4. O que é hipocrisia?

Palavras de Deus relevantes:

Qual é a definição do apelativo “fariseus”? São pessoas que são hipócritas, completamente falsas e encenam tudo que fazem, enquanto fingem ser boas, gentis e positivas. É isso que essas pessoas são de fato? Dado que são hipócritas, tudo que é manifestado e revelado nelas é falso; é tudo fingimento — não é a sua face verdadeira. A verdadeira face delas está oculta no seu coração; está fora de vista. Se as pessoas não buscam a verdade e se não entendem a verdade, então o que se tornam aquelas teorias que elas ganharam? Não se tornam as letras e as doutrinas às quais as pessoas frequentemente se referem? As pessoas usam essas doutrinas chamadas corretas para camuflar e embalar a si mesmas tão lindamente. Aonde quer que elas vão, as coisas sobre as quais falam, as coisas que dizem e o comportamento externo, tudo parece correto e bom para os outros; elas estão todas alinhadas com as noções e os gostos humanos. Aos olhos dos outros, elas são tanto devotas quanto humildes, capazes de indulgência e tolerância, e podem amar os outros e amar Deus. Na verdade, entretanto, tudo isso é falso; tudo é só fingimento e uma maneira na qual embalam a si mesmas. Por fora, elas parecem leais a Deus, mas na verdade estão só desempenhando para os outros verem. Quando ninguém está olhando, elas não são nem um pouco leais e tudo o que fazem é superficial. Aparentemente, abriram mão da família e da carreira, parecendo trabalhar muito e se despender; o fato real, no entanto, é que elas estão lucrando secretamente da igreja e roubando as ofertas. Tudo que revelam por fora — todo o comportamento delas — é falso. É isso que significa um fariseu hipócrita. De onde os “fariseus” — essas pessoas — vêm? Emergem dentre os incrédulos? Todos eles emergem dentre os crentes. Por que esses crentes se transformam assim? As palavras de Deus poderiam tê-los feito dessa maneira? (Não.) Qual é a razão? É por causa da senda que tomaram. Eles tomaram as palavras de Deus como uma ferramenta com a qual se armar; eles se armam com essas palavras, tratando-as como um capital com o qual assegurar uma vida e obter algo do nada. Eles simplesmente pregam doutrinas, mas nunca puseram essas palavras em prática. Que tipo de pessoas são as que continuam a pregar palavras e doutrinas apesar de nunca terem seguido o caminho de Deus? Elas são os fariseus hipócritas. Esse pouco de comportamento supostamente bom e boas maneiras de se expressar, e o pouco de que abriram mão e que despenderam, são inteiramente forçados; todos eles são apenas atos que eles encenam. Eles são inteiramente falsos; todas essas ações são fingidas. No coração dessas pessoas, não existe a menor reverência a Deus, elas nem sequer têm fé genuína em Deus. Mais que isso, pertencem ao grupo dos descrentes. Se não buscarem a verdade, então as pessoas trilharão esse tipo de senda e se tornarão fariseus. Isso não é assustador?

Extraído de ‘Seis indicadores de crescimento na vida’ em “Registros das falas de Cristo”

Em Israel, “fariseu” costumava ser um tipo de título. Por que, agora, passou a ser um rótulo? Isso é porque os fariseus se tornaram representantes de um tipo de pessoa. Quais são as características desse tipo de pessoa? Elas entoam slogans e são hábeis em fingir, em ornamentar-se, em esconder seu ser verdadeiro, e aparentam grande nobreza, grande santidade e retidão, grande imparcialidade e honra. Como resultado, não praticam nem um pouco a verdade. Como agem? Elas leem as escrituras, pregam, ensinam os outros a fazer o bem, a não fazer o mal, a não resistir a Deus; dizem coisas agradáveis e se comportam bem na frente dos outros, no entanto, quando os outros viram as costas, elas roubam ofertas. O Senhor disse que elas “coam um mosquito e engolem um camelo”. Isso significa que todo o seu comportamento parece bom na superfície — elas entoam slogans de forma ostentativa, falam de teorias altivas, e suas palavras têm um som agradável, mas seus atos são uma confusão desordenada e resistem totalmente a Deus. Seus comportamentos e aparências exteriores são apenas fingimento e fraude; em seu coração, elas não têm um mínimo de amor pela verdade nem pelas coisas positivas. Detestam a verdade, detestam tudo que vem de Deus e detestam coisas positivas. O que elas amam? Amam imparcialidade e justiça? (Não.) Como você pode saber que elas não amam essas coisas? (O Senhor Jesus veio para operar e espalhar o evangelho do reino dos céus, no entanto, elas O condenaram.) Se elas não O tivessem condenado, vocês saberiam dizer? Antes da vinda do Senhor Jesus para operar, o que poderia ter dito a vocês que elas não amam a imparcialidade e a justiça? Vocês não teriam sido capazes de ver, ou teriam? Todo o comportamento delas é fingimento, e elas usam esse pretexto do bom comportamento para defraudar os outros de sua confiança. Isso não é hipocrisia e enganação? Esse tipo de enganador pode amar a verdade? Qual é o propósito oculto desse seu bom comportamento? Uma parte de seu propósito é trapacear os outros; a outra parte é enganar os outros, conquistá-los e ser adorado por eles e, no fim, receber recompensas. Quão espertas devem ser suas técnicas para ter êxito com tamanha falcatrua? Tais pessoas amam a imparcialidade e a justiça? É claro que não. Elas amam status, amam fama e fortuna, e desejam receber recompensas. Elas colocam as palavras de orientação de Deus para as pessoas em prática? De forma alguma. Elas não vivem nem um pouco delas; elas simplesmente usam ornamentação e disfarce para enganar e conquistar as pessoas, para sustentar o próprio status, para sustentar a própria reputação. Uma vez que essas coisas estão garantidas, elas as usam para obter capital e uma fonte de renda. Isso não é desprezível? Pode-se ver em todos esses comportamentos seus que sua essência é não amar a verdade, pois elas jamais colocam a verdade em prática. Qual é o sinal de que elas não colocam a verdade em prática? Este foi o maior sinal: o Senhor Jesus veio para operar, e tudo que Ele dizia era correto, tudo que dizia era a verdade. Como elas trataram isso? (Elas não aceitaram.) Elas não aceitaram as palavras do Senhor Jesus porque acreditavam que eram erradas, ou não as aceitaram a despeito de saberem que eram corretas? (Elas não as aceitaram a despeito de saberem que eram corretas.) E o que poderia causar isso? Elas não amam a verdade e detestam coisas positivas. Tudo que o Senhor Jesus disse era correto, sem qualquer erro, e apesar de não conseguirem encontrar nenhum erro nas palavras do Senhor Jesus para usá-lo contra Ele, elas disseram: “Não é este o filho do carpinteiro?”. Elas se puseram a encontrar erros nas palavras do Senhor Jesus para usá-los contra Ele, e, incapazes de encontrá-los, elas O condenaram e então conspiraram: “Crucifiquem-No. Será Ele, ou seremos nós”. Dessa forma, elas se colocaram contra o Senhor Jesus. Embora não acreditassem que o Senhor Jesus era o Senhor, Ele era uma pessoa boa que não quebrou lei secular alguma, nem a lei de Moisés; por que, então, condenariam o Senhor Jesus? Por que trataram o Senhor Jesus dessa forma? Isso pode ser visto em quão perversas e maliciosas essas pessoas são — são malignas ao extremo! O semblante maligno que os fariseus expõem não poderia ser mais diferente do que sua camuflagem de bondade. Há muitos que não conseguem discernir qual é o semblante verdadeiro deles e qual é a falsidade, mas a aparição e a obra do Senhor Jesus revelaram todos eles. Quão bem os fariseus se disfarçam, quão bondosos parecem por fora — se os fatos não tivessem sido revelados, ninguém teria sido capaz de ver o que eles realmente são.

Extraído de ‘A parte mais importante de crer em Deus é colocar a verdade em prática’ em “Registros das falas de Cristo”

Se, em sua fé em Deus, as pessoas tratam a verdade como um conjunto de regras às quais aderir, então sua fé não será propensa a se transformar em apenas um monte de cerimônias religiosas? E quais são as diferenças entre essas cerimônias religiosas e o cristianismo? Essas pessoas podem ser mais profundas e mais progressistas no modo com que dizem as coisas, mas se sua fé passou a resumir-se a apenas um conjunto de regras e um tipo de cerimônia, não significa que ela se transformou em cristianismo? (Sim, significa.) Há diferenças entre os ensinamentos antigos e os novos, mas se os ensinamentos nada mais são que um tipo de teoria e se tornaram apenas uma forma de cerimônia ou regulamento para as pessoas — e, do mesmo modo, se elas não podem ganhar a verdade a partir dela nem usá-la para entrar na verdade-realidade — então a fé dessas pessoas não se tornou o mesmo que o cristianismo? Em essência, isso não é cristianismo? (Sim, é sim.) Portanto, em seu comportamento e no desempenho de seus deveres, em que coisas vocês mantêm pontos de vista e estados que são os mesmos ou similares aos dos crentes no cristianismo? (Ao aderir a regras e nos equipar com palavras e doutrinas.) (Ao focar na aparência de sermos espirituais e exibir bom comportamento, e ao sermos devotos e humildes.) Vocês buscam ter um bom comportamento aparente, fazem o máximo para revertir-se com uma espécie de aparência espiritual, e fazem algumas coisas que são relativamente aprovadas dentro das noções e da imaginação humanas, fingindo ser virtuosos. Defronte o púlpito elevado, pregam letras e doutrinas, ensinando as pessoas a fazerem o bem, a serem virtuosas e a compreenderem a verdade; pregam doutrina espiritual, dizendo as coisas espirituais certas; põem ares de serem espirituais e exsudam uma espiritualidade superficial em tudo que dizem e fazem, entretanto, na prática e no cumprimento de seus deveres, nunca buscam a verdade. Assim que encontram um problema, agem inteiramente de acordo com a vontade humana, pondo Deus de lado. Vocês nunca agiram segundo a verdade-princípio, e nem fazem ideia do que é a verdade, quais são as intenções de Deus, ou quais são os padrões que Ele exige do homem; vocês nunca levaram esses assuntos a sério, nem se preocuparam com eles. Essas ações externas e esses estados interiores das pessoas — isto é, esse tipo de fé — abrangem temer a Deus e evitar o mal? Se não há conexão entre a fé das pessoas e sua busca pela verdade, elas creem ou não creem em Deus? Não importa há quantos anos as pessoas que não têm conexão com a busca da verdade acreditam Nele, elas podem ou não realmente temer a Deus e evitar o mal? (Não podem.) Então, qual é o comportamento externo de tais pessoas? Que tipo de senda elas trilham? (A senda dos fariseus.) Com o que elas passam os dias se equipando? Não é com letras e doutrinas? Elas não passam os dias se armando, se revestindo com letras e doutrinas para serem mais parecidas com os fariseus, mais espirituais e mais como pessoas que supostamente servem a Deus? Qual é a natureza de todos esses atos? É a adoração a Deus? É a genuína fé Nele? (Não, não é.) Então, o que é que elas estão fazendo? Estão enganando a Deus; só estão percorrendo os passos de um processo, e engajando-se em cerimônias religiosas. Estão brandindo a bandeira da fé e executando ritos religiosos, tentando enganar a Deus a fim de alcançar seu objetivo de serem abençoadas. Essas pessoas não adoram a Deus, de modo algum.

Extraído de ‘Somente vivendo diante de Deus o tempo todo você pode trilhar a senda da salvação’ em “Registros das falas de Cristo”

Na palavra “personificar”, a parte operacional é persona. Com que persona os anticristos se adornam? Quem fingem ser? Sua personificação, é claro, é para o bem do status e da reputação. Não pode ser separada dessas coisas, ou então elas não conseguiriam simular tal pretensão — de modo nenhum poderiam fazer algo tão tolo. Dado que tal comportamento é considerado repreensível, odioso e repulsivo, por que o fazem mesmo assim? Sem dúvida alguma, eles têm seus objetivos e motivações — há intenções e motivações envolvidas. Se os anticristos quiserem ganhar status na mente das pessoas, terão que fazer com que as pessoas os admirem. E o que leva as pessoas a fazer isso? Além de personificar alguns comportamentos e expressões que, nas noções das pessoas, são considerados bons, outro aspecto é que os anticristos também personificam certos comportamentos e imagens que as pessoas veem como grandiosos e maravilhosos, a fim de fazer com que os outros os admirem. O que se encontra com frequência nas igrejas são pessoas que fingem ser espirituais para que os outros achem que elas acreditam em Deus há muitos anos e são muito espirituais. E as pessoas não acham que quem é espiritual é maravilhoso e grandioso? (Sim.) Não importa que tipo de pessoa os anticristos personifiquem, está fadado a ser o tipo que as pessoas veem como bom, grandioso e nobre, ou então não o personificariam. As pessoas os admirariam se eles personificassem Satanás? Se personificassem um valentão, um bandido, um brutamontes ou uma prostituta, as pessoas os admirariam? (Não.) Se dissessem que são um fariseu ou um judas, as pessoas não os rejeitariam? (Sim.) Esses indivíduos são claramente considerados negativos e maus. Os anticristos nunca fariam isso. Quem, então, eles personificam? Personificam aqueles que, na mente das pessoas, são vistos como grandiosos, bons e maravilhosos. Em primeiro lugar estão pessoas nas igrejas que acreditam em Deus há muitos anos, que possuem experiência espiritual e testemunho, que receberam a graça e as bênçãos de Deus, experimentaram sinais e maravilhas, contemplaram grandes visões, e que tiveram algumas experiências singulares; há também aqueles que ficam se gabando e exibindo na companhia dos outros, que ficam falando por duas ou três horas, ou até mais; há aqueles cujos modos, meios e princípios para fazer as coisas estão alinhados com as regras da igreja; e há aqueles que parecem ter muita fé em Deus. Essas pessoas são conhecidas como pessoas espirituais e são relativamente espirituais. Como, então, os anticristos personificam pessoas espirituais? Eles simplesmente fazem exatamente as mesmas coisas para que as pessoas os vejam como espirituais. E quando fazem essas coisas, elas acontecem espontaneamente, de coração? Não. Os anticristos estão apenas imitando, seguindo regras. E quando fazem essas coisas, algumas delas parecem aos outros um comportamento correto. Por exemplo, eles se apressam em orar quando encontram um problema, mas agem sem se envolver quando o fazem. Na verdade, não estão buscando e orando de verdade; estão apenas tentando levar as pessoas a dizer que eles amam a Deus, que têm grande reverência por Deus e que recorrem à oração quando encontram um problema. Além disso, não importa quão doentes fiquem, eles não procuram tratamento médico quando deveriam e não tomam remédios quando deveriam. As pessoas dizem: “Se não tomar o remédio, sua doença vai piorar. Há um tempo para a oração, e há um tempo para o remédio. Você só precisa seguir sua fé e não abandonar seu dever”. Eles respondem: “Está tudo bem — tenho Deus, não tenho medo”. Por fora, fingem estar calmos e cheios de fé e não ter medo, mas por dentro estão apavorados; no seu canto, tomam comprimido após comprimido e, em segredo, correm para o médico no instante em que sentem algum desconforto. Se as pessoas os flagram tomando remédios e perguntam o que é, eles dizem: “Estou apenas tomando uns suplementos. Eles me dão energia, assim não atraso as coisas ao cumprir o meu dever”. Também dizem: “A doença é uma provação de Deus. Quando vivemos em meio à doença, ficamos doentes; quando vivemos nas palavras de Deus, a doença vai embora. Não devemos viver em meio à doença — se vivermos nas palavras de Deus, essa doença desaparecerá”. É isso que eles costumam ensinar às pessoas superficialmente, usando as palavras de Deus para ajudar os outros. Mas quando algo lhes acontece, eles tentam resolver por meios próprios, sem contar aos outros. Por fora, dizem: confie em Deus em todas as coisas, e tudo está nas mãos de Deus. Na verdade, porém, não é isso que fazem em particular. Eles não têm fé verdadeira. Quando deparam com um problema, oram na frente das outras pessoas e dizem que se submetem à soberania e aos arranjos de Deus, que esse problema veio de Deus, e que as pessoas não devem reclamar. Em seu coração, porém, estão pensando: “Sou tão devoto e trabalho tanto cumprindo meu dever; como pude ser acometido por essa doença? E por que mais ninguém adoeceu?”. Não ousam expressar queixa, mas dúvidas sobre Deus surgem em seu coração; parece-lhes que nem tudo que Deus faz é correto. Por fora, porém, passam a impressão de que nada está errado, que, a despeito de adoecerem, a doença não pode detê-los, que mesmo assim conseguem cumprir seu dever, mesmo assim são fiéis e mesmo assim conseguem se despender por Deus. Quando são acusados de serem impostores, seu comportamento então se revela como contaminado. A fé e a obediência dessa pessoa são fingidas, e o mesmo vale para sua lealdade. Não há obediência verdadeira aqui, nem fé verdadeira, muito menos eles confiam em Deus e colocam os assuntos nas mãos Dele. Eles não se importam com o que é arranjado por Deus ou com a vontade de Deus; não examinam sua corrupção, não examinam qual é seu problema, nem resolvem os problemas quando surgem, mas, por fora, fingem que nada os detém, que são capazes de se submeter e que têm fé e conseguem permanecer firmes. Em seu coração, porém, pensam: “Essa doença me acometeu porque Deus me odeia? E agora que Ele me odeia, sou um servidor? Deus está me usando para prestar serviços? Ainda tenho um fim? Deus está usando isso para me expor, para me impedir de cumprir meu dever?”. É isso que pensam no coração, mas por fora fingem ser uma pessoa espiritual, dizendo: “As boas intenções de Deus estão por trás disso”, e nunca se queixam quando algo lhes acontece. Não se queixam abertamente, mas seu coração se turva, e sua mente é agitada como um mar tempestuoso; as queixas, as dúvidas e as perguntas sobre Deus atacam todas de uma só vez. Por fora, continuam lendo as palavras de Deus e são rápidos em cumprir seu dever, mas em seu coração, já abandonaram seu dever. Não é isso que significa fingir?

Extraído de ‘Para líderes e obreiros, escolher uma senda é de extrema importância (18)’ em “Registros das falas de Cristo”

Esses anticristos querem exercer o papel de pessoas espirituais, querem ser os preeminentes entre irmãos e irmãs, ser pessoas que possuem e entendem a verdade e que podem ajudar aqueles que são fracos e imaturos. E qual é seu objetivo ao exercerem esse papel? Em primeiro lugar, acreditam que já transcenderam a carne, que já superaram preocupações mundanas, que se livraram das fraquezas da humanidade normal e venceram as necessidades carnais da humanidade normal; acreditam que são aqueles que podem realizar tarefas importantes na casa de Deus, que conseguem estar atentos à vontade de Deus, que sua mente está repleta das palavras de Deus. Apresentam-se como pessoas que já alcançaram as exigências de Deus e agradaram a Deus e que conseguem estar atentos à vontade de Deus e ganhar o destino lindo prometido pela própria boca de Deus. Por isso, costumam ser presunçosos e se acham diferentes dos outros. Usando palavras e expressões que conseguem lembrar e entender em sua mente, admoestam, condenam e chegam a conclusões sobre os outros; também costumam usar as práticas e os ditos nascidos da imaginação de noções próprias para tirar conclusões sobre os outros e treiná-los, para fazer com que sigam esses ditos e práticas, alcançando assim o status que desejam entre os irmãos e irmãs. Acreditam que, contanto que consigam dizer as palavras, frases e doutrinas certas, consigam gritar uns slogans, assumir um pouco de responsabilidade na casa de Deus, realizar alguma tarefa importante, que estejam dispostos a assumir a liderança e sejam capazes de manter a ordem normal num grupo de pessoas, isso significa que são espirituais, que sua posição está segura. Assim, enquanto fingem ser espirituais e exibem sua espiritualidade, também fingem ser onipotentes e capazes de qualquer coisa, uma pessoa perfeita, e acreditam que conseguem fazer tudo e que são bons em tudo. Talvez alguém tenha um problema com seu computador e peça que o consertem, e eles dirão que é fácil consertar; por dentro, porém, seu coração está a mil — eles não sabem como consertar, e, após algumas tentativas, todos os arquivos acabam se perdendo. A pessoa pergunta se eles realmente sabem consertar, e eles dizem: “Sei, já fiz isso antes, mas acho que esqueci. Deixe-me pensar. Estou tão ocupado no momento, não tenho tempo. É melhor você procurar outra pessoa para consertar”. Eles são muito bons em fingir, certo? Fingem que podem fazer qualquer coisa. Vocês conhecem esse tipo de pessoa que está sempre fingindo? Essas pessoas têm um nome; vocês sabem qual é? O arcanjo sempre achava que podia fazer qualquer coisa? (Sim.) Essas pessoas não têm o caráter do arcanjo? Elas nunca dizem: “Isso está além da minha capacidade”, ou: “Não consigo”, ou: “Não sou a pessoa certa para isso”, ou: “Nunca vi isso antes”, ou: “Não sei, procure outra pessoa para dar uma olhada”. Elas nunca dizem essas coisas. Qualquer coisa que seja, se você consultá-las sobre um assunto, mesmo que não saibam fazer ou nunca tenham encontrado tal coisa, elas inventarão alguma razão ou resposta para fazê-lo acreditar que são boas em tudo, que conseguem fazer tudo, são capazes de tudo, que nada é problema para elas. Que tipo de pessoa estão tentando ser? Estão tentando ser onipotentes — estão fingindo ser o anjo da luz. É isso que são? Porque essas pessoas sempre tentam fingir que são boas em tudo, quando você pede que trabalhem com outra pessoa, que aprendam com ela, discutam as coisas com ela, se comuniquem com ela ou lhe relatem qualquer problema, elas são incapazes disso. Dirão: “Não preciso formar dupla com ninguém, não preciso de ajudante. Não preciso que ninguém me ajude em nada. Estou bem sozinho, consigo fazer tudo, consigo fazer qualquer coisa, nada está além da minha capacidade, não existe nada que eu não seja capaz de fazer, nada que eu não consiga fazer. Quem sou eu? Não sou igual a vocês: vocês só conseguem fazer uma coisa e não são especialistas nela. Eu aprendi uma coisa, mas consigo fazer qualquer coisa — dominando uma coisa, consigo entender todo o resto por analogia. Consigo escrever artigos e falar outros idiomas; talvez não seja capaz de falar outro idioma agora, mas se estudasse, eu seria capaz de dominar cinco idiomas sem problema algum”. Quando as outras pessoas perguntam se eles conseguiriam atuar num filme, se sabem cantar e dançar, eles dizem que sabem fazer tudo. São ótimos em se gabar, certo? Fingem ser onipotentes, capazes de tudo — realmente, sua natureza é a do arcanjo! Quando as pessoas perguntam se alguma vez eles foram fracos, ao longo dos anos de sua fé em Deus, eles dizem: “Fraco? Deus fala Suas palavras com tanta clareza; eu jamais poderia ser fraco. Ser fraco significa decepcionar Deus. Deveríamos nos esforçar ao máximo para retribuir o amor de Deus”. Quando as pessoas perguntam: “Você sente falta do lar depois de passar tantos anos longe? Você nunca chora quando lembra de sua casa?”, eles respondem: “Por que eu choraria? Deus está no meu coração. Assim que penso em Deus, não sinto mais falta de casa. Os incrédulos em casa são demônios, são satanases — eu oro por sua perdição”. Quando as pessoas perguntam se eles já se desviaram ao longo de seus anos de crença em Deus, eles respondem: “Desviar? Como eu poderia me desviar quando Deus fala Suas palavras com tanta clareza? Você precisaria ser absurdo e incapaz de entender assuntos espirituais para se desviar. Como uma pessoa com um calibre como o meu poderia se desviar? Como eu poderia seguir a senda errada? Jamais”. Essas pessoas são boas em tudo, melhores do que os outros em tudo. E o que pensam daqueles que são fracos e negativos? Dizem que aqueles que são fracos e negativos desperdiçam sua energia. É verdade? Em alguns casos, é normal ser fraco e negativo; em alguns casos, existe uma razão para se sentir assim. Como o seu desperdício de energia poderia explicar o problema? Este é o fingimento dos anticristos: fingem ser espirituais, capazes de tudo, não ter falhas, nenhuma deficiência, nenhuma fraqueza e, acima de tudo, fingem não ser rebeldes e nunca ter cometido transgressões.

Extraído de ‘Para líderes e obreiros, escolher uma senda é de extrema importância (18)’ em “Registros das falas de Cristo”

Não importa qual é o ambiente ou onde estão cumprindo seu dever, os anticristos passam a impressão de não ser fracos, de ter amor máximo por Deus, de estar repletos de fé em Deus, de nunca ter sido negativos, escondendo dos outros a atitude verdadeira e a visão real que guardam no fundo de seu coração sobre a verdade e Deus. Na verdade, no fundo do coração, eles realmente acreditam ser onipotentes? Realmente acreditam que não têm fraquezas? Não. Então, sabendo que possuem fraquezas, rebeldia e um caráter corrupto, por que falam e se comportam dessa maneira na frente dos outros? Seu objetivo é óbvio: é simplesmente proteger seu status entre e diante de outros. Acreditam que, se, na frente dos outros, alguém é abertamente negativo, diz abertamente que é fraco, revela rebeldia e fala sobre conhecer a si mesmo, isso é algo que prejudica seu status e reputação, é uma perda. Portanto, prefeririam morrer antes de dizer que são fracos e negativos e que não são perfeitos, mas simplesmente uma pessoa comum. Acreditam que, se admitirem que têm um caráter corrupto, que são uma pessoa comum, um ser pequeno e insignificante, não terão status na mente das pessoas, que não ganharão tal status e que perderão seu status na mente das pessoas. E assim, apesar de tudo, não conseguem desistir desse status; em vez disso, fazem de tudo para obtê-lo. Sempre que encontram um problema, manifestam-se — mas quando veem que poderiam ser expostos, que as pessoas poderiam enxergá-los de fato, correm se esconder. Se houver algum espaço de manobra, se ainda tiverem a chance de se exibir, de fingir que são especialistas, que conhecem o assunto e o entendem e que podem resolver esse problema, eles se apressarão em aproveitar a oportunidade de ganhar o apreço dos outros, de mostrar-lhes que são habilidosos nessa área. Se, numa situação, alguém lhes pergunta qual é seu entendimento de um problema e qual é sua opinião, eles hesitam em falar e deixam que todos os outros falem primeiro. Existe uma razão para sua reticência: não é que não têm opinião; eles temem que, caso se manifestem diretamente, perderão prestígio ou dirão algo ignorante ou trivial, com que ninguém concordará. Essa é uma razão. Outra razão é que eles não têm opinião e não ousam falar arbitrariamente. Por causa dessas duas razões, ou muitas outras razões, eles evitam se manifestar e expressar seu ponto de vista, temem expor seu rosto verdadeiro, temem revelar sua estatura real e seu ponto de vista verdadeiro, e impactar assim a imagem que as pessoas têm deles em sua mente. Assim, quando as pessoas comunicam seus pontos de vista, pensamentos e entendimento, eles aproveitam declarações de uma pessoa ou de determinadas pessoas, declarações que são mais inteligentes e consistentes, e as usam como se fossem suas, as destilam e as comunicam a todos e, quando fazem isso, ganham sua alta posição na mente das pessoas. Quando chega a hora de realmente expressar um ponto de vista, nunca se abrem para as pessoas sobre seu estado verdadeiro nem permitem que as pessoas saibam o que realmente pensam, qual é seu calibre, como é sua humanidade, quais são suas faculdades de entendimento e se eles têm conhecimento real da verdade. Assim, ao mesmo tempo que se gabam e fingem ser espirituais, pessoas perfeitas, fazem de tudo para encobrir seu rosto verdadeiro e sua estatura real. Nunca revelam suas fraquezas aos irmãos e irmãs nem reconhecem as próprias deficiências e seus pontos fracos; ao contrário, fazem de tudo para encobri-los. As pessoas perguntam: “Você crê em Deus há tantos anos; já teve alguma dúvida referente a Deus?”. Eles respondem: “Não”. Perguntam: “Você chorou quando membros de sua família morreram?”. Eles respondem: “Não, não derramei uma lágrima”. Perguntam: “Você crê em Deus há tantos anos, desistiu de tanto e se despendeu tanto; alguma vez se arrependeu de algo?”. Eles respondem: “Não”. Perguntam: “Quando não havia ninguém para cuidar de você quando você estava doente, isso o abalou, você teve saudade de casa?”. E eles respondem: “Nunca”. Eles se apresentam como tão fortes, tão seguros, capazes de fazer sacrifícios, capazes de se despender — como uma pessoa simplesmente invulnerável, sem falha alguma. E como reagem quando você lhes diz quais são as falhas deles, quando você se abre e se comunica com eles como um irmão ou uma irmã normal? Eles fazem de tudo para se explicar e justificar, para salvar a situação, minar o que você disse, fazer com que você retire isso e reconheça que eles não tem esse problema e que continuam sendo aquela pessoa espiritual perfeita na opinião das pessoas. Tudo isso não é fingimento? Qualquer um que pensa que é perfeito e onipotente só está fingindo. Por que digo que só está fingindo? Por que trato todos eles da mesma forma? Existe alguém perfeito? Existe alguém onipotente? O que significa “onipotente”? Significa todo-poderoso? Ninguém neste universo-mundo é onipotente; somente Deus, e só Deus é todo-poderoso. O que, então, são as pessoas quando alegam ser onipotentes e todo-poderosas? São o arcanjo, são demônios e são os anticristos entre os homens. Os anticristos fingem que são onipotentes, que são perfeitos. Os anticristos conhecem a si mesmos? (Não.) Eles não conhecem a si mesmos, então podem comungar sobre conhecer a si mesmos? (Alguns hipócritas fazem isso.) Correto; essas pessoas fingem comungar sobre conhecer a si mesmas. Qual, então, é a diferença entre sua comunicação sobre conhecer a si mesmas e realmente conhecer a si mesmo? (Os hipócritas comungam sobre conhecer a si mesmos a fim de fazer com que os outros os admirem, para mostrar seu lado bom. Aqueles que realmente conhecem a si mesmos comungam e dissecam seu caráter corrupto, ganhando conhecimento verdadeiro de si mesmos e manifestando certos arrependimentos por meio das palavras de Deus). Existe uma diferença. Quando falam sobre conhecer a si mesmos, os anticristos explicam e se justificam usando coisas sobre si mesmos que todos sabem e veem, para que as pessoas pensem que eles estão certos e os admirem, e achem que eles conhecem a si mesmos ainda que não haja muito de errado com eles, e, mesmo assim, eles conseguem vir diante de Deus para admitir seus erros e se arrepender. Qual é seu objetivo? Enganar as pessoas. Na verdade, eles não estão dissecando seu caráter corrupto para que as pessoas possam aprender com eles. Qual é o resultado quando eles usam o autoconhecimento para fazer com que as pessoas os admirem mais? Eles enganam as pessoas. E isso é conhecer a si mesmo? Isso é ludibriar as pessoas, usar as palavras e a prática de conhecer a si mesmo para enganar as pessoas e fazer com que os outros os apreciem mais.

Extraído de ‘Para líderes e obreiros, escolher uma senda é de extrema importância (18)’ em “Registros das falas de Cristo”

Algumas pessoas apenas se armam com certas verdades para emergências ou para abandonar a si mesmas e ajudar os outros, e não para resolver os próprios problemas; nós as chamamos de “pessoas abnegadas”. Elas consideram os outros como marionetes da verdade e a si mesmas como donas dela, ensinando os outros a se apegarem à verdade e a não serem passivos, enquanto elas próprias permanecem como espectadores à margem. Que tipo de pessoas são essas? Elas se armam com algumas palavras da verdade, mas simplesmente as usam para repreender outras pessoas, enquanto não fazem absolutamente nada para impedir-se de deparar com a própria destruição. Como são patéticas! Se as palavras delas podem ajudar os outros, então por que tais palavras não podem ajudar elas mesmas? Deveríamos rotulá-las como hipócritas que estão fora da realidade. Elas fornecem palavras da verdade aos outros e pedem que os outros as coloquem em prática, ao mesmo tempo não fazem esforço para praticá-las por si mesmas. Elas não são desprezíveis? Elas mesmas claramente não conseguem fazê-lo, mesmo assim forçam os outros a colocar as palavras da verdade em prática — que método cruel é esse! Elas não estão usando a realidade para ajudar os outros; não estão usando amor para prover aos outros. Estão simplesmente apenas enganando e prejudicando as pessoas. Se isso continuar, com cada pessoa passando as palavras da verdade para a próxima, isso não terminará com todos meramente falando as palavras da verdade, mas sendo incapazes de colocá-la em prática? Como tais pessoas podem mudar? Elas não reconhecem nenhum dos próprios problemas; como pode haver uma senda adiante para elas?

Extraído de ‘Aqueles que amam a verdade têm uma senda adiante’ em “Registros das falas de Cristo”

Quantos hábitos religiosos você observa? Quantas vezes já se rebelou contra a palavra de Deus e seguiu seu próprio caminho? Quantas vezes você pôs em prática a palavra de Deus porque realmente é atencioso com Seus fardos e procura satisfazer Sua vontade? Você deve compreender a palavra de Deus e, consequentemente, colocá-la em prática. Tenha princípios em todas as suas ações e seus feitos, embora isso não signifique cumprir regras nem fazer algo com má vontade só para aparecer; ao contrário, significa praticar a verdade e viver segundo a palavra de Deus. Somente uma prática tal como esta satisfaz a Deus. Qualquer conduta que agrada a Deus não é uma regra, mas a prática da verdade. Algumas pessoas têm propensão a atrair atenção para si mesmas. Na presença de seus irmãos e irmãs, talvez digam que estão em dívida com Deus, mas, pelas costas, não praticam a verdade e agem de maneira totalmente diferente. Não são eles fariseus religiosos? Uma pessoa que realmente ama a Deus e possui a verdade é alguém que é leal a Deus, mas não se exibe exteriormente como tal. Tal pessoa dispõe-se a praticar a verdade quando surgem situações e não fala nem age de forma que vá contra a sua consciência. Esse tipo de pessoa demonstra sabedoria quando as questões surgem e age com princípios independentemente das circunstâncias. Esse tipo de pessoa pode fornecer serviço verdadeiro. Há alguns que costumam falar da boca para fora de suas dívidas com Deus; passam os dias de cenho franzido de preocupação, assumem um ar afetado e fingem ser lamentáveis. Que desprezíveis! E se você perguntasse a eles: “Você pode me dizer de que forma você está em dívida com Deus?”, eles ficariam sem palavras. Se você é leal a Deus, não saia por aí falando disso; em vez disso, demonstre seu amor por Deus por meio da prática real e ore a Ele com um coração verdadeiro. Aqueles que lidam com Deus apenas verbal e superficialmente são todos hipócritas! Alguns falam de dívida com Deus toda vez que oram e começam a chorar toda vez que oram, mesmo sem ser movidos pelo Espírito Santo. Pessoas como essas são possuídos por noções e rituais religiosos; elas vivem seguindo tais noções e rituais, sempre acreditando que essas ações agradam a Deus e que Ele favorece piedade superficial ou lágrimas aflitas. Que bem pode vir de pessoas tão absurdas? Para demonstrar sua humildade, algumas fingem graciosidade quando falam na presença de outros. Algumas são propositalmente servis na presença de outras pessoas, agindo como cordeiros sem um pingo de força. Essa conduta é adequada para as pessoas do reino? Pessoas do reino deveriam ser vívidas e livres, inocentes e abertas, honestas e adoráveis e viver num estado de liberdade. Deveriam ter integridade e dignidade e ser capazes de dar testemunho aonde quer que forem; tais pessoas são amadas tanto por Deus quanto pelos homens. Aquelas que são novas na fé mantêm muitas práticas exteriores; elas devem passar primeiro por um período de tratamento e quebrantamento. Pessoas que têm fé em Deus lá no fundo não são externamente distinguíveis de outras, mas suas ações e seus feitos são louváveis. Só tais pessoas podem ser consideradas pessoas que vivem a palavra de Deus. Se você prega o evangelho todo dia para várias pessoas num esforço de levá-las à salvação, mas, no fim, continua a viver segundo regras e doutrinas, então você não pode trazer glória a Deus. Tais pessoas são figuras religiosas e também hipócritas.

Sempre que se congregam, essas pessoas religiosas perguntam: “Irmã, como tem passado esses dias?” Ela responde: “Sinto-me em dívida com Deus e incapaz de satisfazer Sua vontade”. Outra diz: “Também me sinto em dívida com Deus e sou incapaz de satisfazê-Lo”. Essas poucas frases e palavras em si expressam as coisas vis que existem no fundo delas; tais palavras são sumamente repulsivas e extremamente repugnantes. A natureza de tais pessoas se opõe a Deus. Aqueles que se concentram na realidade comunicam tudo aquilo que têm em mente e abrem o coração em comunhão. Não se engajam em um único exercício falso sequer, não demonstram tais civilidades nem cordialidades vazias. São sempre francos e não observam regras seculares. Algumas pessoas são propensos à exibição externa, a ponto de perderem todo bom senso. Quando alguém canta, elas começam a dançar, sem sequer se dar conta de que o arroz na sua panela já queimou. Tais pessoas não são devotas nem respeitáveis e são frívolas demais. Todas essas coisas são manifestações de uma falta de realidade. Quando algumas pessoas comungam sobre questões da vida espiritual, ainda que não falem de estar em dívida com Deus, elas retêm um amor autêntico por Ele lá no fundo. A sensação que você tem de estar em dívida com Deus não tem nada a ver com outras pessoas; você está em dívida com Deus, não com a humanidade. De que adianta falar disso para os outros o tempo inteiro? Você deve dar importância a entrar na realidade, não a qualquer zelo ou exibição externos.

O que representam as boas ações superficiais dos humanos? Elas representam a carne, e nem mesmo as melhores práticas exteriores representam a vida; elas só podem mostrar seu temperamento individual. As práticas exteriores da humanidade não podem satisfazer o desejo de Deus. Você fala constantemente da sua dívida com Deus, mas não consegue suprir a vida dos outros ou inspirá-los a amar a Deus. Você crê que essas suas ações satisfarão a Deus? Você sente que suas ações estão alinhadas com a vontade de Deus e que são do espírito, mas, na verdade, são todas um absurdo! Você crê que o que lhe agrada e o que você está disposto a fazer são precisamente as coisas em que Deus Se delicia. Seus gostos podem representar Deus? Pode o caráter de uma pessoa representar a Deus? O que agrada a você é justamente o que Deus abomina, e seus hábitos são o que Deus abomina e rejeita. Se você se sente em dívida, vá orar perante Deus; não há necessidade de falar disso com outras pessoas. Se você não ora diante de Deus e, em vez disso, fica constantemente chamando atenção para si mesmo na presença dos outros, pode isso satisfazer a vontade de Deus? Se suas ações existem sempre apenas em aparência, então isso significa que você é vaidoso ao extremo. Que tipo de humano é esse que realiza somente boas ações superficiais e é desprovido de realidade? Tais pessoas são fariseus e figuras religiosas hipócritas! Se vocês não se livrarem de suas práticas exteriores e não conseguirem fazer mudanças, então os elementos de hipocrisia que há em vocês crescerão ainda mais. Quanto maiores forem seus elementos de hipocrisia, maior será a resistência a Deus. No final, tais pessoas serão certamente eliminadas!

de ‘Na fé, é preciso concentrar-se na realidade: engajar-se em ritual religioso não é fé’ em “A Palavra manifesta em carne”

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