A obra de Deus, o caráter de Deus e o Próprio Deus III (Trecho VIII)

Todos que já leram a Bíblia sabem que muitas coisas aconteceram quando o Senhor Jesus nasceu. A maior dentre elas foi ser caçado pelo rei dos diabos, até o ponto de que todas as crianças de até dois anos de idade naquela área foram executadas. É evidente que Deus assumiu um grande risco ao Se tornar carne entre os humanos; o grande preço que Ele pagou por completar o Seu gerenciamento de salvar a humanidade também é evidente. As grandes esperanças que Deus mantinha para a Sua obra na carne em meio à humanidade também são evidentes. Quando a carne de Deus foi capaz de assumir a obra em meio à a humanidade, como Ele estava Se sentindo? As pessoas deveriam ser capazes de compreender isso um pouco, certo? No mínimo, Deus estava feliz porque podia começar a desenvolver a Sua nova obra em meio à humanidade. Quando o Senhor Jesus foi batizado e começou oficialmente a Sua obra para cumprir o Seu ministério, o coração de Deus estava inundado de alegria porque depois de tantos anos de espera e preparação, Ele podia, finalmente, vestir a carne de um homem comum e começar a Sua nova obra sob a forma de um homem de carne e osso que as pessoas podiam ver e tocar. Ele podia, finalmente, falar cara a cara e de coração para coração com as pessoas através da identidade de um homem. Deus podia, finalmente, estar cara a cara com a humanidade na linguagem humana, de uma maneira humana;Ele podia prover para a humanidade, esclarecer as pessoas e ajudá-las usando a linguagem humana; podia comer na mesma mesa e viver no mesmo espaço com elas. Podia também ver os seres humanos, ver as coisas e ver tudo da maneira como os humanos viam e até mesmo através dos seus próprios olhos. Para Deus, essa já era a primeira vitória da Sua obra na carne. Podia-se dizer também que foi a realização de uma grande obra — isso, naturalmente, era o que deixava Deus mais feliz. A partir de então, foi a primeira vez que Deus sentiu algum consolo na Sua obra em meio à humanidade. Todos esses eventos foram tão práticos e tão naturais, e o consolo que Deus sentiu foi tão autêntico. Para a humanidade, cada vez que um novo estágio da obra de Deus é realizado, e cada vez que Deus se sente gratificado, é quando a humanidade pode se aproximar de Deus, e quando as pessoas podem se aproximar da salvação. Para Deus, esse também é o lançamento da Sua nova obra, quando Seu plano de gerenciamento avança um passo adiante e, além disso, quando a Sua vontade se aproxima de uma realização completa. Para a humanidade, a chegada de tal oportunidade é afortunada e muito boa; para todos aqueles que esperam a salvação de Deus, é uma notícia da máxima importância. Quando Deus realiza um novo estágio da obra, Ele tem aí um novo começo, e quando essa nova obra e esse novo começo são lançados e introduzidos em meio à humanidade, é quando o resultado desse estágio de trabalho já foi determinado, e já foi realizado, e Deus já viu seus efeitos e seus frutos finais. É também quando esses efeitos fazem com que Deus Se sinta satisfeito, e Seu coração, é claro, está feliz. Porque, aos olhos de Deus, Ele já viu e determinou as pessoas que Ele está procurando, e já ganhou esse grupo, um grupo que é capaz de tornar a Sua obra bem sucedida e Lhe trazer satisfação, Deus Se sente garantido, deixa de lado as Suas preocupações e Se sente feliz. Em outras palavras, quando a carne de Deus é capaz de dar início a uma nova obra entre os homens, e Ele começa a fazer a obra que deve fazer sem obstruções, e quando Ele sente que tudo já foi realizado, Ele já viu o final. E devido a esse final Ele se sente satisfeito e com o coração feliz. Como é expressa a felicidade de Deus? Vocês podem imaginar? Deus haveria de chorar? Deus pode chorar? Deus pode bater palmas? Deus pode dançar? Deus pode cantar? Qual seria essa canção? É claro que Deus poderia cantar uma música linda e tocante, uma canção capaz de expressar a alegria e a felicidade do Seu coração. Ele poderia cantá-la para a humanidade, cantá-la para Si Mesmo e cantá-la para todas as coisas. A felicidade de Deus pode ser expressa sob qualquer forma — tudo isso é normal porque Deus tem alegrias e tristezas, e Seus vários sentimentos podem ser expressos de várias maneiras. Esse é o Seu direito e é a coisa mais normal. Vocês não devem pensar nada mais sobre isso, nem devem projetar suas próprias inibições em Deus, dizendo-Lhe que Ele não deveria fazer isto ou aquilo, que Ele não deveria agir desta ou daquela maneira, para limitar a felicidade Dele ou qualquer sentimento que Ele tenha. No coração das pessoas Deus não pode ser feliz, Ele não pode derramar lágrimas, não pode chorar — Ele não pode expressar nenhuma emoção. Através daquilo que nós comunicamos essas duas vezes, creio que vocês não vão mais enxergar Deus dessa maneira; ao contrário, permitirão que Deus tenha alguma liberdade e libertação. Isso é muito bom. No futuro, se vocês forem capazes de sentir verdadeiramente a tristeza de Deus quando ouvirem falar que Ele estava triste e forem capazes de realmente sentir a felicidade Dele quando ouvirem dizer que Ele estava feliz — no mínimo vocês serão capazes de saber e entender claramente o que deixa Deus feliz e o que o deixa triste — quando você for capaz de se sentir triste porque Deus está triste, e de se sentir feliz porque Deus está feliz, Ele terá ganho plenamente o seu coração e não haverá mais nenhuma barreira com Ele. Você não mais tentará constranger Deus com a imaginação humana, as concepções e os conhecimentos humanos. Nesse momento, Deus estará vivo e vívido no seu coração. Ele será o Deus da sua vida e o Mestre de tudo que há em você. Você tem esse tipo de aspiração? Vocês têm confiança de que podem alcançar isso?

Extraído de “A Palavra manifesta em carne”

Quando o desastre vem, como nós cristãos devemos lidar com ele? Convidamos você a participar da nossa reunião online, onde podemos explorar juntos e encontrar o caminho.
Contate-nos
Entre em contato conosco pelo Whatsapp

Conteúdo relacionado