70. Os princípios para receber pessoas em uma igreja

(1) Ninguém pode ser aceito em uma igreja sem fazer um voto de compromisso, escrito pelo próprio candidato, e sem que seu pedido receba o consentimento dos líderes e diáconos da igreja;

(2) Uma igreja nunca deve aceitar como novo membro uma pessoa má ou enganosa, nem pessoas que tenham uma aparência desagradável e intimidante e que não sejam nem dignas nem apresentáveis;

(3) Quando alguém que, anteriormente, rejeitou a igreja em favor do mundo deseja se reunir novamente, ele não pode ser aceito até que tenha se arrependido genuinamente e sido avalizado por várias pessoas;

(4) Aqueles que foram presos e escreveram as “três declarações”, mas são de humanidade decente e demonstram remorso, podem ser readmitidos com o consentimento da maioria dos membros da igreja;

(5) Se alguém que foi expurgado ou expulso, mas se arrependeu sinceramente e é capaz de continuar ganhando pessoas por meio da pregação do evangelho, solicitar a reentrada, ele poderá ser admitido.

Palavras de Deus relevantes:

Durante o período da obra de salvação de Deus, todos os que podem ser salvos serão salvos ao limite extremo, e nenhum deles será descartado, pois o propósito da obra de Deus é salvar o homem. Todos aqueles que, durante o tempo da salvação do homem por Deus, são incapazes de alcançar uma mudança em seu caráter — bem como todos aqueles que são incapazes de se submeter a Deus completamente — se tornarão objetos de punição. Essa etapa da obra — a obra das palavras — revela ao homem todos os caminhos e mistérios que ele não compreende, para que o homem possa compreender a vontade de Deus e as exigências de Deus ao homem, de modo que possam ter condições de pôr as palavras de Deus em prática e alcançar mudanças em seu caráter. Deus usa apenas palavras para fazer Sua obra e não pune as pessoas por serem um pouco rebeldes, porque agora é o tempo da obra de salvação. Se todos os rebeldes fossem punidos, ninguém teria oportunidade de ser salvo; todos seriam punidos e cairiam no Hades. O propósito das palavras que julgam os homens é permitir que eles conheçam a si mesmos e se submetam a Deus; não é puni-los com tal julgamento. Durante o tempo da obra das palavras, muitas pessoas exporão sua rebeldia e provocação, bem como sua desobediência ao Deus encarnado. Todavia, Ele não punirá todas essas pessoas por essa razão, mas, em vez disso, apenas lançará fora aquelas que são totalmente corruptas e não podem ser salvas. Ele entregará a carne dessas pessoas a Satanás e, em alguns poucos casos, dará fim à sua carne. Aquelas que restarem continuarão a seguir e a experimentar tratamento e poda. Se, enquanto seguirem, elas ainda não conseguirem aceitar tratamento e poda e se tornarem cada vez mais degeneradas, então essas pessoas terão perdido sua chance de salvação. Cada pessoa que tiver aceitado a conquista pelas palavras terá ampla oportunidade de salvação; a salvação por Deus de cada uma dessas pessoas mostrará a Sua extrema leniência. Em outras palavras, lhes será mostrada a suprema tolerância. Desde que as pessoas retornem da senda errada, desde que possam se arrepender, Deus lhes dará a oportunidade de obterem Sua salvação. Quando as pessoas se rebelam contra Deus pela primeira vez, Deus não tem desejo de matá-las, mas faz tudo o que pode para salvá-las. Se alguém realmente não tiver espaço para a salvação, Deus o lançará fora. Deus tarda a punir alguém porque Ele quer salvar todos aqueles que podem ser salvos. Ele julga, ilumina e guia as pessoas somente com palavras e não usa um cajado para matá-las. Usar palavras para levar os homens à salvação é o propósito e o significado da etapa final da obra.

Extraído de ‘Vocês deveriam pôr de lado as bênçãos do status e entender a vontade de Deus de trazer a salvação ao homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

No passado, algumas pessoas foram expulsas da igreja por fazerem coisas ruins, e seus irmãos e irmãs as rejeitaram. Após vagarem por aí por alguns anos, elas agora retornaram. O fato de não terem abandonado Deus totalmente é uma coisa boa; isso lhes dá oportunidade e esperança de serem salvas. Se tivessem fugido e parado de acreditar, tornando-se iguais aos incrédulos, elas estariam totalmente condenadas. Se conseguirem dar meia-volta, ainda existe esperança para elas; isso é raro e precioso. Seja lá como Deus age, e seja lá como as trata, se odeia ou detesta as pessoas, se chegar um momento em que elas possam dar meia-volta, então Eu terei grande consolo, pois isso significará que as pessoas ainda têm um pouquinho de espaço para Deus em seu coração, que não perderam completamente sua razão humana ou sua humanidade, que ainda querem crer em Deus e têm alguma intenção de reconhecer e voltar para diante de Deus. Não importa quem deixe a família de Deus, se ele retornar, e essa família ainda estiver em seu coração, Eu ficarei um pouco apegado sentimentalmente e sentirei certo consolo. No entanto, se ele nunca voltar, será uma pena. Se ele puder voltar e começar a acreditar sinceramente em Deus, Meu coração ficará especialmente cheio de gratificação. Quando foi embora, você certamente estava sendo bastante negativo e estava num estado ruim; mas se você consegue voltar agora, isso prova que você ainda tem fé em Deus. No entanto, é um fator desconhecido se você consegue ou não continuar adiante, pois as pessoas mudam tão rapidamente. Na Era da Graça, Jesus teve piedade e graça para com os humanos. Se uma ovelha, de cem, se perdia, Ele deixava as noventa e nove para procurá-la. Esse verso não representa um tipo de método mecânico, nem uma regra; antes, mostra a intenção urgente de Deus de trazer a salvação às pessoas, bem como Seu profundo amor por elas. Não é uma maneira de fazer as coisas; é um tipo de caráter, um tipo de mentalidade. Portanto, algumas pessoas partem por seis meses ou um ano, ou têm seja lá quantas fraquezas ou sofrem com seja lá quantas concepções errôneas, e, entretanto, sua habilidade de, mais tarde, acordar para a realidade, ganhar conhecimento, dar meia-volta e retornar à trilha certa Me deixa muito consolado e Me traz esse pouquinho de satisfação. Neste mundo de alegria e esplendor, e nesta era do mal, ser capaz de permanecer firme, reconhecer a Deus e voltar à trilha certa são coisas que trazem bastante conforto e empolgação. Tome, come exemplo, a criação dos filhos: se eles são ou não filiais, como você se sentiria se eles não o reconhecessem, e saíssem de casa para nunca mais retornar? Lá no fundo, você continuaria se preocupando com eles e sempre se perguntaria: “Quando meu filho retornará? Gostaria de vê-lo. Afinal, ele é meu filho, e não foi por nada que eu o criei e amei”. Você sempre pensou assim; sempre desejou que esse dia chegasse. Todos sentem o mesmo em relação a isso. Hoje em dia, as pessoas são de estatura baixa, mas o dia virá em que elas entenderão a vontade de Deus, a não ser que não abriguem nem um pingo de desejo de acreditar e não admitam que Ele é Deus.

Extraído de ‘Pessoas que fazem exigências constantes a Deus são as menos razoáveis’ em “Registros das falas de Cristo dos últimos dias”

Quais são os dois aspectos mais importantes do caráter justo de Deus? (Fúria profunda e demonstração abundante de misericórdia.) Qual, porém, é o sentido dessas coisas? Quem enfrenta a fúria? Aqueles que resistem a Deus, rejeitam a verdade e seguem Satanás. Deus não quer aqueles que estão resolutamente determinados a seguir Satanás e não quer traidores e desertores. Algumas pessoas dizem: “Num momento de fraqueza, decidi não cumprir o meu dever, mas, na verdade, não quero abandonar a Deus nem passar para o lado de Satanás”. Isso é permissível? Não se pode dizer que é proibido, mas não deve ser encorajado. O que quero dizer com isso? Quero dizer que Deus pode demonstrar misericórdia e tolerância ao lidar com a sua fraqueza, dependendo da situação. Deus é abundantemente misericordioso. As pessoas residem em meio aos seus caracteres corruptos, e, em algumas circunstâncias, é inevitável que se sintam fracas, negativas ou preguiçosas. Deus julga de acordo com a situação e trata você com total precisão. Se você não for um desertor, Ele não o tratará como desertor. Se você for fraco, Ele lidará com você de acordo com a sua fraqueza. Se você expuser corrupção por um momento ou perder o caminho por um tempo, Deus o esclarecerá, guiará e apoiará. Ele considerará tais pessoas como pessoas de estatura baixa que não entendem a verdade, pois seu problema nada tem a ver com sua natureza e essência. Por que Deus não lida com essas pessoas abandonando-as? Porque elas não O rejeitaram nem rejeitaram a verdade, e porque elas não querem seguir Satanás. Elas só tiveram um momento temporário de fraqueza e não conseguiram superá-lo, então Deus lhes dá outra chance. Como, então, devem ser tratadas essas pessoas que experimentaram uma fraqueza momentânea e não conseguiram cumprir seus deveres, mas que, mais tarde, voltam para cumpri-los? Elas devem ser aceitas. Cada caso é diferente por natureza, então você não pode aplicar a mesma regra para lidar com todos. Algumas pessoas não estão sofrendo de fraqueza; na verdade, são desertoras. Se você aceitá-las de volta, elas desertarão novamente quando algo semelhante acontecer. Esse tipo de pessoa não é um desertor momentâneo; essa pessoa sempre será uma desertora. Então, Deus expulsa essas pessoas e nunca mais as aceita de volta. De todas que Deus pode salvar, Ele não salva essas.

Extraído de ‘Propagar o evangelho é o dever a que todos os crentes estão moralmente obrigados’ em “Registros das falas de Cristo dos últimos dias”

Há pessoas como esta em todos os lugares: depois de ter certeza sobre o caminho de Deus, por várias razões, ela parte em silêncio e sem uma palavra de despedida para fazer tudo que seu coração desejar. Por enquanto, não entraremos nos motivos pelos quais essa pessoa vai embora; primeiro daremos uma olhada em qual é a atitude de Deus para com esse tipo de pessoa. Está muito claro! A partir do momento em que essa pessoa vai embora, aos olhos de Deus, o período de sua crença acaba. Não é a pessoa que o encerra, mas Deus. A pessoa ter deixado Deus significa que ela já O rejeitou, que já não O quer mais, e não mais aceita a salvação de Deus. Uma vez que essa pessoa não quer Deus, Ele ainda pode querê-la? Além do mais, quando tem essa atitude, essa visão, e está determinada a deixar Deus, ela já provocou o caráter de Deus. Mesmo que não tenha perdido o controle e amaldiçoado Deus, mesmo que não tenha se envolvido em nenhum comportamento vil ou excessivo, e mesmo que essa pessoa esteja pensando: “Se chegar o dia em que eu tiver me enchido de prazer lá fora ou ainda necessite de Deus para alguma coisa, eu voltarei. Ou, se Deus me chamar, eu voltarei”, ou ela diz: “Quando eu estiver ferida por fora, quando vir que o mundo exterior é escuro demais e perverso demais, e eu não quiser mais deixar a vida me levar, eu voltarei para Deus”. Mesmo que essa pessoa tenha calculado em sua mente quando, exatamente, ela voltará, mesmo que tenha tentado deixar a porta aberta para o seu retorno, ela não percebe que, não importa como pensa ou como planeja, tudo isso é apenas contar com o improvável. Seu maior erro é não ter certeza de como Deus se sente quando ela quer partir. Desde o momento em que essa pessoa decidiu deixar Deus, Ele a abandonou por completo; Deus já estabeleceu o desfecho dela em Seu coração. Que desfecho é esse? Essa pessoa será considerada apenas mais um rato, e perecerá junto com eles. Portanto, as pessoas frequentemente veem esse tipo de situação: alguém abandona a Deus, mas não recebe punição. Deus opera de acordo com princípios próprios; algumas coisas podem ser vistas, enquanto outras só são concluídas no coração de Deus, então as pessoas não podem ver o resultado. A parte que é visível às pessoas não é necessariamente o lado verdadeiro das coisas, mas esse outro lado — o lado que você não vê — contém, de fato, os verdadeiros e sinceros pensamentos e conclusões de Deus.

Extraído de ‘Como conhecer o caráter de Deus e os resultados que Sua obra alcançará’ em “A Palavra manifesta em carne”

Os parentes que não são da fé (seus filhos, seu marido ou sua esposa, suas irmãs ou seus pais etc.) não deveriam ser forçados a entrar na igreja. A casa de Deus não tem falta de membros, e não há necessidade de aumentar seu número com pessoas sem serventia. Todos aqueles que não creem alegremente não devem ser conduzidos à igreja. Este decreto se dirige a todas as pessoas. Vocês devem conferir, monitorar e lembrar uns aos outros dessa questão; ninguém pode violar este decreto. Mesmo que parentes que não são da fé entrem com relutância na igreja, eles não devem receber livros nem um novo nome; tais pessoas não são da casa de Deus e sua entrada na igreja deve ser impedida por quaisquer meios necessários. Se ocorrerem perturbações na igreja devido à invasão de demônios, você mesmo será expulso ou sofrerá a imposição de restrições. Em suma, todos têm uma responsabilidade nessa questão, embora não devam ser imprudentes nem usá-la para ajustar contas pessoais.

Extraído de ‘Os dez decretos administrativos que devem ser obedecidos pelo povo escolhido de Deus na Era do Reino’ em “A Palavra manifesta em carne”

Trechos de sermão e comunhão para referência:

Os princípios para aceitar novos crentes na igreja são: contanto que creiam sinceramente em Deus, mesmo se tiverem apenas uma lasca de esperança ou chance de serem salvos, eles devem ainda ser aceitos na igreja e nunca devem ser afastados. O padrão de aceitação de pessoas na igreja não deve ser tão alto, pois a humanidade inteira já foi corrompida muito profundamente e só alguns têm a humanidade que os qualifica. Se não forem malfeitores nem confusos, e se eles crerem sinceramente que Deus Todo-Poderoso é o Deus encarnado, então eles devem ser aceitos na igreja. Independentemente de serem operários, fazendeiros, professores, pessoal das áreas científica e tecnológica ou funcionários do governo, devemos tratá-los todos como iguais, sem qualquer preconceito. Devemos ter extrema paciência, especialmente em guiar grupos militares, professores e pessoal da área científica e tecnológica para entrar nas palavras de Deus e entender todas as verdades, porque essas pessoas têm mais dificuldades para entrar nas palavras de Deus — não podemos ter expectativa alta ou rigorosa demais em relação a elas. Se verdadeiramente tivermos amor por elas, devemos ficar em contato com elas e assisti-las regularmente. Mesmo que essas pessoas muitas vezes exijam mais tempo do que as pessoas comuns para entrar nas verdades e desenvolver uma base em sua fé em Deus, uma vez que tenham realmente entrado nas verdades, todas elas são talentos valiosos. Devemos entender que o cultivo de talentos exige que paguemos um preço.

Para aqueles que estão sendo aceitos pela igreja, normalmente a aprovação dos líderes e diáconos da igreja é suficiente. Em circunstâncias especiais, a aprovação da igreja toda é exigida. Se algumas pessoas não concordarem com a aceitação de um novo crente, ele deve ser testado por um período. Enquanto for testado, o seu patrocinador ou a pessoa que lhe pregou o evangelho deve ficar constantemente em contato com ele e observá-lo cuidadosamente. Se essa pessoa crer sinceramente em Deus e tiver uma chance de ser salva, então ela pode ser aceita na igreja. A obra de aceitação de pessoas na igreja não pode ser extrema demais; somente os malfeitores e as pessoas confusas devem ser restritas. Devemos aceitar a maioria das pessoas e somente os casos especiais devem exigir discussão adicional e aprovação da igreja.

A questão da aceitação de pessoas na igreja deve ser executada com cuidado, principalmente para evitar que os malfeitores que desejam se aproveitar da igreja, que muitas vezes cometem adultério ou são extremamente arrogantes, se juntem à nossa igreja. Há também aqueles que só vêm para socializar ou causar alarde, a quem também devemos impedir que se unam à nossa igreja, pois tais pessoas não amam as verdades, e mesmo que se unam à igreja, elas não ficarão até o final. Na igreja, aqueles que acabam por desistir são desse tipo de pessoa. Além disso, devemos também impedir que aqueles que estão espionando a nossa igreja se infiltrem nela. A igreja deve principalmente impedir os seguintes três tipos de pessoas de se misturarem com as nossas congregações: um tipo é aquele que é tão mau, depravado e baixo, que a igreja absolutamente não pode aceitá-lo; outro tipo são os espiões que desejam se infiltrar na igreja, a quem a igreja também absolutamente não pode aceitar; o último tipo são aqueles que não creem sinceramente em Deus. Eles irão desistir cedo ou tarde, mesmo se forem aceitos na igreja, então a igreja não deve aceitá-los.

Extraído de “Arranjos de trabalho”

A casa de Deus agora tem uma regra: todos os novos crentes devem escrever uma solicitação para se unir à igreja, declarando que o fazem de vontade própria e que nunca se arrependerão de fazê-lo, provando assim que realmente acreditam em Deus. Depois de você ter escrito sua solicitação, a casa de Deus usará seu comportamento para avaliar se permitirá que você se junte à igreja. Se você não escrever uma solicitação, a casa de Deus não o estimulará a fazê-lo, mas simplesmente o tratará como alguém que ainda precisa decidir o que quer. Essa não é a coisa certa a ser feita pela casa de Deus? Fazer isso dá às pessoas total liberdade de fé, coloca a escolha inteiramente nas mãos delas e evita qualquer senso de coação. Se você realmente acredita em Deus, assim que você determinou que Deus se tornou carne para executar pessoalmente a salvação do homem, você deve se juntar à igreja; somente então você será verdadeiramente arrebatado para diante de Deus e somente então Deus o reconhecerá como um membro de Sua casa. Se não se juntar à igreja, aos olhos de Deus você será meramente um espectador, um incrédulo; você pode até ser capaz de fazer algum pequeno esforço pela igreja, mas será nada mais do que um servidor temporário. É correto dizer que todos que não estão dispostos a se juntar à igreja não acreditam verdadeiramente em Deus e não são reconhecidos por Deus.

Extraído de “Sermões e comunhão sobre a entrada na vida”

Algumas pessoas são presas pelo grande dragão vermelho por causa de sua fé em Deus. Isso mostra que elas foram reveladas e eliminadas ou que foram purificadas e aperfeiçoadas? Não existe aqui uma regra padrão que se aplique a todos, pois isso depende do tipo de pessoa que ela é. Se é um demônio, alguém que não ama a verdade, isso mostra que ele foi revelado e eliminado. Se ama a verdade, sua prisão é uma provação. Quando são presas, algumas pessoas assinam as “três declarações” (uma declaração de arrependimento, uma declaração de garantia e uma declaração de rescisão), e há aquelas que dizem que foram eliminadas por Deus — mas a casa de Deus não acredita nisso. Se elas amarem a verdade e forem de boa humanidade, Deus ainda lhes dará uma chance; isso não passou de uma única transgressão e um caso único de falhar e cair, e mesmo assim elas serão acolhidas pela igreja. Para aqueles que levam o grande dragão vermelho a prender outros irmãos e irmãs, tudo está completamente acabado. Eles não serão salvos por Deus. O problema não é meramente que eles assinaram as “três declarações”. Eles cooperaram com o grande dragão vermelho, realizaram ações concretas que traem a Deus, e isso não é fraqueza, é traição total. Tais pessoas estão completamente acabadas, e a casa de Deus não as quer, e ponto. Quanto àqueles que assinarem as “três declarações”, mas não entregarem irmãos e irmãs nem levarem o grande dragão vermelho a prender outros irmãos e irmãs, se forem de boa humanidade e amarem a verdade, a casa de Deus lhes dará outra chance de se arrepender e eles continuarão sendo bem-vindos na igreja. Se eles nunca buscaram a verdade e são de humanidade pobre — se são perversos —, a casa de Deus não os quer, e eles terão sido totalmente revelados e eliminados. Essa prática está completamente alinhada com a vontade de Deus. Quando uma mesma coisa acontece com pessoas diferentes, é preciso fazer uma distinção: é preciso fazer uma determinação com base na natureza-essência das pessoas. Quando acontece com alguém que busca a verdade, as pessoas o veem de forma negativa — mas, na verdade, a vontade de Deus é benevolente. Ele está purificando e aperfeiçoando ou então testando e refinando essa pessoa. Quando a mesma coisa acontece com alguém que não ama a verdade, isso significa revelação e eliminação. Algumas pessoas dizem: “Eu não amava a verdade antes, mas quando encarei essa revelação, fui despertado. Devo me arrepender e começar a buscar a verdade”. Isso é aceitável, mas Deus deve verificar se você mudou após um tempo. Se você realmente se arrependeu e mudou, então, para você, o fato de você ter sido revelado dessa vez não significa eliminação; é a salvação final, e essa questão tomou um rumo favorável. Assim, aqueles que entendem a verdade têm princípios acerca de como tratam os outros; eles fazem distinções e não condenam cegamente nem tiram conclusões apressadas. Tirar conclusões apressadas pode, às vezes, impedir ou prejudicar pessoas boas, pois algumas pessoas boas não entendem a verdade e, muitas vezes, são fracas e exigem apoio amoroso.

Extraído de “Sermões e comunhão sobre a entrada na vida”

Anteriormente, durante grandes expurgações da igreja, muitas pessoas foram excluídas ou expulsas. Entre elas há certas pessoas que acreditam genuinamente em Deus e mostram sinais de arrependimento, e elas persistem em sua fé. A igreja deveria dar a essas pessoas outra chance, e elas deveriam ser aceitas de volta. As seguintes situações podem ser usadas como referência.

1. No que diz respeito a pessoas expurgadas da igreja por não terem cumprido seus deveres ou por não terem participado de reuniões com frequência, se elas mostrarem sinais de arrependimento genuíno, a igreja poderá aceitá-las de volta.

2. No que diz respeito a pessoas que realmente acreditam em Deus, mas que foram expulsas por terem cometido certa transgressão (o que, na verdade, não basta para cumprir os critérios para uma expulsão), a igreja poderá aceitá-las de volta.

3. No que diz respeito a pessoas que foram expurgadas por não terem buscado a verdade e por terem sido confusas em sua fé, se elas tiverem uma humanidade relativamente boa e não forem pessoas malignas e se, atualmente, estiverem mostrando sinais de arrependimento genuíno, a igreja poderá aceitá-las de volta.

4. No que diz respeito a pessoas que foram expulsas da igreja por terem uma humanidade pobre e por se comportarem mal, se, durante todo esse tempo, elas perseveraram em espalhar o evangelho e mostraram sinais de arrependimento genuíno, então a igreja pode aceitá-las de volta. Se tais pessoas retornarem para a igreja, elas deverão se comportar bem; além disso, não terão permissão para atuar como líderes.

Com relação a pessoas que se inserem nas categorias acima mencionadas, a igreja deve enviar alguém para obter um entendimento e verificar sua situação. Se tais pessoas forem sinceras em seu desejo de retornar para a igreja, elas poderão ser readmitidas, contanto que a maioria da congregação concorde. Se apenas uma minoria da congregação concordar, é preciso desistir do retorno dessas pessoas. No que diz respeito a aceitar pessoas na igreja, os princípios são absolutamente invioláveis. No passado, a maioria das expulsões era feita por razões válidas; somente uma minoria foi expulsa inapropriadamente. Pessoas dessa segunda categoria podem ser reconsideradas e receber mais uma chance. Se uma igreja readmitir a maioria das pessoas que tinha expulsado ou expurgado, erros graves podem ocorrer. Cada igreja deve entender bem esses princípios e não se desviar deles. Uma igreja deve agir de acordo com as circunstâncias reais e lidar com as pessoas de acordo com os princípios. Uma pessoa que comete transgressões não deve ser tratada como maligna, mas aqueles que são constantemente licenciosos e nunca mudam, nem mesmo após serem disciplinados repetidas vezes, aqueles que roubam ofertas com frequência e são insaciavelmente gananciosos, aqueles que são sempre arrogantes e presunçosos, enlouquecidos e descontrolados, aqueles que estão sempre semeando discórdia e buscando conflitos e aqueles que sempre lutam por poder e não estão dispostos a cumprir nenhum dever a não ser que tenham status — todas essas pessoas são incorrigíveis. Pessoas malignas sempre serão malignas; jamais se arrependerão de verdade. Assim, ninguém tem o direito de trazer tais pessoas de volta para a igreja, e qualquer um que faça isso será expulso pela igreja juntamente com elas. Aqueles que são trazidos de volta para a igreja não devem, de forma alguma, se envolver em qualquer conduta desordeira, e também devem conviver bem com a maioria das pessoas. Esses são os únicos tipos de pessoas que são aptos a serem trazidos de volta para a igreja. Somente aqueles que são benéficos para o trabalho da igreja ou são capazes de prestar serviço para a propagação do evangelho podem ser readmitidos; qualquer um que prejudique a igreja não pode, de forma alguma, ser readmitido. Líderes e colaboradores de todos os níveis devem agir de acordo com os princípios nesse assunto para que nenhuma pessoa boa seja ignorada e nenhuma pessoa má seja trazida de volta.

Extraído de “Arranjos de trabalho”

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