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A obra de Deus e a prática do homem

A obra de Deus entre os homens é inseparável do homem, pois o homem é o objeto dessa obra e a única criatura feita por Deus que pode dar testemunho de Deus. A vida do homem e todas as atividades do homem são inseparáveis de Deus e são todas controladas pelas mãos de Deus, e pode-se até dizer que nenhuma pessoa é capaz de existir independentemente de Deus. Ninguém pode negar isso, pois é fato. Tudo o que Deus realiza é para o benefício da humanidade e dirigido aos esquemas de Satanás. Tudo o que o homem necessita vem de Deus e Deus é a fonte da vida do homem. Assim, o homem é incapaz de se separar de Deus. Ademais, Deus nunca teve a intenção de Se separar do homem. A obra que Deus realiza é para o bem de toda a humanidade e Seus pensamentos são sempre bondosos. Para o homem, então, a obra e os pensamentos de Deus (isso é, a vontade de Deus) são “visões” que ele deve conhecer. Tais visões são também o gerenciamento de Deus e obra que o homem é incapaz de fazer. Por outro lado, as exigências que Deus faz ao homem durante Sua obra são chamadas de a “prática” do homem. As visões são a obra do Próprio Deus, ou Sua vontade para os homens, ou os objetivos e significado de Sua obra. As visões também podem ser consideradas parte do gerenciamento, pois essa gestão é a obra de Deus e é direcionada ao homem, o que significa que é a obra que Deus realiza entre os homens. Essa obra é a prova e a senda através das quais o homem vem a conhecer Deus, e é de extrema importância para o homem. Se, ao invés de dar atenção ao conhecimento da obra de Deus, as pessoas derem atenção apenas às doutrinas da crença em Deus, ou a detalhes insignificantes e sem importância, elas simplesmente não conhecerão Deus e, além disso, não serão segundo o coração de Deus. A obra de Deus é extremamente útil para que o homem conheça Deus e é chamada de visões. Essas visões são a obra de Deus, a vontade de Deus e os objetivos e o significado da obra de Deus; são todas benéficas para o homem. A prática diz respeito ao que deve ser feito pelo homem, o que deve ser feito pelas criaturas que seguem Deus. É também o dever do homem. O que o homem deve fazer não é algo que ele tenha compreendido desde o início, e sim as exigências que Deus faz ao homem durante Sua obra. Essas exigências tornam-se gradualmente mais profundas e mais elevadas conforme Deus opera. Por exemplo, durante a Era da Lei, o homem tinha de obedecer à lei e, durante a Era da Graça, ele tinha de suportar a cruz. A Era do Reino é diferente: as exigências feitas ao homem são maiores do que durante a Era da Lei e a Era da Graça. À medida que as visões se tornam mais elevadas, as exigências feitas ao homem se tornam cada vez maiores e cada vez mais claras e reais. Da mesma forma, as visões também se tornam cada vez mais reais. Essas muitas visões reais não favorecem apenas a obediência do homem a Deus, mas também o seu conhecimento de Deus.

Em comparação com as eras anteriores, a obra de Deus durante a Era do Reino é mais prática, mais direcionada à substância do homem e às mudanças em seu caráter, e mais capaz de dar testemunho do Próprio Deus a todos que O seguem. Em outras palavras, ao realizar Sua obra durante a Era do Reino, Deus mostra mais de Si para o homem do que em qualquer momento do passado, o que significa que as visões que o homem deve conhecer são mais elevadas do que em qualquer era anterior. Como a obra de Deus entre os homens entrou em um território inédito, as visões conhecidas pelo homem durante a Era do Reino são as mais elevadas entre todas da obra de gerenciamento. A obra de Deus entrou em um território inédito e, portanto, as visões a serem conhecidas pelo homem tornaram-se as mais elevadas de todas as visões, e a prática resultante do homem também é mais elevada do que em qualquer era anterior, pois a prática do homem muda junto com as visões e a perfeição das visões marca também a perfeição das exigências feitas ao homem. Assim que todo o gerenciamento de Deus cessar, cessará também a prática do homem e, sem a obra de Deus, o homem não terá escolha a não ser aderir à doutrina dos tempos passados, caso contrário, simplesmente não terá a que recorrer. Sem novas visões, não haverá nova prática do homem; sem visões completas, não haverá prática perfeita do homem; sem visões mais elevadas, não haverá prática mais elevada do homem. A prática do homem muda com os passos de Deus e, da mesma forma, o conhecimento e a experiência do homem também mudam com a obra de Deus. Por mais capaz que o homem seja, ele ainda é inseparável de Deus e, se Deus deixasse de operar um só minuto, o homem imediatamente morreria por Sua ira. O homem não tem nada a se vangloriar, pois, por maior que seja seu conhecimento hoje, por mais profundas as suas experiências, ele é inseparável da obra de Deus – pois a prática do homem e aquilo que ele deve procurar em sua crença em Deus são inseparáveis das visões. Em cada instância da obra de Deus estão as visões que devem ser conhecidas pelo homem, visões que são acompanhadas pelas cabíveis exigências de Deus ao homem. Sem essas visões como alicerce, o homem simplesmente seria incapaz de realizar a prática e de seguir Deus inabalavelmente. Se o homem não conhece Deus ou não compreende a vontade de Deus, então tudo que ele faz é em vão e não pode ser aprovado por Deus. Por mais abundantes que sejam os dons do homem, ele ainda é inseparável da obra de Deus e da orientação de Deus. Não importa quão boas ou numerosas sejam as ações do homem, elas ainda não podem substituir a obra de Deus. Assim, em nenhuma circunstância, a prática do homem é separável das visões. Aqueles que não aceitam as novas visões não têm nova prática. A prática deles não tem relação com a verdade porque eles seguem a doutrina e obedecem à lei morta; eles não têm absolutamente nenhuma visão nova, e, consequentemente, não põem nada da nova era em prática. Eles perderam as visões e, ao fazê-lo, perderam também a obra do Espírito Santo e a verdade. Aqueles que não têm a verdade são a progênie do absurdo, são a personificação de Satanás. Não importa que tipo de pessoa seja, ela não pode ficar sem as visões da obra de Deus e desprovida da presença do Espírito Santo; assim que ela perde as visões, desce imediatamente para o Hades e vive em meio à escuridão. As pessoas sem visões são aquelas que seguem Deus insensatamente, elas estão desprovidas da obra do Espírito Santo e vivendo no inferno. Essas pessoas não perseguem a verdade e penduram o nome de Deus feito uma tabuleta. Os que não conhecem a obra do Espírito Santo, que não conhecem o Deus encarnado, que não conhecem as três etapas da obra na inteireza do gerenciamento de Deus, não conhecem as visões e, assim, não possuem a verdade. E os que não possuem a verdade não são todos malfeitores? Aqueles que estão dispostos a colocar a verdade em prática, que estão dispostos a buscar um conhecimento de Deus e que realmente colaboram com Deus, são pessoas para quem as visões funcionam como um alicerce. Eles são aprovados por Deus porque colaboram com Ele, e é essa colaboração que deve ser posta em prática pelo homem.

Nas visões há várias sendas para a prática. As visões contêm também as exigências práticas feitas ao homem, bem como a obra de Deus que o homem deve conhecer. No passado, durante as reuniões especiais ou reuniões grandiosas que eram realizadas em vários lugares, falava-se apenas de um aspecto da senda da prática. Tal prática era o que deveria ser praticado durante a Era da Graça e quase não tinha relação com o conhecimento de Deus, pois a visão da Era da Graça era apenas a visão da crucificação de Jesus e não havia visões mais elevadas. O homem não tinha de conhecer mais do que a Sua obra de redenção da humanidade através da crucificação e, portanto, durante a Era da Graça não havia outras visões para o homem conhecer. Dessa forma, o homem tinha apenas um escasso conhecimento de Deus e, além do conhecimento do amor e da compaixão de Jesus, havia apenas algumas coisas simples e lamentáveis para ele pôr em prática, coisas que estavam muito distantes do que existe hoje. No passado, independentemente de sua forma de reunião, o homem era incapaz de falar sobre um conhecimento prático da obra de Deus, muito menos de dizer claramente qual era a senda de prática mais adequada para o homem entrar. Ele apenas acrescentou alguns detalhes simples a um alicerce de tolerância e paciência; simplesmente não houve mudança alguma na substância de sua prática, pois naquela mesma era Deus não realizou nenhuma obra mais nova e as únicas exigências que Ele fazia ao homem eram tolerância e paciência, ou suportar a cruz. Além de tais práticas, não havia visões mais elevadas do que a crucificação de Jesus. No passado, não havia menção de outras visões porque Deus não fez muita obra e porque Ele só fez exigências limitadas ao homem. Dessa forma, independentemente do que o homem fizesse, ele não conseguia transgredir esses limites, limites que se resumiam a algumas coisas simples e superficiais para o homem pôr em prática. Hoje, Eu falo de outras visões porque hoje mais obra tem sido realizada, obra que excede muitas vezes a Era da Lei e a Era da Graça. As exigências feitas ao homem também são muito maiores do que em épocas passadas. Se o homem for incapaz de conhecer plenamente tal obra, então ela não terá grande significado; pode-se dizer que o homem terá dificuldade em conhecer plenamente tal obra se não dedicar o esforço de uma vida inteira a isso. Na obra de conquista, falar apenas da senda de prática inviabilizaria a conquista do homem. O mero falar das visões, sem quaisquer exigências ao homem, também inviabilizaria a conquista do homem. Se nada fosse mencionado além da senda de prática, seria impossível atingir o calcanhar de Aquiles do homem ou dissipar as concepções do homem, e seria também impossível conquistar totalmente o homem. As visões são o principal instrumento da conquista do homem, mas se não houvesse nenhuma outra senda além das visões, o homem não teria forma alguma de seguir, muito menos teria algum meio de entrar. Este tem sido o princípio da obra de Deus do começo ao fim: as visões contêm o que pode ser posto em prática, e assim há também visões que são exclusivas dessa prática. O grau de mudanças tanto na vida quanto no caráter do homem acompanha as mudanças nas visões. Se o homem fosse depender apenas de seus próprios esforços, seria impossível para ele alcançar qualquer grau alto de mudança. As visões falam da obra do Próprio Deus e do gerenciamento de Deus. A prática diz respeito à senda de prática do homem e ao caminho de existência do homem; em todo o gerenciamento de Deus, a relação entre visões e prática é a relação entre Deus e o homem. Se as visões fossem removidas ou se delas se falasse sem mencionar a prática, ou se houvesse apenas visões e a prática do homem fosse erradicada, então tais coisas não poderiam ser consideradas como gerenciamento de Deus e muito menos se poderia dizer que a obra de Deus é para o bem da humanidade; dessa forma, não só o dever do homem seria removido, como também isso seria uma negação do propósito da obra de Deus. Se, do princípio ao fim, do homem se exigisse apenas a prática, sem o envolvimento da obra de Deus, e, além disso, se do homem não se exigisse conhecer a obra de Deus, tampouco tal obra poderia ser chamada de gerenciamento de Deus. Se o homem não conhecesse Deus e ignorasse a vontade de Deus, e realizasse cegamente sua prática de forma vaga e abstrata, ele jamais se tornaria uma criatura plenamente qualificada. Assim, as duas coisas são indispensáveis. Se houvesse apenas a obra de Deus, ou seja, se houvesse apenas as visões e não houvesse colaboração ou prática por parte do homem, então tais coisas não poderiam ser chamadas de gerenciamento de Deus. Se houvesse apenas a prática e a entrada do homem, por mais elevada que fosse a senda pela qual o homem entrasse, isso também seria inaceitável. A entrada do homem deve mudar gradativamente em sintonia com a obra e as visões; não pode mudar por capricho. Os princípios de prática do homem não são livres e irrestritos, mas vão até certos limites. Tais princípios mudam em compasso com as visões da obra. Assim, em última análise, o gerenciamento de Deus resume-se à obra de Deus e à prática do homem.

A obra de gerenciamento só veio a existir por causa da humanidade, o que significa dizer que só foi produzida devido à existência da humanidade. Não havia gestão anterior à humanidade, ou no início, quando os céus e a terra e todas as coisas foram criadas. Se em toda a obra de Deus não houvesse prática que fosse benéfica para o homem, ou seja, se Deus não fizesse as devidas exigências à humanidade corrupta (se na obra realizada por Deus não houvesse uma senda apropriada para a prática do homem), então essa obra não poderia ser considerada gerenciamento de Deus. Se a totalidade da obra de Deus se limitasse a dizer à humanidade corrupta como realizar sua prática, e Deus não cumprisse nada de Seu Próprio empreendimento e não exibisse um mínimo de Sua omnipotência ou sabedoria, então não importa quão elevadas fossem as exigências de Deus ao homem, não importa quanto tempo Deus vivesse entre os homens, o homem não conheceria nada do caráter de Deus; se fosse esse o caso, então esse tipo de obra seria ainda menos digno de ser chamado de gerenciamento de Deus. Simplificando, a obra de gerenciamento de Deus é a obra realizada por Deus e toda a obra realizada sob a orientação de Deus por aqueles que foram ganhos por Deus. Essa obra pode ser resumida como gerenciamento, que diz respeito à obra de Deus entre os homens, bem como a colaboração com Ele de todos os que O seguem; todos esses elementos coletivamente podem ser chamados de gerenciamento. Aqui, a obra de Deus é chamada de visões e a colaboração do homem é chamada de prática. Quanto mais elevada a obra de Deus (isto é, quanto mais elevadas as visões), mais o caráter de Deus se torna claro para o homem e em desacordo com suas concepções, e mais elevadas são a prática e a colaboração do homem. Quanto mais elevadas as exigências ao homem, mais a obra de Deus está em desacordo com as concepções do homem e, consequentemente, as provações do homem e os padrões que ele deve alcançar também se tornam mais elevados. Na conclusão dessa obra, todas as visões terão sido realizadas, e o que o homem deve colocar em prática alcançará o auge da perfeição. Esse será também o momento em que cada um será qualificado de acordo com seu tipo, pois o que se requer que o homem saiba terá sido mostrado a ele. Portanto, quando as visões alcançarem o apogeu, em conformidade, a obra se aproximará de seu fim e a prática do homem terá atingido seu zênite. A prática do homem baseia-se na obra de Deus e o gerenciamento de Deus só é plenamente expresso graças à prática do homem e à colaboração do homem. O homem é a peça principal da obra de Deus, é tanto o objeto quanto o produto do gerenciamento integral de Deus. Se Deus trabalhasse sozinho, sem a colaboração do homem, então não haveria nada que pudesse servir como a cristalização de toda Sua obra, e dessa forma o gerenciamento de Deus não teria a menor importância. Somente com a escolha de um objeto apropriado, fora da obra de Deus e capaz de expressar essa obra e provar Sua onipotência e sabedoria, é possível alcançar o objetivo do gerenciamento de Deus e alcançar o objetivo de usar todo essa obra para derrotar Satanás em definitivo. Portanto, o homem é uma parte indispensável da obra de gerenciamento de Deus e o único capaz de fazer o gerenciamento de Deus frutificar e alcançar seu objetivo final; além do homem, nenhuma outra forma de vida pode desempenhar tal papel. Para que o homem se torne a verdadeira cristalização da obra de gerenciamento, a desobediência da humanidade corrupta deve ser completamente erradicada. Isso exige que o homem receba práticas adequadas para tempos diferentes e que Deus realize a obra correspondente entre os homens. Somente assim será ganho, no final, um grupo de pessoas que são a cristalização da obra de gerenciamento. A obra de Deus entre os homens não pode dar testemunho do Próprio Deus apenas pela obra de Deus; tal testemunho requer também seres humanos vivos que sejam adequados para a Sua obra para que seja realizada. Deus primeiramente operará nessas pessoas, através das quais Sua obra será expressa, e assim o testemunho Dele será dado entre as criaturas. E com isso Deus terá alcançado o objetivo de Sua obra. Deus não age sozinho para derrotar Satanás porque Ele não pode dar testemunho direto de Si mesmo entre todas as criaturas. Se o fizesse, seria impossível convencer o homem totalmente, então Deus deve realizar Sua obra com o homem para conquistá-lo, e só então Ele será capaz de obter testemunho entre todas as criaturas. Se Deus agisse sozinho e não houvesse a colaboração do homem, ou se a colaboração do homem não fosse exigida, o homem nunca poderia conhecer o caráter de Deus e seria eternamente ignorante da vontade de Deus; isso não poderia ser considerado a obra de gerenciamento de Deus. Se apenas o homem se esforçasse, buscasse e trabalhasse duro, mas não entendesse a obra de Deus, então o homem estaria apenas pregando peças. Sem a obra do Espírito Santo o que o homem faz é de Satanás, ele é rebelde e um malfeitor; Satanás se revela em tudo o que é feito pela humanidade corrupta e não há nada que seja compatível com Deus, e tudo é a manifestação de Satanás. Nada do que foi mencionado é exclusivo das visões e da prática. Sobre o alicerce das visões o homem encontra a prática, encontra a senda da obediência para que possa deixar de lado suas concepções e conquistar as coisas que não possuía no passado. Deus exige que o homem colabore com Ele, que o homem se submeta inteiramente às Suas exigências, e o homem pede para enxergar a obra realizada pelo Próprio Deus, para vivenciar o poder supremo de Deus e conhecer o caráter de Deus. Nisso consiste, em resumo, o gerenciamento de Deus. A união de Deus com o homem é gerenciamento, o gerenciamento supremo.

Aquilo que envolve as visões diz respeito basicamente à obra de Deus e aquilo que envolve a prática deve ser realizado pelo homem e não tem relação com Deus. A obra de Deus é concluída pelo Próprio Deus e a prática do homem é realizada pelo próprio homem. O que deve ser realizado pelo Próprio Deus não precisa ser realizado pelo homem, e o que deve ser praticado pelo homem não tem relação com Deus. A obra de Deus é Seu próprio ministério e não tem relação com o homem. Essa obra não precisa ser realizada pelo homem e, além disso, o homem seria incapaz de realizar a obra a ser realizada por Deus. A prática exigida do homem deve ser realizada pelo homem, seja ela o sacrifício de sua vida ou sua entrega a Satanás para ser testemunha; tais coisas devem ser realizadas pelo homem. O Próprio Deus conclui toda a obra que deve realizar, e o que o homem deve fazer é mostrado ao homem e o trabalho restante é deixado para o homem. Deus não realiza nenhuma obra adicional. Ele realiza somente a obra dentro da competência de Seu ministério e apenas mostra o caminho ao homem, realiza somente a obra de abrir o caminho e não a obra de pavimentar o caminho; isso deve ser compreendido pelo homem. Colocar a verdade em prática significa colocar as palavras de Deus em prática, e tudo isso é o dever do homem, é o que deve ser feito pelo homem e não tem nada a ver com Deus. Se o homem exige que Deus também passe por tormento e refinamento na verdade, assim como o homem, então o homem está sendo desobediente. A obra de Deus é realizar Seu ministério e o dever do homem é obedecer toda a orientação de Deus, sem qualquer resistência. O homem tem o dever de cumprir o que lhe é exigido, não importa como Deus realize sua obra ou viva. Somente Deus pode fazer exigências ao homem, ou seja, somente Deus está apto a fazer exigências ao homem. O homem não deve ter nenhuma escolha, não deve fazer nada além de se submeter e praticar plenamente; esse é o sentido que o homem deve ter. Quando a obra a ser realizada pelo Próprio Deus for concluída, o homem deve experimentá-la, passo a passo. Se, ao final, quando o gerenciamento integral de Deus estiver concluído, o homem ainda não tiver cumprido o que é exigido dele por Deus, então o homem deverá ser punido. Se o homem não cumpre as exigências de Deus, isso se deve à desobediência do homem; não significa que Deus não tenha realizado plenamente a Sua obra. Aqueles que são incapazes de pôr em prática as palavras de Deus, aqueles que são incapazes de cumprir as exigências de Deus e aqueles que são incapazes de dar a sua lealdade e cumprir seu dever – todos serão punidos. O que vocês devem realizar hoje não são exigências adicionais, mas o dever do homem e aquilo que deve ser feito por todas as pessoas. Se vocês são incapazes de fazer o seu dever ou de fazê-lo corretamente, não estão criando problemas para si mesmos? Não estão cortejando a morte? Como podem ainda esperar ter um futuro e perspectivas? A obra de Deus é para o bem da humanidade e a colaboração do homem é para o bem do gerenciamento de Deus. Quando Deus tiver realizado tudo o que Ele deve realizar, requer-se que o homem não poupe esforços na sua prática e colabore com Deus. Na obra de Deus o homem não deve poupar esforços, deve oferecer sua lealdade e não se entregar a múltiplas concepções, nem sentar-se passivamente esperando a morte. Se Deus pode se sacrificar pelo homem, por que o homem não pode oferecer a sua lealdade a Deus? Deus é uno de coração e mente para com o homem, então, por que o homem não pode oferecer um pouco de colaboração? Deus realiza sua obra para a humanidade, então por que o homem não pode realizar parte de seu dever para ajudar o gerenciamento de Deus? A obra de Deus alcançou o estágio atual e mesmo assim vocês veem, mas não agem, você ouvem, mas não se movem. Pessoas assim não são objetos de perdição? Deus já Se dedicou inteiramente ao homem, então por que, hoje, o homem é incapaz de realizar o seu dever com seriedade? A obra de Deus é Sua prioridade maior e Sua obra de gerenciamento é de extrema importância. A prioridade maior do homem é colocar as palavras de Deus em prática e cumprir as exigências de Deus. Todos vocês devem compreender isso. As palavras que lhe foram ditas atingiram o âmago da sua essência e a obra de Deus penetrou em território inédito. Muitas pessoas ainda não entendem a verdade ou a falsidade desse caminho; ainda estão esperando e observando, sem cumprir seus deveres. Em vez disso, ficam examinando cada palavra e ação de Deus, se concentram no que Ele come e veste, e suas concepções se tornam cada vez mais penosas. Não estarão fazendo muito barulho por nada? Como podem ser essas as pessoas que procuram Deus? E como podem ser essas as pessoas que se submetem intencionalmente a Deus? Elas deixam a lealdade e dever em segundo plano para se concentrar no paradeiro de Deus. Eles são ultrajantes! Se o homem entendeu tudo o que deveria entender e colocou em prática tudo o que deveria praticar, então Deus certamente abençoará o homem, pois o que Ele exige do homem é o dever do homem e deve ser feito pelo homem. Se o homem for incapaz de compreender o que ele deve entender e incapaz de pôr em prática o que ele deve praticar, então o homem será punido. Os que não colaboram com Deus tem inimizade com Deus, os que não aceitam a nova obra se opõem a ela, mesmo que não façam nada abertamente contrário a ela. Os que não praticam a verdade exigida por Deus são pessoas que se opõem deliberadamente às palavras de Deus e as desobedecem, mesmo que deem atenção especial à obra do Espírito Santo. Os que não obedecem às palavras de Deus e não se submetem a Deus são rebeldes e se opõem a Deus. Os que não cumprem seu dever são aqueles que não colaboram com Deus, e os que não colaboram com Deus são os que não aceitam a obra do Espírito Santo.

Quando a obra de Deus e Seu gerenciamento atingem um determinado estágio, os que estão em harmonia com Ele são capazes de cumprir Suas exigências. Deus faz exigências ao homem de acordo com Seus próprios padrões e de acordo com o que o homem é capaz de realizar. Ao falar de Seu gerenciamento, Ele ao mesmo tempo mostra o caminho para o homem e fornece a ele uma passagem para a sobrevivência. O gerenciamento de Deus e a prática do homem fazem parte do mesmo estágio da obra e são realizados simultaneamente. Falar do gerenciamento de Deus remete a mudanças no caráter do homem, e falar sobre o que deve ser feito pelo homem, e sobre as mudanças no caráter do homem, remete à obra de Deus; não há momento em que possam estar separados. A prática do homem está mudando, passo a passo. Isso ocorre porque as exigências que Deus faz ao homem também estão mudando, e porque a obra de Deus está sempre mudando e progredindo. Se a prática do homem permanece presa à doutrina, isso prova que ele está desprovido da obra e da orientação de Deus; se a prática do homem nunca muda ou se aprofunda, isso prova que a prática do homem é realizada de acordo com a vontade do homem e não é a prática da verdade; se o homem não tem caminho para seguir, então ele já caiu nas mãos de Satanás e está sendo controlado por Satanás, o que significa que está sendo controlado pelo espírito do mal. Se a prática do homem não se aprofunda, a obra de Deus não se desenvolve, e se não há mudança na obra de Deus, a entrada do homem é interrompida; isso é inevitável. Ao longo de toda a obra de Deus, se o homem respeitasse sempre a lei de Jeová, a obra de Deus não poderia progredir, e muito menos seria possível concluir uma era inteira. Se o homem sempre se apegasse à cruz e praticasse paciência e humildade, seria impossível a obra de Deus continuar progredindo. É impossível concluir um gerenciamento de seis mil anos entre pessoas que apenas obedecem à lei, ou que apenas se apegam à cruz e praticam paciência e humildade. Ao contrário, a obra de gerenciamento integral de Deus só pode ser concluída entre aqueles dos últimos dias, que conhecem Deus e foram resgatados das garras de Satanás e se despojaram completamente da influência de Satanás. Essa é a direção inevitável da obra de Deus. Por que se diz que a prática daqueles nas igrejas religiosas está desatualizada? É porque o que eles colocam em prática está divorciado da obra da atualidade. Na Era da Graça, o que eles colocavam em prática era correto, mas como essa era passou e a obra de Deus mudou, a prática deles ficou gradativamente desatualizada. Foi superada pela nova obra e pela nova luz. Com base em seu alicerce original, a obra do Espírito Santo progrediu penetrando várias degraus. No entanto, essas pessoas ainda permanecem presas ao estágio original da obra de Deus, e ainda se apegam às práticas antigas e à luz antiga. A obra de Deus pode mudar significativamente em três ou cinco anos, não poderiam ocorrer transformações ainda maiores ao longo de 2.000 anos? Se o homem não tem nenhuma luz ou prática nova, isso significa que ele não acompanhou a obra do Espírito Santo. Essa é a falha do homem; a existência da nova obra de Deus não pode ser negada porque, hoje, aqueles que são fiéis à obra original do Espírito Santo ainda estão seguindo práticas desatualizadas. A obra do Espírito Santo está sempre avançando e todos aqueles que estão na corrente do Espírito Santo também deveriam estar progredindo e mudando intensamente, passo a passo. Não deveriam parar em um único estágio. Somente aqueles que não conhecem a obra do Espírito Santo ficariam presos à Sua obra original e não aceitariam a nova obra do Espírito Santo. Somente aqueles que são desobedientes seriam incapazes de ganhar a obra do Espírito Santo. Se a prática do homem não acompanha a nova obra do Espírito Santo, então a prática do homem está certamente dissociada da obra de hoje, e é certamente incompatível com a obra de hoje. Pessoas assim desatualizadas são simplesmente incapazes de realizar a vontade de Deus, muito menos estar entre as últimas pessoas que darão testemunho de Deus. Além disso, a obra de gerenciamento integral não poderia ser concluída entre tal grupo de pessoas. Se aqueles que um dia obedeceram à lei de Jeová e aqueles que sofreram pela cruz não puderem aceitar a estágio da obra dos últimos dias, então tudo o que fizeram terá sido em vão e inútil. A expressão mais clara da obra do Espírito Santo é abraçar o aqui e agora, não se agarrar ao passado. Aqueles que não acompanharam a obra de hoje e se separaram da prática de hoje são os que se opõem à obra do Espírito Santo e não a aceitam. Essas pessoas desafiam a obra atual de Deus. Embora se apeguem à luz do passado, isso não significa que seja possível negar que eles desconhecem a obra do Espírito Santo. Qual o propósito de toda essa conversa sobre as mudanças na prática do homem, sobre as diferenças da prática do passado e de hoje, sobre como a prática foi realizada na era anterior e como é realizada hoje? Tais divisões na prática do homem são sempre mencionadas porque a obra do Espírito Santo está em constante progresso e, portanto, a prática do homem deve mudar constantemente. Se o homem permanece preso a um estágio, isso prova que ele é incapaz de acompanhar a obra de Deus e a nova luz; isso não prova que o plano de gerenciamento de Deus não mudou. Aqueles que estão fora da corrente do Espírito Santo imaginam sempre que estão certos, mas a verdade é que a obra de Deus neles cessou há muito tempo e a obra do Espírito Santo está ausente deles. A obra de Deus foi há muito transferida para outro grupo de pessoas, um grupo em quem Ele pretende completar Sua nova obra. Já que aqueles na religião são incapazes de aceitar a nova obra de Deus e se apegam à obra do passado, Deus abandonou essas pessoas e realiza Sua nova obra nas pessoas que aceitam essa nova obra. São pessoas que colaboram com Sua nova obra e só assim Seu gerenciamento poderá ser realizado. O gerenciamento de Deus está em constante progresso e a prática do homem está em constante elevação. Deus está constantemente operando e o homem está em constante carência, de modo que ambos atingem seu apogeu, Deus e o homem estão em total união. Essa é a expressão da realização da obra de Deus e o resultado final do gerenciamento integral de Deus.

A cada estágio da obra de Deus correspondem exigências feitas ao homem. Os que estão dentro da corrente do Espírito Santo possuem a presença e a disciplina do Espírito Santo, e aqueles que não estão dentro da corrente do Espírito Santo estão sob o comando de Satanás e desprovidos de qualquer parte da obra do Espírito Santo. Os que estão na corrente do Espírito Santo são aqueles que aceitam a nova obra de Deus, aqueles que colaboram com a nova obra de Deus. Se os que estão dentro dessa corrente forem incapazes de colaborar e de colocar em prática a verdade requerida por Deus durante essa era, nesse caso serão disciplinadas e, na pior das hipóteses, abandonados pelo Espírito Santo. Os que aceitam a nova obra do Espírito Santo viverão dentro da corrente do Espírito Santo, receberão o cuidado e a proteção do Espírito Santo. Os que estão dispostos a colocar em prática a verdade são iluminados pelo Espírito Santo, e os que não estão dispostos a colocar em prática a verdade são disciplinados pelo Espírito Santo, e podem até ser punidos. Independentemente do tipo de pessoa que são, se estiverem dentro da corrente do Espírito Santo, Deus assumirá a responsabilidade por todos que aceitam Sua nova obra para o bem de Seu nome. Os que glorificam Seu nome e estão dispostos a colocar Suas palavras em prática receberão Suas bênçãos; os que O desobedecerem e não colocarem Suas palavras em prática receberão Sua punição. As pessoas que estão na corrente do Espírito Santo são aquelas que aceitam a nova obra, e ao aceitarem a nova obra devem colaborar devidamente com Deus e não agir como rebeldes que não cumprem seu dever. Essa é a única exigência que Deus faz ao homem. O mesmo não ocorre com as pessoas que não aceitam a nova obra: estão fora da corrente do Espírito Santo e a disciplina e a reprovação do Espírito Santo não se aplicam a elas. Todos os dias essas pessoas vivem na carne, vivem em sua mente e só agem de acordo com a doutrina produzida pela análise e pesquisa de seu próprio cérebro. Isso não é cumprir as exigências da nova obra do Espírito Santo e muito menos colaborar com Deus. Os que não aceitam a nova obra de Deus são privados da presença de Deus e, ademais, desprovidos das bênçãos e proteção de Deus. A maior parte de suas palavras e ações se prendem a exigências passadas da obra do Espírito Santo; são doutrina, não verdade. Tal doutrina e tais normas bastam para provar que a única coisa que os une é a religião; não são os escolhidos ou os objetos da obra de Deus. A reunião deles só pode ser considerada um grande congresso religioso e não uma igreja. Esse é um fato inalterável. Eles não têm a nova obra do Espírito Santo; o que fazem se assemelha a religião, o que vivem parece ser pleno de religião; eles não possuem a presença e a obra do Espírito Santo, muito menos são dignos de receber a disciplina ou a iluminação do Espírito Santo. Essas pessoas são cadáveres inertes e vermes desprovidos de espiritualidade. Não têm conhecimento da rebeldia e oposição do homem, não têm conhecimento de todos os malfeitos do homem, muito menos sabem tudo sobre a obra de Deus e a vontade atual de Deus. São pessoas ignorantes, reles, escória indigna do nome de crentes! Nada do que fazem tem relação com o gerenciamento de Deus, nem pode prejudicar os planos de Deus. Suas palavras e ações são repugnantes demais, patéticas demais e indignas de menção. Nada feito por aqueles que não estão dentro da corrente do Espírito Santo tem a ver com a nova obra do Espírito Santo. Consequentemente, não importa o que façam, estão desprovidos da disciplina do Espírito Santo e, além disso, desprovidos da iluminação do Espírito Santo. Pois são pessoas que não têm amor pela verdade e foram detestadas e rejeitadas pelo Espírito Santo. São chamadas de malfeitores porque andam na carne e fazem o que lhes agrada debaixo da tabuleta de Deus. Enquanto Deus opera, elas são deliberadamente hostis a Ele e correm na direção contrária a Ele. O fracasso do homem em colaborar com Deus é em si um ato de extrema rebeldia, para não falar da fuga deliberada dessas pessoas de Deus. Elas não receberão, então, a punição que merecem? À menção dos malfeitos dessas pessoas, alguns não conseguem deixar de amaldiçoá-las, enquanto Deus as ignora. Para o homem, as ações delas parecem relacionadas ao nome de Deus, mas, na verdade, para Deus eles não têm qualquer relação com Seu nome ou com Seu testemunho. Não importa o que façam, não há relação com Deus: não há relação com Seu nome e Sua obra atual. Essas pessoas se humilham e manifestam Satanás; são malfeitores que estão se acumulando para o dia da ira. Hoje, apesar de seus atos, contanto que não obstruam o gerenciamento de Deus e não tenham nada a ver com a nova obra de Deus, tais pessoas não sofrerão a punição que merecem, pois o dia da ira ainda não chegou. As pessoas creem que há muita coisa com as quais Deus já devia ter lidado, e elas pensam que esses malfeitores deveriam ser submetidos a punição o quanto antes. Mas como a obra do gerenciamento de Deus ainda não chegou ao fim, e o dia da ira ainda não chegou, os ímpios seguem cometendo seus atos injustos. Alguns dizem que aqueles na religião estão desprovidos da presença ou obra do Espírito Santo, e que eles envergonham o nome de Deus; então por que Deus não os destrói em vez de continuar tolerando sua rebeldia? Essas pessoas, que são a manifestação de Satanás e que expressam a carne, são ignorantes e reles, são pessoas absurdas. Elas não contemplarão o advento da ira de Deus antes de compreenderem como Deus realiza Sua obra entre os homens. Quando forem totalmente conquistados, esses malfeitores receberão a sua punição e nenhum deles poderá escapar do dia da ira. Agora não é o momento da punição do homem, mas sim de realizar a obra de conquista, a menos que haja aqueles que prejudiquem o gerenciamento de Deus, e nesse caso eles serão punidos de acordo com a gravidade de seus atos. Durante o gerenciamento de Deus para a humanidade, todos que estão dentro da corrente do Espírito Santo têm relação com Deus. Aqueles que são detestados e rejeitados pelo Espírito Santo vivem sob a influência de Satanás, e o que colocam em prática não tem relação com Deus. Somente aqueles que aceitam a nova obra de Deus e colaboram com Ele têm relação com Deus, pois a obra de Deus é dirigida apenas para aqueles que a aceitam e não para todas as pessoas, quer aceitem ou não. A obra realizada por Deus tem sempre um objetivo e não é realizada por capricho. Aqueles que estão associados a Satanás não são aptos para dar testemunho de Deus, muito menos são aptos para colaborar com Deus.

Cada estágio da obra do Espírito Santo exige simultaneamente o testemunho do homem. Cada estágio da obra é uma batalha entre Deus e Satanás; Satanás é o objeto da batalha, enquanto o homem é aquele que a obra tornará perfeito. Se a obra de Deus pode ou não frutificar depende da maneira do testemunho que o homem dá de Deus. Esse testemunho é o que Deus exige daqueles que O seguem; é o testemunho feito diante de Satanás e também a prova dos efeitos de Sua obra. O gerenciamento integral de Deus é dividido em três estágios e em cada estágio são feitas exigências apropriadas ao homem. Além disso, à medida que as eras passam e avançam, as exigências que Deus faz a toda a humanidade se tornam cada vez mais elevadas. Assim, passo a passo, a obra de gerenciamento de Deus se aproxima do clímax, até que o homem contemple o “surgimento da Palavra na carne”, e assim as exigências feitas ao homem se tornam ainda mais elevadas, e as exigências para que o homem dê testemunho se tornam ainda mais elevadas. Quanto mais o homem é capaz de verdadeiramente colaborar com Deus, mais ele glorifica Deus. A colaboração do homem é o testemunho que dele se exige, e o testemunho que ele dá é a prática do homem. E assim, se a obra de Deus é ou não capaz de surtir o devido efeito, se há ou não um testemunho verdadeiro são questões inextricavelmente ligadas à colaboração e ao testemunho do homem. Quando a obra estiver terminada, isto é, quando o gerenciamento integral de Deus chegar ao fim, o dever do homem será prestar um testemunho mais elevado, e quando a obra de Deus chegar ao fim, a prática e a entrada do homem atingirão seu apogeu. No passado, exigia-se que homem cumprisse a lei e os mandamentos, e que fosse paciente e humilde. Hoje, exige-se que o homem obedeça a todos os arranjos de Deus e tenha amor supremo a Deus e que, finalmente, siga amando a Deus em meio à provação. Esses três estágios são exigências de Deus ao homem, passo a passo, ao longo de todo o Seu gerenciamento. Cada estágio da obra de Deus é mais denso do que o anterior, e em cada estágio as exigências feitas ao homem são mais densas do que as anteriores, e dessa maneira o gerenciamento integral de Deus pouco a pouco toma forma. É precisamente porque as exigências feitas ao homem são cada vez mais elevadas que o caráter do homem se aproxima cada vez mais dos padrões exigidos por Deus, e só então a humanidade toda começa a se afastar gradativamente da influência de Satanás até que, quando a obra de Deus estiver totalmente concluída, a humanidade inteira terá sido salva da influência de Satanás. Quando chegar essa época, a obra de Deus terá chegado ao fim, e a colaboração do homem com Deus para realizar mudanças em seu caráter não existirá mais, e a humanidade toda viverá à luz de Deus e a partir de então não haverá rebeldia ou oposição a Deus. Deus também não fará mais exigências ao homem e haverá uma colaboração mais harmoniosa entre o homem e Deus, que será a vida do homem e de Deus juntos, a vida que vem depois da conclusão definitiva do gerenciamento de Deus e depois que Deus tenha salvado o homem completamente das garras de Satanás. Aqueles que não conseguem seguir de perto os passos de Deus são incapazes de alcançar tal vida. Eles se rebaixarão à escuridão onde vão chorar e ranger os dentes; são pessoas que creem em Deus, mas não O seguem, que creem em Deus, mas não obedecem a toda Sua obra. Se o homem crê em Deus, deve seguir de perto as pegadas de Deus, passo a passo; deve “seguir o Cordeiro aonde quer que Ele vá”. Somente essas pessoas buscam o caminho verdadeiro, somente elas conhecem a obra do Espírito Santo. As pessoas que obedecem servilmente a letras e doutrinas são aquelas que foram eliminadas pela obra do Espírito Santo. A cada nova era, Deus iniciará uma nova obra, e em cada era haverá um novo começo entre os homens. Se o homem simplesmente adere às verdades de que “Jeová é Deus” e “Jesus é Cristo”, que são verdades que se aplicam somente a uma única era, nunca conseguirá acompanhar a obra do Espírito Santo e será sempre incapaz de ganhar a obra do Espírito Santo. Seja com for que Deus realize Sua obra, o homem O segue sem a menor hesitação, e de perto. Desse modo, como pode o homem ser eliminado pelo Espírito Santo? Não importa o que Deus faça, contanto que o homem tenha certeza de que é a obra do Espírito Santo e colabore com a obra do Espírito Santo sem duvidar, e procure cumprir as exigências de Deus, como poderá ser punido? A obra de Deus nunca cessou, Seus passos nunca pararam, e antes da conclusão de Sua obra de gerenciamento Ele esteve sempre ocupado e nunca para. Mas o homem é diferente: tendo ganhado apenas uma ínfima parcela da obra do Espírito Santo, ele a trata como se nunca mais mudará; tendo adquirido um pouco de conhecimento, ele não segue os passos da obra mais atual de Deus; tendo visto apenas um pouco da obra de Deus, ele imediatamente determina que Deus é uma certa figura de madeira e crê que Deus permanecerá para sempre nessa forma que ele vê diante de si, que foi assim no passado e assim será para sempre; tendo adquirido um conhecimento apenas superficial, o homem se sente tão orgulhoso que perde o autocontrole e começa a proclamar arbitrariamente um caráter e essência de Deus que simplesmente não existem; e tendo se apegado a um estágio da obra do Espírito Santo, seja quem for que proclame a nova obra de Deus, o homem não a aceita. Essas são pessoas que não conseguem aceitar a nova obra do Espírito Santo; são conservadoras demais e incapazes de aceitar coisas novas. Tais pessoas creem em Deus, mas também rejeitam Deus. O homem acha que os israelitas estavam errados por “crer somente em Jeová e não crer em Jesus”, mas a maioria das pessoas desempenha um papel no qual “creem somente em Jeová e rejeitam Jesus” e “anseiam pelo retorno do Messias, mas se opõem ao Messias que se chama Jesus”. Assim, não é por menos que as pessoas ainda vivam sob o império de Satanás depois de aceitarem uma etapa da obra do Espírito Santo, e ainda não tenham recebido as bênçãos de Deus. Não é isso o resultado da rebeldia do homem? Cristãos em todo o mundo que não acompanharam a nova obra dos dias atuais se apegam à crença de que são afortunados, de que Deus realizará cada um de seus desejos. No entanto, não sabem dizer com certeza por que Deus os levará para o terceiro céu, nem sabem ao certo como Jesus virá recolhê-los montado numa nuvem branca, muito menos sabem dizer com absoluta certeza se Jesus realmente chegará em um nuvem branca no dia em que imaginam. Estão todos ansiosos e perdidos; nem ao menos sabem se Deus levará cada um deles, os pequenos e variados punhados de pessoas que vêm de todas as denominações. A obra que Deus realiza hoje, a era atual, a vontade de Deus – eles não têm compreensão alguma disso e nada podem fazer além de contar a passagem dos dias nos dedos. Somente aqueles que seguem as pegadas do Cordeiro até o fim podem ganhar a bênção final, ao passo que as “pessoas espertas”, que são incapazes de seguir até o fim e ainda assim creem que conquistaram tudo, são incapazes de testemunhar a aparição de Deus. Acreditam que são as pessoas mais espertas do mundo e interrompem o desenvolvimento constante da obra de Deus sem razão alguma, e parecem ter certeza absoluta de que Deus as levará para o céu, elas que “têm a máxima lealdade a Deus, seguem Deus e obedecem às palavras de Deus.” Embora tenham “máxima lealdade” às palavras ditas por Deus, ainda assim suas palavras e ações parecem repugnantes, pois elas se opõem à obra do Espírito Santo, são desonestas e cometem o mal. Aqueles que não seguem até o fim, que não acompanham a obra do Espírito Santo e se apegam à obra antiga não só fracassaram em sua lealdade a Deus, como, pelo contrário, se tornaram aqueles que se opõem a Deus, aqueles que são rejeitados pela nova era e que serão punidos. Há outros mais lamentáveis do que eles? Muitos até creem que todos que rejeitam a lei antiga e aceitam a nova obra não têm consciência. Essas pessoas, que falam apenas de “consciência” e não conhecem a obra do Espírito Santo, no fim das contas terão suas perspectivas interrompidas por suas próprias consciências. A obra de Deus não obedece a doutrinas, e embora a obra seja Sua, mesmo assim Deus não se apega a ela. O que deve ser negado é negado, o que deve ser eliminado é eliminado. No entanto, o homem assume uma posição de inimizade com Deus ao se apegar a apenas uma pequena parte da obra de gerenciamento de Deus. Isso não mostra o absurdo do homem? Não mostra a ignorância do homem? Quanto mais são tímidas e excessivamente cautelosas forem as pessoas por medo de não receber as bênçãos de Deus, mais incapazes são de ganhar bênçãos maiores e de receber a bênção final. Aqueles que obedecem servilmente à lei demonstram a máxima lealdade à lei, e quanto mais demonstram tal lealdade à lei, mais se tornam rebeldes que se opõem a Deus. Pois a era atual é a Era do Reino e não a Era da Lei e a obra de hoje não pode ser comparada à obra do passado, e a obra do passado não pode ser comparada à obra de hoje. A obra de Deus mudou e a prática do homem também; não consiste mais em se apegar à lei ou suportar a cruz. Assim, a lealdade à lei e à cruz não conquistará a aprovação de Deus.

O homem será plenamente tornado completo na Era do Reino. Após a obra de conquista, o homem será submetido a refinamento e provação. Aqueles capazes de superar e ser testemunhas durante essa provação são os que serão feitos completos no final; eles são os vitoriosos. Durante essa provação, requer-se do homem que aceite esse refinamento, que é a última etapa da obra de Deus. É a última vez em que o homem será refinado antes da conclusão da obra de gerenciamento integral de Deus, e todos aqueles que seguem Deus devem aceitar esse teste final, esse último refinamento. Os que estão cercados pela tribulação estão desprovidos da obra do Espírito Santo e da orientação de Deus, mas aqueles que foram verdadeiramente conquistados e que buscam verdadeiramente a Deus no final das contas resistirão firmemente; esses possuem humanidade e amam verdadeiramente a Deus. Não importa o que Deus faça, esses vitoriosos não serão privados das visões e colocarão a verdade em prática sem fracassar em seu testemunho. Ao final, emergirão da grande tribulação. Embora os que pescam em águas turvas possam ainda tirar proveito hoje, ninguém poderá escapar da tribulação final e ninguém poderá escapar do teste final. Para os vencedores, tal tribulação representa o grande refinamento; mas para os que pescam em águas turvas, representa a obra de eliminação total. Não importa como são provados, a fidelidade dos que têm Deus no coração permanece imutável; mas aqueles que não têm Deus no coração, quando a obra de Deus não é vantajosa para sua carne, mudam sua visão de Deus e até se afastam de Deus. Assim são os que não resistirão firmemente no final, que buscam somente as bênçãos de Deus e não têm desejo de se despender por Deus e se dedicar a Ele. Essas pessoas torpes serão expulsas quando a obra de Deus chegar ao fim e são indignas de qualquer compaixão. Os que não têm humanidade são incapazes de amar verdadeiramente a Deus. Quando o ambiente é protegido e seguro ou lucrativo, eles são totalmente obedientes a Deus, mas quando o que desejam é ameaçado ou definitivamente recusado, eles imediatamente se revoltam. Podem de um dia para o outro se transformar de pessoas sorridentes e de “bom coração” em assassinos repulsivos e ferozes, que subitamente tratam o benfeitor de ontem como inimigo mortal, sem mais nem menos. Se esses demônios não forem expulsos, demônios que matariam em um piscar de olhos, não serão eles fonte de ainda mais sofrimento? A obra de salvar o homem não é alcançada com a conclusão da obra de conquista. Embora a obra de conquista tenha chegado ao fim, a obra de purificação do homem ainda não; tal obra só será concluída quando o homem estiver totalmente purificado, quando os que se submetem verdadeiramente a Deus tiverem sido tornados completos, e os dissimulados que não têm Deus no coração tiverem sido expurgados. Os que não satisfizerem a Deus no estágio final de Sua obra serão completamente eliminados, e os que são eliminados pertencem ao diabo. Como são incapazes de satisfazer a Deus, rebelam-se contra Deus, e mesmo que essas pessoas sigam Deus hoje, isso não prova que permanecerão no final. Nas palavras “aquele que seguir Deus até o fim receberá a salvação” o significado de “seguir” é perseverar em meio à tribulação. Hoje, muitos acreditam que seguir Deus é fácil, mas quando a obra de Deus estiver perto do fim, você saberá o verdadeiro significado de “seguir”. Só porque você ainda é capaz de seguir Deus hoje depois de ser conquistado, não significa que você seja um daqueles que serão aperfeiçoados. Os que são incapazes de suportar as provações, que são incapazes de serem vitoriosos em meio à tribulação, no fim, serão incapazes de perseverar e assim serão incapazes de seguir Deus até o fim. Os que realmente seguem Deus são capazes de suportar o teste de Sua obra, enquanto os que não seguem Deus verdadeiramente são incapazes de suportar qualquer provação de Deus. Cedo ou tarde eles serão expulsos, enquanto os vitoriosos permanecerão no reino. Se o homem realmente busca Deus ou não é determinado pelo teste de Sua obra, isto é, pelas provações de Deus, e não tem nada a ver com a decisão do próprio homem. Deus não rejeita uma pessoa por capricho; tudo o que Ele realiza é para convencer o homem completamente. Ele não realiza nada que seja invisível ao homem ou qualquer obra que não possa convencer o homem. Se a crença do homem é verdadeira ou não é algo comprovado pelos fatos e não pode ser decidido pelo homem. Não resta dúvida de que “o trigo não pode ser transformado em joio e o joio não pode ser transformado em trigo”. Os que verdadeiramente amam a Deus permanecerão no reino ao final e Deus não maltratará ninguém que realmente O ama. Com base em suas diferentes funções e testemunhos, os vitoriosos no reino servirão como sacerdotes ou seguidores, e todos os que forem vitoriosos em meio à tribulação se tornarão o corpo sacerdotal no reino. O corpo sacerdotal será formado quando a obra do evangelho por todo o universo chegar ao fim. Quando chegar esse momento, a obrigação do homem será desempenhar seu dever no reino de Deus e conviver com Deus no reino. No corpo sacerdotal haverá sumos sacerdotes e sacerdotes, e os demais serão os filhos e o povo de Deus. Tudo isso será determinado pelo testemunho que derem de Deus durante a tribulação; não são títulos conferidos por capricho. Quando o status do homem estiver estabelecido, a obra de Deus cessará, pois todos serão classificados de acordo com seu tipo e retornarão à sua posição original, e essa é a marca da realização da obra de Deus, esse é o resultado final da obra de Deus e da prática do homem, e é a cristalização das visões da obra de Deus e da colaboração do homem. No final, o homem encontrará repouso no reino de Deus e Deus também retornará à sua morada para descansar. Esse é o resultado final de 6.000 anos de colaboração entre Deus e o homem.

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