O Próprio Deus, o Único III (Trecho VIII)

Submeta-se ao domínio do Criador e enfrente a morte com calma No momento em que uma pessoa nasce, uma alma solitária começa a sua experiência de vida na terra, a sua experiência da autoridade do Criador que Ele arranjou para ela. Por certo, para a pessoa — a alma — esta é uma excelente oportunidade de adquirir conhecimento da soberania do Criador, de conhecer a Sua autoridade e experimentá-la pessoalmente. As pessoas vivem suas vidas sob as leis do destino estipuladas para elas pelo Criador, e, para qualquer pessoa racional dotada de consciência, aceitar a soberania do Criador e conhecer a Sua autoridade ao longo das várias décadas que passa na terra não é coisa difícil de fazer. Portanto, seria muito fácil para toda pessoa reconhecer, por suas próprias experiências no decorrer de várias décadas de vida, que todos os destinos humanos estão predeterminados, bem como entender ou resumir o que significa estar vivo. Ao mesmo tempo em que se aceita essas lições de vida, paulatinamente chega-se a entender de onde vem a vida, a compreender o que o coração necessita de verdade, o que se levará para a verdadeira senda da vida, quais deveriam ser a missão e a meta da vida humana; e aos poucos reconhece-se que se a pessoa não adorar o Criador, se não ficar sob Seu domínio, quando se defrontar com a morte — quando sua alma estiver prestes a enfrentar o Criador mais uma vez — seu coração será tomado de pavor e desassossego ilimitados. Se uma pessoa tem existido no mundo por um punhado de décadas e ainda não chegou a saber de onde vem a vida humana nem reconheceu quem tem o destino humano em suas mãos, então não é de surpreender que ela não seja capaz de enfrentar a morte serenamente. Alguém que adquiriu o conhecimento da soberania do Criador após experimentar várias décadas de vida é uma pessoa com correta apreciação do significado e do valor da vida; uma pessoa com profundo conhecimento do propósito da vida, com real experiência e compreensão da soberania do Criador; e, ainda mais, uma pessoa capaz de submeter-se à autoridade do Criador. Tal pessoa compreende o significado da criação da humanidade por Deus, compreende que o homem deve adorar o Criador, que tudo o que o homem possui vem Dele e a Ele voltará algum dia não distante no futuro; tal pessoa compreende que o Criador arranja o nascimento do homem e tem soberania sobre sua morte, e que tanto a vida quanto a morte são predeterminadas pela autoridade do Criador. Por isso, quando verdadeiramente se compreendem essas coisas, é natural ser capaz de enfrentar a morte com serenidade, deixar de lado todas as posses terrenais com calma, aceitar e submeter-se alegremente a tudo o que vem a seguir e dar as boas-vindas à última conjuntura da vida arranjada pelo Criador, em lugar de temê-la e combatê-la cegamente. Se uma pessoa que vê a vida como uma oportunidade de experimentar a soberania do Criador e chegar a conhecer a Sua autoridade, se ela vê a sua vida como uma chance rara de cumprir seu dever como ser humano criado e realizar a sua missão, necessariamente terá a perspectiva correta sobre a vida, viverá uma vida abençoada e guiada pelo Criador, andará à Sua luz, conhecerá a Sua soberania, submeter-se-á a Seu domínio, será testemunha de Seus feitos milagrosos e de Sua autoridade. Por certo, tal pessoa necessariamente será amada e aceita pelo Criador e somente uma pessoa assim pode manter uma atitude serena com relação à morte, pode receber alegremente a conjuntura final da vida. Obviamente, Jó teve esse tipo de atitude com respeito à morte; ele estava em situação de aceitar felizmente a conjuntura final da vida e, tendo levado a jornada de sua vida para uma conclusão serena, tendo terminado a sua missão na vida, voltou para o lado do Criador.

Extraído de “A Palavra manifesta em carne”

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