163. Os princípios para tratar arranjos de trabalho

(1) Os arranjos de trabalho, os sermões e a comunicação representam a direção da obra do Espírito Santo e a vontade atual de Deus. Devem ser aceitos, obedecidos e postos em prática;

(2) Ao cumprir bem o dever, é necessário aderir estritamente aos princípios dos arranjos de trabalho. Nunca se deve fazer as coisas como se deseja, por seus próprios meios, trilhando assim a senda dos anticristos;

(3) Arranjos de trabalho, sermões e comunicação são esclarecidos e iluminados pelo Espírito Santo. Eles são considerados conhecimento humano e nunca devem suplantar as palavras de Deus ou ser tratados como Suas palavras;

(4) Os arranjos de trabalho, os sermões e a comunicação devem ser promulgados de forma rápida e decisiva, sem tomar atalhos, a fim de garantir a realização da obra do Espírito Santo e o desempenho eficaz do dever.

Palavras de Deus relevantes:

Em seu trabalho, líderes e obreiros da igreja devem dar atenção a duas coisas: uma é fazer seu trabalho exatamente de acordo com os princípios estipulados pelos arranjos de trabalho, sem jamais violar aqueles princípios e nem basear seu trabalho em qualquer coisa que eles possam imaginar ou em qualquer uma de suas próprias ideias. Em tudo que fazem, devem demonstrar preocupação pelo trabalho da casa de Deus, sempre colocando em primeiro lugar os interesses dela. Outra coisa — e isso é absolutamente crucial — é que, em todas as coisas, eles devem se concentrar em seguir a orientação do Espírito Santo e fazer tudo em observação estrita das palavras de Deus. Se você ainda for capaz de ir contra a orientação do Espírito Santo ou se seguir teimosamente as suas próprias ideias e fizer as coisas de acordo com sua própria imaginação, então suas ações constituirão uma resistência gravíssima a Deus. Voltar suas costas com frequência para o esclarecimento e a orientação do Espírito Santo só levará a um beco sem saída. Se perder a obra do Espírito Santo, você não será capaz de trabalhar; e mesmo que, de alguma forma, consiga trabalhar, não realizará nada. Esses são os dois princípios mais importantes a serem obedecidos ao trabalhar: um é realizar seu trabalho exatamente de acordo com os arranjos do Alto e também agir de acordo com os princípios que foram estabelecidos pelo Alto; e o outro é seguir a orientação interior do Espírito Santo dentro de você. Uma vez que compreender esses dois pontos, você não estará tão suscetível a cometer erros.

Extraído de ‘Os princípios de trabalho mais importantes para líderes e obreiros’ em “Registros das falas de Cristo dos últimos dias”

Arranjos de trabalho são os arranjos e requerimentos específicos feitos pela casa de Deus para determinado trabalho. Exigem implementação e comunicação de líderes e obreiros e representam as estipulações, tarefas e metodologia para um trabalho específico que são emitidas para todos os membros da igreja. Essa é a definição de “arranjos de trabalho”.

Quais são os projetos dentro dos arranjos de trabalho? Todos conhecem a palavra “projeto”, mas o que eles abrangem? Eles devem ter algum conteúdo específico, não é mesmo? (Sim.) O primeiro, o trabalho administrativo da igreja, é o maior. Se o trabalho administrativo não é feito corretamente, uma igreja é igreja apenas no nome. O segundo, o trabalho de recursos humanos, é grande. O terceiro, o trabalho do evangelho, também é grande. O quarto, o trabalho profissional, tem um escopo bastante amplo e inclui filme, trabalho textual, tradução, música, produção de vídeo, design artístico etc. O quinto é a vida de igreja. O sexto é o trabalho de gerenciamento financeiro. O sétimo é o trabalho de purificar as igrejas. O oitavo é o trabalho de assuntos externos. O nono é o serviço social da igreja — por exemplo, fornecer soluções e tomar medidas quando irmãos e irmãs estão tendo problemas em casa, assim como visitar irmãos e irmãs na prisão e cuidar de suas famílias. Todas essas coisas fazem parte do serviço social da igreja. O décimo são os planos de emergência. Às vezes, a igreja emite medidas de emergência. Quando ocorreu a pandemia, por exemplo, a igreja tomou as medidas necessárias de isolamento. Todas essas coisas são parte do trabalho de emergência. Basicamente, os arranjos de trabalho abrangem esses dez projetos. Todos os outros assuntos menores ou casos especiais se inserem nesses dez projetos; o trabalho das igrejas é composto basicamente desses dez projetos amplos. O escopo dos arranjos de trabalho emitidos pela casa de Deus inclui basicamente essas coisas? (Sim.) Agora, depois de identificar esses dez projetos, todos deveriam ter uma ideia dos arranjos de trabalho da casa de Deus e estar cientes de que são tarefas de trabalho importantes da casa de Deus, que são aquilo que está dentro do escopo das responsabilidades que a casa de Deus exigiu dos líderes e obreiros. Como líder ou obreiro, essa é a extensão plena de seu trabalho, o que também significa que nenhuma de suas responsabilidades está fora do escopo desse trabalho. Todo o escopo do seu trabalho está incluído nesses projetos dos arranjos de trabalho, e nenhum deve ser excluído. Se existem coisas fora desse trabalho que você queira fazer e saiba fazer bem, então faça; a casa de Deus não exige que você faça; não faz nenhuma exigência a você que ultrapasse o escopo desses dez projetos. Assim, ao trabalhar, você deve refletir sobre onde o trabalho é feito de modo ruim, como ele deveria ser feito, o que exigem os arranjos de trabalho, o que exige a casa de Deus, que trabalho específico é exigido que você faça, como ele deve ser implantado, se ele foi implantado corretamente, como ele está indo, se você tem acompanhado, se houve algum desvio ou omissão, e se cada participante está fazendo o trabalho. Você deve considerar tais coisas constantemente.

Extraído de ‘Identificando falsos líderes (9)’ em “Registros das falas de Cristo dos últimos dias”

Depois de receber os arranjos de trabalho, os líderes e obreiros devem primeiro comunicar e digerir as várias exigências dos arranjos de trabalho e os detalhes e princípios dessas exigências. Depois disso, devem encontrar uma senda, um plano para executar e implementar esses arranjos para que sua implementação seja mais detalhada e específica. Antes de mais nada, devem estar cientes daquilo que os arranjos de trabalho exigem, o que deve ser feito, qual é o princípio e a quais pessoas e área de trabalho eles visam. Essa é a primeira coisa que líderes e obreiros devem fazer após receberem os arranjos de trabalho, em vez de apenas dar uma olhada e depois lê-los para todos ou, alternativamente, enviá-los e notificar as pessoas sobre eles e nada mais — isso é simplesmente repassar os arranjos de trabalho, distribuí-los, e não fazer com que rendam frutos. O primeiro trabalho específico de implementar arranjos de trabalho é que, antes de mais nada, os líderes e obreiros tentem entender os conteúdos específicos e as exigências dos arranjos de trabalho, os objetivos e as exigências do Alto para esse trabalho e seu significado — depois disso, devem produzir um plano específico para executá-los e fazer com que rendam frutos. Esse é o primeiro passo, que deve ser fácil de alcançar. Além de serem capazes de entender o texto, de alcançar o primeiro passo, os líderes e obreiros devem também ter uma atitude conscienciosa e responsável em relação ao trabalho, em vez de serem casuais e despreocupados, improvisando e agindo sem se envolver. Não importa se esses arranjos de trabalho já foram apresentados antes ou não, se esse trabalho pode ser alcançado facilmente ou se envolve alguma dificuldade, não importa se as pessoas estão dispostas a fazê-lo ou não etc. — de qualquer modo, a atitude que as pessoas devem ter em relação aos arranjos de trabalho não deve ser superficial, não deve ser uma atitude de “admirar as flores ao passar galopando num cavalo”, elas não deveriam apenas ler o texto e criar uma confusão por causa de suas superficialidades, ou repetir chavões. Qual deveria ser sua atitude? Antes de mais nada, elas devem ter uma atitude séria, conscienciosa, responsável e rigorosa. Esse é o caso em que as pessoas precisam apenas ter uma atitude como essa e entender e apreciar os conteúdos e itens específicos dos arranjos de trabalho, para serem capazes de implementar corretamente esse trabalho? Não. Essa é apenas a atitude que as pessoas deveriam ter ao fazer certo trabalho; não é um substituto para executar um trabalho específico. O que, então, os líderes e obreiros deveriam fazer assim que passarem a ter essa atitude e, ao mesmo tempo, a entender os conteúdos específicos, as exigências e os princípios dos arranjos de trabalho? O passo seguinte é como executar o que é exigido pelos arranjos de trabalho; há trabalho específico a ser feito.

Extraído de ‘Identificando falsos líderes (10)’ em “Registros das falas de Cristo dos últimos dias”

Seja qual for a categoria de arranjo de trabalho, se ele estiver prestes a ser comunicado por um líder ou obreiro, então, antes de mais nada — e depois de ter entendido precisa e corretamente os arranjos de trabalho, sem acrescentar nenhum ornamento próprio —, o líder ou obreiro deve encontrar uma maneira, com base no ambiente local, de comunicar esses arranjos de trabalho aos seus inferiores sem demora nem atraso. No que diz respeito a para quem os arranjos de trabalho são comunicados, se a casa de Deus diz que eles devem ser repassados para os diferentes graus de líderes e obreiros, incluindo os do nível de líder de igreja, diácono de igreja e pregador de igreja, então esse é o nível ao qual eles devem ser comunicados, e somente a eles. Se a comunicação deve incluir cada irmão e irmã, então, em estrita conformidade com as exigências da casa de Deus, os arranjos de trabalho devem ser transmitidos para cada irmão e irmã. Se, devido ao ambiente, a comunicação dos arranjos de trabalho em forma de texto for inconveniente — se representar um risco ou gerar muita dificuldade —, o conteúdo principal, mais importante dos arranjos de trabalho deve ser comunicado corretamente a cada pessoa de forma oral. E o que deve ser feito para que sejam considerados “comunicados”? Se forem comunicados em forma de texto, é preciso garantir que cada um tenha uma cópia, que todos estejam cientes dos arranjos de trabalho e os levem a sério. Se os arranjos de trabalho forem transmitidos de modo oral, deve-se perguntar repetidas vezes ao recipiente se o conteúdo ficou claro para ele, e se ele consegue lembrar. Você pode até pedir que a pessoa os repita para você; se ela conseguir fazer isso com clareza e estiver ciente de quais são as exigências, os princípios e o conteúdo específico da casa de Deus, isso prova que os arranjos de trabalho estão em sua cabeça, que ela se lembra deles e os entende claramente. Somente então os arranjos de trabalho terão sido realmente comunicados a essas pessoas. Se fatores como condições e ambiente forem adequados e apropriados para a comunicação por escrito, então a comunicação deve ser feita por escrito; se fatores ambientais não permitem uma comunicação por escrito, e uma comunicação oral se faz necessária, é preciso garantir que o conteúdo repassado pela pessoa que faz a comunicação oral seja idêntico aos arranjos de trabalho em si, que não haja nenhum desvio, nem acréscimo de interpretação pessoal, e que seja uma reprodução do texto original — caso em que os arranjos de trabalho terão sido comunicados fielmente. A comunicação deve estar em conformidade total com aquilo que foi afirmado especificamente nos arranjos de trabalho, em vez de ser composta por enfeites e especulação infundada baseada em interpretações próprias e imaginações pessoais, ou até mesmo incluir acréscimos e redações. Quando se trata de “comunicação correta”, as pessoas devem apreciar quão rigorosas são as exigências para a comunicação dos arranjos de trabalho. Algumas pessoas perguntam: “A comunicação deve ser perfeita?”. Isso não é necessário. Os robôs têm de ser perfeitos; para as pessoas, ser capaz de alcançar uma comunicação correta já é um tanto impressionante. Por exemplo, os arranjos de trabalho da casa de Deus exigem que os escolhidos de Deus comam e bebam as palavras de Deus sobre conhecer a Deus. Algumas pessoas perguntam: “Posso ler caso as palavras sobre conhecer a Deus incluam como saber a diferença entre a encarnação, os profetas e as pessoas espirituais?”. A pessoa que está fazendo a comunicação diz: “Os arranjos de trabalho dizem que você não tem permissão para ler isso, que você deve ignorar quaisquer palavras que incluam tal conteúdo, e não deve lê-las”. Foi isso que os arranjos de trabalho disseram? Os arranjos de trabalho não disseram nada disso, portanto repasse apenas o que os arranjos de trabalho disseram; não acrescente opinião ou interpretação pessoal. Os arranjos de trabalho fornecem apenas um escopo para as pessoas; as pessoas podem ler outros textos relacionados, mas se elas os interpretam errado e sobrepõem neles suas noções e interpretações, e comunicam coisas supérfluas, então elas se desviaram? Isso não é comunicação correta; é acrescentar seus enfeites, é falar absurdos. Os arranjos de trabalho individuais devem, em primeiro lugar, ser comunicados corretamente, ser repassados por líderes e obreiros para líderes e obreiros inferiores, e dali até alcançarem cada irmão e irmã — é isso que significa “comunicação”. A comunicação deve estar de acordo com o método e o escopo exigidos pela casa de Deus. Claro que o conteúdo comunicado deve ser correto e sem erro; interpretações erradas não devem ser introduzidas antes de o conteúdo ser repassado como os arranjos de trabalho oficiais — isso não seria correto, e seria um abandono de dever da parte dos líderes e obreiros.

Extraído de ‘Identificando falsos líderes (9)’ em “Registros das falas de Cristo dos últimos dias”

Depois de receber um arranjo de trabalho, o objetivo final não é simplesmente implementá-lo no sentido de repassá-lo e enviá-lo; em teoria, implementação não é o mesmo que implementação genuína, e não pode ser considerada execução real do arranjo de trabalho; isso é apenas notificar as pessoas em teoria, conscientizar a maioria delas desse trabalho. Não conta como cumprir responsabilidade, e não é, no fim das contas, o padrão exigido por Deus. Repassar e enviar um arranjo de trabalho não é o objetivo; o objetivo é implementá-lo. Então como, especificamente, ele deve ser implementado? Os líderes e obreiros devem reunir os irmãos e irmãs relevantes e outros líderes e obreiros de vários níveis para comungar sobre como esse trabalho deve ser executado, selecionando, ao mesmo tempo, os supervisores e membros principais para executar esse trabalho. A primeira ordem do dia na implementação desse trabalho, para líderes e obreiros, é comunicar — comunicar como agir de acordo com os princípios e em conformidade com esse arranjo de trabalho da casa de Deus, de modo que implemente e execute esse arranjo de trabalho da casa de Deus. Simultaneamente à comunicação, os irmãos, irmãs, líderes e obreiros devem propor várias soluções antes de finalmente escolher a mais apropriada e mais alinhada com os princípios, escolhendo as maneiras e os passos mais alinhados com os princípios e o que fazer primeiro, o que fazer depois, para que o trabalho proceda de modo ordenado. Não é suficiente que, depois de entender a teoria, as pessoas deixem de ter problemas, parem de imaginar coisas, de resistir ao trabalho, e sejam capazes de apreciar o significado e o propósito desse arranjo de trabalho da casa de Deus. Deve-se considerar também quem é mais apropriado e mais hábil nesse trabalho, quem pode assumir a responsabilidade por ele, quem tem a capacidade de completá-lo; uma pessoa deve ser escolhida para empreender esse trabalho, os planos devem ser finalizados, o cronograma deve ser estabelecido, e as informações e o material necessários para a sua realização devem ser completamente preparados e esclarecidos — somente então o trabalho está sendo implementado. É claro que discussões detalhadas cara a cara também devem ser realizadas com o supervisor do projeto antes da implementação, para perguntar-lhe se ele já fez esse tipo de trabalho antes e quais são suas visões em relação a ele, permitindo que ele fale sobre suas ideias. Ele pode dizer: “Minha ideia é primeiro fazer isto, depois aquilo. Preciso que tal pessoa trabalhe comigo — se bem entendo, ela já fez esse trabalho antes, ela tem alguma experiência nisso —, por isso desejo que ela seja transferida para cá para trabalhar comigo; você acha que isso é possível? Esse trabalho também exige diversos equipamentos; como eles podem ser adquiridos? Quem sabe escolher o equipamento? Seremos enganados? Nenhum de nós é especialista nisso, e no mundo de hoje, toda indústria possui sua cota de fraudadores — então precisamos dar um jeito de encontrar um profissional que nos ajude a escolher”. Durante o processo de implementação, são esses os tipos de problemas que surgem e o conteúdo que deve ser comunicado? Além disso, quando a casa de Deus exige que esse trabalho seja feito, deve-se buscar como executá-lo de uma maneira que não viole os princípios? Temas que devem ser comunicados por líderes e obreiros e pelos supervisores relevantes também incluem se existe um prazo para o projeto, quanto tempo será necessário para completá-lo, se existe alguma regra específica no que tange a tarefas de especialistas etc. “Implementação” é mais do que teoria falada; envolve o progresso do respectivo trabalho e certas questões e problemas que o trabalho de acompanhamento abrange. Tudo isso deve ser considerado por líderes, obreiros e supervisores quando estiverem implementando os arranjos de trabalho. Isto é, antes de partir para qualquer ação, esse é o tipo de comunicação, análise e discussão que deve ser realizado; é isso que significa implementação. Tal implementação é um aspecto da abordagem que deve ser exibida por líderes e obreiros envolvidos em projetos específicos. É isso que deve ser feito por líderes e obreiros? E fazer isso significa que eles estão participando? Se o líder diz: “Eu também não sei como fazer esse trabalho. Em todo caso, ele foi entregue a você, os arranjos de trabalho foram comunicados e emitidos a você, eu lhe falei dos assuntos relacionados. Se você sabe fazer isso, se você faz, como você faz, se você faz bem ou não, quanto tempo você leva — tudo isso cabe a você, não venha correndo para mim, isso nada tem a ver comigo; ter feito isso já conta como eu ter cumprido a minha responsabilidade”. Isso é algo que líderes e obreiros deveriam dizer? (Não.) Que tipo de pessoa é o líder se ele diz uma coisa dessas? É um falso líder. No advento de novos arranjos de trabalho ou de algum assunto importante, ele diz: “Faça você; eu não sei fazer. Enfim, você entende tudo, você é profissional — eu sou apenas um leigo”. Essa é a frase preferida do falso líder; ele acha uma desculpa e então desaparece.

Quando um líder verdadeiro, que é capaz de cumprir suas responsabilidades, implementa um trabalho num alto nível de especificidade e detalhe, ele está cumprindo suas responsabilidades. Tendo implementado os arranjos de trabalho atuais da casa de Deus até esse ponto, ele continua a observar e acompanhar como a implementação está indo — sendo, ao mesmo tempo, capaz de empregar contramedidas e soluções quando ocorrem circunstâncias inesperadas, em vez de desaparecer ou jogar os braços para o alto — essa é uma implementação do tipo “mão na massa”. Quando um arranjo de trabalho importante é emitido, os líderes e obreiros devem assumir o comando desse trabalho como o trabalho mais importante do momento, envolvendo-se e acompanhando-o, colocando as “mãos na massa” dentro do escopo do trabalho relacionado aos arranjos de trabalho, ficando, ao mesmo tempo, de olho em outros projetos de trabalho, fazendo perguntas sobre eles, acompanhando e monitorando; essa é a responsabilidade dos líderes e obreiros. Se você teme que vai falhar em implementar esse trabalho corretamente, que será negligente no acompanhamento, que vai falhar em cumprir as responsabilidades de líderes e obreiros, você deve investir tudo que tem. Visto que a casa de Deus ressaltou repetidas vezes que esse trabalho deve ser bem feito e que, se ele não for bem feito, os líderes e obreiros estarão negligenciando seus deveres, sob risco de ser substituídos, você deve dedicar todo o seu tempo e esforço à implementação desse trabalho. Se outro trabalho estiver progredindo de modo ordenado, ele pode ser confiado ao gerenciamento de outra pessoa apropriada, e basta simplesmente informar-se e ajudar com alguma questão especial quando você tiver tempo. Vocês conseguem trabalhar assim?

Extraído de ‘Identificando falsos líderes (9)’ em “Registros das falas de Cristo dos últimos dias”

Ficar de olho nas coisas é um trabalho individual separado. Além de ficar de olho em quão bem os arranjos de trabalho estão sendo executados, é necessário também observar se os líderes e obreiros estão agindo estritamente de acordo com os arranjos de trabalho. Depois de receberem os arranjos de trabalho, há líderes e obreiros que dizem todas as coisas certas quando você está conversando com eles face a face: “Já decidimos quem fará o que, quem será responsável pelo quê”. Depois de voltarem para casa, porém, eles somem de vista; com medo de serem presos, se escondem e, durante muito tempo, não têm contato com os irmãos e irmãs, que não fazem ideia se há arranjos de trabalho ou se estão sendo executados; esses líderes e obreiros não têm senso de urgência em relação às exigências dos arranjos de trabalho e não fazem nada para implementá-los. Existem também líderes e obreiros que, em relação a algumas exigências dos arranjos de trabalho, têm certas opiniões, resistem e têm noções — e que, depois de voltar para casa, são digressivos em sua implementação, que não os executam de acordo com a intenção original, mas de acordo com suas inclinações, destilando-os numa forma mais simples ou seguindo uma senda própria, fazendo o que querem etc. Líderes e obreiros seniores necessitam ficar de olho em tudo isso. O objetivo de ficar de olho nas coisas é fazer um trabalho melhor ao executar tudo que é exigido pelos arranjos de trabalho, de acordo com os princípios e sem desvio. Ao ficar de olho nas coisas, se forem descobertas pessoas que não estão trabalhando, que não assumem responsabilidades, que executam os arranjos de trabalho muito lentamente, que são antagônicas em relação aos arranjos de trabalho, que resistem e são seletivas ao implementá-los ou simplesmente não agem de acordo com os arranjos de trabalho e o realizam como bem entendem, e se houver aqueles que chegam até a ocultar os fatos verdadeiros e a enganar os irmãos e irmãs, mantendo-os ignorantes em relação a exigências específicas, questões relacionadas e à intenção por trás dos arranjos, e simplesmente repassam a notícia ou informam os irmãos e irmãs como bem lhes agrada etc. — esses problemas deverão ser tratados e resolvidos por líderes e obreiros seniores. Se os líderes e obreiros não ficarem de olho nas coisas e apenas comunicarem e orientarem de cima, esses problemas não poderão ser identificados. E assim, ao executar os arranjos de trabalho, e depois de fornecer orientação, os líderes e obreiros devem, além de comunicá-los a cada nível, monitorar o trabalho em cada nível. Líderes regionais devem monitorar o trabalho de líderes distritais; líderes distritais devem monitorar o trabalho dos líderes de cada igreja; e os líderes de cada igreja devem monitorar o trabalho das equipes. Qual é o objetivo desse monitoramento? É fazer um trabalho melhor de executar precisamente os arranjos de trabalho de acordo com suas exigências específicas. Assim, o trabalho de ficar de olho nas coisas é de grande importância. Ao monitorar, e se o ambiente permite, líderes e obreiros devem se aprofundar naquilo que está acontecendo no solo, interrogando pessoas específicas, observando, fazendo investigações, tentando descobrir mais e se familiarizando com a maneira na qual o trabalho está sendo implementado; ao mesmo tempo, devem também tentar descobrir mais sobre as dificuldades e ideias dos irmãos e irmãs em relação à execução desse trabalho, se eles ganharam algum conhecimento, se compreenderam os princípios desse trabalho — tudo isso é o trabalho específico que deve ser realizado por líderes e obreiros. No que diz respeito aos líderes de igreja que são de calibre relativamente baixo, que não têm muito senso de responsabilidade quando realizam seu trabalho, que são de humanidade relativamente pobre, que carecem de compromisso e são relativamente preguiçosos, a supervisão é especialmente importante. E como essa supervisão é executada? “Rápido! O Alto está esperando que completemos esta tarefa; este trabalho tem um prazo, não podemos nos atrasar.” Essa é a maneira correta de supervisionar? Basta apressar as pessoas? Qual é a melhor maneira de supervisionar as pessoas? Quando vê aqueles que estão com dificuldades, você fornece orientação e assistência específica, você os treina; quando vê aqueles que estão sendo preguiçosos, você lida com eles e os poda. Se puderem fazer algo, mas forem preguiçosos demais, se enrolarem e procrastinarem em seu trabalho e cobiçarem os confortos da carne, quando tais situações exigem que sejam tratados, eles deveriam ser tratados. E se o problema não foi resolvido após terem sido tratados e não houve mudança alguma em sua atitude? Primeiro, dê-lhes uma advertência: “Esse trabalho é muito importante. Se você abordá-lo novamente com essa atitude, você será demitido do seu dever e substituído por outra pessoa. Se não quiser fazê-lo, outra pessoa o fará. Você não tem compromisso com o seu dever, você não é apto para esse trabalho. Se não estiver à altura do trabalho, se sua carne não suportar essa adversidade, a casa de Deus poderá substituí-lo ou você poderá pedir demissão. Se você não se demitir e ainda quiser fazer esse trabalho, então faça um trabalho melhor, faça-o de acordo com as exigências e os princípios da casa de Deus. E se for demais para você e você continuar procrastinando — o que afetará o progresso do trabalho e prejudicará o trabalho —, a casa de Deus terá de discipliná-lo, e você irá embora”. Se estiverem dispostos a se arrepender depois de terem sido alertados, então poderão ficar. Mas se, após repetidas advertências, não houver mudança em sua atitude e eles não se arrependerem nem um pouco e permanecerem do mesmo jeito, a resposta para o problema não será demiti-los? O que não deveria acontecer é que, quando alguém tiver alguma falha ou problema pequeno, você se agarre a isso e não dê sossego; dê-lhe uma chance e, se ele mudar e estiver disposto a se arrepender, e ficar muito melhor do que era antes, então deixe-o ficar. Se você continuar dando chance a ele e comungar com ele repetidas vezes, e lidar com ele e podá-lo não funcionar, e as advertências não funcionarem, e qualquer um que tente ajudá-lo não funcionar, então esse não é um problema comum; a humanidade dessa pessoa é pobre demais, ela não aceita a verdade nem um pouco e, portanto, não é capaz de realizar esse dever. Mande-a embora — ela é indigna de cumprir o dever. É assim que tais questões são resolvidas.

Extraído de ‘Identificando falsos líderes (10)’ em “Registros das falas de Cristo dos últimos dias”

Logo depois do trabalho de supervisionar, vem o trabalho de conferir. Normalmente, o trabalho de conferir visa se a organização de certo item de trabalho foi eficaz e, uma vez que o trabalho tenha sido organizado, quanto o trabalho subsequente avançou, se ele foi completado e de que modo — com que eficácia e eficiência — ele foi completado, até que ponto as pessoas envolvidas no trabalho o executaram, se foram identificados problemas específicos ou não, se houve alguma dificuldade, se ele foi executado de acordo com princípios etc. Conferir o trabalho que você organizou anteriormente é uma parte específica e necessária do trabalho. Muitas vezes, alguns líderes e obreiros cometem o seguinte erro: acham que, assim que organizaram o trabalho, ele está feito; pensam: “Eu completei minha missão e cumpri minha responsabilidade; em todo caso, eu lhes disse como fazer; agora, vocês estão cientes e prometeram que o fariam, portanto tudo que vier depois não tem nada a ver comigo, basta me chamar quando tiverem terminado”. Depois de organizar o trabalho, eles desaparecem. Não conferem o progresso nem os desenvolvimentos mais recentes no trabalho, não conferem se aqueles que eles arranjaram para fazer o trabalho são aptos e apropriados, nem como a maioria das pessoas está abordando o trabalho; não conferem se seus planos para a implementação do trabalho receberam feedback positivo e se são apropriados, se há algo de errado com eles ou se há pontos mal interpretados ou que são contrários aos arranjos de trabalho do Alto. Não dão atenção a nada disso; acham que, depois de terem feito arranjos, não há mais nada a ser feito. Isso não é fazer trabalho específico. O que, então, é verificado durante o trabalho de conferir? De suma importância é a comparação com os arranjos de trabalho: ver se o trabalho é consistente, se ele transpôs os princípios dos arranjos de trabalho, se contrariou as exigências dos arranjos de trabalho — e também se, durante a execução do trabalho, houve alguma pessoa que perturbou ou interrompeu, ou causou problemas, ou usou palavras altivas. Naturalmente, ao mesmo tempo que fazem esse trabalho, os líderes e obreiros verificam também se houve alguma falha durante a execução desse arranjo de trabalho; ao mesmo tempo que conferem o trabalho das outras pessoas, conferem também o próprio trabalho.

Extraído de ‘Identificando falsos líderes (10)’ em “Registros das falas de Cristo dos últimos dias”

No caso de qualquer arranjo de trabalho, os líderes e obreiros devem lê-lo em oração de modo intermitente e depois conferir se falharam em arranjar corretamente algum trabalho durante esse período ou se ignoraram alguma coisa exigida pelo arranjo de trabalho — caso em que deveriam rapidamente fazer reparações e intervir. Se não tiver tempo por estar fazendo outro trabalho, você pode confiá-lo a outras pessoas e depois continuar a acompanhá-lo, a se envolver e conferi-lo; não somente ouça relatórios sobre o trabalho, afastado, observando de longe. Se você for responsável por qualquer parte do trabalho, não importa por quantos projetos você é responsável, sua responsabilidade será se envolver constantemente e fazer perguntas e, ao mesmo tempo, conferir as coisas. Esse é o seu trabalho. E assim, não importa se você é líder regional, líder distrital, líder de igreja ou líder de equipe ou supervisor, uma vez que determinou o escopo das suas responsabilidades, você deve examinar frequentemente se está fazendo a sua parte nesse trabalho, se cumpriu as responsabilidades que devem ser cumpridas por um líder ou obreiro, que trabalho você não fez, que trabalho você não quer fazer, que trabalho foi ineficaz e de qual trabalho você não compreendeu os princípios. Tudo isso são coisas sobre as quais você deveria refletir com frequência. Ao mesmo tempo, você deve aprender a se comunicar e fazer perguntas a outras pessoas, e deve aprender a identificar, nas palavras de Deus e nos arranjos de trabalho, um plano e princípios de implementação. Em relação a qualquer arranjo de trabalho, seja ele relacionado à administração, aos recursos humanos ou à vida da igreja, ou a qualquer tipo de trabalho especializado, se disser respeito às responsabilidades de líderes e obreiros, se for uma responsabilidade que você deve cumprir e estiver dentro do alcance das suas responsabilidades, você deveria se preocupar com isso. Naturalmente, o trabalho também deveria ser priorizado, para que nenhum projeto fique para trás. Se você diz: “Eu não tenho três cabeças e seis braços; não consigo administrar todos os projetos envolvidos nos arranjos de trabalho” — havendo algum trabalho no qual você não possa se envolver pessoalmente —, você arranjou outra pessoa para o fazer? E quando essa pessoa terminou, você investigou por meio de perguntas, ou ajudou a ver se as coisas ficaram à altura do padrão? Certamente, você teve tempo para fazer umas perguntas e ver se as coisas estão à altura do padrão? Alguns líderes e obreiros dizem: “Eu só posso fazer um trabalho por vez. Se você pedir que eu confira se um projeto está à altura do padrão, só poderei fazer isso com um; mais do que isso será um problema”. Nesse caso, você não é apto para ser um líder ou obreiro, não está à altura da tarefa e não tem as habilidades. Você ficará melhor se encontrar o tipo de trabalho adequado para você. Se você não tem as qualidades exigidas, vá em frente e se demita, para que alguém que consiga fazer o trabalho possa ser encontrado. Isso não é apropriado? Não tente fazer tudo por conta própria: no fim, você falhará e atrasará o trabalho da casa de Deus e prejudicará a casa de Deus — caso em que você não terá cumprido sua responsabilidade. Isso é não ter autoconsciência, é não fazer trabalho real, continuar tentando fazer tudo sozinho, e preferir os privilégios do status, o que faz de você um genuíno falso líder.

Extraído de ‘Identificando falsos líderes (10)’ em “Registros das falas de Cristo dos últimos dias”

Há alguns que são completamente arrogantes em sua atitude em relação aos arranjos de trabalho do alto. “O alto faz os arranjos de trabalho”, pensam, “e nós estamos aqui embaixo, fazendo o trabalho. Parte do que é dito e algumas das tarefas podem ser implementadas com flexibilidade — podem ser alteradas quando chegam a nós. Afinal de contas, o alto só fala, e nós somos aqueles que fazem o trabalho prático. Nós entendemos a situação na igreja, mas o alto não, assim, cabe a nós fazer com as pessoas e o trabalho da igreja o que acharmos adequado. Podemos fazer o que quisermos, e ninguém tem o direito de interferir”. Para tais pessoas, o princípio de servir a Deus é este: “Se achar que algo é certo, tomarei nota disso; se achar que algo é impraticável, ignorarei. Posso resistir a você se eu quiser ou me opor a você e não preciso implementar nem executar nada que eu não queira. Se algo que você diz me parecer inapropriado, eu corrigirei para você, e, após ter filtrado, eu o passarei adiante. Nada que eu não tenha aprovado pode ser impresso”. Em todos os outros lugares, os arranjos do alto são disseminados em sua forma original, mas essa pessoa envia sua versão editada dos arranjos de trabalho para as pessoas na região que lidera. Essa pessoa sempre deseja colocar Deus de escanteio e quer desesperadamente que todos a sigam e acreditem nela. A seu ver, Deus não está à altura dela em certas áreas — ela também deveria ser Deus, e todos deveriam acreditar nela. Essa é a natureza daquilo que faz. Se vocês entenderam isso, ainda assim chorariam quando essa pessoa for removida e substituída? Ainda teriam simpatia por ela? Ainda pensariam: “O que o alto faz é desnecessário e injusto — como o alto pode dispensar alguém que sofreu tanto?”. Pelo bem de quem ela sofreu? Sofreu pelo bem do próprio status. Ela serve a Deus? Está cumprindo seu dever? É leal e submissa a Deus? Ela nada mais é do que um lacaio de Satanás, e seu trabalho é o império do diabo; ele destrói o plano de gerenciamento de Deus e perturba Sua obra. Que tipo de fé é essa? Ela nada mais é do que um diabo, um anticristo!

Extraído de ‘O que é ofender a Deus?’ em “Registros das falas de Cristo dos últimos dias”

Algumas pessoas, embora não consigam entender partes dos arranjos feitos pelo Alto, mesmo assim são capazes de obedecer a eles. Dizem elas: “Tudo que Deus faz é correto e tem significado. Mesmo que não o entendamos, nós nos submetemos a isso. O que não faremos é julgar Deus! Se algo não nos soa correto, obedecemos mesmo assim. Somos humanos com mentes humanas — o que sabemos? Então apenas seguimos e nos submetemos aos arranjos de Deus até chegar o dia em que os entenderemos. Mesmo que esse dia não chegue, ainda assim nos submetemos voluntariamente. Somos humanos e devemos nos submeter a Deus. É isso que devemos fazer”. Outros, porém, não são assim. Quando veem o que está sendo feito pelo Alto, sua primeira reação é investigar. Dizem eles: “Deus, analisemos o que Tu dizes e o que Tu exiges. Tudo certo com o primeiro item, mas o segundo não está certo. Eu o consertarei para Ti”. Alguém que fala assim tem um coração que reverencia a Deus? Talvez ele tenha noções sobre algo que Deus faz e, por isso, não executa Seus arranjos na igreja, e irresponsavelmente espalha suas noções entre seus irmãos e irmãs para que eles venham a ter noções sobre Deus. Em primeiro lugar, essa pessoa não pode prover a verdade; em segundo lugar, ela espalha noções; em terceiro, faz com que os outros tenham noções sobre Deus e se oponham ao que Ele faz, e tentem levá-Lo a agir diferentemente para que, no fim, Ele ceda a eles. Há aqueles que fariam tais coisas na esperança de dissipar as noções das pessoas, fazendo com que Deus ceda e aja diferentemente e satisfaça as pessoas. Se uma pessoa dessas sentisse remorso e chorasse após fazer tais coisas, ela poderia ser considerada alguém que tem um coração de reverência por Deus? Algumas pessoas são um pouco zelosas e ignorantes em seu serviço a Deus — por isso, você pode ser perdoado. Se, porém, continuar a agir assim, você terá agido errado conscientemente, o que é um pecado maior e mais grave, e uma coisa terrível! Se seu ponto de vista acerca desses assuntos é simplicista, e você acha que eles não contam muito, você está fadado a ofender a Deus um dia. Já vi algumas pessoas assim; mesmo que não sejam expurgadas, seu desfecho já foi decidido desde cedo.

Extraído de ‘O que é ofender a Deus?’ em “Registros das falas de Cristo dos últimos dias”

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