5. Quais condições os servidores devem cumprir para se tornar pessoas de Deus?

Palavras de Deus relevantes:

Prestar serviço significa que você faz o que quer fazer, contanto que o que você faz não ofende o caráter de Deus. Contanto que ninguém investigue suas ações e contanto que o que você faz seja aceitável, isso é bom o suficiente. Você não se preocupa com mudanças de caráter, em fazer as coisas de acordo com os princípios da verdade, em satisfazer a vontade de Deus e, menos ainda, com como se submeter às orquestrações e aos arranjos de Deus, nem com como fazer bem o seu dever e prestar contas disso a Deus. Você não se importa com nenhuma dessas coisas, e é isso que se chama prestar serviço. Prestar serviço é se empenhar com tudo o que você tem e trabalhar como se fosse um escravo de manhã até a noite. Se você perguntar a essa pessoa: “Todos esses anos de trabalho árduo e amargo em que você mergulhou foram para quê?”, ela responderá: “Ora, para que eu possa receber bênçãos”. Se você perguntar a ela se seu caráter mudou como resultado de todos os seus anos de fé em Deus, se ela agora tem certeza da existência de Deus, se ela tem algum grau de compreensão da verdade ou experiência das orquestrações e dos arranjos do Criador, a resposta para todas essas perguntas será um “Não” categórico, e ela será incapaz de falar sobre qualquer uma dessas coisas. Quando não houve melhora ou progressão em qualquer um dos indicadores relativos à mudança de caráter, essa pessoa apenas presta serviço constantemente. Suponha que a pessoa preste serviço por muitos anos e, sem perceber, venha a entender que tem um caráter corrupto, que muitas vezes se rebela contra Deus, que muitas vezes faz reclamações, que muitas vezes é incapaz de obedecer a Deus, que é profundamente corrompida, que não importa como Deus lhe diga para se submeter a Ele, ela é incapaz de fazê-lo. Ela tenta se refrear, mas isso não funciona, como não adianta se amaldiçoar ou fazer juramentos. No final, ela descobre: “O homem realmente possui um caráter corrupto, e é por isso que ele é capaz de se rebelar contra Deus. Quando algo acontece, as pessoas sempre têm seus desejos e estão sempre investigando as orquestrações e os arranjos de Deus. Embora estejam dispostas a se esforçar, no momento em que algo tem implicações para seu caráter, suas ambições e seus desejos selvagens, suas intenções e seus anseios, elas são incapazes de esquecê-lo ou abandoná-lo. Elas sempre querem fazer as coisas de uma forma que as satisfaça. Este sou eu, e verdadeiramente é difícil lidar comigo! O que fazer?”. Se começou a ponderar sobre essas coisas, ela já tem uma pequena compreensão dos caminhos humanos. Se em algum momento as pessoas que estão engajadas na prestação de serviço forem capazes de assumir a obra real, forem capazes de focar suas mentes nas mudanças de caráter, chegarem à compreensão de que na verdade elas também têm um caráter corrupto, que elas também são arrogantes e incapazes de se submeter a Deus, e que não adianta continuar nesse caminho; quando chegar o tempo em que forem capazes de pensar nessas coisas, elas terão começado a se converter e haverá esperança de que seu caráter possa mudar e que elas possam alcançar a salvação. Se a pessoa nunca pensa nessas coisas, se tudo o que sabe é como trabalhar, pensando que terminar o trabalho em suas mãos é tudo o que se exige para completar a comissão de Deus, e que, uma vez que tenha terminado de se esforçar, terá cumprido adequadamente seu dever, nunca pensando em quais são as exigências de Deus, o que é a verdade ou se pode ser considerada alguém que obedece a Deus. Ela nunca pondera sobre essas coisas. Alguém que trata o dever dessa maneira pode alcançar a salvação? A resposta é não. Essas pessoas não pisaram na senda para alcançar a salvação nem na trilha certa da fé em Deus, e não estabeleceram relações adequadas com Deus, e ainda assim elas se esforçam e se empenham por prestar serviço na casa de Deus. Esse tipo de pessoa presta serviço na casa de Deus, e Deus cuida dela e a protege, mas Ele não planeja salvá-la, tampouco lida com ela e a poda, nem a julga e castiga, nem a sujeita a provações ou refinamento; Ele apenas permite que ela receba algumas bênçãos nesta vida, e nada mais. Se chegar um momento em que as pessoas souberem refletir sobre essas coisas e entender os sermões que ouvem, elas perceberão: “Então, isso é crer em Deus. Pois bem, devo procurar obter a salvação. Se eu não fizer isso e, em vez disso, me satisfizer com prestar serviço, não terei nada a ver com Deus”. Elas então ponderam: “Que aspectos de um caráter corrupto eu possuo? O que é exatamente essa coisa, esse caráter corrupto? Não importa o que aconteça, primeiro devo me submeter a Deus!”. Essas coisas estão relacionadas com a verdade e com as mudanças de caráter, e há esperança para elas.

Extraído de ‘Só buscando as verdades-princípio é possível realizar bem o seu dever’ em “Registros das falas de Cristo”

Antes de entender as palavras de Deus, a verdade e a vontade de Deus, e antes de desenvolver um pingo de reverência por Deus, o papel que cada pessoa exerce só pode ser o de um servidor e nada mais. Ou seja, você é um servidor, querendo ou não; você não pode escapar desse título. Algumas pessoas dizem: “Mas eu acreditei em Deus a vida inteira; já se passaram várias décadas desde que comecei a crer em Jesus. É sério que ainda sou apenas um servidor?”. O que você acha dessa pergunta? A quem está perguntando? Você deve se perguntar o seguinte: você já entende a vontade de Deus? Atualmente, você apenas exerce certo esforço ou está praticando a verdade? Você embarcou na senda de buscar e entender a verdade? Você entrou na verdade-realidade? Você reverencia a Deus em seu coração? Se você possui essas qualidades, se consegue permanecer firme ao encontrar as provações de Deus e é capaz de temer a Deus e evitar o mal, então é claro que você não é mais um servidor. Se, porém, você não possui essas qualidades, não há dúvida de que você ainda é um servidor. Não há como escapar disso; é inevitável. Algumas pessoas dizem: “Eu acredito em Deus há mais de trinta anos; tornei-me um de Seus seguidores a partir do momento em que Ele veio para operar como carne encarnada e professou a primeira palavra. Fui uma das primeiras pessoas a experimentar a obra de Deus e fui também um dos primeiros a ouvir pessoalmente Deus falar Suas palavras. Depois de todos esses anos, ainda estou seguindo a Deus e acreditando Nele. Durante toda a perseguição que sofri, durante as várias vezes em que fui preso, e por todos os perigos que vivenciei, Deus sempre me protegeu e guiou. Nunca me abandonou. Agora, continuo cumprindo meu dever, e minha condição está melhorando cada vez mais, minha fé continua a crescer, e não tenho a menor dúvida com relação a Deus. Eu ainda sou apenas um servidor?”. A quem está perguntando? Você não acha que está perguntando à pessoa errada? Essa não é uma pergunta que você deveria fazer. Visto que tem sido um crente por tantos anos, você já deveria ter uma ideia clara do que você é exatamente. Já que acredita há tantos anos, como você não sabe se ainda é um servidor ou não? Por que não pergunta se você possui a verdade-realidade ou não? Você gerou reverência a Deus? Demonstrou evidência de ter evitado o mal? Deus opera há tantos anos e professa tantas palavras; quantas você ganhou? Em quanto você entrou? Quanto você aceitou da poda e do tratamento de Deus e das provações e do refinamento aos quais Ele o submeteu? Quando aceitou essas coisas, você deu testemunho? Você consegue testificar Deus? Se encontrasse provações do tipo pelo qual Jó passou, você negaria a Deus? E, falando nisso, quanta fé, exatamente, você tem em Deus? Essa sua fé é simplesmente uma questão de acreditar ou é fé verdadeira? Faça essas perguntas a si mesmo. Se você não souber nem mesmo as respostas para essas perguntas, você está confuso. Acho que você é apenas alguém que repete as palavras e ações dos outros e não é nem digno de ser chamado de servidor.

Extraído de ‘Para líderes e obreiros, escolher uma senda é de extrema importância (17)’ em “Registros das falas de Cristo”

Quando as pessoas entram na casa de Deus e não entendem a verdade e somente têm várias aspirações ou desenvolvem alguma determinação de cooperar, o papel que podem exercer durante esse período só pode ser aquele dos servidores. “Prestar serviço” é uma expressão que não tem um som muito agradável, é claro. Dito de outra forma, refere-se a pessoas que servem e labutam para a obra do plano de gerenciamento de Deus, o que significa que se esforçam por ela. Elas não compreendem nem entendem nada, mas têm certos dons e habilidades e são capazes de aprender e repassar o que os outros dizem e assumir algum trabalho de assuntos gerais, mas quando se trata dos vários aspectos da obra específica de salvação e gerenciamento da humanidade feita por Deus, bem como dos vários aspectos de trabalho relacionados à verdade, elas não conseguem dedicar esforço algum nem cooperar de forma alguma; apenas exercem um pouco de esforço e dizem algumas coisas enquanto fazem algum trabalho de assuntos gerais, e executam algum trabalho periférico relacionado ao serviço. Se for assim a essência do dever das pessoas ou dos papéis que exercem e do trabalho que fazem na casa de Deus, então elas terão dificuldade de se livrar do título de “servidores”. Por que terão dificuldade de se livrar? Isso não tem a ver com o significado que Deus atribui a esse título? É bem fácil, para as pessoas, exercer certo esforço e fazer as coisas segundo suas habilidades, dons e inteligência inatos. No entanto, viver segundo a verdade, entrar na verdade-realidade, agir de acordo com a vontade de Deus — essas coisas são muito extenuantes; exigem tempo, exigem que as pessoas liderem, exigem esclarecimento de Deus e exigem a disciplina de Deus. Além do mais, exigem a vinda das palavras de julgamento e castigo de Deus. Assim, durante o tempo necessário para alcançar esse objetivo, o que a maioria das pessoas é capaz de fazer e prover é limitado àquele punhado de coisas: cumprir o papel de objetos para os quais Deus fala; possuir certos dons e ser de alguma utilidade na casa de Deus; pensar do jeito que a humanidade normal pensa e ser capaz de compreender e executar quaisquer tarefas que lhe forem designadas; ser equipado com certas habilidades e ser capaz de usar seus pontos fortes em qualquer tarefa que lhe seja dada na casa de Deus; e, acima de tudo, ter a aspiração de ouvir e se submeter. Ao prestar serviço na casa de Deus e ao fazer esforço para a obra de Deus, se tiver um pouquinho de inclinação para ouvir e se submeter, você será incapaz de fugir ou causar problemas; ao contrário, você fará o possível para se conter e cometer menos atos ruins e mais atos bons. Esses são o estado e a condição da maioria das pessoas, não é? É claro, dentre todos vocês, somente uma minoria minúscula realmente deixou essa condição, essa categoria, para trás. O que, então, possuem essas pouquíssimas pessoas? Elas vieram a entender a verdade, possuem a verdade-realidade e, quando deparam com um problema, são capazes de orar e buscar a vontade de Deus e agir de acordo com as verdades-princípio. Sua aspiração de ouvir e se submeter não se limita mais à mera resolução de fazê-lo; elas já são capazes de tomar a iniciativa de colocar as palavras de Deus em prática e agir de acordo com Suas exigências. Quando deparam com um problema, elas têm reverência a Deus, não falam nem agem precipitadamente, são cuidadosas e prudentes. Especialmente quando são podadas e tratadas de uma forma com que não concordam pessoalmente, elas mesmo assim conseguem não julgar Deus, e não surge resistência nelas. No fundo, nas profundezas de seu coração, elas abrigam uma aceitação genuína com relação à identidade, o status e a essência de Deus. Existem diferenças entre essas pessoas e os servidores? (Sim.) Quais diferenças existem? Em primeiro lugar, elas entendem a verdade; em segundo, conseguem colocar em prática algumas verdades; em terceiro, elas têm algum conhecimento de Deus; em quarto lugar, seu ouvir e sua submissão já não são mais meras aspirações, mas se transformaram num tipo de atitude subjetiva — isto é, elas alcançaram submissão verdadeira; e em quinto lugar — e essa é a diferença mais importante, bem como a mais preciosa —, elas desenvolveram reverência a Deus. Pode-se dizer que as pessoas que possuem essas coisas já se livraram do título de “servidores”. Ao analisar seus diversos aspectos de entrada, bem como sua atitude em relação à verdade e a extensão de seu conhecimento de Deus, essas pessoas não estão mais simplesmente prestando serviço para certa parte do negócio da casa de Deus, e possuem tal formação que já não são mais chamadas apenas para fazer alguma tarefa simples. Isto é, essas pessoas não vieram só para receber uma recompensa pontual e não foram recrutadas apenas para fazer algum trabalho temporário, num período de teste, sob observação, para ver se podem ou não fazer o trabalho de longo prazo. Por isso, essas pessoas já se livraram desse título, dessa designação, de “servidores”.

Extraído de ‘Para líderes e obreiros, escolher uma senda é de extrema importância (17)’ em “Registros das falas de Cristo”

Quando a obra de Deus for terminada, se a pessoa tiver se livrado do título de “servidor”, se despido dessa designação e deixado para trás essa condição, isso será motivo de celebração, não será? O que isso significa? Significa que, aos olhos de Deus, essa pessoa não é mais um leigo ou um incrédulo; ela é agora um membro da casa e do reino de Deus. Membro da casa e do reino de Deus — de onde vem esse título? Como as pessoas o obtêm? Ele vem de pagar um preço, e, por meio do entendimento da verdade, você buscou a verdade e alcançou certo nível de mudança em seu caráter; agora você consegue se submeter a Deus e reverenciá-Lo, e se tornou um membro de Sua casa. Como Jó e Pedro, você não precisa mais passar pela perseguição e a corrupção de Satanás. Você é capaz de viver livremente na casa de Deus e em Seu reino, e não precisa mais lutar contra seu caráter corrupto; você é, aos olhos de Deus, um objeto verdadeiro da criação e um humano genuíno. Isso significa que os dias de adversidade sofridos por uma pessoa que foi corrompida por Satanás passaram definitivamente; agora é o tempo de paz, alegria e felicidade, em que uma pessoa pode viver na luz do semblante do Criador e ao lado de Deus. Isso é motivo de celebração, não é? (Sim.) […] Algumas pessoas disseram: “Assim que mencionas o termo ‘servidor’, sinto resistência; essa é a única atitude que tenho. Se fizeres de mim um servidor, não terei disposição e não serei feliz. Se disseres que não sou um servidor, e, em vez disso, me chamares de membro do povo de Deus, então, ainda que eu fosse o menor entre eles, seria bom para mim. Ficarei bem, contanto que não me chames de servidor. Durante toda a minha vida, essa foi a minha única busca e o único ideal; tudo que espero é livrar-me do título de ‘servidor’. Não estou pedindo muito”. O que vocês acham desse tipo de pessoa? Essa é a atitude de alguém que busca a verdade? (Não.) Que tipo de atitude é essa? É uma atitude negativa, não é? (Sim.) Você não precisa se esforçar muito para se livrar do título de “servidor”, pois ele foi dado a você com base no grau em que você progrediu ao longo da vida. Você não pode decidir isso por conta própria, com base naquilo que deseja; não depende do que a pessoa quer, mas da senda na qual ela está e se ela alcançou ou não uma mudança de caráter. Se seu objetivo é meramente procurar se livrar do título de “servidor”, você nunca se livrará dele. Eu lhe direi a verdade: você o terá pelo resto da vida. Se, em vez disso, você se concentrar em buscar a verdade e conseguir alcançar uma mudança de caráter, esse título desaparecerá aos poucos. Portanto, contemplando a questão à luz desses dois pontos, Deus impôs esse título de “servidores” às pessoas? (Não.) De forma alguma! Não é um título que foi imposto à humanidade por Deus, tampouco é uma palavra-código ou um título de tratamento ou designação. É baseado no grau em que as pessoas progrediram na vida, ao longo do processo da progressão de sua vida. Quanto sua vida progrediu e quanto seu caráter foi transformado, é essa a medida em que você se livrou do título de “servidor”. Se, um dia, você chegar ao ponto em que conseguirá reverenciar a Deus e se submeter a Ele, você não usará mais esse título, nem se quiser. Isso se baseia na busca de uma pessoa, em sua atitude em relação à verdade e na senda que percorre.

Extraído de ‘Para líderes e obreiros, escolher uma senda é de extrema importância (17)’ em “Registros das falas de Cristo”

Os servidores também devem ser leais. Independentemente de sua origem ou do motivo pelo qual Deus escolheu você, você deve ser leal a Deus, a qualquer comissão que Deus lhe confia e ao trabalho pelo qual você é responsável e pelos deveres que você desempenha. Quando aos servidores que são capazes de ser leais e satisfazer a Deus, qual será seu desfecho? Eles poderão permanecer. É uma bênção ser um servidor que permanece? O que significa permanecer? Qual é o significado dessa bênção? Quanto ao status, eles não parecem semelhantes aos escolhidos de Deus; eles parecem ser diferentes. Mas, na verdade, o que eles desfrutam nesta vida não é o mesmo que os escolhidos de Deus? No mínimo, é o mesmo nesta vida. Vocês não negam isso, negam? […] Se você puder ser um servidor leal, for capaz de servir até o fim e for capaz de cumprir a comissão confiada a você por Deus, então, você viverá uma vida de valor. Se puder fazer isso, você será capaz de permanecer. Se você fizer um pouco mais de esforço, se você se esforçar um pouquinho mais, conseguir dobrar seus esforços para conhecer Deus, puder falar um pouco sobre conhecer a Deus, puder dar testemunho Dele e, além disso, se você puder entender algo da Sua vontade, puder cooperar com a obra de Deus e for um tanto atento à vontade de Deus, então você, como servidor, experimentará uma mudança na sorte. E qual será essa mudança na sorte? Você não será mais simplesmente capaz de permanecer. Dependendo de sua conduta e suas aspirações pessoais e de suas buscas, Deus fará de você um dos escolhidos. Essa será sua mudança de sorte. Para os servidores, qual é a melhor coisa em relação a isso? É que eles podem se tornar um dos escolhidos de Deus. Se isso acontecer, isso significa que eles não reencarnarão mais como animais, como acontece com os incrédulos. Isso é bom? É, e é também uma boa notícia. Isso significa que servidores podem ser moldados. Não ocorre que, para um servidor, uma vez que Deus o tenha predestinado para servir, ele o fará para sempre; isso não é necessariamente assim. Deus lidará com ele e responderá a ele de uma maneira que condiga à conduta individual dessa pessoa.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único X’ em “A Palavra manifesta em carne”

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9. Por que é necessário experimentar a obra de julgamento de Deus nos últimos dias para ser capaz de alcançar conhecimento de Deus

O homem reconhece que o Deus que ele buscou no passado é vago e sobrenatural. O que pode alcançar esse efeito não é a liderança direta do Espírito, muito menos os ensinamentos de certo indivíduo, mas o Deus encarnado. Os conceitos do homem são descobertos quando o Deus encarnado realiza Sua obra, porque a normalidade e a realidade do Deus encarnado são a antítese do Deus vago e sobrenatural na imaginação do homem. Os conceitos originais do homem somente podem ser revelados por meio de seus contrastes ao Deus encarnado. Sem a comparação do Deus encarnado, os conceitos do homem não poderiam ser revelados, em outras palavras, sem o contraste da realidade as coisas vagas não poderiam ser reveladas. Ninguém é capaz de usar palavras para fazer essa obra e ninguém é capaz de enunciar essa obra usando palavras.

3. A natureza e as consequências do problema de somente reconhecer Deus sem reconhecer a verdade

Aqueles que querem ganhar vida sem depender da verdade dita por Cristo são as pessoas mais ridículas na terra, e aqueles que não aceitam o caminho de vida trazido por Cristo estão perdidos na fantasia. Por isso Eu digo que quem não aceitar o Cristo dos últimos dias será eternamente desprezado por Deus. Cristo é a porta de entrada do homem para o reino durante os últimos dias, da qual ninguém pode desviar. Ninguém pode ser aperfeiçoado por Deus, exceto por meio de Cristo. Você crê em Deus, então deve aceitar as palavras Dele e obedecer ao Seu caminho.

1. As diferenças essenciais entre a obra de Deus e o trabalho do homem

A obra do Próprio Deus envolve a obra de toda a humanidade e também representa a obra da era inteira. Em outras palavras, a própria obra de Deus representa o movimento e tendência de toda a obra do Espírito Santo, enquanto a obra dos apóstolos segue a própria obra de Deus e não lidera a era nem representa a tendência da obra do Espírito Santo na era inteira. Eles realizam apenas a obra que o homem deve realizar, sem nenhuma relação com a obra de gestão. A própria obra de Deus é o projeto dentro da obra de gestão. A obra do homem é apenas o dever dos homens que são usados e não tem qualquer relação com a obra de gestão.

4. Como se conhece o significado da obra de julgamento de Deus nos últimos dias

Deus realiza a obra de julgamento e castigo para que o homem possa ganhar conhecimento Dele e em favor de Seu testemunho. Sem o Seu julgamento do caráter corrupto do homem, o homem não poderia, de modo algum, conhecer o Seu caráter justo que não permite ofensa, nem seria capaz de transformar seu antigo conhecimento de Deus em um novo. Por causa de Seu testemunho e por causa de Seu gerenciamento, Ele torna a Sua plenitude pública, assim permitindo ao homem, por meio de Sua aparição pública, chegar ao conhecimento de Deus, ser transformado em seu caráter e dar testemunho retumbante de Deus.

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