei as intenções de Deus, não levei em consideração como eu mesmo poderia acessar a verdade, nem refleti sobre minha própria resposta emocional à situação. Eu só consegui pensar em como resolver os problemas das outras pessoas. Nesse sentido, eu estava levando em consideração o desejo de Deus de trazer os outros diante Dele? Ou, em vez disso, eu estava usando meu status para forçar os outros a aceitarem o meu ponto de vista? Fui corrompido por Satanás, sem verdade, humanidade, nem razão. Eu também era uma vítima. Como eu era melhor do que os outros? Eu não tinha autoconhecimento, não apreendia a verdade. Sem perceber, eu tinha adotado um tom agressivo e perdido a paciência, usando meu status para repreender os outros. A minha arrogância e vaidade satânica tinham sido expostas! Quando a minha irmã saiu correndo e chorando, não refleti sobre as minhas ações; em vez disso, senti-me ressentido e me descontrolei. O meu comportamento não se assemelhava às ações tirânicas do grande dragão vermelho?

Graças a Deus por Sua orientação. Essa experiência me conscientizou da importância de acessar a realidade da verdade. Somente acessando-a podemos receber a proteção de Deus e não resistir a Ele. Em um sermão, foi dito: “Muitas pessoas se tornam falsos líderes ou anticristos porque não buscam a verdade de fato e, por conseguinte, não percebem nem de leve a realidade da verdade. Assim que obtêm status e têm um pouco de autoridade, elas começam a agir arbitrariamente, se colocam acima de todos, se declaram senhores sobre outros e cobiçam a benção do status. No fim, essas pessoas são abominadas e rejeitadas pelos escolhidos de Deus, sucumbindo, por fim, ao fracasso absoluto. Seria isso um acontecimento raro? Por que as pessoas não conseguem ser sensatas? Para quê acreditar em Deus apenas para obter autoridade, exercer poder e cobiçar a benção do status? Esse é o comportamento das pessoas egoístas, baixas e más, é o desejo mais baixo daqueles que trilham a senda do anticristo” (da comunhão do alto). Através desse trecho, dei-me conta que aqueles que não acessam a verdade, quando obtêm status, proclamam-se reis e, com arrogância, usam seu status para oprimirem, condenarem e controlarem os outros. Por fim, eles se tornarão falsos líderes e anticristos. Não foi o poder que arruinou essas pessoas, mas o inevitável desfecho de fracassarem na busca pela verdade! Embora pareça que essa experiência não foi tão terrível, o meu estado mental e minha verdadeira natureza de resistência a Deus refletem, de maneira inegável, que eu estava trilhando o caminho de oposição a Cristo. Se eu não tivesse a orientação de Deus, certamente não teria me dado conta da minha loucura e ainda estaria vivendo de modo presunçoso. Seguindo por esse caminho, por fim, eu seria exposto e eliminado! Quando penso em como as coisas poderiam ter se desenrolado, tenho calafrios. Em que terreno perigoso eu tinha me embrenhado, crendo em Deus por tantos anos e ainda assim incapaz de saber como acessar a realidade, como Paulo, que vivia segundo uma noção imaginada da verdade e continuou a acreditar e servir a Deus de acordo com seu caráter natural e natureza corrompida. Se eu não reverter as circunstâncias atuais, posso acabar sendo condenado à danação eterna. No futuro, preciso dar mais importância ao acesso pessoal e à busca pela verdade.

Não muito tempo depois de tudo isso ter acontecido, recebi uma carta de uma irmã, que começava dizendo que ela estava com dificuldades para apreender a verdade e pedia-me orientação. Depois de ler a carta, perdi novamente a paciência: que pessoa arrogante você é! Não consegue cooperar bem com os líderes e obreiros da igreja. Todas as vezes que eles lhe dão uma sugestão, você inventa desculpas para continuar agindo de modo arbitrário. A obra do evangelho pela qual você é responsável tem sido malsucedida, e as igrejas estão sempre relatando a sua situação. Hoje, você está me escrevendo para pedir a minha orientação: tem certeza que pode aceitá-la? Você pensa que tudo o que fez foi apropriado e correto, e que todos os seus fracassos foram causados porque as outras pessoas não foram capazes de praticar a verdade: será que você se conhece tão bem quanto pensa? Quanto mais eu pensava, mais nervoso ficava, eu podia sentir as chamas da fúria ardendo em meu coração: você não me pediu para lhe dar a minha orientação? Faz muito tempo que quero falar com você; finalmente, hoje tenho essa oportunidade. Deixei de lado as tarefas que estava fazendo no momento e fui buscar palavras de Deus que se relacionavam à situação dela que eu pudesse citar para convencê-la. Acontece que quanto mais eu buscava o trecho apropriado, menos o encontrava — fiquei intrigado, imaginando para onde tinham ido todos os trechos sobre os quais eu tinha um pouco de entendimento. Assim que comecei a ficar inquieto, de repente me senti repreendido: onde você está buscando a palavra de Deus? Aqui está essa pessoa diante de você, como você entra naverdade? Por que você está sempre tentando resolver os problemas das outras pessoas? O que você expôs de si próprio? Nesse momento, o meu coração se acalmou e eu comecei a pensar comigo mesmo: você já esqueceu do que aconteceu da última vez? Não trabalhe só por causa da obra — resolva os seus próprios problemas antes de tentar resolver os dos outros. Nesse ponto, pensei no trecho da palavra de Deus: “Primeiro, você deve resolver todas as dificuldades em seu íntimo confiando em Deus. Dê um fim ao seu caráter degenerado, torne-se capaz de realmente entender suas próprias situações e saiba como você deve fazer as coisas; continue comunicando qualquer coisa que não entenda. É inaceitável que você não se conheça. Primeiro, cure sua própria enfermidade, e comendo e bebendo mais Minhas palavras, contemplando Minhas palavras, viva a vida e faça as coisas de acordo com Minhas palavras; quer esteja em casa ou em algum outro lugar, você deve permitir que Deus exerça poder em você. […] Será que pode amadurecer a vida de alguém que não consegue viver pelas palavras de Deus? Não, não pode. Você deve viver conforme as Minhas palavras o tempo todo. Na vida, Minhas palavras devem ser seu código de conduta. Elas o farão sentir que fazer as coisas de um certo modo é o que traz alegria a Deus, e que fazer as coisas de um outro jeito é o que Deus detesta; lentamente, você começará a trilhar o caminho certo” (de ‘Capítulo 22’ das declarações de Cristo no princípio em “A Palavra manifesta em carne”). “Você deve compreender o povo com quem tem comunhão e comunicar a respeito das questões espirituais da vida; somente então você pode suprir vida para os outros e compensar as inadequações deles. Você não deve adotar um tom professoral com eles, que é uma posição fundamentalmente errada para se ter. Na comunhão, você deve ter entendimento das questões espirituais. Deve ter sabedoria e ser capaz de compreender o que está no coração das outras pessoas. Você deve ser uma pessoa correta se for servir aos outros e deve ter comunhão com o que tem” (de ‘Capítulo 13’ das declarações de Cristo no princípio em “A Palavra manifesta em carne”). As palavras de Deus eram transparentes como a água e ajudaram-me a entender as minhas próprias falhas: quando me deparo com uma situação, nunca estou consciente de mim mesmo e não dou importância ao que estou expondo de mim. Fundamentalmente, não tenho Deus no meu coração e não sei como confiar Nele. Além disso, não entendo muitas das palavras de Deus e sou incapaz de ver as coisas ou agir de acordo com as palavras de Deus. Ele pede para que vivamos de acordo com a palavra Dele a todo momento, todo dia, e que tomemos a palavra de Deus como orientação para nossa conduta. Ele pede que façamos o que Ele ama e que abandonemos o que não está alinhado às Suas intenções. Deus não odeia o que revelei de mim mesmo hoje? De que maneira eu estava cumprindo minhas obrigações hoje? Não, eu estava claramendo fazendo o mal. Mais tarde, eu li “O princípio de ajudar os outros com um coração amoroso”, e o primeiro princípio dizia: “Você deve distinguir os diferentes tipos de pessoas de acordo com a palavra de Deus. Os que realmente creem em Deus e aceitam a verdade você deve ajudar com um coração afetuoso e honesto” (de “Prática e exercícios para o comportamento íntegro”). Também encontrei essas palavras de Deus: “O que a palavra de Deus exige como princípio para tratar os outros? Amar o que Deus ama, odiar o que Deus odeia. Isto é, as pessoas amadas por Deus que verdadeiramente buscam a verdade e que fazem a vontade de Deus são aquelas que você deveria amar. As que não fazem a vontade de Deus, as que odeiam Deus, as que desobedecem a Deus e as que são desprezadas por Deus são pessoas que deveríamos desprezar e rejeitar. É isso que a palavra de Deus exige” (de ‘Só conhecendo seus pontos de vista equivocados você pode se conhecer’ em “Registros das falas de Cristo”). Porque Deus nos ama, Ele se torna carne e esconde-Se humildemente, sem parar diante de nada para salvar toda a humanidade. Ele odeia os aspectos corrompidos do homem, mas simpatiza com suas fraquezas, e nunca se dirige às pessoas no que diz respeito às suas corrupções, mas sempre as encoraja com advertência sincera, um ensinamento incansável e amor para que elas entendam suas atitudes erradas e para que encontrem um novo caminho adiante. Deus me concede a graça Dele, eleva-me e permite-me cumprir esse dever para que eu possa amar o que Deus ama, ajudar e apoiar os meus irmãos e irmãs com um coração amoroso quando eles estiverem enfrentando problemas e tratar todas as pessoas com um coração honesto. No entanto, agi contra os princípios Dele: apenas porque tinha um pouco de status, e vi que os outros tinham exposto uma parcela de sua corrupção, deixei de simpatizar com suas fraquezas, mas, em vez disso, usei as palavras de Deus como uma arma para reprimi-los e forçá-los a concordar comigo. Isso não é um ato de ódio? De repente, senti-me muito confuso e envergonhado da minha arrogância e ignorância. Depois, li um trecho da palavra de Deus do 43o Princípio, “O princípio de compartilhar com sinceridade”: “‘Compartilhar e comunicar experiências’ significa falar de cada pensamento em seu coração, de seu estado, suas experiências e seu conhecimento das palavras de Deus, bem como do caráter corrupto dentro de você. E depois disso os outros discernem essas coisas, aceitam o positivo e reconhecem o que é negativo. Só isso é compartilhar e só isso é verdadeiramente comunicação” (de ‘A prática mais fundamental de ser uma pessoa honesta’ em “Registros das falas de Cristo”). Ao comer e beber da palavra de Deus, aprendi como me comunicar com a minha irmã de um modo que seria benéfico para ela. Dessa vez, quando peguei a caneta, senti uma onda de amor que jorrava dentro de mim. Senti um forte desejo de expor o meu coração numa conversa com a irmã. Dessa vez, discuti minhas próprias percepções da minha natureza arrogante e orgulhosa e de meu comportamento desumano — eu não tinha tratado corretamente os irmãos e irmãs, deixando de demonstrar amor e compaixão por eles. Na carta, escrevi o seguinte: agradeço de verdade a Deus por colocar você diante de mim, permitindo-me ver a maldade dentro do meu coração. Como um líder, não tenho a verdade, nem a realidade. Não mereço ser um líder, pois falhei em assumir a responsabilidade pelo dever que Deus me concedeu — falhei em atuar como um servo diante de Deus. Em vez disso, assumi o meu dever como se fosse um cargo de autoridade e status, pensando que eu estava acima dos outros. Quando vi a sua carta, fui tomado por desprezo e julgamento, até acreditei que eu tinha a autoridade para podá-la e lidar com você. Como fui arrogante e convencido! Na verdade, as suas inadequações também eram as minhas inadequações e falhas. Quando eu e meus irmãos e irmãs não conseguimos trabalhar juntos em harmonia, Deus está expondo o fato de que todo o fracasso resultou da minha incapacidade de acessar a verdade em cooperação harmoniosa. Graças a Deus por essa revelação, que me ajudou a entender que, apesar de acreditar em Deus por muitos anos, ainda não obtive a visão de Deus da salvação da humanidade. Ainda não entendi a intenção de Deus em salvar a humanidade. Não sei de que modo o homem deve ser salvo e aperfeiçoado. Por isso, em qualquer situação em que eu possa me encontrar, ainda sou incapaz de aceitar o julgamento e castigo, a correção e a poda de Deus. Em vez disso, estou sempre me chafurdando em questões superficiais. Se você não tivesse me enviado essa carta me expondo, eu não teria visto a natureza do meu problema. Vamos praticar juntos a busca da realidade da verdade no futuro.

Quando consegui pôr meu ego de lado, aprendi a me conhecer e analisar a mim mesmo, e usei a condição real que eu tinha vivenciado ao comungar e acessar a verdade com a minha irmã, senti-me muito fundamentado e em paz, e que não havia distância e afastamento entre nós. Vi de fato a marca da benção de Deus nas situações em que pratiquei a verdade. Somente através da orientação e iluminação contínua de Deus, eu, que só conseguia falar da verdade, sem praticá-la, que atravessava de modo passivo as vivências sem entrar na realidade da verdade, comecei a melhorar lentamente. Vi o caráter santo e justo de Deus em minhas experiências passadas. É como o trecho de um sermão diz: “Onde houver corrupção, haverá julgamento, onde houver o mal, haverá castigo” (de “A comunhão do alto”). Também me tornei muito mais consciente de que o julgamento e castigo de Deus é exatamente aquilo de que precisamos. Vivenciar o julgamento e castigo de Deus é uma bênção da profunda salvação e graça. Somente ao receber esse julgamento e castigo podemos ser arrancados da influência sombria de Satanás, libertados das trevas, buscar a luz e a verdade, acessar e praticar a verdade. Oro para que o julgamento e castigo de Deus me sigam para onde quer que eu vá, para que eu possa alcançar a pureza e viver como um verdadeiro ser humano.

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