4. Como se deve obedecer a Deus? Com quais princípios de prática se deve obedecer a Deus?

Palavras de Deus relevantes:

As pessoas não podem mudar o próprio caráter; elas devem submeter-se ao julgamento e castigo, e ao sofrimento e refinamento das palavras de Deus, ou o tratamento, a disciplina e a poda pelas Suas palavras. Só então elas podem alcançar a obediência e a fidelidade a Deus, e não mais ser superficiais para com Ele. É sob o refinamento das palavras de Deus que o caráter das pessoas muda. Só por meio da exposição, julgamento, disciplina e do tratamento de Suas palavras elas não ousarão mais agir precipitadamente, mas, em vez disso, se tornarão firmes e controladas. O ponto mais importante é que elas são capazes de se submeter às palavras atuais e à obra de Deus e, ainda que ela não esteja em concordância com as noções humanas, elas conseguem deixar essas noções de lado e se submeter voluntariamente.

Extraído de ‘As pessoas cujo caráter mudou são as que entraram na realidade das palavras de Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

Durante o tempo de Deus na carne, a submissão que Ele exige das pessoas não envolve abster-se de fazer julgamentos ou resistir, como elas imaginam; em vez disso, Ele exige que as pessoas usem Suas palavras como o princípio pelo qual vivem e como a base de sua sobrevivência, que elas coloquem a essência de Suas palavras em prática de modo absoluto e que satisfaçam completamente a Sua vontade. Um aspecto de exigir que as pessoas se submetam ao Deus encarnado refere-se a colocar Suas palavras em prática, enquanto outro aspecto se refere a ser capaz de submeter-se à Sua normalidade e praticidade. Esses têm de ser ambos absolutos. Aqueles que podem alcançar os dois aspectos são todos os que abrigam um amor genuíno por Deus em seu coração. Todos são pessoas que foram ganhas por Deus e todas amam a Deus assim como amam a própria vida.

Extraído de ‘Aqueles que verdadeiramente amam a Deus são os que podem se submeter totalmente à Sua praticidade’ em “A Palavra manifesta em carne”

Ouvir a palavra de Deus e obedecer às exigências de Deus é a vocação do homem enviada pelo céu; o que Deus diz não é assunto do homem. Seja lá o que Deus diz, o que exige do homem, a identidade, a essência e o status de Deus não mudam — Ele é sempre Deus. Quando você não tem dúvida alguma de que Ele é Deus, sua única responsabilidade, a única coisa que você deve fazer é ouvir o que Ele diz; essa é a senda da prática. Uma criatura de Deus não deveria estudar, analisar, explorar, rejeitar, contradizer, desobedecer ou negar as palavras de Deus; isso é detestado por Deus e não é o que Ele deseja ver no homem. Então qual é, exatamente, a senda da prática? Na verdade, é muito simples: aprenda a ouvir, ouça com seu coração, aceite com seu coração, entenda e compreenda com seu coração e então vá e faça, realize e execute com seu coração. O que você ouve e compreende em seu coração está intimamente conectado ao que você coloca em prática. Não separe os dois; tudo — o que você pratica, ao que obedece, o que faz com a própria mão, tudo com que você se ocupa — está conectado ao que você ouve e compreende em seu coração, e é nisso que você alcançará obediência às palavras do Criador. Essa é a senda da prática.

Extraído de ‘Para líderes e obreiros, escolher uma senda é de extrema importância (24)’ em “Registros das falas de Cristo”

A única atitude que um ser criado deveria ter para com seu Criador é a de obediência, a de obediência incondicional. Isso é algo que algumas pessoas hoje podem ser incapazes de aceitar. Elas dizem: “Como isso pode ser incondicional? As palavras de Deus sempre têm que ser razoáveis, e Ele sempre tem que ter uma razão para fazer as coisas. Deus sempre tem que dar às pessoas uma maneira de sobreviver, Ele sempre tem que agir de modo razoável e justo, e Ele não pode ignorar os sentimentos humanos”. Se você é capaz de proferir essas palavras e, na verdade, pensa dessa maneira, bem, você está longe de ser capaz de obedecer a Deus. Embora seja sustentado e regado pela palavra de Deus, o homem está, na verdade, se preparando para uma única coisa. O que essa coisa poderia ser? É definitivamente ser capaz de alcançar submissão incondicional e absoluta a Deus, ponto em que você, essa criação, terá alcançado o padrão exigido. Às vezes, Deus deliberadamente faz coisas que estão em desacordo com suas noções, que vão contra o que você quer ou que até parecem contrariar princípios ou sentimentos humanos, contrariar humanidade ou opiniões, deixando você incapaz de aceitá-las e incapaz de entender. Seja qual for a maneira como você enxerga, não lhe parece certo, você simplesmente não pode aceitar e sente que o que Ele fez é simplesmente irrazoável. Então, qual é o propósito de Deus ao fazer essas coisas? É testar você. Você não precisa discutir o como e o porquê do que Deus fez; tudo o que você precisa fazer é manter sua fé de que Ele é a verdade e reconhecer que Ele é seu Criador, que Ele é seu Deus. Isso é mais elevado do que toda verdade, mais elevado do que toda sabedoria mundana, do que as tais moralidade e ética do homem, o conhecimento, a educação, a filosofia ou a cultura tradicional do homem, e é até mais elevado do que a afeição ou a camaradagem ou o tal amor entre as pessoas — é mais elevado do que absolutamente qualquer outra coisa. Se você não consegue entender isso, então, mais cedo ou mais tarde, quando algo lhe acontecer, você ficará suscetível a se rebelar contra Deus e a se desviar antes de finalmente se arrepender e reconhecer quão amável Deus é e o significado da obra que Ele realiza em você; ou, até pior, você pode tropeçar e cair por causa disso. Não seria assustador Deus ter julgado você, nem seria assustador Ele ter amaldiçoado ou castigado você — o que, então, seria assustador? Seria assustador se Ele dissesse: “Não salvarei uma pessoa como você; desisto!”. Nesse caso, você estaria acabado. Portanto, as pessoas não devem procurar pelo em ovo, dizendo: “Tudo bem com estas palavras — julgamento e castigo —, mas estas — maldição, destruição, condenação —, isso não significaria o meu fim? Que tipo de ser criado eu seria depois disso? Ótimo, desisto. E Tu podes ir em frente e deixar de ser meu Deus”. Se você decidir abandonar a Deus sem ter dado testemunho, talvez Ele realmente decida que não quer mais você. Você já pensou nisso? Independentemente de quanto tempo uma pessoa creu em Deus, de quão longa é a estrada que trilhou, de quanto trabalho fez e de quantos deveres desempenhou, esse período todo a tem preparado para uma única coisa: para você definitivamente ser capaz de alcançar submissão incondicional e absoluta a Deus. Então o que significa “incondicional”? Significa ignorar suas justificativas pessoais, ignorar seu raciocínio objetivo e não discutir por qualquer coisa: você é um ser criado e não é digno. Quando discute com Deus, você está na posição errada; quando tenta se justificar a Deus, uma vez mais, você está na posição errada; quando argumenta com Deus, quando quer perguntar a razão das coisas, descobrir o que está realmente acontecendo, se você não pode obedecer sem entender primeiro e só se submeterá uma vez que tudo estiver claro para você, você está novamente na posição errada. Quando a posição em que você está é errada, sua obediência a Deus é absoluta? Você é ou não é um ser criado na mente de Deus? Você está tratando Deus como Deus deveria ser tratado? Como o Senhor de toda a criação? Não, você não está; sendo assim, Deus não o reconhece. Que coisas podem capacitá-lo a alcançar obediência absoluta e incondicional a Deus? Como isso pode ser experimentado? Por um lado, um pouco de consciência e senso de humanidade normal é necessário; por outro, ao cumprir seus deveres, cada um dos aspectos da verdade deve ser entendido para que você possa entender a vontade de Deus. Às vezes, o calibre do homem deixa a desejar e o homem não tem a força nem a energia para entender todas as verdades. Há uma coisa, contudo: independentemente do ambiente, das pessoas, dos eventos e das coisas que lhe sobrevêm e que Deus arranjou, você deve sempre ter uma atitude obediente. Não pergunte o porquê das coisas — você deve ter essa atitude. Se até essa atitude estiver além de sua compreensão e se você estiver sempre pronto para argumentar: “Tenho que considerar se o que Deus está fazendo é realmente justo. Dizem que Deus é amor; bem, vejamos se há amor no que Ele está fazendo comigo e se isso é realmente amor”, se você estiver sempre examinando se o que Deus está fazendo satisfaz todos os padrões, analisando se o que Deus está fazendo é aquilo de que você gosta ou até se está em conformidade com o que você acredita ser a verdade, então sua posição está errada e isso lhe causará problemas.

Extraído de ‘Para líderes e obreiros, escolher uma senda é de extrema importância (9)’ em “Registros das falas de Cristo”

Qual é o lado prático de uma atitude de submissão? É este: você deve levar-se a aceitar as palavras de Deus. Quando sua entrada na vida é superficial, você ainda não chegou a ter estatura e seu conhecimento da verdade-realidade não é profundo o bastante, mas, mesmo em tais circunstâncias, você ainda é capaz de seguir a Deus e de se submeter a Ele — essa é a atitude. Antes de poder alcançar submissão total, você deve primeiro adotar uma atitude de submissão, que é uma atitude de aceitar que as palavras de Deus são corretas, de tomar as palavras de Deus como a verdade e como os princípios de prática, e de ser capaz de defendê-las como regras mesmo quando você não tem um bom entendimento dos princípios. Isso é um tipo de atitude. Visto que, até agora, seu caráter ainda não foi mudado, o fato de você ser capaz de alcançar isso e parecer a Deus que tem tal atitude e mentalidade, e dizer: “Não me importo com o que Deus faz e não entendo muitas verdades. Tudo que sei é que faço o que Deus me instrui a fazer. Não tenho uma sacola cheia de truques que me ajudam a analisar o que Deus diz, e não é isso que devo fazer” — esse é um tipo de mentalidade submissa. Existem algumas pessoas que dizem: “Isso não basta. E se Ele estiver errado?”. Deus pode estar errado? Você diz: “Não importa se o que Deus faz é certo ou errado, eu não sou responsável. Eu só ouço, me submeto, aceito e sigo a Deus. É isso que um ser criado deve fazer”. Esse é o tipo de mentalidade com a qual uma pessoa deve se submeter, e somente pessoas que possuem tal mentalidade podem ganhar a verdade. Se você não tiver essa mentalidade, mas disser: “Não permito que ninguém me engane. Ninguém me fará de tolo. Sou esperto demais para ser enganado por essas palavras e para ser levado a me submeter a qualquer coisa; não funcionará. Qualquer coisa que vier até mim, devo examinar e analisar. Quando eu for capaz de aceitar algo e entender, somente então me submeterei” — essa é uma atitude de submissão? Não é uma atitude de submissão; é uma falta de mentalidade submissa, sem qualquer intenção no coração de se submeter. “Deus? Ainda preciso examinar Deus. Até reis e rainhas são tratados da mesma forma por mim. O que Tu estás dizendo é inútil. É verdade que sou um ser criado, mas não sou idiota — então não me trate como um”. Para essa pessoa, está acabado; ela carece das condições para aceitar a verdade. Essa pessoa possui racionalidade? (Não.) É uma besta! Sem esse tipo de racionalidade, a pessoa não pode alcançar a submissão. Para alcançar a submissão, é preciso primeiro possuir uma mentalidade submissa.

Extraído de ‘Somente ao resolver suas noções alguém pode entrar na trilha certa da crença em Deus (3)’ em “Registros das falas de Cristo”

Muitas vezes, quando confrontadas com algo que acontece, as pessoas não conhecem realmente os princípios de prática corretos nem entendem a direção correta para praticar. No entanto, isso envolve uma questão de atitude e estado, e essas são as coisas mais fundamentais que as pessoas devem possuir. Isto é, você pode não saber como fazer algo, e nunca ouviu alguém dizer como deveria ser feito; pode ser um assunto que não esteja bem alinhado com suas imaginações ou noções. Pode também não ser muito do seu gosto. No fundo, você abriga alguns equívocos e se sente um pouco transtornado — mas o que deve fazer quanto a esse problema? Existe um método de prática muito simples, que é começar por se submeter. A submissão não é um modo exterior de fazer ou dizer as coisas, nem é retórica. Ela envolve certo tipo de estado. Aquilo que as pessoas dizem, fazem e pensam, como também suas atitudes e os estados em que se encontram, pode ser considerado submissão genuína? (Quando estamos sendo podados e tratados, não devemos tentar nos esquivar com argumentos nem justificar a nós mesmos.) Esse é um aspecto do estado. Não tente se esquivar com argumentos e não tente se justificar. No entanto, quando você se sente terrivelmente injustiçado, mas não diz nada imediatamente e acaba falando sobre isso em privado, isso é uma atitude submissa? (Não.) O que, exatamente, é uma atitude submissa? Em primeiro lugar, é preciso ter uma atitude positiva; isto é, não tente analisar o que é certo e o que é errado, em vez disso, simplesmente aceite o que aconteceu. As pessoas dizem: “Você fez aquilo de forma errada”. Embora não entenda, você pode aceitar e admitir que cometeu um erro. A aceitação é, acima de tudo, uma atitude positiva. Além disso, existe outra atitude, do lado negativo, que é não resistir de imediato. De quantas maneiras diferentes essa falta de resistência pode se manifestar? Não tente se esquivar com argumentos e não expresse suas desculpas objetivas. Se você diz que algo aconteceu por tal e tal razão e que a culpa é do fulano, isso não é tentar se esquivar com argumentos? Não é resistência? Não recuse, não resista e não tente se esquivar com argumentos. Mesmo que tenha suas desculpas, elas são a verdade? Isso é apenas raciocínio objetivo humano; não é a verdade. Nesse momento, não se trata de suas desculpas objetivas — por que isso aconteceu ou o que fez com que acontecesse. Ao contrário, trata-se do fato de que a natureza do que aconteceu não se conforma à verdade. Se seu entendimento alcançar esse nível, você será genuinamente capaz de aceitar isso e poderá realmente deixar de resistir. Ter essa atitude, para começar, é muito crucial. Algumas pessoas, depois de terem sido podadas e tratadas, pensam consigo: “O que aconteceu não é apenas culpa minha; como, então, estão empurrando toda a responsabilidade para cima de mim? Para onde foram todos os outros? Por que ninguém me defende? Eles querem que eu fique com toda a responsabilidade. Isso só serve para mostrar: ‘Todos colhem os benefícios, mas só uma pessoa leva a culpa’. Sou tão azarado! Como é que todas essas coisas ruins continuam acontecendo comigo, mas nunca as coisas boas?”. Que tipo de emoção é essa? Isso é resistência. Embora, na superfície, essas pessoas tenham acenado com a cabeça, admitido que estavam erradas e aceitado a responsabilidade, em seu coração, elas ainda reclamam: “Eles podem lidar comigo, se precisarem, mas o que disseram foi tão duro; me criticaram na frente de todas essas pessoas. Estou morrendo de vergonha. Nem me trataram como um ser humano! Tudo que fiz foi um pequeno erro, só isso. Por que não param de falar sobre isso?”. Essas pessoas resistem, rejeitam, teimosamente causam confrontos, são insensatas e inventam desculpas. Com tais emoções e pensamentos, é impossível possuir uma atitude genuinamente submissa.

Extraído de ‘Os cinco estados necessários para estar na trilha certa em sua fé’ em “Registros das falas de Cristo”

Em qualquer coisa que fizer, você deve aprender a buscar e a obedecer à verdade nisso. Contanto que aja de acordo com a verdade, você estará agindo corretamente. Mesmo que tenha sido uma criança ou o jovem irmão ou irmã mais discreto que o sugeriu, contanto que aquilo que diz se conforme à verdade, então o que você está fazendo terá um bom desfecho e se conformará à vontade de Deus. A maneira de lidar com uma questão depende de seu impulso e de seus princípios para lidar com ela. Se seus princípios surgirem da vontade do homem, se surgirem de pensamentos, noções ou imaginações humanos ou se surgirem de emoções e pontos de vista humanos, então a maneira com que você lida com a questão será errada, pois sua fonte será errada. Quando suas opiniões se basearem nos princípios da verdade e você lidar com as questões de acordo com os princípios-verdade, com certeza você lidará corretamente com a questão em mãos. Às vezes, outras pessoas serão incapazes de aceitar o modo com que você lida com uma questão no momento, e, em tais momentos, elas podem parecer ter noções próprias ou seu coração pode estar pouco à vontade. Depois de um tempo, porém, elas verão que você está certo. As questões que se conformam à vontade de Deus parecem melhores com o passar do tempo; mas o resultado de questões que não se conformam à vontade de Deus — questões que estão de acordo com a vontade do homem e que são feitas pelo homem — pioram com o passar do tempo, e isso será provado. Quando agir, não se preocupe com qual caminho deveria ou não guiá-lo, e não faça suposições. Em primeiro lugar, você deve buscar e orar, e então seguir adiante tateando e comungar com todos os outros. Qual é o propósito da comunhão? Ela capacita a pessoa a fazer as coisas precisamente de acordo com a vontade de Deus e a agir de forma alinhada à vontade de Deus. Esse é um jeito um tanto exagerado de dizer isso; digamos que ela capacita a pessoa a lidar com assuntos precisamente de acordo com as verdades-princípio — assim fica um pouco mais prático. Se você conseguir alcançar isso, isso bastará.

Extraído de ‘A senda para resolver um caráter corrupto’ em “Registros das falas de Cristo”

Em face de problemas da vida real, como você deveria conhecer e entender a autoridade de Deus e Sua soberania? Quando enfrenta esses problemas e não sabe entender, manejar e vivenciá-los, que atitude você deveria adotar para mostrar sua intenção, seu desejo e sua realidade de submeter-se à soberania e aos arranjos de Deus? Primeiro, você deve aprender a esperar; depois, você deve aprender a buscar; em seguida, você deve aprender a submeter-se. “Esperar” significa esperar o tempo de Deus, aguardar as pessoas, os eventos e as coisas que Ele arranjou para você, esperando que Sua vontade paulatinamente se revele a você. “Buscar” significa observar e compreender as intenções ponderadas de Deus para você, por meio das pessoas, dos eventos e das coisas que Ele dispôs, entender a verdade por meio deles, compreender o que os seres humanos devem realizar e os caminhos em que eles devem se manter, compreender quais resultados Deus pretende alcançar nos humanos e quais realizações Ele pretende atingir neles. “Submeter-se”, claro, refere-se a aceitar as pessoas, os eventos e as coisas que Deus orquestrou, aceitar Sua soberania e, mediante ela, vir a saber como o Criador dita o destino do homem, como Ele provê ao homem a Sua vida, como Ele trabalha a verdade no homem. Todas as coisas sujeitas aos arranjos e à soberania de Deus obedecem a leis naturais, e, se você resolver deixar Deus arranjar e ditar tudo por você, você deve aprender a esperar, deve aprender a buscar, deve aprender a submeter-se. Essa é a atitude que quem quiser se submeter à autoridade de Deus deve tomar, a qualidade básica que deve possuir toda pessoa que quiser aceitar a soberania e os arranjos de Deus. Para manter tal atitude, para possuir tal qualidade, vocês devem trabalhar mais arduamente, e só assim poderão entrar na verdadeira realidade.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único III’ em “A Palavra manifesta em carne”

Se você acredita na soberania de Deus, então precisa acreditar que ocorrências cotidianas, sejam elas boas ou ruins, não acontecem por acaso. Não é que alguém é deliberadamente duro com você ou tem você como alvo; tudo isso foi arranjado por Deus. Por que Deus orquestra todas essas coisas? Não é para revelar você como a pessoa que é nem para expor você; expor você não é o objetivo final. O objetivo é aperfeiçoá-lo e salvá-lo. Como Deus faz isso? Ele começa conscientizando você do seu caráter corrupto, da sua natureza e essência, das suas deficiências e daquilo que lhe falta. Somente ao conhecer essas coisas e ter um entendimento claro delas você pode buscar a verdade e, gradualmente, se livrar de seu caráter corrupto. Isso é Deus lhe proporcionando uma oportunidade. Você precisa saber como aproveitar essa oportunidade e não deve entrar em choque com Deus. Sobretudo quando confrontado com pessoas, assuntos e coisas que Deus arranja ao seu redor, não pense constantemente que as coisas não são como você quer que sejam; não queira sempre fugir delas nem culpe e entenda mal a Deus o tempo todo. Se está sempre fazendo essas coisas, você não está experimentando a obra de Deus, e isso dificultará muito a sua entrada na verdade-realidade. O que quer que você enfrenta que não consegue entender totalmente, quando surge uma dificuldade, você deve aprender a se submeter. Você deveria começar vindo diante de Deus e orando mais. Dessa forma, antes que perceba, uma mudança ocorrerá em seu estado interno, e você será capaz de buscar a verdade para resolver seu problema. Como tal, você será capaz de experimentar a obra de Deus. Quando isso acontecer, a verdade-realidade estará sendo forjada dentro de você, e é assim que você progredirá e passará por uma mudança no estado da sua vida. Uma vez que tenha passado por essa mudança e possua essa verdade-realidade, você também possuirá estatura, e com a estatura vem a vida.

Extraído de ‘A fim de ganhar a verdade, você deve aprender com as pessoas, questões e coisas ao seu redor’ em “Registros das falas de Cristo”

O caráter corrupto do homem se esconde em cada pensamento e ideia, dentro dos motivos por trás de cada ação; ele se esconde em cada ponto de vista que o homem tem sobre algo e em cada opinião, entendimento, ponto de vista e desejo que tem em sua abordagem a tudo que Deus faz. Fica escondido dentro dessas coisas. E o que Deus faz? Como Deus aborda essas coisas do homem? Ele arranja ambientes para expor você. Ele não só exporá, mas também julgará você. Quando você revelar seu caráter corrupto, quando tiver pensamentos e ideias que desafiam a Deus, quando tiver estados e pontos de vista que rivalizam com Deus, quando tiver estados através dos quais entende Deus errado ou resiste e se opõe a Ele, Deus repreenderá, julgará e castigará você, e, às vezes, até punirá e disciplinará você. Qual é o objetivo de disciplinar e repreender você? É fazer com que você entenda que aquilo que pensa são as noções do homem, e que elas são erradas; suas motivações vêm de Satanás, elas têm sua origem na vontade humana, não representam Deus, são incompatíveis com Deus, não podem cumprir as intenções de Deus, são repugnantes e odiosas para Deus, incitam Sua ira e até provocam Sua maldição. Quando percebe isso, você é capaz de mudar suas motivações. E como elas são mudadas? Em primeiro lugar, você deve se submeter à maneira com que Deus o trata e se submeter aos ambientes e às pessoas, assuntos e coisas que Ele estabelece para você; não encontre falhas, não dê desculpas objetivas e não fuja de suas responsabilidades. Em segundo lugar, busque a verdade que as pessoas devem praticar e nas quais devem entrar quando Deus faz o que Ele faz. Deus exige que você entenda essas coisas. Ele quer que você reconheça seus caracteres corruptos e sua essência satânica para que você seja capaz de se submeter aos ambientes que Ele arranja para você e, finalmente, para que você seja capaz de praticar o que Ele exige de você de acordo com a Sua vontade, e seja capaz de atender à Sua vontade. Então você terá passado pelo teste. Uma vez que você deixa de resistir e de se opor, o que logo vem a substituir isso? Você é capaz de obedecer e não discute mais. Quando Deus diz: “Para trás de mim, Satanás”, você responde: “Se Deus diz que eu sou Satanás, eu sou Satanás. Embora não entenda o que fiz de errado ou por que Deus diz que eu sou Satanás, se Ele quiser que eu recue para trás Dele, não hesitarei. Devo buscar a vontade de Deus”. Quando Deus diz que a natureza de suas ações é satânica, você diz: “Reconheço tudo que Deus diz, aceito tudo”. Que atitude é essa? Isso é obediência. É obediência quando você é capaz de, relutantemente, aceitar quando Deus diz que você é o diabo Satanás, mas não consegue aceitar — e é incapaz de obedecer — quando Ele diz que você é uma besta? Obediência significa observância e aceitação total; significa não discutir e não estabelecer termos. Significa não analisar causa e efeito, independentemente de razões objetivas, e preocupar-se somente com aceitação. Quando as pessoas alcançam obediência como essa, elas estão próximas da fé verdadeira em Deus. Quanto mais Deus age, maior é seu senso de que tudo é governado por Deus e mais você pensará: “Tudo que Deus faz é bom, nada disso é ruim. Não devo escolher o que prefiro; devo obedecer. Minha responsabilidade, minha obrigação, meu dever — é obedecer; é isso que devo fazer como criatura de Deus. Se nem consigo obedecer a Deus, então o que sou? Sou uma besta, sou o diabo!”. Isso não mostra que, agora, você tem fé verdadeira? Quando chegar a esse ponto, você será sem mácula, e assim será fácil para Deus usá-lo e também será fácil para você se submeter às orquestrações de Deus — e então não será fácil para Deus abençoá-lo? Portanto, há muitas lições a serem aprendidas com a obediência.

Extraído de ‘Só ser verdadeiramente obediente é uma crença real’ em “Registros das falas de Cristo”

Na sua crença em Deus, Pedro procurou satisfazer Deus em tudo, e procurou obedecer a tudo o que viesse de Deus. Sem a mais ligeira queixa, ele pôde aceitar castigo e julgamento, bem como refinamento, tribulação e carência em sua vida, e nada disso conseguiu mudar seu amor a Deus. Não era esse o máximo amor a Deus? Não era esse o cumprimento do dever de uma criatura de Deus? Quer no castigo, no julgamento ou na tribulação; você é sempre capaz de alcançar a obediência até a morte, e isso é o que uma criatura de Deus deve alcançar, esta é a pureza do amor a Deus. Se o homem pode conseguir tanto assim, ele é uma criatura de Deus qualificada, e não há nada que melhor satisfaça o desejo do Criador. Imagine que você seja capaz de trabalhar para Deus, mas não obedeça a Deus e não consiga amar a Deus autenticamente. Desse modo, você não só não terá cumprido o dever de uma criatura de Deus, como também será condenado por Deus porque é alguém que não possui a verdade, que é incapaz de obedecer a Deus e que é desobediente a Deus. Você só se interessa em trabalhar para Deus e não tem interesse em pôr a verdade em prática nem em conhecer-se. Você não compreende nem conhece o Criador, não obedece nem ama o Criador. Você é alguém inerentemente desobediente a Deus, e pessoas assim não são prezadas pelo Criador.

Extraído de ‘O sucesso ou o fracasso dependem da senda que o homem percorre’ em “A Palavra manifesta em carne”

Há um princípio fundamental no tratamento dos seres criados pelo Senhor da criação, que também é o princípio mais elevado. Como Ele trata os seres criados é completamente baseado em Seu plano de gerenciamento e em Suas exigências; Ele não precisa consultar uma única pessoa, nem precisa convencer uma única pessoa a concordar com Ele. O que quer que deva fazer e como quer que deva tratar as pessoas, Ele o faz, e não importa o que Ele faça ou como Ele trate as pessoas, tudo está de acordo com os princípios pelos quais o Senhor da criação opera. Como um ser criado, a única coisa a fazer é submeter-se; não deveria existir qualquer outra escolha. O que isso mostra? Mostra que o Senhor da criação sempre será o Senhor da criação; Ele tem o poder e as qualificações para orquestrar e governar qualquer ser criado como Lhe agrada e não precisa de um motivo para fazê-lo. Essa é Sua autoridade. Não existe um único entre os seres criados que, na medida em que são seres criados, tem o poder ou está qualificado para julgar como o Criador deveria agir ou se aquilo que Ele faz está certo ou errado, tampouco nenhum ser criado está qualificado para escolher se deveria ser governado, orquestrado ou disposto pelo Senhor da criação. Do mesmo modo, nem um único ser criado tem as qualificações para escolher como é governado e disposto pelo Senhor da criação. Essa é a verdade maior. Não importa o que o Senhor da criação tenha feito a Seus seres criados e não importa como o tenha feito, os humanos que Ele criou deveriam fazer somente uma coisa: buscar, submeter-se, conhecer e aceitar esse fato posto em prática pelo Senhor da criação. O resultado final será que o Senhor da criação terá realizado Seu plano de gerenciamento e completado Sua obra, tendo levado Seu plano de gerenciamento a avançar sem quaisquer obstruções; entrementes, por terem aceitado o governo e os arranjos do Criador e se submetido a Seu governo e arranjos, os seres criados terão ganhado a verdade, entendido a vontade do Criador e passado a conhecer Seu caráter. Existe ainda outro princípio que devo lhes contar: não importa o que o Criador faça, não importa como Ele Se manifeste e não importa se aquilo que Ele faz é um grande feito ou um pequeno feito, Ele ainda é o Criador; ao passo que toda a humanidade, a qual Ele criou, independentemente daquilo que ela tenha feito e independentemente de quão talentosa e favorecida ela possa ser, continua sendo seres criados. Quanto à humanidade criada, não importa quanta graça ou quantas bênçãos tenha recebido do Criador ou quanta misericórdia, amabilidade ou benevolência, ela não deveria crer-se destacada das massas ou pensar que pode estar em pé de igualdade com Deus e que se tornou altamente conceituada entre os seres criados. Não importa quantos dons Deus tenha lhe concedido, ou quanta graça Ele tenha lhe dado, ou quão generosamente Ele tenha tratado você, ou se Ele tenha lhe dado alguns talentos especiais, nenhum desses é recurso seu. Você é um ser criado e assim para sempre será um ser criado. Jamais você deve pensar: “Sou um queridinho nas mãos de Deus. Ele não levantaria a mão contra mim. A atitude de Deus para comigo sempre será de amor, cuidado, carícias suaves, com sussurros calorosos de conforto e encorajamento”. Ao contrário, aos olhos do Criador, você é igual a todos os outros seres criados; Deus pode usar você como desejar, e também pode orquestrar você como desejar, e pode arranjar como desejar para que você desempenhe qualquer papel entre todos os tipos de pessoas, eventos e coisas. Esse é o conhecimento que as pessoas devem ter e o bom senso que devem possuir.

Extraído de ‘Só buscando a verdade pode-se conhecer os feitos de Deus’ em “Registros das falas de Cristo”

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