8. Os princípios para orar a Deus e adorá-Lo

(1) Quando se ganha o esclarecimento e a iluminação do Espírito Santo durante a oração, deve-se agradecer e louvar a Deus. Ao desfrutar da obra do Espírito Santo, é preciso prostrar-se e adorar a Deus;

(2) Leia as palavras de Deus com frequência. Quando alguém entende a verdade e vê o amor e as bênçãos de Deus, ele deve dar-Lhe graças e louvá-Lo. Essa é adoração verdadeira de Deus;

(3) Quando alguém enfrenta provações e tribulações sem reclamar, permanecendo firme em seu testemunho, isso é resultado da proteção de Deus, e deve-se dar-Lhe graças e louvá-Lo;

(4) Quando alguém passa pelo julgamento e castigo de Deus e obtém o conhecimento de sua própria essência corrupta e vê a justiça e a santidade de Deus, ele deve adorar a Deus.

Palavras de Deus relevantes:

Para usar seu coração e honestidade a fim de adorar a Deus, você deve ter um coração que seja calmo e sincero; nos mais profundos recônditos de seu coração, você deve saber como buscar a vontade de Deus e a verdade e deve contemplar como fazer bem o seu dever, contemplando que partes de seu dever você ainda não entende e como fazer melhor o seu dever. Somente pensando nessas coisas com frequência em seu coração, você será capaz de ganhar a verdade. Se essas coisas não são o que você contempla com frequência em seu coração e seu coração, em vez disso, está cheio de coisas da mente ou de coisas externas, ocupado com coisas tais que não tenham nada a ver com o uso de seu coração e honestidade para adorar a Deus — absolutamente nada a ver com isso — então você é capaz de ganhar a verdade? Você tem um relacionamento com Deus?

Extraído de ‘Somente sendo honesto é que se pode viver uma semelhança humana real’ em “Registros das falas de Cristo dos últimos dias”

O que é a oração verdadeira? É contar a Deus o que está dentro do seu coração, comungar com Deus ao captar Sua vontade, comunicar-se com Deus por meio de Suas palavras, sentir-se particularmente próximo de Deus, sentir que Ele está diante de você e crer que você tem algo a dizer a Ele. Seu coração parece cheio de luz e você sente como Deus é amável. Você se sente especialmente inspirado, e ouvir você traz gratificação aos seus irmãos e irmãs. Eles sentirão que as palavras ditas por você são as palavras que estão no coração deles, as palavras que eles desejam dizer, como se as suas palavras substituíssem as deles. É isso o que significa verdadeira oração. Depois de ter se envolvido em verdadeira oração, seu coração estará em paz e conhecerá a gratificação. A força para amar a Deus pode elevar-se, e você sentirá que nada tem mais valor e significância na vida do que amar a Deus. Tudo isso prova que suas orações foram eficazes.

Extraído de ‘Acerca da prática da oração’ em “A Palavra manifesta em carne”

Orar não é simplesmente fazer algo sem se envolver, seguir um procedimento ou recitar as palavras de Deus. Ou seja, orar não é papaguear determinadas palavras nem imitar os outros. Na oração, é preciso alcançar aquele estado em que o coração do indivíduo pode ser entregue a Deus e aberto para que seja tocado por Ele. A fim de que a oração seja eficaz, ela deve se basear na leitura das palavras de Deus. Somente orando com base nas palavras de Deus é possível receber mais esclarecimento e iluminação. As manifestações de uma oração verdadeira são: ter um coração que anseia por tudo o que Deus pede e, além disso, deseja cumprir o que Ele exige; odiar aquilo que Deus odeia e então, edificando sobre esta base, ganhar algum entendimento disso e ter algum conhecimento e clareza sobre as verdades que Deus expõe. É somente onde há resolução, fé, conhecimento e uma senda de prática após a oração que ela pode ser chamada de oração verdadeira, e somente esse tipo de oração pode ser eficaz. No entanto, a oração deve ser construída sobre o deleite das palavras de Deus, deve ser estabelecida sobre a base da comunhão com Deus em Suas palavras, e o coração deve ser capaz de buscar a Deus e aquietar-se perante Ele. A oração desse tipo já atingiu o ponto de verdadeira comunhão com Deus.

Extraído de ‘Acerca da prática da oração’ em “A Palavra manifesta em carne”

Se você conhece Deus, O entende e é capaz de compreender um pouco da Sua vontade, então você pode verdadeiramente acreditar Nele, submeter-se verdadeiramente a Ele, amá-Lo verdadeiramente e verdadeiramente adorá-Lo. Se não entende essas coisas, então você é apenas um seguidor que acompanha e segue o fluxo. Isso não pode ser chamado de submissão verdadeira ou de adoração verdadeira. Como se dá a adoração verdadeira? Sem exceção, todos que conhecem Deus genuinamente O adoram e reverenciam quando O veem; todos são obrigados a se curvar e adorá-Lo. No presente, enquanto Deus encarnado estiver operando, quanto mais entendimento as pessoas tiverem do Seu caráter e do que Ele tem e é, mais elas valorizarão essas coisas e mais O reverenciarão. Em geral, quanto menos entendimento as pessoas têm, mais descuidadas são e assim tratam Deus como humano. Se de fato conhecessem e vissem Deus, as pessoas tremeriam de medo. “Aquele que vem depois de mim é mais poderoso do que eu, cujos sapatos eu não sou digno de calçar” — por que João disse isso? Embora, lá no fundo, ele não tivesse um entendimento muito profundo, ele sabia que Deus deve ser reverenciado. Quantas pessoas hoje em dia são capazes de reverenciar a Deus? Se não conhecem Seu caráter, como, então, podem reverenciar a Deus? As pessoas não conhecem a essência de Cristo nem entendem o caráter de Deus, muito menos são capazes de adorar verdadeiramente a Deus. Se elas veem só a aparência externa comum e normal de Cristo, mas não conhecem Sua essência, então é fácil para as pessoas tratar Cristo apenas como um homem comum. Elas podem adotar uma atitude irreverente para com Ele e podem trapaceá-Lo, resistir a Ele, desobedecer-Lhe e lançar julgamento sobre Ele. Podem ser hipócritas e não levar a sério as Suas palavras; podem até gerar noções, condenações e blasfêmia contra Deus. Para resolver essas questões, é preciso conhecer a essência e a divindade de Cristo. Esse é o aspecto principal de conhecer a Deus; é nisso que todos que creem no Deus prático devem entrar e é isso o que devem alcançar.

Extraído de ‘Como conhecer o Deus encarnado’ em “Registros das falas de Cristo dos últimos dias”

Embora Jó nunca tivesse visto Deus ou ouvido as palavras de Deus com seus próprios ouvidos, Deus tinha um lugar no coração de Jó. Qual era a atitude de Jó para com Deus? Era, como mencionado anteriormente, “bendito seja o nome de Jeová”. Sua bendição ao nome de Deus era incondicional, independentemente do contexto e ligada a nenhuma razão. Vemos que Jó havia entregado seu coração a Deus, permitindo que ele fosse controlado por Deus; tudo o que ele pensava, tudo o que ele decidia, e tudo o que ele planejava em seu coração estava aberto a Deus e não impedido de Deus. Seu coração não estava em oposição a Deus, e ele nunca pedira a Deus para fazer qualquer coisa por ele ou dar-lhe qualquer coisa, e ele não abrigava desejos extravagantes de que ele iria ganhar qualquer coisa com base em sua adoração a Deus. Jó não falava de barganhas com Deus e não fazia pedidos ou exigências a Deus. Seu louvor ao nome de Deus era por causa do grande poder e autoridade de Deus em governar todas as coisas, e não dependia de se ele recebesse bênçãos ou fosse atingido por um desastre. Ele acreditava que, independentemente de Deus abençoar as pessoas ou trazer desastre sobre elas, o poder e a autoridade de Deus não mudarão e, portanto, independentemente das circunstâncias de uma pessoa, o nome de Deus deve ser louvado. O fato de o homem ser abençoado por Deus é por causa da soberania de Deus, e quando o desastre acontece ao homem, também é por causa da soberania de Deus. O poder e a autoridade de Deus governam e arranjam tudo concernente ao homem; os caprichos da sorte do homem são a manifestação do poder e autoridade de Deus e, independentemente do ponto de vista da pessoa, o nome de Deus deve ser louvado. Foi isso que Jó experimentou e conheceu durante os anos de sua vida.

Extraído de ‘A obra de Deus, o caráter de Deus e o Próprio Deus II’ em “A Palavra manifesta em carne”

Quando estava sendo castigado por Deus, Pedro orou: “Ó Deus! Minha carne é desobediente e, por isso, Tu me castigas e me julgas. Regozijo em Teu castigo e julgamento, e, mesmo que não me queiras, em Teu julgamento contemplo Teu caráter santo e justo. Sinto contentamento quando me julgas para que os outros possam contemplar Teu caráter justo em Teu julgamento. Se isso puder expressar o Teu caráter e permitir que o Teu caráter justo seja visto por todas as criaturas, e se puder tornar o meu amor por Ti mais puro, para que eu possa alcançar a semelhança de alguém que é justo, então Teu julgamento é bom, pois tal é Tua vontade graciosa. Sei que ainda há muita coisa rebelde dentro de mim e que ainda não estou apto para comparecer diante de Ti. Desejo que me julgues ainda mais, seja por meio de um ambiente hostil, seja por meio de grandes tribulações; independentemente do que fizeres, para mim é precioso. Teu amor é tão profundo, e estou disposto a entregar-me à Tua mercê sem a menor queixa”. Esse é o conhecimento de Pedro após ter experimentado a obra de Deus, e também é um testemunho do seu amor por Deus. […] Perto do final de sua vida, depois de ter sido aperfeiçoado, Pedro disse: “Ó Deus! Se vivesse mais alguns anos, eu desejaria alcançar um amor mais puro e mais profundo por Ti”. Quando estava prestes a ser pregado na cruz, ele orou em seu coração: “Ó Deus! Teu tempo chegou agora; chegou o tempo que Tu preparaste para mim. Devo ser crucificado por Ti, devo dar esse testemunho de Ti e espero que meu amor seja capaz de satisfazer Tuas exigências e que ele possa se tornar mais puro. Hoje, poder morrer por Ti e ser pregado na cruz por Ti é algo reconfortante e tranquilizador para mim, porque nada é mais gratificante para mim do que poder ser crucificado por Ti e satisfazer Teus desejos, e ser capaz de dar a mim mesmo a Ti, de oferecer minha vida a Ti. Ó Deus! És tão amável! Se me permitisses viver, eu estaria ainda mais disposto a Te amar. Vou Te amar enquanto eu viver. Desejo amar-Te mais profundamente. Tu me julgas, me castigas e me pões à prova porque não sou justo e porque pequei. E Teu caráter justo se torna mais visível para mim. Isso é uma bênção para mim porque me torna capaz de Te amar mais profundamente, e estou disposto a Te amar desse modo mesmo que Tu não me ames. Estou disposto a contemplar Teu caráter justo, porque isso me torna mais capaz de viver uma vida com sentido. Sinto que agora minha vida tem mais sentido porque estou sendo crucificado por Tua causa e é significativo morrer por Ti. Ainda assim, não me sinto satisfeito, porque conheço muito pouco de Ti, sei que não consigo satisfazer completamente Teus desejos e o que retribuí a Ti não foi o bastante. Na minha vida, tenho sido incapaz de me devolver inteiro a Ti; estou longe disso. Quando olho para trás neste momento, sinto-me tão endividado Contigo e só tenho este momento para compensar todos os meus erros e todo o amor não retribuído a Ti”.

Extraído de ‘As experiências de Pedro: seu conhecimento de castigo e julgamento’ em “A Palavra manifesta em carne”

Passados os anos, o homem se tornou desgastado pelo tempo, tendo experimentado a adversidade do refinamento e do castigo. Embora tenha perdido a “glória” e o “romance” do passado, o homem, sem o saber, veio a compreender os princípios da conduta humana, veio a apreciar os anos de devoção de Deus em salvar a humanidade. O homem pouco a pouco começa a detestar a própria barbárie. Ele começa a odiar o quanto é bestial, todos os seus equívocos em relação a Deus e as exigências irracionais que fez a Ele. O relógio não pode ser revertido. Os acontecimentos passados se tornam, para o homem, lembranças lamentáveis, e as palavras e o amor de Deus se transformam na força motriz da nova vida do homem. As feridas do homem cicatrizam dia a dia, sua força retorna e ele se levanta e contempla a face do Todo-Poderoso… só para descobrir que Ele sempre esteve ao lado do homem, que Seu sorriso e Seu belo semblante ainda são muito inspiradores. Seu coração ainda guarda a preocupação com a humanidade que Ele criou, Suas mãos ainda são tão calorosas e poderosas quanto eram no princípio. É como se o homem voltasse ao jardim do Éden, porém, desta vez, sem ouvir as tentações da serpente e sem se afastar do rosto de Jeová. O homem se ajoelha diante de Deus, contempla o rosto sorridente de Deus e oferece seu sacrifício mais precioso: “Oh! Meu Senhor, meu Deus!”.

Extraído de ‘O homem só pode ser salvo em meio ao gerenciamento de Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

Anterior: 7. Os princípios para orar e suplicar a Deus

Próximo: 9. Os princípios para praticar as devoções diárias

Durante desastres, além de rezar, a coisa mais crítica para nós é encontrar a maneira de sermos protegidos. Junte-se ao nosso grupo de estudo gratuitamente.

Configurações

  • Texto
  • Temas

Cores sólidas

Temas

Fonte

Tamanho da fonte

Espaçamento entre linhas

Espaçamento entre linhas

Largura da página

Sumário

Busca

  • Pesquise neste texto
  • Pesquise neste livro