62. Os princípios para as eleições da igreja

(1) Antes de uma eleição, é necessário ter comunhão na verdade e compreender os princípios. Eleja como dirigentes e obreiros aqueles que possam realizar obras práticas, de acordo com os arranjos de trabalho;

(2) Durante uma eleição, é necessário praticar a verdade e tratar as pessoas com justiça. Não se deixe guiar pela emoção nem por afinidades pessoais ou antipatias; em vez disso, dê um voto imparcial com base nos princípios;

(3) Todas as pessoas em uma igreja têm o direito de votar em uma eleição e o direito de ser eleito. Nenhuma pessoa pode privar arbitrariamente outras de seus direitos de votar e ser eleito;

(4) Absolutamente ninguém tem permissão para designar um candidato unilateralmente, e é necessário garantir que pelo menos 80% dos membros de uma igreja votem em uma eleição para que essa eleição seja válida.

Trechos de sermão e comunhão para referência:

As eleições democráticas da igreja de líderes e colaboradores dizem respeito ao evento-chave do povo escolhido de Deus para entrar na trilha certa de crer em Deus. Dizem diretamente respeito ao tema-chave da vida da igreja. Somente se elegerem bons líderes e colaboradores os eleitos de Deus poderão ser levados a entender a verdade e a entrar na trilha certa de crer em Deus. Se líderes falsos e anticristos assumirem o poder na igreja, eles não só atrasarão o povo escolhido de Deus em sua conquista da salvação, mas também perturbarão a vida da igreja. Trarão desastres para a igreja, e o povo escolhido de Deus será exposto ao perigo e vitimizado. Portanto, o modo com que o povo escolhido de Deus trata as eleições da igreja importa muito, e todos os eleitos de Deus devem buscar a verdade e realizar a eleição com seriedade e de acordo com os princípios. Os sete princípios da eleição democrática da igreja que o povo escolhido de Deus deve entender e aos quais deve obedecer são anunciados abaixo. Os eleitos de Deus devem vir a entendê-los claramente.

1. Todas as pessoas escolhidas de Deus na igreja (exceto aqueles que serão expurgados ou expulsos) têm o direito de eleger e ser eleitas. Ninguém tem o direito de interferir no direito das pessoas escolhidas de Deus de eleger e ser eleitas.

2. Quando eleições são realizadas pela igreja, todas as pessoas escolhidas de Deus devem ser notificadas, e todas devem participar (isso se refere à votação). Será considerado que aquelas que estão cientes da eleição, mas não participam dela, estão abrindo mão de seus direitos voluntariamente. Ninguém tem o direito de notificar apenas algumas pessoas para que participem da eleição ou de forçar um grupo de pessoas a desistir. Qualquer um que priva outros de seu direito ao voto ou os impede de votar é uma pessoa perversa que viola direitos humanos e resiste à verdade.

3. Na eleição da igreja, ninguém pode designar um candidato ou deliberadamente incitar ou forçar as pessoas escolhidas de Deus a votar de acordo com a vontade de certas pessoas. Isso é um ato que interfere nos direitos humanos e contraria a verdade. Antes da eleição, só é permitido comungar sobre a verdade e pregar os princípios para praticar. Essa é a maneira correta de comungar sobre a verdade e de cumprir seus deveres. Qualquer um que nomear um candidato segundo vontade própria ou incitar, enganar ou compelir pessoas a realizar uma eleição irregular invalidará os resultados da eleição.

4. O número de eleitores que participam de uma eleição da igreja deve ser igual a, no mínimo, 80% da congregação da igreja. O número de eleitores participantes em distritos e regiões pode ser o número máximo alcançável, confirme ditarem as circunstâncias. Se algumas das pessoas escolhidas de Deus forem incapazes de participar da votação porque não foram notificadas, essa eleição é inválida.

5. Ninguém tem o direito de substituir ou remover qualquer líder ou colaborador eleito justa e corretamente, a não ser que se determine que ele exibiu um comportamento claramente incompatível com o cumprimento do papel de líder ou colaborador. Em tal situação, pelo menos 80% das pessoas escolhidas de Deus devem aprovar antes que o futuro líder ou colaborador possa ser banido ou que uma eleição extraordinária possa ser realizada.

6. A eleição democrática de líderes e colaboradores da igreja, em todos os níveis, foi institucionalizada. As eleições são realizadas uma vez, anualmente, e o mandato é de um ano. Ninguém tem o direito de substituir um líder ou colaborador, em qualquer nível, que tenha sido eleito pela igreja. Se um líder ou colaborador eleito cometeu erros sérios no exercício de seu cargo que o tornem incapaz de continuar trabalhando, uma eleição extraordinária pode ser realizada para sua substituição, uma vez que tenha sido aprovada por uma maioria do povo escolhido de Deus.

7. Desde o dia em que a casa de Deus promulgou a implementação plena do sistema eleitoral da igreja, líderes em todos os níveis da igreja devem ser eleitos, e ninguém tem o direito de designar ou nomear líderes da igreja em qualquer nível. Essa é a regra administrativa da casa de Deus que ninguém tem direito de emendar. Qualquer um que violar essa regra administrativa será punido como anticristo.

Após implementar os sete princípios para a eleição democrática de líderes e colaboradores da igreja, os líderes e colaboradores em todos os níveis e o povo escolhido de Deus devem agir em conformidade com a prática. O povo escolhido de Deus tem o direito de supervisionar os líderes e colaboradores, em todos os níveis, para realizar eleições de acordo com os sete princípios. As pessoas escolhidas de Deus podem se unir para restringir ou impedir qualquer líder ou colaborador, em qualquer nível, que viole esses sete princípios. Se ele se recusar a obedecer, o povo escolhido de Deus pode apelar aos líderes do nível superior. Isso é um ato justo para manter o trabalho da igreja. Todas as pessoas escolhidas de Deus devem apoiar e cooperar. Somente essa forma de implementação pode restringir a perturbação e a agitação de falsos líderes, falsos colaboradores e pessoas perversas. A igreja tem autoridade para expulsar qualquer pessoa perversa que tenha sido claramente exposta nas eleições da igreja se ela não se arrepender e não admitir seus pecados. No entanto, essa ação deve ser submetida a aprovação.

Extraído de “Arranjos de trabalho”

Todas as pessoas escolhidas de Deus devem entender que fazer um bom trabalho ao selecionar líderes e diáconos da igreja é um assunto importante que afeta se cada uma das pessoas escolhidas de Deus pode ser salva ou não. Esse é o tipo de atitude que todas as pessoas escolhidas de Deus devem ter em relação a essa questão: escolha quem quer que possa conduzi-lo na trilha certa de crer em Deus; escolha quem quer que possa guiá-lo para ser salvo por Deus. Seja lá como você foi tratado no passado, você deve abrir mão de quaisquer ressentimentos pessoais e dar um voto totalmente imparcial. Se você realmente acredita em Deus, para ser salvo por Ele, você deve tratar corretamente o assunto de eleger líderes e diáconos da igreja. Votar com base em emoções e desejos pessoais só prejudica você mesmo e pode arruiná-lo. Não trará benefício algum e não é do interesse de nenhuma das pessoas escolhidas de Deus. Portanto, ao eleger líderes e diáconos da igreja, todos os escolhidos de Deus devem considerar Sua vontade e praticar a verdade. Não vote emocionalmente; abra mão de ressentimento pessoal e aja de acordo com princípios. Só se agir assim você se conformará à vontade de Deus e assumirá responsabilidade por sua vida. Antes de cada eleição da igreja, os princípios por trás da seleção de líderes e diáconos devem ser comunicados claramente, e a seleção deve ser realizada formalmente. Durante as eleições, líderes e colaboradores de alto nível devem presidir e supervisionar o processo de votação. Apontar líderes e diáconos da igreja por meio de eleição é justo e sensato. De um lado, resolve qualquer divergência que possa resultar de nomeações feitas por líderes de alto nível e, de outro, impede que líderes e colaboradores inadequados continuem no cargo. Isso é benéfico para o trabalho da igreja e para o povo escolhido de Deus. No passado, a proporção de líderes e diáconos qualificados nomeados por líderes e colaboradores de alto nível era pequena demais, e houve um excesso de divergências. Visto que os humanos corruptos que ainda não alcançaram a salvação não possuem a verdade, eles não conseguem sondar a natureza-essência das pessoas, são suscetíveis a usar pessoas de acordo com seus desejos e são vulneráveis a serem iludidos e enganados pelos outros, e os outros podem até tirar vantagem deles. Por isso, a casa de Deus decidiu que os líderes e diáconos da igreja devem ser eleitos democraticamente, e não nomeados diretamente por qualquer pessoa. É isso que significa demonstrar responsabilidade pelo povo escolhido de Deus. Eleições subsequentes de líderes e diáconos da igreja serão realizadas uma vez por ano. Depois da eleição dos líderes e diáconos da igreja, eles serão regados, providos e apoiados diretamente por líderes e colaboradores do distrito. Se a pessoa eleita, após ter trabalhado por um tempo, não conseguir realizar nenhum trabalho real ou se mostrar inadequada para a tarefa, uma nova eleição poderá ser realizada para a sua posição. Líderes e diáconos que são capazes de trabalhar com eficácia podem ser reeleitos enquanto uma maioria das pessoas escolhidas de Deus os apoiar. O trabalho de Deus oferece às pessoas a liberdade da escolha. A partir de agora, líderes e colaboradores em todos os níveis da igreja serão eleitos pelas pessoas escolhidas de Deus, e todos aqueles que não forem aprovados por elas deverão ser banidos. Uma pessoa eleita que, mais tarde, for exposta ao passar por provações deve ser eliminada, e as pessoas escolhidas de Deus devem, então, eleger uma pessoa nova. Nomeações pessoais feitas por líderes são, na maioria das vezes, incorretas e têm menos chances de ser bem-sucedidas, enquanto a maioria das pessoas eleitas pelo povo escolhido de Deus é relativamente correta e tende a ter uma melhor chance de ser bem-sucedida. Isso é um fato.

Extraído de “Arranjos de trabalho”

Antes de realizar uma eleição, cada igreja deve se reunir de três a cinco vezes para comungar sobre a verdade para que as pessoas escolhidas de Deus entendam a importância da eleição e saibam que selecionar bons líderes é vital para que cada um dos escolhidos de Deus possa alcançar salvação em sua crença. Se os líderes eleitos se revelarem pessoas perversas, líderes falsos ou anticristos, a igreja não terá uma boa vida de igreja e todas as pessoas escolhidas de Deus na igreja sofrerão perdas em sua vida. Por isso, a eleição de bons líderes pela igreja envolve a questão de se as pessoas escolhidas de Deus têm uma boa vida de igreja e se elas podem ganhar um entendimento da verdade — o que está diretamente relacionado à entrada na vida de cada um dos escolhidos de Deus. Se a verdade for comunicada claramente nesse aspecto, o povo escolhido de Deus verá a eleição como sendo importante. Ponderará com seriedade e refletirá sobre ela para ver quais pessoas são relativamente lúcidas com relação a comungar sobre a verdade, quais podem resolver questões práticas para os escolhidos de Deus e quais são adequadas para um papel de liderança. Após refletir sobre essas coisas, eles darão seu voto de acordo com isso. Isso é diretamente benéfico para o povo escolhido de Deus. Se você votar de acordo com o desempenho exterior das pessoas ou com suas noções e aquilo que imagina, isso será problemático. Algumas pessoas são muito entusiasmadas e conseguem abandonar-se e correr daqui para lá, dispostas a trabalhar para Deus; e podem até ser um pouco eloquentes e boas em socializar — mas não entendem a verdade, o que significa que não são muito adequadas para serem líderes. Ao selecionar pessoas para espalhar o evangelho, não há problema em basear sua escolha nessas condições, mas ao selecionar líderes, apenas possuir esses critérios não as qualifica. O prerrequisito para ser um líder é entender a verdade, pois o papel de um líder é liderar as pessoas em comer e beber das palavras de Deus, em entender a verdade, em entrar na realidade, em entrar na trilha certa de crer em Deus e alcançar salvação. Assim, eleger um líder não é uma questão simples. Nem todos que são capazes de correr por aí são capazes de servir como líder, tampouco qualquer um com uma boa dose de conhecimento é capaz de ajudar os outros a entender a verdade, e nem toda pessoa eloquente é capaz de resolver problemas. Líderes devem entender a verdade, possuir boa humanidade e ter a obra do Espírito Santo. Por que os falsos líderes não possuem a obra do Espírito Santo? Porque não buscam nem amam a verdade. Sem um entendimento da verdade e sem a obra do Espírito Santo, e apesar de quão bem consigam correr por aí, quais problemas eles conseguem resolver para o povo escolhido de Deus? Quais benefícios podem lhe oferecer? Por isso, uma pessoa que tem paixão, mas só consegue ficar zanzando por aí, não pode ser líder. Para ser um líder, é preciso entender a verdade. Quando você vê alguém que entende a verdade e possui realidade, que tem humanidade boa e consegue comungar e ajudar o povo escolhido de Deus a resolver quaisquer dificuldades que possa ter, esse é o tipo de pessoa que você deve escolher para liderar. Fazer isso não só será benéfico para o seu crescimento na vida, mas também ajudará o povo escolhido de Deus a alcançar entrada na vida. Portanto, você deve aderir aos princípios ao escolher um líder. Sem princípios, você elegerá cega e aleatoriamente, com base em desejos próprios, e isso simplesmente não bastará.

Extraído de “Sermões e comunhão sobre a entrada na vida”

Os líderes e diáconos de uma igreja devem ser eleitos pela totalidade das pessoas escolhidas de Deus dentro da igreja, e não por apenas algumas delas. Se uma pessoa, devido a circunstâncias extenuantes, não participar de uma eleição, aqueles que participarem da votação deverão abarcar 80% ou mais da totalidade dos membros da igreja; somente dessa forma a eleição será eficaz. Além do mais, todas as pessoas escolhidas de Deus devem ter o direito de votar e de ser eleitas. Com a exceção das pessoas que devem ser expurgadas ou expulsas, todos os outros têm direito de participar das eleições. Ninguém tem direito de restringir isso. As pessoas podem abrir mão de seu direito voluntariamente, mas é errado que um líder ou colaborador impeça qualquer grupo específico de pessoas de participar de uma eleição. A casa de Deus não deve permitir isso. As eleições da igreja devem permitir que qualquer um designe um candidato. Designar o campo de candidatos é o método eleitoral absurdo do grande dragão vermelho, e a casa de Deus jamais deve adotá-lo. Designar candidatos é o modo de Satanás e deve ser rejeitado pelas pessoas escolhidas de Deus. A realização de eleições da igreja deve ser construída sobre os fundamentos de confiar nos escolhidos de Deus. A visão da maioria das pessoas escolhidas de Deus deve ser precisa e correta. Todos aqueles que não têm fé nos escolhidos de Deus e só acreditam em opiniões próprias são pessoas arrogantes e presunçosas que não possuem razão. Todos aqueles que sempre designam candidatos para as eleições da igreja são pessoas egoístas e desprezíveis, com segundas intenções. Visto que a igreja realiza reuniões de grupos pequenos, muitas das pessoas não se conhecem. Por isso, cada grupo pode eleger primeiro uma pessoa internamente e, no fim, todos os eleitos de cada grupo podem se encontrar para ter reuniões por um ou dois dias antes de eleger os líderes e diáconos da igreja. Dessa forma, a eleição será completa.

Extraído de “Arranjos de trabalho”

A casa de Deus estipula que todas as pessoas escolhidas de Deus (exceto aquelas que estão prestes a ser expurgadas ou expulsas) têm direito de votar e ser eleitas. Há várias circunstâncias especiais que devem ser tratadas com flexibilidade:

1. Se certos líderes e colaboradores anteriormente substituídos, com humanidade relativamente boa, tiveram experiências de vida reais, alcançaram progresso substancial na vida nos últimos anos e conseguem resolver problemas comungando sobre a verdade, essas pessoas estão qualificadas para serem eleitas como líderes e colaboradores. Pois a obra de salvação de Deus se baseia em se as pessoas têm verdade-realidade e se alcançaram uma transformação real em seu caráter de vida, e não em se elas cometeram alguma transgressão no passado.

2. No que diz respeito a algumas das pessoas escolhidas de Deus que foram procuradas pelas autoridades e foram privadas da vida de igreja alguns anos atrás, elas devem participar da vida da igreja e desfrutar do direito de votar e de ser eleitas caso não tenham sido submetidas a investigações e inquéritos nos últimos dois anos. Nesse tipo de situação, as pessoas não podem se apegar arbitrariamente às regras, caso contrário os outros podem ser atrasados ou prejudicados.

3. Qualquer um que, nos últimos seis meses, tenha sido incapaz de cumprir seu dever por ter sido procurado ou investigado pelas autoridades ou por ter sido afligido por uma doença séria pode votar se quiser participar de uma eleição (a presença pessoal não é necessária). A despeito de ter direito de ser eleitas, essas pessoas tendem a carecer das qualificações para ser eleitas. Há também a situação em que a pessoa foi promíscua ou se envolveu em atos homossexuais por um curto período antes de crer em Deus. Se, após ganhar fé, esses tipos de pessoas mostraram que realmente se arrependeram e tiveram um bom desempenho, eles também são elegíveis, contanto que consigam fazer o trabalho, de fato.

4. Se um portador de doença infecciosa entende a verdade, possui boa humanidade e é capaz de trabalhar, contanto que a doença não afete seu trabalho e que se possa evitar a transmissão para os outros, ele pode ser eleito como líder ou colaborador. Se sua saúde for fraca demais para ele trabalhar, ele não é apto para servir como líder ou colaborador.

5. Numa eleição de líderes, não há necessidade de escolher dois homens ou duas mulheres; é possível selecionar também uma mulher e um homem. No entanto, quando se trata de cumprir deveres juntos, a interação dos dois sexos sem acompanhamento deve ser evitada.

6. Chefes de assuntos regionais e distritais e comandantes de pregação do evangelho são colaboradores e devem ser eleitos. Todos os líderes e colaboradores devem ser eleitos e não podem ser nomeados nem designados por ninguém. Quem realiza deveres especiais deve ser escolhido, por meio de negociação, por líderes e colaboradores, embora não haja necessidade de revelar abertamente esse processo à igreja inteira. Isso se aplica especialmente quando se trata de pessoal envolvido em serviços de segurança; essas pessoas jamais devem ser reveladas abertamente à igreja inteira.

Assim que uma igreja elege seus líderes e colaboradores em todos os níveis, todo o seu trabalho entra na trilha certa, e as pessoas escolhidas de Deus podem se empenhar na vida da igreja e cumprir seus deveres normalmente. Elas podem, então, competir justamente enquanto cumprem seus deveres e praticam a verdade, sem serem constrangidas por ninguém. As pessoas escolhidas de Deus apoiarão e elegerão qualquer um que praticar a verdade e possuir realidade; não há necessidade de bajular ninguém ou aceitar dicas de ninguém. Elas devem se apoiar completamente na verdade-realidade; dessa forma, emergirá uma vida de igreja genuína, e as pessoas escolhidas de Deus serão verdadeiramente libertas.

Extraído de “Arranjos de trabalho”

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