153. Os princípios para tratar as teorias teológicas da religião

(1) As teorias teológicas da religião são apenas simulacros da verdade. Elas são falsificações, todas elas doutrinas capciosas, que fazem com que o homem codifique e resista a Deus;

(2) As teorias teológicas da religião não vêm da iluminação do Espírito Santo, mas das noções, imaginações, da lógica e do raciocínio indutivo do homem. São as mentiras de trapaceiros;

(3) As teorias teológicas da religião não são a verdade e não podem salvar as pessoas. Quanto mais alguém busca o conhecimento teológico, tanto mais arrogante e presunçoso se torna e tanto mais nega a verdade e resiste a Deus;

(4) As teorias teológicas da religião são extremamente enganosas, e quem acredita em Deus, mas não busca a verdade, está extremamente sujeito a ser enganado e controlado por elas, rumando assim para a destruição.

Palavras de Deus relevantes:

Todos aqueles no cristianismo que estudam teologia, as Escrituras e até a história da obra de Deus — são eles crentes verdadeiros? São eles de alguma forma diferentes dos crentes e seguidores de Deus de que Deus fala? Aos olhos de Deus, eles acreditam em Deus? (Não.) Eles estudam teologia, estudam Deus. Existe diferença entre eles que estudam Deus e aqueles que estudam outras coisas? Não há diferença. Elas são exatamente iguais às pessoas que estudam história, que estudam filosofia, que estudam direito, que estudam biologia, que estudam astronomia — elas apenas não gostam de ciência, de biologia ou de qualquer outro assunto; elas simplesmente gostam de teologia. Essas pessoas estudam Deus procurando pistas e deslizes na obra de Deus — e o que resulta de suas pesquisas? Elas são capazes de determinar se Deus existe? Jamais serão. São capazes de determinar a vontade de Deus? (Não.) Por quê? Porque elas vivem em meio a palavras e frases, vivem em meio ao conhecimento, vivem em meio à filosofia, vivem em meio às mentes e pensamentos de humanos. Elas nunca serão capazes de ver Deus, jamais obterão o esclarecimento do Espírito Santo. Como Deus as define? Como não crentes, como incrédulas. Essas pessoas não crentes e incrédulas se misturam com a chamada comunidade cristã, agindo como pessoas que acreditam em Deus, agindo como cristãos — mas de fato adoram verdadeiramente a Deus? Elas realmente obedecem a Ele? Não. Por quê? Uma coisa é certa: é porque, em seu coração, elas não acreditam que Deus criou o mundo, que Ele governa todas as coisas, que Ele pode se tornar carne e muito menos acreditam que Deus existe. O que essa descrença indica? Dúvida, negação e até mesmo uma atitude de esperar que as profecias ditas por Deus — particularmente aquelas sobre os desastres — não se realizem e não sejam cumpridas. Essa é a atitude com que tratam a crença em Deus e também é a essência e a verdadeira face de sua assim chamada fé. Essas pessoas estudam Deus porque têm um interesse especial nos estudos e no conhecimento da teologia e estão interessadas nos fatos históricos da obra de Deus. Elas não passam de um punhado de intelectuais estudando teologia. Esses “intelectuais” não acreditam na existência de Deus; então, o que eles fazem quando Deus vem fazer Sua obra e Suas palavras se cumprem? Qual é sua primeira reação quando ouvem que Deus se tornou carne e está realizando uma nova obra? “Impossível!” Eles condenam quem quer que pregue a nova obra de Deus e até querem matá-lo. Isso é manifestação de quê? Não é a manifestação de que são autênticos anticristos? Eles são hostis em relação à obra de Deus e ao cumprimento de Suas palavras, para não dizer nada de Sua carne encarnada: “Se Tu não encarnaste e Tuas palavras não se cumpriram, então Tu és Deus. Se Tuas palavras se cumpriram e Tu encarnaste, então Tu não és Deus”. Qual é o subtexto disso? É que enquanto existirem elas não permitirão a encarnação de Deus. Isso não é um autêntico anticristo? Esse é um anticristo genuíno. Afirmações como essas existem na comunidade religiosa? Afirmações como essas são feitas em alto e bom som e também muito incisivamente: “É errado dizer que Deus encarnou, é impossível! Toda encarnação é uma farsa!” Alguns perguntam: “Essas pessoas foram enganadas?” Absolutamente não. Elas simplesmente não têm fé verdadeira em Deus. Elas não acreditam na existência de Deus, não acreditam na encarnação de Deus, não acreditam na obra de Deus de criar o mundo, muito menos acreditam na obra de Deus de ser crucificado e redimir toda a humanidade. Para elas, a teologia que estudam é uma série de eventos históricos, é um tipo de doutrina ou teoria.

Extraído de ‘Eles são malignos, insidiosos e enganosos (parte 3)’ em “Expondo os anticristos”

Qual foi a principal manifestação da hipocrisia dos fariseus? Eles apenas estudaram a fundo as Escrituras e não buscaram a verdade. Quando leram as palavras de Deus, eles não oraram nem buscaram; em vez disso, estudaram as palavras de Deus, estudaram o que Deus disse e fez e, assim, transformaram Suas palavras em um tipo de teoria, em uma doutrina que ensinaram a outros. Isso é estudar a fundo as palavras de Deus. Então, por que eles fizeram isso? O que eles estudaram a fundo? Aos olhos deles, essas não eram as palavras de Deus, não eram as expressões de Deus, muito menos eram a verdade, mas uma forma de erudição. Aos olhos deles, essa erudição deveria ser repassada, deveria ser disseminada e somente isso já bastaria para disseminar o caminho de Deus e o evangelho. Isso é o que eles chamavam “pregação” e o sermão que pregavam era teologia.

[…] Os fariseus tratavam a teologia e a teoria que haviam dominado como um tipo de conhecimento, como uma ferramenta para condenar as pessoas e medir se estavam certas ou erradas. Eles até usaram isso no Senhor Jesus — foi assim que o Senhor Jesus foi condenado. Sua apreciação das pessoas e a maneira como as tratavam nunca se baseavam em sua essência nem no que diziam estar certo ou errado, muito menos na fonte ou proveniência de suas palavras. Eles apenas condenavam e mediam as pessoas com base em palavras e doutrinas inflexíveis que haviam dominado. E assim, embora esses fariseus soubessem que o Senhor Jesus não havia cometido nenhum pecado nem violado a lei, ainda assim o condenaram, porque o que o Senhor Jesus disse parecia estar em desacordo com o conhecimento e a erudição que haviam dominado e a teoria teológica que expunham. E os fariseus simplesmente não afrouxariam o controle sobre essas palavras e frases; eles se aferravam a esse conhecimento e não se desfariam dele. Qual era o único desfecho possível disso? Eles não reconheceriam que o Senhor Jesus era o Messias que viria ou que havia verdade no que o Senhor Jesus disse, muito menos que os atos do Senhor Jesus estavam de acordo com a verdade. Eles encontraram algumas acusações infundadas com as quais condenaram o Senhor Jesus — mas, em seu coração, eles de fato sabiam que esses pecados com os quais O condenaram eram válidos? Sabiam. Então, por que O condenaram assim mesmo? (Eles não queriam acreditar que o Deus altíssimo e poderoso em suas mentes poderia ter sido o Senhor Jesus, essa figura de um Filho comum do homem.) Não quiseram aceitar esse fato. E qual foi a natureza de sua recusa de aceitar isso? Não havia aí uma tentativa de argumentar com Deus sobre isso? O que eles queriam dizer era: “Deus poderia fazer isso? Se Deus tivesse encarnado, certamente nasceria de uma linhagem distinta. Além do mais, Ele deveria aceitar a tutela de escribas e fariseus, aprender esse conhecimento e ler muito as Escrituras. Somente depois de possuir esse conhecimento, Ele pode assumir a incumbência da ‘encarnação’”. Eles acreditavam que, em primeiro lugar, Tu não és qualificado; em segundo lugar, sem esse conhecimento, Tu não és capaz de fazer a obra de Deus, muito menos podes ser Deus; em terceiro lugar, Tu não podes operar fora do templo — Tu não estás no templo agora; Tu estás sempre entre os pecadores; portanto, a obra que Tu fazes está além do escopo da obra de Deus. De onde veio a base para a sua condenação? Das Escrituras, da mente do homem e da educação teológica que eles receberam. Por estarem cheios de noções, imaginações e conhecimento, eles acreditavam que esse conhecimento era certo, que era a verdade, que era a base e que Deus nunca poderia contrariar essas coisas. Eles buscaram a verdade? Eles não a buscaram. O que eles buscaram foram suas próprias noções e imaginações e suas próprias experiências, e tentaram usá-las para definir Deus e determinar se Ele estava certo ou errado. Qual foi o desfecho disso? Eles condenaram a obra de Deus e O pregaram na cruz.

Extraído de ‘Eles são malignos, insidiosos e enganosos (parte 3)’ em “Expondo os anticristos”

Como é possível que as pessoas religiosas que acreditam no Senhor tenham sido reduzidas ao “cristianismo”? Por que hoje elas são classificadas como um grupo religioso e não como a casa de Deus, a igreja de Deus, o objeto da obra de Deus? Elas têm um dogma, elas compilam a obra feita por Deus e as palavras que Ele disse em um livro, em materiais de ensino e, em seguida, abrem escolas para induzir e treinar todo tipo de teólogos. Estão esses teólogos estudando a verdade? (Não.) Então, o que eles estão estudando? Eles estão estudando o conhecimento teológico, que nada tem a ver com a obra de Deus nem com as verdades que Deus fala. E, ao fazer isso, eles estão se reduzindo ao cristianismo. O que o cristianismo defende? Se você for a uma igreja, as pessoas perguntarão há quanto tempo você acredita em Deus e, quando você disser que acaba de começar a crer, elas o ignorarão. Mas se você entrar lá segurando a Bíblia e disser: “Acabei de me formar em tal e tal Seminário Teológico”, então elas pedirão que você se sente num lugar de honra. Isso é cristianismo. Todos os fulanos que ocupam o púlpito estudaram teologia, são treinados em seminário, são detentores de conhecimento e teoria teológicos — eles são basicamente o esteio principal do cristianismo. O cristianismo treina essas pessoas para pregar do púlpito, para sair por aí evangelizando e trabalhando. Elas acham que o valor do cristianismo reside em tais pessoas capazes como esses estudantes de teologia, esses pastores e teólogos que pregam sermões; eles são seu capital. Se o pastor de uma igreja tiver se formado em um seminário, for bom em expor as Escrituras, tiver lido alguns livros espirituais e possuir um pouco de conhecimento e jeito com as palavras, então a igreja prosperará e terá uma reputação muito melhor que a de outras igrejas. O que essas pessoas no cristianismo defendem? Conhecimento. E de onde vem esse conhecimento? Foi transmitido desde tempos antigos. Nos tempos antigos, havia as Escrituras, que foram passadas de geração em geração, sendo que cada geração as leu e as aprendeu até os dias atuais. O homem dividiu a Bíblia em diferentes seções e criou várias edições para que as pessoas a estudassem a fundo e aprendessem. Mas o que elas aprendem não é como entender a verdade e conhecer Deus nem como entender a vontade de Deus e alcançar o temor de Deus e evitar o mal; em vez disso, elas estudam a fundo o conhecimento contido nelas. No máximo, elas examinam os mistérios contidos nela, procuram ver quais profecias do Livro do Apocalipse se cumpriram em determinado período, quando os grandes desastres vão acontecer, quando o milênio vai acontecer — essas são as coisas que elas estudam. E o que elas estudam está em conexão com a verdade? Não. Por que elas estudam coisas que não têm conexão com a verdade? Quanto mais elas as estudam, mais pensam que entendem e mais se equipam com a letra e a doutrina. Seu capital também cresce. Quanto mais qualificadas, mais capazes elas pensam que são, mais completa acreditam ser sua fé em Deus e maior elas pensam ser a probabilidade de que sejam salvas e de que entrem no reino celestial.

Extraído de ‘Eles são malignos, insidiosos e enganosos (parte 3)’ em “Expondo os anticristos”

Aqueles na religião que acreditam no Senhor se concentram em memorizar algumas passagens conhecidas da Bíblia; quanto mais alguém memoriza, mais espiritual ele se torna e mais admirado é por todos. Ele tem prestígio e uma posição alta. Na verdade, na vida real, sua perspectiva sobre o mundo, sobre a humanidade e todos os diferentes tipos de pessoas é igual à perspectiva das pessoas mundanas — ela não mudou. Isso prova algo: essas passagens que memorizou simplesmente não se tornaram sua vida; é evidente que são meramente um monte de teorias e doutrinas religiosas e não mudaram sua vida. Se a senda que vocês seguem é igual à senda seguida por pessoas religiosas, isso faz de vocês crentes no cristianismo; vocês não acreditam em Deus e não estão experimentando Sua obra. Alguns que não têm acreditado em Deus por muito tempo admiram aqueles que têm e cuja fala é bem-fundamentada. Veem tais pessoas sentadas ali falando por duas ou três horas com facilidade. Começam a aprender delas — termos e expressões espirituais e também como a pessoa fala e se comporta. Então decoram algumas passagens de palavras espirituais e assim continuam até, algum dia, seus anos de crença são suficientes em número para que se sentem e exponham sem fim, com eloquência e a fundo. Mas se ouvirmos atentamente, tudo é disparate, palavras vazias, meras letras e doutrinas; e são claramente truques religiosos, enganando a si mesmos e os outros. Que coisa triste! Vocês não devem seguir essa senda, que, uma vez trilhada, causa ruína e é difícil de abandonar. Valorizar tais coisas, tomá-las como sua vida e usá-las para se comparar com os outros para onde quer que se vá; ter, além de um caráter satânico corrupto, algumas teorias espirituais e elementos de hipocrisia — essa pessoa não é somente repugnante, mas é repugnante ao extremo, nojenta e descarada, e os outros não suportam olhar para ela. Portanto, a denominação daqueles que, no passado, seguiram o Senhor Jesus agora é chamada de cristianismo. É uma denominação e, em sua crença em Deus, eles não fazem nada além de aderir rigidamente a formalidades. Não há nenhuma mudança em seu caráter de vida, e não são pessoas que buscam a verdade; sua busca não é a verdade, o caminho e a vida que vem de Deus, em vez disso eles buscam ser fariseus e são hostis a Deus — esse é o grupo de pessoas que agora é definido como cristianismo. Como seu grupo veio a ser chamado de “cristianismo”? Isso se deu porque elas se passaram por santas, espirituais e bondosas e por verdadeiros seguidores de Deus, no entanto, elas negam toda verdade e negam a realidade de todas as coisas positivas que vêm de Deus. Usam palavras que Deus proferiu anteriormente para se camuflarem, para se armarem e se encobrirem e, no fim, as usam como um tipo de capital para defraudar as pessoas por toda parte de comida e bebida. Disfarçam-se como crentes em Deus e assim desfilam e enganam outros; competem uns com os outros e disputam com outros — para eles, essas coisas são glória e capital. Também querem ganhar as bênçãos e recompensas de Deus por meio de enganação. Essa é a senda que seguem. É por seguirem esse tipo de senda que seu grupo é, por fim, definido como cristianismo. Contemplando isso agora, o nome “cristianismo” é bom ou ruim? É uma designação infame, e não há nada de glorioso ou esplêndido nela.

Extraído de ‘Só aqueles que praticam a verdade são tementes a Deus’ em “Registros das falas de Cristo dos últimos dias”

A melhor maneira de mudar o caráter humano é remediar aquelas partes dos recônditos do coração das pessoas que foram profundamente envenenadas, permitindo que as pessoas comecem a mudar seus pensamentos e moralidade. Antes de mais nada, as pessoas precisam ver claramente que todos esses ritos religiosos, atividades religiosas, anos e meses e festivais são odiosos para Deus. Elas deveriam se libertar desses laços de pensamento feudal e erradicar todos os vestígios de sua propensão profunda à superstição. Essas coisas estão todas incluídas na entrada da humanidade. Vocês devem entender por que Deus leva a humanidade para fora do mundo secular e, novamente, por que Ele leva a humanidade para longe das regras e regulamentos. Esse é o portão através do qual vocês entrarão e, embora essas coisas não tenham nada a ver com a experiência espiritual de vocês, esses são os maiores obstáculos que bloqueiam sua entrada, impedindo-os de conhecer a Deus. Eles formam uma rede que envolve as pessoas. Muitas pessoas leem a Bíblia em demasia e podem até recitar numerosas passagens da Bíblia de memória. Em sua entrada hoje, as pessoas inconscientemente utilizam a Bíblia para medir a obra de Deus, como se a base deste estágio da obra de Deus fosse a Bíblia e sua fonte fosse a Bíblia. Quando a obra de Deus está alinhada com a Bíblia, as pessoas apoiam fortemente a obra de Deus e O consideram com nova estima; quando a obra de Deus não combina com a Bíblia, as pessoas ficam tão ansiosas que começam a suar, procurando nela a base da obra de Deus; se a obra de Deus não é mencionada na Bíblia, as pessoas ignoram Deus. Pode-se dizer que, no que diz respeito à obra de Deus de hoje, a maioria das pessoas a aceita cautelosamente e com cuidado, obedece a ela de forma seletiva e sente-se indiferente em conhecê-la; quanto às coisas do passado, elas se prendem a uma metade e abandonam a outra. Isso pode ser chamado de entrada? Ao considerar os livros dos outros como tesouros e tratá-los como a chave de ouro do portão do reino, as pessoas simplesmente não demonstram interesse naquilo que Deus requer delas hoje. Sobretudo, muitos “especialistas inteligentes” seguram as palavras de Deus em sua mão esquerda e as “obras-primas” de outros na direita, como se quisessem encontrar a base das palavras de Deus de hoje nessas obras-primas a fim de provar plenamente que as palavras de Deus estão corretas e até explicam as palavras de Deus para os outros, integrando-as às obras-primas, como se estivessem trabalhando. Para falar a verdade, existem muitos “pesquisadores científicos” na humanidade que nunca deram muito valor às mais recentes conquistas científicas da atualidade, realizações científicas sem precedentes (isto é, a obra de Deus, as palavras de Deus e a senda para a entrada na vida). Assim, as pessoas são todas “autoconfiantes”, “pregando” em toda parte com a força de sua eloquência e ostentando “o bom nome de Deus”. Enquanto isso, sua própria entrada está ameaçada e elas parecem estar tão longe das exigências de Deus como a criação está deste momento. Quão fácil é fazer a obra de Deus? Parece que as pessoas já se decidiram a deixar metade de si para ontem e trazer metade para hoje, entregar metade para Satanás e apresentar metade para Deus, como se esse fosse o caminho para aliviar sua consciência e ter alguma sensação de conforto. Os mundos internos das pessoas são tão insidiosos que elas têm medo de perder não apenas o amanhã, mas também o ontem, com muito medo de ofender tanto Satanás quanto o Deus de hoje, que parece ser e, ainda, não ser. Porque as pessoas falharam em cultivar seu pensamento e moralidade apropriadamente, elas carecem muito de discernimento e simplesmente não sabem dizer se a obra de hoje é ou não de Deus. Talvez seja porque o pensamento feudal e supersticioso das pessoas é tão profundo que há muito tempo colocam a superstição e a verdade, Deus e ídolos, na mesma categoria, sem se importar em distinguir entre essas coisas, e parecem incapazes de distinguir claramente mesmo depois de quebrarem a cabeça nesse sentido. É por isso que os seres humanos pararam completamente e não avançam mais. Todos esses problemas surgem da ausência de um tipo correto de educação ideológica, o que cria grandes dificuldades para sua entrada. Como resultado, as pessoas nunca sentem interesse algum pela obra do Deus verdadeiro, mas aderem persistentemente ao[1] trabalho do homem (como aqueles a quem consideram como grandes homens), como se tivessem sido marcadas com ferro quente por esse trabalho. Não são esses os tópicos mais recentes em que a humanidade deveria entrar?

Extraído de ‘Obra e entrada (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Trechos de sermão e comunhão para referência:

Após ler uma passagem das palavras de Deus, os pastores e estudiosos de religião e aqueles que estudam teologia e conduzem pesquisas teológicas não buscam a verdade, não buscam conhecer a Deus de verdade em suas experiências reais e, em vez disso, estudam as palavras e letras, estudam de um ponto de vista teórico até finalmente chegar a uma conclusão ou outra. Todas as conclusões às quais chegam são doutrina. Isso porque chegaram a essas conclusões com base em pesquisa textual e deliberação especializada, não com base em experiência própria. Chegar a uma conclusão com base no sentido literal de um texto e nos fatos registrados na Bíblia e então produzir uma teoria é conhecido como teoria teológica. Esse tipo de teoria não contém experiência prática nem entendimento das palavras de Deus e não possui esclarecimento nem iluminação do Espírito Santo. Entender por meio do esclarecimento e da iluminação do Espírito Santo ultrapassa o sentido literal das palavras; não pode ser expressado por uma linguagem superficial. É o entendimento mais prático, mais verdadeiro, e não pode ser derivado da Bíblia, por mais que ela seja estudada. O Espírito Santo só esclarece e ilumina as pessoas quando elas buscam a verdade e praticam e experimentam as palavras de Deus. Portanto, hoje, Deus exige que experimentemos Suas palavras, e se, em nossa experiência, recebermos orientação, esclarecimento e iluminação do Espírito Santo, poderemos obter um entendimento real das palavras de Deus. Esse entendimento real não pode ser extraído, por mais que a pessoa estude um livro ou o sentido literal das palavras de Deus; isso é algo que não pode ser alcançado pelo pensamento humano. É algo que não pode ser imaginado pelo homem; é o entendimento prático de Deus. Atualmente, estamos experimentando as palavras e a obra de Deus. É por isso que, no fim, alcançaremos um entendimento real de Deus. Aqueles estudiosos e especialistas religiosos jamais terão um entendimento real de Deus. Não importa quanto estudem o significado literal das palavras de Deus, tudo é inútil. No fim, Deus os condenará. Em sua fé em Deus, eles não estão trilhando a senda de experimentar as palavras de Deus e de obter o esclarecimento do Espírito Santo. Eles confiam em na própria mente quando pesquisam, imaginam e deliberam, e, no fim, eles produzirão algum tipo de teoria. Essa teoria é absurda e irrealista, determinada por Deus a ser uma falácia. É por isso que Deus não os reconhece como pessoas que entendem Deus. Todos eles são pessoas muito absurdas e ilógicas.

Extraído de “Sermões e comunhão sobre a entrada na vida”

Em todo o mundo religioso, há um monte de pessoas que têm conhecimento bíblico e teológico. Por que essas pessoas não podem realizar a obra de Deus? Porque todo o seu conhecimento bíblico e teológico é conhecimento absurdo; ele jamais pode assumir o lugar da verdade, muito menos pode realizar a obra de Deus ou salvar a humanidade. Hoje, vimos nas palavras de Deus que elas são a verdade, e todo o conhecimento bíblico e teológico é incompatível com a verdade expressada por Deus. Quanto mais alguém entende conhecimento bíblico e teológico, mais suscetível ele é a resistir e condenar a Deus. O que, então, é a verdade? Existe verdade no conhecimento teológico? Existe verdade no conhecimento bíblico? Nada disso é a verdade. O conhecimento bíblico foi escrito por seres humanos, resumido a partir do pensamento humano; não são as palavras de Deus; somente as palavras de Deus são a verdade. O conhecimento bíblico e as palavras de Deus são duas coisas totalmente diferentes e simplesmente não podem ser equiparados. Quando alguém possui conhecimento teológico e bíblico, como ele é capaz de resistir a Deus, de julgá-Lo e de se tornar um anticristo? Isso ocorre porque um excesso de conhecimento só pode corromper uma pessoa, torná-la arrogante e presunçosa e fazer com que ela resista a Deus ainda mais ferozmente. São aqueles que possuem um excesso de conhecimento teológico e bíblico que resistem a Deus de modo ainda mais severo. Dois mil anos atrás, os sumos sacerdotes, escribas e fariseus do judaísmo, pessoas que eram exatamente como Paulo, acreditaram em Jeová por gerações e estudaram as Escrituras por mais de mil ou dois mil anos. Seu conhecimento das Escrituras era o mais completo, mas, no fim, eles se tornaram os principais culpados que resistiram a Deus, os inimigos de Deus encarnado — grupo após grupo, tornaram-se anticristos, “edificados” por seu conhecimento das Escrituras e sua teologia. Alguns podem perguntar: “O que há de errado no estudo intenso da Bíblia e na pesquisa teológica?”. Estudar Bíblia e teologia não é o caminho de conhecer a Deus. Estudar tais coisas só pode levar a pessoa a trair a Deus cada vez mais e a se afastar cada vez mais da verdade. Conhecer a Deus só pode ser alcançado experimentando a obra de Deus e a obra do Espírito Santo. Estudar teologia e conhecimento bíblico não permite ganhar a obra do Espírito Santo — não adianta estudar essas coisas. Aqueles que são aperfeiçoados e usados por Deus na Era do Reino não têm conhecimento bíblico nem teológico, tampouco são intelectuais; como, então, podem ser usados por Deus? Qual é a razão disso? É porque Deus não aperfeiçoa as pessoas que têm conhecimento; Deus aperfeiçoa pessoas honestas que amam e buscam a verdade, pessoas como Pedro.

Extraído de “Sermões e comunhão sobre a entrada na vida”

Estudar teologia e buscar conhecimento ajudaria a alcançar um entendimento de Deus? Você não somente não alcançaria um entendimento de Deus, como isso também faria com que você se afastasse cada vez mais de Deus e resistisse cada vez mais a Ele. O conhecimento em excesso, incluindo conhecimento teológico, é um inimigo da verdade. Portanto, quanto mais você se concentrar no conhecimento teológico, mais seriamente você resistirá a Deus. No fim, você se tornará um inimigo de Cristo. Hoje, aceitamos a obra de Cristo e aceitamos a salvação de Cristo. Estamos começando a ter um entendimento de Deus, podemos enxergar o mundo, enxergamos o conhecimento, podemos enxergar teorias teológicas e podemos até abandonar Satanás e renunciar a esse conhecimento, o que significa que começamos a embarcar na trilha certa da salvação. Se a pessoa realmente entender a verdade e conseguir enxergar, discernir, dissecar, rejeitar e abandonar as leis e filosofias, o conhecimento e as falácias de Satanás, ela será completamente salva por Deus. Atualmente, já alcançamos esse estágio? Se lhe pedissem que você dissecasse uma das filosofias de Satanás, você seria capaz de usar a verdade para refutar e criticá-la totalmente? Se você tirasse aleatoriamente um livro da estante do mundo, você seria capaz de encontrar as falácias que contrariam a verdade dentro desse livro? Se você selecionasse aleatoriamente um livro religioso e conseguisse enxergar claramente suas falácias, saber onde estão seus erros, onde ele se opõe à verdade e a quais verdades ele não se conforma; se você alcançasse esse nível, isso significaria que você entende a verdade e que tem a verdade. Digamos que você entre em contato com alguém que acredita em Deus. Não importa o tipo de pessoa, se é pastor ou presbítero, quando ele começar a falar, você reconhecerá o absurdo naquilo que ele diz, em que ele está errado e quais verdades ele viola. Isso provaria que você realmente entende a verdade. Atualmente, você ainda não alcançou essa estatura, o que indica que você ainda não entende a verdade. As consequências de não entender a verdade são que você ainda é suscetível a ser enganado por Satanás, a ser enganado pelo homem e a seguir falsos pastores e falsos profetas. Se alguém do mundo religioso lhe dá um livro para ler, e, após lê-lo, você acha que ele também ensina as pessoas a serem boas e que não há nada de errado com ele, isso prova que você carece de discernimento e que você não tem a verdade. Quando você for capaz de refutar, dissecar totalmente e criticar todos os tipos de falácias religiosas e todas as falácias da humanidade e do mundo religioso que resistem a Deus, isso provará que você realmente tem estatura e é capaz de ser uma testemunha de Deus.

Extraído de “Sermões e comunhão sobre a entrada na vida”

Nota de rodapé:

1. “Aderir persistentemente a” é utilizado de forma irônica. Essa frase indica que as pessoas são teimosas e intratáveis, agarrando-se a coisas desatualizadas, não estando dispostas a abrir mão delas.

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