Palavras de Deus para todo o universo: Capítulo 29 (Trecho II)

Eu reino no reino e, além disso, reino em todo o universo; sou tanto o Rei do reino quanto a Cabeça do universo. Daqui em diante, congregarei todos aqueles que não são os escolhidos e começarei a Minha obra entre os gentios, anunciarei os Meus decretos administrativos a todo o universo, para que Eu possa embarcar no próximo passo da Minha obra. Usarei o castigo para espalhar a Minha obra entre os gentios, o que significa dizer que usarei de força contra todos os que são gentios. Naturalmente, essa obra será realizada ao mesmo tempo que Minha obra dentre os escolhidos. Quando o Meu povo governar e exercer poder sobre a terra será também o dia em que todas as pessoas na terra foram conquistadas e, mais do que isso, será o tempo do Meu descanso — e só então aparecerei para todos os que foram conquistados. Eu apareço para o reino sagrado e Me escondo da terra da imundície. Todos os que foram conquistados e se tornaram obedientes diante de Mim são capazes de ver o Meu rosto com os próprios olhos e de ouvir a Minha voz com os próprios ouvidos. Essa é a bênção daqueles que nascem nos últimos dias, essa é a bênção predestinada por Mim e é inalterável por homem algum. Hoje, Eu opero dessa maneira por causa da obra do futuro. Toda a Minha obra está inter-relacionada, em toda ela está um chamado e uma resposta: nunca houve um passo interrompido de repente e nunca houve um passo que não dependeu de algum outro. Não é assim? A obra do passado não é a base da obra de hoje? As palavras do passado não são as precursoras das palavras de hoje? Os passos do passado não são a origem dos passos de hoje? Quando desenrolo formalmente o pergaminho é quando as pessoas por todo o universo são castigadas, quando as pessoas por todo o mundo estão sujeitas a provações, e é o clímax da Minha obra; todas as pessoas vivem em uma terra sem luz, todas as pessoas vivem em meio à ameaça do ambiente. Em outras palavras, é a vida que o homem nunca experimentou desde o momento da criação até os dias atuais, e ninguém ao longo das eras jamais “desfrutou” desse tipo de vida, e por isso digo que faço uma obra que nunca foi feita antes. Essa é a situação verdadeira, esse é o sentido interior. Porque o Meu dia se aproxima para toda a humanidade, porque não parece distante, mas está bem diante dos olhos do homem, quem, por consequência, não estaria apavorado? E quem não se deleitaria com isso? A cidade imunda da Babilônia chegou ao fim; o homem encontrou um mundo novo em folha, céu e terra foram mudados e renovados.

Quando Eu apareço para todas as nações e todos os povos, as nuvens brancas se agitam no céu e Me envolvem. Assim também os pássaros na terra cantam e dançam de alegria por Mim, realçando o ambiente na terra e fazendo assim com que todas as coisas na terra se tornem cheias de vida, que não se “sedimentem” mais, e sim que vivam em meio a uma atmosfera de vitalidade. Quando estou entre as nuvens, o homem mal percebe o Meu rosto e os Meus olhos, e nesse momento ele se sente um pouco temeroso. No passado, ele ouviu registros históricos sobre Mim em lendas e por isso ele está só meio crédulo e meio indeciso em relação a Mim. Ele não sabe onde Eu estou nem o quanto o Meu rosto é amplo — é tão vasto quanto o mar ou tão ilimitado quanto os pastos verdejantes? Ninguém sabe dessas coisas. É só quando vê o Meu rosto nas nuvens hoje que o homem sente que o Eu da lenda é real e assim ele se torna um pouco mais favorável para Comigo, e é só por causa dos Meus feitos que a admiração dele por Mim se torna um pouco maior. Mas o homem ainda não Me conhece e só vê uma parte de Mim nas nuvens. Depois, Eu estendo os braços e os mostro ao homem. Ele fica atônito e junta as mãos diante da boca, com um receio profundo de ser derrubado pela Minha mão, acrescentando assim certa reverência à sua admiração. O homem fixa os olhos em cada movimento Meu, profundamente temeroso de que seja atingido por Mim quando não estiver prestando atenção — mas ser observado pelo homem não Me tolhe e continuo a fazer a obra com as Minhas mãos. Só em todos os feitos que realizo é que o homem manifesta certa simpatia para Comigo e assim, aos poucos, se aproxima para se associar a Mim. Quando a Minha inteireza for lhe revelada, o homem verá o Meu rosto, e daí em diante não irei mais Me esconder nem Me obscurecer para ele. Por todo o universo, vou aparecer publicamente para as pessoas e todos os que são de carne e osso contemplarão todos os Meus feitos. Todos os que são do espírito certamente vão habitar na paz do Meu lar e sem dúvida vão desfrutar de bênçãos maravilhosas junto a Mim. Todos com quem Me importo seguramente vão escapar do castigo e certamente vão evitar a dor do espírito e a agonia da carne. Vou aparecer em público para todas as pessoas, vou dominar e exercer poder, de modo que o cheiro dos cadáveres não permeie mais o universo; em vez disso, a Minha fragrância fresca se espalhará pelo mundo todo, porque o Meu dia está se aproximando, o homem está despertando, tudo na terra está em ordem e os dias de sobrevivência na terra não existem mais, pois Eu cheguei!

Extraído de “A Palavra manifesta em carne”

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